O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Allende é um meteorito caído no estado mexicano de Chihuahua. A sua queda ocorreu às 01.05 horas do dia 8 de fevereiro de 1969, e a bola de fogo originada pela sua entrada na atmosfera terrestre foi testemunhada por milhares de pessoas.
O meteorito Allende é o maior condrito (tipo de meteorito primitivo) já descoberto. Como resultado de uma pesquisa neste meteorito, foi descoberto um novo óxido de titânio e esse mineral foi batizado de panguite.
Este continha a maior quantidade de condrito carbonáceo
já encontrada na Terra. Depois de se fragmentar na atmosfera, uma
extensa busca por pedaços foi conduzida e mais de 2 toneladas de meteorito
foram recuperadas. A disponibilidade de grandes quantidades de amostras
da classe dos condritos cientificamente importantes permitiu numerosas
investigações por muitos cientistas; é frequentemente descrito como "o
meteorito mais bem estudado da história". O meteorito Allende possui grandes inclusões ricas em cálcio-alumínio
(CAI), que estão entre os objetos mais antigos formados no Sistema Solar.
Os condritos carbonáceos compreendem cerca de 4% de todos os
meteoritos observados caindo do espaço. Antes de 1969, a classe dos
condritos carbonáceos era conhecida por um pequeno número de meteoritos
incomuns, como Orgueil, que caiu na França em 1864. Meteoritos
semelhantes a Allende eram conhecidos, mas muitos eram pequenos e mal
estudados.
Este mineral possui a fórmula química (Ti4+,Sc,Al,Mg,Zr,Ca)1.8O3. Os elementos encontrados na panguite são titânio, escândio, alumínio, magnésio, zircónio, cálcio e oxigénio. Nas amostras retiradas do meteorito, também foram encontrados zircónio enriquecido. A panguite foi encontrada associada com um outro mineral identificado como davisite e com olivina agregada.
Origem e Propriedades
A panguite, está na classe dos minerais refratários,
que se formaram sob altas temperaturas e pressões extremamente altas, o
que ocorreu há mais ou menos 4.500 milhões de anos atrás, no inicio do
nosso sistema solar. Isso faz com que a panguite seja um dos minerais mais antigos de nosso Sistema Solar. O zircónio é um dos elementos determinantes para se saber as condições de antes e durante a formação do nosso sistema solar.
Allende é um meteorito caído no estado mexicano de Chihuahua. A sua queda ocorreu às 01.05 horas do dia 8 de fevereiro de 1969, e a bola de fogo originada pela sua entrada na atmosfera terrestre foi testemunhada por milhares de pessoas.
O meteorito Allende é o maior condrito (tipo de meteorito primitivo) já descoberto. Como resultado de uma pesquisa neste meteorito, foi descoberto um novo óxido de titânio e esse mineral foi batizado de panguite.
Este mineral possui a fórmula química (Ti4+,Sc,Al,Mg,Zr,Ca)1.8O3. Os elementos encontrados na panguite são titânio, escândio, alumínio, magnésio, zircónio, cálcio e oxigénio. Nas amostras retiradas do meteorito, também foram encontrados zircónio enriquecido. A panguite foi encontrada associada com um outro mineral identificado como davisite e com olivina agregada.
Origem e Propriedades
A panguite, está na classe dos minerais refratários,
que se formaram sob altas temperaturas e pressões extremamente altas, o
que ocorreu há mais ou menos 4.500 milhões de anos atrás, no inicio do
nosso sistema solar. Isso faz com que a panguite seja um dos minerais mais antigos de nosso Sistema Solar. O zircónio é um dos elementos determinantes para se saber as condições de antes e durante a formação do nosso sistema solar.
Allende é um meteorito caído no estado mexicano de Chihuahua. A sua queda ocorreu às 01.05 horas do dia 8 de fevereiro de 1969, e a bola de fogo originada pela sua entrada na atmosfera terrestre foi testemunhada por milhares de pessoas.
O meteorito Allende é o maior condrito (tipo de meteorito primitivo) já descoberto. Como resultado de uma pesquisa neste meteorito, foi descoberto um novo óxido de titânio e esse mineral foi batizado de panguite.
Este mineral possui a fórmula química (Ti4+,Sc,Al,Mg,Zr,Ca)1.8O3. Os elementos encontrados na panguite são titânio, escândio, alumínio, magnésio, zircónio, cálcio e oxigénio. Nas amostras retiradas do meteorito, também foram encontrados zircónio enriquecido. A panguite foi encontrada associada com um outro mineral identificado como davisite e com olivina agregada.
Origem e Propriedades
A panguite, está na classe dos minerais refratários,
que se formaram sob altas temperaturas e pressões extremamente altas, o
que ocorreu há mais ou menos 4.500 milhões de anos atrás, no inicio do
nosso sistema solar. Isso faz com que a panguite seja um dos minerais mais antigos de nosso Sistema Solar. O zircónio é um dos elementos determinantes para se saber as condições de antes e durante a formação do nosso sistema solar.
Allende é um meteorito caído no estado mexicano de Chihuahua. A sua queda ocorreu às 01.05 horas do dia 8 de fevereiro de 1969, e a bola de fogo originada pela sua entrada na atmosfera terrestre foi testemunhada por milhares de pessoas.
O meteorito Allende é o maior condrito (tipo de meteorito primitivo) já descoberto. Como resultado de uma pesquisa neste meteorito, foi descoberto um novo óxido de titânio e esse mineral foi batizado de panguite.
Este mineral possui a fórmula química (Ti4+,Sc,Al,Mg,Zr,Ca)1.8O3. Os elementos encontrados na panguite são titânio, escândio, alumínio, magnésio, zircónio, cálcio e oxigénio. Nas amostras retiradas do meteorito, também foram encontrados zircónio enriquecido. A panguite foi encontrada associada com um outro mineral identificado como davisite e com olivina agregada.
Origem e Propriedades
A panguite, está na classe dos minerais refratários,
que se formaram sob altas temperaturas e pressões extremamente altas, o
que ocorreu há mais ou menos 4.500 milhões de anos atrás, no inicio do
nosso sistema solar. Isso faz com que a panguite seja um dos minerais mais antigos de nosso Sistema Solar. O zircónio é um dos elementos determinantes para se saber as condições de antes e durante a formação do nosso sistema solar.
Impacto recente de meteoroide em Marte criou uma das maiores crateras do Sistema Solar
O sismo detetado em Marte em dezembro foi causado pelo impacto
de um meteoroide, estimado como um dos maiores vistos em Marte desde que
a NASA começou a explorar o cosmos.
O “lander” InSight da NASA registou um sismo marciano de magnitude 4
no passado dia 24 de dezembro, mas os cientistas só mais tarde
descobriram a causa desse sismo: o impacto de um meteoroide — um dos
maiores vistos em Marte desde que a NASA começou a explorar o cosmos.
Além disso, a colisão com a superfície escavou pedaços de gelo do tamanho de pedregulhos mais perto do equador marciano do que alguma vez foi encontrado – uma descoberta com implicações para os planos futuros da NASA de enviar astronautas para o Planeta Vermelho.
Os cientistas determinaram que o sismo resultou do impacto de um meteoroide
quando olharam para o antes e depois em imagens da MRO (Mars
Reconnaissance Orbiter) da NASA e avistaram uma nova cratera, explica a
agência espacial norte-americana em comunicado.
Fornecendo uma rara oportunidade de ver como um grande impacto abalou o
chão em Marte, o evento e os seus efeitos foram detalhados em dois
artigos científicos [artigo 1, artigo 2] publicados dia 27 de outubro na revista Science.
Blocos de gelo do tamanho de pedregulhos podem ser vistos em torno da
orla de uma cratera de impacto em Marte, nesta imagem capturada pela
câmara HiRISE a bordo da sonda MRO da NASA - a cratera foi formada no dia
24 de dezembro de 2021 pelo impacto de um meteoroide na região chamada
Amazonis Planitia
Estima-se que o meteoroide tenha tido entre 5 a 12 metros
– suficientemente pequeno para ter ardido na atmosfera terrestre, mas
não na fina atmosfera de Marte, que tem apenas 1% da sua densidade.
O impacto, numa região chamada Amazonis Planitia,
escavou uma cratera com cerca de 150 metros de diâmetro e 21 metros de
profundidade. Alguns dos detritos ejetados pelo impacto voaram até 37
quilómetros de distância.
Com imagens e dados sísmicos documentando o evento, pensa-se que esta é uma das maiores crateras cuja formação foi já testemunhada no Sistema Solar.
Existem muitas crateras maiores no Planeta Vermelho, mas são
significativamente mais velhas e são anteriores a qualquer missão
marciana.
“A descoberta de um impacto fresco deste tamanho não tem precedentes“, disse Ingrid Daubar,
da Universidade Brown, que lidera o Grupo de Trabalho de Ciência de
Impacto do InSight. “É um momento emocionante na história geológica – e
conseguimos testemunhá-lo”.
O módulo InSighttem visto a sua energia diminuir
drasticamente nos últimos meses devido à acumulação de poeira nos seus
painéis solares. Espera-se agora que o “lander” seja desligado nas
próximas seis semanas, pondo fim à ciência da missão.
O InSight está a estudar a crosta, o manto e o núcleo do planeta.
As ondas sísmicas são fundamentais para a missão e revelaram o tamanho,
profundidade e composição das camadas interiores de Marte.
Desde que pousou em Marte, em novembro de 2018, o InSight detetou 1.318 sismos marcianos, incluindo vários provocados por impactos de meteoroides mais pequenos.
Mas o sismo resultante do impacto de dezembro passado foi o primeiro observado a ter ondas superficiais – uma espécie de onda sísmica que ondula ao longo do topo da crosta de um planeta.
O segundo dos dois artigos científicos relacionados com o grande
impacto descreve como os cientistas utilizam estas ondas para estudar a
estrutura da crosta de Marte.
Caçadores de crateras
No final de 2021, os cientistas da missão InSight
informaram o resto da equipa que tinham detetado um grande sismo
marciano no dia 24 de dezembro.
A cratera foi descoberta pela primeira vez no dia 11 de fevereiro
de 2022 por cientistas que trabalhavam no MSSS (Malin Space Science
Systems), que construiu e opera duas câmaras a bordo da MRO.
A CTX (Context Camera) fornece imagens a preto e
branco, de média resolução, enquanto a MARCI (Mars Color Imager) produz
diariamente mapas de todo o planeta, permitindo aos cientistas seguir as mudanças climáticas em grande escala, como a recente tempestade regional de poeira que diminuiu ainda mais a energia solar do InSight.
A zona do impacto era visível nos dados MARCI e isso
permitiu à equipa fixar um período de 24 horas dentro do qual este
ocorreu. Estas observações correlacionaram-se com o epicentro sísmico,
demonstrando conclusivamente que o impacto de um meteoroide provocou o
grande sismo de dia 24 de dezembro.
“A imagem do impacto era diferente de qualquer outra
que já tinha visto antes, com a cratera massiva, o gelo exposto e a
dramática zona de explosão preservada na poeira marciana”, disse Liliya Posiolova, que lidera o Grupo de Ciência e Operações Orbitais no MSSS.
“Não pude deixar de imaginar como devia ter sido testemunhar o impacto, a explosão atmosférica e os detritos ejetados a quilómetros de distância“.
A determinação do ritmo a que as crateras são formadas
em Marte é crucial para refinar a linha temporal geológica do planeta.
Em superfícies mais antigas, como em Marte ou na Lua, existem mais crateras do que na Terra; no nosso planeta, os processos tectónicos e de erosão apagam características mais antigas da superfície.
As novas crateras também expõem materiais situados abaixo da superfície. Neste caso, grandes pedaços de gelo espalhados pelo impacto foram vistos pela câmara a cores HiRISE (High-Resolution Imaging Science Experiment) da MRO.
O gelo subterrâneo será um recurso vital para os astronautas, que poderão utilizá-lo para uma variedade de necessidades, incluindo água potável, agricultura e combustível para foguetões.
O gelo enterrado nunca tinha sido visto tão perto do equador marciano que, como a parte mais quente de Marte, é um local apelativo para os astronautas.
NASA estava “completamente errada” sobre o asteroide Bennu
Em 2020, a NASA enviou uma nave para recolher amostras da
superfície do asteroide Bennu. Ao aterrar, causou uma explosão e abriu
uma cratera de 8 metros de largura.
Um cientista da NASA observou que “as partículas que compõem o exterior
do Bennu são tão soltas, que agem mais como um fluido do que como um
sólido”.
A NASA surpreendeu-se a ela própria quando aterrou uma nave espacial no
asteroide Bennu em 2020 e causou uma explosão que criou uma enorme
cratera no corpo rochoso — mas a experiência de aprendizagem pode ajudar a salvar a Terra, se um asteroide alguma vez ameaçar aniquilar-nos.
Em 2016, a NASA lançou a nave espacial OSIRIS-REx para dar uma vista
de olhos ao asteroide Bennu. Dois anos depois, a nave chegou ao seu
destino e começou a vigiar Bennu, a cerca de 6 quilómetros acima da sua
superfície.
Em 2020, a NASA levou a missão um passo mais longe, enviando a OSIRIS-REx à superfície do asteroide para recolher uma amostra — algo que nenhuma nave espacial da NASA tinha feito antes, segundo a Big Think.
Para essa parte da missão, o OSIRIS-REx aterrou na superfície do
asteroide e mandou um sopro de gás. Em seguida, captou um pouco do
material deslocado pelo gás antes de disparar os seus propulsores para
se afastar de Bennu.
O plano funcionou, mas nas simulações do asteroide feitas pela NASA, o
processo deveria ter deixado o mais pequeno desnível na superfície. A
missão real criou uma explosão de destroços e uma cratera de 8 metros de largura no local de aterragem.
“Esperávamos que a superfície fosse bastante rígida”, contou Dante Lauretta, investigador principal do OSIRIS-REx, ao Space.com.
“Vimos uma parede gigante de detritos a voar para longe do local da amostra. Para os operadores de naves espaciais, foi realmente assustador“, acrescentou Lauretta.
Com base nos dados da missão e de uma análise do local de aterragem,
os investigadores determinaram que a superfície do asteroide Bennu está
tão solta, que o OSIRIS-REx teria continuado a afundar-se nele se não
tivesse disparado os seus propulsores dentro do prazo previsto.
A NASA descreve o asteroide como sendo semelhante às piscinas de
bolas em que as crianças brincam — coloca-se qualquer tensão nas rochas e
pedaços de pó na superfície de Bennu, e elas deslizam facilmente umas
para as outras.
“As nossas expectativas sobre a superfície do asteroide estavam completamente erradas”, sublinhou o investigador principal da missão.
“Acontece que as partículas que compõem o exterior do Bennu são tão
soltas, que agem mais como um fluido do que como um sólido”, concluiu
Lauretta.
Os investigadores utilizaram agora os dados da missão OSIRIS-REx para
recalcular as propriedades de Bennu, detalhando o que aprenderam em
dois estudos, publicados em julho na revista Science e na Science Advances.
Esta experiência pode ajudar os cientistas a interpretar com precisão
dados remotos sobre outros asteroides - algo extremamente importante se
alguma vez nos virmos confrontados com um impacto de asteroides e
precisarmos de lançar uma missão para desviar ou destruir a ameaçadora rocha espacial.
Allende é um meteorito caído no estado mexicano de Chihuahua. A sua queda ocorreu às 01.05 horas do dia 8 de fevereiro de 1969, e a bola de fogo originada pela sua entrada na atmosfera terrestre foi testemunhada por milhares de pessoas.
O meteorito Allende é o maior condrito (tipo de meteorito primitivo) já descoberto. Como resultado de uma pesquisa neste meteorito, foi descoberto um novo óxido de titânio e esse mineral foi batizado de panguite.
Este mineral possui a fórmula química (Ti4+,Sc,Al,Mg,Zr,Ca)1.8O3. Os elementos encontrados na panguite são titânio, escândio, alumínio, magnésio, zircónio, cálcio e oxigénio. Nas amostras retiradas do meteorito, também foram encontrados zircónio enriquecido. A panguite foi encontrada associada com um outro mineral identificado como davisite e com olivina agregada.
Origem e Propriedades
A panguite, está na classe dos minerais refratários,
que se formaram sob altas temperaturas e pressões extremamente altas, o
que ocorreu há mais ou menos 4.500 milhões de anos atrás, no inicio do
nosso sistema solar. Isso faz com que a panguite seja um dos minerais mais antigos de nosso Sistema Solar. O zircónio é um dos elementos determinantes para se saber as condições de antes e durante a formação do nosso sistema solar.
Allende meteorite - image by Matteo Chinellato; cube = 1 cm
The Allende meteorite is the largest carbonaceous chondrite ever found on Earth. The fireball was witnessed at 01:05 on February 8, 1969, falling over the Mexican state of Chihuahua. After breaking up in the atmosphere, an extensive search for pieces was conducted and it is often described as "the best-studied meteorite in history". The Allende meteorite is notable for possessing abundant, large calcium-aluminium-rich inclusions, which are among the oldest objects formed in the Solar System.
Carbonaceous chondrites comprise about 4 percent of all meteorites
observed to fall from space. Prior to 1969, the carbonaceous chondrite
class was known from a small number of uncommon meteorites such as Orgueil, which fell in France in 1864. Meteorites similar to Allende were known, but many were small and poorly studied.
Fall
The original stone is believed to have been approximately the size of an
automobile traveling towards the Earth at more than 10 miles per
second. The fall occurred in the early morning hours of February 8,
1969. At 01:05 a huge, brilliant fireball
approached from the southwest and lit the sky and ground for hundreds
of miles. It exploded and broke up to produce thousands of fusion
crusted individuals. This is typical of falls of large stones through
the atmosphere and is due to the sudden braking effect of air
resistance. The fall took place in northern Mexico, near the village of
Pueblito de Allende in the state of Chihuahua. Allende stones became
one of the most widely distributed meteorites and provided a large
amount of material to study, far more than all of the previously known
carbonaceous chondrite falls combined.
Path of the fireball and the area in northern Mexico where the meteorite pieces landed (the strewnfield)
Strewnfield
Stones were scattered over a huge area – one of the largest meteorite strewnfields
known. This strewnfield measures approximately 8 by 50 kilometers. The
region is desert, mostly flat, with sparse to moderate low vegetation.
Hundreds of meteorites were collected shortly after the fall.
Approximately 2 or 3 tonnes of specimens were collected over a period of
more than 25 years. Some sources guess that an even larger amount was
recovered (estimates as high as 5 tonnes can be found), but there is no
way to make an accurate estimate. Even today, over 40 years later,
specimens are still occasionally found. Fusion crusted individual
Allende specimens ranged from 1 gram to 110 kilograms.
Study
Allende is often called "the best-studied meteorite in history." There
are several reasons for this: Allende fell in early 1969, just months
before the Apollo program
was to return the first moon rocks. This was a time of great
excitement and energy among planetary scientists. The field was
attracting many new workers and laboratories were being improved. As a
result, the scientific community was immediately ready to study the new
meteorite. A number of museums launched expeditions to Mexico to
collect samples, including the Smithsonian Institution and together they collected hundreds of kilograms of material with CAls. The CAls are billions of years old, and help to determine the age of the solar system. The CAls had very unusual isotopic
compositions, with many being distinct from the Earth, Moon and other
meteorites for a wide variety of isotopes. These "isotope anomalies"
contain evidence for processes that occurred in other stars before the
solar system formed.
Allende contains chondrules and CAls that are estimated to be 4.567 billion years old,
the oldest known matter (other carbonaceous chondrites also contain
these). This material is 30 million years older than the Earth and 287
million years older than the oldest rock known on Earth,
Thus, the Allende meteorite has revealed information about conditions
prevailing during the early formation of our solar system. Carbonaceous
chondrites, including Allende, are the most primitive meteorites, and
contain the most primitive known matter. They have undergone the least
mixing and remelting since the early stages of solar system formation.
Because of this, their age is frequently taken as the "age of the solar
system."
Structure
The meteorite was formed from nebular dust and gas during the early
formation of the solar system. It is a "stone" meteorite, as opposed to
an "iron," or "stony iron," the other two general classes of meteorite.
Most Allende stones are covered, in part or in whole, by a black,
shiny crust created as the stone descended at great speed through the
atmosphere as it was falling towards the earth from space. This causes
the exterior of the stone to become very hot, melting it, and forming a
glassy "fusion crust."
When an Allende stone is sawed into two pieces and the surface is
polished, the structure in the interior can be examined. This reveals a
dark matrix embedded throughout with mm-sized, lighter-colored chondrules, tiny stony spherules found only in meteorites and not in earth rock (thus it is a chondritic
meteorite). Also seen are white inclusions, up to several cm in size,
ranging in shape from spherical to highly irregular or "amoeboidal."
These are known as calcium-aluminum-rich inclusions or "CAls", so named because they are dominantly composed of calcium- and aluminum-rich silicate and oxide minerals. Like many chondrites, Allende is a breccia,
and contains many dark-colored clasts or "dark inclusions" which have a
chondritic structure that is distinct from the rest of the meteorite.
Unlike many other chondrites, Allende is almost completely lacking in
Fe-Ni metal.
The matrix and the chondrules consist of many different minerals, predominantly olivine and pyroxene. Allende is classified as a CV3 carbonaceous chondrite: the chemical composition, which is rich in refractory elements like calcium, aluminum, and titanium, and poor in relatively volatile
elements like sodium and potassium, places it in the CV group, and the
lack of secondary heating effects is consistent with petrologic type 3
(see meteorites classification). Like most carbonaceous chondrites and all CV chondrites, Allende is enriched in the oxygen isotope
O-16 relative to the less abundant isotopes, O-17 and O-18. In June
2012, researchers announced the discovery of another inclusion dubbed panguite, a hitherto unknown type of titanium dioxide mineral.
There was found to be a small amount of carbon (including graphite and
diamond), and many organic compounds, including amino acids, some not
known on Earth. Iron, mostly combined, makes up about 24% of the
meteorite.
Subsequent reserch
Close examination of the chondrules in 1971, by a team from Case Western Reserve University,
revealed tiny black markings, up to 10 trillion per square centimeter,
which were absent from the matrix and interpreted as evidence of
radiation damage. Similar structures have turned up in lunar basalts
but not in their terrestrial equivalent which would have been screened
from cosmic radiation by the Earth's atmosphere and geomagnetic field.
Thus it appears that the irradiation of the chondrules happened after
they had solidified but before the cold accretion of matter that took
place during the early stages of formation of the solar system, when the
parent meteorite came together.
The discovery at California Institute of Technology in 1977 of new forms of the elements calcium, barium and neodymium
in the meteorite was believed to show that those elements came from
some source outside the early clouds of gas and dust that formed the
solar system. This supports the theory that shockwaves from a supernova
- the explosion of an aging star - may have triggered the formation
of, or contributed to the formation of our solar system. As further
evidence, the Caltech group said the meteorite contained Aluminum
26, a rare form of aluminum. This acts as a "clock" on the meteorite,
dating the explosion of the supernova to within less than 2 million
years before the solar system was formed. Subsequent studies have found isotopic ratios of krypton, xenon, nitrogen
and other elements that are also unknown in our solar system. The
conclusion, from many studies with similar findings, is that there were a
lot of substances in the presolar disc that were introduced as fine
"dust" from nearby stars, including novas, supernovas, and red giants. These specks persist to this day in meteorites like Allende, and are known as presolar grains.
Allende é um meteorito caído no estado mexicano de Chihuahua. A sua queda ocorreu às 01.05 horas do dia 8 de fevereiro de 1969, e a bola de fogo originada pela sua entrada na atmosfera terrestre foi testemunhada por milhares de pessoas.
O meteorito Allende é o maior condrito (tipo de meteorito primitivo) já descoberto. Como resultado de uma pesquisa neste meteorito, foi descoberto um novo óxido de titânio e esse mineral foi batizado de Panguite.
Este mineral possui a fórmula química (Ti4+,Sc,Al,Mg,Zr,Ca)1.8O3. Os elementos encontrados na panguite são titânio, escândio, alumínio, magnésio, zircónio, cálcio e oxigénio. Nas amostras retiradas do meteorito, também foram encontrados zircónio enriquecido. A panguite foi encontrada associada com um outro mineral identificado como davisite e com olivina agregada.
Origem e Propriedades
A panguite, está na classe dos minerais refratários,
que se formaram sob altas temperaturas e pressões extremamente altas, o
que ocorreu há mais ou menos 4500 milhões de anos atrás, no inicio do
nosso sistema solar. Isso faz com que a panguite seja um dos minerais mais antigos de nosso Sistema Solar. O zircónio é um dos elementos determinantes para se saber as condições de antes e durante a formação do nosso sistema solar.
Allende meteorite - image by Matteo Chinellato; cube = 1 cm
The Allende meteorite is the largest carbonaceous chondrite ever found on Earth. The fireball was witnessed at 01:05 on February 8, 1969, falling over the Mexican state of Chihuahua. After breaking up in the atmosphere, an extensive search for pieces was conducted and it is often described as "the best-studied meteorite in history". The Allende meteorite is notable for possessing abundant, large calcium-aluminium-rich inclusions, which are among the oldest objects formed in the Solar System.
Carbonaceous chondrites comprise about 4 percent of all meteorites
observed to fall from space. Prior to 1969, the carbonaceous chondrite
class was known from a small number of uncommon meteorites such as Orgueil, which fell in France in 1864. Meteorites similar to Allende were known, but many were small and poorly studied.
Fall
The original stone is believed to have been approximately the size of an
automobile traveling towards the Earth at more than 10 miles per
second. The fall occurred in the early morning hours of February 8,
1969. At 01:05 a huge, brilliant fireball
approached from the southwest and lit the sky and ground for hundreds
of miles. It exploded and broke up to produce thousands of fusion
crusted individuals. This is typical of falls of large stones through
the atmosphere and is due to the sudden braking effect of air
resistance. The fall took place in northern Mexico, near the village of
Pueblito de Allende in the state of Chihuahua. Allende stones became
one of the most widely distributed meteorites and provided a large
amount of material to study, far more than all of the previously known
carbonaceous chondrite falls combined.
Path of the fireball and the area in northern Mexico where the meteorite pieces landed (the strewnfield)
Strewnfield
Stones were scattered over a huge area – one of the largest meteorite strewnfields
known. This strewnfield measures approximately 8 by 50 kilometers. The
region is desert, mostly flat, with sparse to moderate low vegetation.
Hundreds of meteorites were collected shortly after the fall.
Approximately 2 or 3 tonnes of specimens were collected over a period of
more than 25 years. Some sources guess that an even larger amount was
recovered (estimates as high as 5 tonnes can be found), but there is no
way to make an accurate estimate. Even today, over 40 years later,
specimens are still occasionally found. Fusion crusted individual
Allende specimens ranged from 1 gram to 110 kilograms.
Study
Allende is often called "the best-studied meteorite in history." There
are several reasons for this: Allende fell in early 1969, just months
before the Apollo program
was to return the first moon rocks. This was a time of great
excitement and energy among planetary scientists. The field was
attracting many new workers and laboratories were being improved. As a
result, the scientific community was immediately ready to study the new
meteorite. A number of museums launched expeditions to Mexico to
collect samples, including the Smithsonian Institution and together they collected hundreds of kilograms of material with CAls. The CAls are billions of years old, and help to determine the age of the solar system. The CAls had very unusual isotopic
compositions, with many being distinct from the Earth, Moon and other
meteorites for a wide variety of isotopes. These "isotope anomalies"
contain evidence for processes that occurred in other stars before the
solar system formed.
Allende contains chondrules and CAls that are estimated to be 4.567 billion years old,
the oldest known matter (other carbonaceous chondrites also contain
these). This material is 30 million years older than the Earth and 287
million years older than the oldest rock known on Earth,
Thus, the Allende meteorite has revealed information about conditions
prevailing during the early formation of our solar system. Carbonaceous
chondrites, including Allende, are the most primitive meteorites, and
contain the most primitive known matter. They have undergone the least
mixing and remelting since the early stages of solar system formation.
Because of this, their age is frequently taken as the "age of the solar
system."
Structure
The meteorite was formed from nebular dust and gas during the early
formation of the solar system. It is a "stone" meteorite, as opposed to
an "iron," or "stony iron," the other two general classes of meteorite.
Most Allende stones are covered, in part or in whole, by a black,
shiny crust created as the stone descended at great speed through the
atmosphere as it was falling towards the earth from space. This causes
the exterior of the stone to become very hot, melting it, and forming a
glassy "fusion crust."
When an Allende stone is sawed into two pieces and the surface is
polished, the structure in the interior can be examined. This reveals a
dark matrix embedded throughout with mm-sized, lighter-colored chondrules, tiny stony spherules found only in meteorites and not in earth rock (thus it is a chondritic
meteorite). Also seen are white inclusions, up to several cm in size,
ranging in shape from spherical to highly irregular or "amoeboidal."
These are known as calcium-aluminum-rich inclusions or "CAls", so named because they are dominantly composed of calcium- and aluminum-rich silicate and oxide minerals. Like many chondrites, Allende is a breccia,
and contains many dark-colored clasts or "dark inclusions" which have a
chondritic structure that is distinct from the rest of the meteorite.
Unlike many other chondrites, Allende is almost completely lacking in
Fe-Ni metal.
The matrix and the chondrules consist of many different minerals, predominantly olivine and pyroxene. Allende is classified as a CV3 carbonaceous chondrite: the chemical composition, which is rich in refractory elements like calcium, aluminum, and titanium, and poor in relatively volatile
elements like sodium and potassium, places it in the CV group, and the
lack of secondary heating effects is consistent with petrologic type 3
(see meteorites classification). Like most carbonaceous chondrites and all CV chondrites, Allende is enriched in the oxygen isotope
O-16 relative to the less abundant isotopes, O-17 and O-18. In June
2012, researchers announced the discovery of another inclusion dubbed panguite, a hitherto unknown type of titanium dioxide mineral.
There was found to be a small amount of carbon (including graphite and
diamond), and many organic compounds, including amino acids, some not
known on Earth. Iron, mostly combined, makes up about 24% of the
meteorite.
Subsequent reserch
Close examination of the chondrules in 1971, by a team from Case Western Reserve University,
revealed tiny black markings, up to 10 trillion per square centimeter,
which were absent from the matrix and interpreted as evidence of
radiation damage. Similar structures have turned up in lunar basalts
but not in their terrestrial equivalent which would have been screened
from cosmic radiation by the Earth's atmosphere and geomagnetic field.
Thus it appears that the irradiation of the chondrules happened after
they had solidified but before the cold accretion of matter that took
place during the early stages of formation of the solar system, when the
parent meteorite came together.
The discovery at California Institute of Technology in 1977 of new forms of the elements calcium, barium and neodymium
in the meteorite was believed to show that those elements came from
some source outside the early clouds of gas and dust that formed the
solar system. This supports the theory that shockwaves from a supernova
- the explosion of an aging star - may have triggered the formation
of, or contributed to the formation of our solar system. As further
evidence, the Caltech group said the meteorite contained Aluminum
26, a rare form of aluminum. This acts as a "clock" on the meteorite,
dating the explosion of the supernova to within less than 2 million
years before the solar system was formed. Subsequent studies have found isotopic ratios of krypton, xenon, nitrogen
and other elements that are also unknown in our solar system. The
conclusion, from many studies with similar findings, is that there were a
lot of substances in the presolar disc that were introduced as fine
"dust" from nearby stars, including novas, supernovas, and red giants. These specks persist to this day in meteorites like Allende, and are known as presolar grains.