sexta-feira, junho 12, 2026
Saudades de John Wetton...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: album-oriented rock, Asia, Don't Cry, guitarra, hard rock, John Wetton, King Crimson, música, Rock Progressivo, Roxy Music, UK
A Guerra do Chaco terminou há noventa e um anos...
Línea celeste: máximo avance boliviano
Línea roja; máximo avance paraguayo
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
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Anne Frank nasceu há 97 anos...

Postado por Fernando Martins às 09:07 0 comentários
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Chick Corea nasceu há 85 anos...
Participou da criação do movimento electric fusion como membro da banda de Miles Davis na década de 1960, e, nos anos 1970, fez parte do grupo Return to Forever. Continuou a buscar outros colaboradores e a explorar vários estilos e géneros musicais nos anos 1980 e 1990.
Da sua carreira a solo, destacam-se as músicas "Spain", "500 Miles High", "La Fiesta", "Armando's Rhumba" e "Windows", consideradas essenciais no jazz tradicional.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
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Roy Harper nasceu há 85 anos...!
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His influence has been acknowledged by Jimmy Page, Robert Plant, Pete Townshend, Kate Bush, Pink Floyd, and Ian Anderson of Jethro Tull, who said Harper was his "...primary influence as an acoustic guitarist and songwriter." Neil McCormick of The Daily Telegraph described him as "one of Britain's most complex and eloquent lyricists and genuinely original songwriters... much admired by his peers". Across the Atlantic his influence has been acknowledged by Seattle-based acoustic band Fleet Foxes, American musician and producer Jonathan Wilson and Californian harpist Joanna Newsom, with whom he has also toured.
In 2005, Harper was awarded the MOJO Hero Award, and in 2013 a Lifetime Achievement Award at the BBC Radio 2 Folk Awards. His most recent album, Man and Myth, was released in 2013. In 2016, Harper celebrated his 75th birthday by performing concerts in Clonakilty, Birmingham, Manchester, London, and Edinburgh.
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Estaline mandou executar o marechal Mikhail Tukhachevsky há 89 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
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Brad Delp, o vocalista dos Boston, nasceu há 75 anos...
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Lyn Collins nasceu há 78 anos...
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
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John Wetton nasceu há 77 anos...
Morreu em 31 de janeiro de 2017, depois de uma longa batalha contra um cancro no cólon.
Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
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Ventura Ledesma Abrantes, fundador do grupo irredentista Amigos de Olivença, morreu há setenta anos...

Ventura Ledesma Abrantes (Olivença, 13 de maio de 1883 - Estoril, 12 de junho de 1956) foi um líder nacionalista português, fundador do grupo irredentista Amigos de Olivença.
Neto de uma portuguesa de Ponte de Sor e de um espanhol de Badajoz, fixados em Olivença, Ventura Abrantes nasceu no seio de uma família oliventina pró-portuguesa. A família acabou por decidir fixar-se em Portugal, segundo os seus biógrafos por ser mal vista pelas autoridades espanholas.
Em Portugal, Ventura Abrantes estabeleceu-se como livreiro, representando o país nas exposições livreiras de Sevilha, Barcelona e Florença.
Em 1938 fundou uma organização que daria origem, em 1945, ao Grupo dos Amigos de Olivença. Um de seus feitos mais notáveis na Questão de Olivença foi ter convencido o ministro da Justiça português, Manuel Gonçalves Cavaleiro de Ferreira, a conceder automaticamente a nacionalidade portuguesa a todos os oliventinos que o solicitassem.
O seu livro O Património da Sereníssima Casa de Bragança em Olivença, publicado em Lisboa por Álvaro Pinto em 1954, continua a ser um dos livros mais importantes sobre a história da Olivença portuguesa.

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Postado por Fernando Martins às 07:00 0 comentários
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Nelson Mandela foi condenado a prisão perpétua há 62 anos...
O Julgamento de Rivonia é como passou à história o célebre julgamento ocorrido em 1963 e 1964, na África do Sul sob o Apartheid, no qual dez líderes do ANC foram acusados de sabotagem e foram submetidos a proposta de condenação à morte.
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
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O presidente norte-americano George Bush nasceu há cento e dois anos...
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Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
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Gregory Peck morreu há vinte e três anos...
Postado por Fernando Martins às 00:23 0 comentários
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O Massacre de Orlando foi há dez anos...
Postado por Fernando Martins às 00:10 0 comentários
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Saudades de Chick Corea...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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Carlos Fiolhais celebra hoje setenta anos...!
Carlos Manuel Batista Fiolhais (Lisboa, 12 de junho de 1956) é um físico, professor universitário e ensaísta português. É um dos cientistas e divulgadores de ciência mais conhecidos em Portugal.
Biografia
Filho de um militar da Guarda Republicana, cresceu numa família de poucas posses. Nasceu em Lisboa, na Maternidade Alfredo da Costa, tendo frequentado o primeiro ano da escola primária nesta cidade. Depois viveu em Coimbra, tendo estudado na Escola dos Olivais. Nos anos de liceu ganhou muitos prémios de pintura.
Não fez a tropa porque é daltónico.
Teve um primeiro casamento com uma matemática, tendo tido um filho. O segundo casamento é com uma nutricionista.
Carreira
Licenciou-se em Física na Universidade de Coimbra em 1978 e doutorou-se em Física Teórica na Universidade Goethe, em Frankfurt am Main, Alemanha, em 1982. Era professor catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra desde 2000 até à sua reforma. Foi professor convidado em universidades de Portugal, Brasil e Estados Unidos.
Tem 140 artigos científicos da sua autoria em revistas internacionais "e de mais de 450 artigos pedagógicos e de divulgação".
Publicou 42 livros, sendo o mais conhecido a sua obra de divulgação científica "Física Divertida" e "Nova Física Divertida", publicado pela Gradiva. Recebeu o Prémio Inovação do Forum III Milénio e o Prémio Rómulo de Carvalho da Universidade de Évora em 2006. Foi consultor do programa "Megaciência" para o canal de televisão SIC.
Foi diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, onde tem concretizado vários projetos relativos ao livro e à cultura. Também foi fundador e diretor do Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra, onde colaborou na instalação do maior computador português para cálculo científico. Criou e dirigiu o "Rómulo" - Centro Ciência da Universidade de Coimbra.
Em novembro de 2012 lançou o livro "Pipocas com Telemóvel e outras histórias de falsa ciência", em coautoria com David Marçal, editado pela Gradiva. Neste livro os autores pretendem promover a ciência contando histórias de falsa ciência, histórias estas que entendem ser representativas do mundo pseudo-científico. O título do livro, por exemplo, é inspirado num vídeo que circula na Internet mostrando milho a transformar-se em pipocas devido, alegadamente, à radiação de telemóveis. O "Iogurtegate", as "Pulseiras quânticas", "A racionalidade diluída da homeopatia", "Não há duas sem ómega-3" e "A bazófia dos basófilos" são alguns dos outros temas abordados. Numa entrevista, questionados sobre como tiveram a ideia de explicar a ciência através da falsa ciência, Carlos Fiolhais responde, "A falsa ciência assenta em equívocos acerca da natureza da ciência e do processo científico. Esclarecer esses equívocos é uma das maneiras de mostrar o que é a ciência".
Na apresentação do livro, no dia cinco de novembro de 2012, na FNAC do Centro Comercial Colombo, por forma a demonstrar que a homeopatia não funciona, Carlos Fiolhais e David Marçal, "tomaram uma caixa inteira de um medicamento homeopático à frente de uma plateia de cerca de 30 pessoas".
Em fevereiro de 2012 Carlos Fiolhais declarou-se publicamente contra o Novo Acordo Ortográfico.
Em 12 de julho de 2021 despediu-se do ensino com uma palestra, "História da Ciência na Universidade de Coimbra".
Prémios e Distinções
- 1994 - Prémio União Latina de tradução científica.
- 2005 - Globo de Ouro de Mérito e Excelência em Ciência, atribuído pela SIC.
- 2005 - Ordem do Infante D. Henrique.
- 2006 - Prémios Inovação do Forum III Milénio e Rómulo de Carvalho da Universidade de Évora.
- 2012 - Prémio para melhor artigo pedagógico na área da Física no espaço ibero-americano.
- 2017 - Grande Prémio Ciência Viva Montepio
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
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Hoje é dia de recordar Brad Delp, o vocalista dos Boston...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
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quinta-feira, junho 11, 2026
Porque hoje é preciso recordar Richard Strauss...
Postado por Pedro Luna às 16:00 0 comentários
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Gene Wilder nasceu há noventa e três anos...
Postado por Fernando Martins às 09:30 0 comentários
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Fabíola, rainha consorte da Bélgica, nasceu há 98 anos...
Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
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Vitorino - 84 anos
Vitorino Salomé Vieira (Redondo, 11 de junho de 1942), ou apenas Vitorino, como é conhecido, é um cantor português. A sua música combina o folclore tradicional, principalmente do Alentejo, e o estilo popular da sua voz.
Biografia
Vitorino nasceu numa família de músicos, no Redondo. Desde que nasceu que ouvia música em sua casa, tocada pelos seus tios, tendo sido sempre neste ambiente que cresceu, bem como os seus quatro irmãos, todos igualmente músicos. Vitorino é o terceiro dos cinco; o cantor Janita Salomé é o quarto.
Conheceu Zeca Afonso, de quem se tornou amigo, quando estava a fazer a recruta no Algarve. Fixou-se em Lisboa a partir dos 20 anos, onde se associou à noite, às tertúlias e aos prazeres boémios. Em 1968 entrou para o Curso de Belas Artes, mas já antes disso tinha começado a pintar.
Emigrado em França, estudou pintura e, para sobreviver, lavou pratos em restaurantes. Foi aqui que um amigo lhe disse que se ganhava mais a cantar na rua ou no metro do que a lavar pratos. Experimentou: era verdade. Largou os pratos e agarrou na guitarra.
Também em Paris se juntou, entre outros, com Sérgio Godinho e José Mário Branco, igualmente emigrados.
Colaborou em discos de José Afonso, Coro dos Tribunais, e de Fausto. Atuou no célebre concerto de março de 1974, I Encontro da Canção Portuguesa, que decorreu no Coliseu dos Recreios. Lançou nesse ano o seu primeiro single: Morra Quem Não Tem Amores.
Participou no disco Cantigas de Ida e Volta conjuntamente com outros nomes como Fausto, Sheila e Sérgio Godinho.
Em 1975, estreou com o seu primeiro disco que incluía uma das canções mais importantes do imaginário português: “Menina estás à janela”. No álbum Semear Salsa ao Reguinho aparecem ainda canções como “Cantiga d'um Marginal do séc. XIX”, “A primavera do Outono”, “Cantiga de Uma Greve de Verão” e “Morra Quem Não Tem Amores”.
Em 1977 foi editado o disco Os Malteses que inclui “Oh Beja, Terrível Beja”, uma evocação ao tempo em que cumpriu o serviço militar obrigatório naquela cidade. Vitorino foi também o produtor do disco Ó Rama Ó Que Linda Rama de Teresa Silva Carvalho, editado nesse ano.
O Grupo de Cantadores do Redondo, do qual fazia parte, lançou em 1978 o disco O Cante da Terra.
O álbum Não Há Terra Que Resista — Contraponto, que inclui o tema “Dá-me Cá Os Braços Teus”, foi editado em 1979.
Romances, editado em 1980, conta com a colaboração especial de Pedro Caldeira Cabral. “Indo Eu Por I Abaixo” e “Laurinda” são algumas das canções deste disco.
O álbum Flor de la Mar, editado em 1983, incluiu temas como “Queda do Império”, com Filipa Pais, “Cervejaria da Trindade”, “Marcha Ingénua” e “Dama de Copas”.
Leitaria Garrett é lançado no outono de 1984. “Tinta Verde”, “Leitaria Garrett”, “Tragédia da Rua das Gáveas”, “Andando Pela Vida”, “Poema”, “Menina Estás À Janela” (com o Opus Ensemble) e “Postal para D. João III” são alguns dos temas.
Em dezembro de 1985 foi editado o álbum Sul com temas como “Meninas”, “Sul” e “Homens do Largo”. José Mário Branco fez os arranjos musicais da canção "Alcácer Quibir", presente nesse álbum. Um ano depois foi editado o maxi-single “Joana Rosa”.
O álbum Negro Fado, co-produzido por António Emiliano e José Manuel Marreiros, foi editado em abril de 1988. O disco inclui temas como “Vou-me Embora”, “Negro Fado”, “Flor de Jacarandá” e uma versão em crioulo de “Joana Rosa”. O disco vence o Prémio José Afonso.
Cantigas de Encantar, com a participação dos seus sobrinhos, foi lançado em novembro de 1989. O disco inclui um livro com dez histórias populares.
Em 1990 surgiu com o quarteto Lua Extravagante, com Filipa Pais e os seus irmãos Janita e Carlos Salomé. O álbum homónimo surgiu em 1991 com canções como “Lua de Papel”, “Ilha” ou “Adeus Ó Serra da Lapa”.
Com o álbum Eu Que Me Comovo Por Tudo E Por Nada, de 1992, com textos de António Lobo Antunes, venceu o Prémio José Afonso/93 e o Se7e de Ouro/92 para música popular. Os temas mais conhecidos deste disco são “Bolero do Coronel Sensível Que Fez Amor Em Monsanto”, “Tango do Marido Infiel Numa Pensão do Beato” e “Ana II”.
Em 1993 foi editada a compilação As Mais Bonitas com regravações de “Laurinda” e de “Menina Estás À Janela” e a gravação de Vitorino para “Ó Rama Ó Que Linda Rama”.
O álbum A Canção do Bandido, editado em novembro de 1995, inclui canções como “Nomes do Amor”, “Fado da Prostituta”, “Tocador de Concertina” e “Fado Alexandrino”. É um dos discos candidatos ao Prémio José Afonso.
Foi fundador do projeto Rio Grande juntamente com Rui Veloso, Tim, João Gil e Jorge Palma. O disco de estreia foi editado em dezembro de 1996. Em dezembro de 1997 é editado o álbum “Dia de Concerto” com gravações ao vivo dos Rio Grande.
Vitorino, Janita Salomé, Rui Alves, Ricardo Rocha e João Paulo Esteves da Silva apresentaram no CCB, no âmbito do festival dos 100 dias da Expo-98, os dois espetáculos “A Utopia e a Música” onde apresentaram um repertório menos conhecido de Zeca Afonso.
Com a brasileira Elba Ramalho participou, em 1999, num dos programas Atlântico de Eugénia Melo e Castro.
Em 1999 gravou um disco em Cuba com o Septeto Habanero. “Desde El Día En Que Te Vi” e “Toda Una Vida” foram os temas em maior destaque do disco La Habana 99.
Participou, com Pedro Barroso e Isabel Silvestre, na campanha da Fenprof para colocar novamente de pé o sistema educativo timorense. No disco Uma Escola Para Timor, de 2000, são interpretadas canções do professor e músico Rui Moura.
Em novembro de 2001 foi editado Alentejanas e Amorosas. O disco inclui os temas “Vou-me Embora Vou Partir”, “Alentejanas e Amorosas”, “Meu Querido Corto Maltese”, “Ausência em Valsa”, “Cão Negro”, “Constança”, “Bárbara Rosinha”, “Dona dos Olhos Castanhos”, “Paixão e Dúvida”, “Mariana à Janela”, “Coração ao Deus Dará” e “Guerrilha Alentejana”. Inclui também o tema da série “Estação da Minha Vida”.
A compilação As Mais Bonitas 2 — Ao Alcance da Mão é editada em finais de 2002. Inclui os inéditos “Galope” e “O Dia Em Que Me Queiras”. Colabora num dos temas do projeto Cabeças No Ar.
Ao Alcance da Mão é o nome de um songbook, editado em junho de 2003 pela editora D. Quixote, com 25 canções do seu repertório. O livro é acompanhado de um CD onde interpreta os temas “Menina Estás à Janela”, “Queda do Império” e “Alentejanas e Amorosas”.
O álbum Os Amigos — Coimbra nos arranjos de António Brojo e António Portugal conta com a participação de Vitorino, Luís Góis, Janita Salomé, Almeida Santos, Manuel Alegre, entre outros.
Em abril de 2004 foi lançado o disco “Utopia”, de Vitorino e de Janita Salomé, com o registo dos dois concertos realizados no CCB em fevereiro de 1998. Ainda em 2004 é editado o álbum Ninguém Nos Ganha Aos Matraquilhos! que contou com a colaboração de nomes como Rui Veloso, Manuel João Vieira e Sílvia Filipe.
A completar 30 anos de carreira, foi editada em fevereiro de 2006 a compilação Tudo com 50 canções em três discos temáticos subordinados a O Alentejo, Lisboa e O Amor.
Em abril de 2006, Manuel Freire, Vitorino e José Jorge Letria cantaram abril aos mais novos, no disco Abril, Abrilzinho que foi lançado através do jornal Público e cujo livro contou com textos do Coronel Vasco Lourenço e Alice Vieira.
Em 9 e 13 de maio de 2007 dá concertos ao vivo em Lisboa, no Teatro da Trindade, dos quais resultou o CD intitulado AO VIVO — Vitorino a preto e branco.
Em 2009 publica o CD TANGO, El Perro Negro Canta, gravado em Buenos Aires, na Argentina, mas com três temas gravados em Lisboa, o qual dedicou à memória do pintor João Vieira, que lhe ilustrou as capas desde o CD Tudo e é pai do músico Manuel João Vieira, dos Ena Pá 2000.)
Para a comemoração do centenário da imposição da República, em 5 de outubro de 2010, com a colaboração do Jornal de Notícias e o Montepio Geral e o apoio do Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores, publica um CD de 2 originais intitulado Viva A República, Viva.
Para comemorar os seus 35 anos de carreira, dá concertos nos Coliseus de Lisboa, a 10 de outubro de 2011, e do Porto, a que chamou "35 Anos a Semear Salsa ao Reguinho", numa alusão ao seu 1º LP, acompanhado pela belíssima Orquestra das Beiras, com origem e forte ligação à Universidade de Aveiro, para os quais convida alguns amigos para estarem também em palco, quer músicos, quer não músicos.
No dia 16 de setembro de 2016 dá um concerto em Moimenta da Beira, numa noite em que também subiu ao palco o Grupo Coral e Etnográfico "Os Camponeses de Pias", de cante alentejano.
Em 2022 faz uma aparição televisiva no programa The Voice Portugal ao cantar "Queda do Império" com o finalista Daniel Fernandes.
É membro da Maçonaria, integrando a obediência maçónica Grande Oriente Lusitano, com o nome Mestre Hélio.
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Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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