quarta-feira, março 05, 2025
John Frusciante - 55 anos
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
Marcadores: art rock, Funk rock, guitarra, John Frusciante, música, Red Hot Chili Peppers, Rock alternativo, rock experimental, The Zephyr Song
Dinho, o vocalista dos Mamonas Assassinas, nasceu há cinquenta e quatro anos...
(...)
Após pouco mais de sete meses de sucesso com os Mamonas Assassinas, Dinho faleceu tragicamente num acidente aéreo que matou toda a banda, um segurança, o seu primo Isaac Souto, que era um dos roadies da banda, além dos comandantes do avião. A tragédia ocorreu na Serra da Cantareira, na noite do dia 2 de março de 1996, após realizarem um show no Estádio Mané Garrincha em Brasília.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
Marcadores: Brasil, Dinho, Humor, Mamonas Assassinas, música, Pelados em Santos
John Belushi morreu há quarenta e três anos...
Recebeu uma Estrela da Calçada da Fama de Hollywood em 1 de abril de 2004.
Belushi também brilhou no cinema, em filmes como National Lampoon's Animal House (A República dos Cucos) e The Blues Brothers (O Dueto da Corda).
(...)
Em 5 de março de 1982, Belushi foi encontrado morto no seu bangalô, no Chateau Marmont, um hotel na cidade de Los Angeles. A causa da morte foi um speedball, uma injeção combinada de cocaína e heroína. Na noite de sua morte, Belushi foi visitado por vários amigos, incluindo celebridades como Robin Williams e Robert De Niro. A sua morte foi investigada pelo patologista forense Dr. Ryan Norris, que concluiu que a causa da morte havia sido uma overdose acidental.
Dois meses mais tarde, Cathy Smith, uma ex-groupie da banda de Belushi, admitiu, em entrevista ao National Enquirer, que ela havia sido a responsável pela injeção fatal de speedball. Após a publicação do artigo "I Killed Belushi", o caso foi reaberto; Smith foi presa e acusada de homicídio em primeiro grau. Posteriormente, a acusação foi alterada para homicídio involuntário, e ela cumpriu 18 meses na prisão.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
Marcadores: actor, blues, cinema, John Belushi, música, overdose, Sweet Home Chicago, The Blues Brothers, The Gospel Scene
Pedro Homem de Melo morreu há quarenta e um anos...
Pedro Homem de Melo casou com Maria Helena de Sá Passos Rangel Pamplona, filha de José César de Araújo Rangel (24 de janeiro de 1871 - 1 de junho de 1942) e de sua mulher Alda Luísa de Sá Passos (Lisboa, 6 de novembro de 1887 - 25 de junho de 1935), e teve dois filhos: Maria Benedita Pamplona Homem de Melo (3 de fevereiro de 1934), que faleceu ainda criança, e Salvador José Pamplona Homem de Melo (Porto, Cedofeita, 30 de julho de 1936), já falecido, que casou a 6 de setembro de 1969 com Maria Helena Moreira Teles da Silva (10 de janeiro de 1944), neta paterna da 12.ª Condessa de Tarouca, de quem teve uma filha, Mariana Teles da Silva Homem de Melo (Porto, 3 de novembro de 1974), e depois com Maria José de Barros Teixeira Coelho (Braga, São José de São Lázaro, 9 de janeiro de 1943), de quem teve uma filha, Rita Teixeira Coelho Homem de Melo (Porto, Santo Ildefonso, 10 de julho de 1983). Foi tio-avô de Cristina Homem de Melo.
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
Marcadores: Fado, folclore, Havemos de ir a Viana, Minho, música, Pedro Homem de Melo, poesia, televisão
Um aldrabão e pseudo-cientista chamado Franz Anton Mesmer morreu há duzentos e dez anos
Em 1775, com o fraco acolhimento dado à sua descoberta, Mesmer determinou-se a nada mais a divulgá-la publicamente em Viena. Viajou para diversos países da Europa anunciando a sua descoberta. Visitou a Suábia, a Baviera, a Suíça e a Hungria, entre outros países. Publicou uma Carta ao povo de Frankfurt, que representa uma importante fase do desenvolvimento de sua teoria. Pela primeira vez definiu o magnetismo animal como sendo a capacidade de um indivíduo em causar efeitos similares ao magnetismo mineral em outra pessoa. Em 5 de janeiro, publicou em jornais e panfletos uma Carta a um médico estrangeiro, esclarecendo a terapia do magnetismo animal. Foi primeiramente endereçada ao médico Johann Christoph Unzer, de Altona. Em Munique, a 28 de novembro, foi aceito como membro da Academia do Eleitorado da Baviera.
Em 1776, Mesmer deixou de fazer uso do íman como simples condutor do magnetismo animal, para evitar mal-entendidos por parte dos médicos e físicos. Continuou a usar água, garrafas e barras de ferro. Publicou Cartas sobre a cura magnética, esclarecendo a sua tese de doutoramento, e enviou-as, como divulgação, a alguns médicos.
No ano seguinte, Mesmer aceitou como paciente a famosa pianista Maria Theresia Paradis, 'curando' a sua cegueira e gerando controvérsias.
Postado por Fernando Martins às 00:21 0 comentários
Marcadores: aldrabices, Franz Anton Mesmer, Medicina, mesmerismo
Pierre-Simon de Laplace morreu há 198 anos
Retrato de Pierre-Simon Laplace por Johann Ernst Heinsius (1775)
Pierre-Simon, Marquês de Laplace (Beaumont-en-Auge, 23 de março de 1749 - Paris, 5 de março de 1827) foi um matemático, astrónomo e físico francês que organizou a astronomia matemática, resumindo e ampliando o trabalho de seus predecessores nos cinco volumes do seu Mécanique Céleste (Mecânica celeste) (1799-1825). Esta obra-prima traduziu o estudo geométrico da mecânica clássica usada por Isaac Newton para um estudo baseado em cálculo, conhecido como mecânica física. Foi eleito membro da Royal Society em 1789.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: astronomia, Física, Laplace, Matemática
Hugo Chávez morreu há doze anos...
(...)
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
Marcadores: aldrabões, comunistas, Cuba, golpistas, Hugo Chávez, Presidente da República, Venezuela
Estaline, o maior genocida do século XX, morreu há setenta e dois anos
Estaline com o nazi Joachim von Ribbentrop no Kremlin, em 1939
| Quantidade de pessoas | Razão da morte |
|---|---|
| 1,5 milhão | Execução |
| 5 milhões | Gulags |
| 1,7 milhão | Deportados¹ |
| 1 milhão | Países ocupados² |
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: comunistas, ditadores, Estaline, gulag, Holodomor, purga, URSS
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
Marcadores: apartheid, direitos humanos, Eddy Grant, Guiana, I don't wanna dance, música, reggae, reggae rock, The Equals
terça-feira, março 04, 2025
Hoje foi um dia de recordar Vivaldi...
asma, das raparigas em clausura
suas alunas no Ospedale della Pietá
onde em si tanto aninhou, fermentado de vida?
Como lhe foi possível retrair
e transportar o fluxo dos canais de Veneza?
E toda a alegria dos pássaros na Primavera
gôndolas aladas e amantes?
E o fogo nas florestas pelo Verão inundadas,
a ufania arrecadada das espigas?
Foi ele o caçador que no Outono, ponte
dei sospiri, levou consigo a presa ficando
mais adestrado, ele e a matilha, para a morte?
À lareira ouviu no Inverno a explosão
dos ventos e da chuva, mas foi
calmo, dignamente feliz o prette rosso?
Dezanove florins orçou o funeral,
Mais não comportava essa larga indigência,
tudo ao tempo ter entregue e num excesso de pródigo.
Sessenta e três anos: somente seis meninos
de coro em Viena, pagos para o acompanhar,
e ele modulara o trovão e o relâmpago em Setembro,
o tiro infalível do caçador, a ventura
de ter sido e deixado mais que todos os doges:
os doze movimentos de cada mês, a esperança
que prenhe o mundo, o concerto interior da natureza.
in Décima Aurora (1982) - António Osório
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: António Osório, Itália, música, poesia, Veneza, Vivaldi
Novidades sobre a vida dos primeiros animais fora de água...
Novas provas sugerem que os primeiros animais do planeta sobreviviam sem água
A descoberta pode alterar a forma como concebemos o período Câmbrico e as espécies que viveram há cerca de 500 milhões de anos.
Uma equipa de investigadores analisou fósseis do período Câmbrico, que teve lugar há cerca de 500 milhões de anos, e chegou a uma conclusão surpreendente: foram descobertas finas camadas de xisto com fissuras reveladoras - o que indica que as rochas se formaram a partir de lama que secou ao sol.
“Devem ter tido mecanismos para lidar com alguns dos factores de stress deste ambiente”, afirma à New Scientist o investigador Giovanni Mussini. “Já havia um conjunto de ferramentas genéticas e fisiológicas para fazer estas breves excursões a ambientes muito terrestres”.
O estudo, publicado na Palaeontology, centrou-se em análises a rochas sedimentares da Formação Pika no Parque Nacional de Jasper, no Canadá, que já tinham sido recolhidas há mais de duas décadas, mas nunca as haviam estudado.
“Tudo o que podemos dizer, pelo menos a partir das provas que vi, é que por vezes estavam expostos”, diz Mussini. “Algumas vezes, se não a maior parte do tempo, diria que estava debaixo de água”.
“Os animais, nesta altura, não estavam confinados a estes ambientes de águas profundas”, explica ainda. “Alguns deles já tinham tolerâncias fisiológicas e ambientais que lhes permitiam aproximar-se de ambientes expostos”.
Até agora, acreditava-se que as plantas e os animais só começaram a viver permanentemente em terra nos períodos Silúrico e Devónico, dezenas de milhões de anos mais tarde.
No entanto, novos estudos têm sugerido que isso pode não ser verdade - e este aponta nessa direção.
“Não sabemos realmente o que se passava perto da costa”, conclui Mussini, mas estas descobertas podem estar a mudar a forma como concebemos o período Cambriano e as espécies que aí viveram.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 19:31 0 comentários
Marcadores: Câmbrico, Paleontologia
Champollion morreu há 193 anos...
Postado por Fernando Martins às 19:30 0 comentários
Marcadores: Arqueologia, Champollion, Egipto, egiptologia, França, hieróglifos egípcios, Pedra de Roseta
Nikolai Gogol morreu há 173 anos...
Vida
Com vinte anos (1829), o jovem Gogol vai para São Petersburgo, onde conhece Alexandre Púchkin, o maior escritor russo de então, que lhe inspira devota amizade, fervorosa empatia e ideias novas para obras que ainda não tinham vindo à luz do dia, nomeadamente Noites na Herdade de Dikanka, sua obra de estreia, que viria a ser publicada em 1831, obtendo, então, Gogol o seu primeiro êxito. Mas, desde cedo, revela uma personalidade complexa.
Amante fervoroso da verdade, Gogol foi um homem repleto de preocupações místicas, religiosas e patrióticas. A sua obra reflete o lado moralista das questões que dizem respeito à condição humana, trágica e inapelavelmente prisioneira na sua jaula. Gogol não foi político, não possuía um programa de ação contra o regime, que fazia da Rússia da época um país "metade caserna, metade prisão".
O seu pai, antigo oficial cossaco, desenvolveu seu gosto pela literatura, mas nunca foi um amparo na infância de Nikolai, ainda que o jovem nutrisse, por seu pai, verdadeira amizade. A sua mãe transmitiu-lhe a fé religiosa, que veio a desencadear um misticismo doentio.
Depois de estudos medíocres, este jovem de fisionomia austera deixa a Ucrânia e encontra um modesto emprego de escritório ministerial em São Petersburgo. A distância de seu país natal e a nostalgia que dela resulta inspiraram alguns dos seus escritos. A panóplia de obras e romances do então "funcionário para sempre enclausurado" avivaram a sua carreira como autor, e após haver conhecido pessoalmente o romântico Alexandre Púchkin, sua obra despoletaria um realismo próprio - não diremos insuflado, mas uma fonte riquíssima em artifícios paradoxais, tal como Dostoiévski havia traçado em sua obra. Prova desse realismo típico veio a ser a novela O Capote, cujo herói se tornara arquétipo do pequeno funcionário russo.
De facto, a sua intervenção não é outra senão denunciar os vícios e abusos no interior da alma humana, humilhada e atravancada de emoções contraditórias. Em pleno desarranjo emocional, Gogól foge e recomeça a viajar pela Europa. A morte de Púchkin no ano de 1837, num desinteressante duelo, abala profundamente Gogol. "Agora tenho a obrigação de concluir a obra cuja ideia fora do meu amigo". Referia-se, naturalmente, ao alentado texto de Almas Mortas.
Tenta publicar a obra em Moscovo em 1841, mas o Comité Moscovita de Censura recusa. Não é senão após uma intervenção dos amigos do autor que o livro é publicado, em 1842. O romance é uma descrição em detalhe das preocupações do homem russo numa Rússia profunda; uma sátira às vezes impiedosa, que, porém, guarda, subjacente, o profundo e natural amor de Gogol pelo país. De 1837 a 1843, vive em Roma. Regressa à Rússia, doente. Um misticismo religioso acentuado induziu-o a abandonar as antigas ideias liberais para se tornar um defensor da autocracia. Essa fase mística virá a exacerbar-se após a sua viagem à Palestina, em 1849.
As tribulações recomeçam: Itália, França, Alemanha etc. Em 1848, faz uma peregrinação a Jerusalém. A pouco e pouco, sua saúde se degrada, e ainda mais devido à sua irritável hipocondria que em nada o recompõe; seu sentimento religioso se exalta. Gogol se torna cada vez mais místico, impelido em ir buscar, pelo sentimento religioso, a salvação da alma.
De volta a Moscovo, redige a segunda parte de Almas Mortas. Mas seu estado físico se degrada incessante, mercê do sonho que o acompanha desde jovem: mesmo homem absolutamente sadio e regrado, sua ânsia por uma nova ordem das coisas o martiriza. No início de fevereiro de 1852, num momento de delírio, segundo dizem, ele queima, na lareira de seu quarto, todos os manuscritos inéditos - inclusive o fim da segunda parte de Almas Mortas. O romance é uma belíssima e irónica ficção sobre a corrupção de uma classe decadente que domina o povo ignorante e escravo do Estado. Mas nunca fora concluída.
Morreu em 21 de fevereiro de 1852. Foram-lhe concedidas cerimónias e reconhecimento únicos: seu corpo embalsamado segue insepulto por mais de um dia, carregado pelos estudantes, que oferecem homenagens acaloradas em memória do grande escritor. Está enterrado no Cemitério Novodevichy, em Moscovo.
A sua obra fez de Nikolai Gogol o maior escritor de língua russa da primeira metade do século XIX, o verdadeiro introdutor do realismo na literatura russa e o precursor genial de todos os grandes escritores russos que se lhe seguiram. Como disse Dostoiévski: "Todos nós saímos de O Capote de Gógol". Toda a literatura russa, que já muito devia a Púchkin, colherá, em Gógol, os maiores ensinamentos.
Postado por Fernando Martins às 17:30 0 comentários
Marcadores: literatura, Nikolai Gogol, Rússia, Ucrânia
Christian Leopold von Buch morreu há cento e setenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 17:20 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Christian Leopold von Buch, Geologia, Jurássico



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