segunda-feira, março 17, 2025
Saudades de Alex Chilton...
Postado por Pedro Luna às 01:50 0 comentários
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Othniel Charles Marsh, paleontólogo participante na Guerra dos Ossos, morreu há 126 anos
He also named the families Allosauridae (1878), Anchisauridae (1885), Camptosauridae (1885), Ceratopsidae (1890), Ceratosauridae, Coeluridae, Diplodocidae (1884), Dryptosauridae (1890), Nodosauridae (1890), Ornithomimidae (1890), Plateosauridae (1895), and Stegosauridae (1880).
He also named many individual species of dinosaurs.
Dinosaurs named by others in honour of Marsh include Hoplitosaurus marshi (Lucas, 1901), Iaceornis marshi (Clarke, 2004), Marshosaurus (Madsen, 1976), Othnielia (Galton, 1977), and Othnielosaurus (Galton, 2007).
Marsh's finds formed the original core of the collection of Yale's Peabody Museum of Natural History. The museum's Great Hall is dominated by the first fossil skeleton of Brontosaurus that he discovered, which was reclassified as Apatosaurus for a time. However, an extensive study published in 2015 concluded that Brontosaurus was a valid genus of sauropod distinct from Apatosaurus.
He donated his home in New Haven, Connecticut, to Yale University in 1899. The Othniel C. Marsh House, now known as Marsh Hall, is designated a National Historic Landmark. The grounds are now known as the Marsh Botanical Garden.
Marsh was elected a member of the American Antiquarian Society in 1877.
Marsh formulated the Law of brain growth, which states that, during the tertiary period, many taxonomic groups presented gradual increase in the size of the brain. This evolutionary law remains being used due to its explanatory, and to a certain extent, predictive potential
Postado por Fernando Martins às 01:26 0 comentários
Marcadores: Allosaurus, Apatosaurus, Edward Drinker Cope, Equus, guerra dos ossos, Hesperornis, Ichthyornis, Museu Peabody de História Natural, Othniel Charles Marsh, tiranossauro, USA
A exposição que mostrou a pintura de van Gogh ao mundo foi há 124 anos...
Onze anos após suicídio, quadros de Van Gogh são exibidos em Paris
Nascido em Zundert, Holanda, em 1853, van Gogh trabalhou como vendedor numa galeria de arte, como professor de idioma, como vendedor de livros e como evangelizador entre mineiros belgas, antes de se fixar em sua verdadeira vocação como artista plástico.
O que é conhecida como sua “década produtiva” começou em 1880, tendo se limitado nos primeiros anos quase que inteiramente em desenhos e aguarelas enquanto ia adquirindo competência técnica. Ele estudou desenho na Academia de Bruxelas e em 1881 estabeleceu-se na Holanda para trabalhar tendo como motivo a natureza.
Fase pós-impressionista
O seu mais famoso quadro do período holandês foi o sombrio e pouco sofisticado “Os comedores de batatas” (1885), que não escondia a influência de Jean-Francois Millet, um pintor francês famoso por seus temas campestres.
Em 1886, van Gogh passou a viver com seu irmão, Theo, em Paris. Lá, van Gogh encontrou-se com os mais destacados pintores franceses do período do pós-impressionismo como Henri de Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin, Camille Pissarro e Georges Seurat. Foi bastante influenciado pelas teorias desses artistas e a conselho de Pissarro adotou o estilo de cores primárias bastante fortes, como o amarelo, para as quais o pintor atribuía significados próprios e pelo qual se tornou famoso. Seu quadro “Retrato do Pai Tanguy (1887) foi a sua primeira obra de sucesso em sua nova fase pós-impressionista.
Em 1888, van Gogh, mentalmente exausto e sentindo estar se tornando um fardo para Theo, deixou Paris e passou a residir em Arles, no sudeste da França. O ano que se seguiu marcou seu primeiro grande período. Trabalhando com grande velocidade e intensidade, produziu um conjunto de obras magistrais como a série de Girassóis e o “Café à Noite”.
Orelha
Esperava formar uma plêiade de pintores com a mesma visão artística em Arles. Gauguin juntou-se a ele para dois tensos meses que culminaram quando van Gogh ameaçou Gauguin com uma lâmina de barbear para em seguida, subitamente, cortar um pedaço de sua própria orelha. Foi seu primeiro acesso de doença mental, diagnosticado como demência.
Van Gogh passou duas semanas no Hospital de Arles e em abril de 1889 internou-se no asilo de Saint-Remy-en-Provence. Ali permaneceu por 12 meses, continuando a trabalhar nos interregnos dos recorrentes ataques. Um dos grandes quadros desse período foi o visionário e em redemoinhos “Noite Estrelada” (1889).
Suicídio
Em maio de 1890, deixou o asilo, visitando Theo em Paris antes de passar a viver com Paul-Ferdinand Gachet, um médico homeopata, amigo de Pissarro, em Auvers-sur-Oise. Trabalhou com entusiasmo por diversos meses, porém, o seu estado emocional e mental logo se deteriorou. No final de julho de 1890, sentindo-se que era um peso para Theo e outros, atirou contra si mesmo. Morreu dois dias mais tarde, em 29 de julho, nos braços do seu irmão.
Havia exibido algumas telas no Salão dos Independentes em Paris e em Bruxelas. Após a sua morte ambos os salões realizaram uma pequena amostra do seu trabalho, como homenagem póstuma. Na década que se seguiu um punhado de outras exibições de Van Gogh teve lugar, mas foi somente com a mostra da galeria Bernheim-Jeune, em 1901, que foi reconhecido como um verdadeiro grande pintor. Nas décadas seguintes a sua fama cresceu exponencialmente e hoje em dia as suas obras estão entre as mais consagradas no mundo da arte.
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
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Nat King Cole nasceu há 106 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:06 0 comentários
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Saudades da poesia de Nuno Júdice...
(imagem daqui)
TEMPO
Se corre devagar o tempo, e o tempo
não corre, em que relógio contarei
os segundos que se demoram quando as
horas se precipitam, ou o amanhã
que nunca mais chega neste hoje
que já passou? Mas o tempo só o é
quando o perdemos; e ao ver que
é tarde, não se volta atrás, nem
as voltas que o tempo dá o voltam
a fazer andar. Por isso é que o tempo
nos dá tempo para o ter, se ainda
houver tempo; e se tivermos de o perder,
nenhum tempo contará o tempo que se
gastou para saber o que se perdeu, ou ganhou.
Nuno Júdice
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
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Poema alusivo à data...

AUSÊNCIA
Quero dizer-te uma coisa simples: a tua
ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não
magoa, que se limita à alma; mas que não deixa,
por isso, de deixar alguns sinais — um peso
nos olhos, no lugar da tua imagem, e
um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes
tivessem roubado o tacto. São estas as formas
do amor, podia dizer-te; e acrescentar que
as coisas simples também podem ser complicadas,
quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade.
porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a
realidade aproxima-me de ti, agora que
os dias correm mais depressa, e as palavras
ficam presas numa refração de instantes,
quando a tua voz me chama de dentro de
mim — e me faz responder-te uma coisa simples,
como dizer que a tua ausência me dói.
Nuno Júdice
Postado por Fernando Martins às 01:00 0 comentários
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Billy Corgan, o vocalista dos Smashing Pumpkins, faz hoje 58 anos
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
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Caroline Corr comemora hoje cinquenta e dois anos
Caroline Georgina Corr (Dundalk, 17 de março de 1973) é uma instrumentista musical da República da Irlanda, conhecida por ser a baterista da banda de folk rock, formada por irmãos, The Corrs. As suas atribuições na banda transcendem a bateria, tocando também instrumentos como o bodhrán e o piano. Por vezes, também participa nos coros, nalgumas canções.
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
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Hozier - 35 anos
Andrew Hozier-Byrne (Bray, County Wicklow, 17 de março de 1990), ou apenas Hozier, é um músico e cantor irlandês. Em 2013 lançou o seu primeiro extended play (EP), que inclui o single "Take Me to Church", canção que em 2014 e 2015 se tornaria um êxito mundial e que rendeu a Hozier a indicação ao Grammy Award de Canção do Ano na edição de 2015. Ao fim de três álbuns e mais seis extended plays, em 2024 Hozier lançou o EP Unheard, que contém o seu segundo êxito mundial, "Too Sweet", que foi a sua primeira canção a alcançar o número um nos EUA, no Reino Unido, na Irlanda, na Austrália, na Nova Zelândia e na Islândia.
Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
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Alex Chilton morreu há quinze anos...
Alex Chilton (born William Alexander Chilton; Memphis, December 28, 1950 – New Orleans, March 17, 2010) was an American musician, singer-songwriter and record producer, best known as the lead singer of the Box Tops and Big Star. Chilton's early commercial success in the 1960s as a teen vocalist for the Box Tops was never repeated in later years with Big Star and in his subsequent indie music solo career on small labels, but he drew an intense following among indie and alternative rock musicians. He is frequently cited as a seminal influence by influential rock artists and bands, some of whose testimonials appeared in the 2012 documentary Big Star: Nothing Can Hurt Me.
(...)
Chilton was taken to a hospital in New Orleans on Wednesday, March 17, 2010, complaining of health problems, and died the same day of a heart attack. Chilton had experienced at least two episodes of shortness of breath in the week prior to his fatal heart attack, though he did not seek medical attention in part because he did not have health insurance. He was survived by his wife, Laura, a son, Timothee, and a sister, Cecilia.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
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Um referendo acabou com o apartheid na África do Sul há 33 anos
| Election results | ||||
|---|---|---|---|---|
| Yes or no | Votes | Percentage | ||
| 1,924,186 | 68.73% | |||
| 875,619 | 31.27% | |||
| Valid votes | 2,799,805 | 99.82% | ||
| Invalid or blank votes | 5,142 | 0.18% | ||
| Total votes | 2,804,947 | 100.00% | ||
| Voter turnout | 85.08% | |||
| Electorate | 3,296,800 | |||
Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
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António José Saraiva morreu há 32 anos...
António José Baptista Saraiva (Leiria, 31 de dezembro de 1917 - Lisboa, 17 de março de 1993) foi um professor e historiador de literatura portuguesa.
Biografia
Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
Marcadores: António José Saraiva, História, José Hermano Saraiva, literatura
Elis Regina nasceu há oitenta anos...
Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 – São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma intérprete brasileira. Conhecida por sua presença de palco histriónica sua voz e sua personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
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Gary Sinise celebra hoje setenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: actor, Apollo 13, CSI: New York, Forrest Gump, Gary Sinise, Lieutenant Dan Band, Mac Taylor, música
O poeta Nuno Júdice morreu há um ano...
Nuno Manuel Gonçalves Júdice Glória (Portimão, Mexilhoeira Grande, 29 de abril de 1949 – Lisboa, 17 de março de 2024) foi um ensaísta, poeta, ficcionista e professor universitário português.
Biografia
Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e obteve o grau de Doutor pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação sobre Literatura Medieval.
Professor do ensino secundário, desde 1992 até 1997, foi professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, até à sua aposentação, como professor associado, em 2015.
Foi diretor da revista literária Tabacaria (1996-2009), editada pela Casa Fernando Pessoa e Comissário para a área da Literatura da representação portuguesa à 49ª Feira do Livro de Frankfurt. Foi também Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal (1997-2004) e diretor do Instituto Camões em Paris. Organizou a Semana Europeia da Poesia, no âmbito da Lisboa '94 - Capital Europeia da Cultura. Foi diretor da Revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian.
Poeta e ficcionista, a sua estreia literária deu-se com A Noção de Poema (1972). Em 1985 receberia o Prémio Pen Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus, em 1990. Em 1994 a Associação Portuguesa de Escritores distinguiu-o pela publicação de Meditação sobre Ruínas, finalista do Prémio Europeu de Literatura Aristeion. Assinou ainda obras para teatro e traduziu autores como Corneille e Emily Dickinson.
A sua obra inclui antologias, edições de crítica literária, estudos sobre Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa. Mantinha colaboração regular na imprensa. Lançou, em 1993, a antologia sobre literatura portuguesa do século XX, Voyage dans un siècle de Littérature Portugaise.
Tem obras traduzidas em Espanha, Itália, Venezuela, Inglaterra, França, México, Irão, China, Albânia, Suécia, Dinamarca, Grécia, Marrocos, Líbano, Colômbia, Canadá e República Checa.
Morreu a 17 de março de 2024, na Fundação Champalimaud, em Lisboa, onde se encontrava internado.
in Wikipédia
PRINCÍPIOS
Podíamos saber um pouco mais
da morte. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de morrer mais
depressa.
Podíamos saber um pouco mais
da vida. Talvez não precisássemos de viver
tanto, quando só o que é preciso é saber
que temos de viver.
Podíamos saber um pouco mais
do amor. Mas não seria isso que nos faria deixar
de amar ao saber exactamente o que é o amor, ou
amar mais ainda ao descobrir que, mesmo assim,
nada
sabemos do amor.
Nuno Júdice
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
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Viva a Irlanda - hoje é dia de São Patrício!
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: Apóstolo da Irlanda, celtas, Dia de São Patrício, Irlanda, Lá Fhéile Pádraig, São Patrício
domingo, março 16, 2025
E venham mais quarenta anos de Estudantina...!
Postado por Fernando Martins às 23:32 0 comentários
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Saudades de Natália Correia...
Decididamente a palavra
quer entrar no poema e dispõe
com caligráfica raiva
do que o poeta no poema põe.
Entretanto o poema subsiste
informal em teus olhos talvez
mas perdido se em precisa palavra
significas o que vês.
Virtualmente teus cabelos sabem
se espalhando avencas no travesseiro
que se eu digo prodigiosos cabelos
as insólitas flores que se abrem
não têm sua cor nem seu cheiro.
Finalmente vejo-te e sei que o mar
o pinheiro a nuvem valem a pena
e é assim que sem poetizar
se faz a si mesmo o poema.
in O Vinho e a Lira (1969) - Natália Correia
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Notícia interessante de Paleontologia...
Não é um pássaro, um avião ou dinossauro. É o Quetzalcoatlus (e vai voar outra vez)

Foi o maior animal que alguma vez se elevou nos ares do nosso planeta. Com 12 metros de envergadura e 500 quilos, o Quetzalcoatlus não era um dinossauro, tinha que saltar para levantar voo, e vai voltar a voar - no Museu da Ciência da Virgínia, nos Estados Unidos.
Era um réptil gigante, do tamanho de uma girafa, e foi a maior criatura voadora que já existiu. Tinha de saltar cerca de 2,4m do chão para conseguir levantar voo.
Este pterossauro, designado Quetzalcoatlus (pronuncia-se ket-zel-co-uat-lus), fazia parte de grupo extinto de répteis voadores. Tinha membros finos, um bico bastante longo e asas com 12 metros de comprimento.
Embora parente dos dinossauros, o Quetzalcoatlus não era um dinossauro, mas um pterossauro de quase 500 quilos, que viveu entre 70 e 66 milhões de anos atrás.
Apesar de se ter extinguido e passado à (pré)história, podemos agora observar uma representação em tamanho real desta criatura magnífica, em todo o seu esplendor, no Museu da Ciência da Virgínia, nos Estados Unidos.
O exemplar está suspenso no teto do museu, visível dos três andares do edifício, à medida que os visitantes se deslocam pela que já foi uma histórica estação de comboios.
Está representado em voo, com as asas estendidas a 11 metros de altura. O seu corpo inclinado, com 8 metros, está coberto por milhões de picnofibras pintadas à mão, com um revestimento corporal felpudo, e a sua enorme boca está aberta - pormenores todos eles destinados a dar vida à criatura.
Esta representação do réptil gigante é o maior Quetzalcoatlus alguma vez produzido, o único alguma vez feito com a boca aberta e o único com esta coloração, dada por uma pintura personalizada, criada pelo maior fabricante mundial de animais cientificamente exatos com qualidade de museu.
Para celebrar a chegada do seu novo hóspede” o Museu está a organizar uma Festa Pré-Histórica, conta o RVA Hub. As pessoas esperam ver dinossauros quando visitam um museu de ciência, mas o Museu da Ciência da Virgínia quer dar aos visitantes algo ainda melhor: o inesperado.
50 anos depois da descoberta dos ossos fossilizados do majestoso pterossauro, no Parque Nacional de Big Bend, no Texas, Estados Unidos, um estudo publicado em 2021 na Journal of Vertebrate Paleontology explicava, finalmente, como é que um animal tão grande conseguia voar.
E, na próxima sexta-feira, um evento especial com o nome de “Science After Dark” irá dar aos visitantes a oportunidade de ver o Quetzalcoatlus em ação.
Misterioso, impressionante e inspirador, tal como um dinossauro, o Quetzalcoatlus irá proporcionará um momento de descoberta e deleite a visitantes de todas as idades.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 16:09 0 comentários
Marcadores: Paleontologia, pterossáurios, Quetzalcoatlus
Música adequada à data - para matar saudades...
Postado por Adelaide Martins às 15:51 0 comentários
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