quarta-feira, março 12, 2025
Anschluss (e Chechénia, Ossétia do Sul, Abecásia, Transnístria, Crimeia, Donbass e Bielorrússia...) nunca mais
Liza Minnelli faz hoje 79 anos
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A doutrina Truman foi proclamada há 78 anos
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O músico James Taylor celebra hoje 77 anos
James Vernon Taylor (Boston, 12 de março de 1948) é um músico norte-americano, compositor e intérprete da fusão do "country-gospel-rock".
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Alfred Lacroix, famoso vulcanólogo e mineralogista, morreu há 77 anos...
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James Taylor nasceu há 77 anos
James Vernon Taylor (Boston, 12 de março de 1948) é um músico norte-americano, compositor e intérprete da fusão do "country-gospel-rock".
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El-Rei D. Manuel I mandou uma memorável embaixada ao Papa há 511 anos
A embaixada era composta por mais de cem pessoas. Era chefiada por Tristão da Cunha, nomeado em 1505 primeiro governador da Índia. Como seus assessores iam Diogo de Pacheco e João de Faria, sendo o secretário Garcia de Resende. Através dos seus representantes, D. Manuel enviou a Leão X presentes magníficos: pedrarias, tecidos e joias, bem como um cavalo persa, uma onça de caça e um elefante que executava diversas habilidades.
A embaixada fez sensação na corte pontificial, tanto pela sumptuosidade dos trajos e riqueza dos presentes, como pelo exotismo do séquito que passava pelas ruas de Roma a 12 de março de 1514, dia em que foi recebida por vários embaixadores. O papa recebeu-a a 20 de março, tendo sido mais tarde discutidas as questões apresentadas pelo monarca português.
Apesar de os chamados "pontos gerais" não terem sido atendidos, aqueles que interessavam mais a D. Manuel foram considerados e satisfeitos, sendo a sua obra na propagação da fé católica largamente recompensada através de diversas bulas e breves que se sucederam após o envio da embaixada.
Esta iniciativa diplomática atingiu, assim, os principais objetivos que o monarca lhe tinha estabelecido. Afirmou de forma clara o seu poderio, vendo D. Manuel reconhecido o papel de Portugal na descoberta e conquista de novos territórios e a sua soberania sobre eles.
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Música de aniversariante de hoje
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William Buckland nasceu há duzentos e quarenta e um anos
Postado por Fernando Martins às 02:41 0 comentários
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Raul Brandão nasceu há 158 anos
Filho de José Germano Brandão, negociante, e de Laurinda Laurentina Ferreira de Almeida Brandão, Raul Germano Brandão nasceu a 12 de março de 1867, na Foz do Douro, localidade onde passou a sua adolescência e mocidade. Sendo descendente de pescadores, o mar foi tema recorrente da sua obra.
Depois de uma passagem, menos feliz, por um colégio do Porto, Raul Brandão gravita para o grupo dos nefelibatas, sendo sob o seu signo que desperta para o mundo das letras e publica as suas primeiras obras. Em 1891, terminado o curso secundário e depois de breve passagem, como ouvinte, pelo Curso Superior de Letras, matricula-se na Escola do Exército. Com esse ingresso, ao que parece a contragosto, inicia uma carreira militar caracterizada por longas permanências no Ministério da Guerra, envolvido na máquina burocrática militar. Nas suas próprias palavras: "no tempo em que fui tropa vivi sempre enrascado." Paralelamente, mantém uma carreira de jornalista e vai publicando extensa obra literária. Encontra-se colaboração da sua autoria no semanário O Micróbio (1894-1895) e nas revistas Brasil-Portugal (1899-1914), Revista nova (1901-1902), Serões (1901-1911) e Homens Livres (1923).
Em 1896, foi colocado no Regimento de Infantaria 20, em Guimarães, onde conhece Maria Angelina de Araújo Abreu, com quem se casa, a 11 de março de 1897. Inicia, então, a construção de uma casa, a "Casa do Alto", na freguesia de Nespereira, nos arredores daquela cidade. Aí se fixará em definitivo, embora com prolongadas estadas em Lisboa e noutras cidades. Reformado no posto de capitão, em 1912, inicia a fase mais fecunda da sua produção literária.
Raul Brandão visitou os Açores no verão de 1924, numa viagem feita a título pessoal, mas que coincidiu, em parte, com a "Visita dos Intelectuais", então organizada sob a égide dos autonomistas, particularmente de José Bruno Carreiro e do seu jornal, o «Correio dos Açores». Dessa viagem, que durou cerca de dois meses (mais demorada, portanto, que a dos intelectuais convidados por Bruno Carreiro), resultou a publicação da obras As ilhas desconhecidas - Notas e paisagens (Lisboa, 1927), uma das obras que mais influíram na formação da imagem interna e externa dos Açores. Basta dizer que é em As ilhas desconhecidas que se inspira o conhecido código de cores das ilhas açorianas: Terceira, ilha lilás; Pico, ilha negra; S. Miguel, ilha verde...
Faleceu, de aneurisma, na Rua de São Domingos à Lapa, número 44, primeiro, a 5 de dezembro de 1930, aos 63 anos de idade, após sofrer síncope cardíaca, no dia anterior. Foi sepultado no Cemitério dos Prazeres, e, em 1934, trasladado para o Cemitério de Guimarães, onde repousa até hoje.
Deixou uma extensa obra literária e jornalística que muito influenciou a literatura em língua portuguesa com o seu lirismo e profundidade filosófica, marcando o seu comprometimento ético e social, numa linguagem forte de contrastes, contradições e ruturas que prefiguram a modernidade do século XX. "Húmus" é sua obra maior, inovando na narrativa sem enredo nem personagens, a que chamaram anti-romance. Eduardo Lourenço considera que “o único personagem das quase-ficções de Raul Brandão é a própria ficção que agoniza ou indefinidamente clama a impossibilidade da ficção”, cita Luci Ruas, a que acrescenta que no seu grito simultaneamente individual e coletivo, este autor coincide com Freud e Nietzsche e antecipa o movimento do Orpheu.
Postado por Fernando Martins às 01:58 0 comentários
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Ribeiro Couto nasceu há 127 anos

(imagem daqui)
Rui Esteves Ribeiro de Almeida Couto (Santos, 12 de março de 1898 - Paris, 30 de maio de 1963), mais conhecido simplesmente como Ribeiro Couto, foi um jornalista, magistrado, diplomata, poeta, contista e romancista brasileiro.
Foi membro da Academia Brasileira de Letras desde 28 de março de 1934 (ocupando a vaga de Constâncio Alves na cadeira 26), até à sua morte.
Biografia
Ribeiro Couto estudou na Escola de Comércio José Bonifácio, em Santos, cidade onde, em 1912, se iniciou no jornalismo.
Em 1915 ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde estudou enquanto fazia reportagens para o Jornal do Commercio, e, depois, para o Correio Paulistano.
Formou-se na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, em 1919. Problemas de saúde obrigaram-no a mudar-se para Campos do Jordão, no interior de São Paulo, não sem antes tomar parte na Semana de Arte Moderna de 1922.
Depois de dois anos em Campos do Jordão, foi para São Bento do Sapucaí, onde foi delegado de polícia, cargo que não o ocupou muito, pois logo foi para São José do Barreiro assumir o posto de promotor público.
Em 1925 nova transferência, por causa da saúde, desta vez para Pouso Alto, Minas Gerais, onde ficou até 1928. Naquele ano voltou ao Rio de Janeiro para trabalhar como redator no Jornal do Brasil e, logo depois, seguiu para Marselha, onde assumiria o posto de vice-cônsul honorário, a convite do cônsul Mateus de Albuquerque. De Marselha foi para Paris, onde ocupou o cargo de adido do consulado-geral. Logo o ministro Afrânio de Melo Franco o promoveu a cônsul de terceira classe (1932).
Foi agraciado com a Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, de Portugal, no grau de Oficial, a 28 de março de 1935, e no grau de Grande-Oficial, a 24 de agosto de 1945.
Paralelamente à carreira de escritor e jornalista, não deixou de colaborar com o Jornal do Brasil, nem com O Globo, nem com A Província (Pernambuco), seguiu uma carreira diplomática bem-sucedida, até tornar-se embaixador do Brasil na Jugoslávia, em 1952, cargo que ocupava quando se aposentou. Para os jornais, enviava sobre literatura e acontecimentos na Europa.
Em 1958 conquistou, em Paris, o prémio internacional de poesia outorgado a estrangeiros, pelo livro Le jour est long (que escreveu em francês).
A sua obra mais famosa é Cabocla, adaptada duas vezes para a televisão. Muitos dos seus livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o húngaro, o servo-croata e o sueco. Os seus romances retratam o dia a dia das pessoas humildes e anónimas dos subúrbios.
in Wikipédia
Elegia
Que quer o vento?
A cada instante
Este lamento
Passa na porta
Dizendo: abre...
Vento que assusta
Nas horas frias
Na noite feia,
Vindo de longe,
Das ermas praias.
Andam de ronda
Nesse violento
Longo queixume,
As invisíveis
Bocas dos mortos.
Também um dia,
Estando eu morto,
Virei queixar-me
Na tua porta
Virei no vento
Mas não de inverno,
Nas horas frias
Das noites feias.
Virei no vento
Da primavera.
Em tua boca
Serei carícia,
Cheiro de flores
Que estão lá fora
Na noite quente.
Virei no vento...
Direi: acorda...
Ribeiro Couto
Postado por Fernando Martins às 01:27 0 comentários
Marcadores: Brasil, literatura, modernismo, poesia, Ribeiro Couto
Jack Kerouac nasceu há cento e três anos
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: geração beat, Jack Kerouac, literatura
O astronauta Walter Schirra nasceu há cento e dois anos
Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
Marcadores: Apolo VII, astronauta, Gemini, Mercury, NASA, programa Apollo, Walter Schirra
A banda The Velvet Underground lançou o álbum de estreia há 58 anos
Descrito como "o disco original de art-rock", The Velvet Underground & Nico serviu como uma grande influência em muitos subgéneros do rock e formas de música alternativa, incluindo punk, garagem, krautrock, pós-punk, shoegaze, gótico e indie. Em 1982, o músico Brian Eno afirmou que enquanto o álbum vendeu apenas aproximadamente 30.000 cópias nos seus primeiros cinco anos, que:
"Todos que compraram uma dessas 30.000 cópias começaram uma banda!" - Brian Eno.
Em 2003, ficou em 13º na lista da revista Rolling Stone dos "500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos", e em 2006, foi introduzido no Registo Nacional de Gravações pela Biblioteca do Congresso.
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
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Graham Coxon, guitarrista dos Blur, faz hoje 56 anos
in Wikipédia
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Hoje é dia de ouvir Stromae...!
Postado por Pedro Luna às 00:40 0 comentários
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Danny Jones, um dos vocalista dos McFly, celebra hoje 39 anos
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
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Yehudi Menuhin morreu há vinte e seis anos
(...)
Postado por Fernando Martins às 00:26 0 comentários
Marcadores: Brahms, judeus, maestro, música, violino, Yehudi Menuhin
Robert Ludlum morreu há vinte e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: espionagem, Jason Bourne, literatura, Robert Ludlum
Lyn Collins morreu há vinte anos...
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
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