sexta-feira, outubro 16, 2026

O ditador comunista Enver Hoxha nasceu há 118 anos...

     
Enver Halil Hoxha (Gjirokastër, 16 de outubro de 1908  - Tirana, 11 de abril de 1985) foi o líder da Albânia desde o fim da II Guerra Mundial até à sua morte, em 1985, na função de primeiro secretário do Partido Trabalhista da Albânia (Partido Comunista). Ele também atuou como primeiro-ministro da Albânia de 1944 a 1954, ministro da Defesa de 1944 a 1953, ministro das Relações Exteriores de 1946 a 1953, líder da Frente Democrática de 1945 até sua morte e comandante-em-chefe das Forças Armadas albanesas de 1944 até sua morte.
A liderança de Hoxha foi caracterizada pelo isolacionismo e sua aderência firme e manifesta ao marxismo-leninismo antirrevisionista da metade da década de 70 em diante. Após a sua rutura com o maoísmo, no fim da década de 70 e início da década de 80, inúmeros partidos maoístas declararam-se hoxhaístas. A Conferência Internacional dos Partidos e Organizações Marxistas-Leninistas (Unidade e Luta) é a mais conhecida coligação de tais partidos hoje em dia.
      
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Partido Trabalhista da Albânia - Partia e Punës e Shqipërisë
    
Religião
A Albânia, sendo o estado mais predominantemente muçulmano na Europa devido à influência turca, identificava, assim como o Império Otomano, religiões com etnias. No Império Otomano muçulmanos eram vistos como “turcos”, ortodoxos orientais eram vistos como “gregos” e católicos como “latinos.” Hoxha via isto como um sério problema, achando que isto inflamava tanto aos separatistas gregos no Épiro Setentrional e quanto também dividia a nação de um modo geral. A Lei de Reforma Agrária de 1945 confiscou grande parte da propriedade da igreja no país. Os católicos foram a primeira comunidade religiosa a ser alvo, já que o Vaticano foi visto como um agente do fascismo e do anticomunismo. Em 1946, a Ordem Jesuíta, e, em 1947, os franciscanos foram banidos. O Decreto Nº. 743 (Sobre as Religiões) afetou uma igreja nacional e proibiu líderes religiosos de se associarem com potências estrangeiras.
O Partido focou-se na educação ateísta nas escolas. Esta tática foi eficaz, principalmente devido à política de aumento da taxa de natalidade encorajada após a guerra. Durante períodos sagrados como o Ramadão ou a Quaresma, muitos alimentos proibidos (laticínios, carne, etc.) foram distribuídos em escolas e fábricas e as pessoas que recusavam a comer tais comidas eram denunciadas. A partir de 6 de fevereiro de 1967, o Partido começou uma nova ofensiva contra as religiões. Hoxha, que havia declarado uma “Revolução Cultural e Ideológica” após ter sido parcialmente inspirado pela Revolução Cultural chinesa, encorajou estudantes e trabalhadores comunistas a usarem táticas mais enérgicas para promover o ateísmo, apesar do uso de violência ter sido inicialmente condenado.
De acordo com Hoxha, o surgimento de atividade antirreligiosa começou com a juventude. O resultado deste “movimento espontâneo, não provocado” foi o encerramento de 2.169 igrejas e mesquitas na Albânia. O ateísmo de estado tornou-se a política oficial e a Albânia foi declarada o primeiro estado ateu do mundo. Nomes de vilas e cidades de inspiração religiosa foram mudados, tal como nomes pessoais. Durante este período, nomes de inspiração religiosa também foram declarados ilegais. O “Dicionário de Nomes do Povo”, publicado em 1982, continha 3.000 nomes seculares que eram permitidos. Em 1992, Monsenhor Ivan Dias, o Núncio Papal para a Albânia, nomeado pelo Papa João Paulo II, disse que, dos trezentos padres católicos presentes na Albânia antes dos comunistas chegarem ao poder, apenas trinta sobreviveram. Toda prática religiosa e clerical foi banida e aquelas figuras religiosas que se recusassem a abrir mão das suas posições eram presas ou forçadas a esconderem-se.
     
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O país
A Albânia era muito pobre e atrasada para os padrões europeus e possuía o padrão de vida mais baixo da Europa. Como resultado da auto-suficiência, a Albânia tinha uma dívida externa minúscula. Em 1983, a Albânia importou bens no valor de US$ 280 milhões, mas exportou bens no valor de US$ 290 milhões, produzindo um superavit comercial de US$ 10 milhões.
Em 1981 Hoxha ordenou a execução de muitos oficiais do Partido e do governo, numa nova purga. Foi comunicado que o primeiro-ministro, Mehmet Shehu, havia cometido suicídio em dezembro de 1981 e foi, subsequentemente, condenado como um “traidor” da Albânia e acusado de estar ao serviço de várias agências secretas estrangeiras. Acredita-se que ele foi assassinado ou atirou contra si mesmo , durante uma luta pelo poder ou devido a diferenças a respeito de política externa com Hoxha. Hoxha também escreveu uma grande quantidade de livros durante este período, resultando em mais de 65 volumes de obras completas, concentrados em seis volumes de obras selecionadas.
Posteriormente, Hoxha retirou-se parcialmente, devido à sua saúde debilitada, após ter sofrido um ataque cardíaco em 1973, do qual nunca recuperou completamente. Ele passou a maior parte das funções de estado para Ramiz Alia. Nos seus dias finais ele estava confinado a uma cadeira de rodas e sofria de diabetes - doença da qual sofria desde 1948 - e de isquemia cerebral - da qual sofria desde 1983. A morte de Hoxha, no dia 11 de abril de 1985, deixou para a Albânia um legado de isolamento e medo do mundo externo. Apesar de alguns progressos económicos alcançados por Hoxha, a economia do país estava em estagnação, a Albânia era o país mais pobre da Europa durante grande parte do período da Guerra Fria. No começo do século XXI, muito pouco do legado de Hoxha continua em curso na Albânia de hoje, desde a transição para o capitalismo, em 1992.
      

Rita Hayworth nasceu há 108 anos

     
Rita Hayworth (nome artístico de Margarita Carmen Cansino; Nova Iorque, 17 de outubro de 1918 - Nova Iorque, 14 de maio de 1987) foi uma atriz norte-americana de ascendência hispano-irlandesa, que se tornou um mito eterno do cinema. Alcançou a fama durante a década de 40, como uma das principais estrelas da época, aparecendo em 61 filmes ao longo de 37 anos. A imprensa cunhou o termo "A Deusa do Amor" para descrever Hayworth depois que ela se tornou a ídolo mais glamorosa das telas, na década de 40. Ela foi a mais famosa garota pin-up para os militares durante a Segunda Guerra Mundial.

Hayworth é talvez mais conhecida por sua atuação no filme noir "Gilda", de 1946, ao lado de Glenn Ford, no qual ela interpretou uma femme fatale em seu primeiro grande papel dramático. Ela também é conhecida por suas atuações em "Paraíso Infernal" (1939), "Uma Loira com Açúcar" (1941), "Sangue e Areia" (1941), "A Dama de Xangai" (1947), "Meus Dois Carinhos" (1957), e "Vidas Separadas" (1958). Fred Astaire, com quem fez dois filmes, "Ao Compasso do Amor", de 1941, e "Bonita Como Nunca" (1942), uma vez a chamou de sua parceira de dança favorita. Ela também estrelou o musical technicolor "Modelos" (1944), com Gene Kelly. Está listada como uma das 25 maiores estrelas femininas de todos os tempos na lista do AFI das 50 maiores lendas do cinema, em pesquisa feita pelo Instituto Americano de Cinema.

Em 1980, Hayworth foi diagnosticada com mal de Alzheimer de início precoce, que contribuiu para sua morte, aos 68 anos. A divulgação pública e a discussão de sua doença chamaram atenção para a doença de Alzheimer, ajudando a aumentar os fundos públicos e privados contra a doença.

     
 
in Wikipédia

Angela Lansbury nasceu há cento e um anos....

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Angela Brigid Lansbury (Londres, 16 de outubro de 1925 - Los Angeles, 11 de outubro de 2022) foi uma atriz de teatro, televisão e cinema britânica, também com nacionalidades norte-americana e irlandesa. Considerada uma das melhores interpretes de teatro do século XX, Em uma carreira de 80 anos, ela desempenhou vários papéis no cinema, no palco e na televisão tendo seu trabalho tendo atraído atenção internacional.
 
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Apesar de toda a sua extensa carreira no cinema e no teatro, tendo trabalhado para a televisão desde os anos 50, Angela Lansbury tornou-se especialmente famosa pelo seu desempenho na mundialmente conhecida série de televisão Murder, She Wrote, produzida pela CBS entre 1984 e 1996, em 12 temporadas com 263 episódios. A série, exibida em Portugal com o título "Crime, Disse Ela", e no Brasil intitulada "Assassinato por Escrito", tornou-se a mais longa série policial de ficção da história da televisão americana, tornando Angela Lansbury uma das mais bem pagas atrizes do mundo. Angela representava Jessica Fletcher, uma professora de inglês, reformada da profissão e a viver em Cabot Cove, no Maine, Estados Unidos, e que agora se dedicava a escrever mistérios policiais. Entretanto, via-se envolvida em pequenos mistérios, incluindo roubos, fraudes e mesmo assassinatos, os quais resolvia com grande intuição e inteligência, mas sem nunca perder a compostura, polidez e boa educação. Neste papel tornou-se uma estrela televisiva amada por milhões de espetadores em todo o mundo. Curiosamente, segundo é afirmado pelos seus amigos mais íntimos, Angela é, na vida real, uma pessoa extremamente simpática e humana, fazendo facilmente amizade com outros, tal como acontecia com a sua personagem mais famosa. 
 
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Ace Frehley, o guitarrista dos Kiss, morreu há um ano...

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Paul Daniel Frehley (Nova Iorque, 27 de abril de 1951 – Morristown, 16 de outubro de 2025), conhecido artisticamente como Ace Frehley, foi um músico e compositor norte-americano. 

 

 

Era mais conhecido por ter sido guitarrista original da banda americana de hard rock Kiss. Na banda, possuía uma maquiagem de ser extraterrestre e andrógino, com uma risada estranha e a sua guitarra esfumaçante. Com os outros membros da formação original da banda (Paul Stanley, Gene Simmons e Peter Criss), foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 10 de abril de 2014.

A revista musical Guitar World classificou o guitarrista como sendo o 14º maior guitarrista de heavy metal de todos os tempos.
     
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Frehley morreu aos 74 anos, depois que os seus familiares solicitaram que se desligassem os aparelhos que o mantinham vivo num hospital nos Estados Unidos. Ele esteve internado durante semanas, após cair no seu estúdio e sofrer uma hemorragia cerebral.
 
     
 

 

O Manel Cruz, dos Ornatos Violeta, faz hoje 52 anos

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No concerto dos Da Weasel, em novembro de 2007

 

Manel Cruz, nome artístico de Manuel Gomes Coelho Pinho da Cruz (São João da Madeira, 16 de outubro de 1974), é um vocalista, guitarrista e letrista português.

Atualmente é membro dos grupos rock Pluto e Supernada, e possui também um projeto a solo designado Foge Foge Bandido. Contudo, é mais conhecido pela sua carreira nos extintos Ornatos Violeta, na qual ganhou notoriedade e reconhecimento.

 

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Manuel Cruz durante um concerto dos Supernada, em 2005

 

Nascido a 16 de outubro de 1974 na cidade de São João da Madeira, mas natural de Vale de Cambra, Manuel Gomes Coelho Pinho da Cruz é o terceiro de três filhos da união de Adão Cruz e Manuela Coelho. Marta e Marcos são o nome dos irmãos, tendo a irmã inspirado a composição do tema "Marta", lado B de "Ouvi Dizer".

Manuel Cruz, ou Manel como gosta que lhe chamem, sempre teve, desde muito novo, aptidão para as artes e frequentou a Escola Secundária Artística Especializada de Soares dos Reis, onde conheceu grande parte dos colegas dos Ornatos Violeta. A sua primeira paixão foi a banda desenhada e durante os seus primeiros 18 anos de vida dedicou-lhe muito do seu tempo, chegando até a fazer algumas exposições, sendo que a música só apareceu depois desse tempo surgindo como um refúgio a uma certa pressão de várias pessoas em relação ao seu jeito para a arte plástica. A par da música, trabalha também, como ilustrador e pintor.

O seu percurso musical iniciou-se nos Ornatos Violeta, a sua primeira banda, em 1991, como vocalista, compositor e letrista onde permaneceu durante cerca de 11 anos. Manel Cruz nunca teve qualquer tipo de formação musical ou de canto, achava as aulas demasiado chatas. Mas não foi isso que o impediu de compor e dar voz a tantas e tantas músicas. Sendo que os 11 anos enquanto “ornato” o ajudaram a evoluir em vários sentidos, notando-se isso mesmo na música que fez e continua a fazer.

Em 2000, Manel Cruz, foi galardoado pelo Jornal Blitz com o prémio de “Melhor Voz Masculina”, ao mesmo tempo que os Ornatos Violeta arrecadavam os outros três prémios para os quais tinham sido nomeados tornando-se nos grandes vencedores da noite.

Em 2002, e para grande tristeza de muitos dos fãs de Ornatos Violeta, foi anunciado o seu fim. Desta maneira, Manel Cruz, continuou o seu percurso como músico ingressando em duas bandas em simultâneo: os Pluto e os SuperNada, na mesma semana desenharam-se os esboços do que faria continuar a carreira musical do cantor.

Em 2006, a Objecto Cardíaco editou o livro «As Letras como Poesia», que reúne um conjunto de ensaios sobre as letras dos Ornatos Violeta. Este livro foi reeditado em 2009 pela Afrontamento.

Em 2011 foi lançada uma caixa com a reedição dos álbuns "Cão" e "Monstro Precisa de Amigos" e edição de um terceiro CD, "Inéditos e Raridades", que incluía temas como "Dez Lamurias por Gole» (editado numa coletânea da revista Ritual de 1995), "Tempo de Nascer" (da coletânea "Tejo Beat" de 1998), "Circo de Feras" (do álbum de homenagem aos Xutos & Pontapés de 1999), "Marta" (lado B de "Ouvi Dizer"). Incluía ainda os inéditos "Como Afundar", "Há-de Encarnar", "Devagar", "Rio de Raiva" e "Pára-me Agora". Os quatro primeiros temas foram recuperados das gravações "O Monstro Precisa de Amigos", enquanto "Pára-me Agora" foi gravado para um terceiro álbum de originais que não chegou a ser gravado.

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John Mayer faz hoje 49 anos

   
     
 

O Conclave elegeu o Papa João Paulo II há 48 anos...

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Papa São João Paulo II, nascido Karol Józef Wojtyła, (Wadowice, 18 de maio de 1920 – Vaticano, 2 de abril de 2005)  foi o papa e líder mundial da Igreja Católica Apostólica Romana e soberano da Cidade do Vaticano de 16 de outubro de 1978 até à data da sua morte. Teve o terceiro maior pontificado documentado da história; depois dos papas São Pedro, que reinou trinta e quatro anos, e Papa Pio IX, que reinou por trinta e um anos. Foi o único Papa eslavo e polaco até à sua morte, e o primeiro Papa não-italiano desde o holandês Papa Adriano VI, em 1522.
João Paulo II foi aclamado como um dos líderes mais influentes do século XX. Teve um papel fundamental para o fim do comunismo na Polónia e, talvez, em toda a Europa, bem como na significativa melhoria nas relações da Igreja Católica com o Judaísmo, Islão, Igreja Ortodoxa, religiões orientais e a Comunhão Anglicana. Apesar de ter sido criticado pela sua oposição à contraceção e à ordenação de mulheres, bem como pelo apoio ao Concílio Vaticano II e à sua reforma da missa, também foi elogiado.
Foi um dos líderes mundiais que mais viajaram na história, tendo visitado 129 países durante o seu pontificado. Sabia expressar-se em italiano, francês, alemão, inglês, espanhol, português, ucraniano, russo, servo-croata, esperanto, grego clássico e latim, além do polaco, a sua língua materna. Como parte de sua ênfase especial na vocação universal à santidade, beatificou 1.340 pessoas e canonizou 483 santos, quantidade maior que a de todos os seus predecessores juntos nos cinco séculos anteriores. Em 2 de abril de 2005, faleceu, devido à sua saúde débil e ao agravamento da doença de Parkinson. Em 19 de dezembro de 2009 João Paulo II foi proclamado "venerável" pelo seu sucessor papal, o Papa Bento XVI. Foi proclamado beato em 1 de maio de 2011 pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro no Vaticano. Em 27 de abril de 2014, numa cerimónia inédita, presidida pelo Papa Francisco, e com a presença do Papa Emérito Bento XVI, foi declarado Santo, juntamente com o Papa São João XXIII; a sua festa litúrgica celebra-se no dia 22 de outubro.
   
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Eleição
Em agosto de 1978, após a morte do papa Paulo VI, o Cardeal Wojtyła votou no conclave papal que elegeu papa João Paulo I. João Paulo I morreu após somente 33 dias como Papa, precipitando assim um outro conclave.
O segundo conclave de 1978 começou a 14 de outubro, dez dias após o funeral do papa João Paulo I. A eleição estava dividida entre dois fortes candidatos ao papado: Cardeal Giuseppe Siri, o conservador Arcebispo de Génova, e o liberal Arcebispo de Florença, Cardeal Giovanni Benelli, um colaborador próximo de João Paulo I.
Os defensores da Benelli estavam confiantes de que ele seria eleito, e no início da votação, Benelli estava com nove votos. Entretanto, a magnitude da oposição a ambos significava que possivelmente nenhum deles receberia os votos necessários para ser eleito, e o Cardeal Franz König, Arcebispo de Viena, individualmente sugeriu a seus colegas eleitores um candidato de compromisso: o Cardeal polaco, Karol Józef Wojtyła, que, aos 58 anos, foi considerado jovem pelos padrões papais. Finalmente ganhou a eleição na oitava votação, no segundo dia do conclave, de acordo com a imprensa italiana, com 99 votos dos 111 eleitores participantes.De seguida, ele escolheu o nome de João Paulo II, em homenagem ao seu antecessor, e o tradicional fumo branco informou a multidão reunida na Praça de São Pedro, que um Papa havia sido escolhido. Ele aceitou a sua eleição com essas palavras: ‘Com obediência na fé em Cristo, meu Senhor, e com confiança na Mãe de Cristo e da Igreja, apesar das grandes dificuldades, eu aceito.’ Quando o novo Sumo Pontífice apareceu à varanda, ele quebrou a tradição, dizendo à multidão reunida:
    
“ Queridos irmãos e irmãs, todos estamos ainda tristes com a morte do querido papa João Paulo I. E agora os eminentíssimos Cardeais chamaram um novo Bispo de Roma. Chamaram-no de um país distante… Distante, mas sempre muito próximo pela comunhão na fé e na tradição cristã. Tive medo ao receber esta nomeação, mas o fiz com espírito de obediência a Nosso Senhor e com a confiança total na sua Mãe, a Virgem Santíssima. Não sei se posso expressar-me bem na vossa... na nossa língua italiana. Se eu cometer um erro, por favor ‘korrijam’ me... ”
    
Wojtyła tornou-se o 264 º papa, de acordo com a ordem cronológica da lista oficial dos Papas, e o primeiro papa não-italiano em 455 anos. Com apenas 58 anos de idade, ele foi o mais jovem papa eleito desde Pio IX em 1846, que tinha 54 anos. Assim como o seu antecessor imediato, João Paulo II dispensou a tradicional coroação papal e, em vez disso, recebeu a investidura eclesiástica, que simplificou a cerimónia de posse papal, em 23 de outubro de 1978. Durante a sua posse, quando os cardeais estavam a ajoelhar-se diante dele, para beijar o Anel do Pescador, ele levantou-se quando o prelado polaco, Cardeal Stefan Wyszyński, se ajoelhou, interrompeu-o e, simplesmente, deu-lhe um abraço.
 
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Moshe Dayan morreu há 45 anos...

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Moshe Dayan (Degania Alef, 20 de maio de 1915 - Tel Aviv, 16 de outubro, 1981), foi responsável pelas mais importantes vitórias de Israel nas guerras contra seus vizinhos árabes, Dayan foi também um dos principais arquitetos dos acordos de paz de Camp David, os primeiros que se firmaram entre o governo de Israel e um país árabe (Egito).
Moshe Dayan nasceu em 20 de maio de 1915, em Deganya, na então Palestina. Com 14 anos iniciou a carreira militar na Haganá (guerrilha sionista) que combatia os árabes. Quando esta organização foi declarada ilegal pelos britânicos em 1939, Dayan e outros elementos judeus foram presos durante dois anos pelas autoridades britânicas, liderou depois as forças judaicas da Palestina que combateram a França na Síria e no Líbano. Durante combate contra a Síria em 1941, perdeu o olho esquerdo, atingido por uma bala inimiga em seu binóculo e passou a usar uma pala, que o tornou inconfundível.
Em 1948, na luta pela independência, comandou a região militar de Jerusalém. Na chefia das forças armadas desde 1953 e por cinco anos, planeou e liderou a invasão da península do Sinai, em 1956, o que lhe valeu a reputação de grande comandante militar. Dayan foi eleito para o Knesset (Parlamento) em 1959 e designado Ministro da Agricultura, no governo de David Ben-Gurion.
Em junho de 1967, como Ministro da Defesa, comandou a vitoriosa guerra dos seis dias e passou a exercer crescente influência na política externa. O seu prestígio declinou em outubro de 1973, quando o Egito e a Síria atacaram Israel, de surpresa, e desencadearam a guerra do Yom Kippur.
Em 1978, Ministro das Relações Exteriores do governo de Menachem Begin, tornou-se um dos arquitetos dos acordos de Camp David, assinados, no ano seguinte, por Egito e Israel. Faleceu, devido a insuficiência cardíaca, no Hospital Tel Hashomer de Telavive, onde estava internado para tratamento de um cancro do estômago. 

David Ben-Gurion nasceu há cento e quarenta anos

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David Ben-Gurion (Płońsk, 16 de outubro de 1886 - Tel HaShomer, 1 de dezembro de 1973) foi o principal fundador nacional e primeiro primeiro-ministro do estado de Israel. Como chefe da Agência Judaica a partir de 1935, e mais tarde presidente do Executivo da Agência Judaica, ele foi o líder de facto da comunidade judaica na Palestina, e liderou em grande parte o movimento por um estado judeu independente na Palestina Mandatária.

Nascido em Płońsk, então parte da Polónia do Congresso, de pais judeus polacos, emigrou para a região da Palestina do Império Otomano em 1906. Adotando o nome Ben-Gurion em 1909, ele ascendeu para se tornar o líder proeminente da comunidade judaica na Palestina Mandatária governada pelos britânicos de 1935 até ao estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, que ele liderou até 1963, com uma breve pausa em 1954–55. O interesse de Ben-Gurion pelo Sionismo desenvolveu-se cedo em sua vida, levando-o a se tornar um importante líder sionista, e chefe executivo da Organização Sionista Mundial em 1946.

Em 14 de maio de 1948, ele proclamou formalmente o estabelecimento de Israel, e foi o primeiro a assinar a Declaração de Independência de Israel, que ele havia ajudado a escrever. Sob a liderança de Ben-Gurion, a Guerra árabe-israelita de 1948 viu a união das várias milícias judaicas nas Forças de Defesa de Israel (FDI), a vitória de Israel sobre a Liga Árabe, e a expulsão e fuga da maioria da população árabe palestina. Subsequentemente, ele ficou conhecido como o "pai fundador de Israel". Após a guerra, Ben-Gurion serviu como o primeiro primeiro-ministro de Israel e ministro da Defesa. Como primeiro-ministro, ele ajudou a construir instituições estatais, presidindo projetos nacionais destinados ao desenvolvimento do país. Ele também supervisionou a absorção de imigrantes judeus. Uma parte importante de sua política externa foi melhorar as relações com a Alemanha Ocidental por meio de um acordo de reparações como compensação pela confiscação nazi de propriedade judaica durante o Holocausto. 

Em 1954, ele renunciou como primeiro-ministro e ministro da Defesa, mas permaneceu membro do Knesset. Ele retornou como ministro da Defesa em 1955 após o Caso Lavon e a renúncia de Pinhas Lavon. Mais tarde naquele ano, ele se tornou primeiro-ministro novamente, após as eleições de 1955. Ele apoiou as operações de retaliação de Israel a ataques de guerrilheiros árabes e sua invasão do Egito, junto com a Grã-Bretanha e a França, durante a Crise de Suez em 1956. Ele deixou o cargo em 1963, e se aposentou da vida política em 1970. Ele então se mudou para sua modesta "cabana" em Sde Boker, um kibutz no deserto do Neguev, onde viveu até à sua morte. Postumamente, Ben-Gurion foi nomeado uma das 100 pessoas mais importantes do século XX da revista Time.


A cúpula nazi condenada à morte em Nuremberga foi executada há oitenta anos...

Banco dos réus no tribunal de Nuremberga
      
O termo Jubiley (oficialmente Tribunal Militar Internacional vs. Hermann Göring et al.) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da II Guerra Mundial, dirigentes dos nazis, ante o Tribunal Militar Internacional (TMI - International Military Tribunal, IMT), entre 20 de novembro de 1945 e 1 de outubro de 1946, na cidade alemã de Nuremberga.
  
Estatuto do Julgamento
Em 8 de agosto de 1945, assinavam as quatro potências, em Londres, o acordo sobre o Tribunal Militar Internacional e os Estatutos pelos quais se havia se reger o Tribunal. Estabelecia os direitos e obrigações de todos os que haviam de tomar parte no mesmo, regulamentava a forma de proceder e fixava os fatos e princípios a que tinham de se sujeitar os juízes. O artigo 24º dos estatutos dizia o seguinte:
"...O procedimento deve ser o seguinte:
a) Será lida a acusação;
b) O tribunal interrogará cada um dos acusados sobre se se considera culpado ou inocente;
c) O acusador exporá a sua interpretação da acusação;
d) O tribunal perguntará à acusação e à defesa sobre as provas que desejem apresentar ao tribunal e decidirá sobre a conveniência da sua apresentação;
e) Serão ouvidas as testemunhas de acusação. A seguir as testemunhas de defesa;
f) O tribunal poderá dirigir a todo momento perguntas às testemunhas ou acusados;
g) A acusação e a defesa interrogarão todas as testemunhas e acusados que apresentem uma prova e estão autorizados a efetuar um contra-interrogatório;
h) A defesa tomará a seguir a palavra;
i) O acusado dirá a última palavra;
k) O tribunal anunciará a sentença..." 
Acusados e suas penas
O tribunal de Nuremberga decretou 12 condenações à morte, 3 prisões perpétuas, 2 condenações a 20 anos de prisão, uma a 15 anos e outra a 10 anos. Hans Fritzsche, Franz von Papen e Hjalmar Schacht foram absolvidos.

 

Execuções

Três cadafalsos foram instalados no presídio de Nuremberga para a execução, na manhã de 16 de outubro de 1946, de dez penas de morte contra representantes do regime nazi, por enforcamento, usando-se o chamado método da queda padrão, em vez de queda longa. Posteriormente, o exército dos Estados Unidos negou as acusações de que a queda fora curta demais, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado (o que causa paralisia imediata, imobilização e provável inconsciência instantânea). Na execução de Ribbentrop, o historiador Giles MacDonogh registou que:
"o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-chanceler durante 20 minutos antes que ele morresse." 
Das 12 penas de morte, apenas 10 foram executadas. Martin Bormann, o assessor mais próximo de Hitler no seu primeiro quartel-general, estava desaparecido, sendo julgado à revelia e condenado à morte.
Hermann Göring suicidou-se na véspera do dia dezasseis. Quando os seguranças do presídio perceberam que ele se mantinha estranhamente imóvel, deitado sobre o seu banco, chamaram os seus superiores e um médico. Este constatou a morte de Göring, por envenenamento. Nunca foi esclarecido quem lhe entregou o veneno.
   

Adriano Correia de Oliveira morreu há 44 anos...

(imagem daqui)
    
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira (Porto, 9 de abril de 1942 - Avintes, 16 de outubro de 1982) foi um músico português.
  
Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e de sua mulher, Laura Correia, Adriano foi um intérprete do Fado de Coimbra e cantor de intervenção. A sua família era marcadamente católica, crescendo num ambiente que descreveu como «marcadamente rural, entre videiras, cães domésticos e belas alamedas arborizadas com vista para o rio». Depois de frequentar o Liceu Alexandre Herculano, no Porto, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1959. Viveu na Real República Ras-Teparta, foi solista no Orfeon Académico, membro do Grupo Universitário de Danças e Cantares, ator no CITAC, guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica e jogador de voleibol na Briosa. Na década de 60 adere ao Partido Comunista Português, envolvendo-se nas greves académicas de 62, contra o salazarismo. Nesse ano foi candidato à Associação Académica de Coimbra, numa lista apoiada pelo MUD.
Data de 1963 o seu primeiro EP, Fados de Coimbra. Acompanhado por António Portugal e Rui Pato, o álbum continha a interpretação de Trova do vento que passa, poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de hino da resistência dos estudantes à ditadura. Em 1967 gravou o álbum Adriano Correia de Oliveira, que, entre outras canções, tinha Canção com lágrimas.
Em 1966 casa-se com Maria Matilde de Lemos de Figueiredo Leite, filha do médico António Manuel Vieira de Figueiredo Leite (Coimbra, Taveiro, 11 de outubro de 1917 - Coimbra, 22 de março de 2000) e de sua mulher Maria Margarida de Seixas Nogueira de Lemos (Salsete, São Tomé, 13 de junho de 1923), depois casada com Carlos Acosta. O casal, que mais tarde se separaria, veio a ter dois filhos: Isabel, nascida em 1967 e José Manuel, nascido em 1971. Chamado a cumprir o Serviço Militar, em 1967, ficaria apenas a uma disciplina de se formar em Direito.
Em 1970 troca Coimbra por Lisboa, exercendo funções no Gabinete de Imprensa da FIL - Feira Industrial de Lisboa, até 1974. Ainda em 1969 vê editado o álbum O Canto e as Armas, revelando, de novo, vários poemas de Manuel Alegre. Pela sua obra recebe, no mesmo ano, o Prémio Pozal Domingues.
Lança Cantaremos, em 1970, e Gente d' aqui e de agora, em 1971, este último com o primeiro arranjo, como maestro, de José Calvário, e composição de José Niza. Em 1973 lança Fados de Coimbra, em disco, e funda a Editora Edicta, com Carlos Vargas, para se tornar produtor na Orfeu, em 1974. Participa na fundação da Cooperativa Cantabril, logo após a Revolução dos Cravos e lança, em 1975, Que nunca mais, onde se inclui o tema Tejo que levas as águas. A revista inglesa Music Week elege-o Artista do Ano. Em 1980 lança o seu último álbum, Cantigas Portuguesas, ingressando no ano seguinte na Cooperativa Era Nova, em rutura com a Cantabril.
   
Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes, nos braços da sua mãe.
    
 

Música adequada à (triste) data...

Hoje é o Dia Mundial da Alimentação...!

https://thumb.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fd/One_Future_ZeroHunger.jpg/960px-One_Future_ZeroHunger.jpg?utm_source=en.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail

World Food Day is an international day celebrated every year worldwide on October 16 to commemorate the date of the founding of the United NationsFood and Agriculture Organization in 1945. The day is celebrated widely by many other organizations concerned with hunger and food security, including the World Food Programme, the World Health Organization and the International Fund for Agricultural Development. WFP received the Nobel Prize in Peace for 2020 for their efforts to combat hunger, contribute to peace in conflict areas, and for playing a leading role in stopping the use of hunger in the form of a weapon for war and conflict.
          
    

quinta-feira, outubro 15, 2026

Música de aniversariante de hoje...!

Hoje é dia de recordar Manuel da Fonseca...

(imagem daqui)

  

Tragédia 
   
  
Foi para a escola e aprendeu a ler
e as quatro operações, de cor e salteado.
Era um menino triste:
nunca brincou no largo.
Depois, foi para a loja e pôs a uso
aquilo que aprendeu
— vagaroso e sério,
sem um engano,
sem um sorriso.
Depois, o pai morreu
como estava previsto.
E o Senhor António
(tão novinho e já era «o Senhor António»!...)
ficou dono da loja e chefe da família...
Envelheceu, casou, teve meninos,
tudo como quem soma ou faz multiplicação!...
E quando o mais velhinho
já sabia contar, ler, escrever,
o Senhor António deu balanço à vida:
tinha setenta anos, um nome respeitado...
— que mais podia querer?
Por isso,
num meio-dia de Verão,
sentiu-se mal.
Decentemente abriu os braços
e disse: — Vou morrer.
E morreu!, morreu de congestão...
 


in
Planície (1941) - Manuel da Fonseca

Hoje é dia de recordar Cole Porter...

Barry McGuire celebra hoje noventa e um anos

     
Barry McGuire (Oklahoma City, October 15, 1935) is an American singer-songwriter best known for the hit song "Eve of Destruction", and later as a pioneering singer and songwriter of contemporary christian music.
     

 

 

Barry McGuire - Eve of Destruction

The eastern world it is explodin',
violence flarin', bullets loadin',
you're old enough to kill but not for votin',
you don't believe in war, what's that gun you're totin',
and even the Jordan river has bodies floatin',
but you tell me over and over and over again my friend,
ah, you don't believe we're on the eve of destruction.

Don't you understand, what I'm trying to say?
Can't you see the fear that I'm feeling today?
If the button is pushed, there's no running away,
There'll be noone to save with the world in a grave,
take a look around you, boy, it's bound to scare you, boy,
but you tell me over and over and over again my friend,
ah, you don't believe we're on the eve of destruction.

Yeah, my blood's so mad, feels like coagulatin',
I'm sittin' here, just contemplatin',
I can't twist the truth, it knows no regulation,
handful of Senators don't pass legislation,
and marches alone can't bring integration,
when human respect is disintegratin',
this whole crazy world is just too frustratin',
and you tell me over and over and over again my friend,
ah, you don't believe we're on the eve of destruction.

Think of all the hate there is in Red China!
Tehn take a look around to Selma, Alabama!
Ah, you may leave here, for four days in space,
but when your eturn, it's the same old place,
the poundin' of the drums, th pride and disgrace,
you can bury your dead, but don't leave a trace,
hate your next-door-neighbour, but don't forget to say grace,
and you tell me over and over and over and over again my friend,
ah, you don't believe we're on the eve of destruction.
  

Pierre Laval, um traidor colaboracionista francês, foi executado há 81 anos...

https://thumb.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cc/Pierre_Laval_a_Meurisse_1931.jpg/500px-Pierre_Laval_a_Meurisse_1931.jpg?utm_source=fr.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail

Pierre Laval, né le 28 juin 1883 à Châteldon dans le Puy-de-Dôme et fusillé le 15 octobre 1945 à la prison de Fresnes dans le département de la Seine (actuellement Val-de-Marne), est un homme politique français.
Plusieurs fois président du Conseil sous la Troisième République, il est, immédiatement après Philippe Pétain, la personnalité la plus importante de la période du régime de Vichy et le principal maître d'œuvre de la politique de collaboration d'État avec l'Allemagne nazie.
Ayant puissamment aidé à la fondation de « l'État français », il est vice-président du Conseil et dauphin désigné du maréchal jusqu'à son éviction soudaine le 13 décembre 1940. Il revient au pouvoir avec le titre de chef du gouvernement, du 18 avril 1942 au 19 août 1944. En fuite à la libération, puis arrêté, il est condamné à mort pour trahison par la Haute Cour de Justice et fusillé le 15 octobre 1945.
   

A pílula anticoncepcional faz hoje setenta e cinco anos...

  

A pílula contraceptiva oral combinada, também conhecida como pílula anticoncepcional, ou simplesmente "a pílula", é uma combinação de estrogénio e progestogénio administrada oralmente para inibir a fertilidade normal da mulher. Os contracetivos orais foram aprovados para o uso inicialmente nos Estados Unidos em 1960, e são uma forma muito popular de controle de natalidade. São usadas atualmente por mais de 100 milhões de mulheres em todo o mundo e por quase 12 milhões de mulheres nos Estados Unidos. Os usos variam amplamente entre os países, idades, educação e estado matrimonial: um quarto das mulheres entre 16 e 49 anos na Grã-Bretanha atualmente usam a pílula (pílula combinada ou mini-pílula), em comparação com somente 1% das mulheres no Japão.


(...)
   
A síntese da noretindrona, composto base do primeiro contracetivo oral, foi realizada no dia 15 de outubro de 1951, pelo químico mexicano Luis E. Miramontes quando ele tinha somente 26 anos de idade. Miramontes recebeu a patente do composto, juntamente com Carl Djerassi e Jorge Rosenkranz, da companhia química mexicana Syntex S.A.