sexta-feira, julho 31, 2026
Guitarra Toca Baixinho...
Postado por Pedro Luna às 03:08 0 comentários
Marcadores: Francisco José, Galopim de Carvalho, Guitarra Toca Baixinho, música, música romântica, Teatro de Revista
Manuel Fernandes Tomás nasceu há 255 anos
Manuel Fernandes Tomás (Figueira da Foz, 31 de julho de 1771 - Lisboa, 19 de novembro de 1822), por muitos considerado a figura mais importante do primeiro período liberal, foi um magistrado e político vintista que se destacou na organização dos primeiros movimentos pró-liberalismo. Era juiz desembargador na Relação do Porto quando foi um dos fundadores do Sinédrio, assumindo um papel central na revolução liberal do Porto de 24 de agosto de 1820. Foi figura primacial do liberalismo vintista, fez parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, criada no Porto, que administrou o Reino após a revolução liberal, sendo encarregue dos negócios do Reino e da Fazenda. Eleito deputado às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, pela Beira, participou ativamente na elaboração das Bases da Constituição da Monarquia Portuguesa, que D. João VI jurou em 1822.
Biografia
Manuel Fernandes Tomás nasceu na Figueira da Foz, a 31 de junho de 1771, no seio de uma família da burguesia. Foram seus pais João Fernandes Tomás e Maria da Encarnação, os quais, à vista do engenho precoce que o moço revelava, o mandaram para Coimbra ainda muito jovem, aparentemente com o fito de o fazer seguir a carreira eclesiástica.
Formação e ingresso na magistratura
Fernandes Tomás tomou o grau de bacharel em Cânones pela Universidade de Coimbra tendo apenas 20 anos, decidindo trocar o sacerdócio, que lhe destinavam, pela advocacia. Para tal, praticou com vários jurisconsultos de Lisboa, aperfeiçoando-se através do estudo das ciências do Direito.
A 30 de agosto de 1792 foi nomeado síndico e procurador fiscal do município da Figueira da Foz, sendo vereador da respetiva Câmara entre 1795 e 1798.
Ingressando na magistratura, em 1801 foi nomeado juiz de fora da comarca de Arganil,
cargo que desempenhou com notável zelo e energia. Em 1805 foi nomeado
superintendente das alfândegas e dos tabacos nas comarcas de Leiria, Aveiro e Coimbra, cargo que desempenhava quando em 1807 ocorreu a primeira invasão francesa.
Participação na Guerra Peninsular
Perante a ocupação francesa, retirou-se para uma quinta sua, sita próximo da Figueira da Foz, e aí permaneceu até que, em 1808, ocorreu naquela região o desembarque das tropas anglo-portuguesas comandadas por Arthur Wellesley. Face a inexistência de autoridades estabelecidas, foi então indigitado como a pessoa competente para tratar com o comandante inglês os assuntos referentes aos interesses e necessidades do exército.
A atividade de Fernandes Tomás foi devidamente apreciada pelo comando britânico. Restabelecido o governo português, em 1809 foi nomeado provedor da comarca de Coimbra e logo o general instou para que fosse adjunto ao comissariado do exército. Em 1810 foi nomeado intendente dos víveres no quartel-general do marechal William Carr Beresford, tendo sido incansável para que nada faltasse ao exército.
Como prémio da sua atividade, em 1811 foi nomeado desembargador honorário do Tribunal da Relação do Porto, ou seja recebeu o predicamento de desembargador, posto que ocupará somente em 1817 já que à data da nomeação ainda não tinha o triénio de provedor que lhe era requerido para o lugar.
De 1812 a 1814, ano em que findou a Guerra Peninsular, esteve Fernandes Tomás em Coimbra, ali começando provavelmente a germinação do seu plano revolucionário, que anos depois levaria a cabo no Porto.
Ao longo deste período, Fernandes Tomás afirmou-se como um erudito, ganhando renome através da publicação de algumas obras de Direito, afirmando-se como um pensador preocupado com a degradação da vida nacional portuguesa e com a necessidade de reformar as instituições e eliminar a tutela política britânica que entretanto se instalara.
O Porto e a fundação do Sinédrio
Transferindo-se de Coimbra para o Porto em 1817, com o fim de ocupar a vaga de desembargador para que estava nomeado, naquela cidade encontrou Fernandes Tomás quem simpatizasse com as suas ideias e aspirações, vendo o sentimento patriótico invadindo todos os espíritos. Esta indignação nacional foi catalisada pela execução de Gomes Freire de Andrade e dos seus companheiros de desdita, que, imputada ao general William Carr Beresford, o tornou fortemente impopular.
Com outro jurisconsulto também de ideologia liberal, José Ferreira Borges, com quem se tinha relacionado após a sua chegada à cidade do Porto, estabeleceu a 18 ou 21 de janeiro de 1818 um pacto secreto visando o fomento de ações que contribuíssem para a implantação do liberalismo em Portugal e para a dignificação da vida nacional.
Juntaram ao projeto José da Silva Carvalho e João Ferreira Viana, seus amigos e correligionários, iniciando um conjunto de reuniões secretas para formularem as bases em que devia assentar o plano a seguir pela sociedade secreta que tinham fundado, a qual ficou constituída sob o nome de Sinédrio, tendo por objeto Observar os acontecimentos em Portugal e Espanha, tomando devagar o pulso às tendências e às aspirações do espírito público.
Ajustaram reunir-se em segredo no dia 22 de cada mês na Foz do Douro para discorrerem acerca dos sucessos e das notícias do mês passado e assentarem nos propósitos mais oportunos segundo as circunstâncias.
Em 1819 o Sinédrio compunha-se, além dos quatro fundadores, dos sócios Duarte Leça, José Pereira de Menezes, Francisco Gomes da Silva, João da Cunha Sotto Maior, José Maria Lopes Carneiro e José dos Santos Silva. O número dos associados no Sinédrio nunca passou de treze, sendo o último a inscrever-se, em 18 de agosto de 1820, Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda, que depois prestou à causa liberal relevantes serviços.
A Revolução do Porto
Manuel Fernandes Tomás, e o seu grupo do Sinédrio, é considerado o motor do movimento de 24 de agosto de 1820 que resultou na Revolução do Porto.
Este papel mobilizador e de verdadeiro ideólogo daquele movimento, para além do seu papel destacado na Junta Provisional do Governo Supremo do Reino fazem dele figura primacial do liberalismo vintista. Naquela Junta, criada no Porto e que administrou o Reino após a revolução liberal, foi encarregue dos Negócios do Reino e da Fazenda, as duas pastas mais importantes da governação de então.
Com a adesão de Lisboa, e a fusão das duas Juntas, o papel de Manuel Fernandes Tomás sai reforçado, fazendo depois a charneira entre o governo e as Cortes.
A experiência governativa e parlamentar e a morte
Eleito deputado às Cortes Constituintes, pela Beira, elaborou as bases da Constituição que D. João VI jurou em 1822.
Fernandes Tomás, além de membro da Junta Provisional do Supremo Governo do Reino, foi deputado eleito pela Beira às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, a cuja sessão inaugural assistiu em 26 de janeiro de 1821 e em cujos trabalhos teve parte ativa e conspícua. Participou nos trabalhos parlamentares até ao seu encerramento com a aprovação da Constituição Política da Monarquia Portuguesa, a 4 de novembro de 1822.
Agravando-se-lhe a enfermidade crónica de que padecia, faleceu em Lisboa, na antiga rua do Caldeira, n.º 2, a Santa Catarina, a 19 de novembro de 1822, escassas duas semanas após a aprovação da Constituição de que fora um dos principais obreiros. A sua morte deixou consternado todo o partido liberal, que lhe tributava uma espécie de culto e via nele um dos mais firmes sustentáculos do sistema para cujo triunfo concorrera tão poderosa e eficazmente.
Os seus restos mortais foram sepultados, primeiro na antiga igreja de Santa Catarina, trasladados depois para a Igreja dos Paulistas, e desta transferidos para jazigo de família no cemitério dos Prazeres. No Jornal do Comércio, de fevereiro de 1883, estão reproduzidos alguns documentos acerca do óbito e trasladações de Fernandes Tomás.
Manuel Fernandes Tomás nas Cortes Constituintes, em quadro de Veloso Salgado
Postado por Fernando Martins às 02:55 0 comentários
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Augusto Gil nasceu há 153 anos...
Estudou inicialmente na Guarda, a "sagrada Beira", de cuja paisagem encontramos reflexos em muitos dos seus poemas e de onde os pais eram oriundos, e formou-se em Direito na Universidade de Coimbra.
Começou a exercer advocacia em Lisboa, tornando-se mais tarde diretor-geral das Belas-Artes. Na sua poesia notam-se influências do Parnasianismo e do Simbolismo. Influenciado por Guerra Junqueiro, João de Deus e pelo lirismo de António Nobre, a sua poesia insere-se numa perspetiva neo-romântica nacionalista.
in Wikipédia
Balada da Neve
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…
E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
in Luar de Janeiro (1909) - Augusto Gil
Postado por Fernando Martins às 01:53 0 comentários
Marcadores: Augusto Gil, Balada da Neve, poesia
Hoje é precisou Liszt...
Postado por Pedro Luna às 01:40 0 comentários
Marcadores: Áustria-Hungria, franciscanos, Franz Liszt, Hungarian Rhapsody No. 2, Hungria, Igreja Católica, Liszt, música, piano, romantismo
Primo Levi nasceu há 107 anos

Primo Levi (Turim, 31 de julho de 1919 - Turim, 11 de abril de 1987) foi um químico e escritor italiano. Escreveu memórias, contos, poemas e novelas. É mais conhecido por seu trabalho sobre o Holocausto, em particular, por ter sido um prisioneiro em Buna-Monowitz (Auschwitz III). O seu livro Se questo è un uomo (Brasil: É isso um Homem / Portugal: Se Isto É um Homem) é considerado um dos mais importantes trabalhos memorialísticos do século XX. O seu livro Il sistema periodico (A Tabela Periódica), por sua vez, foi considerado o melhor livro de ciência já escrito pela Royal Institution.
in Wikipédia
Canto dos mortos em vão
Sentai-vos e negociai
À vossa vontade, velhas raposas grisalhas.
Iremos amuralhar-vos num palácio esplêndido
Com comida, vinho, boas camas e bom fogo.
Para que possais negociar e chegar a bom termo sobre
A vida dos nossos filhos e dos vossos.
Que toda a sabedoria da criação
Convirja para bendizer as vossas mentes
E vos guie no labirinto.
Mas lá fora ao frio, nós iremos esperar-vos,
O exército dos mortos em vão,
Nós os de Marne e de Montecassino,
De Treblinka, de Dresden e de Hiroshima:
E estarão connosco
Os leprosos e os tracomatosos,
Os desaparecidos de Buenos Aires,
Os mortos do Cambodja e os moribundos da Etiópia,
Os pactuadores de Praga,
Os exangues de Cálcuta,
Os inocentes massacrados em Bolonha.
Ai de vós se saís sem acordo:
Sereis cingidos ao nosso abraço.
Somos invencíveis porque somos os vencidos.
Invulneráveis porque já mortos:
Nós rimo-nos dos vossos mísseis.
Sentai-vos e negociai
Até que se vos seque a língua:
Se a ruína e a vergonha durarem
Iremos afogar-vos na nossa podridão.
Primo Levi
Postado por Fernando Martins às 01:07 0 comentários
Marcadores: Holocausto, Itália, judeus, literatura, poesia, Química
Armando Antunes da Silva nasceu há 105 anos...

(imagem daqui)
Armando Antunes da Silva (Évora, 31 de julho de 1921 - Évora, 21 de dezembro de 1997) foi um escritor contista e romancista, poeta e jornalista português.
in Wikipédia
Passei o Tejo à noitinha
Passei o Tejo à noitinha
e vi o Tejo calado,
trago um barco de papel
pró deitar no mar salgado.
Quando o barco se romper
deito no Tejo uma estrela
e a estrela branca lá fica
e nunca mais torno a vê-la...
Dizem os homens e mulheres
que nas águas deste Tejo
barra fora lá seguiram
camponeses do Alentejo
que nesse tempo sentiram
o que era a triste vida
feita de nada de nada
e por demais permitida...
Falam os homens mais velhos
que neste rio -ó desgraça! -
partiu barco e partiu povo
rumo a Timor e Mombaça
passando pelo mar alto
pró Bié e Tarrafal,
gente de boa presença
que nunca a ninguém fez mal!
Diziam os homens mais velhos
com espanto e em segredo,
que nas águas do rio Tejo
partiu gente pro degredo:
Timor, Bié, Tarrafal,
no tempo do salazar
as barcas seguiam cheias
a navegar, a navegar,
com homens em cativeiro,
Timor, Bié, Tarrafal,
e regressavam com ferro,
coco, amendoim e sisal...
Passo o Tejo à noitinha
e já ninguém me faz mal!
Antunes da Silva
Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
Marcadores: Antunes da Silva, literatura, neorrealismo, poesia
Will Champion, o baterista dos Coldplay, comemora hoje 48 anos
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
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Santo Inácio de Loyola morreu há 470 anos
Para a maior glória de Deus
Tomai Senhor, e recebei
Toda minha liberdade,
A minha memória também.
O meu entendimento
E toda minha vontade.
Tudo que tenho e possuo,
Vós me destes com amor.
Todos os dons que me destes,
Com gratidão vos devolvo:
Disponde deles, Senhor,
Segundo vossa vontade.
Dai-me somente
O vosso amor, vossa graça.
Isto me basta,
Nada mais quero pedir.
Postado por Fernando Martins às 00:47 0 comentários
Marcadores: Igreja Católica, jesuítas, Santo Inácio de Loyola, Santos
Alissa White-Gluz, vocalista dos Arch Enemy, nasceu há 41 anos
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Alissa White-Gluz (Montreal, 31 July 1985) is a Canadian singer, best known as the lead vocalist of the Swedish melodic death metal band Arch Enemy, and former lead vocalist and founding member of the Canadian metalcore band the Agonist. Her vocal style includes both growling and clean vocals (singing). Although primarily associated with melodic death metal and metalcore, she has appeared as a guest vocalist for power metal, symphonic metal and deathcore bands, notably Kamelot, Delain, Carnifex and Powerwolf, and has performed live with Nightwish and Tarja Turunen.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
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O cantor Francisco José morreu há 38 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
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El-Rei D. João V morreu há 276 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: D. João V, dinastia de Bragança, El-Rei, Monarquia
Gore Vidal morreu há catorze anos...
Eugene Luther Gore Vidal, nascido Eugene Louis Vidal, (Condado de Orange, 3 de outubro de 1925 - Hollywood Hills, 31 de julho de 2012) foi um romancista, dramaturgo, ensaísta, roteirista e ativista político dos Estados Unidos. O seu terceiro romance, A Cidade e o Pilar (1948), causou enorme escândalo entre os críticos e o público mais conservadores por ser um dos primeiros romances que retrataram, sem ambiguidade, a homossexualidade. Foi candidato a cargos políticos duas vezes e teve uma longa carreira como observador e crítico da vida política dos Estados Unidos.
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Biografia
Gore Vidal nasceu na Academia Militar de West Point, único filho de um pioneiro da aviação norte-americana, Eugene Luther Vidal (1895–1969), e de Nina Gore (1903–1978). Foi criado em Washington, D.C. onde seu pai trabalhou para o governo Roosevelt e o seu avô foi o senador T. P. Gore. Estudou na Universidade de Nova Hampshire.
Ingressou na literatura quando adolescente, escrevendo contos e poemas. Publicou o seu primeiro romance, Williwaw, aos 21 anos quando servia nas Forças Armadas durante a II Guerra Mundial, mas nos anos 50 passou a sofrer perseguições por parte dos conservadores liderados pelo senador McCarthy. Foi um crítico cáustico das posturas belicistas adotadas pelos dirigentes norte-americanos.
Gore Vidal foi romancista e ensaísta e residiu muitos anos em Ravello, Itália, tendo retornado para Los Angeles, Estados Unidos, quando da enfermidade e posterior morte de seu companheiro Howard Austen, em 2003. Continuou a escrever livros e artigos para periódicos do mundo inteiro.
Morreu no dia 31 de Julho de 2012 de pneumonia, em Hollywood.
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
Marcadores: Gore Vidal, homossexuais, literatura
Liszt morreu há cento e quarenta anos...
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir um música chamado Lobo...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: country, folk, I'd Love You To Want Me, Lobo, música, pop, soft rock
quinta-feira, julho 30, 2026
Saudades de Nicolau Breyner...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Hoje é dia de recordar Ângelo Araújo, uma voz do fado e canção de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 16:00 0 comentários
Marcadores: Ângelo Araújo, Coimbra, Fado de Coimbra, Feiticeira, música
Porque um Poeta recordado nunca morre...
Elegia para Mário Quintana, vivo
Antes que escape
e não adivinhe o exacto momento,
antecipo-me a Sua Ex.ª
e auguro-lhe, tarde, a vida eterna.
Já agora, continue os seus
Apontamentos de História Sobrenatural:
por porta travessa faça chegar
o Manual do Perfeito Abismo.
E fale dessa história obsessiva
do cricrilar dos grilos
(parecido com o cantarolar
dos seus vermes?)
Diga ao menos se conseguiu
encontrar Botticelli,
de quem o senhor descende:
entreajudem-se.
E, se a coisa o não embaraçar,
ilumine-nos com a enormidade
da sapiência divina.
Peça-lhe (é preciso audácia
com Deus) que assine
a sua ordem de expulsão
– e volte, gestante,
pelo túnel de outra vida.
in A Ignorância da Morte (1978) - António Osório
Postado por Pedro Luna às 12:00 0 comentários
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Hoje é preciso ouvir Paul Anka...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Canadá, Doo-Wop, jazz, música, Paul Anka, pop, swing, You Are My Destiny
Eunice Muñoz nasceu há 98 anos...
Em abril de 2021, ao comemorar 80 anos de carreira, retira-se da carreira artística com a peça A Margem do Tempo, acompanhada pela neta, Lídia Muñoz, sendo que teve de interromper durante 20 dias, por ter sido hospitalizada, devido a fadiga e fragilidade. Em outubro de 2021, foi inaugurada na Amareleja, município de Moura, a sua terra natal, a Casa de Memórias Eunice Muñoz. Em sua homenagem, o marido da sua neta, Tiago Durão, realizou o documentário Eunice ou Carta a uma Jovem Atriz, que estreou em novembro de 2021. Em janeiro de 2022, foi novamente internada, no Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, devido a um pico de tensão arterial, dificuldades respiratórias e cansaço, tendo tido alta hospitalar em março de 2022.
Morreu a 15 de abril de 2022, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, onde se encontrava internada há dois dias, tendo sido decretado luto nacional por um dia.Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
Marcadores: actriz, Eunice Muñoz
O primeiro Campeonato do Mundo de Futebol terminou há 96 anos
Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
Marcadores: Campeonato do Mundo de Futebol, futebol, Uruguai
Sweet Home Chicago...!
Postado por Pedro Luna às 09:00 0 comentários
Marcadores: blues, Buddy Guy, Chicago blues, guitarra, música, Sweet Home Chicago
Paul Anka celebra hoje oitenta e cinco anos...!
Paul Anka (Ottawa, 30 de julho de 1941) é um cantor e compositor canadiano, de origem síria, que se tornou cidadão norte-americano em 1990.
Com catorze anos, gravou "I Confess", encorajado pelos seus pais. Em 1957, Anka foi para Nova Iorque onde fez um teste para a ABC, cantando uma canção de amor que escrevera para uma babysiter, Diana Ayoub. A canção, "Diana", trouxe fama instantânea a Paul. "Diana" é uma das mais vendidas da época na história da música (no Brasil também fez sucesso a versão em português cantada por Carlos Gonzaga). Ele seguiu com quatro músicas que chegaram às top 20 de 1958, fazendo-o o maior ídolo dos adolescentes da época. Ele fez turnês no Reino Unido e depois, com Buddy Holly, na Austrália.
O seu talento foi além, escrevendo "It Doesn't Matter Anymore", um grande sucesso de Buddy Holly; o tema do Tonight Show de Johnny Carson (na época); o maior sucesso de Tom Jones, "She's A Lady"; e My Way, cantado por Elvis Presley e Frank Sinatra, entre outros. My Way era a versão para inglês da música francesa Comme d'habitude, de autoria de Claude François e Jacques Revaux.
Nos anos 60, Anka começou a atuar em filmes, assim como escrevendo músicas para eles, mais notavelmente o tema de The Longest Day. Tornou-se então um dos primeiros cantores de pop a apresentar-se nos casinos de Las Vegas.
Anos 80, Paul Anka fez dueto com Peter Cetera na canção "Hold Me Til The Morning Comes" que fez parte da banda sonora da novela Guerra dos Sexos de 1983. Paul Anka fez dueto com Julia Migenes na canção "No Way Out" que pertence a banda sonora do filme Sem Saída de 1987.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: Canadá, Doo-Wop, jazz, música, Paul Anka, pop, Put Your Head On My Shoulder, swing
David Sanborn nasceu há oitenta e um anos...


Sanborn died of complications from prostate cancer in Tarrytown, New York, west of White Plains, on May 12, 2024, at the age of 78. He was diagnosed with the disease in 2018.
On November 25, 2024, a David Sanborn Tribute Concert was held at Sony Hall in New York City. The concert was live-streamed by WBGO and hosted by Marcus Miller and Pat Prescott, and featured performances by Eric Marienthal, Bob James, Paul Shaffer, Will Lee, Kurt Elling, Randy Brecker, Alex Han and Dave Koz.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: David Sanborn, funk, Grammy, jazz, jazz fusion, More Than Friends, música, pop, Rhythm and Blues, Rock
Nicolau Breyner nasceu há 86 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: cinema, Herman José, Humor, música, Nicolau Breyner, Sr. Feliz e Sr. Contente, teatro, telenovelas, televisão

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