quarta-feira, julho 30, 2025

Paul Anka faz hoje oitenta e quatro anos

    
Paul Anka (Ottawa, 30 de julho de 1941) é um cantor e compositor canadiano, de origem síria, que se tornou cidadão norte-americano em 1990.
Enquanto criança, Paul começou a cantar, primeiramente no coral da Igreja Ortodoxa Síria Santo Elias, da sua cidade natal. Como estudante da Fisher Park High School de Ottawa, fez parte de um trio chamado Bobby Soxers

Com catorze anos, gravou "I Confess", encorajado pelos seus pais. Em 1957, Anka foi para Nova Iorque onde fez um teste para a ABC, cantando uma canção de amor que escrevera para uma babysiter, Diana Ayoub. A canção, "Diana", trouxe fama instantânea a Paul. "Diana" é uma das mais vendidas da época na história da música (no Brasil também fez sucesso a versão em português cantada por Carlos Gonzaga). Ele seguiu com quatro músicas que chegaram às top 20 de 1958, fazendo-o o maior ídolo dos adolescentes da época. Ele fez turnês no Reino Unido e depois, com Buddy Holly, na Austrália.

O seu talento foi além, escrevendo "It Doesn't Matter Anymore", um grande sucesso de Buddy Holly; o tema do Tonight Show de Johnny Carson (na época); o maior sucesso de Tom Jones, "She's A Lady"; e My Way, cantado por Elvis Presley e Frank Sinatra, entre outros. My Way era a versão para inglês da música francesa Comme d'habitude, de autoria de Claude François e Jacques Revaux.

Nos anos 60, Anka começou a atuar em filmes, assim como escrevendo músicas para eles, mais notavelmente o tema deThe Longest Day. Tornou-se então um dos primeiros cantores de pop a apresentar-se nos casinos de Las Vegas.

Anos 80, Paul Anka fez dueto com Peter Cetera na canção "Hold Me Til The Morning Comes" que fez parte da banda sonora da novela Guerra dos Sexos de 1983. Paul Anka fez dueto com Julia Migenes na canção "No Way Out" que pertence a banda sonora do filme Sem Saída de 1987.

  
 

Buddy Guy - 89 anos

        
Buddy Guy, nascido George Guy, (Lettsworth, Louisiana, 30 de julho de 1936 ) é um guitarrista e cantor norte-americano de blues e rock. Conhecido por servir de inspiração a Jimi Hendrix e outras lendas dos anos 60, Guy é considerado um importante expoente dos Chicago blues, tornado famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf. Foi considerado o 23º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
   
 

Saudades do saxofone de David Sanborn...

Guilhermina Suggia morreu há 75 anos...

Guilhermina Suggia por Augustus John
   
Guilhermina Augusta Xavier de Medin Suggia (Porto, São Nicolau, 27 de junho de 1885 - Porto, 30 de julho de 1950) foi uma violoncelista portuguesa.
  

Filha de Augusto Jorge de Medin Suggia (Lisboa, 11 de março de 1851 - Porto, 29 de março de 1932) e de sua mulher Elisa Augusta Xavier (Lisboa, 26 de novembro de 1850 - Porto, 29 de outubro de 1932).

O pai foi violoncelista no Real Teatro de São Carlos e aluno no Conservatório de Música de Lisboa. Já casado recebeu o convite para dar aulas nas escolas da Santa Casa da Misericórdia de Matosinhos. O casal foi viver para o Porto onde nasceram as duas filhas: Virgínia e 3 anos mais tarde Guilhermina. Passados cerca de 2 anos tiveram que deixar a casa da Rua Ferreira Borges, que foi demolida e foram morar para a Casa de Manhufe/Casa do Leão (ainda de pé), em Matosinhos. O pai estuda muito e Guilhermina com 2 anos já pedia para o ir ouvir e para ele tocar determinadas músicas. Neste ambiente familiar Guilhermina aos 5 anos pede-lhe para a ensinar a tocar violoncelo. O pai andava felicíssimo com as raras qualidades que ia descobrindo na filha. A sua primeira aparição pública verificou-se quando tinha sete anos de idade, em Matosinhos.

Guilhermina ao violoncelo e a sua irmã Virgínia (3 anos mais velha) ao piano, eram convidadas para atuar no seio cultural portuense. Com apenas 13 anos, Guilhermina era violoncelista principal da Orquestra do Orpheon do Porto, tocando também com o quarteto de cordas Bernardo Moreira de Sá. No verão de 1898 o já famoso violoncelista Catalão Pau Casals, abrilhantava as noites no Casino de Espinho. Moreira de Sá recomenda a Augusto Suggia que vá com a filha escutar Casals. Assim foi e, no final da atuação vão conversar com o violoncelista. Augusto fala-lhe da filha e Casals sugere que ela toque para a ouvir. Passa-lhe o seu violoncelo. Ficou de tal modo agradavelmente surpreendido que se propõe dar-lhe aulas durante esse verão, ali em Espinho. E uma vez por semana, Augusto e Guilhermina vão de comboio até Espinho.

Em 27 de março de 1901 as duas irmãs atuaram no Palácio das Necessidades em Lisboa, para a Família Real. Com 15 anos apenas, Guilhermina respondeu a uma interpelação da rainha Dona Amélia sobre qual seria o sonho da sua vida, dizendo que gostaria de aperfeiçoar os seus conhecimentos musicais no estrangeiro. Uns meses depois o Governo do Reino concedeu-lhe uma bolsa para estudar no local da sua eleição, o que possibilitou a ida, acompanhada pelo pai, para o Leipzig, Alemanha, onde iria ter aulas particulares com Julius Klengel, violoncelista da famosa Gewandhaus Orquestra dirigida por Arthur Nikisch, em novembro de 1901. A vida de pai e filha em Leipzig era extremamente difícil pois a bolsa cobria os custos com as aulas e a estadia de Guilhermina mas não de seu pai nem das despesas acessórias que iam sendo necessárias. 

Família de poucos recursos, rapidamente a situação financeira se foi degradando, com a irmã mais velha, pianista até então já conhecida, a sacrificar a sua carreira futura para sustentar irmã e pais, dando aulas particulares de piano a um grupo de alunos. Com 20 anos, Virgínia providenciava o sustento da família sendo a única que trazia proventos e que financiava todo aquele investimento na irmã. Apesar da agudização da situação financeira, o regresso de Guilhermina foi adiado sucessivamente até à sua apresentação histórica no concerto comemorativo do aniversário da orquestra Gewandhaus em Novembro de 1902. Tinha apenas 17 anos. Nunca um intérprete tão jovem havia atuado com a orquestra, muito menos como solista e menos ainda do sexo feminino. O êxito foi total e, face aos pedidos do público, o maestro pediu-lhe que repetisse o concerto na íntegra. Começava aqui o seu sucesso internacional. 

Em março de 1903 regressa à sua terra natal conquistando o público portuense num concerto em que atuou acompanhada pela sua irmã Virgínia.

A vida de Guilhermina transforma-se completamente e a partir dessa altura é acolhida nas salas de concerto pela Europa fora, na Suíça, Haia, Bremen, Amesterdão, Paris, Mogúncia, Bayreuth, Praga, Viena, Berlim, Rússia, Roménia onde o sucesso foi tão grande que o público lhe chamava “Paganina!” (referindo-se ao eterno Paganini).

Em 1906 Suggia está em Paris e toca para Casals, que havia conhecido oito anos antes em Espinho, e com quem se tinha reencontrado em Leipzig, durante as visitas do catalão ao professor Julius Klengel. Nesse mesmo ano começa a partilhar com ele a mesma casa, a Villa Molitor, sendo famosos os convívios do casal com pintores, músicos, filósofos e escritores. O romance com Pau Casals, músico famoso, encheu as páginas dos jornais. O compositor húngaro Emánuel Moór dedicou-lhes o "Concerto para dois violoncelos".

Todavia em 1913 o casal separa-se de uma forma abrupta, possivelmente por motivos passionais. Guilhermina muda-se para Londres no ano seguinte e Casals casa-se com uma cantora norte-americana.

Guilhermina vai viver para Londres tornando-se este o centro da sua atividade musical. 

Durante a sua estadia em Londres tocou com a Royal Philharmonic Society, a State Simphony Orchestra, a BBC Symphony Orchestra, a London Symphony Orchestra. Os seus recitais no Royal Albert Hall ou no Wigmore Hall motivam as melhores críticas da imprensa da época.

As entradas em palco eram descritas como imponentes e a interpretação como revelando um domínio absoluto do instrumento e a compreensão total da obra tocada. As críticas da altura referem que os aplausos são estrondosos, ressoando nas salas com assistências enfeitiçadas. Suggia é, acima de tudo, aclamada. 

Apesar de se manter ligada à capital inglesa, adquire, em 1924, uma casa no Porto, na Rua da Alegria, 894, a fim de conciliar os pais, ao mesmo tempo que declara como sua morada oficial essa casa. A 27 de agosto de 1927 casa com o médico José Casimiro Carteado Mena (10 de fevereiro de 1876 - 20 de março de 1949), de quem não teve descendência e vão morar para o nº 665 da mesma Rua da Alegria. Nos anos 30 regressa de vez à sua terra natal reforçando os laços musicais com compositores e intérpretes portugueses, tocando no Porto, em Lisboa, Aveiro, Viana do Castelo, Braga e pela mão de António Madeira em Viseu.  

No final dos anos 40 promove com Maria Adelaide de Freitas Gonçalves, diretora do Conservatório de Música do Porto, a criação da Orquestra Sinfónica do Conservatório, integrando alunos finalistas dessa escola, tendo Guilhermina sido solista no concerto de apresentação da Orquestra, a 21 de junho de 1948, no Teatro Rivoli.

Em 1949, Guilhermina, com sinais da doença fatal que a afetava, cria o Trio do Porto, constituído por ela, pelo violinista Henri Mouton e pelo violetista François Broos.

Em 31 de maio de 1950 toca pela última vez em público, num recital no Teatro Aveirense, para os sócios do Círculo de Cultura Musical de Aveiro, acompanhada ao piano por Maria Adelaide de Freitas Gonçalves.

Em Junho foi sujeita a uma cirurgia numa clínica em Londres. Na altura é acarinhada pelos amigos e fica especialmente sensibilizada pelo bilhete e flores que recebe do Rei de Inglaterra. Aceitando o seu destino, regressou ao Porto onde veio a falecer em casa na noite de 30 de julho de 1950, vitimada por cancro.

Guilhermina Suggia tinha vários violoncelos. Entre eles destacam-se os famosos Stradivarius (Cremona, 1717) e Montagnana (Cremona, 1700 - dúvidas no 3º algarismo mas supõe-se ser um zero). Por desejo testamentário foram ambos vendidos e com o fruto da sua venda foram instituídos prémios anuais aos melhores alunos de violoncelo da Royal Academy of Music de Londres e do Conservatório de Música do Porto.

A 5 de outubro de 1937 foi agraciada com o grau de Comendadora da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, uma honra raras vezes concedida a senhoras, e a 2 de fevereiro de 1944 com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo. Em 1938 foi-lhe concedida a Medalha de Ouro da cidade do Porto.


Obra

Guilhermina revolucionou o instrumento em técnica, posição e sonoridade.
Abriu as portas profissionais do violoncelo às mulheres, até então quase fechadas. De facto, o considerável gasto de energia exigido para manejar a envergadura do violoncelo, acrescido do facto de as boas maneiras da época obrigarem a colocar o instrumento de um ou outro lado do corpo obrigando a uma significativa contorção do dorso, tornavam o instrumento ainda mais inacessível às executantes femininas.(Note-se que ainda em 1930 o violoncelo era tido como um instrumento indecoroso para as mulheres, sendo então proibida a contratação de violoncelistas mulheres pela própria orquestra da BBC).

Para Suggia, o violoncelo é o mais extraordinário de todos os instrumentos, considerando-o ela o único que tem a possibilidade de suster um baixo por um longo período e a possibilidade de cantar uma melodia praticamente em qualquer registo. Porém, para que se revele a substância musical do violoncelo, é preciso que a técnica não seja estudada apenas como destreza, mas que tenda sempre para a música. "A técnica é necessária como veículo de expressão e quanto mais perfeita a técnica, mais livre fica a mente para interpretar as ideias que animaram o compositor". Guilhermina Suggia, "The Violoncello" in Music and Letters, nº 2, vol. I, Londres, abril de 1920, 106.
Em 1923 o pintor galês Augustus John haveria de deixar na tela para a posteridade um pouco da fibra e da atitude interpretativa de Guilhermina Suggia durante as suas atuações. Conforme o próprio relatou, durante as sessões no seu atelier, Suggia tocava Bach. É divino o momento que capta o pintor. Coloca-lhe, por isso, um fantástico vestido vermelho.
Suggia tocava todos os importantes concertos da época para violoncelo e orquestra – os concertos de Haydn, Elgar, Saint-Saëns, Schumann, Eugen d'Albert, Dvořák.

 

 

O Governator faz hoje 78 anos

  
Arnold Alois Schwarzenegger (Graz, 30 de julho de 1947) é um fisiculturista, ator, empresário e político austro-norte-americano, tendo servido como o 38º Governador do estado da Califórnia
Schwarzenegger iniciou o seu treino físico aos quinze anos de idade. Foi premiado com o título de Mr. Universo aos 20 e, ao longo da sua carreira, venceu o concurso Mr. Olympia num total de sete vezes. Permaneceu uma personalidade proeminente no fisiculturismo, mesmo após a sua retirada, e escreveu vários livros e inúmeros artigos sobre o desporto.
Ganhou fama internacional, tornando-se um ícone de filmes de ação de Hollywood, notável pelos papéis principais em filmes como Conan the Barbarian e The Terminator. Foi apelidado de "Carvalho Austríaco" e "Carvalho Estírio" nos seus dias de fisiculturista, de "Arnold Strong" e "Arnie" durante a sua carreira e mais recentemente como Governator - um portmanteau de palavra Governor (governador, em português) e a palavra Terminator (exterminador, em português), um de seus papéis.
Filiado no Partido Republicano, foi eleito pela primeira vez a 7 de outubro de 2003, com uma eleição intercalar especial, para substituir o então governador da Califórnia Gray Davis. Schwarzenegger foi empossado a 1 de novembro de 2003, para servir o restante do mandato de Davis. Foi reeleito a 7 de novembro de 2006, para servir num mandato completo como governador, derrotando o democrata Phil Angelides, que era o tesoureiro de Estado da Califórnia na época. 
Em maio de 2004 e 2007, foi nomeado como uma das 100 pessoas que ajudaram a moldar o mundo, pela revista Time.

Kate Bush - 67 anos


Catherine "Kate" Bush
(Bexleyheath, Inglaterra, 30 de julho de 1958) é uma cantora, compositora, música, dançarina e produtora musical performática inglesa.
   
 

O São Carlos faz hoje 232 anos

   

O Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) é a principal Casa de Ópera de Lisboa, em Portugal. Foi inaugurado a 30 de julho de 1793 pela Rainha D. Maria I para substituir o Teatro Ópera do Tejo, que foi destruído no terramoto de 1 de novembro de 1755, segundo o projeto do arquiteto José da Costa e Silva. A inauguração ocorreu com a ópera La Ballerina amante, de Domenico Cimarosa. O teatro está localizado no centro histórico de Lisboa, na zona do Chiado. No mesmo largo, em frente ao teatro, nasceu uma das mais importantes figuras da poesia portuguesa, Fernando Pessoa.
      

Saudades de Ângelo Araújo...

Sismo, com alerta de tsunami, ao largo da península de Kamtchatka...

 https://earthquake.usgs.gov/realtime/product/shakemap/us6000qw60/us/1753835434710/download/intensity.jpg

 

 M 8.7 - 126 km ESE of Petropavlovsk-Kamchatsky, Russia

Bismarck morreu há 127 anos

         
Otto Eduard Leopold von Bismarck-Schönhausen (desde 1865, conde von Bismarck-Schönhausen, desde 1871, príncipe von Bismarck-Schönhausen, e, desde 1890, duque von Lauenburg, ad personam) (Schönhausen, 1 de abril de 1815 - Friedrichsruh, Aumühle, 30 de julho de 1898), foi um nobre, diplomata e político prussiano e uma personalidade internacional de destaque do século XIX. Bismarck ficou conhecido como o Napoleão da Alemanha
Otto von Bismarck, o chanceler de ferro, foi o estadista mais importante da Alemanha do século XIX. Coube a ele lançar as bases do Segundo Império, ou 2º Reich (1871-1918), que levou os países germânicos a conhecer pela primeira vez na sua história a existência de um Estado nacional único. Para formar a unidade alemã, Bismarck desprezou os recursos do liberalismo político, preferindo a política da força.

Quando primeiro-ministro do reino da Prússia (1862-1890), unificou a Alemanha, depois de uma série de guerras, tornando-se o primeiro chanceler (1871-1890) do Império Alemão.
De início extremamente conservador, aristocrata e monárquico, Bismarck lutou contra o crescente movimento social democrata na década de 1880 ao tornar ilegais várias organizações e ao instituir, de forma pragmática, a lei de acidentes de trabalho, o reconhecimento dos sindicatos, o seguro de doença, acidente ou invalidez entre outras, convencido de que só com a ação do estado na resolução destes problemas se poderia fazer frente às novas ideias políticas. Tornou-se conhecido como o "Chanceler de Ferro" (Eiserner Kanzler).
A política de Bismarck pautou-se pelo nacionalismo e pelo militarismo. As guerras contra a Dinamarca e depois contra a França asseguraram a unificação da Alemanha em torno de um regime militarista. Alguns historiadores observam que, devido ao regime autoritário de Bismarck, a democracia alemã, na república de Weimar, falharia posteriormente, iniciando-se o regime ditatorial do Terceiro Reich.

      
 
Brasão de Otto, Príncipe de Bismarck
         

Mário Quintana nasceu há 119 anos...

(imagem daqui)

  


 

Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 - Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.
Mário Quintana fez os primeiros estudos na sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali as suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna, é considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar os seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, da sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prémio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o Prémio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.
 
A inocência lírica de Mario Quintana 
   

 

 
Monumento a Mário Quintana (à direita) e Carlos Drummond de Andrade, na Praça da Alfândega de Porto Alegre

 

 

Emergência
   
Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que estás numa cela
abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo -
para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

    
    
Mário Quintana 

Israel declarou, unilateralmente, Jerusalém como a sua capital há 45 anos...

       
A Lei de Jerusalém é o nome comum da Lei Básica: Jerusalém, Capital de Israel, aprovada pelo Knesset israelita a 30 de julho de 1980 (17 de Av de 5.740, no calendário hebraico).
A lei ratifica a "reunificação" da cidade, termo usado pelos israelitas para a anexação de facto da parte árabe da cidade (Jerusalém Oriental), em junho de 1967, por ocasião da Guerra dos Seis Dias.
A lei teve origem num projeto apresentado por Geula Cohen, cujo texto original declarava que "a integridade e unidade da grande Jerusalém (Yerushalayim rabati) em suas fronteiras após a Guerra dos Seis Dias não deve ser violada." Contudo, esta cláusula foi retirada após a primeira leitura no Knesset israelita.
Como o Knesset então rejeitou especificar limites e não usou as palavras "anexação" ou "soberania", Ian Lustick escreve que "o consenso de académicos do Direito é que esta ação não acrescentou nada à circunstância legal ou administrativa da cidade, apesar de que, especialmente nesse momento, a sua aprovação foi considerada de importância política e desencadeou uma reação de protestos vigorosos da comunidade internacional."
Segundo a Resolução 478 do Conselho de Segurança da ONU, no Capítulo VII da Carta, a lei "deve ser revogada". 
   

Ingmar Bergman morreu há dezoito anos...


Ernst Ingmar Bergman
(Uppsala, 14 de julho de 1918 - Fårö, 30 de julho de 2007) foi um diretor, escritor e produtor sueco que trabalhou em cinema, televisão, teatro e rádio. Considerado um dos cineastas mais talentosos e influentes de todos os tempos, os filmes de Bergman incluem Sommarnattens leende (1955), O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957), Persona ( 1966), Viskningar och rop (1972), Scener ur ett äktenskap (1973) e Fanny e Alexander (1982); os dois últimos existem em versões estendidas de televisão. Bergman dirigiu mais de sessenta filmes e documentários para lançamento cinematográfico e para exibições de televisão, a maioria dos quais também escreveu. Ele também dirigiu mais de 170 peças. Acabou criando uma parceria criativa com seus diretores de fotografia Gunnar Fischer e Sven Nykvist. Entre sua companhia de atores estavam Harriet e Bibi Andersson, Liv Ullmann, Gunnar Björnstrand, Erland Josephson, Ingrid Thulin e Max von Sydow. A maioria de seus filmes foi exibida na Suécia e muitos deles, de Såsom i en spegel (1961) em diante, foram filmados na ilha de Fårö.
Philip French se referiu a Bergman como "um dos maiores artistas do século XX ... ele encontrou na literatura e nas artes cénicas uma maneira de recriar e questionar a condição humana". O diretor Martin Scorsese comentou; "Se você estava vivo nos anos 50 e 60 e com uma certa idade, um adolescente a caminho de se tornar adulto, e queria fazer filmes, não vejo como não foi influenciado por Bergman. É impossível superestimar o efeito que esses filmes tiveram sobre as pessoas".
 
Carreira
Ingmar Bergman estudou na Universidade de Estocolmo, onde se interessou por teatro e, mais tarde, por cinema. Iniciou a carreira em 1941, escrevendo a peça teatral "Morte de Kasper". Em 1944, desenvolveu o primeiro argumento para o filme Hets. Realizou o primeiro filme em 1945, Kris.
Os seus trabalhos lidam geralmente com questões existenciais, como a mortalidade, a solidão e a . As suas influências literárias provêm do teatro: Henrik Ibsen e August Strindberg. Teve um romance com Liv Ullmann, com quem teve uma filha. Dirigiu a atriz em dez filmes, começando por Persona.
Talvez o melhor comentário sobre Bergman tenha partido de Jean-Luc Godard: "O cinema não é um ofício. É uma arte. Cinema não é um trabalho de equipa. O diretor está só diante de uma página em branco. Para Bergman estar só é fazer perguntas; filmar é encontrar as respostas. Nada poderia ser mais classicamente romântico" - Jean-Luc Godard, "Bergmanorama", Cahiers du cinéma, julho de 1958.
O diretor e roteirista morreu em sua casa em Fårö aos 89 anos, de forma tranquila – segundo a sua filha, Eva Bergman – e, coincidentemente, no mesmo dia em que faleceu Michelangelo Antonioni. Foi sepultado em Fårö kyrkogård,, Fårö, na Suécia.
   

Ângelo Araújo morreu há quinze anos...

Capa da Fotobiografia de Ângelo Araújo, da autoria de Manuel Marques Inácio, saída em julho de 2007
  
Dr. Ângelo Vieira Araújo, grande figura do Canto e da Música de Coimbra, que se estivesse entre nós, faria 93 anos, hoje dia 1 de janeiro de 2013. Isto de acordo com o registo oficial, pois na realidade nasceu no dia 18 de fevereiro de 1919, mas o pai, apenas o registou quase uma ano depois.
Este homem de rara sensibilidade, de carácter exemplar, médico fisiatra de reconhecidos méritos, compositor de canções de Coimbra, que ficarão célebres para sempre, deixou-nos a 30 de julho de 2010. Nascera em Carquejido, S. João da Madeira, e faleceu em Lisboa. Está sepultado na sua terra natal.
   
Permitam-me que recorde apenas algumas das suas composições:
  • FEITICEIRA (Ó meu amor, minha linda feiticeira)
  • CARTA (Esta carta será a derradeira)
  • COIMBRA DOS MEUS ENCANTOS (Ó Coimbra tens tais encantos)
  • CONTOS VELHINHOS (Contos velhinhos de amor)
  • SANTA CLARA (Santa Clara, Santa Clara)
  • MARIA SE FORES AO BAILE
  • BALADA AO CREPUSCÚLO (As ondas beijando a areia)
  • SUSPIRO D'ALMA (Suspiro que nasce da alma)
  
Quando faleceu, a imprensa escrita referia que partia uma figura incontornável da Canção e da Música de Coimbra, que marcou profundamente a década de 40 do século passado. E dizia bem!
No entanto, e por incrível que possa parecer, no ano da sua partida, saíra meses antes, o 1º Volume da ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA EM PORTUGAL NO SÉCULO XX, que o ignora totalmente. Falha irreparável e incompreensível, que o nosso amigo, e que Coimbra, não mereciam.
Ângelo Araújo, que muitos de nós bem conhecemos, que tivemos o privilégio de ser seus amigos, e aprender tanto e tanto com ele, sabe que jamais o esqueceremos!
   
   

Saudades de Nicolau Breyner...

David Sanborn nasceu há oitenta anos...

  
David William Sanborn (Tampa, Florida, July 30, 1945 – Tarrytown, New York, May 12, 2024) was an American alto saxophonist. Sanborn worked in many musical genres; his solo recordings typically blended jazz with instrumental pop and R&B. He began playing the saxophone at the age of 11 and released his first solo album, Taking Off, in 1975. He was active as a session musician, and played on numerous albums by artists including Stevie Wonder, Bruce Springsteen, Aretha Franklin, Sting, the Eagles, Rickie Lee Jones, James Brown, George Benson, Carly Simon, Elton John, Bryan Ferry and the Rolling Stones. He released more than 20 albums and won six Grammy awards. 
     
(...)   
     

Sanborn died of complications from prostate cancer in Tarrytown, New York, west of White Plains, on May 12, 2024, at the age of 78. He was diagnosed with the disease in 2018.

On November 25, 2024, a David Sanborn Tribute Concert was held at Sony Hall in New York City. The concert was live-streamed by WBGO and hosted by Marcus Miller and Pat Prescott, and featured performances by Eric Marienthal, Bob James, Paul Shaffer, Will Lee, Kurt Elling, Randy Brecker, Alex Han and Dave Koz.

      
 

terça-feira, julho 29, 2025

Música de aniversariante de hoje...!

Dª Isabel, princesa herdeira da Coroa Imperial do Brasil, nasceu há 179 anos

 
Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon
(Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 - Eu, França, 14 de novembro de 1921), popularmente conhecida como princesa Isabel, foi a última princesa imperial e regente do Império do Brasil por três ocasiões, na qualidade de herdeira de seu pai, o imperador Dom Pedro II, e da imperatriz Dona Teresa Cristina. Foi a terceira chefe de Estado e chefe de governo brasileira após sua avó Leopoldina e sua trisavó Maria I.
Foi cognominada a Redentora, pois quando regente do Império brasileiro assinou a Lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. Assim como, inclusivamente, escreveu que defendia a indemnização de ex-escravos, a reforma agrária e o sufrágio feminino.
Após o seu casamento com Gastão de Orléans, conde d'Eu (neto do último rei da França, Luís Filipe I), em 1864, ocorreu uma junção matrimonial entre a Casa de Bragança e a de Orleans, originando o nome Orleans e Bragança, que foi passado, exclusivamente, aos descendentes do casal. Também, por a mesma ter sido a última herdeira do trono imperial brasileiro, os seus descendentes - os Orleans e Bragança - seriam os herdeiros da extinta coroa imperial do Brasil.
A princesa Isabel foi também a primeira senadora do Brasil, cargo a que tinha direito como herdeira do trono a partir dos 25 anos de idade conforme a Constituição de 1824, primeira carta constitucional do Brasil. Com a morte de seu pai, em 1891, tornou-se a chefe da Casa Imperial e a primeira na linha sucessória, sendo considerada, de jure, Sua Majestade Imperial, Dona Isabel I, Imperatriz Constitucional e Defensora Perpétua do Brasil.
   
Foi bisavó do atual Duque de Bragança, D. Duarte, Chefe da Casa Real Portuguesa, cuja mãe, D. Maria Francisca de Orleães e Bragança, era neta da princesa imperial.
      
Brasão da Princesa Imperial do Brasil

 

 in Wikipédia

Robert Schumann morreu há 169 anos...


   

Robert Alexander Schumann (Zwickau, 8 de julho de 1810 - Endenich, Bona, 29 de julho de 1856) foi um músico e pianista alemão. Era casado com a também compositora Clara Schumann e é considerado um dos maiores compositores da era romântica. Schumann deixou os estudos de direito para seguir a carreira musical, como pianista virtuoso. Foi aluno do notável professor de piano Friedrich Wieck, o qual garantiu a Schumann que este poderia tornar-se o maior pianista da Europa. Mas o sonho foi interrompido por uma lesão nas mãos de Schumann, que passou a dedicar-se à carreira de compositor e crítico musical.
  
 

António Feio morreu há quinze anos...

(imagem daqui)

António Jorge Peres Feio (Lourenço Marques, 6 de dezembro de 1954 - Lisboa, 29 de julho de 2010) foi um ator, encenador e dobrador português.
Era filho da atriz Ester Feio. Viveu em Moçambique até aos sete anos, idade com que veio para Lisboa com a família. Aos 11 estreou-se no teatro, com a peça de Miguel Torga, O Mar, dirigida por Carlos Avilez, no Teatro Experimental de Cascais. A essa experiência no teatro segue-se a televisão e o cinema, participando ainda em folhetins na rádio e campanhas publicitárias quando era mais jovem. Em 1969, já ator profissional na companhia Laura Alves, volta a Moçambique, em digressão com a peça Comprador de Horas.
Decide retirar-se dos palcos no início da década de 70, tendo trabalhado como desenhador num atelier de arquitetos. Porém, em 1974, após o 25 de abril, decide voltar ao Teatro Experimental de Cascais, de onde sairá logo a seguir, para formar, com Fernando Gomes, o Teatro Aquarius. Passa sucessivamente para a Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira e para o Teatro Popular-Companhia Nacional I (sob a direção de Ribeirinho), Casa da Comédia e Teatro Aberto.
Casou com a jornalista Lurdes Feio, de quem teve duas filhas: Bárbara Gonzalez Feio e Kiki (Catarina) Gonzalez Feio. Mais tarde, fruto da relação de 18 anos que teve com a atriz Cláudia Cadima, nasceram também Sara Cadima Feio e Filipe Cadima Feio.
Começa a encenar com o espetáculo Pequeno Rebanho Não Desesperes de Christian Giudicelli, na Casa da Comédia. Segue-se Vincent de Leonard Nimoy, no Teatro Nacional D. Maria II e O Verdadeiro Oeste de Sam Shepard, no Auditório Carlos Paredes. Faz, como ator, Inox-Take 5 (1993) com José Pedro Gomes e é o início de um trabalho em conjunto e de uma "dupla" que dura até ao fim da sua vida. Começa a dirigir cursos de formação de atores no Centro Cultural de Benfica e forma com vários alunos alguns grupos, O Esquerda Baixa e o Pano de Ferro, e com eles faz alguns espetáculos. Seguem-se muitas outras encenações sendo as mais importantes: A Partilha de Miguel Falabela e O que diz Molero de Dinis Machado (Teatro Nacional D. Maria II); Perdidos em Yonkers de Neil Simon e Duas Semanas com o Presidente de Mary Morris (CCB e Teatro Nacional S. João); Conversa da Treta de José Fanha (Auditório Carlos Paredes); O Aleijadinho do Corvo de Martin McDonagh (Visões Úteis/ Teatro Rivoli); Arte de Yasmina Reza (Teatro Nacional S. João); Bom Dia Benjamim de Nuno Artur Silva, Luís Miguel Viterbo e Rui Cardoso Martins (CCB e Expo98); Portugal Uma Comédia Musical de Nuno Artur Silva e Nuno Costa Santos (Teatro São Luiz); Popcorn de Ben Elton ao lado de Helena Laureano, Deixa-me Rir de Alistair Beaton, Jantar de Idiotas e O Chato de Francis Veber (Teatro Villaret).
Para além do teatro fez televisão popularizando-se em séries como Conversa da Treta ou programas como 1, 2, 3. Em 2001, juntamente com Rui Paulo, apresentou o programa televisivo Mulher Não Entra; algum cinema (com Alfredo Tropa, Eduardo Geada, Luís Filipe Costa e Fernando Fragata), traduções e muitas dobragens (Kenai e Koda, Garfield, Dia de Surf). Mantinha-se na rádio com uma crónica humorística na TSF.
A 26 de março de 2010 o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva agraciou-o como comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
    
Morte   
Acabou por falecer, no dia 29 de julho de 2010, às 23.40 horas, na unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz, vítima de um cancro no pâncreas, contra o qual lutava há largos meses.

 

Notícia sobre as termas da ilha Graciosa

Termas da ilha Graciosa querem ser primeiras do mundo a funcionar com três águas

As Termas do Carapacho, na ilha Graciosa, nos Açores, que reabriram ao público, vão continuar a receber obras para que possam ser as primeiras do mundo a funcionar com três águas distintas, revelou a concessionária.

 

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A exploração do complexo termal foi concedida em fevereiro pelo Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) à empresa Verde Similar Termas.

A empresa realizou obras de 400 mil euros e reabriu hoje o espaço, com instalações de saúde e bem-estar e um restaurante/bar.

Segundo Luísa Pereira, sócia-gerente da concessionária, as obras vão continuar por duas fases, a próxima das quais deverá começar em outubro e acabar em fevereiro de 2026, incluirá a criação de uma piscina lúdica com água ferruginosa e uma área de talassoterapia (uso de água do mar para terapia).

A nascente tradicional do Carapacho será mantida “para a valência da saúde e, pelo seu reconhecimento histórico e empírico, para a reabilitação física”, disse.

Deste modo, a responsável adiantou à agência Lusa que será criada uma oferta única a nível mundial.

“Há alguns balneários [termais] em termos mundiais, que utilizam duas águas e que têm várias águas em oferta. O que acontece aqui? A particularidade do balneário do Carapacho é que nós temos uma valência termal diferente da tradicional, que é a da talassoterapia, que constitui a utilização de água do mar também para tratamento”, disse Luísa Pereira.

E prosseguiu: “Ora, isso aliado à nascente tradicional e à nascente ferruginosa, portanto, a água ferruginosa, essas captações permitirão que esse balneário funcione com três águas distintas e que seja um balneário único no mundo em funcionamento, com estas características de água”.

A ambição da concessionária é fazer da estância termal da ilha Graciosa uma referência “não só do arquipélago, mas do país, da Europa e do mundo”.

“Porque nós consideramos que o termalismo regional tem um potencial extraordinário. (…) Há ainda um caminho a ser feito, mas o caminho faz-se andando e vamos encontrar, certamente, ao longo dos anos, mais e mais por onde explorar, porque o termalismo é um dos setores mais transversais a diversas atividades, ao turismo, à saúde, ao lazer. E, portanto, temos muito, muito por onde explorar e esse pode ser um dos maiores setores desta região”, afirmou.

Após a segunda fase das obras, a empresa pretende executar uma terceira que inclui a criação da valência de balneoterapia termal exterior, com água da nascente tradicional.

O investimento total, a realizar três anos, será superior a 1,5 milhões de euros, adiantou a sócia-gerente da empresa que também explora as termas das Caldeiras, no concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.

Com a reabertura das Termas do Carapacho foram criados nove postos de trabalho diretos.

“Hoje, nós celebramos não só a reabertura das termas, mas também o compromisso com a valorização daquilo que é o nosso património natural e cultural”, disse.

Para Luísa Pereira, o complexo termal é “um dos maiores ativos da região em termos turísticos e também de saúde”.

As Termas do Carapacho, situadas na freguesia da Luz, na ilha Graciosa, são conhecidas pelas suas águas desde 1750.

As águas termais são especialmente indicadas “na prevenção e tratamento de patologias do foro reumatológico, sendo utilizada em serviços termais num conceito de saúde, lazer e bem-estar”, segundo o portal VisitAzores.

Em fevereiro deste ano, o executivo açoriano revelou que adjudicou “a concessão de exploração do recurso hidromineral e geotérmico do Carapacho e do direito de utilização do edifício das Termas do Carapacho à proposta apresentada pela Verde Similar Termas”.

O caderno de encargos fixa um prazo de concessão de 20 anos que poderá ser prorrogado por “cinco anos até ao limite de 30 anos, desde que o concessionário cumpra as obrigações legais”.

 

in Açoriano Oriental 

Porque nada é permanente - exceto a Poesia...

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(imagem daqui)



Temporários

 

Casas temporárias para os vivos
Temporária a tenda para o casamento
Temporário o transporte
para a última viagem
Temporário o chão
que pisamos.

 
 
 
Eunice de Souza 

Geddy Lee, o baixista, vocalista e teclista dos Rush, comemora hoje 72 anos

        
Gary Lee Weinrib (Toronto, 29 de julho de 1953) é um músico canadiano, baixista, vocalista e teclista da banda canadiana de rock progressivo Rush.