domingo, março 02, 2025
Jon Bon Jovi celebra hoje sessenta e três anos
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: Bon Jovi, country rock, glam metal, hard rock, Jon Bon Jovi, Livin' on a Prayer, música
sábado, março 01, 2025
Música adequada à data...
Balada do Estudante - Adriano Correia de Oliveira
Capa negra rosa negra
Rosa negra sem roseira
Capa negra rosa negra
Rosa negra sem roseira
Abre-te bem nos meus ombros
Como ao vento uma bandeira
Abre-te bem nos meus ombros
Como o vento na bandeira
Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar
Quem canta por conta sua
Canta sempre com razão
Quem canta por conta sua
Canta sempre com razão
Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinol na prisão
Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinol na prisão
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Adriano Correia de Oliveira, Balada do Estudante, Capa Negra Rosa Negra, Coimbra, Fado de Coimbra, Universidade de Coimbra
Hoje é dia de ouvir um piano tocar Chopin...
Postado por Pedro Luna às 21:50 0 comentários
Marcadores: Chopin, Fantaisie-Impromptu, França, Frédéric Chopin, piano, Polónia, romantismo
Entretanto, na Amazónia, a Geologia e erros humanos fazem das suas...
Abrem-se crateras gigantes que ameaçam cidade da Amazónia brasileira
Buriticupu,
no estado do Maranhão, vive um fenómeno geológico extremo de erosão,
relacionado com chuva intensa, intensa desflorestação e mau planeamento
de obras.
Vários edifícios foram já destruídos, refere o decreto. As crateras que se abriram recentemente representam uma escalada de um problema que os moradores de Buriticupu têm enfrentado nos últimos 30 anos.
Antónia dos Anjos, que mora em Buriticupu há 22 anos, teme que mais buracos apareçam em breve. "Tem esse perigo bem na nossa frente, e ninguém sabe onde esse buraco está se abrindo por baixo", disse a senhora de 65 anos.
Postado por Fernando Martins às 18:40 0 comentários
Marcadores: Amazónia, Brasil, Buriticupu, erosão, voçoroca
Música para recordar Lucio Dala...
Postado por Pedro Luna às 13:00 0 comentários
Marcadores: cantautor, Caruso, Itália, Lucio Dalla
Saudades de Alberto Ribeiro...
Postado por Pedro Luna às 10:50 0 comentários
Marcadores: actor, Alberto Ribeiro, Coimbra, música
Camilo Pessanha morreu há 99 anos...
Tirou o curso de Direito em Coimbra. Procurador Régio em Mirandela (1892), advogado em Óbidos, em 1894, transfere-se para Macau, onde, durante três anos, foi professor de Filosofia Elementar no Liceu de Macau, deixando de lecionar por ter sido nomeado, em 1900, conservador do registo predial em Macau e depois juiz de comarca. Entre 1894 e 1915 voltou a Portugal algumas vezes, para tratamento de saúde, tendo, numa delas, sido apresentado a Fernando Pessoa que era, como Mário de Sá-Carneiro, apreciador da sua poesia.
Publicou poemas em várias revistas e jornais, mas o seu único livro, Clepsidra (1920), foi publicado sem a sua participação (pois encontrava-se em Macau) por Ana de Castro Osório, a partir de autógrafos e recortes de jornais. Graças a essa iniciativa, os versos de Pessanha foram salvos do esquecimento. Posteriormente, o filho de Ana de Castro Osório, João de Castro Osório, ampliou a Clepsidra original, acrescentando-lhe poemas que foram encontrados. Essas edições foram publicadas em 1945, 1954 e 1969.
Apesar da pequena dimensão da sua obra, é considerado um dos poetas mais importantes da língua portuguesa. Camilo Pessanha morreu no dia 1 de março de 1926 em Macau, devido ao uso excessivo de ópio.
Características estéticas
Além das características simbolistas que sua obra assume, já bem conhecidas, Camilo Pessanha antecipa alguns princípios de tendências modernistas.
Camilo Pessanha buscou em Charles Baudelaire, proto-simbolista francês, o termo “Clepsidra”, que elegeu como título do seu único livro de poemas, praticando uma poética da sugestão como proposta por Mallarmé, evitando nomear um objeto direta e imediatamente.
Por outro lado, segundo o pesquisador da Universidade do Porto Luís Adriano Carlos, o seu chamado "metaforismo" entraria no mesmo rol estético do imagismo, do inteseccionismo e do surrealismo, buscando as relações analógicas entre significante e significado por intermédio da clivagem dinâmica dos dois planos.
Junto de sua fragmentação sintática, que segundo a pesquisadora da Universidade do Minho Maria do Carmo Pinheiro Mendes substitui um mundo ordenado segundo leis universalmente reconhecidas por um mundo fundado sobre a ambiguidade, a transitoriedade e a fragmentação, podemos encontrar na obra de Camilo Pessanha, de acordo com os dois autores citados, duas características que costumam ser mais relacionadas à poesia moderna que ao Simbolismo mais convencional.
Olvido
Desce por fim sobre o meu coração
O olvido. Irrevocável. Absoluto.
Envolve-o grave como véu de luto.
Podes, corpo, ir dormir no teu caixão.
A fronte já sem rugas, distendidas
As feições, na imortal serenidade,
Dorme enfim sem desejo e sem saudade
Das coisas não logradas ou perdidas.
O barro que em quimera modelaste
Quebrou-se-te nas mãos. Viça uma flor...
Pões-lhe o dedo, ei-la murcha sobre a haste...
Ias andar, sempre fugia o chão,
Até que desvairavas, do terror.
Corria-te um suor, de inquietação...
Camilo Pessanha
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: Camilo Pessanha, modernismo, poesia, Simbolismo
Harry Belafonte nasceu há 98 anos...
Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Day-O, Day-O (The Banana Boat Song), Harry Belafonte, música, The Banana Boat Song
Roger Daltrey faz hoje oitenta e um anos
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: cinema, hard rock, música, pop rock, Rock, Roger Daltrey, teatro, The Who, Won't get fooled again
Gabriele d’Annunzio morreu há oitenta e sete anos...
Gabriele D'Annunzio era de origem dálmata. Nasceu em Pescara, região dos Abruzos, filho de um rico proprietário de terras cujo nome era originalmente Francesco Rapagnetta, ao qual legalmente adicionou D'Annunzio. O seu talento precoce foi logo reconhecido, e foi enviado à escola no Liceo Cicognini em Prato, Toscana.
Em 1883 D'Annunzio casou-se com Maria Hardouin di Gallese e teve três filhos, mas o casamento acabou em 1891. Em 1894 começou um célebre caso de amor com a famosa atriz Eleonora Duse. Conseguiu papéis importantes para ela nas suas peças, tais como La Città morta ("A cidade morta") (1898) e Francesca da Rimini (1901), mas o tempestuoso relacionamento terminou em 1910.
Em 1897 D'Annunzio foi eleito para a Câmara dos Deputados para um mandato de três anos, onde atuou como independente de esquerda. Por volta de 1910 o seu estilo de vida dispendioso forçou-o a contrair dívidas e fugiu para a França, para escapar aos credores. Lá colaborou com o compositor Claude Debussy numa peça musical Le martyre de Saint Sébastien ("O martírio de São Sebastião"), 1911, escrito para Ida Rubinstein.
Depois do início Primeira Guerra Mundial, D'Annunzio retornou à Itália e fez discursos públicos a favor da adesão de Itália aos Aliados. Apresentou-se como voluntário, alcançou celebridade como piloto de caça, e perdeu a visão de um olho num acidente aéreo. Em fevereiro de 1918, tomou parte num ataque, militarmente irrelevante, ao porto de Bukar, hoje na Croácia (conhecido na Itália como La beffa di Buccari), ajudando assim a levantar o ânimo do público italiano, ainda abatido pelo desastre de Caporetto, hoje Kobarid, na Eslovénia. Em 9 de agosto de 1918, como comandante do 87º esquadrão de caça La Serenissima, organizou um dos grandes feitos da guerra, liderando 9 aviões em um voo de 700 milhas para lançar panfletos de propaganda sobre Viena. A guerra reforçou seu nacionalismo e o irredentismo italiano, e pregou ardorosamente para que a Itália assumisse um papel, ao lado de seus Aliados, como uma potência europeia.
Animado com a proposta de que a Itália assumisse o controle da cidade de Fiume (hoje Rijeka na Croácia) na Conferência de Paz de Paris, em 12 de setembro de 1919, liderou um exército nacionalista voluntário de 2.000 italianos e tomou a cidade, forçando a retirada das tropas aliadas americanas, britânicas e francesas que a ocupavam. O objetivo era forçar a Itália a anexar Fiume, mas, em vez disso, o governo italiano iniciou um bloqueio, exigindo a rendição dos golpistas.
D'Annunzio então declarou Fiume um Estado independente, a Regência Italiana de Carnaro com uma constituição "social", D’Annunzio proclamando-se "Duce" (caudilho). Tentou organizar uma alternativa para a Liga das Nações para nações oprimidas selecionadas no mundo (tal como os italianos de Fiume), e começou a fazer alianças com vários grupos separatistas nos Balcãs (especialmente grupos de italianos, e também alguns grupos eslavos, embora sem muito sucesso). D'Annunzio ignorou o Tratado de Rapallo e declarou guerra à Itália. Finalmente, em 25 de dezembro de 1920, depois de um bombardeamento da cidade pela marinha italiana, ele e suas tropas renderam-se.
Depois do incidente de Fiume, D'Annunzio retirou-se para a sua casa no lago de Garda e passou os seus últimos anos escrevendo e fazendo campanhas. Embora tenha tido uma forte influência na ideologia de Benito Mussolini, nunca se envolveu diretamente com a política do governo fascista na Itália.
Em 1937 foi eleito presidente da Academia Real Italiana. D'Annunzio morreu, de um acidente vascular cerebral, na sua casa, a 1 de março de 1938. Benito Mussolini deu-lhe funeral de Estado.
Pode encontrar-se colaboração literária da sua autoria na revista Atlantida (1915-1920).
D’Annunzio é considerado, um pouco indevidamente, um precursor dos ideais e técnicas do fascismo italiano. Seu ideário nasceu em Fiume (hoje Rijeka na Croácia) quando escreveu junto a Alceste de Ambris sua constituição (Carta del Carnaro). De Ambris se encarregou da parte legal enquanto que D’Annunzio contribuiu com suas habilidades como poeta. A constituição estabelecia um estado corporativista, com nove corporações para representar diferentes setores da economia (empregados, trabalhadores, profissionais), bem como uma "décima" (invento de D’Annunzio), representação dos "humanos superiores" (heróis, poetas, profetas, super-homens). A constituição declarava também que a música era o princípio fundamental do Estado.
Benito Mussolini imitou apenas alguns aspetos externos de D’Annunzio: o seu método de governo em Fiume, a economia do estado corporativo, grandes e emotivos rituais nacionalistas, a saudação romana. Contudo, D'Annunzio nunca proclamou respostas brutais e uma forte repressão contra a dissidência política interna ; também, a formula corporativa na Carta del Carnaro está internamente conectada com artigos de inspiração absolutamente socialistas.
Houve mulheres serenas,
de olhos claros, infinitas
no seu silêncio,
como largas planícies
onde um rio ondeia;
houve mulheres alumiadas
de ouro, émulas do Estio
e do incêndio,
semelhantes a searas
luxuriantes
que a foice não tocou
nem o fogo devora,
sequer o dos astros sob um céu
inclemente;
houve mulheres tão frágeis
que uma só palavra
as tornava escravas,
como no bojo de uma taça
emborcada
se aprisiona uma abelha;
outras houve, de mãos incolores,
que todo o excesso extinguiam
sem rumor;
outras, de mãos subtis
e ágeis, cujo lento
passatempo
era o de insinuar-se entre as veias,
dividindo-as em fios de meada
e tingindo-as de azul marinho;
outras, pálidas, cansadas,
devastadas pelos beijos,
mas reacendendo-se de amor
até à medula,
com o rosto em chamas
entre os cabelos oculto,
as narinas como
asas inquietas,
os lábios como
palavras de festa,
as pálpebras como
violetas.
E houve outras ainda.
E maravilhosamente
eu as conheci.
Gabriele d’Annunzio
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
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Universidade de Coimbra - 735 anos...!

A Universidade de Coimbra (UC) celebra no sábado, 1 de março, o seu 735.º aniversário. A data é assinalada com a cerimónia solene do Dia da Universidade de Coimbra, que decorre na Sala dos Capelos, a partir das 14.30, e inclui a entrega do Prémio UC ao humorista e apresentador de televisão Herman José.
A sessão solene – transmitida em www.uc.pt/emdireto – vai contar com as intervenções do Presidente do Conselho Geral [em exercício até à tomada de posse dos membros cooptados e eleição do Presidente para o mandato 2024-2028], Carlos Henggeler Antunes; do Coordenador da Comissão de Trabalhadores da UC, António Trindade; da Diretora do Santander Universidades Portugal, Inês Gouveia; do laureado com o Prémio UC 2025 (com o patrocínio da Fundação Santander Portugal), Herman José; e do Reitor da UC, Amílcar Falcão. A apresentação do vencedor do Prémio UC será feita por Manuel Portela, Professor da Faculdade de Letras e Diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
Na cerimónia, que contempla os tradicionais momentos de entrega das cartas doutorais aos novos Doutores e de homenagem aos novos jubilados e aposentados, também será prestado tributo aos novos Professores Eméritos da Universidade de Coimbra, título instituído para distinguir docentes e investigadores, pela ação e prestígio no campo académico e/ou científico e pela contribuição para a projeção nacional e internacional da UC. Vão receber medalha e diploma 11 Professores Eméritos: da Faculdade de Ciências e Tecnologia, António Dias de Figueiredo, Bernardete Ribeiro, Carlos Fiolhais, Christopher Brett, Domingos Xavier Viegas, José Dias Urbano e Teresa Vieira; da Faculdade de Economia, Carlos Fortuna; e da Faculdade de Letras, Maria de Fátima Silva, Maria Luísa Portocarrero e Lúcio Cunha.
O programa comemorativo do Dia da UC – que se inicia, pelas 10.00, no Pátio das Escolas, com uma atividade de team building (criação de um logotipo humano, comemorativo dos 735 anos da instituição) – inclui ainda, pelas 17.30, na Sala do Exame Privado, a inauguração de um busto do rei D. Dinis e de uma exposição relativa ao processo de reconstituição do rosto do monarca. O busto retrata o rosto revelado em janeiro, após um longo projeto multidisciplinar de reconstituição da imagem do rei (fundador da Universidade de Coimbra), sob coordenação científica de Eugénia Cunha, docente e investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC.
Por fim, pelas 21.30, a Orquestra Académica da Universidade de Coimbra sobe ao palco do Teatro Académico de Gil Vicente, para interpretar o concerto de abertura da XXVII Semana Cultural da UC, Poesis et Symphonia.
in Notícias UC
Postado por Fernando Martins às 07:35 0 comentários
Marcadores: Herman José, Universidade de Coimbra
Free at last...! - Estaline teve um AVC há 72 anos
Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
Marcadores: antissemitismo, AVC, comunistas, ditadores, Estaline
O treinador Carlos Queiroz celebra hoje setenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
Marcadores: campeão do mundo, Carlos Queiroz, futebol, treinador
Um terramoto arrasou Agadir há 65 anos...
Dans les heures qui ont suivi le séisme, les marins de la base aéronavale française voisine sont venus porter secours aux survivants (environ 30 000). La proximité de cette base qui n'avait pratiquement pas subi de dégâts, l'arrivée rapide de l'escadre française de Méditerranée ainsi que d'une escadre néerlandaise, permirent la mise en place rapide des secours aux rescapés. Deux jours plus tard, la ville fut évacuée pour éviter la propagation de maladies. Les recherches continuèrent pendant un certain temps, notamment pour identifier les corps, mais il est resté une grande incertitude quant au bilan humain du désastre.
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
Marcadores: Agadir, Marrocos, sismo, sismo de Agadir de 1960, sismologia
Cheb Khaled nasceu há 65 anos...!
No Brasil, Khaled fez sucesso no final dos anos 90, com a sua canção El Arbi, gravada em 1991. Em 2000, a canção chegou a ficar 5 semanas no topo das paradas, tornando El Arbi a música árabe mais tocada no Brasil. O sucesso de Khaled no Brasil chegou a ser vinculado também aos árabes-brasileiros, que são muitos no país. Também é um dos três cantores que interpretam a música Abdul Qadir, uma homenagem ao líder político Abd El-Kader, considerada um hino na Argélia. No verão de 2012, ele gravou e lançou o álbum C'est la vie, cujos 9 títulos são produzidos pela RedOne, incluindo a música de mesmo nome.
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
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Nik Kershaw - 67 anos
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir Pink Floyd...
Postado por Pedro Luna às 05:20 0 comentários
Marcadores: música, Pink Floyd, Rock Progressivo, The Dark Side of the Moon, The Great Gig in the Sky
Juan Bautista Comes nasceu há 457 anos
Postado por Fernando Martins às 04:57 0 comentários
Marcadores: Espanha, Juan Bautista Comes, música, música barroca, O Pretiosum
Thomas Campion morreu há 405 anos...
Tornou-se teórico, poeta e músico diletante. Foi o mais prolífico dos compositores para alaúde, com mais de cem obras em seu nome, cujas letras eram literariamente excecionais. Formou-se em Cambridge, estudou Direito em Gray's Inn e Medicina em Caen, mas optou por atividades sociais e culturais. Escreveu masques, poemas e cinco livros de canções - alguns publicados por conta própria com amigos - e foi muito requisitado para escrever texto e música para entretenimento na corte do rei Jaime I.
Postado por Fernando Martins às 04:05 0 comentários
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Rossini nasceu há duzentos e trinta e três anos
Gioachino Antonio Rossini (Pésaro, 29 de fevereiro de 1792 - Passy, Paris, 13 de novembro de 1868) foi um compositor erudito italiano, muito popular no seu tempo, que criou 39 óperas, assim como diversos trabalhos para música sacra e música de câmara. Entre os seus trabalhos mais conhecidos estão Il barbiere di Siviglia ("O Barbeiro de Sevilha"), La Cenerentola ("A Cinderela") e Guillaume Tell ("Guilherme Tell").
Postado por Fernando Martins às 02:33 0 comentários
Marcadores: França, Guilherme Tell, Guillaume Tell, Itália, música, Ópera, Rossini
Chopin nasceu há 215 anos
Postado por Fernando Martins às 02:15 0 comentários
Marcadores: Chopin, França, Frédéric Chopin, Nocturne, piano, Polónia, romantismo
Alberto Osório de Castro nasceu há 157 anos...
Nascido em Coimbra, a 1 de março de 1868, Alberto Osório de Castro era filho de João Baptista de Castro (1845-1920), um reputado bibliófilo, notário e magistrado, natural de Eucísia (Alfândega da Fé), e de Mariana Adelaide Osório de Castro Cabral de Albuquerque Moor Quintins, natural de São Jorge de Arroios (Lisboa). Sobre o seu pai, sabe-se ainda que publicou um livro sobre "Questões Jurídicas" (1868) durante a sua estadia universitária em Coimbra, quando este era companheiro de casa de Teófilo Braga, e que viria em 1911 a julgar e aprovar o pedido de Carolina Beatriz Ângelo para ser incluída nas listas de recenseamento eleitoral. Alberto era também irmão da escritora, jornalista e ativista republicana e feminista, Ana de Castro Osório.
Aos 21 anos formou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi juiz nas antigas províncias ultramarinas portuguesas, exercendo em diferentes cidades das antigas colónias portuguesas, passando por Angola, Timor e Índia. Nesta ultima, criaria a publicação O Oriente Português, com Alves Roçadas, chefe de estado-maior das forças estacionadas na então colónia portuguesa do Índico.
Após regressar a Portugal, exerceu as funções de juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça e foi presidente do Conselho Superior de Administração Pública, sendo ainda Ministro da Justiça no governo de Sidónio Pais.
Nas letras, esteve ligado ao nascimento da revista Boémia Nova, com o poeta António Nobre, e Os Insubmissos, ao lado de Eugénio de Castro e Alberto de Oliveira, para além do jornal Novo Tempo, onde publicou os primeiros poemas do seu amigo fraterno Camilo Pessanha. Colaborou, com os modernistas, na revista Centauro (1916) de Luís de Montalvor, e, mais tarde, na Seara Nova, assim como e na Litoral de Carlos Queirós.
Viria a estrear-se na poesia com a obra "Exiladas", em 1895, seguindo-se "A Cinza dos Myrtos" (1906), "Flores de Coral" (1908), que se tornaria no primeiro livro a ser publicado pela Imprensa Nacional de Díli, na ilha de Timor, dedicado ao jornalista e escritor Fialho de Almeida, "O Sinal da Sombra" (1923), e "A Ilha Verde e Vermelha de Timor" (1943).
Alberto Osório de Castro colaborou ainda na II série da revista Alma Nova (1915-1918), começada a editar em Faro, em 1914, na revista A illustração portugueza (1884-1890), bem como no jornal humorístico A comedia portugueza, fundado em 1888.
Deixou inúmeros poemas inéditos, dentre os quais o livro "Cristais de Neve", e ainda um volume botânico de nome "Plantas Úteis da Ilha de Timor".
O seu estilo é descrito como estando situado entre os movimentos do decadentismo e simbolismo, evoluindo posteriormente para um formalismo de sabor parnasiano.
Além da poesia, dedicou-se aos estudos da antropologia, etnologia e botânica.
Politicamente, foi membro do Partido Centrista Republicano e presidente da Direção do Centro/Grémio Centrista de Lisboa.
Fez parte da Maçonaria, tendo sido iniciado, em 1892, na Loja Simpatia do Grande Oriente Lusitano Unido, tendo transitado para diferentes lojas.
Em 1950, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou o poeta, dando o seu nome a uma rua na zona de Alvalade.
in Wikipédia
Crisantemas
Tão longe do Fúsi-no-Yama,
No nosso outono, as exiladas
Crisantemas da terra em chama,
Florescem em tardes geladas.
Do seu canto natal de flama
Ainda mal desacostumadas,
Florescem em tardes geladas,
Tão longe do Fúsi-no-Yama!
E uma noite negra de lama,
As que viam noites doiradas,
Caem nas charcas, desfolhadas...
Longe de tudo o que se chama,
Tão longe do Fúsi-no-Yama!
Alberto Osório de Castro
Postado por Fernando Martins às 01:57 0 comentários
Marcadores: Alberto Osório de Castro, poesia









