terça-feira, julho 16, 2013

O Czar Nicolau II e os Romanov foram barbaramente assassinados há 95 anos

Nicolau II e sua família (da esquerda para a direita): Olga, Maria, Nicolau, Alexandra, Anastásia, Alexei e Tatiana

Czar Nicolau II (Nikolái Alieksándrovich Romanov) foi o último Imperador da Rússia, rei da Polónia e grão-duque da Finlândia. Nasceu no Palácio de Catarina, em Tsarskoye Selo, próximo de São Petersburgo, em 18 de maio (6 de maio no calendário juliano) de 1868. É também conhecido como São Nicolau o Portador da Paixão pela Igreja Ortodoxa Russa. Quanto ao seu título oficial, era chamado Nicolau II, Imperador e Autocrata de Todas as Rússias.
Filho do czar Alexandre III, governou desde a morte do pai, em 1 de novembro de 1894, até à sua abdicação, em 15 de março de 1917, quando renunciou em seu nome e no nome do seu herdeiro, passando o trono para o seu irmão, o grão-duque Miguel Alexandrovich Romanov. Durante o seu reinado viu a Rússia Imperial decair de um dos maiores países do mundo para um desastre económico e militar. Como Chefe de Estado, aprovou a mobilização de agosto de 1914, que marcou o primeiro passo fatal em direção à Primeira Guerra Mundial, a revolução e consequente queda da Dinastia Romanov.
O seu reinado terminou com a Revolução Russa de 1917, quando, tentando retornar do quartel-general para a capital, o seu comboio foi detido em Pskov e ele foi obrigado a abdicar. A partir daí, o czar e sua família foram aprisionados, primeiro no Palácio de Alexandre, em Tsarskoye Selo, depois na Casa do Governador em Tobolsk e finalmente na Casa Ipatiev, em Ecaterimburgo. Nicolau II, a sua mulher, o seu filho, as suas quatro filhas, o médico da família imperial, um servo pessoal, a camareira da Imperatriz e o cozinheiro da família foram executados na cave da casa pelos bolcheviques na madrugada de 16 para 17 de julho de 1918. É reconhecido que esse evento foi ordenado de Moscovo por Lenine e pelo também líder bolchevique Yakov Sverdlov. Mais tarde Nicolau II, sua mulher e seus filhos foram canonizados como mártires por grupos ligados à Igreja Ortodoxa Russa no exílio.

Um anúncio oficial apareceu na imprensa nacional dois dias após a morte do czar e sua família em Ecaterimburgo. Informava que o monarca havia sido executado por ordem do Presidium do Soviete Regional dos Urais, sob a pressão da aproximação das tropas Russas Brancas. Embora o Soviete oficial tenha esclarecido que a responsabilidade da decisão era dos superiores locais do Soviete Regional dos Urais, Leon Trotsky, no seu diário, declarou que a execução aconteceu com a autoridade de Lenine e Sverdlov. A execução realizou-se na noite de 16 para 17 de julho, sob a liderança de Yakov Yurovsky e resultou na morte de Nicolau II, da sua esposa, as suas quatro filhas, o seu filho, o seu médico pessoal Eugene Botkin, a empregada de sua mulher Anna Demidova, o cozinheiro da família Ivan Kharitonov e o criado Alexei Trupp. Nicolau foi o primeiro a morrer. Foi baleado múltiplas vezes na cabeça e no peito por Yurovsky. As últimas a morrer foram Anastásia, Tatiana, Olga e Maria, que foram golpeadas por baionetas. Elas vestiam mais de 1,3 quilos de diamantes, o que proporcionou a elas uma proteção inicial das balas e baionetas.
Em janeiro de 1998, os restos mortais escavados debaixo de uma estrada de terra, perto de Ecaterimburgo, em 1991, foram identificados como sendo de Nicolau II e sua família (excluindo uma das filhas e Alexei). As identificações feitas separadamente por cientistas russos, britânicos e americanos usando análises de DNA, concordaram e revelaram serem conclusivas. Em abril de 2008, as autoridades russas anunciaram que haviam encontrado dois esqueletos perdidos dos Romanovs perto de Ecaterimburgo e foi confirmado por testes de DNA que eles pertenciam a Alexei e a uma de suas irmãs. Em 1 de outubro de 2008, a Suprema Corte Russa determinou que o czar Nicolau II e a sua família foram vítimas de repressão política e deveriam ser reabilitados.

Canonização pela Igreja Ortodoxa e reabilitação pela Rússia
Em 1981, a família foi canonizada pela Igreja Ortodoxa Russa no estrangeiro, como Santos Mártires. Em 2000, a Igreja Ortodoxa Russa, dentro da Rússia, canonizou a família como Portadores da Paixão. De acordo com a declaração do sínodo de Moscovo, eles foram glorificados como santos pelas seguintes razões:
No último monarca Ortodoxo e membros de sua família, vemos pessoas que sinceramente aspiraram encarnar em suas vidas, os comandos do Evangelho. No sofrimento suportado pela Família Real na prisão, com humildade, paciência e submissão, e em suas mortes martirizadas em Ecaterimburgo na noite de 17 de julho de 1918, foi revelada a luz da fé de Cristo, que vence o mal.
Em 30 de setembro de 2008 a Suprema Corte da Rússia reabilitou a Família Real Russa e o Czar Nicolau II, 90 anos após sua morte. A Suprema Corte russa declarou que sua execução foi ilegal e que a família real russa foi vítima de um crime.
Encontra-se sepultado na Fortaleza de Pedro e Paulo, São Petersburgo na Rússia.

Celia Cruz, a Rainha da Salsa, morreu há dez anos

Úrsula Hilaria Celia Caridad Cruz Alfonso (Havana, 21 de outubro de 1925- Fort Lee, Nova Jersey, 16 de julho de 2003) foi uma cantora cubana.

Saiu do seu país em 1959, nunca mais regressando, em virtude da oposição ao regime de Fidel Castro. Foi para o México, onde gravou com outros artistas como Tito Puente. Do México mudou-se para Nova York, onde passou a maior parte de sua vida e morou até ao fim dela.
Foi a maior intérprete cubana, tendo recebido vinte discos de ouro e recebendo o título de "Rainha da Salsa".
Participou da novela mexicana, "El alma no tiene color" (1997), exibida no Brasil em 2001 pelo SBT com o título "A Alma não Tem Cor". Foi casada durante 41 anos, com o também cantor cubano Pedro Knight. Em 16 de julho de 2003, morreu por causa de um tumor maligno no cérebro, na sua casa em Fort Lee, Nova Jersey.
Depois de sua morte, o seu corpo, embalsamado, foi levado para Miami e Nova York, de tal maneira que todos puderam render homenagens.
O seu funeral reuniu mais de 150 mil pessoas em Miami e em Nova York. O mundo inteiro rendeu-lhe homenagens. A América Latina rendeu-se aos seus pés e a comunidade artística mundial reconhecia-a como um dos seus mais altos expoentes. O funeral em Nova York constituiu um dos maiores que essa cidade recorda, superando inclusive o de Judy Garland em 1969.
Em fevereiro de 2004, o seu último álbum, publicado depois de sua morte, ganhou um prémio póstumo dos Prémios Lo Nuestro como melhor álbum de salsa do ano. Recentemente teve uma música sua inserida no jogo Call of Duty Black Ops, na primeira fase do jogo é possível ouvir Quimbara no fundo do bar.




Reinaldo Arenas nasceu há 70 anos

(imagem daqui)

Reinaldo Arenas (Holguín, 16 de julho de 1943 - New York, 7 de dezembro de 1990) foi um escritor cubano de poesia, novelas e teatro. Era assumidamente homossexual e passou grande parte da sua vida combatendo o regime comunista e a política de Fidel Castro.
Em 1963, Arenas mudou-se para Havana, para se matricular na Escola de Planificação e, depois, na Faculdade de Letras da Universidade de Havana, onde estudou filosofia e literatura, sem completar o curso. No ano seguinte começou a trabalhar na Biblioteca Nacional José Martí.
Apesar de ter apoiado a revolução cubana nos seus primeiros anos, devido à extrema miséria em que vivia com a sua família nos anos de Fulgêncio Batista, acabou por ser vítima de censura e de repressão, tendo sido várias vezes perseguido, preso e torturado e forçado a abandonar mesmo diversos trabalhos (como conta na obra autobiográfica Antes que anoiteça), mostrando que o governo de Fidel Castro não havia trazido mais democracia à ilha.
Durante a década de 1970, tentou, por vário meios, abandonar a ilha, mas não obteve sucesso. Mais tarde, devido a uma autorização de saída de todos os homossexuais e de outras persona non grata e depois de ter mudado de nome, Arenas pôde deixar o país e passou a se estabelecer em New York, onde lhe diagnosticaram o virus da SIDA. Nessa época, escreveu "Antes que anoiteça" (no original "Antes que anochezca").
Em 1990, terminada a obra, Arenas suicidou-se com uma dose excessiva de álcool e droga. Dez anos mais tarde, em 2000, estreou a versão cinematográfica da sua autobiografia, tendo Javier Bardem no papel do escritor.


Dos patrias tengo yo: Cuba y la noche

Dos patrias tengo yo: Cuba y la noche,
sumidas ambas en un solo abismo.
Cuba o la noche (porque son lo mismo)
me otorgan siempre el mismo reproche:

'En el extranjero, de espectros fantoche,
hasta tu propio espanto es un espejismo,
rueda extraviada de un extraño coche
que se precipita en un cataclismo

donde respirar es en sí un derroche,
el sol no se enciende y sería cinismo
que el tiempo vivieras para la hermosura'.

Si ésa es la patria (la patria, la noche)
que nos han legado siglos de egoísmo,
yo otra patria espero, la de mi locura.



Reinaldo Arenas

A missão Apollo XI partiu rumo à Lua há 44 anos

A Apollo XI foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e a primeira a realizar uma alunagem, no dia 20 de julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu a meta proposta pelo Presidente John F. Kennedy, em 25 de maio de 1961, quando, perante o Congresso dos Estados Unidos, afirmou:
Cquote1.svg Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança"
Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo XI, com os seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13.32 horas UTC de 16 de julho, na ponta de um foguetão Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua.

Clara de Assis nasceu há 819 anos

A fresco de Santa Clara (Simone Martini, 13121320) na Basílica de São Francisco, Assis

Santa Clara de Assis (em italiano, Santa Chiara d'Assisi) nascida como Chiara d'Offreducci, em Assis (Itália), no dia 16 de julho de 1194, e falecida em Assis, no dia 11 de agosto de 1253, foi a fundadora do ramo feminino da ordem franciscana, a chamada Ordem de Santa Clara (ou Ordem das Clarissas).

Pertencia a uma nobre família e era dotada de grande beleza. Destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, tanto que, ao deparar-se com a pobreza evangélica vivida por São Francisco de Assis, foi tomada pela irresistível tendência religiosa de segui-lo.
Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isto foi ao encontro de São Francisco de Assis na Porciúncula e fundou o ramo feminino da Ordem Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas. Viveu na prática e no amor da mais estrita pobreza.
O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé. Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro. Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse: "Confia em Deus!". Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.
Em outra ocasião, aquando da invasão de Assis pelos sarracenos, Santa Clara apanhou o ostensório com a hóstia consagrada e enfrentou o chefe deles, dizendo que Jesus Cristo era mais forte que eles. Os agressores, tomados de repente por inexplicável pânico, fugiram. Por este milagre Santa Clara é representada segurando o Ostensório na mão.

O dia 1 do ano 1 do calendário islâmico começou há 1391 anos, com a Hégira

(imagem daqui)

O calendário islâmico ou calendário hegírico é um calendário lunar composto por doze meses de 29 ou 30 dias ao longo de um ano com 354 ou 355 dias. A contagem do tempo deste calendário começa com a Hégira - a fuga de Maomé de Meca para Medina, em 16 de julho de 622. O mês começa quando o crescente lunar aparece pela primeira vez após o pôr-do-sol. Tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar.1
Este calendário baseado no ano lunar não corresponde aos calendários do ano solar. Os meses islâmicos retrocedem a cada ano que passa em relação aos calendários baseados no ano solar, como o Calendário Gregoriano, por exemplo. Uma vez que o calendário islâmico é cerca de 11 dias mais curto que o calendário solar, os feriados muçulmanos acabam por circular por todas as estações.
O ano atual para os islâmicos é o de 1434 (15 de novembro de 2012 a 4 de novembro de 2013).

Os 12 meses do ano se alternam em durações de 29 e 30 dias. Dentro de um ciclo de 30 anos, 11 deles, os 1º, 5º, 7º, 10º, 13º, 16º, 18º, 21º, 24º, 26º e 29º, recebem um dia a mais (30 dias no último mês). São, assim, a cada 30 anos, 19 anos de 354 dias e 11 de 355 dias. O início desse calendário é tido como sexta-feira (o sétimo dia da semana islâmica), 16 de julho de 622 d.C. do Calendário Juliano, o dia da fuga Hégira de Maomé de Meca para Medina.

segunda-feira, julho 15, 2013

Samuel Rosa, vocalista dos Skank, faz hoje 47 anos

Samuel Rosa de Alvarenga (Belo Horizonte, 15 de julho de 1966) mais conhecido como Samuel Rosa é um cantor, compositor, guitarrista e violonista brasileiro. É o vocalista e guitarrista do grupo Skank. Nos Skank, é compositor das melodias da maioria das canções do grupo, como os singles Ainda Gosto Dela, Noites de um Verão Qualquer e Sutilmente. Uma de suas maiores parcerias é com Chico Amaral, músico, ex-saxofonista da banda e principal letrista nas composições. As canções escritas por Samuel Rosa têm influencias de artistas como Bob Dylan, The Beatles, Slash, Oasis e Clube da Esquina, além das bandas do rock brasileiro dos anos 80, como Ira!, Titãs, e Os Paralamas do Sucesso. É torcedor do Cruzeiro Esporte Clube.


Ian Curtis, vocalista dos Joy Division, nasceu há 57 anos

Ian Kevin Curtis (Trafford, 15 de julho de 1956 - Macclesfield, 18 de maio de 1980) foi um músico britânico. Ele foi o vocalista, letrista e guitarrista ocasional da banda de pós-punk Joy Division, a qual ajudou a formar, em 1976, na cidade de Manchester, Inglaterra.

Ian Curtis nasceu no Memorial Hospital, em Old Trafford, Manchester, em 1956, filho de Doreen Elizabeth Curtis e Kevin Curtis. Ele cresceu na área de Hurdsfield, em Macclesfield. Ainda muito jovem, Ian já demonstrava talento para a composição de músicas e poesia. Embora tenha se formado na King's School de Macclesfield aos 11 anos de idade, Ian nunca demonstrou interesse no sucesso académico, focando os seus interesses e ambições na área da indústria musical.
A sua paixão pela música levou-o a trabalhar numa loja de discos num curto período de tempo. Ian também trabalhou como funcionário público em Manchester e, mais tarde, em Macclesfield.

Ian Curtis decidiu seu destino após assistir a uma apresentação dos Sex Pistols em 1976, onde ele se convenceu de que queria estar no palco, e não no meio do público. Ian então conheceu os jovens Bernard Sumner e Peter Hook. Ian tinha visto o cartaz dos dois rapazes que estavam tentando formar uma banda e ele propôs-se a ser o vocalista e escritor das letras - e os três então firmaram o acordo.
Os três recrutaram (e rejeitaram) uma sucessão de bateristas até aceitarem Stephen Morris como o quarto membro da banda, que se chamou Warsaw por um curto período de tempo até mudar seu nome para Joy Division, em 1978, por causa de conflitos com o nome de uma outra banda: Warsaw Pact.
Diz-se que a persistência de Ian Curtis ajudou a assegurar à banda um contrato de gravação com a hoje lendária gravadora Factory Records, de Tony Wilson. Ian convenceu Tony Wilson a permitir sua banda tocar "Shadowplay" no Granada Reports - um programa regional de televisão apresentado por Tony. Após estabelecer a Factory Records com Alan Erasmus, Tony Wilson aceitou a banda no seu selo.
Durante as apresentações do Joy Division, Ian Curtis desenvolveu um estilo único de dançar, reminiscente dos ataques epiléticos dos quais sofria, algumas vezes no palco. O efeito era tal que as pessoas que estavam no público não sabiam se ele estava dançando ou tendo um ataque. Ele algumas vezes desmaiou e teve de ter atendimento médico ainda no palco, já que sua saúde sofria com a intensa rotina de apresentações dos Joy Division. A primeira crise epilética de Ian aconteceu no dia 27 de dezembro de 1978, quando a banda voltava de seu primeiro show realizado em Londres, no pub Hope and Anchor.
Muitas das canções que Ian Curtis escreveu são carregadas com imagens de dor emocional, morte, violência, alienação e degeneração urbana. Tais temas recorrentes levaram os fãs e a esposa de Ian, Deborah, a acreditar que Ian escrevia sobre sua própria vida. Ian certa vez comentou a respeito numa entrevista: "Escrevo sobre as diferentes formas que diferentes pessoas lidam com certos problemas, e como essas pessoas podem se adaptar e conviver com eles".
Ian cantava com um estranho timbre baixo-barítono, o que fazia com que sua voz parecesse pertencer a alguém muito mais velho que ele realmente era. Ele também era fascinado pela escaleta Hohner, um instrumento que foi-lhe mostrado pela esposa de Tony Wilson, Lindsey Reade, pouco tempo antes da morte de Ian. Ele utilizou o instrumento ao vivo pela primeira vez durante uma passagem de som do Leigh Rock Festival em 1979, após o que ele adquiriu uma coleção de oito desses instrumentos. A fascinação de Ian Curtis pela escaleta levaria Bernard Sumner a utilizar o instrumento tempos depois, nos New Order.
Os Joy Division, e em particular Ian Curtis, tiveram seu estilo de gravação desenvolvido pelo produtor Martin Hannett. Alguns de seus trabalhos mais inovadores foram criados no Cargo Recording Studios em 1979, um estúdio que fora desenvolvido por John Peel e seus investimentos financeiros. John Peel era um grande fã do Joy Division e de Ian Curtis.
Ian Curtis foi fortemente influenciado pelos escritores William Burroughs, J. G. Ballard e Joseph Conrad - os títulos das canções "Interzone", "Atrocity Exhibition" e "Colony" vieram dos três autores, respectivamente. Ian também foi influenciado pelos vocalistas Jim Morrison, Lou Reed, Iggy Pop e David Bowie.

A última apresentação ao vivo de Ian Curtis aconteceu no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês de sua morte. Essa apresentação incluiu a primeira e última performance da música "Ceremony" pelos Joy Division - música que foi depois usada pelos New Order. A última música que Ian Curtis executou frente ao público foi "Digital". A gravação da apresentação pode ser encontrada no álbum de compilações Still.
Os problemas pessoais de Ian Curtis, como o divórcio conturbado da sua esposa e um caso extra-conjugal com a jornalista belga Annik Honoré, poderão ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade. De acordo com o livro Touching From A Distance, Ian ingeriu uma overdose de medicamentos para epilepsia e foi parar num hospital poucos meses antes de sua morte. Acredita-se que tal overdose tenha sido um "pedido de socorro", mas Ian disse a seus companheiros de banda que não havia ingerido uma overdose. O livro conta que Bernard Sumner levou Ian a um cemitério após sua saída do hospital, para lhe mostrar onde ele poderia ter ido parar caso a overdose tivesse sido fatal.
Na noite do dia 17 de maio, dias antes do início da primeira turnê dos Joy Division nos Estados Unidos, Ian assistiu a um de seus filmes favoritos, Stroszek, de Werner Herzog, enquanto ouvia Weeping, momentos antes de se enforcar falou por telefone com Genesis P-Orridge. E nas primeiras horas da manhã do dia 18 de maio, Ian  enforcou-se na sua cozinha, utilizando uma corda que sustentava o varal de roupas, segundo se conta, ouvindo o disco The Idiot, primeiro lançamento do cantor norte-americano Iggy Pop. Os pontos de vista e as preferências de Ian Curtis continuam a gerar especulações sobre as reais razões pelas quais ele resolveu tirar a própria vida. Alguns dizem que ele simplesmente desejou morrer jovem. Mas o facto é que Ian já era conturbado em sua adolescência, com pensamentos e ideologias de contracultura, uma mente provavelmente já farta do mundo ao seu redor.
Ian Curtis foi cremado e as suas cinzas foram enterradas em Macclesfield, com uma lápide com a inscrição "Love Will Tear Us Apart" ("O Amor Vai Nos Separar"). O epitáfio, escolhido por sua esposa Deborah, é uma referência à canção mais conhecida do Joy Division.



Rembrandt nasceu há 407 anos

Google Doodle de 15.07.2013 - 407º aniversário de Rembrandt

Rembrandt Harmenszoon van Rijn (Leida, 15 de julho de 1606 - Amesterdão, 4 de outubro de 1669) foi um pintor e gravador holandês. É geralmente considerado um dos maiores nomes da história da arte europeia e o mais importante da história holandesa. É considerado, por alguns, como o maior pintor de todos os tempos. As suas contribuições para a arte surgiram num período denominado pelos historiadores de "Século de Ouro dos Países Baixos", na qual a influência política, a ciência, o comércio e a cultura holandesa — particularmente a pintura — atingiram seu ápice.
Tendo alcançado sucesso na juventude como um pintor de retratos, os seus últimos anos foram marcados por uma tragédia pessoal e dificuldades financeiras. No entanto, as suas gravuras e pinturas foram populares em toda a sua vida e sua reputação como artista manteve-se elevada e durante vinte anos ele ensinou quase todos os importantes pintores holandeses. Os maiores triunfos criativos de Rembrandt são exemplificados especialmente nos retratos de seus contemporâneos, autorretratos e ilustrações de cenas da Bíblia. Os seus autorretratos formam uma biografia singular e intimista em que o artista pesquisou a si mesmo sem vaidade e com a máxima sinceridade.
Tanto na pintura como na gravura, ele expõe um conhecimento completo da iconografia clássica, que ele moldou para se adequar às exigências da sua própria experiência; assim, a representação de uma cena bíblica era baseada no conhecimento de Rembrandt sobre o texto específico, na sua assimilação da composição clássica, e nas suas observações da população judaica de Amesterdão. Devido a sua empatia pela condição humana, ele foi chamado de "um dos grandes profetas da civilização".

A noiva judia (1667)

Há 30 anos um atentado matou oito pessoas em Orly

(imagem daqui)

The Orly Airport attack was the 15 July 1983 bombing of a Turkish Airlines check-in counter at Orly Airport in Paris, France, by the Armenian militant organization ASALA (Armenian Secret Army for the Liberation of Armenia) as part of its campaign for the recognition of and reparations for the Armenian Genocide. The explosion killed eight people and injured 55.

Attack
The bomb exploded inside a suitcase at the Turkish Airlines check-in desk in the airport's south terminal, sending flames through the crowd of passengers checking in for a flight to Istanbul. The bomb consisted of a half kilo of Semtex explosive connected to three portable gas bottles (which explained the extensive burns on the victims).
Three people were killed immediately in the blast and another five died in hospital. Four of the victims were French, two were Turkish, one was American, and one was Swedish. The death toll made the Orly bombing the bloodiest attack in France since the end of the Algerian War in 1962. The dead included a French child, and a man with dual U.S.-Greek citizenship. The dual national was identified as Anthony Peter Schultze, who was studying in Paris and came to the airport to see off his Turkish fiancée. She was out of the check-in area when the bomb exploded, and was uninjured.
ASALA claimed responsibility for the attack.
French Prime Minister Pierre Mauroy came to the airport and condemned the attack, promising to find and punish the perpetrators. Later he visited the hospital where the most seriously injured were being treated.
The Orly bombing came only five days before the second Armenian World Congress was due to open at Lausanne.

Investigation
Shortly after the Orly blast, the French police arrested 51 suspected ASALA militants. According to the police, all the arrested came to France within one year and had been under surveillance by intelligence forces. The police confiscated weapons and explosives, including pistols and submachine guns. ASALA threatened with military attacks on the French interests around the world if "the French regime continues its method of terror and terrorism against the Armenian people". A few days after the French arrest of fifty-one Armenians in connection with the Orly bombing, ASALA bombed the Air France office and the French Embassy in Tehran, and threatened more attacks.
French police detained 29-year old Varoujan Garabedian (Varadjian Garbidjian), a Syrian national of Armenian extraction, who confessed to planting the bomb at the airport. Garabedian claimed he was the head of the French branch of ASALA. At the airport, Garabedian said he had too much luggage and gave a passenger $65 to check the bag for him. The bomb was intended to explode aboard a Turkish Airways plane en route from Paris to Istanbul, but it detonated prematurely on a baggage ramp.
Garabedian confessed that the bomb was assembled at the home of an Armenian of Turkish nationality, Ohannes Semerci, in Villiers-le-Bel. In Marseilles, police later arrested another Turkish citizen of Armenian extraction, 22 years old Nayir Soner, an electronics specialist who was suspected of assembling the bomb.
French press alleged that the French Socialist government had struck a secret deal with ASALA in January 1982, in which there would be no further attacks on French soil in return for French recognition that the Turks had attempted genocide against the Armenians in 1915. Under the terms of the deal ASALA members supposedly were also granted unrestricted use of French airports, and four ASALA members charged with the takeover of the Turkish consulate in Paris, in which a security guard was killed, were given light sentences (seven years in jail). Garabedian told French investigators that the violation of the secret pact by ASALA was an accident, and that the suitcase bomb was supposed to detonate on board the Turkish airliner, not on French soil. But the Orly airport attack forced the French government to crack down on ASALA.

Trial
During an 11-day jury trial in suburban Créteil, Garabedian, defended by Jacques Vergès, denied his earlier confession. However, he was found guilty and on 3 March 1985 he was given a life sentence. Nayir Soner, accused of buying bottles of gas used to make the bomb, was given a 15-year sentence, and Ohannes Semerci, in whose apartment ammunition and dynamite were found, received a 10-year sentence. The victims were defended by Gide Loyrette Nouel: principal Jean Loyrette argued on terrorism in general and against claims of Armenian genocide; his collaborators Gilles de Poix and Christian de Thezillat argued on the attack itself, to demonstrate the guilt of the three defendants. Several Turkish scholars — Sina Aksin, Türkkaya Ataöv, Avedis Simon Hacinlyian, Hasan Köni, Mümtaz Soysal — testified for the prosecution during the trial.
In 1995, over 1 million people in Armenia signed a petition to the authorities in France calling for the release of Garabedian from prison.
In 2001, after 17 years in jail, Garabedian was released on the condition he was deported to Armenia. He was greeted by Prime Minister of Armenia Andranik Markarian, who expressed happiness at Garabedian's release.
In an interview in 2008, Garabedian explained the Orly bombing was a protest against the hanging execution of Levon Ekmekjian in Istanbul in 1982, and he planned to destroy a Turkish Airlines plane, which was to transport high-ranking representatives of the Turkish secret services, as well as Turkish generals and diplomats. Garabedian claims that as a result of the attack 10 Turks were killed and 60 were injured.

domingo, julho 14, 2013

A Tomada da Bastilha foi há 224 anos

A Tomada da Bastilha (em francês: Prise de la Bastille), também conhecida como Queda da Bastilha, foi um evento central da Revolução Francesa, ocorrido em 14 de julho de 1789. Embora a Bastilha, fortaleza medieval utilizada como prisão contivesse, à época, apenas sete prisioneiros, sua queda é tida como um dos símbolos daquela revolução, e tornou-se um ícone da República Francesa. Na França, o quatorze juillet (14 de julho) é um feriado nacional, conhecido formalmente como Fête de la Fédération ("Festa da Federação"), conhecido também como Dia da Bastilha em outros idiomas. O evento provocou uma onda de reações em toda a França, assim como na Europa, que se estendeu até a distante Rússia Imperial.

A invasão da Bastilha e a consequente Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão formaram o terceiro evento desta fase inicial da revolução. A primeira havia sido a revolta da nobreza, ao se recusar a ajudar o rei através do pagamento de impostos. A segunda havia sido a formação da Assembleia Nacional e o Juramento da Sala do Jogo da Pela.
A classe média havia formado a Guarda Nacional, ostentado rosetas tricolores, em azul, branco e vermelho, que logo se tornariam o símbolo da revolução.
Paris estava à beira da insurreição e, nas palavras de François Mignet, "intoxicada com liberdade e entusiasmo", mostrando amplo apoio à Assembleia. A imprensa publicava os debates realizados na Assembleia, e o debate político acabou se espalhando para as praças públicas e salões da capital. O Palais-Royal e seus jardins tornaram-se palco de uma reunião interminável; e a multidão ali reunida, enfurecida, decidiu arrombar as prisões da Abbaye para soltar alguns granadeiros que teriam sido presos por disparar contra o povo. A Assembleia encaminhou os guardas presos à clemência do rei, e após retornarem à prisão, acabaram por receber o perdão. As tropas, até então consideradas confiáveis pelo rei, agora passaram a tender pela causa popular.

A grande prisão do estado terminou sendo invadida porque um jornalista, Camille Desmoulins, até então desconhecido, discutiu em frente ao Palácio Real e pelas ruas dizendo que as tropas reais estavam prestes a desencadear uma repressão sangrenta sobre o povo de Paris. Todos deviam socorrer-se das armas para defender-se. A multidão, num primeiro momento, dirigiu-se aos Inválidos, o antigo hospital onde concentravam um razoável arsenal. Ali, apropriou-se de vinte e oito mil mosquetes e de alguns canhões. Correu o boato de que a pólvora porém se encontrava estocada num outro lugar, na fortaleza da Bastilha. Marcharam então para lá. A massa revoltosa era composta de soldados desmobilizados, guardas, marceneiros, sapateiros, diaristas, escultores, operários, negociantes de vinhos, chapeleiros, alfaiates e outros artesãos, o povo de Paris enfim. A fortaleza, por sua vez, defendia-se com 32 guardas suíços e 82 "inválidos" de guerra, possuindo 15 canhões, dos quais apenas três em funcionamento.
Durante o assédio, o marquês de Launay, o governador da Bastilha, ainda tentou negociar. Os guardas, no entanto, descontrolaram-se, disparando na multidão. Indignado, o povo reunido na praça em frente partiu para o assalto e dali para o massacre. O tiroteio durou aproximadamente quatro horas. O número de mortos foi incerto. Calculam que somaram 98 populares e apenas um defensor da Bastilha.
Launay teve um fim trágico. Foi decapitado e a sua cabeça espetada na ponta de uma lança desfilou pelas ruas numa celebração macabra. Os presos, soltos, arrastaram-se para fora sob o aplauso comovido da multidão postada nos arredores da fortaleza devassada. Posteriormente a massa incendiou e destruiu a Bastilha, localizada no bairro de Santo António, um dos mais populares de Paris. O episódio, verdadeiramente espetacular, teve um efeito eletrizante. Não só na França mas onde a notícia chegou provocou um efeito imediato. Todos perceberam que alguma coisa espetacular havia ocorrido. Mesmo na longínqua Königsberg (hoje Kaliningrado, na Prússia Oriental), atingida pelo eco de que o povo de Paris assaltara um dos símbolos do rei, fez com que o filósofo Immanuel Kant, exultante com o acontecimento, pela primeira vez na sua vida se atrasasse no seu passeio diário das 18 horas.
A queda da Bastilha, no 14 de julho de 1789, ainda hoje é comemorada como o principal feriado francês.

Taboo, membro dos Black Eyed Peas, faz hoje 38 anos

Taboo, nome artístico de Jaime Luis Gomez, (Boyle Heights, Los Angeles, Califórnia, 14 de julho de 1975), é um cantor e rapper norte-americano, integrante do grupo de pop rap Black Eyed Peas. Tem uma aparência mista: seu pai é mexicano e a mãe índia. Dança hip hop desde os 12 anos de idade por influência dos amigos. Teve um filho, Joshua, que nasceu em 1993. Foi o terceiro a entrar no grupo Black Eyed Peas, em 1995. Os seus hobbies são breakdance, hip hop e artes marciais.


Léo Ferré morreu há vinte anos

Léo Ferré (Mónaco, 24 de agosto de 1916 - Castellina in Chianti, Itália, 14 de julho de 1993) foi um poeta, anarquista e músico franco-monegasco. Enquanto músico foi autor, compositor e intérprete de um grande número de canções. Viveu no Mónaco, em Paris, no departamento de Lot e na Toscana, onde terminou os seus dias.

Infância
Ferré era filho de Joseph Ferré, diretor do pessoal do casino de Monte Carlo e de Marie Scotto, costureira de origem italiana. Interessou-se muito cedo pela música. Com apenas sete anos integra o coro da catedral do Mónaco e aí aprende solfejo e harmonia. Descobre a polifonia entrando em contato com as obras de Palestrina e de Tomás Luis de Victoria. Mais tarde descobre Beethoven, representando um concerto na ópera de Monte Carlo.

Caráter da sua obra
O elevado nível poético das letras das suas numerosas canções costuma reflectir um inconformismo radical, de cunho anarquista, e a qualidade da música e da interpretação situam-no nos maiores vultos da moderna canção francesa. Autor de duas grandes séries de canções sobre textos de Baudelaire e Louis Aragon, utilizou também poemas de Ronsard, Apollinaire, Arthur Rimbaud entre outros.

Literatura
Apresentam-se as obras por ano da primeira edição:
  • Poètes, vos papiers. La Table Ronde, 1956
  • La Nuit, feuilleton lyrique. La Table Ronde, 1956
  • Jean-Roger Caussimon, Seghers, 1967.
  • Il est six heures ici et midi à New York. Gufo del Tramonto, 1974
  • Je vous attends. Paul Ide Gallery, Bruxelles, 1981
  • Testament phonographe (Textes de chansons & poèmes), Monaco, La Mémoire et la mer, 1982
  • Œuvres poétiques, ilustradas por Jacques Pecnard. Editions du Grésivaudan, Grenoble, 1988 .
  • Les vieux copains. Lo Païs, Draguignan, 1990.
  • La musique souvent me prend… comme l'amour, Monaco, La Mémoire et la mer, 1999
  • Je parle à n'importe qui, collection "Les Étoiles", Monaco, La Mémoire et la mer, 2000
  • La Méthode, collection "Les Étoiles", Monaco, La Mémoire et la mer, 2000
  • La Mauvaise graine, Le Livre de poche, n° 9626, 2000
  • Les Noces de Londres, collection "Les Étoiles", Monaco, La Mémoire et la mer, 2000
  • Alma Matrix, collection "Les Étoiles", Monaco, La Mémoire et la mer, 2000
  • Marie-Jeanne, collection "Les Étoiles", Monaco, La Mémoire et la mer, 2000
  • Benoît Misère (Roman), Monaco, La Mémoire et la mer, 2001
  • Lettres non postées, collection "Les Étoiles", Monaco, La Mémoire et la mer, 2006

Música

Le chant du monde (de 1947 a 1953)
  • Chansons de Léo Ferré (274967)
  • Les Années Le Chant du Monde (CML5741091)
  • Le Temps des roses rouges (8741094)
  • De sac et de cordes (8741165)
Barclay (de 1960 a 1974)
  • Paname (076181-2)
  • Les Chansons d'Aragon cantadas por Léo Ferré (841271-2)
  • Les chansons interdites et autres (076182-2)
  • Récital à l'Alhambra et à l'A.B.C.(076183-2)
  • La Langue française (076184-2)
  • Ferré 64 (076185-2)
  • Verlaine et Rimbaud cantados por Léo Ferré (847172-2)
  • Léo Ferré 1916-19.. (076186-2)
  • Cette chanson (076187-2)
  • Léo Ferré chante Baudelaire (847171-2)
  • L'Été 68 (076188-2))
  • Bobino 69 (076189-2)
  • Les Douze Premières Chansons de Léo Ferré (076192-2)
  • Amour Anarchie (076193-2)
  • La Solitude (076196-2)
  • La Chanson du mal-aimé de Guillaume Apollinaire (847170-2)
  • Il n'y a plus rien (076197-2)
  • Seul en scène - Ferré 73 (076198-2)
  • Et... basta ! (076201-2)
  • L'Espoir (076202-2)
La mémoire et la mer (a partir de 1975)
  • Ferré muet dirige… (LMM 10001)
  • Je te donne (LMM 10002)
  • La Frime (LMM 10003)
  • La musica mi prende come l'Amore (LMM 10004)
  • Il est six heures ici… et midi à New York (LMM 10005)
  • La Violence et l'Ennui (LMM 10006)
  • Ludwig - L'Imaginaire - Le Bateau ivre (LMM 10007/08)
  • Les Loubards (Chante Jean-Roger Caussimon) (LMM 10011)
  • On n'est pas sérieux quand on a dix-sept ans (LMM 10012)
  • Les Vieux Copains (LMM 10013)
  • Une saison en enfer (LMM 10014)
  • Métamec (LMM 10015)
  • Léo Ferré 84 (Théâtre des Champs-Élysées) (LMM 10031/32/33)
  • Sur la scène... (LMM 10038/39)
  • Un chien à Montreux (Montreux 73) (LMM 10040)
  • Maudits soient-ils ! (LMM 10016/17)
  • La Mauvaise Graine (LMM 9960)
  • Léo Ferré au Théâtre libertaire de Paris (1986, 1988 et 1990) (LMM 20041/46) edição não comercial
  • Les Fleurs du mal, suite et fin (LMM 20 018)


Gustav Klimt nasceu há 151 anos

Retrato feito por Egon Schiele

Gustav Klimt (Baumgarten, Viena, 14 de julho de 1862 - Viena, 6 de fevereiro de 1918) foi um pintor simbolista austríaco.
Em 1876 estudou desenho ornamental na Escola de Artes Decorativas. Associado ao simbolismo, destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco e foi um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena, que recusava a tradição académica nas artes, e do seu jornal, Ver Sacrum. Klimt foi também membro honorário das universidades de Munique e Viena. Os seus maiores trabalhos incluem pinturas, murais, esboços e outros objetos de arte, muitos dos quais estão em exposição na Galeria da Secessão de Viena.


Woody Guthrie nasceu há 101 anos

Woodrow Wilson "Woody" Guthrie (Okemah, 14 de julho de 1912 - Nova Iorque, 3 de outubro de 1967) foi um cantor e compositor americano de folk music. O seu legado musical é composto por centenas de músicas, baladas e obras improvisadas que abrangem desde temas políticos, músicas tradicionais até canções infantis. Guthrie tocava frequentemente com sua guitarra que possui o slogan "This machine kills fascists" ("Esta máquina mata fascistas"). É talvez mais bem conhecido por sua canção "This Land Is Your Land", regularmente cantada nas escolas americanas. Muitas de suas músicas gravadas estão arquivadas na Biblioteca do Congresso, nos Estados Unidos.
Guthrie viajou com trabalhadores migrantes de Oklahoma para a Califórnia e aprendeu canções de folk e blues tradicionais. Suas canções contam suas experiências na Dust Bowl durante a Grande Depressão, fazendo com que ele ganhasse o apelido de "O trovador do Dust Bowl." Guthrie foi associado a grupos comunistas nos Estados Unidos, mas nunca foi membro do partido comunista.
Foi casado três vezes e teve oito filhos, incluindo o músico de folk Arlo Guthrie. É avô da cantora Sarah Lee Guthrie. Guthrie morreu de uma complicação neurológica degenerativa conhecida como Doença de Huntington. Apesar de sua doença, durante os seus últimos anos Guthrie serviu como uma figura a ser seguida na música folclórica, proporcionando inspiração para uma nova geração de músicos folk, incluindo as relações com o mentor Ramblin 'Jack Elliott e, em menor grau, Bob Dylan.