domingo, junho 19, 2011
O Kuwait tornou-se independente há 50 anos
Postado por Fernando Martins às 00:50 0 comentários
Marcadores: independência, Kuwait
Parabéns Garfield!
Jon - Oi, eu sou Jon Arbuckle, e esse é meu gato, Garfield.
Garfield - Oi, eu sou Garfield, sou um gato, e esse é meu cartunista, Jon.
Jon - A nossa única preocupação é divertir você.
Garfield - Comida.
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: banda desenhada, Garfield, Gatos
sábado, junho 18, 2011
Get back, Paul...
Postado por Adelaide Martins às 23:10 0 comentários
Marcadores: anos 60, concerto, Get back, música, Paul McCartney, The Beatles
Hey Jude
Postado por Geopedrados às 23:04 0 comentários
Marcadores: anos 60, Hey Jude, música, Paul McCartney, The Beatles
Parabéns Maria Bethânia!
Num meio-dia de fim de Primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.
Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu tudo era falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas -
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque nem era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.
Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E que nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!
Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o Sol
E desceu no primeiro raio que apanhou.
Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas
Que vão em ranchos pelas estradas
Com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.
A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.
Aponta-me todas as coisas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.
Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar para o chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espírito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou -
"Se é que ele as criou, do que duvido." -
"Ele diz por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."
E depois, cansado de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
E eu levo-o ao colo para casa.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural.
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.
E a criança tão humana que é divina
É esta minha quotidiana vida de poeta,
E é por que ele anda sempre comigo que eu sou poeta sempre.
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.
A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.
A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direcção do meu olhar é o seu dedo apontado.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.
Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.
Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo o universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.
Depois eu conto-lhe histórias das coisas só dos homens
E ele sorri porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do Sol
A variar os montes e os vales
E a fazer doer aos olhos dos muros caiados.
Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.
Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há-de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam ?
Alberto Caeiro
Postado por Geopedrados às 23:01 0 comentários
Marcadores: Alberto Caeiro, Fernando Pessoa, música, O doce mistério da vida, poesia
Yesterday...
Postado por Pedro Luna às 14:15 0 comentários
Marcadores: música, Paul McCartney, The Beatles, Yesterday
Porque não te esquecemos, Maria Bethânia...
Postado por Pedro Luna às 14:02 0 comentários
Marcadores: Brasil, Maria Betânia, Maria Bethânia, MPB, música, Negue
A Batalha de Waterloo foi há 196 anos
Postado por Fernando Martins às 11:46 0 comentários
Marcadores: ABBA, Batalha, Duque de Wellington, Imperador, música, Napoleão, Waterloo
Roald Amundsen nasceu há 139 anos
Postado por Fernando Martins às 11:41 0 comentários
Marcadores: explorador, Noruega, Pólo Norte, Pólo Sul, Roald Amundsen
José Saramago morreu há um ano
NOTA: Não é dos meus escritores favoritos (teria preferido cem mil vezes que o Nobel fosse para Jorge Amado...) mas pelo que fez pela literatura e Língua Portuguesa, Saramago, mesmo depois de morto, merece ser recordado. As suas opções, políticas, familiares e pessoais, são e foram estanhas (e, muitas, reprováveis, na minha modesta opinião...) mas não é por aí que eu julgo uma obra literária. Pode ser ser que um dia consigo gostar dos seus livros (confesso que só gostei e li a Viagem a Portugal e O ano da morte de Ricardo Reis). Até lá, obrigado pela Nobel que deste à Língua de Amado, Torga, Sophia, Camões e de Pessoa e que esta já merecia...
Postado por Fernando Martins às 11:31 0 comentários
Marcadores: José Saramago, língua portuguesa, literatura, Prémio Nobel
Maria Bethânia - 65 anos!
Postado por Fernando Martins às 11:20 0 comentários
Marcadores: Abelha-rainha, Brasil, Caetano Veloso, Maria Betânia, Maria Bethânia, MPB, música, Reconvexo
Paul McCartney - 69 anos!
Postado por Fernando Martins às 09:54 0 comentários
Marcadores: Mull Of Kintyre, música, Paul McCartney, The Beatles
Gounod fez ontem anos
Postado por Fernando Martins às 09:50 0 comentários
Marcadores: Gounod, música, música classica, Ópera
Gruta do Escoural - Visita Virtual
O novo levantamento tinha 3 objectivos principais:
1.disponibilizar um registo tridimensional da gruta de grande rigor, para efeitos técnicos e científicos;
2. permitir futuramente, se necessário, a construção de uma "réplica" em tamanho natural, através da reprodução ainda que parcial de partes da cavidade;
3. produzir de imediato uma aplicação multimédia simulando uma visita virtual à Gruta, aplicação entretanto disponibilizada no Centro de Interpretação da Gruta do Escoural e no "Site" da DRCALEN.
Postado por Fernando Martins às 00:11 0 comentários
Marcadores: Alentejo, Arqueologia, espeleologia, Gruta do Escoral, pinturas rupestres
sexta-feira, junho 17, 2011
Notícia no Público sobre Paleontologia
Postado por Fernando Martins às 23:33 0 comentários
Marcadores: Dinossáurios, Sussex, terópodes, UK
Habemus Ministrum...!
Postado por Fernando Martins às 20:37 0 comentários
Marcadores: Astrofesta, astronomia, Matemática, Ministro da Educação, Sociedade Portuguesa de Matemática
Música para celebrar uma mudança (num blog...)
Glória - Sétima Legião
A morte não te há-de matar
Nem sorte haverá de ele viver
Sem amar sem te ter
Sem saber se rezar
Amor oxalá seja amar
Ter prazer sem poder
Nem sequer te tocar
Os deuses não te hão-de levar
Sem que eu der a mão
P'ra ser par
Sermos dois a partir
E depois a voltar
Não vais-me deixar sem o céu
Ser o chão onde vão se deitar os mortais
E a Glória será não esquecer
Memória de tanto te querer
Sem razão meu amor
Com paixão sem morrer
Talvez ao luar
Possas ver o olhar
Que lembrar fez nascer
Português
Postado por Geopedrados às 19:04 0 comentários
Marcadores: 31 da Armada, A um deus desconhecido, anos 80, Glória, Humor, música, Sétima Legião
Soares, Sócrates, PS, bom senso, honestidade e inteligência
Soares: "Saída de Sócrates foi acto de bom senso"
Mário Soares diz que agora o PS tem dois candidatos a líder inteligentes e honestos.
No espaço de opinião que regularmente preenche na revista “Visão”, o antigo Presidente da República escreve hoje sobre o rescaldo das eleições legislativas antecipadas.
Sublinha que o novo Governo de “direita conservadora e neoliberal” tem pela frente uma tarefa que “todos sabemos, não vai ser nada fácil”, devendo aplicar um programa que integra exigências “demasiado monetaristas, embora necessárias”, a troco de um empréstimo ao qual ficaram associados “os altos juros com que a troika nos brindou”.
Falando sobre o PS, começa por frisar que este ainda é, no plano político, “a grande força da oposição”, “mas menos – diga-se – no plano social” o que “deve ser corrigido”.
Mário Soares saúda de seguida a saída voluntária de José Sócrates como um “acto de bom senso”, dizendo que este “abriu a porta a dois candidatos a líder que têm a vantagem de ser pessoas inteligentes, experientes e honestas”.
Sobre Francisco Assis e António José Seguro pouco mais escreve e, mantendo sempre a equidistância, diz apenas acreditar que, qualquer que seja o resultado, “não se irão zangar” e “julgo até que serão capazes de colaborar”.
Para o seu partido, lança ainda o desafio para que aproveite este “intervalo salutar do poder” para se unir e fazer uma “refundação política e ideológica”, que diz ser “um imperativo” para que o PS “sobreviva” às fortes mudanças – as que chegaram e as que estão para chegar.
Ainda sobre os resultados das eleições, Mário Soares destaca os resultados da “esquerda radical” que “parece ter perdido o rumo e os horizontes políticos” com o seu “irrealismo”. Ao contrário de Jerónimo de Sousa, o PCP de Álvaro Cunhal teria falado com a troika, diz Soares.
Postado por Pedro Luna às 17:30 0 comentários
Marcadores: adeus sócrates, aldrabão, burro, desonesto, José Sócrates, mentirosos
Guerra de Reinos: descoberto 1º caso de competição directa entre uma planta e um animal
Postado por Fernando Martins às 14:47 0 comentários
Marcadores: aracnídeos, Biodiversidade, competição, Drosera
Um interessante contributo para a mala de cartão de Sócrates
Carte a Segoléne Royale
Cher madame
Je vus ecri en françois técnique pour demander de me trouver une place pour aprendre filosofie à Paris. J`ai decidé de vous contacter pour obtenir um petit avantage comme on fais en bons socialistes, meme si vous etes royale et moi republican (ah ah ah).
Je vais etre um grande tromphe pour votre academie, car je m`apele Socrates et je serais une grande inspiration pour professeurs et eleves même si je suis en plein moyen age et je n`ai toujours pas bu la cicute (ah ah ah).
Vous pourrez peut-etre demander au recteur de me arranger un curriculum moins chargé. Je ne necessite pas de aprendre Filosofie Antigue, a cause de mon nom. Je ne necessite aussi de aprendre Filosofie du Conheciment, car je connais tout le monde. Je ne necessite non plus de aprendre Cience politique, car jai eté premier ministre du Portugal et jai toute la cience politique quil faut. Et je ne necessite aussi de savoir Etique car personne connait mieux la Etique que ce que la fuit tous les jours. Et comme la Logique est une batate (ah ah ah), je ne necessite de l`etudier aussi. Donc je crois pouvoir faire la licenciature en un an, ce que sera bien plus que le temps de me faire ingenieur.
Comme vous aurez des elections en bréve je pourrais aussi vous aider, car je sai tout de machines et propagande, et vous non. Je le ferais bien plus entusiastement si vous me trouvez un apartement au XVI que je ne sais pas ce que c`est exactement, mais Maria me dit que ça irai bien avec moi.
Je vous abrace cordialement
José
Postado por Pedro Luna às 14:30 0 comentários
Marcadores: ética, ética republicana, França, Francês Técnico, fuga, Humor, Inglês Técnico, José Sócrates
Hoje é dia de recordar Stravinski
Postado por Pedro Luna às 12:31 0 comentários
Marcadores: A Sagração da Primavera, ballet, dança, Igor Stravinski, Le Sacre du Printemps, música
Escher nasceu há 113 anos
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| Auto-retrato (retirado daqui) |
Postado por Fernando Martins às 09:22 0 comentários
Stravinski nasceu há 129 anos
Postado por Fernando Martins às 09:15 0 comentários
Marcadores: Igor Stravinski, música, Rússia
José Calvário morreu há dois anos
Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
Marcadores: E depois do adeus, José Calvário, maestro, música, orquestrador, Paulo de Carvalho
Música actual para geopedrados
The Shield And The Sword - Clare Maguire
You and I
Felt so good to begin with didn’t we?
Well now it seems there’s far too many adverts in between
And we don’t speak
So we’re left in constant silence
It’s haunting me
So I’m ready now to fight this
You have the shield
I’ll take the sword
I no longer love you
No longer love you
I’m not afraid of danger in the dark
I no longer love you
No longer love you
You and I aren’t working
Burning on the bridges now
We’re trapped inside
Screaming won’t somebody get me out
You have the shield
I’ll take the sword
I no longer love you
No longer love you
I’m not afraid of danger in the dark
I no longer love you
No longer love you
I no longer love you
No longer love you
No longer love you
No longer love you
And we don’t speak
So we’re left in constant silence
And it’s haunting me
So I’m ready now to fight this
You have the shield
I’ll take the sword
I no longer love you
No longer love you
I’m not afraid of danger in the dark
I no longer love you
No longer love you
You and I
Felt so good to begin with didn’t we?
But now it seems these shields and swords are haunting me
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: 2011, Clare Maguire, música, The Shield And The Sword
Ivan Lins - 66 anos
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: Ai Madre moiro d'amor, Brasil, Elis Regina, Ivan Lins, Madalena, música
quinta-feira, junho 16, 2011
O Estica nasceu há 121 anos
Postado por Fernando Martins às 23:50 0 comentários
Marcadores: cinema, cómico, O Bucha e Estica, O Gordo e o Magro Oliver Hardy, Stan Laurel
O reformador hungaro Imre Nagy foi assassinado há 53 anos
Revolution
Nagy became Chairman of the Council of Ministers of the People's Republic of Hungary again, this time by popular demand, during the anti-Soviet revolution in 1956. Soon he moved toward a multiparty political system.
On 1 November, he announced Hungary's withdrawal from the Warsaw Pact and appealed through the UN for the great powers, such as the United States and the United Kingdom, to recognize Hungary's status as a neutral state. Throughout this period, Nagy remained steadfastly committed to Marxism; but his conception of Marxism was as "a science that cannot remain static", and he railed against the "rigid dogmatism" of "the Stalinist monopoly".
When the revolution was crushed by the Soviet invasion of Hungary, Nagy, with a few others, was given sanctuary in the Yugoslav Embassy. In spite of a written safe conduct of free passage by János Kádár, on 22 November, Nagy was arrested by the Soviet forces as he was leaving the Yugoslav Embassy, and taken to Snagov, Romania.
Secret trial and execution
Subsequently, the Soviets returned him to Hungary, where he was secretly charged with organizing to overthrow the Hungarian people's democratic state and with treason. Nagy was secretly tried, found guilty, sentenced to death and executed by hanging in June 1958. His trial and execution were made public only after the sentence was carried out. According to Fedor Burlatsky, a Kremlin insider, Nikita Khrushchev had Nagy executed, "as a lesson to all other leaders in socialist countries."
Postado por Pedro Luna às 23:00 0 comentários
Marcadores: assassinato, Hungria, Imre Nagy, pena de morte, reformistas
Gerónimo!
Postado por Fernando Martins às 22:58 0 comentários
Amália cantando Mourão-Ferreira
Barco Negro
De manhã, que medo, que me achasses feia!
Acordei, tremendo, deitada n'areia
Mas logo os teus olhos disseram que não,
E o sol penetrou no meu coração.
Vi depois, numa rocha, uma cruz,
E o teu barco negro dançava na luz
Vi teu braço acenando, entre as velas já soltas
Dizem as velhas da praia, que não voltas:
São loucas! São loucas!
Eu sei, meu amor,
Que nem chegaste a partir,
Pois tudo, em meu redor,
Me diz qu'estás sempre comigo.
No vento que lança areia nos vidros;
Na água que canta, no fogo mortiço;
No calor do leito, nos bancos vazios;
Dentro do meu peito, estás sempre comigo.
Postado por Fernando Martins às 12:00 0 comentários
Marcadores: Amália Rodrigues, Barco Negro, David Mourão-Ferreira, Fado, música, poesia





