segunda-feira, dezembro 08, 2025

Diego Rivera nasceu há 139 anos

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/97/Diego_Rivera_1932.jpg/475px-Diego_Rivera_1932.jpg

    
Diego Rivera, de nome completo Diego María de la Concepción Juan Nepomuceno Estanislao de la Rivera y Barrientos Acosta y Rodríguez (Guanajuato, 8 de dezembro de 1886 - San Ángel, Cidade do México, 24 de novembro de 1957), de origem judaica, foi um dos maiores pintores mexicanos.
Desde criança sempre quis ser pintor e todos percebiam ter talento para isso. Ao chegar a adulto, após estudar pintura na adolescência, participou da Academia de San Pedro Alvez, na Cidade do México, partindo para a Europa, beneficiado por uma bolsa de estudos, onde ficou de 1907 até 1921. Esta experiência enriqueceu-o muito em termos artísticos, pois teve contacto com vários pintores da época, como Pablo Picasso, Salvador Dalí, Juan Miró e o arquiteto catalão Antoni Gaudí, que influenciaram a sua obra. Nesta época começou a trabalhar em Madrid e Barcelona.
Acreditava que somente o mural poderia redimir artisticamente um povo que esquecera a grandeza de sua civilização pré-colombiana durante séculos de opressão estrangeira e de espoliação por parte das oligarquias nacionais, culturalmente voltadas para a metrópole espanhola. Assim como os outros muralistas, considerava a pintura de cavalete burguesa, pois na maior parte dos casos as telas ficavam confinadas em coleções particulares. Dentro deste conceito, realizou gigantescos murais que contavam a historia política e social do México, mostrando a vida e o trabalho do povo mexicano, seus heróis, a terra, as lutas contra as injustiças, as inspirações e aspirações.
Em 1930 Rivera foi para os Estados Unidos, onde permaneceu por 4 anos, pintando vários murais, inclusive no Rockfeller Center, em Nova York.
Rivera era ateu e enfrentou grandes problemas por isso, sofrendo muitos preconceitos. O seu mural "Sonho de uma tarde dominical na Alameda Central" retratava Ignacio Ramírez segurando um cartaz que dizia: "Deus não existe". Este trabalho causou indignação, mas Rivera recusou-se a retirar a inscrição. A pintura não foi exposta durante nove anos. Depois de Rivera concordar em retirar a inscrição, ele declarou: "Para afirmar 'Deus não existe', eu não tenho que me esconder atrás de Don Ignacio Ramírez; eu sou ateu e considero as religiões uma forma de neurose coletiva".
  
     
Foi casado quatro vezes. A sua primeira esposa foi a pintora russa Angellina Belwoff. Com ela, Diego teve um menino. Após anos de casados, Diego entra em depressão, ao ficar viúvo. Casou em seguida com Guadalupe Marín, de quem teve duas filhas. Além da terceira esposa, a famosa Frida Kahlo, casou, depois da morte desta, com Emma Hurtado.
Conhecido por ter sido muito mulherengo, teve diversas amantes. Em 1929 casou-se pela terceira vez com a pintora mexicana Frida Kahlo, com quem teve uma relação muito conturbada, por causa das mútuas infidelidades. Frida era bissexual e ele aceitava a esposa ter relacionamentos com outras mulheres, mas não aceitava com outros homens, mas a esposa não lhe obedecia, tendo o traído com diversos homens, inclusive com um melhor amigo seu. Diego também a traía com muitas amantes, que viviam infernizando o casal, já que as amantes queriam se tornar esposas. O casamento era cheio de brigas e confusões, também pelo fato de Rivera querer filhos e Frida ter sofrido muitos abortos, filhos dele, e não conseguir engravidar mais.
Envolveu-se com a sua cunhada, Cristina, e tornou-se amante dela. Ficaram muitos anos juntos e tiveram seis filhos. Frida apanhou-os em flagrante na cama, tendo um ataque histérico e cortando os próprios cabelos. Como vingança, a esposa passou a atormentá-lo, passando a persegui-lo e a odiar a irmã, e acabaram por se separar. Rivera, muito abalado com tudo, abandonou os filhos e Cristina, que foi embora. Rivera acabou indo atrás de Frida, mas não tendo sucesso na reconquista. Essa traição com a própria irmã da esposa piorou as disputas dos dois, já que passaram a ser inimigos mesmo não estando mais juntos. Rivera continuou com sua vida de antes, muitas bebidas e amantes, inclusive saía com prostitutas, mas pensando em Frida. Após um tempo separados, Frida e Rivera reconciliaram-se, mas cada um morando nas suas respetivas casas. Rivera voltou a traí-la, e Frida não aguentava mais, e voltou a tentar o suicídio por diversas vezes e as amantes de Rivera passaram a ameaçar Frida de morte.
Em 1954 ficou viúvo pela segunda vez. Frida tivera diversas doenças ao longo de sua vida, até que veio a falecer de pneumonia (não se descartando a possibilidade de ter causando a sua própria morte através de uma overdose de remédios ou de alguma amante de Rivera tê-la envenenado).
Depois da morte de Frida Kahlo, em junho de 1954, casou-se em 1955 com Emma Hurtado e viajou com ela para a União Soviética, para ser operado. Faleceu a 24 de novembro de 1957 em San Ángel, Cidade do México, na sua casa estúdio, atualmente conhecida como Museu Casa Estúdio Diego Rivera e Frida Kahlo e os seus restos mortais foram colocados na Rotunda das Pessoas Ilustres, contrariando a sua última vontade.
    
    
Mural de Rivera mostrando a vida dos aztecas no mercado de Tlatelolco - Palácio Nacional da Cidade do México

Sinéad O'Connor nasceu há cinquenta e nove anos...

  

Sinéad Marie Bernadette O'Connor (Dublin, 8 de dezembro de 1966Londres, 26 de julho de 2023), foi uma cantora, compositora e ativista política irlandesa.
Em 2017, O'Connor mudou de nome para Magda Davitt. No ano seguinte, converteu-se ao islamismo, mudando uma vez mais de nome, desta vez para Shuhada' Sadaqat. Todavia, continua a gravar músicas e apresentar-se com o seu nome de nascimento.

   
 

Tré Cool, o baterista dos Green Day, comemora hoje cinquenta e três anos

         
Frank Edwin Wright III (Frankfurt, 9 de dezembro de 1972), conhecido pelo nome artístico de Tré Cool, é um músico norte-americano nascido na Alemanha. Ele é o atual baterista da banda de punk rock Green Day e juntou-se à banda após o baterista original, e seu aluno de bateria, Al Sobrante, sair para completar os estudos. Ele também sabe tocar guitarra e acordeão.
     
 

Corey Taylor, o compositor, letrista e vocalista dos Stone Sour e Slipknot, celebra hoje 52 anos

   
Corey Taylor (Des Moines, 8 de dezembro de 1973) é um compositor, escritor e vocalista das bandas Stone Sour e Slipknot. Nos Slipknot, Corey é o #8. É conhecido por ter uma voz extremamente rouca, grave e agressiva. Nos palcos, Corey é como se fosse outra pessoa, quando está utilizando a sua máscara, mas garante que, fora do palco, é uma pessoa muito tranquila. Taylor é o número 69 no ranking Top 100 Metal Vocalists of All Time 2012.
 
      
 

Paul Landers, guitarrista dos Rammstein, celebra hoje 51 anos

  
Paul Landers, nascido como Heiko Paul Hiersche (Berlim, 9 de dezembro de 1964), é um músico alemão, membro da banda de metal industrial Rammstein.

 

 

Gary Thain morreu há cinquenta anos...


Gary Mervin Thain (Christchurch, May 15, 1948 – Norwood Green, London, December 8, 1975) was a New Zealand bassist, best known for his work with British rock band Uriah Heep


Uriah Heep in 1972 L–R: Ken Hensley, Mick Box, Gary Thain, David Byron and Lee Kerslake

 

Biography

Thain was born in Christchurch. He had two older brothers, Colin and Arthur. He recorded in Christchurch in the band The Strangers (not to be confused with the Australian band of the same name). He moved to Australia at the age of 17. It was there he became a member of the band The Secrets, which eventually dissolved in 1966. Later, Thain was part of the rock trio The New Nadir, and with the drummer Peter Dawkins, he traveled from New Zealand to London, and once jammed with Jimi Hendrix before the trio split in 1969.

Thain joined the Keef Hartley Band, performing at Woodstock in 1969 and, in 1971, they toured with Uriah Heep; Uriah Heep asked him to join the band (replacing Mark Clarke) in February 1972. He stayed in Uriah Heep until February 1975, playing on four studio albums: Demons & Wizards, The Magician's Birthday, Sweet Freedom and Wonderworld as well as a live album, Uriah Heep Live. Thain was also married twice, but had no children.

During his last tour in the United States with Uriah Heep, Thain suffered an electric shock at the Moody Coliseum in Dallas, Texas, on 15 September 1974, and was seriously injured. Due to his drug addiction he was not able to perform properly, and was fired by the band in early 1975 and replaced by former King Crimson bassist/vocalist, John Wetton. Thain died of respiratory failure due to a heroin overdose, on 8 December 1975, aged 27, at his flat in Norwood Green in London.

Thain, amongst musicians of his time, was considered an excellent bass player. His style of playing was melodic and progressively played compared to other bass players of his time. He rarely played along with the root of the measures, but preferred playing his own jazz, funk, or progressive bass line. Many typical professional rock bass players never attained his ability to break up a song's direction.

Thain primarily used a 1962 Fender Jazz Bass during his stint in Uriah Heep, though he also used a Gibson Thunderbird bass and a modified Fender Precision Bass. Thain's overdriven bass tone was often created using an Acoustic 360 bass amp from Acoustic Control Corporation. Thain also chose to play finger style rather than using a pick.

 

in Wikipédia

 

Golda Meir morreu há quarenta e sete anos...

    
Golda Meir, nascida Golda Mabovitch, (Kiev, 3 de maio de 1898 - Jerusalém, 8 de dezembro de 1978) foi uma fundadora do Estado de Israel. Emigrou para a Palestina no ano de 1921, onde militou no sindicato Histadrut e no partido trabalhista Mapai. Além de primeira embaixadora israelita na extinta URSS, em 1948, foi ministra do Bem-Estar Social, ministra do Exterior, secretária-geral do Mapai e foi o quarto primeiro-ministro de Israel, entre 1969 e 1974. Conhecida pela firmeza de suas convicções, estava à frente do Estado de Israel no seu momento mais dramático: a Guerra do Yom Kippur, na qual tropas egípcias e sírias atacaram Israel, cuja população estava ocupada com as comemorações do Dia do Perdão judaico.
   
(...)
   
A 5 de março de 1976, Golda Meir regressou ainda à cena política como dirigente do seu partido, em virtude da demissão de Meir Zarmi de secretário-geral, tendo publicado nesse mesmo ano um livro de carácter autobiográfico: A minha vida.
A 8 de dezembro de 1978, Golda Meir morreu, de cancro, em Jerusalém, com 80 anos de idade. Encontra-se sepultada no Cemitério Nacional do Monte Herzl, em Jerusalém.
   

John Lennon foi assassinado há quarenta e cinco anos...

     
John Lennon ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do grupo de rock britânico The Beatles. Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com Paul McCartney o que seria uma das melhores e mais famosas duplas de compositores de todos os tempos, a dupla Lennon/McCartney. John Lennon foi casado com Cynthia Powell, e com ela teve o filho Julian. Em 1966, conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono. Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins, que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa. Cynthia Powell pediu o divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969, o casal se casou numa cerimónia privada em Gibraltar. Usaram a repercussão de seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado de "Bed in", ou "John e Yoko na cama pela paz", como um resultado prático de sua lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amesterdão. No final do mesmo ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu a sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Elizabeth, como uma forma de protesto contra o apoio do Reino Unido à guerra do Vietname, o envolvimento do Reino Unido no conflito de Biafra e "as fracas vendas de Cold Turkey nas paradas de sucessobritânicas".
Em 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou oficialmente o fim dos Beatles. Antes disso, John Lennon havia lançado outros dois álbuns experimentais, Life with lions e Wedding album. Também lançara o compacto "Cold Turkey" e o disco ao vivo Live peace in Toronto, creditados à banda Plastic Ono Band, com a participação de Eric Clapton. No final do ano, sai o primeiro disco solo de Lennon, após o fim dos Beatles: John Lennon/Plastic Ono Band, que contou com a participação de Ringo Starr, Yoko Ono e Klaus Voormann.
Durante a década de 1970, John e Yoko envolveram-se em vários eventos políticos, como promoção à paz, pelos direitos das mulheres e trabalhadores e também exigindo o fim da Guerra do Vietname. O seu envolvimento com líderes da extrema-esquerda norte-americana, com Jerry Rubin, Abbie Hoffman e John Sinclair, além do seu apoio formal ao Partido dos Panteras Negras, deu início a uma perseguição ilegal do governo Nixon ao casal. A pedido do Governo, a Imigração deu início a um processo de extradição de John Lennon dos EUA, que durou cerca de três anos, período em que John ficou separado de Yoko Ono por 18 meses, entre 1973 e 1975.
Após reconciliar-se com Yoko, vencer o processo de imigração e conseguir o Green Card, Lennon decidiu afastar-se da música para dedicar-se à criação de seu filho Sean Taro Ono Lennon, nascido no mesmo dia de seu aniversário, em 1975. O casal voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum, Double Fantasy, lançado em novembro. Era como um recomeço. Porém em 8 de dezembro do mesmo ano, John foi assassinado, em Nova York, por Mark David Chapman, quando regressava do estúdio de gravação, com a mulher.
De entre as composições de destaque de John Lennon (creditadas à dupla Lennon/McCartney) estão "Help!", "Strawberry Fields Forever" e "All You Need Is Love", "Revolution", "Lucy in the Sky with Diamonds", "Come Together", "Across the Universe, "Don't Let Me Down" e na carreira solo "Imagine", "Instant Karma!", "Happy Xmas (War is Over)", "Woman", "(Just Like) Starting Over" e "Watching the Wheels".
Recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood a 30 de setembro de 1988.
Em 2002, John Lennon ficou em oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos.
Recentemente, em 2008, John foi considerado pela revista Rolling Stone o 5º melhor cantor de todos os tempos e o o 55º melhor guitarrista de todos os tempos, pela mesma revista norte-americana.
    

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Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no Edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia  lhe havia pedido um autógrafo no LP Double Fantasy. O rapaz era Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, que acabou disparando 5 tiros com um revólver de calibre 38, dos quais 4 acertaram em John Lennon. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local, com um livro nas mãos, The Catcher in the Rye (Uma Agulha num Palheiro) de J.D. Salinger. John morreu após perder cerca de 80%  do seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão juntou-se no local, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.
O assassino foi preso, pois permaneceu no local, esperando a chegada dos polícias. Ao entrar na viatura, pediu desculpas aos polícias pelo "transtorno que havia causado". No seu julgamento alegou ter lido no livro "Uma Agulha num Palheiro" uma mensagem que dizia para matar John Lennon. Acabou sendo condenado à prisão perpétua e até hoje é mantido numa cela separada de outros presos, devido às ameaças de morte que recebeu. Segundo Chapman, o motivo do crime foram declarações de Lennon consideradas por Chapman como blasfémia, como se declarar mais popular que Cristo e dizer em suas letras de músicas coisas como não acreditar em Jesus e dizer que todos imaginassem que os céus, em sentido espiritual, não existissem.
Após a morte de John, foi criado um memorial chamado Strawberry Fields Forever no Central Park, em frente ao Edifício Dakota. Alguns discos póstumos foram lançados, como Milk and Honey, com sobras de canções do disco Double Fantasy. Várias coletâneas e um disco chamado Accoustic foram lançados em 2005. Yoko Ono administra tudo o que se refere a John Lennon, as suas canções em carreira a solo, os seus vídeos e filmes.
Uma das últimas fotos de John Lennon vivo, feita pelo fotógrafo amador Paul Goresh, mostra Lennon autografando o álbum Double Fantasy ao seu assassino. A última fotografia de John Lennon vivo, também tirada por Paul Goresh, mostra o músico de perfil enquanto entrava na sua limousine.
        
 

Nicki Minaj - 43 anos

 
Onika Tanya Maraj
(Port of Spain, 8 de dezembro de 1982), mais conhecida como Nicki Minaj, é uma rapper, cantora, compositora e atriz nascida em Trinidad e Tobago e naturalizada norte americana.
     
 

Jean Sibelius nasceu há cento e sessenta anos...!

 
Johan  Julius Christian Sibelius, conhecido como Jean Sibelius (Hämeenlinna, 8 de dezembro de 1865 - Järvenpää, 20 de setembro de 1957), foi um compositor finlandês de música erudita e um dos mais populares compositores do fim do século XIX e início do XX. A sua música também teve importante papel na formação da identidade nacional finlandesa.
Sibelius nasceu numa família sueco-finlandesa (cuja língua materna era o sueco) e residia na cidade de Hämeenlinna, no Grão-Ducado da Finlândia, então pertencente ao Império Russo. O seu nome de batismo é Johan Julius Christian Sibelius, conhecido pelo hipocorístico Janne por sua família, mas ainda nos seus anos de estudo ele teve a ideia de usar a forma francesa de seu nome, Jean. A ideia veio após ter visto uma pilha de cartões postais de seu tio Johan, o irmão mais velho do seu pai, o Dr. Christian Gustaf Sibelius, que era médico na guarnição militar de Hämeenlinna. O nome Johan lhe fora dado em homenagem a esse tio, que era capitão de navio e tinha morrido em Havana, em 1863. O nome Jean era usado por Johan quando estava no exterior.
Significativamente, indo ao encontro do largo contexto do então proeminente movimento Fennoman e suas expressões do nacionalismo romântico, a sua família decidiu mandá-lo para um importante colégio de língua finlandesa, e ele frequentou o The Hämeenlinna Normal-lycée de 1876 a 1885. O nacionalismo romântico ainda iria se tornar uma parte crucial na produção artística de Sibelius e na sua visão política.
Parte importante da música de Sibelius é sua coleção de sete sinfonias. Assim como Beethoven, Sibelius usou cada uma delas para trabalhar uma ideia musical e/ou desenvolver o seu próprio estilo. as suas sinfonias continuam populares em gravações e salas de concerto.
De entre as composições mais famosas de Sibelius, destacam-se: Concerto para Violino e Orquestra em ré menor (obra de grande expressão, melodiosidade profunda e virtuosismo, que goza de grande popularidade entre os violinistas e o público, tornando-se em um dos concertos para violino mais executados nas salas de concerto), Finlandia, Valsa Triste (o primeiro movimento da suíte Kuolema), Karelia Suite e O Cisne de Tuonela (um dos quatro movimentos da Lemminkäinen Suite). Outros trabalhos incluem peças inspiradas no poema épico Kalevala, cerca de 100 canções para piano e voz, música incidental para 13 peças, uma ópera (Jungfrun i tornet, A Senhora na Torre), música de câmara, peças para piano, 21 publicações separadas para coral e músicas para rituais maçónicos. Até meados de 1926 foi prolífico; entretanto, apesar de ter vivido mais de 90 anos, ele quase não completou composições nos últimos 30 anos de sua vida, após compor a sua Sétima Sinfonia, em 1924, e o poema musicado Tapiola, em 1926.
   
 

La Pasionaria nasceu há cento e trinta anos...!

   
Isidora Dolores Ibárruri Gómez, conhecida como La Pasionaria (Gallarta, 9 de dezembro de 1895Madrid, 12 de novembro de 1989) foi uma política e líder revolucionária comunista espanhola de origem basca.
Ibárruri casou-se aos 21 anos de idade com Julián Ruiz, com a oposição de seus pais, que desaprovavam as ideias socialistas do futuro genro e, no mesmo ano, nasce a sua primeira filha, Esther, que morre muito pequena. No mesmo ano começa a sua militância comunista. Em 1918 escreve o seu primeiro artigo assinando sob o pseudónimo de La Pasionaria, que a acompanharia a vida toda.
Em 15 de abril de 1920 filia-se no Partido Comunista Espanhol e, pouco após, no seu sucessor, o Partido Comunista de Espanha, no qual ficaria toda a sua vida, e ao qual presidiria a partir de 1960.
Em 1920 nasce o seu filho Rubén, e em 1923 dá a luz a trigémeas, das quais apenas uma sobrevive, Amaya. Alguns anos depois separa-se do seu marido, um marido e pai ausente, pela sua militância no Partido Comunista, do qual era um dos principais dirigentes.
Celebrizou-se durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939), ao instigar os republicanos contra as tropas do general Franco com as frases: «¡Para vivir de rodillas, es mejor morir de pié!» e «¡No pasarán!» ("Para viver de joelhos, é melhor morrer de pé!" e "Não passarão!").

Após a vitória de Franco em 1939, exilou-se na URSS, tendo regressado a Espanha em 1977, após a morte do Generalíssimo e restauração da democracia. Foi eleita deputada do Congresso dos Deputados, a câmara baixa das Cortes, e permanece líder honorária do Partido Comunista de Espanha até à sua morte, em 1989, curiosamente no ano em que caiu o Muro de Berlim.
  

O astronauta John Glenn morreu há nove anos...

  
John Herschel Glenn Jr. (Cambridge, 18 de julho de 1921Columbus, 8 de dezembro de 2016) foi o primeiro astronauta norte-americano a entrar em órbita da Terra, a bordo da cápsula espacial Friendship 7, em 20 de fevereiro de 1962.
Na juventude, participou no coral da sua igreja, além de tocar trompete. Em 1939 ingressou na faculdade, a princípio para estudar química, mas o seu verdadeiro interesse era pilotar aviões. Após obter a graduação em engenharia, Glenn ingressou na Marinha dos Estados Unidos, em 1942.
Durante a II Guerra Mundial, John Glenn foi piloto naval e participou em vários combates e bombardeamentos durante a Guerra do Pacífico. Após o conflito, tornou-se instrutor de pilotagem no Texas, mas voltou ao combate durante a Guerra da Coreia, pilotando caças a jato F-86 Sabre da Força Aérea, derrubando três Migs inimigos durante a guerra, o que lhe valeu várias condecorações.
De volta aos Estados Unidos, Glenn reassumiu o seu trabalho como instrutor de pilotos. Em 1957 realizou o primeiro voo transcontinental supersónico, viajando de Los Angeles a Nova Iorque em três horas e 23 minutos. Dois anos depois, foi selecionado pela NASA para o primeiro grupo de astronautas americanos, o Projeto Mercury. Em fevereiro de 1962 tornou-se o primeiro astronauta dos Estados Unidos a entrar em órbita da Terra, dando três voltas completas sobre o planeta durante quase cinco horas. De volta ao solo, virou instantaneamente herói nacional e do então chamado “Mundo Livre”, em contraponto aos soviéticos Yuri Gagarin e Gherman Titov. Glenn foi recebido e condecorado pelo Presidente John Kennedy e participou de desfiles, sob chuvas de confettis em várias cidades norte-americanas.
A sua opção política e a sua fama foram notados pelo governo americano da época e Glenn tornou-se grande amigo da família Kennedy. Não participou em outro voo espacial, em parte, de acordo com comentários da época dentro da NASA e da Casa Branca, por pedido feito aos diretores da agência espacial pelo próprio Presidente Kennedy, para quem a perda num acidente de um herói nacional e mundial da sua estatura, poderia causar grande comoção ao povo americano e até obrigar ao cancelamento do programa espacial. De qualquer maneira, John Glenn aposentou-se da NASA ainda em 1964, antes do começo do Programa Espacial Gemini.
Nos anos seguintes dedicou-se à política pelo Partido Democrata, assumindo o cargo de senador do seu estado natal de Ohio durante vinte e cinco anos, entre 1974 e 1999. Também tentou candidatar-se à Presidência dos Estados Unidos em 1984, sem ter sucesso.
Em 29 de outubro de 1998, participando de uma experiência para avaliar o comportamento de pessoas da terceira idade no espaço, John Glenn, aos 77 anos, voltou pela segunda vez à órbita terrestre, desta vez como membro da tripulação do vaivém espacial Discovery, na missão STS-95, que durou dez dias.
Glenn é um dos 28 homens e mulheres a terem recebido até hoje a Medalha de Honra Espacial do Congresso, a maior condecoração concedida pelo governo dos Estados Unidos a astronautas que tenham realizado algum feito extraordinário para a nação ou para a Humanidade, no desempenho de alguma missão espacial.
Morreu, em 8 de dezembro de 2016, aos 95 anos.
   
 
  

A bandeira da Europa faz hoje setenta anos...!

      
A bandeira europeia consiste num círculo com doze estrelas douradas num fundo azul. Apesar de a bandeira estar normalmente associada à União Europeia (UE), foi inicialmente usada pelo Conselho da Europa, e pensada para representar a Europa como um todo.
   
Concurso
A eleição da bandeira ocorreu mediante um concurso promovido em 1950 pelo Conselho da Europa com a intenção de utilizar-la como veículo de integração e promoção de uma unidade europeia.
O autor, Arsene Heitz, católico, francês natural de Estrasburgo, inspirou-se na coroa de estrelas citada no texto bíblico de Apocalipse 12,1 que os católicos costumam ler nas festas dedicada à Maria. A Mãe de Jesus é tradicionalmente ornada pela iconografia cristã com a coroa de doze estrelas.
  
Oficialização
A sua adoção oficial pelo Conselho da Europa realizou-se a 8 de dezembro de 1955, dia que coincide com a solenidade da Imaculada Conceição na liturgia católica. Apesar da rejeição formal de referências bíblicas, em 21 de outubro de 1956, o Conselho da Europa presenteou a cidade de Estrasburgo, a sua sede oficial, com um vitral para Catedral de Estrasburgo pelo mestre parisiense Max Ingrand. Ele mostra uma Virgem Imaculada coroada de um círculo de 12 estrelas sobre fundo azul escuro.
A Comunidade Europeia (CEE) adotou-a a 26 de maio de 1986. A UE, que se estabeleceu pelo Tratado de Maastricht na década de 90 e que veio a substituir a CEE e as suas funções, também escolheu esta bandeira. Desde então, o uso da bandeira tem sido conjuntamente controlado quer pelo Conselho da Europa quer pela União Europeia.
     

O Concílio Vaticano II teve a última sessão há sessenta anos...

  

O Concílio Vaticano II (CVII), XXI Concílio Ecuménico da Igreja Católica, foi convocado no dia 25 de dezembro de 1961, através da bula papal "Humanae salutis", pelo Papa João XXIII. Este mesmo Papa inaugurou-o, a ritmo extraordinário, no dia 11 de outubro de 1962. O Concílio, realizado em 4 sessões, só terminou no dia 8 de dezembro de 1965, já sob o papado de Paulo VI.
Nestas quatro sessões, mais de 2.000 prelados convocados de todo o planeta discutiram e regulamentaram vários temas da Igreja Católica. As suas decisões estão expressas nas 4 constituições, 9 decretos e 3 declarações elaboradas e aprovadas pelo Concílio. Apesar da sua boa intenção em tentar atualizar a Igreja, os resultados deste Concílio, para alguns estudiosos, ainda não foram totalmente entendidos nos dias de hoje, enfrentando por isso vários problemas que perduram. Para muitos estudiosos, é esperado que os jovens teólogos dessa época, que participaram do Concílio, salvaguardem a sua natureza; depois de João XXIII, todos os Papas que lhe sucederam, até Bento XVI, inclusive, participaram do Concílio ou como padres conciliares (ou prelados) ou como consultores teológicos (ou peritos).
  
(...)
  
Todos os concílios católicos são nomeados segundo o local onde se deu o concílio episcopal. A numeração indica a quantidade de concílios que se deram em tal localidade. Vaticano II portanto, indica que o concílio ocorreu na cidade-Estado do Vaticano, e o número dois indica que foi o segundo concílio realizado nesta localidade.
 
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Os católicos tradicionalistas acusam o Concílio de, em vez de trazer uma lufada de ar fresco para Igreja, ser uma das causas principais da atual "crise na Igreja", que é caracterizado, como por exemplo, na "corrupção da fé e dos costumes", no declínio do número das vocações sacerdotais e de católicos praticantes e na perda de influência da Igreja no mundo ocidental. Sobre esta mesma crise eclesial, alguns teólogos modernistas, como Andrés Torres Queiruga (que nega a ressurreição real de Cristo) alegam que a sua causa principal "é a infidelidade ao Concílio Vaticano II e o medo das reformas exigidas".

O Papa João Paulo II, em 1995, afirma que não há rutura:

Em 2000, João Paulo II afirmou também que:

Em 2005, o Papa Bento XVI defendeu também a mesma ideia do seu predecessor, dizendo que:

 
  

Hoje é o dia da Rainha e Padroeira de Portugal...!

"Inmaculada Concepción", pintura de 1667 de Juan Antonio de Frías y Escalante 

Nossa Senhora da Conceição, Rainha e Padroeira de Portugal e de todos os povos de língua portuguesa

 

A Imaculada Conceição é, segundo o dogma católico, a conceção da Virgem Maria sem mancha (em latim, macula ) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.

A festa da Imaculada Conceição, comemorada a 8 de dezembro, foi definida como uma festa universal em 28 de fevereiro de 1476 pelo Papa Sisto IV.
  
in Wikipédia
   
Interior do Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
    
O Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa é também conhecido por Solar da Padroeira, por nele se encontrar a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal.
A igreja, que é simultaneamente Matriz de Vila Viçosa, fica situada dentro dos muros medievais do castelo da vila, não se podendo porém precisar a data exata da sua fundação, sendo que a existência da matriz é já assinalada na época medieval. O edifício atual resulta da reforma levada a cabo em 1569, reinando D. Sebastião, sendo um amplo templo de três naves, onde o mármore regional predomina como material utilizado na construção.
   
História
Segundo a tradição, a imagem da padroeira terá sido oferecida pelo Condestável do Reino, D.Nuno Álvares Pereira, que a terá adquirido em Inglaterra.
A mesma imagem teve a honra de, por provisão régia de D. João IV, referendada em cortes gerais, ter sido proclamada Padroeira de Portugal, em 25 de março de 1646. A partir de então não mais os monarcas portuguesas da Dinastia de Bragança voltaram a colocar a coroa real na cabeça.
A notável imagem, em pedra de Ançã, encontra-se no altar-mor da igreja, estando tradicionalmente coberta por ricas vestimentas (muitas delas oferecidas pelas Rainhas e demais damas da Casa Real).
Ainda em 6 de fevereiro de 1818 o Rei D. João VI concedeu nova benesse ao Santuário, erigindo-o cabeça da nova Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, agradecendo à Padroeira a resistência nacional às invasões francesas.
Neste Santuário nacional estão sediadas as antigas Confrarias de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e dos Escravos de Nossa Senhora da Conceição.
O Papa João Paulo II visitou este Santuário durante a sua primeira visita a Portugal, em 14 de maio de 1982.
   
Importância
Há uma grande peregrinação anual ao Santuário de Vila Viçosa que se celebra todos anos a 8 de dezembro, dia da solenidade da Imaculada Conceição, Padroeira Principal de Portugal. Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa foi também declarada padroeira da Arquidiocese de Évora.
   

domingo, dezembro 07, 2025

Pietro Mascagni nasceu há 162 anos

   
Pietro Mascagni (Livorno, 7 de dezembro de 1863 - Roma, 2 de agosto de 1945) foi um compositor italiano.

Biografia
Estudou com Alfredo Soffredini. A sua obra mais conhecida é a ópera Cavalleria Rusticana, escrita em apenas dois meses e baseada num texto do escritor italiano Giovanni Verga. Mascagni foi um expoente do período musical na ópera conhecido como verismo, do qual também foi precursor o compositor Ruggero Leoncavallo, autor da ópera "Pagliacci".
Mascagni compôs dezassete óperas, embora somente a Cavalleria Rusticana e L'Amico Fritz continuem nos reportórios musicais apresentados atualmente. Outras óperas do mesmo compositor foram Guglielmo Radcliff, I Rantzan e Nerone.

 

O paleontólogo Louis Dollo nasceu há 168 anos

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Louis Antoine Marie Joseph Dollo (Lille, 7 de dezembro de 1857Bruxelas, 19 de abril de 1931) foi um paleontologista belga nascido na França, conhecido por seu trabalho sobre dinossauros. Propôs que a evolução é irreversível, conhecida como lei de Dollo. Juntamento com o austríaco Othenio Abel, estabeleceu a disciplina paleontológica da paleobiologia.  

Vida

Louis Dollo nasceu em Lille, Nord-Pas-de-Calais, descendente de uma antiga família bretã. Estudou na École Centrale de Lille, com o geólogo Jules Gosselet e o zoólogo Alfred Mathieu Giard.  Graduado em engenharia em 1877, trabalhando em seguida na indústria mineira durante cinco anos, desenvolvendo simultaneamente uma paixão por paleontologia. Em 1879 foi para Bruxelas.

 

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Louis Dollo supervisionando a montagem de um esqueleto de iguanodonte, entre 1882 e 1885

 

in Wikipédia