O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
John Lennon ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do grupo de rock britânico The Beatles. Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com Paul McCartney o que seria uma das melhores e mais famosas duplas de compositores de todos os tempos, a dupla Lennon/McCartney. John Lennon foi casado com Cynthia Powell, e com ela teve o filho Julian. Em 1966, conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono. Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins,
que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de
costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko
iniciariam uma parceria artística e amorosa. Cynthia Powell pediu o
divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969,
o casal se casou numa cerimónia privada em Gibraltar. Usaram a
repercussão de seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado
de "Bed in",
ou "John e Yoko na cama pela paz", como um resultado prático de sua
lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amesterdão. No final do mesmo
ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando
os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu a sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Elizabeth, como uma forma de protesto contra o apoio do Reino Unido à guerra do Vietname, o envolvimento do Reino Unido no conflito de Biafra e "as fracas vendas de Cold Turkey nas paradas de sucessobritânicas".
Em 10 de abril de 1970,
Paul McCartney anunciou oficialmente o fim dos Beatles. Antes disso,
John Lennon havia lançado outros dois álbuns experimentais, Life with lions e Wedding album. Também lançara o compacto "Cold Turkey" e o disco ao vivo Live peace in Toronto, creditados à banda Plastic Ono Band, com a participação de Eric Clapton. No final do ano, sai o primeiro disco solo de Lennon, após o fim dos Beatles: John Lennon/Plastic Ono Band, que contou com a participação de Ringo Starr, Yoko Ono e Klaus Voormann.
Durante
a década de 1970, John e Yoko envolveram-se em vários eventos
políticos, como promoção à paz, pelos direitos das mulheres e
trabalhadores e também exigindo o fim da Guerra do Vietname. O seu
envolvimento com líderes da extrema-esquerda norte-americana, com Jerry
Rubin, Abbie Hoffman e John Sinclair, além do seu apoio formal ao Partido dos Panteras Negras,
deu início a uma perseguição ilegal do governo Nixon ao casal. A
pedido do Governo, a Imigração deu início a um processo de extradição
de John Lennon dos EUA, que durou cerca de três anos, período em que
John ficou separado de Yoko Ono por 18 meses, entre 1973 e 1975.
Após reconciliar-se com Yoko, vencer o processo de imigração e conseguir o Green Card,
Lennon decidiu afastar-se da música para dedicar-se à criação de seu
filho Sean Taro Ono Lennon, nascido no mesmo dia de seu aniversário, em 1975. O casal voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum, Double Fantasy, lançado em novembro. Era como um recomeço. Porém em 8 de dezembro do mesmo ano, John foi assassinado, em Nova York, por Mark David Chapman, quando regressava do estúdio de gravação, com a mulher.
Recentemente, em 2008, John foi considerado pela revista Rolling Stone o 5º melhor cantor de todos os tempos e o o 55º melhor guitarrista de todos os tempos, pela mesma revista norte-americana.
(...)
Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no Edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia lhe havia pedido um autógrafo no LP Double Fantasy. O rapaz era Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, que acabou disparando 5 tiros com um revólver de calibre 38, dos quais 4 acertaram em John Lennon. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local, com um livro nas mãos, The Catcher in the Rye (Uma Agulha num Palheiro) de J.D. Salinger. John morreu após perder cerca de 80% do seu sangue,
aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John
Lennon, que correu o mundo, uma multidão juntou-se no local, com velas e
cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.
O assassino foi preso,
pois permaneceu no local, esperando a chegada dos polícias. Ao entrar
na viatura, pediu desculpas aos polícias pelo "transtorno que havia
causado". No seu julgamento alegou ter lido no livro "Uma Agulha num Palheiro" uma mensagem que dizia para matar John Lennon. Acabou sendo condenado à prisão perpétua e até hoje é mantido numa cela
separada de outros presos, devido às ameaças de morte que recebeu.
Segundo Chapman, o motivo do crime foram declarações de Lennon
consideradas por Chapman como blasfémia, como se declarar mais popular
que Cristo
e dizer em suas letras de músicas coisas como não acreditar em Jesus e
dizer que todos imaginassem que os céus, em sentido espiritual, não
existissem.
Após a morte de John, foi criado um memorial chamado Strawberry Fields Forever no Central Park, em frente ao Edifício Dakota. Alguns discos póstumos foram lançados, como Milk and Honey, com sobras de canções do disco Double Fantasy. Várias coletâneas e um disco chamado Accoustic foram lançados em 2005. Yoko Ono administra tudo o que se refere a John Lennon, as suas canções em carreira a solo, os seus vídeos e filmes.
Uma das últimas fotos de John Lennon vivo, feita pelo fotógrafo amador Paul Goresh, mostra Lennon autografando o álbum Double Fantasy
ao seu assassino. A última fotografia de John Lennon vivo,
também tirada por Paul Goresh, mostra o músico de perfil enquanto
entrava na sua limousine.
The Beatles were an English rock band consisting of John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr
from August 1962 to September 1969. Their break-up was a cumulative
process attributed to numerous factors, such as the strain of the Beatlemania phenomenon, the death of manager Brian Epstein in 1967, McCartney's domineering role, Lennon's heroin use, his relationship with Yoko Ono, Harrison's prolific songwriting output, the floundering of Apple Corps and the Get Back project (later Let It Be, 1970), and managerial disputes.
During the second half of the Beatles' career, the members began to
assert individual artistic agendas. Their disunity became most evident
on The Beatles
(also known as "The White Album", 1968), and quarrels and disharmony
over musical matters soon permeated their business discussions. Starr
and Harrison briefly quit the group during the making of The Beatles and Let It Be,
respectively. Starting in 1969, the group split into two camps
regarding who should handle their business affairs. McCartney lobbied
for entertainment lawyers Lee and John Eastman, but was outvoted by his bandmates in favour of businessman Allen Klein.
The final time that the four members recorded together collectively was the session for Abbey Road's closing track "The End"
on 18 August 1969. Lennon privately informed his bandmates that he was
leaving the Beatles on 20 September, although it was unclear to the
other members whether his departure was permanent. On 10 April 1970,
McCartney issued a press release that stated he was no longer working
with the group, which sparked a widespread media reaction and worsened
the tensions between him and his bandmates. Legal disputes continued
long after, and the dissolution was not formalised until 1974.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
Em janeiro de 1969, os Beatles iniciaram um projeto cinematográfico que documentaria a realização de sua próxima gravação, originalmente intitulado Get Back. Durante as sessões de gravação, a banda realizou sua última apresentação ao vivo no último andar do edifício da Apple, em Londres, na tarde fria de 30 de janeiro de 1969. A maior parte da apresentação foi filmada e, posteriormente, incluída no filme Let It Be. A ideia de tocar no telhado do prédio foi de Lennon. O concerto parou a rua inteira do prédio e, rapidamente, o lugar ficou lotado de pessoas; inclusive, os vizinhos da região logo espreitavam das varandas o concerto. Os Beatles tocaram durante quarenta minutos até a polícia local interferir, pedindo que baixassem o volume dos instrumentos; Mal Evans explicou que não era qualquer pessoa que estava tocando, e sim os Beatles. A apresentação terminou antes do previsto, e tornou-se famosa. Com o projeto Let It Be temporariamente suspenso, os Beatles gravaram seu penúltimo álbum, Abbey Road, no verão de 1969. A conclusão da canção "I Want You (She's So Heavy)" para o álbum em 20 de agosto de 1969 foi a última vez que o quarteto reuniu-se em mesmo estúdio. Lennon anunciou sua saída para o resto do grupo em 20 de setembro, 1969, embora tenha concordado em não anunciar isso publicamente até que determinadas questões jurídicas fossem resolvidas.