quarta-feira, maio 20, 2026
Stanley Miller morreu há dezanove anos...
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: Biologia, evolução, experiência de Urey-Miller, Origem da Vida, sopa primordial, Stanley Miller
Robin Gibb morreu há catorze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
Marcadores: Austrália, balada, Bee Gees, disco, Ilha de Man, música, pop, Reino Unido, Rhythm and Blues, Robin Gibb, Rock Progressivo, rock psicadélico, Stayin' Alive
Um terramoto abalou o norte de Itália há catorze anos
Danos na Igreja de São Paulo, em Mirabello
Em maio de 2012, dois sismos de significativa magnitude ocorreram no norte da Itália, causando 24 mortes e danos generalizados. O primeiro terramoto, de magnitude 6,1, atingiu a região da Emília-Romanha, cerca de 36 km ao norte da cidade de Bolonha, em 20 de maio, às 04.03, hora local (02:03 UTC). O epicentro foi entre Finale Emilia e San Felice sul Panaro. Dois novos tremores de magnitude 5,2 ocorreram, um cerca de uma hora após o evento principal e outro de aproximadamente 11 horas após o evento principal. Sete pessoas morreram.
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
Marcadores: Itália, sismo, Sismos na Itália de 2012
Saudades de Joe Cocker...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: Joe Cocker, música, Reino Unido, Rock, soul, Unchain My Heart
Cher comemora hoje oitenta anos...!
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Cher (nascida Cheryl Sarkisian; El Centro, 20 de maio de 1946) é uma cantora, atriz e personalidade de televisão americana, apelidada de "Deusa do Pop". Conhecida por sua voz grave de contralto, estilo ousado e reinvenções constantes, a sua carreira multifacetada abrange sete décadas, consolidando-a como ícone cultural. Cher ascendeu à fama em 1965 com a dupla Sonny & Cher, ao lado de seu então marido, e também com sucessos solos como "All I Really Want to Do" e "Bang Bang (My Baby Shot Me Down)". Nos anos 1970, Cher divorciou-se de Sonny Bono e liderou a Billboard Hot 100 com os sucessos "Gypsys, Tramps & Thieves", "Half-Breed" e "Dark Lady", tornando-se a cantora solo com mais músicas no topo das paradas nos EUA até então.
Após uma pausa para se focar na carreira de atriz, Cher retornou à música com álbuns de rock nos anos 1980 e 1990, como Heart of Stone (1989) e Love Hurts (1991), e hits como "If I Could Turn Back Time" e "The Shoop Shoop Song (It's in His Kiss)". Em 1998, lançou o álbum de eurodance Believe (1998), revolucionando o uso do Auto-Tune, uma ferramenta de correção vocal até então mantida como segredo comercial, ao empregá-la de propósito e de forma audível, criando uma sonoridade robótica e inovadora, popularmente conhecida como "efeito Cher". A faixa-título se tornou a música número um de 1999 na Billboard Hot 100 e o single mais vendido por uma cantora na história do Reino Unido. Cher continuou a explorar o dance-pop com álbuns como Living Proof (2001) e Dancing Queen (2018). Com o single "DJ Play a Christmas Song", do álbum natalício Christmas (2023), ela se tornou a única artista solo a liderar as paradas da Billboard em sete décadas consecutivas, dos anos 60 aos anos 2020.
Na televisão, Cher estrelou programas de grande audiência na década de 1970, incluindo The Sonny & Cher Comedy Hour e o solo Cher, alcançando mais de 30 milhões de telespectadores semanais. Estreou como atriz de teatro na Broadway em 1982 e, em seguida, migrou para o cinema, onde protagonizou sucessos como Marcas do Destino (1985), As Bruxas de Eastwick (1987), Minha Mãe É uma Sereia (1990), Chá com Mussolini (1999), Burlesque (2010) e Mamma Mia! Lá Vamos Nós De Novo (2018). Cher foi indicada para o Óscar de melhor atriz coadjuvante por Silkwood: O Retrato de uma Coragem (1983) e é vencedora do Óscar de melhor atriz por Feitiço da Lua (1987). A sua estreia como diretora ocorreu em O Preço de uma Escolha (1996). O musical The Cher Show, baseado em sua vida, estreou na Broadway em 2018.
Com mais de 100 milhões de discos vendidos, Cher é uma das artistas mais bem-sucedidas da história. As suas conquistas incluem um lugar no Hall da Fama do Rock and Roll, um Óscar, um Emmy, um Grammy, três Globos de Ouro, um Cannes, um Prémio Kennedy e um prémio especial do Conselho de Designers de Moda dos Estados Unidos. Sua Living Proof: The Farewell Tour (2002–2005) encerrou como a turnê de maior bilheteira por uma artista feminina, arrecadando 250 milhões de dólares. Cher também é reconhecida por sua influência na moda, opiniões políticas, presença nas redes sociais, esforços filantrópicos e ativismo em causas sociais, incluindo a defesa dos direitos LGBTQIA+ e a prevenção do HIV/SIDA.

Niki Lauda morreu há sete anos...
Participou do Campeonato Mundial de Fórmula 1 entre 1971 a 1979 e de 1982 a 1985, disputando 177 Grandes Prémios, obtendo 25 vitórias, 24 pole positions e 24 melhores voltas, totalizando 419,5 pontos. Considerado um dos melhores pilotos da história da Fórmula 1, sagrou-se tricampeão mundial em 1975, 1977 e 1984, e é o único piloto até hoje a ser campeão tanto pela Ferrari quanto pela McLaren. Pilotou nas equipas March, BRM, Ferrari, Brabham e McLaren.
No final daquele ano, abandonaria a Ferrari para juntar-se à Brabham-Alfa Romeo, dirigida por Bernie Ecclestone. A parceria rendeu-lhe duas vitórias e cinco pódios em 1978, mas a frequência de quebras o deixou fora da disputa pelo título. Em 1979, marcou apenas quatro pontos. Os maus resultados fizeram Lauda voltar suas atenções para a companhia aérea que acabara de fundar e, assim, deixou a Fórmula 1.
Durante o período em que ficou afastado, além de administrar sua empresa de aviação, Niki Lauda chegou até a ser comentarista e repórter de Fórmula 1 para um canal de televisão austríaco. Entretanto, Lauda recebeu proposta milionária da McLaren para voltar às pistas em 1982. Após duas corridas de readaptação, Lauda venceu no seu novo time, o Grande Prêmio do Oeste, em Long Beach, e o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, em Brands Hatch; no seu retorno terminou em 5º na classificação final. Em 1983, sem condições de acompanhar as equipes com motor turbo, Lauda pouco pôde fazer no campeonato; nenhuma vitória e apenas dois pódios: 3º no Grande Prêmio do Brasil em Jacarepaguá e o 2º no Grande Prêmio do Oeste dos Estados Unidos em Long Beach. Faltando quatro provas para o término, a McLaren iniciava o desenvolvimento com o motor Porsche, financiada pela TAG; o piloto austríaco terminou o ano em 10º lugar. Para a temporada de 1984, iniciou o ano desacreditado, e seu companheiro de equipe, o francês Alain Prost, era o favorito ao título. Após 5 vitórias (contra 7 de Prost), Lauda seria campeão mundial pela terceira vez, com apenas meio ponto de vantagem (Prost marcara apenas metade dos pontos - 4,5 - da vitória do Grande Prémio de Mónaco, (terminou prematuramente, por causa da chuva). Lauda ia para a defesa do título em 1985, mas sem motivação, obteve apenas 1 vitória e abandonou 12 das 15 provas do ano. A sua última prova na carreira foi o Grande Prémio da Austrália (estreia no calendário), porém abandonou-a após um acidente no final da reta Brabham. Encerrou a sua carreira na categoria em 10º na classificação final.
Lauda permaneceu muitos anos afastado da Fórmula 1, gerindo a sua empresa de aviação, retornando como consultor técnico extraordinário da Ferrari nos anos 90. Em 2001, foi contratado pela Jaguar para assumir as funções de diretor técnico, mas resultados inexpressivos levaram-no à demissão em 2003.
Em setembro de 2012, foi nomeado presidente não executivo da equipa Mercedes. Participou das negociações que trouxeram Lewis Hamilton para a equipe alemã no final de 2012.
Em 2013, o filme Rush contou a história do campeonato mundial de 1976 e a disputa do título entre Niki Lauda e James Hunt. Seu intérprete nessa produção foi o ator alemão Daniel Brühl.
Lauda casou-se em 1976 com Marlene Knaus e tiveram dois filhos, Mathias Lauda e Lukas Lauda. Divorciaram-se em 1991.
Em 2008, casou-se com Birgit Wetzinger, uma hospedeira de bordo
da sua companhia de aviação. Em 2005, Birgit doou um rim a Lauda, quando
o rim que este recebera do irmão em 1997 falhou. Em setembro de 2009, tiveram dois filhos gémeos.
Lauda faleceu em 20 de maio de 2019, devido a problemas renais. O ex-piloto havia passado por um transplante de pulmão em agosto de 2018 e, apesar de uma boa recuperação inicial, seu estado de saúde deteriorou-se nos meses seguintes.
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: Áustria, automobilismo, aviação, campeão, Fórmula 1, Niki Lauda
terça-feira, maio 19, 2026
Música para recordar um evento trágico e triste...
Cantar Alentejano - Zeca Afonso
Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram-na em vida
Baleizão a viu morrer
Ceifeiras na manha fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou
Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem matou
Aquela pomba tão branca
Todos a querem p'ra si
O Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti
Aquela andorinha negra
Bate as asas p'ra voar
O Alentejo esquecido
Inda um dia hás-de cantar
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Alentejo, Catarina Eufémia, música, Zeca Afonso
Poema para recordar uma camponesa...
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AO RETRATO DE CATARINA
Esses teus olhos enxutos
Num fundo cavo de olheiras
Esses lábios resolutos
Boca de falas inteiras
Essa fronte aonde os brutos
Vararam balas certeiras
Contam certa a tua vida
Vida de lida e de luta
De fome tão sem medida
Que os campos todos enluta
Ceifou-te ceifeira a morte
Antes da própria sazão
Quando o teu altivo porte
Fazia sombra ao patrão
Sua lei ditou-te a sorte
Negra bala foi teu pão
E o pão por nós semeado
Com nosso suor colhido
Pelo pobre é amassado
Pelo rico só repartido
Tanta seara continhas
Visível já nas entranhas
Em teu ventre a vida tinhas
Na morte certeza tenhas
Malditas ervas daninhas
Hão-de ter mondas tamanhas
Searas de grã estatura
De raiva surda e vingança
Crescerão da tua esperança
Ceifada sem ser madura
Teus destinos Catarina
Não findaram sem renovo
Tiveram morte assassina
Hão-de ter vida de novo
Na semente que germina
Dos destinos do teu povo
E na noite negra negra
Do teu cabelo revolto
nasce a Manhã do teu rosto
No futuro de olhos posto
Carlos Aboim Inglez
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Alentejo, assassinato, Baleizão, Carlos Aboim Inglez, Catarina Eufémia, estado novo, poesia
Lawrence da Arábia morreu há 91 anos...
As circunstâncias do acidente levaram Hugh Cairns, neurologista que atendeu Lawrence, a realizar um estudo sobre a adoção de capacete motociclístico por civis e militares, concluindo que a prática poderia diminuir drasticamente o número de fatalidades causadas por traumatismo craniano. A morte de Lawrence e o subsequente trabalho de Cairns contribuiu largamente para a adoção de capacetes entre motociclistas, trabalhadores e desportistas em todo o mundo.
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
Marcadores: Arqueologia, espionagem, I Grande Guerra, Lawrence da Arábia, Revolta Árabe de 1916/18, SM
Pete Townshend comemora hoje oitenta e um anos...!
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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Catarina Eufémia foi assassinada há 72 anos...
Na sequência dos distúrbios do funeral, nove camponeses foram acusados de desrespeito à autoridade; a maioria destes foi condenada a dois anos de prisão com pena suspensa. O tenente Carrajola foi transferido para Aljustrel, mas nunca veio a ser sequer julgado em tribunal. Faleceu em 1964.
Ao torná-la numa lenda da resistência antifascista, o PCP teria adulterado alguns pormenores da vida e morte de Catarina Eufémia. Designadamente, fez-se crer que Catarina era militante do Partido Comunista, no comité local de Baleizão, desde 1953, o que é, possivelmente, falso. A escolha de Catarina para porta-voz das ceifeiras terá sido mesmo influenciada pelo facto de não existirem as mínimas suspeitas de ser comunista. Aliás, Mariana Janeiro, uma militante comunista várias vezes presa pela PIDE, sempre rejeitou a hipótese de que Catarina estivesse ao serviço do partido. Por seu lado, António Gervásio, antigo dirigente do PCP no Alentejo, afirma que Catarina era de facto membro do comité local de Baleizão do PCP desde 1953. Também a União Democrática Popular reivindicou a militância de Catarina (embora a UDP só tenha surgido em 1974, tentou reclamar Catarina como um dois exemplos da linha comunista não-estalinista e comunista não-interclassista, que antecedeu a União Democrática Popular e o seu precursor, o PC-R), tendo, mesmo, erigido um pequeno monumento em sua memória, que foi destruído por apoiantes do PCP em 23 de maio de 1976. Os familiares de Catarina, especialmente os filhos, chegaram a apoiar ou filiar-se na UDP. UDP e PCP continuam a disputar Catarina (que segundo conhecidos não seria militante comunista, mas sendo altamente politizada, seria simpatizante com bastante certeza).
Afirmou-se também que Catarina Eufémia estaria grávida de alguns meses no momento em que foi assassinada. Aparentemente, essa informação teria vindo de outras ceifeiras, a quem Catarina alguns dias antes de ser assassinada teria revelado o seu estado amenorreico. Durante a autópsia, o povo de Baleizão juntou-se no largo da Sé de Beja, a poucos metros do Hospital da Misericórdia, clamando em desespero e revolta: "Não foi uma, foram duas mortes!". No entanto, o médico legista que a autopsiou, Henriques Pinheiro, afirmou repetidamente, inclusive depois da revolução de 1974, que as referências a uma gravidez eram falsas.
Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
Marcadores: Alentejo, assassinato, Baleizão, Catarina Eufémia, estado novo, José Dias Coelho
Phil Rudd, baterista dos AC/DC, faz hoje setenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
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Marku Ribas nasceu há 79 anos...
Marco Antonio Ribas mais conhecido como Marku Ribas (Pirapora, 19 de maio de 1947 - Belo Horizonte, 6 de abril de 2013) foi um cantor, compositor, ator, dançarino e percussionista brasileiro.
Grace Jones - 78 anos
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Grace Beverly Jones (Spanish Town, Jamaica, 19 de maio 1948) é uma modelo, cantora e atriz jamaicana radicada nos Estados Unidos. Nascida na Jamaica, ela e a sua família mudaram-se para Syracuse, Nova Iorque nos Estados Unidos, quando ela ainda era adolescente. Grace começou a sua carreira como modelo no estado de Nova Iorque, depois em Paris, trabalhando para casas de moda francesas de grande prestígio, como Yves Saint Laurent e Kenzo, e aparecendo em capas de revista como Elle e Vogue.
Notavelmente trabalhou como fotógrafos de renome como Jean-Paul Goude, Helmut Newton, Guy Bourdin, e Hans Feurer, e ficou conhecido pela sua aparência andrógena e a sua cabeça rapada.
Primeiros anos
Jones assinou um contrato com a Island Records em 1977, o que resultou num sucesso de hits Disco e Dance e um resposta positiva do público. Os três álbuns Disco que ela gravou - Portfolio (1977), Fame (1978) e Muse (1979) - geraram grande sucesso no mercado da época. Durante esse período, também se tornou uma musa para Andy Warhol, que a fotografou incontáveis vezes. Jones também o acompanhou em várias ocasiões no famoso clube Studio 54 em Nova York.
No final dos anos 70, Jones se adaptou à música New Wave e decidiu criar um estilo diferente para ela. Ainda na Island Records, lançou os álbuns Warm Leatherette (1980) e Nightclubbing (1981). Tais álbuns incluíram readaptações de canções do The Pretenders, Sting, Iggy Pop, Roxy Music, Flash and the Pan, The Normal, Ástor Piazzolla e Tom Petty. Jones ainda marcou presença nas banda sonoras de novelas brasileiras. "That's The Trouble" fez parte da música de Locomotivas, de 1977; "I Need a Man", de Sem Lenço, Sem Documento (1977/1978); em 1978, "La Vie En Rose" foi hit em O Pulo do Gato, e "Do Or Die" fez parte da banda sonora internacional da novela Pecado Rasgado.
Em paralelo com a sua transformação musical, Jones também mudou o seu visual dramaticamente, criado em parceria com o estilista Jean-Paul Goude, com quem ela eventualmente se casou e de quem teve um filho. Jones adotou um look severo e andrógino, com um corte de cabelo em formato quadrado e roupas acolchoadas. As capas icónicas de Nightclubbing e, em seguida, Slave To The Rhythm (1985) exemplificaram essa nova identidade. Até hoje, Grace Jones é tanto conhecida pelo seu look único como pela sua música. A sua colaboração com Sadkin e Blackwell continuou com o álbum Living My Life (1982), influenciado pelo dub-reggae.
Na metade dos anos 80, ela trabalhou com Trevor Horn para o álbum Slave To The Rhythm e com o produtor Nile Rodgers para o álbum Inside Story (1986) - o seu primeiro álbum após sair da Island Records. Inside Story produziu o seu mais recente hit que entrou na Billboard Hot 100, I'm Not Perfect (But I'm Perfect For You), uma das diversas canções que ela co-escreveu com Bruce Woolley. O álbum Bulletproof Heart (1989) atingiu o primeiro lugar nas paradas Hot Dance Music/Club Play com o hit Love On Top Of Love. Jones também alcançou grande sucesso no Reino Unido. Até hoje, Grace Jones lançou 43 singles e muitas de suas canções são consideradas como clássicos nos dias de hoje. Recentemente Grace participou do novo álbum de inéditas da banda de trip rock Gorillaz com a canção "Charger" lançado no dia 28 de abril de 2017.
Estilo e imagem e voz
O visual andrógino de Grace Jones, que inclui roupas, maneiras e estatura (1,79m), foi uma grande influência no movimento "power dressing" dos anos 80, e também em artistas como Cher, Annie Lennox (Eurythmics) e Claudie Fritsch-Mentrop (Desireless). Ela também exemplificou o corte de cabelo em "caixa" dos anos 70, que seria usado em seguida por muitos negros da América na próxima década. Ela manteve uma carreira de atriz em paralelo com a sua música. A sua forte presença e visual foram levados ao seu trabalho de palco rapidamente: as suas performances mostraram diversas personagens com roupas peculiares e forte atitude. Um bom exemplo disso foi a sua colaboração com o artista visual Keith Haring, que pintou o seu corpo com símbolos tribais e a vestiu com uma armadura de fios. O artista também pintou o corpo de Jones no clipe de I'm Not Perfect (But I'm Perfect For You).
Miss Jones é uma cantora contralto e domina algumas técnicas de soprano. Sua extensão vocal mede (ao total) 5,4 oitavas. São duas as formas de cantar que predominam em seu trabalho: o monótono canto falado, fraseado como nas canções Corporate Cannibal e Walking In The Rain, e o modo quase soprano como em La Vie En Rose e Slave To The Rhythm. Além de ser dona de vocais fortes, autoritários e hipnóticos, Jones também toca acordeão.
Em 2000, Grace Jones gravou The Perfect Crime, uma canção up-tempo para a TV dinamarquesa, escrita pelo compositor Floppy M. No dia 20 de outubro de 2006, o CD triplo Ultimate Collection foi lançado na Europa pela CCM, numa edição limitada. No dia 3 de novembro do mesmo ano, Jones compareceu a uma reunião de pessoas que compartilhavam do mesmo sobrenome, cantando Slave To The Rhythm e Pull Up To The Bumper.
Embora o seu último álbum de estúdio tenha saído em 1989, Grace Jones nunca deixou de se apresentar ao vivo. Prefere seguir o estilo underground nos seus shows, sem grandes divulgações, o que coloca os seus fãs em uma "emocionante caçada". Num honroso comeback, o produtor Ivor Guest confirmou que ela já terminou de gravar seu novo álbum, com a canção Corporate Cannibal como primeiro single. Nick Hooker dirigiu o primeiro clipe para o novo álbum. Outros participantes desse lançamento são Sly and Robbie, Brian Eno, Wally Badarou, Tricky, Uzziah "Sticky" Thompson, Mikey "Mao" Chung, Barry Reynolds, John Justin, Martin Slattery, Philip Sheppard, Paulo Goude, Robert Logan, Don-E e Tony Allen, sob os cuidados de Cameron "Engine" Craig. Em outubro 2008 ela volta com o álbum Hurricane.
Atuação
O trabalho de Jones como atriz em grandes filmes começou com o papel de Zula, uma amazona no filme Conan, o Destruidor (1984), ao lado de Arnold Schwarzenegger e a lenda da NBA Wilt Chamberlain. Antes disso ela havia aparecido em filmes de produção baixa, frequentemente com conteúdo sexualmente explícito. Em seguida ela fez o papel de May Day, no filme 007: A View To A Kill (1985).
Jones também apareceu em vários outros filmes, incluindo Vamp (1986), onde ela interpretou uma exótica dançarina vampírica chamada Katrina, usando a pintura corporal de Keith Haring. Ela também fez o papel de Helen Strange no filme Boomerang, de Eddie Murphy - para o qual gravou a canção-título do filme, 7 Day Weekend - em 1992. Em 2001, ela apareceu junto com Tim Curry em Wolf Girl (a.k.a Blood Moon), como um travesti e aberração de circo chamado Christoph/Christine. Apareceu num episódio da série Beastmaster como Guerreira Impatra.

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Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: actriz, Grace Jones, música, Pull Up To The Bumper

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