O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Angela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Conceição de Macabu, Estado do Rio de Janeiro, 13 de maio de 1929 – São Paulo, São Paulo, 29 de setembro de 2018), foi uma cantora e atriz brasileira, expoente da era do rádio, considerada dona de uma das melhores vozes da MPB e eleita a Rainha do Rádio em 1954.
Intérprete de canções como Babalu (Margarita Lecuona), Gente Humilde (Garoto/Chico Buarque/Vinicius de Moraes), Cinderela (Adelino Moreira) e Orgulho (Waldir Rocha/Nelson Wederkind), serviu como fonte de inspiração para artistas como Elis Regina, Djavan, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Cesária Évora e Gal Costa, além de ter sido, comprovadamente pelo Ibope, por um longo período, a cantora mais popular do Brasil e conquistado a admiração de personalidades como Édith Piaf, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Amália Rodrigues e Louis Armstrong.
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Richard Steven Valenzuela (Los Angeles, California, May 13, 1941 - Clear Lake, Iowa, February 3, 1959), known professionally as Ritchie Valens, was an American guitarist, singer and songwriter. A rock and roll pioneer and a forefather of the Chicano rock movement, Valens was killed in a plane crash eight months into his music career.
Valens had several hits, most notably "La Bamba", which he had adapted from a Mexican folk song. Valens transformed the song into one with a rock rhythm and beat, and it became a hit in 1958, making Valens a pioneer of the Spanish-speaking rock and roll movement. He also had an American number-two hit with "Donna".
On February 3, 1959, on what has become known as "The Day the Music Died", Valens died in a plane crash in Iowa, an accident that also claimed the lives of fellow musicians Buddy Holly and J. P. "The Big Bopper" Richardson, as well as pilot Roger Peterson. Valens was 17 at the time of his death. In 2001, Valens was posthumously inducted into the Rock and Roll Hall of Fame.
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No cinema, seu primeiro sucesso foi em Romance em Alto-Mar de 1948, seguido por uma série de filmes financeiramente bem sucedidos, incluindo musicais, comédias e dramas. Day desempenhou o papel principal em Calamity Jane (1953) e fez O Homem Que Sabia Demais (1956) de Alfred Hitchcock com James Stewart. Os seus filmes mais conhecidos são as comédias Confidências à Meia-Noite (1959) e Eu, Ela e a Outra (1963), respetivamente. Depois de 1968, passou a participar na comédia da CBS chamada The Doris Day Show (1968-73).
Entre os seus prémios, Doris recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award e um Legend Award da Society of Singers. Em 1960, foi nomeada para o Óscar de Melhor Atriz, e, em 1989, recebeu o Prémio Cecil B. DeMille por sua contribuição ao mundo do entretenimento. Em 2004, foi-lhe dada a Medalha Presidencial da Liberdade pelo Presidente George W. Bush, seguida em 2011 pelo Achievement Award da Los Angeles Film Critics Association.
Foi casada quatro vezes e teve um filho, Terry Melcher, que faleceu em 2004. Desde a morte dele, Doris levava uma vida reclusa e solitária, dedicando-se exclusivamente à proteção de animais na Doris Day Pet Foundation, trabalho que realizou por várias décadas.
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Família, 1937
Sarah Affonso, nome artístico de Sara Sancha Afonso (Beato, Lisboa, 13 de maio de 1899 - Campo Grande, Lisboa, 15 de dezembro de 1983) foi uma pintora portuguesa.
(...)
Em 1934 casa-se com Almada Negreiros, tentando a partir daí conciliar a vida de mãe de família e de pintora. Nos primeiros anos de casamento desenvolve o que será a parte mais importante da sua obra pictórica. "Dos retratos de meninas e mulheres e das paisagens urbanas passa para composições que incorporam motivos antes utilizados nos bordados, oriundos da cultura e imaginário populares. Evoca, a partir da memória da infância passada no Minho, costumes (procissões, festas, alminhas) e mitologias populares".
Celebraria também a sua vida pessoal em pinturas como Família, 1937, um dos seus trabalhos mais emblemáticos, onde se figura com o marido e o primeiro filho. Neste auto-retrato alargado à sua família e que funciona também como metáfora para a lenda do "menino-deus", Sarah Afonso faz uma síntese de vários aspetos da sua obra: "a qualidade do traço, o cromatismo, o desenho implícito na composição narrativa – como se tratasse de um sonho acordado – elementos tradicionais da cultura popular, como os bordados, os brinquedos e as lendas. É comum verificarmos esta associação lírica sobre a realidade, em que o tema se funde com a vivência dos retratados".
Foram várias as razões que a levaram a abandonar a pintura em finais dos anos de 1940. "Às razões pessoais juntavam-se a insegurança profissional e a falta de condições de trabalho. Continuou, no entanto, com um trabalho menos visível nas artes decorativas e de apoio a Almada Negreiros [...]. Em finais dos anos 50, retomou algumas das direções interrompidas, como a ilustração infantil (entre outros de A Menina do Mar, 1958, de Sophia de Mello Breyner Andresen) e o desenho".
Expôs individualmente em 1932 e 1939. Participou na Exposição do Mundo Português, 1940. Em 1944 recebeu o Prémio Sousa Cardoso na 8ª Exposição de Arte Moderna organizada pelo SPN. Em 1953 participou na Bienal de S. Paulo, Brasil.
Encontra-se colaboração sua na revista Sudoeste (1935).
Foram realizadas mostras retrospetivas da sua obra em 1953 e 1962 (Galeria de Março, Lisboa, e Academia Dominguez Alvarez, Porto respetivamente).
Sarah Afonso está sepultada nos Cemitério dos Prazeres, junto do marido.
Procissão, 1934, óleo sobre tela
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
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