sexta-feira, novembro 18, 2022
Kirk Hammett, guitarrista dos Metallica, faz hoje sessenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 06:00 0 comentários
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Daguerre, o inventor da fotografia, nasceu há 235 anos...!
Postado por Fernando Martins às 02:35 1 comentários
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O Aleijadinho morreu há 208 anos...
Postado por Fernando Martins às 02:08 0 comentários
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O tratado que originou o Canal do Panamá foi assinado pelos Estados Unidos há 119 anos
Postado por Fernando Martins às 01:19 0 comentários
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Compay Segundo nasceu há cento e quinze anos...
Nascido no vilarejo de Siboney, aos nove anos, após o falecimento de sua avó, mudou-se com a sua família para a sede da municipalidade de Santiago de Cuba.
Compay Segundo afirmava que, desde os cinco anos, acendia os puros (charutos) para a sua avó. Desde então, não deixou o hábito de fumar. Em Santiago, fez o que grande parte da população cubana fazia: aprendeu o ofício de enrolador de charutos. Ao mesmo tempo, tinha aulas com uma jovem que o introduziu nos segredos do pentagrama, Noemí Toro. Por sua influência, Repilado optou pelo clarinete. Foi tocando este instrumento que Repilado fez a sua primeira viagem a Havana, em 1929, com a Banda Municipal de Música, na ocasião da inauguração do Capitolio Nacional.
Em 1935, com o guarachero Ñico Saquito e a sua banda, Cuban Star, viajou novamente à capital cubana - desta feita, para lá residir definitivamente.
Autodidata do tres e de violão, criou um novo instrumento de corda, mesclando aqueles instrumentos, o armónico. Muitas de suas composições musicais se caracterizam por seu conteúdo imaginativo e grande senso de humor. Na década de 30, com o quarteto Hatuey, viajou ao México, onde participou em dois filmes, México Lindo e Tierra Brava.
Também foi no México onde integrou, como clarinetista, o grupo Matamoros e teve a oportunidade de trabalhar com o músico Benny Moré. Lá, também, fundou, em 1942, a dupla Los Compadres, cantando com o cubano Lorenzo Hierrezuelo. Lorenzo era a primeira voz e tinha o apelido de Compay Primo (primeiro compadre), enquanto Repilado era a segunda voz, o Compay Segundo, pseudónimo que o acompanhou até ao fim de seus dias e pelo qual é reconhecido mundialmente.
Sobre o facto de que a segunda voz na música passou a se perder, sobretudo após as décadas de 40 e 50, Compay Segundo declarou "Os jovens não querem acompanhar nenhum cantor. Todos querem ser estrelas do dia para a noite. Veja quantos anos eu tive de esperar, quantos caminhos tive de andar, em quantos eventos tive de participar. E cá estou começando, nunca acabando."
A sua carreira teve inúmeras mudanças; integrou o sexteto Los Seis Ases, o Cuarteto Cubanacán, e foi clarinetista da Banda Municipal de Santiago de Cuba. Em 1956 criou o grupo Compay Segundo y sus Muchachos, com quem trabalhou até sua morte.
Compay Segundo foi um artista único. A maneira que produzia o som se ajustava ao modelo da zona oriental de Cuba, pelo que é reconhecido como um grande representante da cubanía.
Os estilos em que transitava eram: son, guaracha, bolero, além de canciones com marcados matizes caribenhos. A sua voz, grave e redonda, acompanhou célebres cantores de fama internacional. Com os muchachos de seu grupo, foi capaz de fazer dançar multidões de todos os continentes. Realizou turnês pela América Latina e Europa, particularmente Espanha, onde gravou seus últimos discos. Sobretudo partir de 1992, criou-se, na Espanha, um ambiente favorável para a trova e o son tradicional e foram convidados antigos e respeitados músicos desse estilo. Com isso, em 1995, Compay Segundo teve uma antologia sua organizada por Santiago Auserón, e foi o início de sua consagração internacional e a retomada de sua carreira artística.
Compay Segundo participou ativamente do ambicioso projeto Buena Vista Social Club, um disco produzido por Ry Cooder, em 1996, em que se reuniram os grandes nomes da música cubana, como Ibrahim Ferrer, Juan de Marcos González, Rubén González, Manuel "Puntillita" Licea, Orlando "Cachaito" López, Manuel "Guajiro" Mirabal, Eliades Ochoa, Omara Portuondo, Barbarito Torres, Amadito "Tito" Valdés e Pio Leyva. O disco foi premiado com o Grammy e promoveu um ressurgimento fabuloso de músicos cubanos que, em alguns casos, estavam no ostracismo por mais de dez anos.
O disco é o tema central do documentário homónimo, dirigido pelo alemão Wim Wenders. Ver Buena Vista Social Club (filme).
Aos 94 anos, estreou nos palcos como ator, numa peça intitulada "Se secó el arroyto" (algo como "secou-se o riozinho"), baseada em uma de suas canções e que narra os amores frustrados de um casal de jovens nos anos anteriores à Revolução Cubana (1959).
Entre as canções mais conhecidas interpretadas por Compay Segundo estão "Sarandonga", "Saludos, Compay", "¿Y tú, qué has hecho?", "Amor de la loca juventud", "Juramento" e "Veinte años". Certamente, a mais famosa de todas é "Chan Chan", que, segundo dizem, já foi ouvida até no Vaticano.
Compay Segundo morreu em 2003 em Havana próximo a sua família e com o respeito e a consideração de seus patrícios. Deixou cinco filhos. Nonagenário e muito bem-humorado, disse certa feita que ainda não havia se esquecido de como era o amor e que queria um sexto filho. Atribuiu-se sua morte a "desajuste metabólico agudo com insuficiência renal". Foi sepultado em Santiago de Cuba.
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Pedro Infante nasceu há cento e cinco anos...
Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
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As Cortes franquistas aprovaram a lei que levou a Espanha à democracia há 46 anos
- Estabelecia o conceito de soberania popular como direito político igual para todos os maiores de 21 anos (nesse momento a maioridade legal).
- Procedia a criar um sistema bicameral: Congresso dos Deputados e Senado, com um mandato de quatro anos. Os seus membros seriam eleitos por sufrágio universal livre, direto e segredo, exceto uma quinta parte dos senadores que eram designados diretamente pelo Rei.
- Autorizava expressamente o Governo ou o Congresso dos Deputados assim eleito a iniciar uma reforma constitucional, se bem que não indicava textualmente que as Cortes Generales resultantes foram a derrogar o conjunto de Leis Fundamentais que, como bloco constitucional, mantinham a estrutura do regime político proveniente da ditadura. Isto era assim com o fim de não provocar a oposição dos partidários "até à morte" do regime franquista, o chamado búnker.
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O Massacre de Jonestown foi há quarenta e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
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Calvin e Hobbes nasceram há 37 anos
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
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Bartolomeu de Gusmão morreu há 298 anos
Entre 1713 e 1716 viajou pela Europa. Em 1713 registou na Holanda o invento de uma “máquina para a drenagem da água alagadora das embarcações de alto mar” (patente que só veio a público em 2004, graças a pesquisas realizadas pelo arquivista e escritor brasileiro Rodrigo Moura Visoni). Viveu em Paris, trabalhando como ervanário para se sustentar, até que encontrou o seu irmão Alexandre, secretário do embaixador de Portugal na França.
O padre Bartolomeu de Gusmão voltou a Portugal, mas foi vítima de insidiosa campanha de difamação. Acusado pela Inquisição de simpatizar com cristãos-novos, foi obrigado a fugir para a Espanha, no final de setembro de 1724, com um seu irmão mais novo, Frei João Álvares, pretendendo chegar à Inglaterra.
Segundo o testemunho que, mais tarde, João Álvares daria à Inquisição espanhola, Bartolomeu de Gusmão ter-se-ia convertido ao judaísmo, em 1722, depois de atravessar uma crise religiosa. O relato de João Álvares ao Santo Ofício, ainda que deva ser considerado com cautela, mostra, segundo Joaquim Fernandes, aspetos místicos, messiânicos e megalómanos do "padre voador". Em Toledo (Espanha), Bartolomeu adoece gravemente, recolhendo-se ao Hospital da Misericórdia daquela cidade, onde veio a falecer em 18 de novembro de 1724, aos 38 anos. Antes de morrer, porém, confessou-se e recebeu a comunhão, conforme o rito católico, e assim foi sepultado na Igreja de São Romão, em Toledo. Foram feitas, ao longo de décadas, várias tentativas para localizar a sua tumba, o que só ocorreu em 1856. Parte dos restos mortais foi transportada para o Brasil e se encontra, desde 2004, na Catedral Metropolitana de São Paulo.Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
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James Coburn morreu há vinte anos...
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
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Erik Nordenskiold, mineralogista e explorador sueco-finlandês, nasceu há cento e noventa anos
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
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Poesias de aniversariante de hoje, precocemente desaparecido...
A poesia vai
A poesia vai acabar, os poetas
vão ser colocados em lugares mais úteis.
Por exemplo, observadores de pássaros
(enquanto os pássaros não
acabarem). Esta certeza tive-a hoje ao
entrar numa repartição pública.
Um senhor míope atendia devagar
ao balcão; eu perguntei: «Que fez algum
poeta por este senhor?» E a pergunta
afligiu-me tanto por dentro e por
fora da cabeça que tive que voltar a ler
toda a poesia desde o princípio do mundo.
Uma pergunta numa cabeça.
— Como uma coroa de espinhos:
estão todos a ver onde o autor quer chegar? —
Amor como em casa
Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.
in Ainda não é o fim nem o princípio do mundo calma é apenas um pouco tarde (1974) - Manuel António Pina
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
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Niels Bohr morreu há sessenta anos
Em 1957, Niels Bohr recebeu o Prêmio Átomos pela Paz. Ao mesmo tempo, o Instituto de Física Teórica, por ele dirigido desde 1920, afirmou-se como um dos principais centros intelectuais da Europa.
Bohr morreu a 18 de Novembro de 1962, vítima de uma trombose, aos 77 anos de idade. Encontra-se sepultado no Cemitério Assistens, em Copenhaga.
Participou da 5ª, 6ª, 7ª e 8ª Conferência de Solvay.
Após ser laureado com o Nobel de Física de 1922, recebeu de presente da Cervejaria Carlsberg uma casa próximo da cervejaria, que possuía uma torneira com cerveja abastecida diretamente da cervejaria.Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
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Música adequada à data...!
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
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Marcel Proust morreu há um século...
Filho de Adrien Proust, um célebre professor de medicina, e Jeanne Weil, alsaciana de origem judaica, Marcel Proust nasceu numa família rica que lhe assegurou uma vida tranquila e lhe permitiu frequentar os salões da alta sociedade da época. Após estudos no Liceu Condorcet, prestou serviço militar em 1889. De volta à vida civil, assistiu na École Libre des Sciences Politiques aos cursos de Albert Sorel e Anatole Leroy-Beaulieu; e na Sorbonne os de Henri Bergson (1859-1941) cuja influência sobre a sua obra será essencial.
Em 1900, efetuou uma viagem a Veneza e se dedica às questões de estética. Em 1904, publicou várias traduções do crítico de arte inglesa John Ruskin (1819-1900). Paralelamente a artigos que relatam a vida mundana publicados nos grandes jornais (entre os quais Le Figaro), escreveu Jean Santeuil, uma grande novela deixada incompleta, e publicou Os Prazeres e os Dias (Les Plaisirs et les Jours), uma reunião de contos e poemas. Após a morte dos seus pais, a sua saúde já frágil deteriorou-se mais. Ele passou a viver recluso e a esgotar-se no trabalho. A sua obra principal, Em Busca do Tempo Perdido (À la Recherche du Temps Perdu), foi publicada entre 1913 e 1927, o primeiro volume editado à custa do autor na pequena editora Grasset, ainda que muito rapidamente as edições Gallimard recuaram na sua recusa e aceitaram o segundo volume À Sombra das Raparigas em Flor pela qual recebeu em 1919 o prêmio Goncourt.
A homossexualidade é tema recorrente em sua obra, principalmente em Sodoma e Gomorra e nos volumes subsequentes. Trabalhou sem repouso na escrita dos seis livros seguintes de Em Busca do Tempo Perdido, até 1922. Faleceu, esgotado, acometido por uma bronquite mal cuidada.
Proust nasceu em Auteuil-Neuilly-Passy (o setor sul do então rústico 16.º arrondissement de Paris), na casa de seu tio-avô, dois meses após o Tratado de Frankfurt terminar formalmente a Guerra Franco-Prussiana. Seu nascimento ocorreu durante a violência que envolveu a supressão da Comuna de Paris e sua infância corresponde ao período da consolidação da Terceira República Francesa. Grande parte de Em Busca do Tempo Perdido diz respeito às grandes mudanças, mais particularmente o declínio da aristocracia e a ascensão das classes médias que ocorreram na França durante a Terceira República e o fin de siècle.
O pai de Proust, Achille Adrien Proust, foi um proeminente patologista e epidemiologista, responsável por estudar e tentar remediar as causas e os movimentos da cólera através da Europa e da Ásia. Foi o autor de muitos artigos e livros sobre medicina e higiene. A mãe de Proust, Jeanne Clémence Weil, era filha de uma rica e culta família judia da Alsácia. Ela era culta e bem informada; as suas cartas demonstram um senso bem desenvolvido de humor e o seu domínio do inglês foi suficiente para lhe fornecer a assistência necessária para as tentativas posteriores de seu filho de traduzir John Ruskin.
Por volta dos nove anos de idade, Proust teve seu primeiro ataque grave de asma e, a partir daí, ele foi considerado uma criança doente. Proust passou longos períodos de férias na aldeia de Illiers. Esta aldeia, juntamente com as lembranças da casa do seu tio-avô em Auteuil, tornaram-se o modelo para a cidade fictícia de Combray, onde algumas das cenas mais importantes de Em Busca do Tempo Perdido têm lugar. (Illiers foi renomeada para Illiers-Combray por ocasião das comemorações do centenário de Proust).
Em 1882, com onze anos, Proust tornou-se aluno do Liceu Condorcet, mas sua educação foi interrompida por causa de sua doença. Apesar disso, ele destacou-se na literatura, recebendo um prémio no seu último ano. Foi através de seus colegas que ele foi capaz de ganhar acesso a alguns dos salões da alta burguesia, fornecendo-lhe material abundante para Em Busca do Tempo Perdido.
Apesar da sua saúde debilitada, Proust serviu durante um ano (1889-1890) no exército francês, estabelecido em Coligny Caserne em Orleans, uma experiência que providenciou um longo episódio em O Caminho de Guermantes, parte três do seu romance. Quando jovem, Proust foi um diletante e um alpinista social cujas aspirações como escritor foram prejudicadas pela sua falta de disciplina. A sua reputação a partir deste período, como um snobe e amador, contribuíram para seus problemas mais tarde com a obtenção de No Caminho de Swann, a primeira parte de seu romance em grande escala, publicado em 1913.
Proust tinha uma estreita relação com sua mãe. A fim de agradar seu pai, que insistia que ele seguisse uma carreira, Proust obteve uma posição de voluntário na Bibliothèque Mazarine no verão de 1896. Depois de exercer um esforço considerável, obteve uma licença, por doença, que se estendeu por vários anos até que ele foi considerado aposentado. Nunca trabalhou no seu emprego e não se mudou do apartamento de seus pais até que ambos estivessem mortos.
Proust, que era homossexual, foi um dos romancistas da Europa a tratar a homossexualidade de forma aberta e detalhada.
Sua vida e círculo familiar mudou consideravelmente entre 1900 e 1905. Em fevereiro de 1903, o irmão de Proust, Robert, casou-se e deixou a casa da família. Seu pai morreu em novembro do mesmo ano. Finalmente, e de efeitos muito mais devastadores, a querida mãe de Proust morreu em setembro de 1905. Ela deixou uma herança considerável. A sua saúde durante este período continuou a deteriorar-se.
Proust passou os últimos três anos da sua vida confinado ao seu quarto,
dormindo durante o dia e trabalhando à noite, para concluir o seu romance. Ele morreu de pneumonia e de um abcesso pulmonar em 1922. Foi enterrado no cemitério Père Lachaise, em Paris.
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
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quinta-feira, novembro 17, 2022
Hoje houve eleição na Associação Académica de Coimbra...
...celebremos as escolhas dos estudantes atuais com a música da Academia, numa excelente balada da despedida:
Balada de Despedida de 2015
Grupo de Fado In Illo Tempore. Música: Manuel Coroa/Luís Silva; Letra: Manuel Coroa, Luís Silva, João Luís Silva (Guitarras - Manuel Coroa, Luís Silva; Viola - Steve Fernandes; Voz - José Assis Viveiros, Ricardo Liz Almeida, João Luís Silva)
Sei que vou guardar
Na alma um segredo.
Um estudante a cantar
E uma guitarra ao peito
Dizia:
Nos teus braços vejo o Mundo,
Sem pressa de embarcar.
Agora que chega a hora
Surge a memória
Do que vivi aqui.
Coimbra, ai quem me dera
Parar o tempo e ficar...
Quem neste largo escuta
Sente o medo e a tristeza:
Ir embora, ir à luta,
Não mais ver tua beleza
Coimbra:
Nos teus braços vejo o Mundo,
Sem pressa de embarcar.
Agora que chega a hora
Surge a memória
Do que vivi aqui.
Coimbra, ai quem me dera
Parar o tempo e ficar...
Nos teus braços vejo o Mundo,
Sem pressa de embarcar
Postado por Fernando Martins às 23:51 0 comentários
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