quinta-feira, julho 18, 2013

Mandela - 95 anos!

Nelson Rolihlahla Mandela (Mvezo, 18 de julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul (de 1994 a 1999), considerado como o mais importante líder da África Negra, vencedor do Prémio Nobel da Paz de 1993, e Pai da Pátria da moderna nação sul-africana.
Até 2009 havia dedicado 67 anos de sua vida a serviço da humanidade - como advogado dos direitos humanos e prisioneiro de consciência, até tornar-se o primeiro presidente da África do Sul livre, razão pela qual em sua homenagem a ONU instituiu o Dia Internacional Nelson Mandela no dia de seu nascimento, como forma de valorizar em todo o mundo a luta pela liberdade, pela justiça e pela democracia.
Nascido numa família de nobreza tribal, numa pequena aldeia do interior onde possivelmente viria a ocupar cargo de chefia, abandonou este destino aos 23 anos ao seguir para a capital Joanesburgo e iniciar atuação política. Passando do interior rural para uma vida rebelde na faculdade, transformou-se em jovem advogado na capital e líder da resistência não-violenta da juventude em luta, acabando como réu em um infame julgamento por traição, foragido da polícia e o prisioneiro mais famoso do mundo, após o qual veio a se tornar o político mais galardoado em vida, responsável pela refundação de seu país - em moldes de aceitar uma sociedade multiétnica.
Criticado muitas vezes por ser um pouco egocêntrico e por seu governo ter sido amigo de ditadores que foram apoiantes do Congresso Nacional Africano, a figura do ser humano que enfrentou dramas pessoais e permaneceu fiel ao dever de conduzir seu país, suprimiu todos os aspectos negativos.
Foi o mais poderoso símbolo da luta contra o regime segregacionista do Apartheid, sistema racista oficializado em 1948, e modelo mundial de resistência. No dizer de Ali Abdessalam Treki, Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, "um dos maiores líderes morais e políticos de nosso tempo".
 

O infame livro Mein Kampf foi publicado inicialmente há 88 anos

Mein Kampf é o título do livro de dois volumes de autoria de Adolf Hitler, no qual ele expressou suas ideias anti-semitas, racistas e nacional-socialistas então adotadas pelo partido nazi. O primeiro volume foi escrito na prisão e editado em 18 de julho de 1925, o segundo foi escrito por Hitler fora da prisão e editado em 1926. Mein Kampf tornou-se um guia ideológico e de ação para os nazis, e ainda hoje influencia os neonazis, sendo chamado por alguns de "Bíblia Nazi".
É importante ressaltar que as ideias propostas em Mein Kampf não surgiram com Hitler, mas são oriundas de teorias e argumentos então correntes na Europa. Na Alemanha nazi, era uma exigência não oficial possuir o livro. Era comum presentear o livro a crianças recém-nascidas, ou como presente de casamento. Todos os estudantes o recebiam na sua formatura.
 

Caravaggio morreu há 403 anos

Caravaggio, pintura de Ottavio Leoni

Michelangelo Merisi da Caravaggio (Caravaggio, 29 de setembro de 1571Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de julho de 1610) foi um pintor italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família e que escolheu como seu nome artístico.

O Padre António Vieira morreu há 316 anos

Uma das mais influentes personagens do século XVII em termos de política e oratória, destacou-se como missionário em terras brasileiras. Nesta qualidade, defendeu infatigavelmente os direitos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização e fazendo a sua evangelização. Era por eles chamado de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).
António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos (judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (os católicos tradicionais), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.
Na literatura, seus sermões possuem considerável importância no barroco brasileiro e português. As universidades frequentemente exigem a sua leitura.

Música para geopedrados...

Há 150 anos os militares afro-americanos provaram com o seu sangue o seu valor na Guerra Civil Americana

The Second Battle of Fort Wagner, also known as the Second Assault on Morris Island or the Battle of Fort Wagner, Morris Island, was fought on July 18, 1863, during the American Civil War. Union Army troops commanded by Brig. Gen. Quincy Gillmore, launched an unsuccessful assault on the Confederate fortress of Fort Wagner, which protected Morris Island, south of Charleston Harbor. The battle came one week after the First Battle of Fort Wagner.

Gilmore ordered his siege guns and mortars to begin a bombardment of fort on July 18 and they were joined by the naval gunfire from six monitors that pulled to within 300 yards of the fort. The bombardment lasted eight hours, but caused little damage against the sandy walls of the fort, and in all, killed only about 8 men and wounded an additional 20, as the defenders had taken cover in the bombproof shelter.
The 54th Massachusetts, an infantry regiment sometimes composed of African-American soldiers led by Colonel Robert Gould Shaw, led the Union attack at dusk. They were backed by two brigades composed of nine regiments. The first brigade was commanded by Gen. George Crockett Strong and was composed of the 54th Massachusetts, 6th Connecticut, 48th New York, 3rd New Hampshire, 76th Pennsylvania, and the 9th Maine regiments. The second brigade was commanded by Col. Haldimand S. Putnam of the 7th New Hampshire as acting brigade commander. His brigade consisted of the 7th New Hampshire, 62nd Ohio, 67th Ohio, and the 100th New York regiments. A third brigade under Gen. Stevenson was in reserve, with General Truman Seymour commanding on the field, but did not enter action.
The assault began at 7:45 p.m. and was conducted in three movements. The 54th Massachusetts attacked to the west upon the curtain of Wagner, with the remainder of Gen. Strong's brigade and Col. Putnam's brigade attacking the seaward salient on the south face. As the assault commenced and bombardment subsided, the men of the 1st South Carolina Artillery, Charleston Battalion, and 51st North Carolina Infantry took their positions. The 31st North Carolina, which had been completely captured during the battle of Roanoke Island and later exchanged, remained in the bombproof shelter and did not take its position in the southeast bastion. When the 54th Massachusetts reached about 150 yards from the fort, the defenders opened up with cannon and small arms, tearing through their ranks. The 51st North Carolina delivered a direct fire into them, as the Charleston Battalion fired into their left. The 54th managed to reach the parapet, but after a fierce struggle, including hand-to-hand combat, they were forced back. The 6th Connecticut continued the assault at the weakest point, the southeast, where the 31st had failed to take its position. General Taliaferro quickly rounded up some soldiers to take the position, while the 51st North Carolina and Charleston Battalion fired obliquely into the assailants. Behind the 6th Connecticut, the 48th New York also successfully reached the slopes of the bastion. The remainder of Strong's brigade did not reach that far, as three of the defending howitzers were now in action and firing canister into their flanks, bringing them to a halt. Colonel Putnam quickly brought up his brigade, but only about 100 or 200 men from the 62nd and 67th Ohio reached the bastion. The Confederates attempted to counter-attack twice, but were beaten back after having the officers leading the charge shot down. As the Union assault continued to crumble, due to lack of reinforcements from General Stevenson, Taliaferro was reinforced by the 32nd Georgia Infantry, which had been transported to the island by Brigadier General Johnson Hagood. The fresh troops swept over the bastion, killing and capturing the rest of the Union troops that remained.
By 10 p.m. the bloody struggle had concluded with heavy losses. Gen. George Crockett Strong was mortally wounded in the thigh by grape shot while trying to rally his men. Col. Haldimand S. Putnam was shot in the head and killed in the salient while giving the order to withdraw. Col. John Lyman Chatfield of the 6th Connecticut was mortally wounded. The 54th Massachusetts's colonel, Robert Gould Shaw, was killed upon the parapet early in the action. Some confederate reports claim his body was pierced seven times, with the fatal wound a rifle bullet to his chest.

In all, 1,515 Union soldiers were killed, captured, or wounded in the assault of July 18, although this number has never been accurately ascertained. Gen. Hagood, the commander of Fort Wagner on the morning of July 19, stated in his report to Gen. P.G.T. Beauregard that he buried 800 bodies in mass graves in front of Wagner. Only 315 men were left from the 54th after the battle. Thirty were killed in action, including Col. Shaw and Captains Russel and Simpkins, and buried together in a single grave. Twenty-four later died of wounds, fifteen were captured, and fifty-two were reported missing after the battle and never seen again. The men of the 54th Massachusetts were hailed for their valor. William Carney, an African-American sergeant with the 54th, is considered the first black recipient of the Medal of Honor for his actions that day in recovering and returning the unit's U.S. Flag to Union lines. Their conduct improved the reputation of African Americans as soldiers, leading to greater Union recruitment of African-Americans, which strengthened the Northern states' numerical advantage. Confederate casualties numbered 174.
The fort was reinforced by Brig. Gen. Johnson Hagood's brigade shortly after the assault had ended. The garrison of Fort Wagner was then changed during the night, and Gen. Hagood assumed command. He was relieved by Col. Laurence M. Keitt, who commanded the fort until it was abandoned on September 7. Gen Hagood wrote a book titled Memoirs of the War of Secession, in which he states that the constant bombardment from the Union guns had unearthed such large numbers of the Union dead buried after the assault of July 18, and the air was so sickening with the smell of death, that one could no longer stand to be in the fort. The constant bombardment caused Confederate soldiers who were killed during the siege to be buried in the walls of Wagner, and they were also constantly being unearthed. Following the Union repulse, engineers besieged the fort. The Confederates abandoned the fort on September 7, 1863, after resisting 60 days of shelling, it having been deemed untenable because of the damage from constant bombardment, lack of provisions, and the close proximity of the Union siege trenches to Wagner.
A depiction of the battle is the climax of the 1989 film Glory.

Joly Braga Santos morreu há 25 anos

(imagem daqui)

Joly Braga Santos (Lisboa, 14 de maio de 1924 - Lisboa, 18 de julho de 1988) foi um compositor de música erudita e maestro português, condecorado com a Ordem de Sant'Iago da Espada em 1977. Durante a sua vida, que terminou quando estava no máximo da sua criatividade, escreveu seis sinfonias.
Inicio de vida
José Manuel Joly Braga Santos nasceu em Lisboa a 14 de maio de 1924. A música, que já ouvia aos dois anos de idade, é a primeira forma artística de que se lembra. Gostava que lhe oferecessem instrumentos musicais e o seu pai, apercebendo-se da sua predilecção pela música, levava-o aos concertos e à opera. Joly gostava especialmente das óperas com muito coro.
Aos cinco anos começou a tocar num violino de brincadeira. O seu apego ao instrumento parecia conduzi-lo a uma carreira de violinista profissional. Na verdade, chegou a estudar violino e composição no Conservatório de Lisboa, onde foi aluno de Luís de Freitas Branco. Provando ser o seu aluno mais talentoso, Joly herdou do mais proeminente compositor da altura a paleta de cores das suas orquestrações. Outra pessoa que muito contribuiu para a sua formação foi o maestro Pedro de Freitas Branco, dando a conhecer a obra de Braga Santos em todo o mundo. O próprio compositor lembra: «Ele ajudou-me de uma forma espantosa e abriu caminho à formação que mais tarde eu viria a ter.»

Música
Durante a sua juventude, o contexto de guerra mundial de então impediu um contacto mais próximo do compositor com a cultura musical europeia. Joly Braga Santos procurou assim inspiração na tradição portuguesa, especialmente na obra do seu mestre Luís de Freitas Branco. O antigo folclore português e o polifonismo renascentista está bem presente no seu primeiro período, durante o qual compõe as suas primeiras quatro sinfonias. O talento de Joly demonstra-se assim a si próprio pelo facto das referidas obras terem sido compostas entre os 22 e os 27 anos e imediatamente executadas pela Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional. Mas antes de completar os seus 20 anos, o compositor transpôs para música textos de, Antero de Quental, Fernando Pessoa e Luís de Camões, que voltaria a ser fonte de inspiração da sua 6ª Sinfonia. Contudo já na 4ª sinfonia tinha usado um poema de Vasconcellos Sobral no seu epílogo, tema esse que chegou a ser proposto para Hino Mundial da Juventude.
O contacto com a Europa acontece com a sua ida para Itália, país onde foi bolseiro para musicologia, composição musical e direcção de orquestra. Estudou com Virgílio Mortari, Gioachino Pasqualini, Alceo Galliera e Hermann Scherchen, cujo Curso Internacional de Regência frequentou com Luigi Nono, Bruno Maderna e Fernando Corrêa de Oliveira.
No seu regresso a Portugal, Joly tornou-se uma figura de destaque na direcção de orquestra e durante um longo período de tempo deixou de lado a composição. Refere-se a essa fase como um período "sabático", antes de se voltar, em 1965, para a sua maior criação, a Quinta Sinfonia. Esta obra foi o seu último trabalho puramente orquestral, pois a Sexta Sinfonia foi composta para coro e soprano.
Por esta altura, o compositor português estava já bastante familiarizado com a mudança de estilo musical resultante do período pós-guerra, apoiando aqueles que compunham num idioma mais agressivo e mais moderno. Braga Santos também catapultou a sua carreira nesse sentido, embora sem nunca perder a qualidade melódica que faz a sua música tão brilhante, misturando-a apenas com um pouco daquela aspereza que aparecia então na música mundial. Neste período compôs a ópera Trilogia das Barcas, baseada em Gil Vicente e estreada em 1970 no Festival da Gulbenkian, constituindo umas das grandes obras de sempre do repertório lírico português.
A música de Joly Braga Santos pode ser vista principalmente como uma fusão dos vários estilos Europeus, particularmente da Europa Ocidental. Mas é o próprio quem diz: «Desde sempre entendi que tinha de criar o meu próprio estilo e a minha música devia ser o resultado dessa criação.» A melodia era para ele a razão de ser da música.
Além da vasta obra musical, Braga Santos pertenceu ainda ao Gabinete de Estudos Musicais da Emissora Nacional, foi Director da Orquestra Sinfónica do Porto, Maestro Assistente e de Captação da Orquestra Sinfónica da RDP, professor de Composição do Conservatório Nacional de Lisboa, crítico e articulista, entre outros do Diário de Notícias, e fundou ainda a Juventude Musical Portuguesa.
O musicólogo João de Freitas Branco, autor da obra de referência da história da música portuguesa, salientou a generosidade cultural do maior sinfonista português. «Ele é o inverso do artista que se dirige apenas a minorias privilegiadas. Ele queria que muitas pessoas viessem a usufruir da sua arte.» Comunicar para ele era essencial, contribuindo para isso o seu espírito aberto. Pai de uma família muito unida, adorava as suas filhas, a quem chamava as suas «maravilhas pequeninas»
Eleito pela UNESCO como um dos 10 melhores compositores da música contemporânea de então, Joly Braga Santos disse de si próprio, parafraseando Stravinsky, «Não me considero compositor, mas sim inventor de música.»
Morreu em Lisboa, no ano de 1988.

Há 19 anos um ataque bombista contra uma associação judaica chocou a Argentina e o Mundo

The AMIA bombing was an attack on the Asociación Mutual Israelita Argentina (AMIA; Argentine Israelite Mutual Association) building. It occurred in Buenos Aires on July 18, 1994, killing 85 people and injuring hundreds. It was Argentina's deadliest bombing ever. Argentina is home to a Jewish community of 200,000, among the largest in Latin America (around 2% of the population).
Over the years, the case has been marked by incompetence and accusations of cover-ups. All suspects in the "local connection" (among them, many members of the Buenos Aires Provincial Police) were found to be "not guilty" in September 2004. In August 2005, federal judge Juan José Galeano, in charge of the case, was impeached and removed from his post on a charge of "serious" irregularities due to mishandling of the investigation. In 2005, Cardinal Jorge Mario Bergoglio, who would later become Pope Francis, was the first public personality to sign a petition for justice in the AMIA bombing case. He was one of the signatories on a document called “85 victims, 85 signatures” as part of the bombing’s 11th anniversary.
On October 25, 2006, Argentine prosecutors Alberto Nisman and Marcelo Martínez Burgos formally accused the government of Iran of directing the bombing, and the Hezbollah militia of carrying it out. According to the prosecution's claims in 2006, Argentina had been targeted by Iran after Buenos Aires' decision to suspend a nuclear technology transfer contract to Tehran. This however, has been disputed, because this contract was never terminated, and Iran and Argentina were negotiating on restoration of full cooperation on all agreements from early 1992 until 1994, when the bombing occurred.
The thirteenth anniversary of the bombing was commemorated on July 18, 2007. In addition to nationwide exhibitions and ceremonies, radio and television stations and police cars all across Argentina sounded sirens at 9:53 am, the time of the bombing.

quarta-feira, julho 17, 2013

A Guerra Civil Espanhola comçou há 77 anos

Morte de Soldado Republicano, de Robert Capa - a mais conhecida fotografia da Guerra Civil Espanhola

La Guerra Civil Española fue un conflicto social, político y militar - que más tarde repercutiría también en un conflicto económico - que se desencadenó en España tras el fracaso parcial del golpe de estado del 17 y 18 de julio de 1936 llevado a cabo por una parte del ejército contra el gobierno de la Segunda República Española, y que se daría por terminada el 1 de abril de 1939 con el último parte de guerra firmado por Francisco Franco, declarando su victoria y estableciéndose una dictadura que duraría hasta su muerte en 1975.
La guerra tuvo múltiples facetas, pues incluyó lucha de clases, guerra de religión, enfrentamiento de nacionalismos opuestos, lucha entre dictadura militar y democracia republicana, entre revolución y contrarrevolución, entre fascismo y comunismo.
A las partes del conflicto se las suele denominar bando republicano y bando sublevado:


Ambos bandos cometieron y se acusaron recíprocamente de la comisión de graves crímenes en el frente y en las retaguardias, como sacas de presos, desapariciones de personas o tribunales extrajudiciales. La dictadura de Franco investigó y condenó severamente los hechos delictivos en la zona republicana después de la guerra, en una Causa General con escasas garantías procesales. Por su parte, los delitos de los vencedores nunca fueron investigados ni enjuiciados, aunque algunos historiadores y juristas sostienen que hubo un genocidio en el que, además de subvertir el orden institucional, se habría intentado exterminar a la oposición política.
Las consecuencias de la Guerra civil han marcado en gran medida la historia posterior de España, por lo excepcionalmente dramáticas y duraderas: tanto las demográficas (aumento de la mortalidad y descenso de la natalidad que marcaron la pirámide de población durante generaciones) como las materiales (destrucción de las ciudades, la estructura económica, el patrimonio artístico), intelectuales (fin de la denominada Edad de Plata de las letras y ciencias españolas) y políticas (la represión en la retaguardia de ambas zonas - mantenida por los vencedores con mayor o menor intensidad durante todo el franquismo - y el exilio republicano), y que se perpetuaron mucho más allá de la prolongada posguerra, incluyendo la excepcionalidad geopolítica del mantenimiento del régimen de Franco hasta 1975.

Juan Manuel Fangio partiu há 18 anos...

Juan Manuel Fangio (Balcarce, 24 de junho de 1911 - Buenos Aires, 17 de julho de 1995) foi um automobilista argentino. É um dos maiores nomes da historia deste desporto.

Fangio (1986)

Juan Manuel Fangio correu 51 grandes prémios, obteve 24 vitórias, 29 pole positions, 23 recordes de volta, cinco títulos mundiais (1951, 1954, 1955, 1956 e 1957) dos quais 4 foram consecutivos, e dois vice-campeonatos (1950 e 1953) em oito temporadas que disputou. Fangio correu em quatro escuderias: Alfa Romeo (1950-1951), Maserati (1953-1954), Mercedes (1954-1955), Ferrari (1956) e Maserati (1957-1958).
É o único piloto da história da Formula 1 que foi campeão em 4 equipas diferentes: Alfa Romeo, Maserati, Ferrari e Mercedes-Benz.
Fangio tinha o apelido "El Chueco" (O Manco), que recebeu em partidas amadoras de futebol, por ter as pernas arqueadas.
Juan Manuel Fangio disputou a sua primeira corrida aos dezassete anos, guiando um Ford-T, e terminou-a em último. Subiu ao pódio pela primeira vez nas Mil Milhas na Argentina em 1939.
O seu acidente mais grave aconteceu no GP da Itália, em Monza, no ano de 1952. Ao seguir para a Itália, onde disputaria a prova, fez escala em Paris, mas não pôde continuar a viagem de avião por causa do mau tempo. Fangio não hesitou: arranjou um carro e dirigiu aproximadamente 700 km até Monza. No dia seguinte, ainda cansado, bateu com o seu Maserati durante uma sessão de treinos e voou para fora do carro. Feriu-se gravemente no pescoço. Ficou 40 dias internado e cinco meses com pescoço e tronco imobilizados. Muitos chegaram a pensar que a sua carreira estaria encerrada ali. No entanto, voltou a competir no ano seguinte.
Fangio foi o primeiro piloto do mundo a mostrar que a "Era romântica da Fórmula Um" estava para fechar o ciclo. Isto aconteceu quando decidiu terminar a carreira em 1958.
Numa entrevista alguns anos depois, ele comenta o que o levou a tomar aquela decisão, já que estava no auge de sua carreira:
Cquote1.svg Eu estava em Reims (1958), a treinar para o Grande Prémio da França, quando senti que o carro estava muito instável, o que me chamou a atenção porque a grande virtude da Maserati 250F era sua estabilidade. Então cheguei à box e perguntei ao chefe de equipa o que se passava; ele respondeu-me:- Trocamos os amortecedores! - Mas porquê?, perguntei. - Porque estes nos pagam! - Assim, naquele momento, tomei a decisão de terminar a carreira. E não me arrependi disso! Cquote2.svg
Fangio
Os dois pilotos que lhe sucederam que ele mais admirou foram o britânico Jim Clark e o brasileiro Ayrton Senna.
Em julho de 1995, Juan Manuel Fangio morreu, vítima de insuficiência crónica renal, aos 84 anos.
A sua marca de 5 títulos só foi superada 46 anos depois, pelo alemão Michael Schumacher com a 6ª conquista em 2003.

Billie Holiday morreu há 54 anos

Nascida Eleanora Fagan Gough, em 7 de abril de 1915, em Filadélfia, Pensilvânia, foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, o seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e sua mãe, Sarah Fagan, apenas treze. O seu pai, tocador de guitarra e banjo, abandonou a família enquanto Billie ainda era bebé, seguindo viagem com uma banda de jazz. A sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares e ela teve uma infância difícil.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.

A sua vida como cantora começou em 1930. Estando a mãe e a filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai para a rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Billie nunca teve educação formal de música e a sua aprendizagem deu-se ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou o seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos Estados Unidos (anos 1930). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong. Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz da sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, a sua dicção, seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe chamou "Lady Day".
A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia na sua voz.
Pouco antes de sua morte, em parte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal.

No início de 1959, Billie soube que tinha cirrose hepática. O médico disse-lhe para parar de beber, o que fez por pouco tempo, mas logo voltou a beber bastante. Em maio, havia perdido quase dez quilos. Os seus amigos Leonard Feather, Joe Glaser e Allan Morrison tentaram levá-la para um hospital, mas ela recusou.
Em 31 de maio de 1959, Billie foi levada para o Hospital Metropolitano, em Nova York, com problemas hepáticos e cardíacos. Recebeu voz de prisão, por posse de drogas, enquanto estava no hospital, até morrer, sendo então o seu quarto invadido pelas autoridades, com polícias a ficaram de guarda na porta do seu quarto. Billie Holiday permaneceu sob guarda da polícia no hospital até que morreu de edema pulmonar e insuficiência cardíaca causada por cirrose hepática, em 17 de julho de 1959.
Nos últimos anos de vida, havia sido progressivamente enganada nos seus ganhos e morreu com 70 centavos de dólar no banco e 750 dólares (pagos por um tablóide) por um artigo sobre a sua pessoa. A cerimónia fúnebre foi realizado na Igreja de São Paulo Apóstolo, em Nova York.
Gilbert Millstein, do jornal The New York Times, que tinha sido o narrador dos shows de Billie Holiday no Carnegie Hall, em 1956, e escrito parte da contracapa do álbum O Essencial de Billie Holiday, descreveu a morte dela na contracapa do mesmo álbum, relançado em 1961:
"Billie Holiday morreu no Hospital Metropolitano, em Nova York, na sexta-feira, dia 17 de julho de 1959, na cama em que estava presa há pouco mais de um mês antes, já mortalmente doente, por posse ilegal de narcóticos; no quarto de onde um polícia se tinha retirado - por ordem judicial - apenas algumas horas antes de sua morte, que, como sua vida, foi desordenada e lamentável. Havia sido belíssima, mas desgastou-se fisicamente, reduzindo-se a uma reduzida e grotesca caricatura de si mesma. Os vermes de todos os tipos de excesso - drogas eram apenas um - tinham-na devorado... A probabilidade existe de que - entre os últimos pensamentos desta mulher cínica, sentimental, profana, generosa e muito talentosa de 44 anos - estava a crença de que seria acusada na manhã seguinte. Ela teria sido, eventualmente, embora talvez não tão rapidamente. Em qualquer caso, ela retirou-se, finalmente, da jurisdição de qualquer tribunal terreno."
Encontra-se sepultada no Saint Raymonds Cemetery New, Bronx, Nova Iorque nos Estados Unidos.


John Coltrane morreu há 46 anos

John William Coltrane (Hamlet, Carolina do Norte, 23 de setembro de 1926 - Long Island, Nova Iorque, 17 de julho de 1967) foi um saxofonista e compositor de jazz norte-americano, habitualmente considerado pela crítica especializada como o maior sax tenor do jazz e um dos maiores jazzistas e compositores deste género de todos os tempos. A sua influência no mundo da música ultrapassa os limites do jazz, indo desde o rock até à música erudita.
Atuou principalmente durante as décadas de 1950 e 1960. Embora tocasse antes de 1955, os seus principais anos foram entre 1955 e 1967, durante os quais reformulou o jazz e influenciou gerações de outros músicos. As gravações de Coltrane foram prolíficas: ele lançou cerca de 50 gravações como líder nestes doze anos, e apareceu em outras tantas lideradas por outro músicos. Através de sua carreira, a música de Coltrane foi tomando progressivamente uma dimensão espiritual que iria consagrar o seu legado musical.
Junto com os saxofonistas tenores Coleman Hawkins, Lester Young e Sonny Rollins, Coltrane mudou as perspectivas de seu instrumento. Coltrane recebeu uma citação especial do Prémio Pulitzer em 2007, por sua "perita improvisação, musicalidade suprema e um dos ícones centrais na história do jazz."


Tom Fletcher, vocalista e guitarrista dos McFly, faz hoje 28 anos

Thomas "Tom" Michael Fletcher (Harrow, 17 de julho de 1985) é um dos vocalistas e guitarristas da banda britânica de pop rock McFly. Ocasionalmente, toca piano e guitarra rítmica. Tom compõe a maioria das canções da banda, juntamente com Danny Jones. Os outros membros são Harry Judd e Dougie Poynter.

Inicialmente Tom fez uma audição para a banda Busted, mas acabou por não ser escolhido. Porém, a Island Records convidou-o para compor as canções da banda ao lado de James Bourne. Enquanto o segundo álbum dos Busted, A Present for Everyone, estava sendo escrito, Tom foi perguntado pela gravadora se estava disponível para filmar as audições de uma nova banda, chamada V, e esta aceitou. Ele encontrou Danny Jones, que fez a audição para a banda por engano, durante as filmagens e, então, convidou Danny para escrever canções com ele e Bourne. Quando o projeto com os Busted estava terminado, os dois começaram a escrever canções para a sua nova banda, que, até o momento, não tinha um nome. Eventualmente se mudaram para o Hotel InterContinental durante dois meses, para trabalhar na composição. Mais tarde, os dois colocaram um anúncio na revista NME e fizeram audições para escolher os outros membros da banda, optando por Harry Judd e Dougie Poynter para baterista e baixista, respectivamente. O nome da banda foi uma homenagem a Marty McFly, protagonista de seu filme favorito, Back to the Future. Os McFly ganharam maior divulgação após ter participado de uma turnê dos Busted.
Uma das músicas da banda, "Friday Night", faz parte da banda sonora do filme Night at the Museum, estrelado por Ben Stiller. Também fizeram uma participação especial no filme Just My Luck, protagonizado por Lindsay Lohan e Chris Pine.

Além de ter ajudado na composição de canções para os Busted, Tom compõe a maioria das músicas do McFly, colaborando com todas as canções do primeiro álbum da banda, Room on the 3rd Floor, exceto uma - "Not Alone", composta por Danny Jones.
Ele escreveu/co-escreveu dez singles número um, sendo três dos Busted: "Crashed the Wedding", "Who's David" e "Thunderbirds" ("Five Colours in Her Hair" "Obviously", "All About You", "I'll Be OK", "Please, Please", "Star Girl" e "Transylvania" são da sua banda).
Além de compor as músicas da própria banda, Tom e os outros integrantes dos McFly contribuíram para a composição de canções do segundo álbum da boysband britânica One Direction (1D), chamado Take Me Home, lançada em novembro de 2012. A música I Want presente no primeiro álbum dos 1D, Up All Night, foi composta por Tom, destacando-se das demais canções pela presença do piano.

Em abril de 2011, Tom ficou oficialmente noivo da atriz Giovanna Falcone, que conheceu aos 13 anos de idade e com quem namorava há sete anos. O casamento aconteceu em 12 de maio de 2012.


Sam the Kid - 34 anos

(imagem daqui)

Sam the Kid, nome artístico de Samuel Martins Torres Santiago Mira, (Marvila, 17 de julho de 1979) é um músico português, hoje em dia é considerado um dos rappers mais influentes do panorama nacional de Hip-Hop, e considerado por alguns o melhor rapper da actualidade.
Se 2001 se revelou um ano decisivo para o crescimento do hip hop nacional, Sam the Kid foi um dos principais responsáveis pela proeza, a par de nomes como Mind da Gap, Bullet, Chullage, Micro e Valete, entre outros. O primeiro álbum, Entre(tanto) estava disponível desde 1999, mas só em 2001, e em grande parte devido ao disco instrumental Beats Vol 1: Amor, o nome Sam the Kid começou a marcar pontos fora de casa, que é como quem diz, no circuito de fiéis seguidores do universo hiphop. Hoje é considerado o melhor rapper nacional, e com mais influência no circuito nacional de Hip-Hop.
Construído a partir da história de amor vivida pelos pais de Samuel Mira, Beats Vol 1: Amor convenceu tudo e todos sem grandes dificuldades, tendo sido considerado por muitos entendidos na matéria como um dos melhores álbuns do ano da colheita nacional. Gravado em casa, com recurso a um vasto arquivo de samples recolhidos em discos, vídeos pornográficos, telenovelas e chamadas telefónicas, privadas ou não, Sam the Kid transpôs a barreira que até então o limitara ao subúrbio do hiphop, desbravando caminho até ouvidos atentos à música, mas até então desatentos ao trabalho de Samuel.
Quando viu chegar a oportunidade de gravar o álbum de estreia, já Sam the Kid tinha em carteira uma série de gravações, feitas em casa, em formato cassete, mini-disc, CD, e até com recurso à câmara de vídeo.
Foi depois de ter ouvido 93 Til Infinity (1993) dos Souls of Mischief, que Sam começou a desenhar o seu futuro na música a lápis mais carregado. A rádio foi o primeiro veículo encontrado pelo músico para a divulgação do trabalho que já tinha em avanço, sobretudo através do programa "Repto". Anos mais tarde, em 2001, depois de várias provas de talento dadas e de dois discos editados, Entre(tanto) e Sobre(tudo), a então recém-criada Loop:Recordings, de Rui Miguel Abreu, propunha um contrato discográfico a Sam the Kid. A primeira aposta no artista foi Beats Vol 1: Amor. O álbum, Pratica(mente), teve o seu lançamento em dezembro de 2006. No tema poetas de karaoke critica os artistas que cantam em inglês, embora seja também uma crítica aos próprios rappers e ao seu estilo americanizado. Com este tema Sam afirma não apenas a sua identidade como músico, mas sobretudo a liberdade de experimentar e reinventar a língua portuguesa no chamado "hip hop tuga". Em 2008, lança uma reedição de Pratica(mente), com canções inéditas e convidados como Valete, Regula, Beto ou Shaulin.


Georges Lemaître nasceu há 119 anos

Georges-Henri Édouard Lemaître (Charleroi, 17 de julho de 1894 - Lovaina, 20 de junho de 1966) foi um padre católico, astrónomo e físico belga.
Lemaître propôs o que ficou conhecido como teoria da origem do Universo do Big Bang, que ele chamava de "hipótese do átomo primordial", que posteriormente foi desenvolvida por George Gamow.
O asteróide 1565 Lemaître foi assim chamado em sua homenagem.

Neptuno afinal tem 14 satélites...!

E a 14ª lua de Neptuno foi descoberta

Tem 19 quilómetros de diâmetro, está a cerca de 150 mil quilómetros do seu planeta e demora apenas 23 horas a orbitá-lo.

Imagem compósita de várias observações do telescópio Hubble, com a nova lua S/2004 N1

É tão pequena que a sonda Voyager 2 não deu por ela, quando passou perto de Neptuno em 1989, na sua viagem pelo sistema solar e agora a caminho do espaço interestelar. A 14ª lua descoberta em órbita de Neptuno tem apenas 19 quilómetros de diâmetro. Nome? Os cientistas chamaram-lhe S/2004 N 1.
Mark Showalter, do Instituto SETI, em Mountain View, na Califórnia, estava a analisar imagens de arquivo do telescópio espacial Hubble, para estudar os ténues anéis de Neptuno. Como as luas de Neptuno e anéis orbitam muito rapidamente o planeta, foi preciso gizar uma maneira de seguir o seu movimento para fazer sobressair os pormenores deste sistema, conta o investigador, num comunicado da NASA. “É o que acontece com um fotógrafo desportivo que segue um atleta a correr – o atleta fica focado, mas o ambiente à volta está desfocado.”
O investigador decidiu alargar a análise das imagens do Hubble a regiões muito para lá do sistema de anéis de Neptuno – e foi então que a 1 de Julho último detectou um minúsculo ponto branco, a cerca de 150 mil quilómetros do planeta, entre as luas Larissa e Proteu.
O mesmo ponto branco aparecia repetidamente em imagens do Hubble tiradas entre 2004 e 2009, como pôde verificar. Quando a Voyager 2 visitou Neptuno, viu uma tempestade do tamanho da Terra, encontrou seis novas luas e visitou Tritão, a maior lua de Neptuno, quase do tamanho da nossa Lua e onde descobriu géisers de azoto, mas a S/2004 N 1 passou-lhe despercebida.
Agora sabemos que faz parte do séquito de Neptuno como a sua mais pequena lua conhecida, que completa uma volta ao planeta em apenas 23 horas.
in Público - ler notícia