O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. As suas obras são
executadas com frequência em teatros de ópera em todo o mundo e,
transcendendo os limites do género, alguns de seus temas já estão há
muito enraizados na cultura popular - como "La donna è mobilede Rigoletto, "Va, pensiero" (O Coro dos Escravos Hebreus) de Nabucco, "Libiamo ne' lieti calici" (A Canção da Bebida) de La Traviata e o "Grande Março de Aida. Embora sua obra tenha sido algumas vezes criticada por usar de modo geral a expressão musical diatónica em vez de uma cromática e com uma tendência de melodrama, as obras-primas de Verdi dominam o reportório padrão da Ópera um século e meio depois de realizar as suas composições.
Waldir Azevedo foi um pioneiro, que retirou o cavaquinho do seu papel de
mero acompanhante no choro e o colocou em destaque, como instrumento
de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.
A missão da Apollo I (que foi proposto para ultrapassar a URSS na Corrida Espacial), baseava-se em lançar o primeiro módulo de comando Apollo em órbita da Terra, através do foguete Saturno IB. Os astronautas, que participariam da missão, foram escolhidos secretamente e somente foram anunciados em 21 de março de 1966.
Ela seguiu os mesmos padrões dos projetos Mercury e Gemini, que consistia em missões de órbitas de módulos espaciais.
Detalhe do Módulo de Comando da Apollo I após o acidente
Acidente
Em 27 de janeiro de 1967, os astronautas'Gus' Grissom, Ed White e Roger Chaffee, do Projeto Apollo, morreram no solo num incêndio dentro da cabine de comando. O que ocorreu de facto foi um curto-circuito
no interior da cabine, Grissom, via rádio, comunicava que havia fogo
no "cockpit". Segundos mais tarde, podia-se ouvir Chaffee dizendo que
ele e seus companheiros sairiam do módulo de comando. Mas não puderam,
pois a escotilha de saída possuía apenas trancas mecânicas, e os
esforços dos astronautas na tentativa de abri-la mostraram-se inúteis. A
equipa que trabalhava fora da nave espacial procurava, em vão, abrir a
escotilha, no meio de um calor insuportável.
Quando, finalmente, conseguiu-se abrir o módulo de comando, os três astronautas já estavam mortos, ainda que a roupa espacial
os tenha protegido do fogo, a inalação excessiva de fumo foi fatal.
Como resultado desse acidente, toda programação do projeto Apollo foi
atrasada em mais de vinte e um meses. Durante esse período, os
engenheiros da NASA modificaram completamente a cabine do módulo de comando e cerca de 1.300 alterações foram feitas.
A primeira missão tripulada bem sucedida do projeto Apollo foi o voo da missão Apollo VII.
The names of the three astronauts on the Space Mirror at the Kennedy Space Center
Stars, landmarks on the Moon and Mars
Apollo astronauts frequently aligned their spacecraft inertial navigation
platforms and determined their positions relative to the Earth and
Moon by sighting sets of stars with optical instruments. As a practical
joke, the Apollo I crew named three of the stars in the Apollo catalog
after themselves and introduced them into NASA documentation. Gamma Cassiopeiae became Navi– Ivan (Gus Grissom's middle name) spelled backwards, Iota Ursae Majoris became Dnoces– "Second" spelled backwards, for Edward H. White II, and Gamma Velorum became Regor– Roger (Chaffee) spelled backwards. These names quickly stuck after
the Apollo I accident and were regularly used by later Apollo crews.
Craters on the Moon and hills on Mars are named after the three Apollo I astronauts.
Além de seu trabalho mais célebre como frontman dos Faith No More, Patton participou ou participa dos projetos como Mr. Bungle, Fantômas, Peeping Tom ou Tomahawk.
Escândalos da democracia: O livro que vendeu 30 mil exemplares e desapareceu
Não foi só o livro - o autor emigrou após as revelações que atingiram Mário Soares
Fixe bem esta data: 27 de janeiro de 1996. Era um sábado e o público
português assistiu a um fenómeno sem precedentes: um livro, escrito por
um autor nacional, vendeu 30.000 exemplares no lançamento. Depois foi
retirado do mercado e nunca mais reapareceu."Contos proibidos. Memórias de um PS desconhecido"
foi a obra "mais atrevida", segundo Nelson de Matos, a pessoa que o
publicou na Dom Quixote. Numa entrevista ao "Expresso", em 2004, o
editor negou ter sofrido pressões ou ameaças, mas denunciou a
existência de "comentários negativos" que lhe causaram "bastantes dificuldades pessoais".
"A todos expliquei que o livro existia", disse na altura. "Tinha
revelações importantes e procurava ser sério ao ponto de as provar.
Desse ponto de vista, achei que merecia ser discutido na sociedade."
Nelson de Matos é também, provavelmente, uma das poucas pessoas que
conhece o paradeiro do autor - a hipótese mais repetida é a
Suécia, mas ninguém está em condições de confirmar nada. O escritor,
tal como acontecera antes com o bestseller instantâneo,
desapareceu sem deixar rasto. Dez anos mais tarde, o jornalista Joaquim
Vieira publicou cinco textos sobre o assunto na "Grande Reportagem".
Em conversa com o i, recorda que "quando o livro saiu, o Rui Mateus foi
entrevistado pelo Miguel Sousa Tavares na SIC, e a primeira pergunta que este lhe fez foi: 'Então, como é que se sente na pele de um traidor?'
Toda a entrevista decorreu sob essa ideia."Mas o que continha o livro
afinal? Qual o motivo para as desaparições? Retomando a síntese de
Vieira, que o analisou a fundo, Rui Mateus diz que Mário Soares, "após
ganhar as primeiras presidenciais, em 1986, fundou com alguns amigos
políticos um grupo empresarial destinado a usar fundos financeiros
remanescentes da campanha.
(...)
Que, não podendo presidir ao grupo por
questões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro". O
investigador Bernardo Pires de Lima também leu o livro e conserva um
exemplar. "Parece-me evidente que desapareceu de circulação rapidamente
por ser um documento incómodo para muita gente, sobretudo altas
figuras do PS, metidas numa teia de tráfico de influências complicada
que o livro não se recusa a revelar com documentos", observa. A obra
consta de dez capítulos e 47 anexos. Ao todo, 455 páginas que arrancam
na infância do autor, percorrem o primeiro quarto de século do PS
(desde as origens na clandestinidade da Ação Socialista) e acabam em
1995, perto do final do segundo mandato de Soares. Na introdução,
Mateus escreve: "É um livro de memórias em redor do Partido Socialista,
duma perspetiva das suas relações internacionais, que eu dirigira
durante mais de uma década." Os últimos três capítulos abordam o caso Emaudio
- um escândalo rebentado pelo próprio Mateus e que motivou a escrita
de "Contos proibidos" para "repor a verdade". Para Joaquim Vieira e
Bernardo Pires de Lima, a credibilidade do livro é de oito sobre dez.
"O livro adianta imensos detalhes que reforçam a sua credibilidade e
nenhum deles foi alguma vez desmentido", argumenta o jornalista e
atual presidente do Observatório da Imprensa. Vieira lamenta o
"impacto político nulo e nenhuns efeitos" das revelações de Mateus. "Em
vez de investigar práticas porventura ilícitas de um chefe de Estado,
os jornalistas preferiram crucificar o autor pela 'traição' a Soares."
Apesar de, na estreia, terem tido todas as coberturas, livro e autor
caíram rapidamente no esquecimento. Hoje, a obra pulula na Internet em versão PDF.
Suharto nasceu a 8 de junho de 1921 nas Índias Orientais Holandesas, numa casa de bambu trançado murado na aldeia de Kemusuk, uma parte da grande aldeia de Godean. A aldeia fica a 15 km a oeste de Yogyakarta, o coração cultural do javanesa. O seu pai, Kertosudiro, tinha dois filhos de um casamento anterior e era
um oficial de irrigação da aldeia. A sua mãe, Sukirah,
era parente distante do sultão Hamengkubuwono V.
Em 30 de setembro de 1965, Suharto orquestrou um golpe que foi acompanhado pelo massacre de comunistas e democratas indonésios e que resultou num genocídio que fez entre 500 mil e dois milhões de vítimas, perante a indiferença mundial, num episódio que ficou conhecido como o Massacre na Indonésia de 1965–66.
Durante as três décadas em que esteve à frente dos destinos da Indonésia, Suharto construiu um governo nacional forte e centralista, forçando a estabilidade no heterogéneo arquipélago indonésio através da supressão dos dissidentes políticos e dos separatismos regionais.
As suas políticas levaram a um substancial crescimento económico do
país, apesar de muitos dos ganhos no nível de vida tenham sido perdidos
com a crise financeira asiática que começou em 1997
e acabou por precipitar a sua queda. Com a prosperidade económica,
Suharto enriqueceu pessoalmente, tendo criado um pequeno círculo de
privilegiados através da implementação de monopólios estatais, subsídios e outros esquemas menos lícitos.
A invasão de Timor-Leste
Em 1975, na sequência da retirada de Portugal do Timor Português, a Fretilin
tomou momentaneamente o poder e Suharto ordenou às suas tropas que
invadissem o país. Em causa estavam elevados interesses económicos,
nomeadamente o petróleo do Mar de Timor. Estima-se que 200 mil timorenses tenham perecido, cerca de um terço da população total. Em 15 de julho de 1976 o antigo Timor Português tornou-se a 27.ª província indonésia, com o nome de "Timor Timur". A situação só foi alterada em 1999, quando o seu sucessor, Baharuddin Jusuf Habibie, acordou a transferência da administração para as Nações Unidas e a realização de um referendo que acabou na proclamação da independência de Timor-Leste.
Morte
Após um período de internamento que durou 23 dias, o ex-ditador indonésio morreu, no hospital Petarmina, em Jacarta, depois de um coma causada por falência múltipla dos órgãos.
A sua rejeição na cultura popular marcou os media
internacionais até ao século XXI.
O incêndio na boate Kiss foi uma tragédia que matou 242 pessoas e feriu 680 outras numa discoteca da cidade de Santa Maria, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. O incêndio ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013
e foi causado por um sinalizador disparado no palco, em direção ao
teto, por um integrante da banda que se apresentava no local. A
imprudência e as más condições de segurança ocasionaram a morte de mais
de duas centenas de pessoas.
O acidente foi considerado a segunda maior tragédia no Brasil em número de vítimas num incêndio, sendo superado apenas pela tragédia do Gran Circus Norte-Americano, ocorrida em 1961, em Niterói, que vitimou 503 pessoas; e teve características semelhantes às do incêndio ocorrido na Argentina, em 2004, na discoteca República Cromañón.
Foi também classificada como a quinta maior tragédia da história do
Brasil, a maior do Rio Grande do Sul, a de maior número de mortos nos
últimos cinquenta anos no Brasil e o terceiro maior desastre em casas
noturnas no mundo.
Procedeu-se a uma investigação para a apuração das responsabilidades
dos envolvidos, dentre eles os integrantes da banda, os donos da casa
noturna e o poder público. O incêndio iniciou um debate no Brasil sobre a
segurança e o uso de efeitos pirotécnicos
em ambientes fechados com grande quantidade de pessoas. A
responsabilidade da fiscalização dos locais também foi debatida nos media.
Houve manifestações nas imprensas nacional e mundial, que variaram de
mensagens de solidariedade a críticas sobre as condições das boates no
país e a omissão das autoridades.
O inquérito policial apontou muitos responsáveis pelo acidente mas poucos foram denunciados pelo Ministério Público
à Justiça uma vez que sendo titular da ação penal oferece denúncia
contra aqueles que entenda serem puníveis. Quanto ao material utilizado
para revestimento acústico e que libertou o gás tóxico letal, foi exigido
pelo Ministério Público, contudo, nada foi modificado na legislação em
relação aos revestimentos acústicos e a exigências legais. O inquérito
policial-militar, por sua vez, foi conduzido e responsabilizou Bombeiros
Militares por crimes não relacionados diretamente com o evento e que de
forma alguma contribuíram para o episódio.
Entrada para Auschwitz II-Birkenau, o campo de extermínio do complexo de Auschwitz
Auschwitz-Birkenau é o nome de uma rede de campos de concentração localizados no sul da Polónia operados pelo Terceiro Reich nas áreas polacas anexadas pela Alemanha Nazi, maior símbolo do Holocausto perpetrado pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial. A partir de 1940, o governo de Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área. A razão direta para sua construção foi o facto de que as prisões em massa de judeus, especialmente polacos, por toda a Europa
que ia sendo conquistada pelas tropas nazis, excediam em grande
número a capacidade das prisões convencionais até então existentes. Ele
foi o maior dos campos de concentração nazis, consistindo de Auschwitz I
(campo principal e centro administrativo do complexo); Auschwitz
II–Birkenau (campo de extermínio), Auschwitz III–Monowitz, e mais 45
campos satélites.
Por um longo tempo, Auschwitz era o nome alemão dado a Oświęcim, na Baixa Polónia, a cidade em volta da qual os campos se localizavam. Ele tornou-se novamente o nome oficial após a invasão da Polónia pela Alemanha em setembro de 1939. "Birkenau", a tradução alemã para Brzezinka (floresta de bétulas), referia-se originalmente a uma pequena vila polaca, que foi destruída, para que o campo pudesse ser construído.
Em 27 de abril de 1940, Heinrich Himmler, o Reichsführer da SS, deu ordens para que a área dos antigos alojamentos da artilharia
do exército, no local agora oficialmente denominado Auschwitz,
ex-Oświęcim, fosse transformada em campos de concentração. No complexo
construído, Auschwitz II–Birkenau foi designado por ele como campo de
extermínio e o lugar para a Solução final dos judeus. Entre o começo de 1942 e o fim de 1944, trens transportaram judeus de toda a Europa ocupada para as câmaras de gás do campo. O primeiro comandante, Rudolf Höss, testemunhou depois da guerra, no Julgamento de Nuremberga,
que mais de três milhões de pessoas haviam morrido ali, 2.500.000
gaseificadas e 500.000 de fome e doenças. Hoje em dia os números mais
aceites são em torno de 1,3 milhão, sendo 90% deles de judeus. Outros
deportados para Auschwitz e executados foram 150 mil polacos, 23 mil
ciganos romenos, 15 mil prisioneiros de guerra soviéticos, cerca de 400
Testemunhas de Jeová
e dezenas de milhares de pessoas de diversas nacionalidades. Aqueles
que não eram executados nas câmaras de gás morriam de fome, doenças
infecciosas, trabalhos forçados, execuções individuais ou experiências
médicas.
Em 27 de janeiro de 1945 os campos foram libertados pelas tropas soviéticas, dia este que é comemorado mundialmente como o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, assim designado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, resolução 60/7, em 1 de novembro de 2005, durante a 42º sessão plenária da Organização. Em 1947, a Polónia
criou um museu no local de Auschwitz I e II, que desde então recebeu a
visita de mais de 30 milhões de pessoas de todo mundo, que já passaram
sob o portão de ferro que tem escrito em seu cimo o infame motto "Arbeit macht frei" (O Trabalho Liberta). Em 2002, a UNESCO declarou oficialmente as ruínas de Auschwitz-Birkenau como Património da Humanidade.
Arbeit macht frei, O Trabalho Liberta, no topo do portão de entrada de Auschwitz
Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira - Leiria (foto pessoal)
Leve, Leve, o Luar
Leve, leve, o luar de neve
goteja em perlas leitosas,
o luar de neve e tão leve
que ameiga o seio das rosas.
E as gotas finas da etérea
chuva, caindo do ar,
matam a sede sidéria
das coisas que embebe o luar.
A luz, oh sol, com que alagas,
abre feridas, e a lua
vem pôr no lume das chagas
o beijo da pele nua.
Australia Day is the official National Day of Australia. Celebrated annually on 26 January, it marks the anniversary of the 1788 arrival of the First Fleet of British Ships at Port Jackson, New South Wales, and the raising of the Flag of Great Britain at Sydney Cove by Governor Arthur Phillip.
In present-day Australia, celebrations reflect the diverse society and
landscape of the nation, and are marked by community and family
events, reflections on Australian history, official community awards,
and citizenship ceremonies welcoming new members of the Australian
community.
Colin Vearncombe, também conhecido como Black (Liverpool, 26 de maio de 1962 - Cork, 26 de janeiro de 2016), foi um cantor e compositoringlês.
Lançou seu primeiro disco em 1981 e alcançou o sucesso mundial com as músicas "Wonderful Life" e "Sweetest smile", na década de 80. Também era poeta, lançando alguns livros, e pintor, participando de algumas exposições no Reino Unido.
Faleceu depois de um acidente automobilístico, após 16 dias internado, em estado de coma.
Um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Van Halen ajudou a popularizar a técnica de solo de guitarra conhecida como tapping, permitindo que arpejos rápidos fossem tocados com as duas mãos no braço da guitarra.
Foi eleito o melhor guitarrista de todos os tempos, numa votação promovida pela revista Guitar World, que contou com quase 500 mil votos. Foi eleito o 8º melhor guitarrista de todos tempos pela revista Rolling Stone.
Faleceu a 6 de outubro de 2020, aos 65 anos, após passar cinco anos a lutar contra um cancro.
Pouco depois, aos 21, mudou-se para São Paulo. Trabalhando como jornalista e revisor de textos, aperfeiçoou-se simultaneamente na viola,
multiplicou as sua composições e formou o seu público. A sua carreira
artística tem repercussão internacional e a maioria de suas canções
são poesias de alto poder de encanto linguístico.
Em 1991, foi convidado para fazer uma turnê pela Alemanha, e o sucesso animou-o a deixar o jornalismo para dedicar-se somente à música. Formou a banda Cuscuz Clã e passou a apresentar-se na casa noturna paulistana, Blen Blen Club. Em 1995 lançou o seu primeiro disco, Aos Vivos, e o seu primeiro livro, Cantáteis, cantos elegíacos de amizade (Edições Garamond).
Chico César tomou posse na presidência da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) em maio de 2009. De janeiro 2011 a dezembro de 2014 foi Secretário de Cultura do estado da Paraíba.
PAULO JORGE PEDROSO BARATA FEIO SARAIVA, nasceu em Coimbra, a 26 de janeiro
de 1964, e faleceu, em Lisboa, a 6 de fevereiro de 2012, estando sepultado no
cemitério da Conchada, em Coimbra. Morre aos 48 anos, na sua casa perto de
Lisboa, de acidente vascular cerebral. Mais um jovem talentoso, na voz e no
dedilhar da viola, algo envelhecido, que parte tão cedo.
Aos 11 anos, foi aluno da Escola de Guitarra Clássica, do extinto F.A.O.J.,
no ano de 1975, tendo como professor Luis Filipe Roxo. Frequenta o Conservatório
de Música de Coimbra, estudando guitarra clássica (viola), começando a cantar
por volta dos anos 80, na Escola de Fado do Chiado. Aqui, sob a orientação do
professor Jorge Gomes, que cedo se apercebe das suas qualidades de cantor, e
assim, decide abraçar decididamente o canto. Mais tarde, vem a pertencer à Tuna
Académica da Universidade de Coimbra, integrando a Orquestra e um Grupo de
Fados. Também faz parte da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra,
onde colabora na Orxestra Pitagórica e na Estudantina Universitária de
Coimbra.
É fundador do Grupo de Fados e Guitarradas "Torre d'Anto" e colaborou com
o Grupo "Toada Coimbrã", com o qual participou numa Serenata Monumental da
Queima das Fitas, que teve um impacto extraordinário. A partir daqui, começa a
cantar no grupo de António Portugal, com António Brojo, Aurélio Reis e Luis
Filipe, no qual se mantém até à morte de Portugal, em 26 de junho de 1994.
Cantou ao lado de grandes figuras da Canção de Coimbra, como Luiz Goes (1933 -
2012), António Bernardino (1941 - 1996), Augusto Camacho Vieira, Fernando Rolim,
e muitos outros. Foi acompanhado pelos guitarristas, como António Portugal,
António Brojo (1927 - 1999), Octávio Sérgio, António José Moreira, Henrique
Ferrão, António Vicente, entre outros. À viola, teve o acompanhamento de Aurélio
Reis, Luis Filipe, Durval Moreirinhas, Rui Pato, Luis Santos, e também muitos
outros.
Considerava-se especialmente influenciado por José Afonso (1929 - 1987),
António Portugal (1931 -1944) e Adriano Correia de Oliveira (1942 - 1982).
Gravou alguns discos, como a "Estudantina Passa", em 1988, depois em 1997, com
33 anos, grava "Canção com Lágrimas", da etiqueta Ovação, disco que obtém um êxito
assinalável. Colabora depois na fase de Lisboa, noutras gravações. Com efeito no
início dos anos 90 do século passado, radica-se em Lisboa, atuando por mais de
uma década na casa de fados "Sr. Vinho", onde de há muito se encontrava
Fernando Machado Soares. A sua carreira de cantor, passou por participações em
programas televisivos e radiofónicos, percorrendo o nosso país e o estrangeiro,
em países como Espanha, Holanda, França, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo,
Marrocos, Brasil, Cuba, Canadá, Tailândia, Malásia, Singapura e São Tomé e Príncipe.
O seu repertório incluía sobretudo Fados de Coimbra, Canção de
Intervenção, e Música Popular Portuguesa, interpretando temas de grandes figuras
como Luiz Goes, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, suas e muitos
outros.
Paulo Saraiva, deixa uma enorme saudade, em todos os que o conheceram,
saudade que passa muito para além da controvérsia gerada na sua opção de
radicação em Lisboa. Deixa amigos, que jamais o esquecerão, recordando o homem,
e o artista, que precocemente envelheceu, e aquela voz magnífica e bem
timbrada, que se fazia acompanhar na sua viola.
Edward Jenner (Berkeley, 17 de maio de 1749 - Berkeley, 26 de janeiro de 1823) foi um naturalista e médicobritânico que exercia em Berkeley, Gloucestershire, reconhecido pela invenção da vacina da varíola - a primeira imunização deste tipo na história do ocidente. Afirma-se
que os chineses teriam desenvolvido uma técnica de imunização
anteriormente a Jenner.
A primeira descrição da arteriosclerose foi feita por Jenner.
(...)
Em 1789 Jenner observou que as vacas tinham nas tetas feridas iguais às
provocadas pela varíola no corpo de humanos. Os animais tinham uma
versão mais leve da doença, a varíola bovina, ou bexiga vacum. Em
1796, resolveu pôr à prova a sabedoria popular que dizia que quem
lidava com gado não contraía varíola. Ao observar que as mulheres
responsáveis pela ordenha quando expostas ao vírus bovino tinham uma
versão mais suave da doença, então ele conduziu a sua primeira
experiência com James Phipps, um menino de oito anos.
Jenner inoculou com o pus extraído de feridas de vacas contaminadas,
recolhendo o líquido que saía destas feridas e passou-o em cima de
arranhões que ele provocou no braço do garoto. O menino teve um pouco de
febre e algumas lesões leves, tendo uma recuperação rápida. A partir
daí, o cientista pegou o líquido da ferida de outro paciente com varíola
e novamente expôs o rapaz ao material. Semanas depois, ao entrar em
contacto com o vírus da varíola, o pequeno passou incólume à doença.
Estava descoberta assim a propriedade de imunização.
No ano seguinte, ele relatou a sua experiência à Royal Society - a
Academia de Ciências do Reino Unido -, mas as provas que apresentou
foram consideradas insuficientes. Realizou então novas inoculações
em outras crianças, inclusive no seu próprio filho. Em 1798, o seu
trabalho foi reconhecido e publicado. No entanto, os seus críticos
procuravam ridicularizá-lo, denunciando como repulsivo o processo de
infetar pessoas com material colhido em animais doentes. Mas as vantagens
da vacinação, porém, logo se tornaram tão evidentes, pois estas tornavam os humanos imunes à
varíola humana, uma das doenças epidémicas mais mortais da humanidade.
A varíola só seria erradicada na década de 80, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
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