O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. As suas obras são
executadas com frequência em teatros de ópera em todo o mundo e,
transcendendo os limites do género, alguns de seus temas já estão há
muito enraizados na cultura popular - como "La donna è mobilede Rigoletto, "Va, pensiero" (O Coro dos Escravos Hebreus) de Nabucco, "Libiamo ne' lieti calici" (A Canção da Bebida) de La Traviata e o "Grande Março de Aida. Embora sua obra tenha sido algumas vezes criticada por usar de modo geral a expressão musical diatónica em vez de uma cromática e com uma tendência de melodrama, as obras-primas de Verdi dominam o reportório padrão da Ópera um século e meio depois de realizar as suas composições.
Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. As suas obras são
executadas com frequência em teatros de ópera em todo o mundo e,
transcendendo os limites do género, alguns de seus temas já estão há
muito enraizados na cultura popular - como "La donna è mobilede Rigoletto, "Va, pensiero" (O Coro dos Escravos Hebreus) de Nabucco, "Libiamo ne' lieti calici" (A Canção da Bebida) de La Traviata e o "Grande Março de Aida. Embora sua obra tenha sido algumas vezes criticada por usar de modo geral a expressão musical diatónica em vez de uma cromática e com uma tendência de melodrama, as obras-primas de Verdi dominam o reportório padrão da Ópera um século e meio depois de realizar as suas composições.
Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. As suas obras são
executadas com frequência em teatros de ópera em todo o mundo e,
transcendendo os limites do género, alguns de seus temas já estão há
muito enraizados na cultura popular - como "La donna è mobilede Rigoletto, "Va, pensiero" (O Coro dos Escravos Hebreus) de Nabucco, "Libiamo ne' lieti calici" (A Canção da Bebida) de La Traviata e o "Grande Março de Aida. Embora sua obra tenha sido algumas vezes criticada por usar de modo geral a expressão musical diatónica em vez de uma cromática e com uma tendência de melodrama, as obras-primas de Verdi dominam o reportório padrão da Ópera um século e meio depois de realizar as suas composições.
Maria Callas (Nova Iorque, 2 de dezembro de 1923 - Paris, 16 de setembro de 1977) foi uma cantora lírica norte-americana de ascendênciagrega, considerada a maior celebridade da Ópera no século XX e a maior soprano e cantora
de todos os tempos. Apesar de também famosa pela sua vida pessoal, o
seu legado mais duradouro deve-se ao impulso a um novo estilo de atuação
nas produções operísticas, à raridade e distinção do seu tipo de voz e
ao resgate de óperas há muito esquecidas do bel canto, cantadas por ela. O seu tipo vocal era classificado como o raríssimo soprano absoluto e o seu reportório, por sua vez, variava de ópera-séria clássica para as óperas bel canto de Donizetti, de Bellini e de Rossini e, ainda, para as obras de Verdi e de Puccini; e, no início da sua carreira, para os dramas musicais de Wagner.
Anna Moffo (Wayne, 27 de junho de 1932 - Nova Iorque, 9 de março de 2006) foi uma soprano italo-americana, considerada uma das melhores sopranos lírico-coloratura
da sua geração, ativa principalmente na década de 60. Durante o seu
apogeu, Moffo foi muito admirada pela pureza, agilidade, alcance e
emoção de sua voz e sua grande beleza física.
Anna Moffo nasceu em Wayne, Pennsylvania, filha dos italo-americanos Nicola Moffo (um sapateiro) e Regina Cinti. Após graduar-se na Radnor High School, foi-lhe oferecida a oportunidade para ir para Hollywood,
mas acabou por optar por estudar no Instituto de Música Curtis na
Filadélfia, com Eufemia Giannini-Gregory, irmã da soprano Dusolina
Giannini. Em 1954, no programa escolar Fulbright, ela foi para a Itália
para completar seus estudos na Academia Nacional de Santa Cecília, em
Roma, onde ela foi aluna de Mercedes Llopart e Luigi Ricci. Moffo fez a
sua estreia operística oficial em 1955 como Norina em Don Pasquale.
Logo após, ainda sem muita experiência e virtualmente desconhecida, ela teve a oportunidade de cantar o papel de Cio-Cio San numa televisão italiana (RAI), numa produção de Madame Butterfly de Giacomo Puccini.
A produção foi para o ar em 24 de janeiro de 1956 e fez de Moffo uma
sensação através de toda a Itália. Outras ofertas logo apareceram e ela
apareceu em outras duas produções televisionadas no mesmo ano, como Nannetta em Falstaff de Giuseppe Verdi e como Amina em La sonnambula de Vincenzo Bellini. Ela apareceu como Zerlina em Don Giovanni no Festival Aix-en-Provence e fez sua primeira gravação para a EMI como Nannetta, sob a batuta de Herbert von Karajan e como Musetta em La Bohème com Maria Callas, Giuseppe di Stefano e Rolando Panerai. No ano seguinte, em 1957, ela fez sua estreia na Ópera Estatal de Viena, no Festival de Salzburgo, no Teatro alla Scala de Milão e no Teatro San Carlo, em Nápoles.
Moffo também foi convidada a apresentar-se na Ópera de São Francisco, onde ela fez a sua estreia como Amina de La sonnambula,
em 1 de outubro de 1960. Durante esse período ela também fez
diversas aparições na televisão americana, enquanto gozava do sucesso
internacional, cantando nas maiores casas de ópera em todo o mundo
(Estocolmo, Berlim, Monte Carlo, Cidade do México, Buenos Aires, etc.).
Ela também fez a sua estreia no Royal Opera House em Londres, como Gilda, numa produção da ópera Rigoletto de Franco Zeffirelli, em 1964.
Moffo
tinha uma popularidade particular na Itália e apresentava-se lá
regularmente. Ela era a apresentadora do programa semanal na televisão
italiana "The Anna Moffo Show", que foi esteve no ar de 1960 até 1973,
sendo eleita uma das dez mulheres mais bonitas na Itália. Ela apareceu
nos filmes das óperas La traviata (1968) e Lucia di Lammermoor (1971), ambos conduzidos pelo seu marido Mario Lanfranchi, como em outros filmes não-operísticos.
Com
os trabalhos que exigiam muito da voz e sua exaustão psicológica, Moffo
sofreu problemas na voz em 1974 e de que nunca recuperou totalmente.
Assim ela teve que se retirar em 1976, aparecendo depois
esporadicamente. A sua última performance numa ópera foi no Metropolitan Opera House em 1983, nas celebrações do centenário da casa, onde ela cantou a música "Will You Remember?" de Sigmun Romberg com o barítonoRobert Merrill. Após a sua retirada dos palcos, ela continuou o seu trabalho no mundo operístico, como conselheira da Metropolitan Opera.
Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. As suas obras são
executadas com frequência em teatros de ópera em todo o mundo e,
transcendendo os limites do género, alguns de seus temas já estão há
muito enraizados na cultura popular - como "La donna è mobilede Rigoletto, "Va, pensiero" (O Coro dos Escravos Hebreus) de Nabucco, "Libiamo ne' lieti calici" (A Canção da Bebida) de La Traviata e o "Grande Março de Aida. Embora sua obra tenha sido algumas vezes criticada por usar de modo geral a expressão musical diatónica em vez de uma cromática e com uma tendência de melodrama, as obras-primas de Verdi dominam o reportório padrão da Ópera um século e meio depois de realizar as suas composições.
Victoria de los Ángeles López García (Barcelona, 1 de noviembre de 1923 – 15 de enero de 2005) fue una soprano española.
Biografía
Victoria de los Ángeles era hija de un bedel de la Universidad de Barcelona. Su nombre completo era Victoria de los Ángeles López García. Victoria de los Ángeles siempre reconoció su origen humilde. Descubrió su vocación musical muy joven, y ganó diversos concursos de canto internacionales, en especial el festival de Ginebra.
En 1945 hizo su debut profesional con el papel de la Condesa en Las bodas de Fígaro, de Mozart. Después ganó el primer premio en el concurso internacional de Ginebra de 1947. En 1948, interpretó en LondresLa vida breve, de Manuel de Falla, acompañada por la orquesta de la BBC.
Actuó por vez primera en los Estados Unidos en octubre de 1950 con un recital en el Carnegie Hall. En marzo del año siguiente, hizo lo mismo en el Metropolitan Opera de Nueva York y cantó regularmente con esa compañía hasta 1961. En sólo tres años y sólo siete después de su debut, ya había cantando en los teatros más importantes del mundo.
Fue la primera cantante española en actuar en el Festival de Bayreuth (1961 y 1962). Interpretó el papel de Elisabeth, de Tannhäuser, a las órdenes del nieto de Richard Wagner, que quedó tan impresionado con su actuación que volvió a invitarla al año siguiente.
Recitalista
Desde finales de los 60, Victoria de los Ángeles se dedicó principalmente a su carrera como concertista. Es muy destacable la atención y la especial sintonía que siempre dedicó al lied, en el que brilló con luz propia, para asombro de los alemanes. A pesar de ello, siguió realizando algunas apariciones en la ópera (Carmen y Pelléas et Mélisande): su despedida de la ópera fue en el Teatro de la Zarzuela de Madrid en 1980, precisamente con el papel de Mélisande. Dio su último recital en 1996, a los 72 años.
Preciosa voz de soprano lírica (o lírica spinto, como ella misma se consideraba), poseedora de un timbre inconfundible, supeditó siempre el lucimiento personal a las exigencias y el espíritu de la partitura. Los críticos coinciden en afirmar que la voz de Victoria es una de las más exquisitas y delicadas que haya dado el siglo XX. Sin poseer la belleza tímbrica de Tebaldi ni la fuerza dramática de Callas, era un compendio de una y otra. Siempre se señaló que sus agudos eran algo tirantes y metálicos, algo que tenía como contraprestación la posibilidad de cantar papeles de mezzosoprano, como Carmen o la Rosina de (El Barbero de Sevilla). Fue sin duda una de las más grandes artistas que ha dado la ópera.
Premios y grabaciones
Realizó gran número de grabaciones, siendo muchas de ellas auténticas referencias todavía hoy día: Manon, La Bohème, Madama Butterfly, Fausto, Carmen, Werther, Pelléas et Mélisande, Les nuits d'eté. Su discografía es tan abundante como magnífica, fundamentalmente la de la década de los 50. Basta con mirar no sólo los títulos de ópera sino también sus compañeros de grabación:
Modelo de la antidiva, huyó de las alharacas inherentes a su profesión. Hay una anécdota que refleja perfectamente el carácter de Victoria y muestra el aprecio que suscitaba allá adonde iba: una vez, la gran Renata Tebaldi tuvo que abandonar el Met e ir a Italia, ya que había muerto su madre. Era Navidad y Rudolf Bing, gerente del teatro neoyorquino, le suplicó que sustituyera a la de Pésaro en La Traviata. Victoria accedió y Bing, agradecido, hizo venir de Viena nada menos que a los Niños Cantores para que le dedicaran unos villancicos, lo que hicieron en medio de la ovación de un público entregado.
Aclamada en el escenario y maltratada por la vida, Victoria de los Ángeles tuvo que lidiar con tragedias reales que supo asumir y superar trasladándolas a su expresión vocal. Estuvo casada con Enrique Magriñá, con el que tuvo dos hijos. El mayor falleció unos años antes que ella. El segundo padece el síndrome de Down. Alejada del mundanal ruido por decisión propia, no se volvió a tener noticias de ella hasta el 15 de enero del 2005, cuando, víctima de una bronquitis, se iba para siempre, a los 81 años, una de las más grandes voces del siglo XX.