quarta-feira, julho 08, 2026
Amélia Rey Colaço morreu há 36 anos...
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Marcadores: Amélia Rey Colaço, Mariana Rey Monteiro, teatro
segunda-feira, outubro 20, 2025
Mariana Rey Monteiro morreu há quinze anos...
Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro (Lisboa, 28 de dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de outubro de 2010) foi uma atriz portuguesa.
Biografia
Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (1889 - 1958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (1898 - 1990), grande atriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de quarenta anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa.
Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).
Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa, pela sua participação no filme Um dia de vida, de Augusto Fraga.
Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a primeira telenovela portuguesa, Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a telenovela Origens (1983).
Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.
Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).
A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como atriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.
Casou-se em Fontanelas, Sintra, a 27 de setembro de 1947, com o arquiteto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da atriz Mónica Garnel (n. 1974).
A 3 de agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem, a 8 de junho de 1996.
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terça-feira, julho 08, 2025
Amélia Rey Colaço morreu há 35 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
Marcadores: Amélia Rey Colaço, Mariana Rey Monteiro, teatro
domingo, outubro 20, 2024
Mariana Rey Monteiro morreu há 14 anos...
Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro (Lisboa, 28 de dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de outubro de 2010) foi uma atriz portuguesa.
Biografia
Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (1889 - 1958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (1898 - 1990), grande atriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de quarenta anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa.
Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).
Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa pela sua participação no filme Um dia de vida de Augusto Fraga.
Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a primeira telenovela portuguesa, Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a telenovela Origens (1983).
Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.
Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).
A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como atriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.
Casou-se em Sintra, Fontanelas, a 27 de setembro de 1947 com o arquiteto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da atriz Mónica Garnel (n. 1974).
A 3 de agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem a 8 de junho de 1996.
Postado por Fernando Martins às 14:00 0 comentários
Marcadores: actriz, Mariana Rey Monteiro
segunda-feira, julho 08, 2024
Amélia Rey Colaço morreu há 34 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:34 0 comentários
Marcadores: Amélia Rey Colaço, Mariana Rey Monteiro, teatro
sexta-feira, outubro 20, 2023
Mariana Rey Monteiro morreu há treze anos...
Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro (Lisboa, 28 de dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de outubro de 2010) foi uma atriz portuguesa.
Biografia
Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (1889 - 1958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (1898 - 1990), grande atriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de quarenta anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa.
Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).
Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa pela sua participação no filme Um dia de vida de Augusto Fraga.
Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a primeira telenovela portuguesa, Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a telenovela Origens (1983).
Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.
Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).
A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como atriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.
Casou-se em Sintra, Fontanelas, a 27 de setembro de 1947 com o arquiteto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da atriz Mónica Garnel (n. 1974).
A 3 de agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem a 8 de junho de 1996.
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
Marcadores: actriz, Mariana Rey Monteiro
quinta-feira, outubro 20, 2022
Mariana Rey Monteiro morreu há doze anos...
Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro (Lisboa, 28 de dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de outubro de 2010) foi uma atriz portuguesa.
Biografia
Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (1889 - 1958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (1898 - 1990), grande atriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de quarenta anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa.
Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).
Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa pela sua participação no filme Um dia de vida de Augusto Fraga.
Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a primeira telenovela portuguesa, Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a telenovela Origens (1983).
Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.
Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).
A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como atriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.
Casou-se em Sintra, Fontanelas, a 27 de setembro de 1947 com o arquiteto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da atriz Mónica Garnel (n. 1974).
A 3 de agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem a 8 de junho de 1996.
Postado por Fernando Martins às 12:00 2 comentários
Marcadores: actriz, Mariana Rey Monteiro
quarta-feira, outubro 20, 2021
Mariana Rey Monteiro morreu há onze anos...
Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro (Lisboa, 28 de dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de outubro de 2010) foi uma actriz portuguesa.
Biografia
Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (1889—1958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (1898—1990), grande actriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de 40 anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa.
Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).
Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa pela sua participação no filme Um dia de vida de Augusto Fraga.
Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a primeira telenovela portuguesa, Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a telenovela Origens (1983).
Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.
Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).
A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como actriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.
Casou-se em Sintra, Fontanelas, a 27 de setembro de 1947 com o arquitecto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da actriz Mónica Garnel (n. 1974).
A 3 de agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem a 8 de Junho de 1996.
Postado por Fernando Martins às 00:11 0 comentários
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terça-feira, outubro 20, 2020
A atriz Mariana Rey Monteiro morreu há dez anos
Mariana Dolores Rey Colaço Robles Monteiro (Lisboa, 28 de dezembro de 1922 - Lisboa, 20 de outubro de 2010) foi uma actriz portuguesa.
Biografia
Nascida em Lisboa, no ano de 1922, os seus pais foram duas figuras centrais do teatro português: Felisberto Robles Monteiro (1889—1958), ator, encenador e empresário teatral; e Amélia Rey Colaço (1898—1990), grande actriz e também encenadora; ambos fundadores da Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro, que durou mais de 40 anos, permanecendo como a companhia de teatro mais duradoura da Europa.
Em 1946 inicia a sua carreira artística com a peça "Antígona", de Sófocles, num Arranjo do Dr. Júlio Dantas, no Teatro Nacional D. Maria II, integrando a companhia teatral dirigida pelos pais, a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Outras das suas peças preferidas foram "As Divinas Palavras" (Valle Inclán), "Um Eléctrico Chamado Desejo" (Tenessee Williams), "O Diálogo das Carmelitas" (Bernanos) e "Equilíbrio Instável" (Eduard Albee).
Em 1962 recebeu o Óscar da Imprensa pela sua participação no filme Um dia de vida de Augusto Fraga.
Na televisão, tornou-se conhecida do grande público com a primeira telenovela portuguesa, Vila Faia (1982), a série "Gente fina é outra coisa" e a telenovela Origens (1983).
Em 1984 faz a sua última aparição em palco na peça "Filhos de um Deus Menor" com encenação de João Perry.
Entrou também em Chuva na Areia (1984), Cinzas (1992), Verão Quente (1993), Roseira Brava (1995) e Vidas de Sal (1996).
A sua versátil voz que, usava com uma cadência, timbre e sonoridade inconfundíveis, marcaram-na positivamente ao longo de toda a sua carreira. Versátil também era como actriz, qualquer papel se lhe encaixava bem.
Casou-se em Sintra, Fontanelas, a 27 de setembro de 1947 com o arquitecto Emílio Gomes Lino (Lisboa, São Mamede, 8 de junho de 1916 - Lisboa, Lapa, 3 de março de 1958), de quem teve três filhos: Manuel Caetano (n. 1948), Francisco Alexandre (n. 1949) e Maria Rita (n. 1952). Era avó da actriz Mónica Garnel (n. 1974).
A 3 de agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, tendo sido elevada a Grande-Oficial da mesma Ordem a 8 de Junho de 1996.
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sábado, outubro 20, 2012
Mariana Rey Monteiro morreu há 2 anos
Postado por Pedro Luna às 00:02 0 comentários
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