O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militarcurdomuçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época, pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
Após a queda de Edessa, em 1144, o Papa Eugénio III convocou uma nova cruzada para 1145 e 1146.
O Papa ainda autorizou uma cruzada para a Península Ibérica, embora
esta fosse uma guerra desgastante de já vários séculos, desde a derrota
dos Mouros em Covadonga, em 718. Nos primeiros meses da Primeira Cruzada em 1095, já o Papa Urbano II
teria pedido aos cruzados ibéricos (futuros portugueses, castelhanos,
leoneses, aragoneses, etc.) que permanecessem na sua terra, já que a sua
própria guerra era considerada tão valente como a dos Cruzados, em
direção a Jerusalém. Eugénio reiterou a decisão, autorizando Marselha, Pisa, Génova e outras grandes cidades mediterrânicas a participar na guerra da Reconquista.
A armada chegou à cidade do Porto a 16 de junho, sendo convencidos pelo bispo do Porto, Pedro II Pitões, a tomarem parte nessa operação militar. Após a conquista de Santarém
(1147), sabendo da disponibilidade dos Cruzados em ajudar, as forças
de D. Afonso Henriques prosseguiram para o sul, sobre Lisboa.
As forças portuguesas avançaram por terra, as dos cruzados por mar, penetrando na foz do rio Tejo;
em junho desse mesmo ano, ambas as forças estavam reunidas, ferindo-se
as primeiras escaramuças nos arrabaldes a Oeste da colina sobre a qual
se erguia a cidade de então, hoje a chamada Baixa. Após violentos
combates, tanto esse arrabalde, como o leste, foram dominados pelos
cristãos, impondo-se dessa forma o cerco à opulenta cidade mercantil.
Bem defendidos, os muros da cidade mostraram-se inexpugnáveis. As
semanas se passavam em surtidas dos sitiados, enquanto as máquinas de
guerra dos sitiantes lançavam toda a sorte de projéteis sobre os
defensores, o número de mortos e feridos aumentando de parte a parte.
No início de outubro, os trabalhos de sapa sob o alicerce da muralha
tiveram sucesso em fazer cair um troço dela, abrindo uma brecha por onde
os sitiantes se lançaram, denodadamente defendida pelos defensores.
Por essa altura, uma torre de madeira construída pelos sitiantes foi
aproximada da muralha, permitindo o acesso ao adarve. Diante dessa
situação, na iminência de um assalto cristão em duas frentes, os
muçulmanos, enfraquecidos pelas escaramuças, pela fome e pelas doenças,
capitularam a 20 de outubro.
Entretanto, somente no dia seguinte, o soberano e as suas forças entrariam
na cidade, nesse meio tempo violentamente saqueada pelos cruzados.
Decorrente deste cerco surgem os episódios lendários de Martim Moniz, que teria perecido pela vitória dos cristãos, e da ainda mais lendária batalha de Sacavém.
Chris de Burgh - Crusader "What do I do next?" said the Bishop to the Priest, "I have spent my whole life waiting, preparing for the Feast, And now you say Jerusalem has fallen and is lost, The King of Heathen Saracen has seized the Holy Cross;" Then the Priest said "Oh my Bishop, we must put them to the sword, For God in all His mercy will find a just reward, For the Noblemen and sinners, and Knights of ready hand Who will be the Lord's Crusader, send word through all the land, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost," "tell me what to do," said the King upon his throne, "But speak to me in whispers, for we are not alone, They tell me that Jerusalem has fallen to the hand Of some bedevilled Eastern heathen who has seized the Holy Land;" Then the Chamberlain said "Lord, we must call upon our foes In Spain and France and Germany to end our bitter wars, All Christian men must be as one and gather for the fight, You will be their leader, begin the Battle cry, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Ooh, high on a hill, in the town of Jerusalem, There stood Saladin, the King of the Saracens, Whoring and drinking and snoring and sinking, around him his army lay, Secure in the knowledge he had won the day; A messenger came, blood on his feet and a wound in his chest, "The Christians are coming!" he said, "I have seen their Cross in the West," In a rage Saladin struck him down with his knife, And he said "I know that this man lies, They quarrel too much, the Christians could never unite! I am invincible, I am the King, I am invincible, and I will win..." Closer they came, the army of Richard Lionheart, Marching by day and night, with soldiers from every part, And when the Crusaders came over the mountain and they saw Jerusalem, They fell to their knees and prayed for her release; They started the battle at dawn, taking the city by storm, With horsemen and bowmen and engines of war, They broke through the city walls, The Heathens were flying and screaming and dying, And the Christian swords were strong, And Saladin ran when he heard their victory song; "We are invincible, God is the King, We are invincible, and we will win!" "What do I do now?" said the Wise man to the Fool, "I have spent my whole life searching, to find the Golden Rule, Though centuries have disappeared, the memory still remains; Of those enemies together, could it be that way again?" Then the Fool said "Oh you Wise men, you really make me laugh, With your talk of vast persuasion and searching through the past, There is only greed and evil in the men who fight today, The Song of the Crusader has long since gone away, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem."
Aos dezasseis anos, Ricardo comandou o seu próprio exército, acabando com rebeliões contra o seu pai em Poitou. Ele foi o principal comandante cristão durante a Terceira Cruzada, liderando a campanha depois da saída de Filipe II de França, conseguindo consideráveis vitórias contra Saladino, o líder muçulmano, mesmo não tendo conseguido conquistar Jerusalém.
Ricardo falava a língua de oïl, um dialeto francês, e a língua occitana, uma língua falada no sul da França e nas regiões próximas. Ele viveu no Ducado da Aquitânia e passou pouquíssimo tempo na Inglaterra,
preferindo usar o seu reino como uma fonte de rendimentos para apoiar os seus
exércitos. Era visto por seus súbditos como um herói piedoso. Ricardo
permanece até hoje como um dos poucos reis ingleses mais lembrados pelo epíteto do que pelo número régio, sendo uma grande figura icónica na Inglaterra e França.
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militarcurdomuçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época, pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
Após a queda de Edessa, em 1144, o Papa Eugénio III convocou uma nova cruzada para 1145 e 1146.
O Papa ainda autorizou uma cruzada para a Península Ibérica, embora
esta fosse uma guerra desgastante de já vários séculos, desde a derrota
dos Mouros em Covadonga, em 718. Nos primeiros meses da Primeira Cruzada em 1095, já o Papa Urbano II
teria pedido aos cruzados ibéricos (futuros portugueses, castelhanos,
leoneses, aragoneses, etc.) que permanecessem na sua terra, já que a sua
própria guerra era considerada tão valente como a dos Cruzados, em
direção a Jerusalém. Eugénio reiterou a decisão, autorizando Marselha, Pisa, Génova e outras grandes cidades mediterrânicas a participar na guerra da Reconquista.
A armada chegou à cidade do Porto a 16 de junho, sendo convencidos pelo bispo do Porto, Pedro II Pitões, a tomarem parte nessa operação militar. Após a conquista de Santarém
(1147), sabendo da disponibilidade dos Cruzados em ajudar, as forças
de D. Afonso Henriques prosseguiram para o sul, sobre Lisboa.
As forças portuguesas avançaram por terra, as dos cruzados por mar, penetrando na foz do rio Tejo;
em junho desse mesmo ano, ambas as forças estavam reunidas, ferindo-se
as primeiras escaramuças nos arrabaldes a Oeste da colina sobre a qual
se erguia a cidade de então, hoje a chamada Baixa. Após violentos
combates, tanto esse arrabalde, como o leste, foram dominados pelos
cristãos, impondo-se dessa forma o cerco à opulenta cidade mercantil.
Bem defendidos, os muros da cidade mostraram-se inexpugnáveis. As
semanas se passavam em surtidas dos sitiados, enquanto as máquinas de
guerra dos sitiantes lançavam toda a sorte de projéteis sobre os
defensores, o número de mortos e feridos aumentando de parte a parte.
No início de outubro, os trabalhos de sapa sob o alicerce da muralha
tiveram sucesso em fazer cair um troço dela, abrindo uma brecha por onde
os sitiantes se lançaram, denodadamente defendida pelos defensores.
Por essa altura, uma torre de madeira construída pelos sitiantes foi
aproximada da muralha, permitindo o acesso ao adarve. Diante dessa
situação, na iminência de um assalto cristão em duas frentes, os
muçulmanos, enfraquecidos pelas escaramuças, pela fome e pelas doenças,
capitularam a 20 de outubro.
Entretanto, somente no dia seguinte, o soberano e as suas forças entrariam
na cidade, nesse meio tempo violentamente saqueada pelos cruzados.
Decorrente deste cerco surgem os episódios lendários de Martim Moniz, que teria perecido pela vitória dos cristãos, e da ainda mais lendária batalha de Sacavém.
Chris de Burgh - Crusader "What do I do next?" said the Bishop to the Priest, "I have spent my whole life waiting, preparing for the Feast, And now you say Jerusalem has fallen and is lost, The King of Heathen Saracen has seized the Holy Cross;" Then the Priest said "Oh my Bishop, we must put them to the sword, For God in all His mercy will find a just reward, For the Noblemen and sinners, and Knights of ready hand Who will be the Lord's Crusader, send word through all the land, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost," "tell me what to do," said the King upon his throne, "But speak to me in whispers, for we are not alone, They tell me that Jerusalem has fallen to the hand Of some bedevilled Eastern heathen who has seized the Holy Land;" Then the Chamberlain said "Lord, we must call upon our foes In Spain and France and Germany to end our bitter wars, All Christian men must be as one and gather for the fight, You will be their leader, begin the Battle cry, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Ooh, high on a hill, in the town of Jerusalem, There stood Saladin, the King of the Saracens, Whoring and drinking and snoring and sinking, around him his army lay, Secure in the knowledge he had won the day; A messenger came, blood on his feet and a wound in his chest, "The Christians are coming!" he said, "I have seen their Cross in the West," In a rage Saladin struck him down with his knife, And he said "I know that this man lies, They quarrel too much, the Christians could never unite! I am invincible, I am the King, I am invincible, and I will win..." Closer they came, the army of Richard Lionheart, Marching by day and night, with soldiers from every part, And when the Crusaders came over the mountain and they saw Jerusalem, They fell to their knees and prayed for her release; They started the battle at dawn, taking the city by storm, With horsemen and bowmen and engines of war, They broke through the city walls, The Heathens were flying and screaming and dying, And the Christian swords were strong, And Saladin ran when he heard their victory song; "We are invincible, God is the King, We are invincible, and we will win!" "What do I do now?" said the Wise man to the Fool, "I have spent my whole life searching, to find the Golden Rule, Though centuries have disappeared, the memory still remains; Of those enemies together, could it be that way again?" Then the Fool said "Oh you Wise men, you really make me laugh, With your talk of vast persuasion and searching through the past, There is only greed and evil in the men who fight today, The Song of the Crusader has long since gone away, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem."
Aos dezasseis anos, Ricardo comandou seu próprio exército, acabando com rebeliões contra o seu pai em Poitou. Ele foi o principal comandante cristão durante a Terceira Cruzada, liderando a campanha depois da saída de Filipe II de França, conseguindo consideráveis vitórias contra Saladino, o líder muçulmano, mesmo não tendo conseguido conquistar Jerusalém.
Ricardo falava a língua de oïl, um dialeto francês, e a língua occitana, uma língua falada no sul da França e nas regiões próximas. Ele viveu no Ducado da Aquitânia e passou pouquíssimo tempo na Inglaterra,
preferindo usar o seu reino como uma fonte de rendimentos para apoiar os seus
exércitos. Era visto por seus súbditos como um herói piedoso. Ricardo
permanece até hoje como um dos poucos reis ingleses mais lembrados pelo epíteto do que pelo número régio, sendo uma grande figura icónica na Inglaterra e França.
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militarcurdomuçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época, pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
Após a queda de Edessa, em 1144, o Papa Eugénio III convocou uma nova cruzada para 1145 e 1146.
O Papa ainda autorizou uma cruzada para a Península Ibérica, embora
esta fosse uma guerra desgastante de já vários séculos, desde a derrota
dos Mouros em Covadonga, em 718. Nos primeiros meses da Primeira Cruzada em 1095, já o Papa Urbano II
teria pedido aos cruzados ibéricos (futuros portugueses, castelhanos,
leoneses, aragoneses, etc.) que permanecessem na sua terra, já que a sua
própria guerra era considerada tão valente como a dos Cruzados, em
direção a Jerusalém. Eugénio reiterou a decisão, autorizando Marselha, Pisa, Génova e outras grandes cidades mediterrânicas a participar na guerra da Reconquista.
A armada chegou à cidade do Porto a 16 de junho, sendo convencidos pelo bispo do Porto, Pedro II Pitões, a tomarem parte nessa operação militar. Após a conquista de Santarém
(1147), sabendo da disponibilidade dos Cruzados em ajudar, as forças
de D. Afonso Henriques prosseguiram para o sul, sobre Lisboa.
As forças portuguesas avançaram por terra, as dos cruzados por mar, penetrando na foz do rio Tejo;
em junho desse mesmo ano, ambas as forças estavam reunidas, ferindo-se
as primeiras escaramuças nos arrabaldes a Oeste da colina sobre a qual
se erguia a cidade de então, hoje a chamada Baixa. Após violentos
combates, tanto esse arrabalde, como o leste, foram dominados pelos
cristãos, impondo-se dessa forma o cerco à opulenta cidade mercantil.
Bem defendidos, os muros da cidade mostraram-se inexpugnáveis. As
semanas se passavam em surtidas dos sitiados, enquanto as máquinas de
guerra dos sitiantes lançavam toda a sorte de projéteis sobre os
defensores, o número de mortos e feridos aumentando de parte a parte.
No início de outubro, os trabalhos de sapa sob o alicerce da muralha
tiveram sucesso em fazer cair um troço dela, abrindo uma brecha por onde
os sitiantes se lançaram, denodadamente defendida pelos defensores.
Por essa altura, uma torre de madeira construída pelos sitiantes foi
aproximada da muralha, permitindo o acesso ao adarve. Diante dessa
situação, na iminência de um assalto cristão em duas frentes, os
muçulmanos, enfraquecidos pelas escaramuças, pela fome e pelas doenças,
capitularam a 20 de outubro.
Entretanto, somente no dia seguinte, o soberano e suas forças entrariam
na cidade, nesse meio tempo violentamente saqueada pelos cruzados.
Decorrente deste cerco surgem os episódios lendários de Martim Moniz, que teria perecido pela vitória dos cristãos, e da ainda mais lendária batalha de Sacavém.
Chris de Burgh - Crusader "What do I do next?" said the Bishop to the Priest, "I have spent my whole life waiting, preparing for the Feast, And now you say Jerusalem has fallen and is lost, The King of Heathen Saracen has seized the Holy Cross;" Then the Priest said "Oh my Bishop, we must put them to the sword, For God in all His mercy will find a just reward, For the Noblemen and sinners, and Knights of ready hand Who will be the Lord's Crusader, send word through all the land, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost," "tell me what to do," said the King upon his throne, "But speak to me in whispers, for we are not alone, They tell me that Jerusalem has fallen to the hand Of some bedevilled Eastern heathen who has seized the Holy Land;" Then the Chamberlain said "Lord, we must call upon our foes In Spain and France and Germany to end our bitter wars, All Christian men must be as one and gather for the fight, You will be their leader, begin the Battle cry, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Ooh, high on a hill, in the town of Jerusalem, There stood Saladin, the King of the Saracens, Whoring and drinking and snoring and sinking, around him his army lay, Secure in the knowledge he had won the day; A messenger came, blood on his feet and a wound in his chest, "The Christians are coming!" he said, "I have seen their Cross in the West," In a rage Saladin struck him down with his knife, And he said "I know that this man lies, They quarrel too much, the Christians could never unite! I am invincible, I am the King, I am invincible, and I will win..." Closer they came, the army of Richard Lionheart, Marching by day and night, with soldiers from every part, And when the Crusaders came over the mountain and they saw Jerusalem, They fell to their knees and prayed for her release; They started the battle at dawn, taking the city by storm, With horsemen and bowmen and engines of war, They broke through the city walls, The Heathens were flying and screaming and dying, And the Christian swords were strong, And Saladin ran when he heard their victory song; "We are invincible, God is the King, We are invincible, and we will win!" "What do I do now?" said the Wise man to the Fool, "I have spent my whole life searching, to find the Golden Rule, Though centuries have disappeared, the memory still remains; Of those enemies together, could it be that way again?" Then the Fool said "Oh you Wise men, you really make me laugh, With your talk of vast persuasion and searching through the past, There is only greed and evil in the men who fight today, The Song of the Crusader has long since gone away, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem is lost, Jerusalem."
Aos dezasseis anos, Ricardo comandou seu próprio exército, acabando com rebeliões contra o seu pai em Poitou. Ele foi o principal comandante cristão durante a Terceira Cruzada, liderando a campanha depois da saída de Filipe II de França, conseguindo consideráveis vitórias contra Saladino, o líder muçulmano, mesmo não tendo conseguido conquistar Jerusalém.
Ricardo falava a língua de oïl, um dialeto francês, e a língua occitana, uma língua falada no sul da França e nas regiões próximas. Ele viveu no Ducado da Aquitânia e passou pouquíssimo tempo na Inglaterra,
preferindo usar o seu reino como uma fonte de rendimentos para apoiar os seus
exércitos. Era visto por seus súbditos como um herói piedoso. Ricardo
permanece até hoje como um dos poucos reis ingleses mais lembrados pelo epíteto do que pelo número régio, sendo uma grande figura icónica na Inglaterra e França.
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militarcurdomuçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
Após a queda de Edessa, em 1144, o Papa Eugénio III convocou uma nova cruzada para 1145 e 1146. O Papa ainda autorizou uma cruzada para a Península Ibérica, embora esta fosse uma guerra desgastante de já vários séculos, desde a derrota dos Mouros em Covadonga, em 718. Nos primeiros meses da Primeira Cruzada em 1095, já o Papa Urbano II teria pedido aos cruzados ibéricos (futuros portugueses, castelhanos, leoneses, aragoneses, etc.) que permanecessem na sua terra, já que a sua própria guerra era considerada tão valente como a dos Cruzados, em direcção a Jerusalém. Eugénio reiterou a decisão, autorizando Marselha, Pisa, Génova e outras grandes cidades mediterrânicas a participar na guerra da Reconquista.
A armada chegou à cidade do Porto a 16 de junho, sendo convencidos pelo bispo do Porto, Pedro II Pitões, a tomarem parte nessa operação militar. Após a conquista de Santarém (1147), sabendo da disponibilidade dos Cruzados em ajudar, as forças de D. Afonso Henriques prosseguiram para o sul, sobre Lisboa.
As forças portuguesas avançaram por terra, as dos cruzados por mar, penetrando na foz do rio Tejo; em junho desse mesmo ano, ambas as forças estavam reunidas, ferindo-se as primeiras escaramuças nos arrabaldes a Oeste da colina sobre a qual se erguia a cidade de então, hoje a chamada Baixa. Após violentos combates, tanto esse arrabalde, como o leste, foram dominados pelos cristãos, impondo-se dessa forma o cerco à opulenta cidade mercantil.
Bem defendidos, os muros da cidade mostraram-se inexpugnáveis. As semanas se passavam em surtidas dos sitiados, enquanto as máquinas de guerra dos sitiantes lançavam toda a sorte de projéteis sobre os defensores, o número de mortos e feridos aumentando de parte a parte.
No início de outubro, os trabalhos de sapa sob o alicerce da muralha tiveram sucesso em fazer cair um troço dela, abrindo uma brecha por onde os sitiantes se lançaram, denodadamente defendida pelos defensores. Por essa altura, uma torre de madeira construída pelos sitiantes foi aproximada da muralha, permitindo o acesso ao adarve. Diante dessa situação, na iminência de um assalto cristão em duas frentes, os muçulmanos, enfraquecidos pelas escaramuças, pela fome e pelas doenças, capitularam a 20 de outubro.
Entretanto, somente no dia seguinte, o soberano e suas forças entrariam na cidade, nesse meio tempo violentamente saqueada pelos cruzados.
Decorrente deste cerco surgem os episódios lendários de Martim Moniz, que teria perecido pela vitória dos cristãos, e da ainda mais lendária batalha de Sacavém.
Aos dezasseis anos, Ricardo comandou seu próprio exército, acabando com rebeliões contra seu pai em Poitou. Ele foi o principal comandante cristão durante a Terceira Cruzada, liderando a campanha depois da saída de Filipe II de França, conseguindo consideráveis vitórias contra Saladino, o líder muçulmano, mesmo não tendo conseguido conquistar Jerusalém.
Ricardo falava a língua de oïl, um dialeto francês, e occitana, uma língua falada no sul da França e nas regiões próximas. Ele viveu no Ducado da Aquitânia e passou pouquíssimo tempo na Inglaterra,
preferindo usar seu reino como uma fonte de renda para apoiar seus
exércitos. Era visto por seus súbditos como um herói piedoso. Ricardo
permanece até hoje como um dos poucos reis ingleses mais lembrados pelo epíteto do que pelo número régio, sendo uma grande figura icónica na Inglaterra e França.
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militarcurdomuçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
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