terça-feira, março 24, 2026
O geólogo Luis Mendes-Victor morreu há treze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
Marcadores: Academia das Ciências de Lisboa, geofísica, Instituto Geofísico Infante Dom Luiz, IPMA, Luis Mendes-Victor, sismologia, Universidade de Lisboa
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há cento e dez anos...
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
Postado por Fernando Martins às 00:11 0 comentários
Marcadores: Anomalocaris, explosão câmbrica, Harry Whittington, Opabinia, Paleontologia, trilobites, Xistos de Burgess
Hoje é dia de ouvir The Corrs...!
Postado por Pedro Luna às 00:05 0 comentários
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Hoje é Dia Nacional do Estudante...!
A história do Dia Nacional do Estudante
Celebra-se hoje a data que simboliza o papel dos estudantes na sociedade. Uma ação que, ao longo das décadas, transformou Portugal. Conhece alguns desses momentos.

Foi a 8 de maio de 1987 que a Assembleia da República Portuguesa estabeleceu o dia 24 de março como Dia Nacional do Estudante. O decreto (n.º 77/IV) consagra a data, tendo como objetivos "o estímulo à participação dos estudantes na vida escolar e da sociedade" e a "cooperação e convivência entre os estudantes".
1962: Contra a proibição
Foi nesta mesma data que, em 1962, um conflito nasceria entre os
estudantes universitários portugueses e o regime do Estado Novo. Depois
da proibição das comemorações do Dia do Estudante, milhares de
estudantes realizaram "uma concentração na Cidade Universitária, como protesto às determinações do Ministro da Educação", destacava o Jornal O Século. A crise duraria vários meses, incluindo greves às aulas, cargas policiais e detenções de estudantes.
Arquivo fotográfico da Torre do Tombo da Crise Académica de 1962 (Fonte: ANTB)
O regime acabaria por retomar o controlo no final desse ano. Contudo, como escreve a TSF, "a longa crise estudantil marcou o despertar para a atividade política de uma geração
que, em anos futuros, mostraria ser um dos setores mais ativos da
resistência ao Estado Novo". Uma resistência que se voltaria a
evidenciar alguns anos mais tarde.
1969: Os estudantes tomam a palavra
No dia 17 de abril de 1969, foi inaugurado o Edifício das Matemáticas, na Universidade de Coimbra. Na véspera, o reitor negou o pedido dos estudantes para ter a palavra durante a cerimónia.
Nessa noite, sete agentes da PIDE detêm Alberto Martins. Um grupo de estudantes exige a sua libertação e é carregado pela policia. Cinco dias depois, é decretado Luto Académico. Estava aberta a crise académica de 1969 – um período que se alargaria pelo restante ano e que incluiria greves estudantis, um cerco da Guarda Nacional Republicana à Universidade de Coimbra e o aumento da chamada de estudantes para a Guerra Colonial.
Incluiria também uma final da Taça de Portugal em futebol, no Estádio Nacional, no Jamor, marcada pelas mensagens de protesto e pelo forte contingente policial. A Académica de Coimbra perderia 2-1 com o Benfica e, no final, os jogadores colocaram a capa aos ombros, em sinal de luto.
1992: "Alunos voltam à rua"
Foi também no Dia Nacional do Estudante, em 1992, que milhares de estudantes do secundário e da universidade saíram à rua em protesto. "Alunos voltam à rua" titulava o Diário de Notícias, no dia seguinte. As manifestações (em Lisboa, Coimbra, Porto e Aveiro) protestavam o aumento de propinas anunciado por Aníbal Cavaco Silva e a existência da PGA (Prova Geral de Acesso): uma prova de cultura geral obrigatória para quem queria entrar no Ensino Superior que existiu entre 1989 e 1993.
Os protestos estudantis iriam continuar durante o resto do ano, bem como durante 1993 (maio e novembro). A manifestação de novembro de 1993, em frente à Assembleia da República, seria mesmo carregada violentamente pela polícia. Em 1994, alguns milhares de estudantes manifestam-se no mesmo local, desta feita protestando as Provas Globais, criando uma imagem icónica: virados de costas para o Parlamento, alguns estudantes baixam as calças e mostram o rabo.
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: crise académica de 1962, crise académica de 1969, Dia Nacional do Estudante
segunda-feira, março 23, 2026
O czar Paulo I da Rússia foi assassinado há 225 anos...
Através da numerosa família que Paulo I constituiu com a sua segunda esposa, atualmente quase todas as famílias reais da Europa (incluindo algumas não-reinantes) são descendentes diretas do antigo czar Paulo. São seus descendentes diretos o rei Guilherme Alexandre dos Países Baixos, a rainha Margarida II da Dinamarca, o rei Carlos XVI Gustavo da Suécia, Carlos III do Reino Unido (através do seu pai, o príncipe Filipe da Grécia e Dinamarca) e o rei Filipe VI da Espanha (através de sua mãe, a princesa Sofia da Grécia e Dinamarca). Também os herdeiros do trono de algumas nações onde a monarquia foi abolida são seus descendentes: Rússia, Alemanha, Grécia, Roménia e Sérvia.
Postado por Fernando Martins às 22:50 0 comentários
Marcadores: Czar, Paulo I da Rússia, regicídio, Rússia
Stendhal morreu há cento e oitenta e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 18:40 0 comentários
Marcadores: França, literatura, realismo, romantismo, Stendhal
Herberto Helder morreu há onze anos...
Herberto Helder de Oliveira (Funchal, São Pedro, 23 de novembro de 1930 – Cascais, Cascais, 23 de março de 2015) foi um poeta português, considerado por alguns o "maior poeta português da segunda metade do século XX" e um dos mentores da Poesia Experimental Portuguesa.
Originário da Ilha da Madeira, de família de origem judaica, viajou para o Continente no final dos anos 40.
Concluiu o ensino liceal no Liceu Camões. Ingressou, a seguir, no curso de Direito da Universidade de Coimbra, mudando-se, ao fim de um ano, para Filologia Românica, que frequentou durante cerca de três anos.
Os seus primeiros poemas surgiram nas antologias Arquipélago (1952) e Poemas Bestiais (1954), ambas do Funchal, e, depois, no jornal A Briosa (1954), publicado em Coimbra.
Na mesma década de 50 colaborou nas revistas Re-nhau-nhau (1955) e Búzio (1956), editada por António Aragão e com a colaboração de Edmundo de Bettencourt.
O seu primeiro livro, O Amor em Visita, data de 1958.
Nesses anos, o poeta frequentava o círculo surrealista do Café Gelo, ao Rossio, em Lisboa, convivendo com personalidades como Mário Cesariny, Luiz Pacheco, Hélder Macedo e João Vieira.
Partiria, pouco depois, Europa fora, deambulando por França, Holanda e Bélgica, exercendo para seu sustento, profissões sem qualquer relação com as letras.
Repatriado em 1960, regressou então a Portugal.
Na entrada dessa década teve colaboração na efémera revista Pirâmide (1959-1960).
Após desempenhar funções como encarregado nas Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian (1960-62), ligou-se a radio e a televisão, nos ofícios de redator do noticiário internacional da Emissora Nacional (1964-66) e de colaborador em programas da RTP, fazendo igualmente publicidade (1967-68).
Em 1964 organizou, com António Aragão, o "1.º Caderno Antológico de Poesia Experimental" (Cadernos de Hoje, MONDAR editores), marco histórico da poesia portuguesa (ver: Poesia Experimental Portuguesa).[2]
Em 1968 foi alvo de um processo judicial, desencadeado com a publicação da tradução de Filosofia na Alcova, do Marquês de Sade (como intermediário entre tradutor e editor), no qual foi condenado a pena suspensa. Também nesta data, o seu livro Apresentação do Rosto foi apreendido pela censura, nunca tendo sido reeditado.
Uma ficha na PIDE identificava Herberto Helder, no período anterior ao 25 de Abril de 1974, como alguém com “características comunistas”. O poeta chegaria, de facto, a filiar-se no Partido Comunista Português, mas nunca teve atividade efetiva como militante do partido.
Diretor literário da Editorial Estampa, onde começou a publicar a obra completa de Almada Negreiros, em 1969, decidiu sair novamente do pais, e estabelecer-se em Angola, onde, sob diversos nomes, fez reportagens para a revista Notícia, editada em Luanda.
Encontrava-se em Luanda quando, em 1971, sofreu um acidente grave.
Regressado a capital, assumiu agora o oficio de revisor tipográfico na Editora Arcádia (1973) e, novamente, de redator de notícias na RDP (1974).
Um dos mais originais poetas de língua portuguesa, a critica insere a sua escrita, inicialmente, no âmbito de um surrealismo tardio. Depois, identifica na sua linguagem poética traços de alquimia, da mística, da mitologia edipiana e da imagem de Mãe. Quer do surrealismo quer da poesia experimental, o poeta terá retirado o postulado da «liberdade, liberdades» como fator determinante na construção do seu percurso.
Na sua obra Os Passos em Volta, retratou, em vários contos, as viagens deambulatórias de uma personagem por entre cidades e quotidianos, vivendo ao mesmo tempo incertezas acerca da identidade própria de cada ser humano. Poesia Toda é o título de uma antologia pessoal de poesia, que foi sendo depurada ao longo dos anos. Alguns dos seus livros desapareceram das edições mais recentes edições da obra, que entretanto também foi rebatizada de Ofício Cantante (nomeadamente Vocação Animal e Cobra).
Ao longo dos anos, Herberto Helder converteu-se numa figura hermética e misantropa, que recusava homenagens, prémios ou condecorações, assim como se negava a dar entrevistas ou a ser fotografado. Em 1994 recusou o Prémio Pessoa, que lhe foi então atribuído.
Herberto Helder faleceu a 23 de março de 2015, vítima de ataque cardíaco, aos 84 anos, na sua casa em Cascais.
Menos de dois meses após a sua morte, em maio de 2015, foi publicado o último livro de originais do poeta, "Poemas canhotos", que tinha terminado pouco antes de morrer.
in Wikipédia
Há cidades cor de pérola onde as mulheres
V
Há cidades cor de pérola onde as mulheres
existem velozmente. Onde
às vezes param, e são morosas
por dentro. Há cidades absolutas,
trabalhadas interiormente pelo pensamento
das mulheres.
Lugares límpidos e depois nocturnos,
vistos ao alto como um fogo antigo,
ou como um fogo juvenil.
Vistos fixamente abaixados nas águas
celestes.
Há lugares de um esplendor virgem,
com mulheres puras cujas mãos
estremecem. Mulheres que imaginam
num supremo silêncio, elevando-se
sobre as pancadas da minha arte interior.
Há cidades esquecidas pelas semanas fora.
Emoções onde vivo sem orelhas
nem dedos. Onde consumo
uma amizade bárbara. Um amor
levitante. Zona
que se refere aos meus dons desconhecidos.
Há fervorosas e leves cidades sob os arcos
pensadores. Para que algumas mulheres
sejam cândidas. Para que alguém
bata em mim no alto da noite e me diga
o terror de semanas desaparecidas.
Eu durmo no ar dessas cidades femininas
cujos espinhos e sangues me inspiram
o fundo da vida.
Nelas queimo o mês que me pertence.
o minha loucura, escada
sobre escada.
Mulheres que eu amo com um des-
espero .fulminante, a quem beijo os pés
supostos entre pensamento e movimento.
Cujo nome belo e sufocante digo com terror,
com alegria. Em que toco levemente
Imente a boca brutal.
Há mulheres que colocam cidades doces
e formidáveis no espaço, dentro
de ténues pérolas.
Que racham a luz de alto a baixo
e criam uma insondável ilusão.
Dentro de minha idade, desde
a treva, de crime em crime - espero
a felicidade de loucas delicadas
mulheres.
Uma cidade voltada para dentro
do génio, aberta como uma boca
em cima do som.
Com estrelas secas.
Parada.
Subo as mulheres aos degraus.
Seus pedregulhos perante Deus.
É a vida futura tocando o sangue
de um amargo delírio.
Olho de cima a beleza genial
de sua cabeça
ardente: - E as altas cidades desenvolvem-se
no meu pensamento quente.
in Lugar (1962) - Herberto Helder
Postado por Fernando Martins às 16:01 0 comentários
Marcadores: Funchal, Madeira, poesia, Surrealismo, Universidade de Coimbra
Ana de Castro Osório morreu há 91 anos...
Ana de Castro Osório (Mangualde, 18 de junho de 1872 - Lisboa, 23 de março de 1935) foi uma escritora, especialmente no domínio da literatura infantil, jornalista, pedagoga, feminista e ativista republicana portuguesa.
Nascida em Mangualde, a 18 de junho de 1872, Ana de Castro Osório era filha de João Baptista de Castro (1845-1920), reputado bibliófilo, notário e magistrado, natural de Eucísia, Alfândega da Fé, e de Mariana Adelaide Osório de Castro Cabral de Albuquerque Moor Quintins (1842-1917), ativista feminista, natural de São Jorge de Arroios, Lisboa. A sua mãe era filha do Tenente-General José Osório de Castro Cabral de Albuquerque (1799-1857), governador de Macau, e de Ana Doroteia Moore Quintius, de nacionalidade holandesa. Sobre o seu pai sabe-se ainda que publicou um livro sobre "Questões Jurídicas" (1868) durante a sua estadia universitária em Coimbra, quando este era companheiro de casa de Teófilo Braga, e que, em 1911 julgou, e aprovou, o pedido de Carolina Beatriz Ângelo para ser incluída nas listas de recenseamento eleitoral, tornando-se assim na primeira mulher a votar no país. Ana era também a mais nova dos quatro filhos do casal, sendo irmã de Alberto Osório de Castro (1868-1946), juiz, maçon e poeta, João Osório de Castro (1869-1939), juiz e escritor, e de Jerónimo Osório de Castro (1871-1935), comandante e presidente da Liga dos Combatentes da Grande Guerra, sendo ainda tia do engenheiro e empresário industrial Jerónimo Pereira Osório de Castro (1902-1957), do médico veterinário, professor e autor Jerónimo de Melo Osório de Castro (1910-1976), do dramaturgo e escritor João Osório de Castro (1926-2007) e do ex-bastonário da Ordem dos Advogados e poeta, António Osório (1933-2021).
A 10 de março de 1898, com 25 anos de idade, Ana de Castro Osório casou-se com Francisco Paulino Gomes de Oliveira (1864-1914), poeta, publicista e membro do Partido Republicano Português, comummente conhecido como Paulino de Oliveira, na igreja paroquial de Nossa Senhora da Anunciada, em Setúbal. Anos antes, tinha recusado veementemente o pedido de casamento do poeta Camilo Pessanha, contudo, a amizade entre os dois manteve-se até à morte deste, em 1926.
Da sua imensa obra literária, que conta com mais de cinquenta títulos, incluindo ensaios, romances e contos, algumas obras de destaque são: "Em Tempo de Guerra" (1918), "A Verdadeira Mãe" (1925), "Viagens Aventurosas de Felício e Felizarda" (1923), "A Grande Aliança" (1924), "Mundo Novo" (1927), "A Capela das Rosas" (1931), "O Príncipe das Maçãs de Oiro" (1935), e "Histórias Maravilhosas da Tradição Popular Portuguesa" (2 volumes, compilada somente em 1952); assim como várias publicações periódicas de destaque onde colaborou como: "A Ave azul" (1899-1900), "Branco e Negro" (1896-1898), "Brasil-Portugal" (1899-1914), "A Leitura" (1894-1896), "Serões" (1901-1911), "A Farça" (1909-1910) e "Terra portuguesa" (1916-1927).
Para além dessas obras, e de o título de criadora da literatura infantil portuguesa, é lhe reconhecida uma extensa e intensiva recolha dos contos da tradição oral do país, e a tradução e publicação de vários contos dos irmãos Grimm assim como muitos outros autores estrangeiros de literatura para crianças.
A Ana de Castro Osório ainda se deve a compilação, organização, edição e publicação de "Clepsidra", o único livro de Camilo Pessanha, em 1920, na editora por ela criada, Lusitânia.
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
Marcadores: Ana de Castro Osório, Camilo Pessanha, Clepsidra, literatura, maçonaria
Juan Gris morreu há 99 anos...
Chaka Khan celebra hoje setenta e três anos

Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
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Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 05:08 0 comentários
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Hoje é um bom dia para ouvir ZZ Top...
Postado por Pedro Luna às 04:30 0 comentários
Marcadores: blues rock, Eliminator, Gimme All Your Lovin', hard rock, Legs, música, new wave, synth-rock, ZZ Top
William Smith, o fundador da cartografia geológica na Inglaterra, nasceu há 257 anos
Postado por Fernando Martins às 02:57 0 comentários
Marcadores: carta geológica, cartografia, Geologia, Reino Unido, Strata Smith, The Map That Changed the World, William Smith
Nicolas Isouard morreu há 208 anos...
Mudou-se para Paris em 1799, onde se tornou amigo do compositor Rodolphe Kreutzer. Ambos colaboraram em várias óperas, entre elas Le Petit Page ou la Prison d'État (1800) e Flaminius à Corinthe (1801). A ópera italiana dominou a cena lírica francesa e, por esta razão, Isouard adotou o pseudónimo "Nicolo" e rapidamente obteve sucesso no campo da opéra-comique, com obras como Michel-Ange (1802) e L'Intrigue aux fenêtres (1805). Isouard tornou-se, com François-Adrien Boïeldieu, um dos fornecedores do Théâtre de l'Opéra-Comique, para o qual compôs cerca de trinta obras. Entre elas podem ser citadas Les Rendez-vous bourgeois (1807), Cendrillon (1810), de acordo com Charles Perrault, Joconde (1814) e Aladin ou la lampe merveilleuse (1822, obra póstuma).
Relegado por Boieldieu na escolha para substituir Étienne Nicolas Méhul por um cargo no Instituto da França, desapareceu de forma precoce, deixando duas filhas, Sophie-Nicole (1809-?), compositora de romances e Annette-Julie (1814-76), pianista e também compositora. Teve um irmão, Joseph Isouard (1794-1863), que teve uma boa carreira como cantor e diretor de ópera antes de ser nomeado inspetor de Monumentos Históricos em Rouen.
Postado por Fernando Martins às 02:08 0 comentários
Marcadores: Cimarosa, França, música clássica, Nicolas Isouard, Ópera, ópera buffa, opéra-comique
Calouste Gulbenkian nasceu há 157 anos
Postado por Fernando Martins às 01:57 0 comentários
Marcadores: Arménia, Calouste Gulbenkian, Fundação Calouste Gulbenkian, Império Otomano, Petróleo, Turquia
Werner von Braun nasceu há 114 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:14 0 comentários
Marcadores: foguetões, NASA, nazis, Saturno V, Wernher von Braun
Hoje é dia de recordar um Poeta...
Quem deita sal na carne crua deixa
a lua entrar pela oficina e encher o barro forte:
vasos redondos, os quadris
das fêmeas - e logo o meu dedo se poe a luzir
ao fôlego da boca: onde
o gargalo se estrangula e entre as coxas a fenda
é uma queimadura
vizinha
do coração - toda a minha mão se assusta,
transmuda,
se torna transparente e viva, por essa força que a traga
até dentro,
onde o sangue mulheril queimado
a arrasta pelos rins e aloja, brilhando
como um coração,
na garganta - o sal que se deita cresce sempre
ao enredo dos planetas: com unhas
frias e nuas
retrato as lunações, talho a carne límpida
- porque eu sou o teu nome quando
te chamas a toda a altura
dos espelhos e até ao fundo, se teus dedos abertos tocam
a estrela
como uma pedra fechada no seu jardim selvagem
entre a água: tu tocas
onde te toco, e os remoinhos da luz e do sal se tocam
na carne profunda: como em toda a olaria o movimento
toca a argila e a torna
atenta
à translação da casa pela paisagem rodando sobre si
mesma - a teia sensível,
que se fabrica no mundo entre a mão no sal
e a potência
múltipla de que esta escrita é a simetria,
une
tudo boca a boca: o verbo que estás a ser cada
tua morte
ao que ouço, quando a luz se empina e a noite inteira
se despenha
para dentro do dia: ou a mão que lanço sobre
esse cabelo animal
que respira no sono, que transpira
como barro ou madeira ou carne salgada
exposta
a toda a largura da lua: o que é grave, amargo, sangrento.
in PHOTOMATON & VOX (1995) - Herberto Helder
Postado por Pedro Luna às 01:10 0 comentários
Marcadores: Herberto Helder, poesia, Universidade de Coimbra
A cantora Poe celebra hoje 58 anos
O estilo musical de Poe é uma mistura de rock, jazz, electro, folk e elementos de hip hop, combinadas com composições líricas íntimos. Muitas das canções de Poe foram utilizados em filmes e na televisão. Poe teve o primeiro hit nos tops de rock moderno em 1995.
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
Marcadores: electrónica, hard rock, Haunted, música, Poe, pop rock, Rock alternativo, trip hop
Damon Albarn - 58 anos
Damon Albarn (Londres, 23 de março de 1968) é um cantor britânico, mais conhecido por ser vocalista das bandas Blur e Gorillaz. Na juventude participou das bandas Circus, Real Lives e The Aftermath. Nos anos 90 ganhou notoriedade como o líder e vocalista dos Blur, uma das mais importantes e emblemáticas bandas inglesas do chamado Britpop. Formado por Graham Coxon (guitarra e voz), Alex James (baixo), Dave Rowntree (bateria) e Damon Albarn (voz e teclado), os Blur lançaram oito álbuns: Leisure (1991), Modern Life Is Rubbish (1993), Parklife (1994), The Great Escape (1995), Blur (1997), 13 (1999), Think Tank (2003) e The Magic Whip (2015), além de inúmeros hits no topo das paradas de sucesso entre eles "There's No Other Way", "Girls And Boys", "Song 2" e "Coffee And TV".

Damon esteve a dedicar-se, desde 2003, a outros projetos de sucesso comercial e/ou da crítica. O primeiro deles foi os Gorillaz, banda virtual, criada em parceria com o cartunista Jamie Hewlett, onde os músicos são desenhos animados. Os Gorillaz lançaram, desde 2001, seis álbuns de estúdio e contaram com a participação de diversos artistas como Miho Hatori, De La Soul, Neneh Cherry, Shaun Ryder, Lou Reed e Snoop Dogg, entre outros.
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Em 2002, Damon lançou Mali Music, álbum gravado durante uma viagem que fez em apoio a ONG Oxfam, em 2000. O projeto contou com a participação de músicos locais e tem a sua sonoridade baseada na música de Mali e no britpop.
Em 2006, ele lançou o projeto The Good, the Bad & the Queen, banda que tem na sua formação, além de Damon (voz e piano), o baixista Paul Simonon (The Clash), o guitarrista Simon Tong (The Verve) e o baterista Tony Allen (Fela Kuti). O grupo lançou o disco homónimo que estreou em janeiro de 2007.
Em 2008, formou o supergrupo Rocket Juice and The Moon junto com o baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea e o baterista Tony Allen. O único álbum do grupo foi lançado em março de 2012.
Em 2012, ainda lançou, pelos Blur, o single Under the Westway.
Mesmo com os Blur reunindo e realizando concertos por todo o mundo em turnês, Damon Albarn ainda se dedica a outros projetos como os Gorillaz, além da sua carreira individual. Ele lançou o seu primeiro álbum solo, Everyday Robots, em abril de 2014.
Em abril de 2015, é lançado um novo álbum de música inédita com os Blur, The Magic Whip, o primeiro álbum lançado pelo grupo em 12 anos, e também o primeiro após o retorno da banda, em 2009.
Em 2017 e 2018, novamente com os Gorillaz, lança respetivamente os álbuns Humanz e The Now Now.
Em novembro de 2018, ele retoma as atividades com a banda The Good, the Bad and the Queen lançando Merrie Land, o primeiro material de inéditos do grupo desde 2007.Em 22 de junho de 2021, Damon Albarn anuncia o lançamento do seu segundo álbum a solo, The Nearer the Fountain, More Pure the Stream Flows, lançado em 12 de novembro do mesmo ano.
Em 2023, retorna com os Blur com o álbum The Ballad of Darren, indicado para o Brit Award para Álbum Britânico do Ano e com os Gorillaz, lançando Cracker Island, álbum nomeado para o Grammy Awards como Melhor Álbum de Música Alternativa.
Em 27 de fevereiro de 2026, novamente com os Gorillaz, lança o álbum The Mountain.
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
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Os ZZ Top lançaram o álbum Eliminator há 43 anos
Eliminator is the eighth studio album by American rock band ZZ Top. It was released on March 23, 1983, by Warner Bros. Records, and rose high on the charts in many countries. Four hit singles were released—"Gimme All Your Lovin'" which reached the American Top 40, "Sharp Dressed Man", "TV Dinners" and their most successful single, "Legs". Eliminator is ZZ Top's most commercially successful release, with sales of 11 million and diamond certification in the US.
Since El Loco in 1981, the bandleader, Billy Gibbons, had been moving ZZ Top's boogie and blues rock style towards the popular new wave style. For Eliminator, he increased the tempo and used more synthesizers and drum machines, producing a "tighter" album with a steady, driving beat. The pre-production engineer Linden Hudson collaborated with Gibbons in Texas on the tempo and songs. The producer Bill Ham and the engineer Terry Manning joined Gibbons in Memphis, Tennessee, to edit the songs, replacing much of the contributions of bassist Dusty Hill and drummer Frank Beard. Ham claimed the album was solely the work of ZZ Top, but in 1986 Hudson won a lawsuit establishing himself as composer of the song "Thug".
Music videos for "Gimme All Your Lovin'", "Sharp Dressed Man" and "Legs" received regular rotation on MTV and helped ZZ Top gain popularity with a younger base. A customized 1933 Ford coupe, depicted on the album cover, appeared in the videos. Following Eliminator's release, ZZ Top embarked on a worldwide concert tour.
The video for "Legs" earned the band the MTV Video Music Award for Best Group. Rolling Stone named Eliminator number 398 on its list of the 500 Greatest Albums of All Time. It was listed at number 39 in The 100 Greatest Albums of the 80s, and it was also included in Robert Dimery's book 1001 Albums You Must Hear Before You Die. A remastered version was released in 2008.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
Marcadores: blues rock, Eliminator, hard rock, música, new wave, Sharp Dressed Man, synth-rock, ZZ Top
Laplace nasceu há 277 anos
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
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