- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
sábado, junho 20, 2026
Harry B. Whittington morreu há dezasseis anos...
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quarta-feira, abril 08, 2026
Notícia sobre os nossos antepassados do Pré-Câmbrico...
Foram encontrados animais (do grupo dos humanos) que não deviam existir

Reconstrução artística da biota de Jiangchuan
Será a primeira evidência fóssil de que muitos animais complexos, até agora considerados típicos do Câmbrico, já existiam no Ediacarano. Biota na China será uma comunidade de transição entre dois momentos fundamentais da história da vida.
Vários dos principais grupos animais surgiram milhões de anos antes do que a Ciência pensava até agora, segundo um novo estudo publicado a 2 de abril na Science.
A conclusão assenta numa descoberta fóssil na China, tida como marcante por antecipar a diversificação que durante décadas foi associada quase exclusivamente à chamada “explosão câmbrica”.
Os novos achados, com mais de 540 milhões de anos, indicam que a transformação evolutiva que deu origem a animais mais complexos já estava em curso no final do período Ediacarano, pelo menos quatro milhões de anos antes do início do Câmbrico, tradicionalmente datado de há cerca de 535 milhões de anos.
No centro desta descoberta está a biota de Jiangchuan, na província chinesa de Yunnan, onde os cientistas recolheram mais de 700 fósseis com idades entre 554 e 539 milhões de anos. O conjunto revela um ecossistema surpreendentemente diverso, com organismos que incluem parentes primitivos de estrelas-do-mar, animais vermiformes com simetria bilateral e até formas ancestrais ligadas à linhagem dos deuterostómios - o grande grupo que inclui os vertebrados, como peixes e seres humanos.
Esta será a primeira vez que há evidência fóssil clara de que muitos animais complexos, até agora considerados típicos do Câmbrico, já existiam no Ediacarano. A descoberta “fecha uma grande lacuna” nas fases iniciais da diversificação animal, admite o investigador principal, Gaorong Li, citado pela Science Daily.
Entre os fósseis mais importantes estão os exemplares interpretados como os parentes mais antigos conhecidos dos deuterostómios. A presença destes organismos empurra pela primeira vez o registo fóssil deste grupo para o Ediacarano. Os investigadores encontraram também representantes primitivos dos ambulacrários, grupo que inclui as estrelas-do-mar e os seus parentes próximos, como os vermes-bolota. Estes animais apresentavam corpos em forma de U, fixação ao fundo marinho por um pedúnculo e tentáculos junto da cabeça, provavelmente usados para capturar alimento.
A equipa destaca ainda a presença de organismos bilaterianos semelhantes a vermes, alguns com estratégias de alimentação complexas, bem como raros fósseis que poderão corresponder a formas iniciais de ctenóforos, ou geleias-de-pente.
Muitos dos exemplares exibem combinações anatómicas invulgares - tentáculos, discos de fixação, estruturas alimentares reversíveis e pedúnculos - que não coincidem com nenhuma espécie conhecida, nem do Ediacarano nem do Câmbrico.
Essa mistura de características reforça a ideia de que Jiangchuan regista uma comunidade de transição entre dois momentos fundamentais da história da vida.
O ecossistema pode ajudar a resolver um problema antigo da biologia evolutiva. Estudos genéticos e vestígios fósseis já sugeriam há anos que várias linhagens animais deveriam existir antes da explosão câmbrica, mas faltava prova fóssil direta e robusta. E, ao contrário da maioria dos sítios ediacarianos, onde os organismos surgem como simples impressões em arenito, os fósseis de Jiangchuan foram conservados sob a forma de filmes carbonosos — um tipo de preservação que permite observar detalhes finos da anatomia, incluindo estruturas de alimentação, sistemas digestivos e órgãos associados ao movimento.
in ZAP
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terça-feira, março 24, 2026
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há cento e dez anos...
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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sábado, agosto 30, 2025
Os Xistos de Burgess foram descobertos há 116 anos
History and significance
The Burgess Shale was discovered by palaeontologist Charles Walcott
on 30 August 1909, towards the end of the season's fieldwork. He
returned in 1910 with his sons, daughter, and wife, establishing a
quarry on the flanks of Fossil Ridge. The significance of soft-bodied
preservation, and the range of organisms he recognised as new to
science, led him to return to the quarry almost every year until 1924.
At that point, aged 74, he had amassed over 65,000 specimens. Describing
the fossils was a vast task, pursued by Walcott until his death in
1927. Walcott, led by scientific opinion at the time, attempted to
categorise all fossils into living taxa, and as a result, the fossils
were regarded as little more than curiosities at the time. It was not
until 1962 that a first-hand reinvestigation of the fossils was
attempted, by Alberto Simonetta. This led scientists to recognise that
Walcott had barely scratched the surface of information available in
the Burgess Shale, and also made it clear that the organisms did not
fit comfortably into modern groups.
Excavations were resumed at the Walcott Quarry by the Geological Survey of Canada under the persuasion of trilobite expert Harry Blackmore Whittington,
and a new quarry, the Raymond, was established about 20 metres higher
up Fossil Ridge. Whittington, with the help of research students Derek Briggs and Simon Conway Morris of the University of Cambridge,
began a thorough reassessment of the Burgess Shale, and revealed that
the fauna represented were much more diverse and unusual than Walcott
had recognized. Indeed, many of the animals present had bizarre anatomical features and only the slightest resemblance to other known animals. Examples include Opabinia, with five eyes and a snout like a vacuum cleaner hose and Hallucigenia, which was originally reconstructed upside down, walking on bilaterally symmetrical spines.
With Parks Canada and UNESCO
recognising the significance of the Burgess Shale, collecting fossils
became politically more difficult from the mid-1970s. Collections
continued to be made by the Royal Ontario Museum. The curator of invertebrate palaeontology, Desmond Collins, identified a number of additional outcrops, stratigraphically
both higher and lower than the original Walcott quarry. These
localities continue to yield new organisms faster than they can be
studied.
Stephen Jay Gould's book Wonderful Life,
published in 1989, brought the Burgess Shale fossils to the public's
attention. Gould suggests that the extraordinary diversity of the
fossils indicates that life forms at the time were much more disparate
in body form than those that survive today, and that many of the unique
lineages were evolutionary experiments that became extinct. Gould's
interpretation of the diversity of Cambrian fauna relied heavily on Simon Conway Morris's
reinterpretation of Charles Walcott's original publications. However,
Conway Morris strongly disagreed with Gould's conclusions, arguing that
almost all the Cambrian fauna could be classified into modern day phyla.
The Burgess Shale has attracted the interest of paleoclimatologists who want to study and predict long-term future changes in Earth's climate. According to Peter Ward and Donald Brownlee in the 2003 book The Life and Death of Planet Earth, climatologists study the fossil records in the Burgess Shale to understand the climate of the Cambrian explosion,
and use it to predict what Earth's climate would look like 500 million
years in the future when a warming and expanding Sun combined with
declining CO2 and oxygen levels eventually heat the Earth toward temperatures not seen since the Archean
Eon 3 billion years ago, before the first plants and animals appeared,
and therefore understand how and when the last living things will die
out.
After the Burgess Shale site was registered as a World Heritage Site in 1980, it was included in the Canadian Rocky Mountain Parks WHS designation in 1984.
In February 2014, the discovery was announced of another Burgess Shale outcrop in Kootenay National Park to the south. In just 15 days of field collecting in 2013, 50 animal species were unearthed at the new site.
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sexta-feira, junho 20, 2025
O paleontólogo Harry B. Whittington morreu há quinze anos...
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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segunda-feira, março 24, 2025
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há 109 anos...
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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quinta-feira, junho 20, 2024
O paleontólogo Harry B. Whittington morreu há catorze anos...
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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segunda-feira, abril 15, 2024
Mais uma explicação para uma extinção no Câmbrico...
Gás venenoso poderá ter dizimado metade de toda a vida marinha

Há cerca de 510 milhões de anos, durante a primeira grande extinção da Terra, quase metade de toda a vida marinha pereceu devido a uma combinação letal de baixos níveis de oxigénio e altos níveis de sulfeto de hidrogénio.
Este evento devastador teve lugar após a explosão câmbrica, ocorrida há cerca de 530 milhões de anos, que testemunhou um aumento notável na diversidade da vida marinha, incluindo trilobites, camarões grandes e vermes com espinhos afiados.
Os registos fósseis revelam que, em 20 milhões de anos, 45% das criaturas oceânicas foram extintas.
Originalmente, os cientistas acreditavam que esta grande mortandade teria sido causada por condições anóxicas - escassez de oxigénio - possivelmente desencadeadas por um aumento súbito da decomposição de matéria orgânica proveniente de plantas e animais mortos, esgotando o oxigénio do oceano.
No entanto, um estudo recentemente publicado na revista “Geophysical Research Letters” propõe uma causa diferente: um aumento de sulfeto de hidrogénio, um gás tóxico letal para a vida marinha.
“Este químico é letal para todas as formas de vida marinha”, explica Chao Chang, geoquímico da Universidade do Noroeste, em Xi’an, na China, e coautor do estudo, ao Live Science. “Basicamente, nenhum animal poderia sobreviver num ambiente destes durante muito tempo.
A equipa de investigadores analisou o registo geológico do Cambriano na Plataforma do Yangtze, no sul da China, e identificou as concentrações de molibdénio nos sedimentos, que servem como indicador das condições oceânicas passadas.
Os níveis elevados de molibdénio encontrados nas amostras do período de extinção em massa indicaram a presença de sulfeto de hidrogénio na água. Esta conclusão baseia-se no facto de o molibdénio reagir com o enxofre para formar compostos que se depositam nos sedimentos, particularmente em águas sulfídicas.
A causa da expansão destas águas sulfídicas permanece incerta, mas pode estar ligada ao défice de oxigénio criado pela decomposição da matéria orgânica.
Esta decomposição teria alimentado micróbios, que por sua vez converteram sulfatos naturais presentes na água do mar em sulfeto de hidrogénio, enchendo as águas com este gás tóxico.
Os resultados do estudo, embora baseados em amostras da China, sugerem um impacto global, uma vez que o molibdénio tem um longo tempo de residência no oceano — o que implica que os níveis de isótopos de molibdénio numa área de sedimentos oceânicos podem refletir as condições de todo o oceano.
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domingo, março 24, 2024
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há 108 anos...
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
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terça-feira, junho 20, 2023
O paleontólogo Harry B. Whittington morreu há treze anos...
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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sexta-feira, março 24, 2023
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há 107 anos
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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terça-feira, julho 26, 2022
Notícia interessante sobre paleontologia
Fóssil de predador com três olhos dá pistas sobre a evolução dos artrópodes

O animal tinha dois pares de lâminas duras e garras para arrastar as presas. Os cientistas acreditam que outros animais antepassados dos artrópodes também tinham três olhos.
Há cerca de 500 milhões de anos, durante o período Câmbrico, um animal com três olhos e barbatanas como asas nadava pelos nossos oceanos, usando a sua vantagem ocular para caçar animais mais pequenos, relata a New Scientist.
De acordo com um novo estudo publicado na Current Biology, o Stanleycaris hirpex existiu pouco depois da aparição dos primeiros olhos no registo fóssil. É o primeiro artrópode a ser descoberto com três olhos e tinha mais ou menos o tamanho de uma mão, com dois olhos salientes de cada lado da cabeça e um muito maior no meio.
Por viver no meio de animais mais pequenos, usava o seu sistema visual avançado para apanhar presas que se moviam rápido. A pesquisa baseou-se em centenas de fósseis bem preservados descobertos na Colúmbia Britânica, no Canadá.
Muitos dos 268 fósseis analisados até tinham os seus tecidos moles intactos, incluindo o cérebro, os nervos e os materiais refletivos. “Quando separamos estas rochas, podemos ver os olhos a brilhar - depois de 506 milhões de anos — na luz solar. Por isso era claro quando começamos a analisar o organismo que tinha três olhos”, explica Joseph Moysiuk da Universidade de Toronto.
Os animais tinham 17 segmentos corporais, dois pares de lâminas duras ao longo do terço final do seu corpo e garras que podiam arrastar as presas para as suas mandíbulas afiadas. “Era um animal bastante feroz“, acrescenta.
Moysiuk acredita ainda que ter um terceiro olho era algo comum nos primeiros animais invertebrados, que acabaram por evoluir até terem dois ou mais pares de olhos nas espécies seguintes.
Por exemplo, o Lyrarapax, que andou pela Terra há 520 milhões de anos, também pertencia a um dos primeiros grupos de artrópodes e tinha uma estrutura semelhante na testa que pode ter servido para ter o seu terceiro olho.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 05:06 0 comentários
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segunda-feira, junho 20, 2022
O paleontólogo Harry B. Whittington morreu há doze anos
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
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quinta-feira, março 24, 2022
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há 106 anos
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
Postado por Fernando Martins às 01:06 0 comentários
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domingo, junho 20, 2021
O paleontólogo Harry B. Whittington morreu há onze anos
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
Postado por Fernando Martins às 11:00 0 comentários
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quarta-feira, março 24, 2021
O paleontólogo Harry Whittington nasceu há 105 anos!
(imagem daqui)
Harry Blackmore Whittington (Birmingham, 24 de março de 1916 - Cambridge, 20 de junho de 2010) foi um paleontólogo britânico.
- O estudo da morfologia das trilobites, ecologia, e estratigrafia fóssil, juntamente com a paleogeografia.
- O estudo da fauna dos Xistos de Burgess, trabalho realizado em conjunto com os seus assistentes Derek Briggs e Simon Conway Morris, e que levou à clarificação da natureza da Explosão Câmbrica.
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sábado, novembro 14, 2020
Notícia interessante sobre origem dos metazoários
Microfósseis com 570 milhões de anos podem ajudar a entender origem dos animais
Uma equipa de investigadores encontrou, na Gronelândia, microfósseis semelhantes a embriões com até 570 milhões de anos. Esta descoberta revela que organismos deste tipo estavam dispersos pelo mundo inteiro.
“Acreditamos que esta nossa descoberta melhora o nosso alcance para compreender o período da história da Terra quando os animais apareceram pela primeira vez – e é provável que suscite muitas discussões interessantes”, disse Sebastian Willman, o autor principal do estudo publicado, na semana passada, na revista científica Communications Biology.
A existência de animais na Terra há 540 milhões de anos é bem fundamentada, já que foi a altura em se sucedeu um evento da evolução conhecido como explosão cambriana. No entanto, a comunidade científica parece não conseguir concordar sobre se os fósseis que datavam da era Pré-Cambriana são genuinamente classificáveis como animais.
De acordo com o Phys, os cientistas encontraram microfósseis que podem ser ovos e embriões de animais. Estes podem ajudar a conseguir uma melhor compreensão da origem dos animais. A imensa variabilidade dos microfósseis convenceu os investigadores de que a complexidade da vida naquele período deve ter sido maior do que a que se conhecia até agora.
Os cientistas podem ainda concluir que estes organismos estavam espalhados pelo mundo. Isto porque microfósseis bastante idênticos já tinham sido encontrados no sul da China, há mais de 30 anos. Quando eles eram vivos, a maioria dos continentes ficava ao sul do Equador. A Gronelândia fica onde a extensão do Oceano Antártico, em torno da Antártida, está agora. A China, por sua vez, ficava aproximadamente na mesma latitude daquilo que é agora a Flórida, nos Estados Unidos.
“O vasto leito rochoso, essencialmente inexplorado até agora, do norte da Gronelândia oferece oportunidades para entender a evolução dos primeiros organismos multicelulares, que se desenvolveram nos primeiros animais que, por sua vez, levaram até nós”, diz Sebastian Willman.
in ZAP
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