Josephine Baker, nome artístico de Freda Josephine McDonald, (Saint Louis, 3 de junho de 1906 - Paris, 12 de abril de 1975) foi uma célebre cantora e dançarina norte-americana, naturalizada francesa em 1937, e conhecida pelas alcunhas de Vénus Negra, Pérola Negra e ainda Deusa Crioula.
sábado, abril 12, 2025
Josephine Baker morreu há cinquenta anos...
Josephine Baker, nome artístico de Freda Josephine McDonald, (Saint Louis, 3 de junho de 1906 - Paris, 12 de abril de 1975) foi uma célebre cantora e dançarina norte-americana, naturalizada francesa em 1937, e conhecida pelas alcunhas de Vénus Negra, Pérola Negra e ainda Deusa Crioula.
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sexta-feira, abril 11, 2025
Notícia sobre a Geologia da Marinha Grande e a Universidade de Coimbra...!
Atualidade - Marinha Grande
Investigadores realizam prospeção geológica nas praias

Um grupo de investigadores do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Coimbra esteve nas praias do concelho da Marinha Grande para realizar aulas de campo, prospeção geológica e investigação.
Os professores Luís Vítor Duarte e Pedro Proença, fizeram-se acompanhar de 13 alunos do 3.º ano Licenciatura em Geologia.
Ao longo do dia de ontem, o vereador da Câmara Municipal, João Brito, acompanhou os trabalhos, salientando a importância de divulgar e valorizar o património geológico e paleontológico, de excecionalidade, que caracterizam as arribas entre a Praia Velha e São Pedro de Moel (até à Praia de Água de Madeiros).
A visita dos investigadores decorreu no âmbito do protocolo celebrado entre o Município e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Postado por Fernando Martins às 21:36 0 comentários
Marcadores: Água de Madeiros, Geologia, Luís Vítor Duarte, Marinha Grande, Paleontologia, Pedro Proença e Cunha, Praia Velha, São Pedro de Moel
A propósito de desextinções...
Seis espécies extintas que os cientistas ainda podem trazer de volta
Tigre da Tasmânia, no Jardim Zoológico de Hobart, em 1933
A desextinção está a progredir a passos largos. Esta semana, pela primeira vez na história, foi ressuscitada uma espécie anteriormente extinta: o Lobo Gigante. Mas há outras seis criaturas que a ciência poderá trazer de volta à vida.
Esta segunda-feira foi anunciada a primeira desextinção da história.
O Lobo Gigante, um canino extinto que caçou pela última vez há milhares de anos nas florestas e planícies da América do Norte da era Pleistocénica, terá sido agora ressuscitado pela Colossal Biosciences.
Estes lobos (Aenocyon dirus) viveram durante a última era glaciar (entre 2,6 milhões e 11.700 anos atrás) e foram extintos há mais de 10.000 anos.
A desextinção começa com amostras de ADN das espécies perdidas. Idealmente fazer-se-ia com o genoma completo; mas, na maior parte das vezes, os cientistas juntam genes da espécie extinta ao genoma de um animal vivo estreitamente relacionado.
Depois, num processo conhecido como transferência nuclear, os investigadores implantam esta sequência num óvulo retirado da espécie viva parecida. O animal resultante sairá geneticamente semelhante ao animal extinto.
Ou seja, apesar de se usar vulgarmente o termo “desextinção”, até ao momento, ainda não é possível trazer a 100% as espécies extintas.
Apesar disso, depois do Lobo Gigante, espera-se que os cientistas anunciem em breve outras espécies míticas desaparecidas. A Live Science fez uma lista de seis espécies extintas que os cientistas ainda podem trazer de volta.
Mamute-lanoso
Os mamutes-lanosos (Mammuthus primigenius) viveram entre 300.000 e 10.000 anos atrás, durante a última era glacial.
No entanto, uma pequena população isolada conseguiu sobreviver na Ilha Wrangel (na Rússia) até cerca de 4.000 anos atrás.
As mudanças no clima no final da idade do gelo, a caça e a diminuição da diversidade genética da população levou os mamutes-lanosos à extinção.
O permafrost no Ártico preservou as carcaças dos mamutes-lanosos e até a estrutura 3D do seu genoma.
Isto significa que os cientistas podem extrair ADN bem preservado e, potencialmente, montar uma sequência genética semelhante à dos animais originais.
Uma transferência nuclear seria feita, idealmente, com um óvulo de elefante moderno para dar origem a uma espécie semelhante ao mamute-lanoso.
A Colossal Biosciences prometeu trazer as primeiras crias deste mamute até 2028.
Dodó

O dodó (Raphus cucullatus) era uma ave grande que não voava, exclusiva da Maurícia, uma ilha ao largo da costa de Madagáscar.
Os dodós extinguiram-se no século XVII como resultado direto da colonização europeia e tornaram-se, por isso, um emblema da extinção causada pelo Homem.
Os colonizadores chegaram à Maurícia em 1598, trazendo consigo várias espécies não nativas, como ratos, gatos e até macacos.
Estes animais saquearam os ovos e as crias dos ninhos de dodó, reduzindo o número de aves na ilha para níveis críticos em apenas algumas décadas.
Juntamente com a desflorestação e a caça dos dodós pelos humanos, a predação acabou por levar à extinção da espécie em 1681.
Como refere a Live Science, atualmente, o ADN do dodó sobrevive em espécimes de museus de história natural. Em 2022, os cientistas reuniram o primeiro genoma de dodó.
No entanto, trazer o dodó de volta à vida não vai ser tão fácil como parece. Um dos grandes desafios é introduzir diversidade genética na sequência de ADN do dodó, para que não se crie uma população de clones.
Tigre da Tasmânia
Exemplar jovem de um tigre-da-Tasmânia em 1910
O tigre-da-Tasmânia (Thylacinus cynocephalus), era um marsupial carnívoro, semelhante a um lobo, com riscas na parte inferior das costas, que viveu em toda a atual Austrália.
A espécie desapareceu do continente entre 3.000 e 2.000 anos atrás, mas uma população persistiu na ilha da Tasmânia.
No final do século XIX, os primeiros colonos europeus da Tasmânia começaram a caçar este animal, que era um predador de gado.
As matanças subsequentes levaram estes tigres à extinção, tendo o último indivíduo morrido num jardim zoológico em 1936.
Os também conhecidos como tilacinos são um bom candidato à desextinção porque existem muitos espécimes intactos dos quais se pode extrair ADN.
O pombo-passageiro (Ectopistes migratorius) já foi a espécie de ave mais abundante na América do Norte. Antes do século XVII, representava entre 25% e 40% da população total de aves.
Mas os colonos europeus caçavam os pombos e destruíram progressivamente o habitat das aves, causando a sua extinção.
Os pombos-passageiros viajavam em grandes bandos e reproduziam-se em comunidade, o que os tornava extremamente vulneráveis à caça.
O último pombo-passageiro conhecido morreu em 1914.
Os museus possuem dezenas de espécimes de pombos de passageiros empalhados, cujo ADN foi extraído e sequenciado pelos cientistas. Mas, como refere a Live Science, o ADN está tão fragmentado que é improvável que os investigadores tragam de volta o pombo-passageiro na sua forma original.
A mesma revista escreve que a empresa de biotecnologia Revive & Restore quer introduzir fragmentos de ADN do pombo-passageiro no genoma de pombos-da-cauda-banda (Patagioenas fasciata) modernos, o que dará origem a aves que se assemelham à espécie extinta.
A empresa tem como objetivo criar a primeira geração de pombos ainda em 2025.

Os auroques (Bos primigenius) são os antepassados selvagens de todos os bovinos modernos.
Eram animais gigantes, com chifres, cuja área de distribuição se estendeu pelo Norte de África, Ásia e quase toda a Europa durante milhares de anos, datando os primeiros fósseis conhecidos de há cerca de.700 000 anos.
Os auroques foram os maiores mamíferos terrestres que restaram na Europa após o fim da última era glaciar. No entanto, os humanos levaram-nos à extinção devido à caça excessiva e à destruição do habitat.
O último auroque conhecido morreu em 1627 na floresta de Jaktorów, na Polónia.
Como escreve a Live Science, os esforços em curso para a “desextinção” dos auroques diferem dos de outras espécies extintas pelo facto de não necessitarem de engenharia genética. Isto, porque maior parte do ADN do auroque está presente nas raças modernas de gado,

O quagga (Equus quagga quagga) é uma subespécie extinta das zebras.
As quaggas eram exclusivas da África do Sul e tinham menos riscas nos quartos traseiros do que as outras zebras.
Eram procuradas por caçadores devido às suas peles invulgares e por agricultores que queriam pastar o gado sem a concorrência de outros animais.
A perseguição implacável no século XIX levou à extinção da quagga na natureza. A última quagga em cativeiro morreu em 1883.
Hoje, existem apenas sete esqueletos de quagga, o que – como nota a Live Science – os torna os esqueletos mais raros do mundo.
Tal como acontece com a reprodução do auroque, os esforços para trazer o quagga de volta à vida também não envolvem engenharia genética.
Poderá ser possível clonar quaggas extraindo ADN da medula óssea de um esqueleto, injetando-o depois num óvulo de zebra.Postado por Fernando Martins às 14:02 0 comentários
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Ana Deus - 62 anos

(imagem daqui)
Ana Deus (Santarém, 11 de abril de 1963) é uma cantora portuguesa, vocalista dos Três Tristes Tigres e ex-membro dos Ban. Vive no Porto desde 1981.
Biografia
Integra os Ban em 1987, como segunda voz, ao lado de João Loureiro. Por esta altura trabalha e colabora com a poetisa Regina Guimarães na autoria de canções para teatro e vídeo, nascendo desta colaboração o primeiro álbum dos Três Tristes Tigres, em 1993.
Em 2003, participa no álbum Acordar, dos Rádio Macau no tema "Nós Também".
Em 2005, colabora no álbum Amália Revisited, com João Pedro Coimbra, em "Medo (Susto)", e em 2007 com os Dead Combo, no tema "Trova do Vento Que Passa", parte do álbum Adriano Aqui e Agora - O Tributo.
Outros projetos em que participou incluem Osso Vaidoso, em 2010, com Alexandre Soares; Bruta, em 2015, com Nicolas Tricot; e Ruído Vário, em 2017, com Luca Argel.
Ana Deus tem vindo a musicar poesia de autores variados, tais como Alberto Pimenta, Ernesto de Melo e Castro, Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Bocage, Camões, Natália Correia, Judith Teixeira, Ângelo de Lima, Mário de Sá Carneiro, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, William Blake e Regina Guimarães.
Em 2022, realizou uma colaboração com Marta Abreu denominada "Eu fui silêncio", performance poética e musical centrada na leitura de textos de autoras censuradas.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
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Poesia para recordar um grande Rei...
Túmulo de El-Rei D. João I e da Rainha D. Filipa de Lencastre - Mosteiro da Batalha
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
ADENDA - este brilhante poema foi cantado, em português tropical, num interessante álbum de André Luiz Oliveira, cantado por Elba Ramalho:
Postado por Pedro Luna às 06:06 0 comentários
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Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 05:09 0 comentários
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A guerra da sucessão espanhola terminou há 312 anos
Postado por Fernando Martins às 03:12 0 comentários
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O Profeta Gentileza nasceu há 108 anos...
A partir de 1980, escolheu 56 pilastras do Viaduto do Gasômetro, que vai do Cemitério do Caju até o Terminal Rodoviário do Rio de Janeiro, numa extensão de aproximadamente 1,5 km. Ele encheu as pilastras com inscrições em verde-amarelo propondo a sua crítica do mundo e a sua alternativa ao mal-estar da civilização.
Durante a Eco-92, o Profeta Gentileza colocava-se estrategicamente no lugar por onde passavam os representantes dos povos e incitava-os a viverem a gentileza e a aplicarem gentileza em toda a Terra.
A partir de 2000, os murais foram tombados pelos órgãos de proteção da prefeitura do Rio de Janeiro, entretanto em 2016 sofreram atos de vandalismo.
Em 28 de maio de 1996, aos 79 anos, faleceu em Mirandópolis, cidade de seus familiares, onde foi sepultado.
Com o decorrer dos anos, os murais foram danificados por pichadores, sofreram vandalismo, e mais tarde cobertos com tinta de cor cinza pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. A eliminação das inscrições foi criticada e posteriormente, a cidade do Rio de Janeiro ajudou a organizar o projeto Rio com Gentileza, com o objetivo restaurar os murais das pilastras, que ela própria havia destruído antes. Começaram a ser recuperadas em janeiro de 1999. Em maio de 2000, a restauração das inscrições foi concluída e o património urbano carioca foi preservado.
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
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Zeca Baleiro - 59 anos
Telegrama - Zeca Baleiro
Eu tava triste, tristinho
Mais sem graça que a top-model magrela
Na passarela
Eu tava só, sozinho!
Mais solitário que um paulistano
Que um canastrão na hora que cai o pano
Tava mais bobo que banda de rock
Que um palhaço do circo Vostok
Mas ontem eu recebi um telegrama
Era você de Aracaju ou do Alabama
Dizendo: Nêgo, sinta-se feliz
Porque no mundo tem alguém que diz
Que muito te ama!
Que tanto te ama!
Que muito, muito te ama
Que tanto te ama!
Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Eu tava triste, tristinho!
Mais sem graça que a top-model magrela
Na passarela
Eu tava só, sozinho!
Mais solitário que um paulistano
Que um vilão de filme mexicano
Tava mais bobo que banda de rock
Que um palhaço do circo Vostok
Mas ontem eu recebi um telegrama
Era você de Aracaju ou do Alabama
Dizendo: Nego sinta-se feliz
Porque no mundo tem alguém que diz
Que muito te ama!
Que tanto te ama!
Que muito te ama!
Que tanto, tanto te ama!
Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Me dê a mão, vamos sair
Pra ver o sol!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!
Me dê a mão, vamos sair
Pra ver o Sol
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
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Lisa Stansfield - 59 anos
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
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Oliver Riedel, baixo dos Rammstein, faz hoje 54 anos
Seemann - Rammstein
Komm in mein Boot!
Ein Sturm kommt auf, und es wird Nacht.
Wo willst du hin?
So ganz allein treibst du davon.
Wer hält deine Hand,
Wenn es dich nach unten zieht?
Wo willst du hin?
So uferlos die kalte See.
Komm in mein Boot!
Der Herbstwind hält die Segel straff.
Jetzt stehst du da an der Laterne,
Mit Tränen im Gesicht.
Das Tageslicht fällt auf die Seite,
Der Herbstwind fegt die Straße leer.
Jetzt stehst du da an der Laterne,
Hast Tränen im Gesicht.
Das Abendlicht verjagt die Schatten.
Die Zeit steht still, und es wird Herbst.
Komm in mein Boot!
Die Sehnsucht wird
Der Steuermann.
Komm in mein Boot!
Der beste Seemann
War doch ich.
Jetzt stehst du da an der Laterne,
Hast Tränen im Gesicht.
Das Feuer nimmst du von der Kerze.
Die Zeit steht still, und es wird Herbst.
Sie sprachen nur von deiner Mutter.
So gnadenlos ist nur die Nacht.
Am Ende bleib' ich doch alleine.
Die Zeit steht still
Und mir ist kalt.
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
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O ditador genocida Idi Amin foi expulso do Uganda há 46 anos...!
Idi Amin Dada (~1920 – 16 de agosto de 2003) foi um ditador militar e o terceiro presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Amin fez parte do King's African Rifles, um regimento colonial britânico, em 1946, servindo na Somália e no Quénia. Eventualmente, ele chegou à patente de Major-General no exército ugandense, e tornou-se Chefe Supremo do Exército, antes de liderar um golpe de estado em 1971, depondo o então presidente Milton Obote. Mais tarde, como chefe de estado, ele auto-promoveu-se a Marechal de Campo.
Em janeiro de 1979, o presidente tanzaniano Nyerere mobilizou o exército de seu país e contra atacou, com o apoio de grupos dissidentes ugandeses, como a Frente de Libertação Nacional de Uganda (UNLA). As forças de Amin recuaram frente à contra-ofensiva e, apesar do apoio militar vindo do ditador líbio, Muammar al-Gaddafi, ele foi obrigado a fugir do país, a 11 de abril de 1979, após a queda da capital, Kampala. Ele fugiu então para a Líbia, mas teve de procurar um novo refúgio, quando Gaddafi o expulsou do país. Recebeu então asilo da Arábia Saudita, em nome da caridade islâmica, onde passou a viver até ao fim de sua vida, acompanhado pelas suas quatro esposas e os seus mais de 50 filhos. Quando o seu estado de saúde se agravou, em julho, uma de suas quatro mulheres pediu para voltar ao Uganda para morrer, mas o governo negou-lhe o pedido, sob o argumento que se retornasse ao país seria julgado pelas suas atrocidades.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
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O afonso-costa albanês que fingiu que tinha criado um estado ateu, Enver Hoxha, morreu há quarenta anos...
Enver Halil Hoxha (Gjirokastër, 16 de outubro de 1908 - Tirana, 11 de abril de 1985) foi o ditador da Albânia desde o fim da Segunda Guerra Mundial até à sua morte, em 1985, na função de primeiro secretário do Partido do Trabalho da Albânia - PPSH (Partido Comunista). Ele também atuou como primeiro-ministro da Albânia de 1944 a 1954, ministro da Defesa de 1944 a 1953, ministro das Relações Exteriores de 1946 a 1953, líder da Frente Democrática, de 1945 até à sua morte, e comandante-em-chefe das Forças Armadas albanesas desde 1944 até à sua morte.
Um emigrante, por exemplo, testemunhou ter sido amarrado pelas suas mãos e pés por um mês e meio e agredido com um cinto, com os punhos ou botinas por períodos de duas ou três horas a cada dois ou três dias. Um outro foi detido em uma cela de um metro por oito metros em uma delegacia local e mantido em confinamento solitário por um período de cinco dias, marcado por duas sessões de espancamento até assinar sua confissão; ele foi levado ao quartel-general da “Sigurimi”, onde foi mais uma vez torturado e interrogado, apesar de sua prévia confissão, até seu julgamento de três dias de duração. Ainda uma outra testemunha foi confinada por mais de um ano em uma cela subterrânea de três metros quadrados. Durante este tempo, ele foi interrogado em intervalos irregulares e submetido a varias formas de tortura física e psicológica. Ele foi acorrentado a uma cadeira, espancado e submetido a choques elétricos. Mostraram a ele uma bala que supostamente era para ele e disseram-lhe que os motores de carros que ele ouvia levavam vítimas para a execução, a próxima das quais seria a dele.
O Partido focou-se na educação ateísta nas escolas. Esta tática foi eficaz, principalmente devido à política de aumento da taxa de natalidade encorajada após a guerra. Durante períodos sagrados como o Ramadão ou a Quaresma, muitos alimentos proibidos (laticínios, carne, etc.) foram distribuídos em escolas e fábricas e as pessoas que recusavam a comer tais comidas eram denunciadas. A partir de 6 de fevereiro de 1967, o Partido começou uma nova ofensiva contra as religiões. Hoxha, que havia declarado uma “Revolução Cultural e Ideológica” após ter sido parcialmente inspirado pela Revolução Cultural chinesa, encorajou estudantes e trabalhadores comunistas a usarem táticas mais enérgicas para promover o ateísmo, apesar do uso de violência ter sido inicialmente condenado.
De acordo com Hoxha, o surgimento de atividade antirreligiosa começou com a juventude. O resultado deste “movimento espontâneo, não provocado” foi o encerramento de 2.169 igrejas e mesquitas na Albânia. O ateísmo de estado se tornou a política oficial e a Albânia foi declarada o primeiro estado ateu do mundo. Nomes de vilas e cidades de inspiração religiosa foram mudados, tal como nomes pessoais. Durante este período, nomes de inspiração religiosa também foram declarados ilegais. O “Dicionário de Nomes do Povo”, publicado em 1982, continha 3.000 nomes seculares que eram permitidos. Em 1992, Monsenhor Dias, o Núncio Papal para a Albânia nomeado pelo Papa João Paulo II, disse que dos trezentos padres católicos presentes na Albânia antes dos comunistas chegarem ao poder, apenas trinta sobreviveram. Toda prática religiosa e clerical foi banida e aquelas figuras religiosas que se recusassem a abrir mão das suas posições eram presas ou forçadas a se esconderem.
Postado por Fernando Martins às 00:40 0 comentários
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Joss Stone comemora hoje 38 anos
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
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Menez morreu há trinta anos...
(imagem daqui)
Maria Inês da Silva Carmona Ribeiro da Fonseca, de seu nome artístico Menez (Lisboa, 6 de setembro de 1926 - Lisboa, 11 de abril de 1995), foi uma pintora portuguesa, pioneira da pintura abstrata em Portugal. Foi mãe do pintor Ruy Leitão.
Biografia
Neta materna do general Óscar Carmona e de sua mulher Maria do Carmo Ferreira da Silva Carmona, teve uma infância cosmopolita, tendo vivido em Buenos Aires, Estocolmo, Paris, Suíça, Roma, Washington, DC e Lisboa, acompanhando as deambulações diplomáticas da família. Regressa a Portugal em 1951.
Menez nunca frequentou qualquer escola de arte. "Se o desenho fazia parte dos afazeres de uma menina prendada que nunca foi à escola («tive umas vagas lições de pintura»), é como autodidata que descobre e se dedica à pintura". Começa a pintar apenas aos 26 anos de idade, por iniciativa própria. Além de pintura, realizaria ainda trabalhos de cerâmica, gravura e serigrafia.
A sua primeira exposição, na Galeria de Março, Lisboa (1954), "constituiu uma autêntica revelação". Com uma carreira artística condicionada por questões de ordem familiar (infância dos filhos; morte prematura dos dois mais velhos em 1976 e 1977), "Menez foi […] apresentando sucessivas exposições individuais, com demorados intervalos, numa presença íntima e discreta". Expôs individualmente na Galeria Pórtico (1958); Galeria Diário de Notícias, Lisboa (1959, 61, 63); Galeria Divulgação, Lisboa (1964); Galeria 111, Lisboa (1966, 81, 85, 87, 90, 94); SNBA, Lisboa (1966); Galeria Judite Dacruz, Lisboa (1972); Galeria Quadrum, Lisboa (1977); Centro Cultural Português, FCG, Paris (1977); Galeria Zen, Porto (1981, 83, 89); Galeria Gilde, Guimarães (1988).
Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian no país (1960), e em Londres (1965-1969). Apresentou trabalhos em inúmeras exposições coletivas, nomeadamente na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian (1961), onde ganhou o segundo Prémio de Pintura.
Em 1990 o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian apresentou uma exposição antológica da sua obra. Nesse mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa.
A 9 de junho de 1995 foi feita Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, a título póstumo.
Sem título, 1990

Sem título, 1987
Postado por Fernando Martins às 00:30 0 comentários
A Paixão segundo São Mateus, de Bach, foi tocada pela primeira vez há 298 anos
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
Marcadores: A Paixão segundo São Mateus, Bach, barroco, Igreja Luterana, música
Corín Tellado, a famosa escritora espanhola de romances cor-de-rosa, morreu há 16 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
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