terça-feira, dezembro 19, 2023
Jake Gyllenhaal celebra hoje 43 anos
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Marcadores: actor, cinema, Jake Gyllenhaal
Lady Sovereign nasceu há 38 anos
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: 9 to 5, hip hop, homossexuais, Lady Sovereign, MC, música, rap, Reino Unido
Bering morreu há 282 anos
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: Bering, descobrimentos, estreito de Bering, mar de Bering, Rússia
Desmond Llewelyn, o primeiro Q dos filmes 007, morreu há vinte e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: 007, actor, cinema, Desmond Llewelyn, País de Gales, Q
Emily Brontë morreu há 175 anos...
(...)
Emily acreditava que a sua saúde, à semelhança da dos irmãos, tinha sofrido devido ao clima severo do local onde viviam e às condições insalubres da sua casa (a água que recebiam vinha contaminada pelo escoamento do cemitério da igreja). Ela apanhou uma constipação grave, durante o funeral do seu irmão Branwell, em setembro de 1848, e a sua saúde piorou ainda mais quando contraiu tuberculose. Apesar de o seu estado de saúde se ter agravado bastante, ela recusou qualquer assistência médica e remédios, dizendo que não queria "veneno, nem médicos" perto dela. Na manhã de 19 de dezembro de 1848, Charlotte, preocupada com o estado de saúde da irmã, escreveu:
Ela fica mais fraca a cada dia que passa. O médico expressou a sua opinião de forma demasiado obscura para ter alguma utilidade: ele enviou alguns medicamentos que ela não tomou. Nunca conheci momentos tão negros como estes, peço a Deus para que nos dê força a todos.
Ao meio-dia, Emily piorou: só conseguia falar através de sussurros entre suspiros. As suas últimas palavras que a família conseguiu ouvir foram: "Podem chamar um médico? Queria que um me visse", mas foi tarde demais. Ela morreu, nesse dia, às duas horas.
Postado por Fernando Martins às 00:17 0 comentários
Marcadores: Emily Brontë, literatura, O Monte dos Vendavais
Alexandre O'Neill nasceu há 99 anos...
A estreia
Política
A obra literária
A vida privada e profissional
Sigamos o cherne, minha amiga!
Desçamos ao fundo do desejo
Atrás de muito mais que a fantasia
E aceitemos, até, do cherne um beijo,
Senão já com amor, com alegria...
Em cada um de nós circula o cherne,
Quase sempre mentido e olvidado.
Em água silenciosa de passado
Circula o cherne: traído
Peixe recalcado...
Sigamos, pois, o cherne, antes que venha,
Já morto, boiar ao lume de água,
Nos olhos rasos de água,
Quando, mentido o cherne a vida inteira,
Não somos mais que solidão e mágoa...
Alexandre O’Neill
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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José Dias Coelho foi assassinado há sessenta e dois anos...

Biografia
Natural de Pinhel, próximo da Guarda, foi o quinto de nove irmãos e irmãs.
Foi aluno da Escola de Belas Artes de Lisboa onde entrou em 1942. Frequentou primeiro o curso de Arquitetura, que abandonou, para frequentar o de Escultura.
Ainda muito jovem aderiu à Frente Académica Antifascista e, mais tarde (em 1946), ao MUD Juvenil. Participante em várias lutas estudantis em 1947, aderiu de seguida ao Partido Comunista Português e, em 1949, foi detido pela PIDE depois de participar na campanha presidencial de Norton de Matos. Em 1952, foi expulso da Escola Superior de Belas Artes e impedido de ingressar em qualquer faculdade do país; seria também demitido do lugar de professor do Ensino Técnico.
José Dias Coelho vai trabalhar, em 1952, como desenhador com os arquitetos Keil do Amaral, Hernâni Gandra e Alberto José Pessoa num atelier na Rua Fernão Álvares do Oriente, no Bairro de São Miguel em Lisboa.
Em 1955 entra para a clandestinidade, ao mesmo tempo que exercia funções no PCP, com o objetivo de criar uma oficina de falsificação de documentos para dar cobertura às atividades dos militantes clandestinos. Exercia esta atividade na altura do seu assassinato pela PIDE, em 19 de dezembro de 1961, na Rua da Creche, que hoje tem o seu nome, junto ao Largo do Calvário, em Lisboa.
O assassinato levou o cantor Zeca Afonso a escrever e dedicar-lhe a música A Morte Saiu à Rua. O mesmo fez o grupo Trovante com a música Flor da Vida. Da vida pessoal de José Dias Coelho há ainda a salientar a sua relação com Margarida Tengarinha, também artista plástica. O casal teve três filhas.
Ao optar pela clandestinidade em 1955, põe de parte a sua carreira artística como escultor, que nesse mesmo ano vê os primeiros sinais de reconhecimento público, com duas esculturas para a Escola Primária de Campolide (seões feminina e masculina) e uma grande escultura para a Escola Primária de Vale Escuro, em Lisboa, e dois baixos relevos, um para o Café Central das Caldas da Rainha, e outro para a fábrica Secil.
Já estava na clandestinidade quando, em junho de 1956, se realizou a 10.ª e última das Exposições Gerais de Artes Plásticas; José Dias Coelho foi um dos organizadores dessas exposições, desde a primeira edição em 1946, e é um dos artistas que expõe a partir da segunda. Por não poder participar abertamente na 10ª edição devido ao facto de estar na clandestinidade, um grupo de amigos expõe a escultura da cabeça da irmã Maria Emília, que já havia sido exposta, para garantir que o seu nome consta do catálogo.
Com uma intensa atividade social e intelectual a par da política, travou e manteve amizade com várias figuras destacadas da sociedade portuguesa de então, tais como os arquitetos Keil do Amaral e João Abel Manta, com Fernando Namora, Carlos de Oliveira, José Gomes Ferreira, Eugénio de Andrade, José Cardoso Pires, Abel Manta, Rogério Ribeiro, João Hogan, bem como aqueles que viriam dentro em breve a liderar os movimentos de independência em África, na altura estudantes em Lisboa: Agostinho Neto, Vasco Cabral, Marcelino dos Santos, Amílcar Cabral e Orlando Costa.
Em março de 1975, quase um ano depois do 25 de Abril, foi finalmente organizada uma exposição em sua homenagem, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: assassinato, escultura, José Dias Coelho, PIDE, pintura
Never Ending Story...!
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
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segunda-feira, dezembro 18, 2023
Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 22:00 0 comentários
Marcadores: Billie Eilish, Electropop, Indie pop, Lost Cause, música, pop
Joseph Barbera morreu há dezassete anos...
Postado por Fernando Martins às 17:00 0 comentários
Marcadores: banda desenhada, cinema, Joseph Barbera, Os Flintstones, Os Jetsons, Pépé Légal, Scooby-Doo, Tom e Jerry, Zé Colmeia
Paul Klee nasceu há 144 anos
Postado por Fernando Martins às 14:40 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Bauhaus, cubismo, expressionismo, Paul Klee, pintura, Suiça, Surrealismo
Música(s) adequada(s) à data...!
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
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Steve Biko nasceu há 77 anos...
Stephen Bantu Biko (Ginsberg Township, 18 de dezembro de 1946 - Pretoria, 12 de setembro de 1977) foi um ativista anti-apartheid da África do Sul na década de 60 e 70.
Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
Marcadores: África do Sul, apartheid, assassinato, Biko, Black is Beautiful, direitos humanos, música, Peter Gabriel, Steve Biko
Steven Spielberg nasceu há 77 anos
Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
Marcadores: cinema, judeus, Óscar, Steven Spielberg
A traiçoeira Invasão de Goa foi há sessenta e dois anos...
A Invasão de Goa (cognominada Operação Vijay pela Índia e também chamada de Libertação de Goa) foi uma intervenção militar das forças armadas da Índia que resultou na anexação do Estado Português da Índia em 1961 por parte da União Indiana. A ação armada - feita por terra, ar e mar, durou cerca de 36 horas e acabou com o domínio português de mais de 451 anos em Goa, Damão, Diu, Gogolá, Simbor e na ilha de Anjediva.
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
Marcadores: Estado Português da Índia, Invasão de Goa
DMX nasceu há 53 anos
Postado por Fernando Martins às 05:30 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir e recordar um cantor basco...
Postado por Pedro Luna às 04:00 0 comentários
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Estaline nasceu há 144 anos
Josef Vissarionovitch Stalin (Gori, 18 de dezembro de 1879 - Moscovo, 5 de março de 1953), nascido Iossif Vissarionovitch Djugashvili e conhecido como Estaline em língua portuguesa, foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética e do Comité Central a partir de 1922 até à sua morte, em 1953, sendo assim o líder da União Soviética neste período.
| Quantidade de pessoas | Razão da morte |
|---|---|
| 1,5 milhão | Execução |
| 5 milhões | Gulags |
| 1,7 milhão | Deportados¹ |
| 1 milhão | Países ocupados² |
Postado por Fernando Martins às 01:44 0 comentários
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