terça-feira, junho 27, 2023

Bud Spencer morreu há sete anos...


Bud Spencer
, nome artístico de Carlo Pedersoli (Nápoles, 31 de outubro de 1929 - Roma, 27 de junho de 2016), foi um ator e nadador olímpico italiano.
Como ator, Bud Spencer fez diversos filmes de comédia e do chamado western spaguetti. Os seus trabalhos mais famosos foram ao lado de Terence Hill, em mais de 20 filmes juntos.
  

 

segunda-feira, junho 26, 2023

Saudades de Alberto Ribeiro...

Maria Velho da Costa nasceu há 85 anos...

Maria Velho da Costa, retrato de Manuel Anastácio

Maria de Fátima de Bivar Velho da Costa  (Lisboa, 26 de junho de 1938 - Lisboa, 23 de maio de 2020) foi uma escritora portuguesa.
  
Biografia
Maria Velho da Costa nasceu a 26 de junho de 1938 em Lisboa, filha natural legitimada pelo subsequente casamento de seus pais, Afonso Jaime de Bivar Moreira de Brito Velho da Costa e sua segunda mulher Julieta Vaz Monteiro da Assunção.
Licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa, foi professora no ensino secundário e presidente da Associação Portuguesa de Escritores. Tem o Curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi membro da Direção e Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, de 1973 a 1978. Foi leitora do Departamento de Português e Brasileiro do King's College - Universidade de Londres, entre 1980 e 1987.
Tem sido incumbida pelo Estado Português de funções de carácter cultural: foi Adjunta do Secretário de Estado da Cultura em 1979 e Adida Cultural em Cabo Verde de 1988 a 1990. Desempenhou ainda funções na Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e trabalha atualmente no Instituto Camões.
Teve, desde 1975, colaboração regular em argumentos cinematográficos, nomeadamente em películas de João César Monteiro, Margarida Gil e Alberto Seixas Santos.
Consagrada, já em 1969, com o romance Maina Mendes, tornou-se mais conhecida depois da polémica em torno das Novas Cartas Portuguesas (1972), obra em que se manifesta uma aberta oposição aos valores femininos tradicionais. Esta publicação, claramente antifascista e altamente provocatória para o regime, levou as suas três autoras a tribunal, tendo o 25 de Abril interrompido as sanções a que estavam sujeitas as denominadas Três Marias: Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno.
Às teses de reivindicação feminina, já enunciadas em Novas Cartas Portuguesas, acrescenta-se, na sua obra, um inconformismo quanto aos cânones narrativos, inconformismo esse que se pode verificar também na sua obra de ensaio.
Em 2002 recebeu o Prémio Camões.
Foi casada com o economista Adérito Sedas Nunes. Morreu no dia 23 de maio de 2020, em Lisboa, aos 81 anos.
  
Prémios e reconhecimentos

Foi premiada com:

Recebeu do Estado Português as condecorações:

Em 2020, a SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), criou, em sua homenagem, o Prémio de Literatura Maria Velho Costa.

 

 

Revolução e Mulheres

Elas fizeram greves de braços caídos.
Elas brigaram em casa para ir ao sindicato e à junta.
Elas gritaram à vizinha que era fascista.
Elas souberam dizer salário igual e creches e cantinas.
Elas vieram para a rua de encarnado.
Elas foram pedir para ali uma estrada de alcatrão e canos de água.
Elas gritaram muito.
Elas encheram as ruas de cravos.
Elas disseram à mãe e à sogra que isso era dantes.
Elas trouxeram alento e sopa aos quartéis e à rua.
Elas foram para as portas de armas com os filhos ao colo.
Elas ouviram falar de uma grande mudança que ia entrar pelas casas.
Elas choraram no cais agarradas aos filhos que vinham da guerra.
Elas choraram de verem o pai a guerrear com o filho.
Elas tiveram medo e foram e não foram.
Elas aprenderam a mexer nos livros de contas e nas alfaias das herdades abandonadas.
Elas dobraram em quatro um papel que levava dentro uma cruzinha laboriosa.
Elas sentaram-se a falar à roda de uma mesa a ver como podia ser sem os patrões.
Elas levantaram o braço nas grandes assembleias.
Elas costuraram bandeiras e bordaram a fio amarelo pequenas foices e martelos.
Elas disseram à mãe, segure-me aí os cachopos, senhora, que a gente vai de camioneta a Lisboa dizer-lhes como é.
Elas vieram dos arrebaldes com o fogão à cabeça ocupar uma parte de casa fechada.
Elas estenderam roupa a cantar, com as armas que temos na mão.
Elas diziam tu às pessoas com estudos e aos outros homens.
Elas iam e não sabiam para onde, mas que iam.
Elas acendem o lume.
Elas cortam o pão e aquecem o café esfriado.
São elas que acordam pela manhã as bestas, os homens e as crianças adormecidas.

 

Maria Velho da Costa

Música para celebrar o aniversário de um grande músico...!

João Cutileiro nasceu há 86 anos

   

João Pires Cutileiro (Lisboa, 26 de junho de 1937Lisboa, 5 de janeiro de 2021) foi um escultor português.  


Vida

De família burguesa, de raízes alentejanas, nasceu em Lisboa. Sua mãe, de nome Amália Pires, dona de casa, era de Pavia, no Alto Alentejo, e foi viver para Évora, onde se casou com José Cutileiro, um médico da Organização Mundial da Saúde aí sediado. Dos três filhos do casal, João Cutileiro era o do meio, sendo irmão de José Cutileiro. Em Lisboa, a família Cutileiro vivia na Av. Elias Garcia, numa casa afamada por ser frequentada pela chamada intelligentsia, um grupo de personalidades da época. António Pedro, um deles, trá-lo para desenhar no seu atelier, em 1946. Durante os dois anos que aí trabalhou, foi fortemente influenciado pelo Surrealismo. A família do pai era republicana e oposicionista ao regime do Estado Novo; a família da mãe era católica conservadora, além de apoiante do regime de Salazar.

Quando tinha seis anos, a família deixou a cidade de Évora e passou a viver em Lisboa. Mais tarde, o seu pai, sofrendo constrangimentos na direção do Centro de Saúde de Lisboa por motivos políticos - antes, fora afastado de um concurso para professor na Faculdade de Medicina de Lisboa, por interferência da PIDE - passa a exercer a sua profissão ao serviço da Organização Mundial da Saúde. É assim que, por força da atividade profissional do pai, Cutileiro passa parte da sua adolescência em países tão distintos como a Suíça, a Índia e o Paquistão.

Entre 1949 e 1951, frequentou o estúdio de Jorge Barradas onde executa trabalhos de modelismo e de pintura, para além de vidrados de cerâmica. Descontente, mudou-se para o atelier de António Duarte, onde foi assistente de canteiro, voluntário, durante dois anos. Lá se deu o seu contacto com a pedra, pois tinha como trabalho ampliar os modelos do mestre canteiro, passá-los a gesso e, a esses últimos, metamorfoseá-los no mármore. Em 1951, com 14 anos, apresentou a sua primeira exposição individual em Reguengos de Monsaraz, numa loja de máquinas de costura, mostrando esculturas, pinturas, aguarelas e cerâmicas.

Completou o liceu no Colégio Valsassina e foi nesse período que apresentou a sua ideologia política, quando ingressou na organização juvenil do Movimento de Unidade Democrática (MUD). Anos mais tarde, em 1960, assumiu de novo uma posição política, ao ingressar no Partido Comunista Português (PCP). Esta passagem pelo PCP como militante foi curta, pois a "célula" a que pertencia desmanchou-se e os contactos perderam-se.

A caminho de Cabul, para visitar o seu pai que lá ficaria um ano, passou por Florença, onde se encantou pela obra de Michelangelo. Confirmou então uma tendência que existia desde os seus seis anos, quando esculpiu um presépio, a tendência para a escultura. No regresso a Lisboa, inscreve-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (ESBAL), sendo aluno de Leopoldo de Almeida.

Não passou mais do que dois anos na ESBAL, entre 1953 e 1954, por perceber que em Portugal o único material considerado prestável era o bronze e as pesquisas, o experimentalismo e a criatividade eram travados. Saiu do país por influência de Paula Rego, que lhe deu a conhecer, em Londres, a Slade School of Art. Nessa escola, que frequentou entre 1955 e 1959 com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveu a sua capacidade com o seu mestre escultor Reg Butler e no final recebeu três prémios: composição, figura e cabeça. 

 

Obra

Ao começar a utilizar máquinas elétricas para executar o trabalho, dedicou-se ao mármore e surgem as figuras, as paisagens, as caixas e as árvores. Nos dez anos seguintes a 1961, fez cinco exposições em Lisboa e uma no Porto.

Em 1970, regressou a Portugal e instalou-se em Lagos. É lá que executou a sua obra mais polémica, D. Sebastião, erigida nessa mesma cidade.

Essa obra confrontou o academicismo do Estado Novo e recebeu fortes críticas, tendo Cutileiro afirmado, de modo irónico, que desistia da escultura, passando a ser apenas «um fazedor de objetos destinados à burguesia intelectual do ocidente», espantando os escultores, por, segundo ele próprio, ser essa mesma a função de um escultor, a de criador de peças decorativas. Esta frase pretendeu também menosprezar as críticas de quem o achava escultor menor.

Conquistou uma menção honrosa no Prémio Soquil no ano de 1971 e, cinco anos mais tarde, as suas esculturas e mosaicos foram expostos em Wuppertal, na Alemanha, seguindo-se exposições em Évora (1979, 1980 e 1981). No ano de 1980, a sua obra voltou à Alemanha, mas a Dortmund. Nesse mesmo ano, expõe em Washington, D. C. e na Sociedade Nacional de Belas Artes. No ano seguinte, participou no Simpósio da Escultura em Pedra, na cidade de Évora, e numa exposição na Jones Gallery, em Nova Iorque. A 3 de agosto de 1983, foi agraciado com o grau de Oficial da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico.

A sua costela alentejana impulsionou-o a mudar-se para Évora no ano de 1985 e aí está exposta, na sua casa, uma grande parte do seu leque de obras.

As Meninas de Cutileiro, ironicamente assim chamadas, são provavelmente o seu tema mais famoso e valeram-lhe (e valem) a mais distinta glória e dinheiro, mas também desprezo da parte de alguns.

No ano de 1988, realizou exposições em Almancil, Macau e Lisboa e, no ano seguinte, fez novas exposições em Almancil e na capital de Portugal. Em 1990, elabora uma exposição que se apresentou como a retrospetiva da sua arte, em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resultou a amargura de só ver mostrada parte da sua obra e que não iria conseguir reunir todos os seus trabalhos de uma só vez.

Nos anos de 1992 e 1993, realizou mais exposições em Bruxelas, no Luxemburgo, em Évora, em Guimarães, em Lagos, Almancil e em Lisboa. Fez nos anos seguintes mais exposições.

 

Morte

Cutileiro morreu no dia 5 de janeiro de 2021, num hospital de Lisboa.

 

João Cutileiro, Estátua de El Rei Dom Sebastião

 

José Barata-Moura faz hoje 75 anos...!


José Adriano Rodrigues Barata-Moura (Lisboa, 26 de junho de 1948) é um filósofo, compositor, cantautor e político português.
Fez os estudos pré-universitários em França e obteve na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a licenciatura (1970) e o doutoramento (1980) em Filosofia. Antigo reitor da Universidade de Lisboa, entre 1998 e 2006, foi professor catedrático da Faculdade de Letras dessa universidade, desde 1986, onde foi também presidente do Conselho Diretivo, de 1981 a 1982. Membro de várias sociedades científicas, foi presidente da Internationale Gesellschaft für dialektische Philosophie, de 1996 a 2000. É membro do Conselho de Administração do Portal Universia Portugal, desde 2002. Foi eleito membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa (Classe de Letras), em 2008. É membro do Conselho de Administração do Portal Universia Portugal, desde 2002. Foi eleito membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa (Classe de Letras), em 2008.
Barata-Moura deu-se a conhecer também como cantor de intervenção. Em 1970 cantou pela primeira vez na televisão, no programa Zip-Zip, apresentando a música Ballade du Bidonville, cuja tradução foi interdita pela censura. Popularizou-se como cantor infantil, sendo autor de músicas célebres como Joana come a papa, Olha a bola Manel e o Fungágá da Bicharada.
É militante do Partido Comunista Português, tendo sido mandatário nacional da candidatura presidencial de Francisco Lopes, em 2011.
A 30 de janeiro de 2006 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
 

 


A boda do casamento de D. Dinis com a Rainha Santa Isabel foi há 741 anos

  
D. Dinis I de Portugal tinha 17 anos quando subiu ao trono e, pensando em casamento, convinha-lhe Isabel de Aragão, tendo por isso enviado uma embaixada a Pedro de Aragão em 1280. Formavam-na João Velho, João Martins e Vasco Pires. Quando lá chegaram, estavam ainda à espera de resposta enviados dos reis de França e de Inglaterra, cada um desejoso de casar com Isabel um dos seus filhos. Aragão preferiu entre os pretendentes aquele que já era rei.
A 11 de fevereiro de 1282, com 12 anos, Isabel casou-se então por procuração com o soberano português D. Dinis em Barcelona, tendo celebrado a boda ao passar a fronteira da Beira, em Trancoso, em 26 de junho do mesmo ano. Por esse motivo, o rei acrescentou essa vila ao dote que habitualmente era entregue às rainhas (a chamada Casa das Rainhas, conjunto de senhorios a partir dos quais as consortes dos reis portugueses colhiam as prendas destinadas à manutenção da sua pessoa).
Por carta de arras datada de 24 de abril de 1281 Isabel de Aragão recebeu do seu noivo, como dote, as vilas de Abrantes, Óbidos, Alenquer e Porto de Mós. Posteriormente deteve ainda os castelos de Vila Viçosa, Monforte, Sintra, Ourém, Feira, Gaia, Lamoso, Nóbrega (atualmente Ponte da Barca), Santo Estêvão de Chaves, Monforte de Rio Livre, Portel e Montalegre, para além de rendas em numerário e das vilas de Leiria e Arruda (1300), Torres Novas (1304) e Atouguia da Baleia (1307). Eram ainda seus os reguengos de Gondomar, Rebordões, Codões, para além de uma quinta em Torres Vedras e da lezíria da Atalaia.

Isabel viajou em direção ao Vale do Ebro pela antiga Via Augusta, depois Teruel, Daroca, Calatayud seguindo pelo corredor do vale do Rio Douro até Samora. Entrou em Portugal por Bragança, tendo sido a boda celebrada em Trancoso, a 26 de junho de 1282. Por esse motivo, o rei acrescentou essa vila ao dote que habitualmente era entregue às rainhas (a chamada Casa das Rainhas, conjunto de senhorios a partir dos quais as consortes dos reis portugueses colhiam as prendas destinadas à manutenção da sua pessoa). Os festejos prolongaram-se por vários dias, tendo os reis permanecido na cidade até finais de julho, altura em que se mudaram para a Guarda. Em finais de setembro encontravam-se em Viseu, entrando em Coimbra a 15 de outubro, para se estabelecerem no Paço Real da Alcáçova (hoje ocupado pelo Paço das Escolas da Universidade de Coimbra).

Do seu casamento com o El-Rei D. Dinis teve dois filhos:

 
   
   

Ana Zanatti faz hoje 74 anos

(imagem daqui)


Ana Maria Zanatti Olival
, mais conhecida como Ana Zanatti (Lisboa, 26 de junho de 1949), é uma atriz, escritora e apresentadora de televisão portuguesa.

Ana Zanatti frequentou uma escola católica, o Colégio do Sagrado Coração de Maria, em Lisboa e, mais tarde, o histórico Liceu Pedro Nunes. Na Faculdade de Letras de Lisboa, frequentou o curso de Filologia Românica, que acabou por abandonar, para ingressar no Curso de Teatro do Conservatório Nacional.

Com uma longa carreira no teatro, na televisão e no cinema, Ana Zanatti estreou-se em 1968 no Teatro da Trindade, na Companhia Nacional de Teatro (Companhia de Teatro Popular), dirigida por Francisco Ribeiro. Inicia a sua carreira no cinema em 1968 com o filme Estrada da Vida, de Henrique Campos.

Em 1975, traduz e produz, conjuntamente com a atriz Zita Duarte, a peça "A Verdadeira História de Jack Estripador", de Elizabeth Huppert.

Em 1968, é convidada para se iniciar como apresentadora na RTP, onde, a par do seu trabalho como atriz, deu voz, ao longo de 26 anos, a inúmeros documentários, apresentou telejornais, concursos, noites de cinema, programas sobre artes e espetáculos e cinco edições do Festival da Canção, alguns deles em parceria com diversos apresentadores como Eládio Clímaco, Fialho Gouveia, Alice Cruz, Maria Elisa, António Sala, Artur Agostinho, Henrique Mendes. Ao longo de 12 anos, foi a voz institucional do Canal Odisseia.

Em 1982, desempenhou o papel mais destacado da sua carreira de cinema, no filme O Lugar do Morto, de António Pedro Vasconcelos, um marco na história do cinema nacional e um dos filmes mais vistos pelos portugueses. Participa também na primeira telenovela portuguesa, Vila Faia.

Em 1984 foi convidada para representar Portugal no espetáculo comemorativo da entrada de Portugal e Espanha na CEE, em Estrasburgo, no Parlamento Europeu e, no mesmo ano, é uma das 25 mulheres escolhidas para representar Portugal em Bruxelas pela condição feminina da CEE.

Em 1988 é coautora, com Rosa Lobato de Faria, da telenovela Passerelle, e a partir desse momento desenvolve outros trabalhos de autoria, como O Espírito da Cor (documentário em 12 episódios), Cacau da Ribeira (10 episódios de ficção), tendo em 2009 sido coautora e apresentadora do programa "Sete Palmos de Testa", na RTP2.

Em 1995 regressa ao teatro, desta vez no Teatro Aberto, com a peça "O Ensaio", de Jean Anouilh, encenada por João Lourenço.

A sua participação em trabalhos em televisão engloba séries como A Senhora Ministra, Ballet Rose, Riscos, Liberdade 21, Nico D'Obra, Nós os Ricos, Médico de Família, Morangos com Açúcar, Os Compadres, bem como as telenovelas Verão Quente, Desencontros, Ajuste de Contas, A Senhora das Águas, Saber Amar, entre outras.

É também autora de letras para canções interpretadas por diversos cantores, nomeadamente "Telepatia", de Lara Li, e outros temas cantados por Mafalda Sacchetti, Paulo de Carvalho, Carlos Zel, Dina, Lena d'Água, Alexandra, FF, Chris Kopke, Ana Roque e outros.

Em 2003 publicou o seu primeiro romance, "Os Sinais do Medo", seguindo-se "Agradece o Beijo" e uma trilogia de contos infantis, "O Povo Luz e os Homens Sombra", Edições Dom Quixote.

Ana Zanatti tem sido membro de diversos júris de cinema, quer para atribuição estatal de subsídios quer para atribuição de prémios como o de "Melhor Longa-metragem" do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa, em 2006.

Em 2009, foi convidada para ser uma das oradoras na sessão de apresentação pública do primeiro movimento da sociedade civil de defesa dos direitos dos homossexuais pelo casamento, realizada no Cinema São Jorge, em Lisboa, onde torna pública a sua homossexualidade. Dentre várias declarações a jornais e revistas, a atriz frisou "que não aceita perder direitos por fazer parte de uma minoria".

Em 2011, edita "Teodorico e as Mães Cegonhas" e faz as dobragens do jogo "Uncharted 3", da Naughty Dog, como voz de Katerine Marlowe.

Em maio de 2013 publica o romance "E onde é que está o Amor?".

Em 2015 participa na novela da SIC "Coração d'Ouro".

Em 2016 interpreta uma terapeuta na série "Terapia" da RTP , versão portuguesa de "In treatment" , com Virgílio Castelo.

Em março de 2016 publica o ensaio "O Sexo Inútil" .

 

A Carta das Nações Unidas faz hoje 78 anos

    
A Carta das Nações Unidas de 1945 é o tratado fundador das Nações Unidas, uma organização intergovernamental. A Carta da ONU articulou um compromisso de defender os direitos humanos dos cidadãos e delineou um amplo conjunto de princípios relacionados à obtenção de "padrões de vida mais altos", abordando "problemas económicos, sociais, de saúde e afins" e "respeito universal e observância direitos humanos e liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, idioma ou religião." Como carta constitutiva, é um tratado constituinte e todos os membros estão vinculados a seus artigos. Além disso, o Artigo 103 da Carta afirma que as obrigações para com as Nações Unidas prevalecem sobre todas as outras obrigações do tratado.
A Carta foi discutida em detalhes durante a Conferência de São Francisco, iniciada em 25 de abril de 1945, e foi aberta para assinatura em 26 de junho de 1945. Foi assinada na cidade de São Francisco, Estados Unidos, por 50 dos 51 países membros originais (a Polónia, o outro membro original, que não estava representado na conferência, assinou dois meses depois).
Entrou em vigor em 24 de outubro de 1945, após ser ratificada pelos cinco membros permanentes originais do Conselho de Segurança das Nações Unidas - a República da China (após 1949, localizada em Taiwan e substituída em 25 de outubro de 1971 pela República Popular da China), o Governo Provisório da República da França (posteriormente substituída pela Quarta República e depois pela Quinta República), a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (posteriormente substituída pela Federação Russa), o Reino Unido e os Estados Unidos - e a maioria dos outros signatários
 

Brenda Holloway nasceu há 77 anos

  
Brenda Holloway (Atascadero, June 26, 1946) is an American singer and songwriter, who was a recording artist for Motown Records during the 1960s. Her best-known recordings are the soul hits, "Every Little Bit Hurts", "When I'm Gone", and "You've Made Me So Very Happy." The latter, which she co-wrote, was later widely popularized when it became a Top Ten hit for Blood, Sweat & Tears. She left Motown after four years, at the age of 22, and largely retired from the music industry until the 1990s, after her recordings had become popular on the British "Northern soul" scene.
  

 


O guitarrista dos The Clash Mick Jones nasceu há 68 anos


Michael Geoffrey Jones (Wandsworth, London, 26 June 1955) is a British musician, singer, songwriter, and record producer best known as the co-founder of the Clash, and as that group's guitarist until 1983. In 1984, he formed Big Audio Dynamite with Don Letts. Jones has played with the band Carbon/Silicon along with Tony James (formerly of Generation X and Sigue Sigue Sputnik) since 2002 and was part of the Gorillaz live band for a world tour in 2010–2011. In late 2011, Jones collaborated with Pete Wylie and members of the Farm to form the Justice Tonight Band
   
   

Chris Isaak - 67 anos

  

Christopher Joseph Isaak (Stockton, California, June 26, 1956) is an American singer, songwriter, guitarist and occasional actor. Noted for his reverb-laden rockabilly revivalist style and wide vocal range, he is popularly known for his breakthrough hit and signature song "Wicked Game"; as well as international hits such as "Blue Hotel", "Baby Did a Bad Bad Thing" and "Somebody's Crying".

With a career spanning four decades, Isaak has released a total of 13 studio albums, toured extensively with his band Silvertone, and received numerous award nominations. His sound and image are often compared to those of Roy Orbison, Elvis Presley, Ricky Nelson and Duane Eddy.

Isaak is closely associated with film director David Lynch, who has used his music in numerous films. As an actor, he played supporting roles and bit parts in films such as Married to the Mob, The Silence of the Lambs, Little Buddha, That Thing You Do! and Lynch's Twin Peaks: Fire Walk with Me, and starred in two television series: the sitcom The Chris Isaak Show and the talk show The Chris Isaak Hour.

 

in Wikipédia

 

 

Wicked Game - Chris Isaak


The world was on fire
No one could save me but you.
Strange what desire will make foolish people do
I never dreamed that I'd meet somebody like you
And I never dreamed that I'd lose somebody like you

No, I don't want to fall in love
This love is only gonna break your heart
No, I don't want to fall in love
This love is only gonna break your heart
With you
With you

What a wicked game you play
To make me feel this way
What a wicked thing to do
To let me dream of you
What a wicked thing to say
You never felt this way
What a wicked thing to do
To make me dream of you
And I don't wanna fall in love
This love is only gonna break your heart
And I don't want to fall in love
This love is only gonna break your heart

World was on fire
No one could save me but you
Strange what desire will make foolish people do
I never dreamed that I'd love somebody like you
I never dreamed that I'd lose somebody like you

No I don't wanna fall in love
This love is only gonna break your heart
No I don't wanna fall in love
This love is only gonna break your heart
With you
With you

Nobody loves no one

Colin Greenwood, baixo dos Radiohead, nasceu há 54 anos


Colin Charles Greenwood (Oxford, 26 de junho de 1969) é o baixista da banda inglesa Radiohead. Entrou para o Rock and Roll Hall of Fame como integrante da banda em 2019.

Colin Greenwood frequentou o colégio interno Abingdon, onde conheceu Thom Yorke. É o irmão mais velho de Jonny Greenwood, também membro da banda.

Colin é geralmente descrito como o intelectual da banda, tendo concluído seus estudos em Literatura Americana moderna na Universidade de Cambridge. A esposa, Molly McGrann, com quem casou em dezembro de 1998, é uma crítica literária americana e romancista; têm três filhos: Jesse, nascido em dezembro de 2003, Asa, nascido em dezembro de 2005, e Henry, nascido em dezembro de 2009. Eles vivem em Oxford.

 

in Wikipédia

 


Saudades do Alfredo Marceneiro...

Hoje é dia de recordar um cantor muito especial...

Somewhere over the rainbow...

Pearl S. Buck nasceu há 131 anos

     
Pearl Sydenstricker Buck, nascida Pearl Comfort Sydenstricker (Hillsboro, 26 de junho de 1892 - Danby, 6 de março de 1973), também conhecida por Sai Zhen Zhu foi uma sinologista e escritora norte-americana.
Venceu o Prémio Pulitzer de Ficção em 1932 e recebeu o Nobel de Literatura de 1938.
     

Salvador Allende nasceu há 115 anos...

     
Salvador Allende Gossens (Valparaíso, 26 de junho de 1908 - Santiago do Chile, 11 de setembro de 1973) foi um médico e político marxista chileno. Fundador do Partido Socialista, governou o seu país de 1970 a 1973, quando foi deposto, por um golpe de estado, liderado pelo seu chefe das Forças Armadas, Augusto Pinochet.
Allende foi o primeiro presidente de república e o primeiro chefe de estado socialista marxista eleito democraticamente na América Latina. Os seus pilares ideológicos foram o socialismo, o marxismo e a maçonaria. Allende foi um revolucionário atípico: acreditava na via eleitoral da democracia representativa, e considerava ser possível instaurar o socialismo dentro do sistema político então vigente no seu país.
 
      

Alberto I, príncipe do Mónaco e oceanógrafo, morreu há cento e um anos...

   
Alberto I (Albert Honoré Charles Grimaldi) (Paris, 13 de novembro de 1848Paris, 26 de junho de 1922), também conhecido por Albert do Mónaco, foi príncipe reinante do Mónaco de 10 de setembro de 1889 a 26 de junho de 1922). Alberto I, notabilizou-se pelas pesquisas oceanográficas que empreendeu no Mediterrâneo, no Atlântico e no Ártico, tendo fundado o Museu Oceanográfico do Mónaco, uma instituição de referência em oceanografia, e diversas instituições ligadas à exploração dos oceanos. Foi um pioneiro na investigação científica do oceano profundo, de cujo labor resultaram diversos trabalhos de grande valor científico sobre a biologia e sistemática da fauna das zonas abissais. Realizou diversas campanhas nos Açores, a ele se devendo a descoberta do grande Banco Princesa Alice, a sul da ilha do Pico e da Fossa do Hirondelle, ambos nos Açores.
   
(...)
   
No decurso das suas expedições oceanográficas, Alberto I tornou-se um visitante assíduo dos Açores, estabelecendo relações estreitas com as comunidades piscatórias das ilhas. Desta relação resultou que o príncipe Alberto tivesse sido padrinho de batismo de várias crianças nas ilhas.
Algumas das mais antigas fotografias conhecidas da ilha do Corvo e dos seus habitantes foram feitas pelo príncipe e por membros das suas expedições. O mesmo acontece em relação à baleação açoriana, estudada e descrita pela primeira vez pelo príncipe.
Quando, no decurso de uma das suas expedições, o príncipe descobriu um grande banco a sul da ilha do Pico, que ele denominou Banco Princesa Alice, o nome do navio de investigação (e da esposa), Alberto I mandou publicar o facto nos jornais açorianos, ajudando depois na organização de expedições de reconhecimento por parte dos pescadores açorianos.
Em sinal de reconhecimento, quase todas as cidades e vilas piscatórias açorianas dedicaram uma rua ao príncipe monegasco. Em Ponta Delgada a grande alameda que liga o aeroporto à cidade denomina-se Avenida Príncipe do Mónaco e existe um busto do príncipe na Avenida Infante D. Henrique (marginal); em Angra do Heroísmo, uma das ruas do litoral citadino é a Rua Príncipe do Mónaco; na Horta, o importante observatório meteorológico, construído a instâncias de Aberto I, denomina-se Observatório Príncipe do Mónaco.
Na obra auto-biográfica de Alberto I, La Carrière d'un Navigateur, são múltiplas as referências aos Açores.
Esta relação com os Açores também se traduziu numa íntima amizade com El-Rei D. Carlos I de Portugal, o monarca português de então, o qual também visitou os Açores em 1901. Ambos partilhavam a paixão pelo mar e pela oceanografia.
      
      

Alfredo Marceneiro morreu há quarenta e um anos...

(imagem daqui)
     
Alfredo Rodrigo Duarte (Lisboa, 25 de fevereiro de 1891 - Lisboa, 26 de junho de 1982) mais conhecido como Alfredo Marceneiro, devido à sua profissão inicial, foi um fadista português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal. Embora o bilhete de identidade refira a data acima, o seu nascimento pode ter acontecido, de facto, em 29 de fevereiro de 1888.
    
     

 


Luiza Possi - 39 anos

 
Luiza Possi Gadelha (Rio de Janeiro, 26 de junho de 1984) é uma cantora e compositora brasileira. É filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor artístico Líber Gadelha
  

 


Ariana Grande celebra hoje trinta anos...!


Ariana Grande-Butera
(Boca Raton, 26 de junho de 1993), conhecida profissionalmente como Ariana Grande, é uma cantora, atriz, compositora e apresentadora norte-americana que, em oito anos de carreira a solo, venceu dois Grammy Awards, num total de doze nomeações.
 
  

 


Messier nasceu há 293 anos

   
Charles Joseph Messier (Badonviller, 26 de junho de 1730Paris, 12 de abril de 1817) foi um astrónomo francês, conhecido pela compilação e publicação, com a co-autoria de Pierre Méchain, de seu catálogo de objetos de céu profundo, uma lista de 110 objetos astronómicos como nebulosas, aglomerados estelares e galáxias que vieram a ser conhecidos como os "objetos Messier". Pretendia, com a publicação do catálogo, auxiliar a si mesmo e outros astrónomos e observadores em sua atividade astronómica principal durante a  sua carreira, a investigação de cometas, listando todos os objetos que pôde identificar e que poderiam ser facilmente confundidos com cometas em trânsito, mas que, na realidade, tinham naturezas completamente diferentes e eram fixos no céu noturno. Contudo, Messier, sem intenção, catalogou alguns dos astros mais interessantes para a atual astronomia amadora.
Tornou-se um observador do céu ao trabalhar para Joseph-Nicolas Delisle em seu observatório em Paris, aos 21 anos. Foi o primeiro astrónomo a dedicar-se quase exclusivamente à procura de cometas e, enquanto aguardava o retorno do cometa Halley, deparou-se com um falso positivo ao confundir uma nebulosa com o cometa. Para evitar novos enganos, começou a compilar os objetos fixos no céu profundo que poderiam ser facilmente confundidos com um cometa, objeto difuso e de fraco brilho. De 1758 a 1782, com a ajuda de Pierre Méchain após 1774, compilou 107 objetos entre nebulosas, aglomerados estelares e galáxias. Três objetos adicionais foram mais tarde adicionados ao catálogo, após a morte de Messier, completando 110 objetos ao todo.
Contudo, foi bem-sucedido na sua principal atividade astronómica, a descoberta e acompanhamento de cometas, Descobriu vinte ao todo, treze descobertos originalmente por ele e outras 7 co-descobertas independentes. Também foi membro de várias academias científicas espalhadas pela Europa, sendo membro estrangeiro da Royal Society e membro efetivo da Académie des Sciences. Em 1806, recebeu de Napoleão Bonaparte a Ordem Nacional da Legião de Honra e dedicou ao imperador francês o Grande Cometa de 1769, considerado "o último cometa astrologicamente apresentado ao público por um astrónomo ortodoxo".
   

A nebulosa do Caranguejo (M1), o primeiro objeto do Catálogo Messier