O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Desde a década de 70 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil que assim se referiu a Chacrinha numa conhecida letra de canção que compôs chamada "Aquele Abraço".
O Rio de Janeiro continua lindo O Rio de Janeiro continua sendo O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô, alô, Realengo - aquele abraço! Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço! Chacrinha continua balançando a pança E buzinando a moça e comandando a massa E continua dando as ordens no terreiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço Alô, alô, Terezinha - aquele abraço! Alô, moça da favela - aquele abraço! Todo mundo da Portela - aquele abraço! Todo mês de fevereiro - aquele passo! Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço! Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço A Bahia já me deu régua e compasso Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço! Pra você que me esqueceu - aquele abraço! Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço! Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
Quando eu me encontrava preso Na cela de uma cadeia Foi que eu vi pela primeira vez As tais fotografias Em que apareces inteira Porém lá não estavas nua E sim, coberta de nuvens
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
Ninguém supõe a morena Dentro da estrela azulada Na vertigem do cinema Mando um abraço pra ti Pequenina Como se eu fosse o saudoso poeta E fosses à Paraíba
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
Eu estou apaixonado Por uma menina, Terra Signo de elemento Terra Do mar se diz: Terra à vista Terra para o pé, firmeza Terra para a mão, carícia Outros astros lhe são guia
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
Eu sou um leão de fogo Sem ti me consumiria A mim mesmo eternamente E de nada valeria Acontecer de eu ser gente E gente é outra alegria Diferente das estrelas
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
De onde nem tempo, nem espaço Que a força mande coragem Pra gente te dar carinho Durante toda a viagem Que realizas no nada Através do qual carregas O nome da tua carne
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
Nas sacadas dos sobrados Da velha São Salvador Há lembranças de donzelas Do tempo do Imperador Tudo, tudo na Bahia Faz a gente querer bem A Bahia tem um jeito
Terra, Terra Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?
José Carlos Capinan, mais conhecido como Capinan ou Capinam (Entre Rios, 19 de fevereiro de 1941), é um poeta, letrista e dramaturgo brasileiro, integrante da Academia de Letras da Bahia. Da geração de fundadores do Centro Popular de Cultura (CPC), da União
Nacional dos Estudantes, é autor do livro "Inquisitorial" (1966),
considerado um marco da poesia participante no Brasil.
Poeta do Tropicalismo, foi do grupo criador do movimento de
vanguarda renovador da cultura brasileira em 1967 e 1968, e integrou o
álbum "Tropicalia ou Panis et Circensis" com "Miserere Nobis", sua
parceria com Gilberto Gil.
É um dos principais poetas de sua geração e se tornou um letrista
central na história da modernização da música popular brasileira,
vencendo o Festival de Música Popular de 1967 com a canção "Ponteio",
parceria com Edu Lobo. "Soy loco por ti, América", canção com sua letra e
música de Gilberto Gil, virou uma das grandes expressões poéticas do
tropicalismo.
Autor de canções clássicas, Capinan tem como parceiros Gilberto
Gil, Caetano Veloso, Edu Lobo, Tom Zé, Jards Macalé, Paulinho da Viola,
Fagner, João Bosco, Francis Hime, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Roberto
Mendes, Cézar Mendes e Paquito, entre outros.
É o presidente de honra do Museu Nacional da Cultura Afro-brasileira, em Salvador.
Em 2024, lançou a sua poesia completa na antologia "Cancioneiro
Geral" (Círculo de Poemas), organizada por Claudio Leal e Leonardo
Gandolfi. Em 2025, o Selo Sesc lançou o disco ao vivo "Cancioneiro Geral
- Tributo a Capinan", com a participação do poeta ao lado de Jards
Macalé e Renato Braz.
O Rio de Janeiro continua lindo O Rio de Janeiro continua sendo O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô, alô, Realengo - aquele abraço! Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço! Chacrinha continua balançando a pança E buzinando a moça e comandando a massa E continua dando as ordens no terreiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço Alô, alô, Terezinha - aquele abraço! Alô, moça da favela - aquele abraço! Todo mundo da Portela - aquele abraço! Todo mês de fevereiro - aquele passo! Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço! Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço A Bahia já me deu régua e compasso Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço! Pra você que me esqueceu - aquele abraço! Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço! Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
Desde a década de 70 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil, que assim se referiu a Chacrinha, numa conhecida letra de canção que compôs, chamada "Aquele Abraço".
No decorrer de um tratamento contra um cancro do pulmão, que já durava seis anos, Dominguinhos teve problemas com arritmia cardíaca e infeção respiratória e foi internado no Recife em dezembro de 2012. Um mês depois foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.
No decorrer dos meses seguintes seu quadro se agravou, tendo sofrido
várias paragens cardíacas. Em março o seu filho Mauro declarou à
imprensa que o cantor não deveria mais sair do coma
em que se encontrava, informação não confirmada pelos médicos, que,
segundo os boletins divulgados, afirmavam que Dominguinhos estava
minimamente consciente e apresentava leve melhoria.
Em 13 de julho, o cantor deixou a UTI, mas ainda permaneceu internado, com quadro considerado estável.
Com um novo agravamento no seu quadro, voltou para a UTI, onde morreu ,
às dezoito horas do dia 23 de julho de 2013, após sofrer complicações
infecciosas e cardíacas.
Devido a uma disputa judicial entre os seus familiares, quanto ao local
do sepultamento, o corpo de Dominguinhos teve dois sepultamentos. O
primeiro foi no Cemitério Morada da Paz em Paulista, Região Metropolitana do Recife, no dia 25 de julho de 2013.
Dois meses depois, em 26 de setembro, o seu corpo foi transferido para Garanhuns, onde houve um novo sepultamento no mesmo dia, no Cemitério São Miguel. O desejo de Dominguinhos era ser sepultado na sua terra natal.
Desde a década de 70 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil que assim se referiu a Chacrinha numa conhecida letra de canção que compôs chamada "Aquele Abraço".
O Rio de Janeiro continua lindo O Rio de Janeiro continua sendo O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô, alô, Realengo - aquele abraço! Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço! Chacrinha continua balançando a pança E buzinando a moça e comandando a massa E continua dando as ordens no terreiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço Alô, alô, Terezinha - aquele abraço! Alô, moça da favela - aquele abraço! Todo mundo da Portela - aquele abraço! Todo mês de fevereiro - aquele passo! Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço! Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço A Bahia já me deu régua e compasso Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço! Pra você que me esqueceu - aquele abraço! Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço! Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
O Rio de Janeiro continua lindo O Rio de Janeiro continua sendo O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô, alô, Realengo - aquele abraço! Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço! Chacrinha continua balançando a pança E buzinando a moça e comandando a massa E continua dando as ordens no terreiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço Alô, alô, Terezinha - aquele abraço! Alô, moça da favela - aquele abraço! Todo mundo da Portela - aquele abraço! Todo mês de fevereiro - aquele passo! Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço! Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço A Bahia já me deu régua e compasso Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço! Pra você que me esqueceu - aquele abraço! Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço! Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
Desde a década de 70 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil, que assim se referiu a Chacrinha, numa conhecida letra de canção que compôs, chamada "Aquele Abraço".
Seu primeiro casamento durou dois anos, e foi com o ator Otávio Müller com quem teve seu único filho, Francisco Gadelha Gil Moreira Müller de Sá, nascido em 1995. Seu segundo matrimónio durou quatro anos com o mergulhador Carlos Henrique Lima. Preta já foi namorada dos atores Caio Blat, Paulo Vilhena e do apresentador Marcos Mion. Entre 2015 e 2023 foi casada com Rodrigo Godoy, professor de educação física. Em 24 de novembro de 2015 tornou-se avó de uma menina batizada como Sol de Maria, nascida na Clínica Perinatal, no Rio, na Barra da Tijuca, fruto da união de seu filho com a modelo Laura Fernandes.
Preta se declara abertamente bissexual e pansexual, afirmando já ter tido relações sexuais com mulheres. A cantora também é defensora dos direitos LGBT.
No decorrer de um tratamento contra um cancro do pulmão, que já durava seis anos, Dominguinhos teve problemas com arritmia cardíaca e infeção respiratória e foi internado no Recife em dezembro de 2012. Um mês depois foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.
No decorrer dos meses seguintes seu quadro se agravou, tendo sofrido
várias paragens cardíacas. Em março o seu filho Mauro declarou à
imprensa que o cantor não deveria mais sair do coma
em que se encontrava, informação não confirmada pelos médicos, que,
segundo os boletins divulgados, afirmavam que Dominguinhos estava
minimamente consciente e apresentava leve melhoria.
Em 13 de julho, o cantor deixou a UTI, mas ainda permaneceu internado, com quadro considerado estável.
Com um novo agravamento no seu quadro, voltou para a UTI, onde morreu ,
às dezoito horas do dia 23 de julho de 2013, após sofrer complicações
infecciosas e cardíacas.
Devido a uma disputa judicial entre os seus familiares, quanto ao local
do sepultamento, o corpo de Dominguinhos teve dois sepultamentos. O
primeiro foi no Cemitério Morada da Paz em Paulista, Região Metropolitana do Recife, no dia 25 de julho de 2013.
Dois meses depois, em 26 de setembro, o seu corpo foi transferido para Garanhuns, onde houve um novo sepultamento no mesmo dia, no Cemitério São Miguel. O desejo de Dominguinhos era ser sepultado na sua terra natal.
Desde a década de 70 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil que assim se referiu a Chacrinha numa conhecida letra de canção que compôs chamada "Aquele Abraço".
O Rio de Janeiro continua lindo O Rio de Janeiro continua sendo O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô, alô, Realengo - aquele abraço! Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço! Chacrinha continua balançando a pança E buzinando a moça e comandando a massa E continua dando as ordens no terreiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço Alô, alô, Terezinha - aquele abraço! Alô, moça da favela - aquele abraço! Todo mundo da Portela - aquele abraço! Todo mês de fevereiro - aquele passo! Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço! Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço A Bahia já me deu régua e compasso Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço! Pra você que me esqueceu - aquele abraço! Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço! Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
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