sexta-feira, maio 26, 2023
John Wayne nasceu há 116 anos
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Marcadores: actor, cinema, cowboy, John Wayne, Óscar, western
Ruben A. nasceu há 103 anos...
Nasceu a 26 de maio de 1920 na então Praça do Rio de Janeiro (atual Príncipe Real), freguesia das Mercês, em Lisboa. Era o filho mais novo de Ruben da Silva Leitão e Gardina Andresen. Como primos do lado materno contam-se a escritora Sophia de Mello Breyner Andresen e o arquiteto João Andresen; do lado paterno o pintor Ruy Leitão.
A sua vida estudantil foi atribulada, com várias mudanças de liceu e reprovações. Aos 18 anos, em 1938, vai viajar sozinho a Berlim e Viena, ficando a conhecer a Alemanha de Hitler durante 2 meses.
Preparou-se para entrar no curso de Ciências Histórico-Filosóficas em Lisboa, tendo recebido explicações de Agostinho da Silva. Depois de ter sido reprovado na cadeira de Anatomia, desiste e muda-se para Coimbra.
Licenciou-se na Universidade de Coimbra em Ciências Histórico-Filosóficas em 1945, onde foi colega do pensador Eduardo Lourenço. Fez uma tese de licenciatura sobre os textos e correspondência inédita do rei D. Pedro V, temática que irá explorar ao longo da sua vida.
Torna-se professor de Francês num liceu. Em setembro de 1947, parte para Inglaterra para ser leitor no departamento de português no King's College de Londres, como bolseiro do Instituto para a Alta Cultura.
Foi professor no King's College, em Londres, de 1947 a 1952. Casou-se com Rosemary Bach, aluna do departamento no King's College, que será mãe dos seus 4 filhos: Alexandra, Catarina, Cristóvão e Nicolau.
Em setembro de 1950, investe o dinheiro da herança da venda da quinta do Campo Alegre, no Porto, na construção de uma casa de campo. Escolhe uma terra no Alto Minho, no lugar de Montedor, em Carreço, com o projeto de autoria do seu primo João Andresen.
A sua obra Páginas II escandaliza Salazar, resultando na demissão de Ruben Leitão no lugar de leitorado que ocupava em Londres e no seu regresso a Lisboa.
Foi funcionário da Embaixada do Brasil em Lisboa de 1954 a 1972. Nesta data, foi nomeado administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Foi igualmente diretor-geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura. A 9 de julho de 1973, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Nos anos 70, compra um monte perto de Estremoz, o Monte dos Pensamentos.
Divorcia-se de Rosemary e aceita o convite da Universidade de Oxford para ser docente no Saint Antony's College. Três dias depois de chegar a Londres, morre de ataque cardíaco. Foi enterrado em campa rasa no cemitério do Carreço; a sua campa tem um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Em 1976, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa alterou a designação da Travessa das Chagas, na freguesia das Mercês, onde tinha nascido Ruben A. e perto da qual, na Rua do Monte Olivete, tinha residência, para Rua Ruben A. Leitão, ficando assim consagrado na toponímia da cidade.
A 23 de Setembro de 2020 foi feito Grande-Oficial da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico a título póstumo.
O Amor é Inevitável
(O Amor) É inevitável, faz parte da combustão da natureza, é força,
mar, elemento, água, fogo, destruição, é atmosfera, respira-se, quando
se morre abandona-se, o amor deixa, fica isolado, é um elemento,
come-se, bebe-se, sustenta pão, pão diário para rico e pobre, pão que
ilumina o forno do amassador, aparece nas condições mais estranhas,
bicho que nasce, copula dentro de si mesmo, paira, espermatozóide e
óvulo, as duas coisas ao mesmo tempo, amor é assim outro elemento
fundamental da natureza, as pessoas vivem tanto com o amor, ou tão
alheias do amor, que nem notam, raro percebem que o amor existe, raro
percebem que respiram, que a água está, é indispensável, ninguém pode
viver alheio aos elementos, ao amor.
in 'Silêncio para 4' - Ruben A.
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: Carreço, literatura, Minho, Ruben A.
Aurélia de Sousa morreu há cento e um anos...
Retrato fotográfico (1895) de Aurélia de Sousa diante do seu Auto-retrato do Laço Negro
Postado por Fernando Martins às 01:01 0 comentários
Marcadores: Aurélia de Sousa, naturalismo, pintura
O baterista Alan White morreu há um ano...
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Marcadores: bateria, Circles of Time, hard rock, música, pop rock, progressive rock, Yes
Lenny Kravitz - 59 anos
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
Marcadores: Fly Away, Funk rock, hard rock, Lenny Kravitz, música, Rhythm and Blues, Rock, soul
O álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band foi lançado há 56 anos
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
Marcadores: anos 60, Lucy in the Sky with Diamonds, música, Rock, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, The Beatles
A batalha de Montijo foi há 379 anos
A Batalha de Montijo foi travada em 26 de maio de 1644, em Montijo, município na província de Badajoz, na Estremadura de Espanha, entre exércitos portugueses e espanhóis.
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
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Sydney Pollack morreu há quinze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
Marcadores: cinema, realizador, Sydney Pollack
Stevie Nicks - 75 anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: Fleetwood Mac, música, pop rock, Rhiannon, Rock, soft rock, Stevie Nicks
Andy Fletcher morreu há um ano...
Andrew John Leonard Fletcher (Nottingham, 8 July 1961 – 26 May 2022), also known as Fletch, was an English keyboard player, DJ, and founding member of the electronic band Depeche Mode. In 2020, he and the band were inducted into the Rock and Roll Hall of Fame.
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Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: Andy Fletcher, Depeche Mode, música, new wave, Reino Unido, Rock alternativo, Shake The Disease, Synth Pop
quinta-feira, maio 25, 2023
Saudades de Desmond Dekker...
Postado por Pedro Luna às 17:00 0 comentários
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O massacre de Houla foi há onze anos...
(imagem daqui)
Postado por Fernando Martins às 11:00 0 comentários
Marcadores: Bashar Al-Assad, ditadores, massacre de Houla, Primavera Árabe, Síria
Ian McKellen faz hoje 84 anos
McKellen iniciou sua carreira profissional em 1961 no Belgrade Theatre como membro de sua conceituada companhia de repertório. Em 1965, McKellen fez sua primeira aparição nos famosos teatros de West End. Em 1969, foi convidado para se juntar ao Prospect Theatre Company para assumir o papel principal nas peças Richard II (de Shakespeare) e Edward II (de Marlowe), com ele a tornar-se um dos principais atores clássicos do país. Na década de 70 McKellen tornou-se um membro importante da Royal Shakespeare Company e da Royal National Theatre. Em 1981 ele recebeu a sua primeira nomeação para o Tony Award e venceu na secção de Melhor Ator pelo seu papel como Antonio Salieri na peça Amadeus. Ele alcançou fama mundial por seus papéis no cinema, incluindo o papel principal no filme Richard III (1995), James Whale em Gods and Monsters (1998), Magneto nos filmes da série X-Men e como Gandalf nas trilogias The Lord of the Rings e The Hobbit. A BBC afirmou como as suas performances "garantiram a ele um lugar no cânone dos atores ingleses de teatro e cinema".
McKellen foi elevado a cavaleiro em 1991 por serviços às artes cénicas e foi nomeado Companheiro de Honra por serviços prestados ao drama e à igualdade nas honras de Ano Novo de 2008. Ele declarou que era homossexual em 1988 e desde então tem defendido os Movimentos civis LGBT pelo mundo. Por sua contribuição social, ele recebeu o prémio Freedom of the City of London em outubro de 2014.Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: actor, homossexuais, O Código Da Vinci, O Hobbit, O Senhor dos Anéis, X-Men
A Batalha de Dunquerque começou há 83 anos
Comandada pelo vice-almirante Bertram Ramsay, a intenção inicial era evacuar cerca de 45 mil homens da Força Expedicionária Britânica em dois dias, mas, em breve, o objetivo foi alterado para resgatar 120 mil homens em cinco dias.
Os exércitos britânicos, francês e belga, desdobrados ao longo de uma frente de 250 Km, curvados para dentro do Canal da Mancha, estavam cercados pelos alemães. E as tropas exaustas, empurradas constantemente para trás pelo Panzers inimigos, apertavam nervosamente as armas e esperavam em silencioso terror. A retirada era inevitável. De facto, na manhã de 26 de maio de 1940, Anthony Eden, Ministro da Guerra, havia autorizado um recuo geral para a costa, mas o General John Vereker, 6º Visconde de Gort, o franco e vigoroso Comandante-chefe da Força Expedicionária Britânica, na França, tinha as suas dúvidas.
A perspetiva da derrota viera com surpreendente e terrível rapidez. Durante oito meses, muitos dos 390.000 homens do exército de Lord Gort tinham desfrutado de uma boa vida. Iludidos de que a Linha Maginot, com seus 400 Km para o sul, era inexpugnável, haviam construído 400 casamatas de concreto armado, cavado trincheiras e fossos antitanques nos moldes semelhantes àqueles da Primeira Guerra Mundial, à espera dos alemães. Subitamente, em 10 de maio, dez divisões blindadas alemãs e 117 divisões de infantaria irromperam pela neutra Holanda, esmagando suas defesas, sucedendo-se o mesmo com a Bélgica e com o Luxemburgo, também neutros. Pouco depois sete divisões rompiam as linhas do exército francês em Sedan, atravessando facilmente as florestas e as colinas das Ardenas.
Os ingleses acorreram em socorro, atravessando a Bélgica com a expectativa de realização de grandes feitos, porém a campanha se revelou um pesadelo e a posição aliada se tornou insustentável.
A partir da ordem de Sir Eden, originou-se um deslocamento de tropas sem precedentes até então. Milhares de soldados, sob fogo cerrado das divisões alemães, deslocaram-se ao longo desta linha em direção ao mar. A retirada de um número tão grande de soldados e equipamentos era, por si só, uma tarefa monumental, sob ataque pesado do inimigo então era algo que se mostrava surreal. Acompanhando a esta movimentação estava a temível Luftwaffe em todo seu esplendor, que praticamente sem resistência no ar, bombardeava sem pudor nenhum as tropas em retirada.
A retirada só foi efetivada devido a um erro estratégico, cuja motivação é desconhecida, sendo até hoje um mistério para os historiadores da Segunda Guerra Mundial.
A evacuação, mesmo de uma pequena parte da Força Expedicionária Britânica, constituiria um fato surpreendente, pois Dunquerque só se manteve graças a uma inexplicável reviravolta na estratégia alemã. Em 23 de maio, quando os seus tanques já se encontravam a 20 km de Dunquerque, o então General Gerd von Rundstedt, baixou um ordem : "Deter-se na linha do Canal A e instalar-se".
Ao contrário dos audazes comandantes das divisões Panzers, como Rommel, o prudente Rundstedt, de 65 anos, não aceitava o novo conceito no emprego de tanques. Mais de uma vez durante a Campanha das Ardenas, havia ordenado várias paragens, com receio de que as Divisões Blindadas se distanciassem muito das tropas de infantaria, que viriam logo atrás, para apoio e consolidação do terreno. Somado a isto, o seu entendimento era de que a planície pantanosa do Flandres não era propícia ao emprego de blindados, o que poderia atolar os Panzers e prejudicar o plano original, que era a ação sobre o coração da França.
Em 28 de maio, além das embarcações a ajudar na operação, foram chamados mais dez contratorpedeiros que tentaram naquela manhã uma nova operação de resgate. Vários milhares acabaram por ser resgatados, embora os contratorpedeiros não puderam se aproximar o necessário da praia. Outras operações de resgate no resto do dia 28 tiveram mais sucesso, tendo resgatado mais 16.000 homens, mas as operações aéreas alemãs aumentaram e várias embarcações foram afundadas ou bastante danificadas, incluindo nove contratorpedeiros. Durante a Operação Dínamo, a RAF perdeu 177 aviões e a Luftwaffe 132, sobre Dunquerque.
Em 29 de maio, a divisão Panzer alemã, que se aproximava, parou em Dunquerque, deixando assim o resto da batalha para a infantaria e força aérea. Na tarde do dia 30, um outro grande grupo de embarcações menores conseguiu resgatar 30 mil homens. No dia 31 de maio, as forças aliadas estavam comprimidas num espaço de 5 km desde De Panne, Bray-Dunes a Dunquerque; nesse dia mais de 68 mil soldados foram evacuados, e outros 10 mil, durante a noite. Em 1 de junho, outros 65.000 foram resgatados e as operações continuaram até 4 de junho.
Um total de cinco nações fizeram parte da evacuação de Dunquerque: Reino Unido, França, Bélgica, Países Baixos e Polónia.
Tropas evacuadas
| Data | Nas praias | No porto de Dunquerque | Total |
|---|---|---|---|
| 27 maio | - | 7.669 | 7.669 |
| 28 maio | 5.930 | 11.874 | 17.804 |
| 29 maio | 13.752 | 33.558 | 47.310 |
| 30 maio | 29.512 | 24.311 | 53.823 |
| 31 maio | 22.942 | 45.072 | 68.014 |
| 1 junho | 17.348 | 47.081 | 64.429 |
| 2 junho | 6.695 | 19.561 | 26.256 |
| 3 junho | 1.870 | 24.876 | 26.746 |
| 4 junho | 622 | 25.553 | 26.175 |
| Totais | 98.780 | 239.446 | 338.226 |
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
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Um Cantor nunca morre enquanto for recordado...
Postado por Pedro Luna às 08:10 0 comentários
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Os 45 minutos mais fantásticos da história do Atletismo foram há 88 anos
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
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Klaus Meine, o vocalista dos Scorpions, celebra hoje 75 anos
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 07:50 0 comentários
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