sexta-feira, maio 26, 2023

John Wayne nasceu há 116 anos

  
John Wayne, nome artístico de Marion Robert Morrison, (Winterset, 26 de maio de 1907 - Los Angeles, 11 de junho de 1979) foi um premiado ator dos Estados Unidos.
Filho de um farmacêutico, o  seu nome verdadeiro era Marion Michael Morrison. Ele detestava o nome e, ao entrar para o cinema, mudou-o para John Wayne, que tinha mais a ver com um rapaz de 1,92 metros de altura e campeão de futebol, pela University of Southern California.
Durante a juventude foi membro da Ordem Demolay.
Surgiu com destaque no cinema em 1930 em The Big Trail, filme do faroeste dirigido por Raoul Walsh. Permaneceu vários anos a fazer filmes de pequeno orçamento, até se consagrar no papel de Ringo Kid em Stagecoach, clássico de 1939 de John Ford. A carreira de Wayne foi assim agraciada com esse divisor de águas inestimável, que o lançou no estrelato. Esse filme tornou-se a obra que definiu todas as principais características da filmografia do faroeste norte-americano. A parceria entre Wayne e Ford continuou. Realizaram juntos uma série de grandes sucessos e filmes inesquecíveis (foram vinte e dois no total), como Three Godfathers (1948), The Quiet Man (1952), The Searchers (1956), The Wings of Eagles (1957), The Horse Soldiers (1959) e The Man Who Shot Liberty Valance (1962), além da chamada trilogia sobre a Cavalaria, composta por Fort Apache (1948), She Wore a Yellow Ribbon (1949) e Rio Grande (1950).
Outro diretor de renome com quem trabalhou foi Howard Hawks, um dos maiores realizadores do período clássico hollywoodiano. Juntos realizaram vários dos maiores sucessos, não apenas de suas carreiras, mas de todo o género do faroeste. Como bons exemplos temos: Red River (1948), El Dorado (1967) e, principalmente, aquele que é um dos mais irretocáveis exemplares do género, Rio Bravo (1959).
Além de John Ford e Howard Hawks, outros grandes diretores da época igualmente dirigiram Wayne. É o caso de Henry Hathaway, com quem fez, entre outros, o filme que lhe concedeu o Óscar de Melhor Ator, True Grit (1969); Otto Preminger, que o dirigiu no ótimo drama de guerra In Harm's Way (1965); Don Siegel, com quem fez o seu último trabalho, The Shootist (1976); Michael Curtiz, sob cujas ordens atuou três vezes, inclusive em The Comancheros (1961), um de seus grandes sucessos de bilheteira; e John Huston, com quem fez The Barbarian and the Geisha (1958).
Além dos diretores já mencionados podemos citar: William A. Wellman, Mark Rydell e John Farrow. Também trabalhou ao lado de vários astros de sua época: Henry Fonda, Katharine Hepburn, James Stewart, Maureen O'Hara, Sophia Loren, Elsa Martinelli, Kirk Douglas, William Holden, Marlene Dietrich, Rock Hudson, Robert Mitchum, Lee Marvin, Richard Widmark, de entre outros, em seus cinquenta anos de cinema.
Casou-se três vezes. A primeira em 1932 com Josephine Saenz, que lhe deu quatro filhos. Em 1946, o segundo casamento, agora com a atriz mexicana Esperanza Baur, de quem se divorciou sete anos depois para casar-se com Pilar Palette, com quem teve mais dois filhos.
Dirigiu os filmes The Alamo (1960) e The Green Berets (1968). Este último causou-lhe grandes problemas. O roteiro, pró-Guerra do Vietname, alimentou a fúria dos opositores a essa intervenção militar americana, que realizaram vários protestos contra a exibição do filme.
Fumador inveterado desde a juventude, Wayne foi-lhe diagnosticado, em 1964, cancro do pulmão, tendo passado por uma cirurgia para remoção de todo o pulmão esquerdo, além de quatro costelas. Apesar dos esforços de seus agentes para evitar que tornasse a doença pública, o ator anunciou o seu estado à imprensa e apelou para que a população fizesse mais exames preventivos. Cinco anos depois, determinou-se que ele estava livre da doença. Apesar da diminuição da capacidade pulmonar, pouco depois Wayne voltou a mascar tabaco e a fumar.
No final da década de 70, Wayne envolveu-se como voluntário nos estudos de uma vacina para a cura da doença que o assombrara anos antes. Contudo, veio a falecer, em 11 de junho de 1979, aos setenta e dois anos de idade, por causa, justamente, de um cancro de estômago. Encontra-se sepultado no Pacific View Memorial Park, Corona del Mar, Condado de Orange, Califórnia.
   

Ruben A. nasceu há 103 anos...

Busto de Ruben A. no Jardim Botânico do Porto

Ruben Alfredo Andresen Leitão (Lisboa, 26 de maio de 1920 - Londres, 23 de setembro de 1975) foi um escritor, romancista, ensaísta, historiador, crítico literário, e autor de textos autobiográficos, português, com o pseudónimo Ruben A.
    

Nasceu a 26 de maio de 1920 na então Praça do Rio de Janeiro (atual Príncipe Real), freguesia das Mercês, em Lisboa. Era o filho mais novo de Ruben da Silva Leitão e Gardina Andresen. Como primos do lado materno contam-se a escritora Sophia de Mello Breyner Andresen e o arquiteto João Andresen; do lado paterno o pintor Ruy Leitão.

A sua vida estudantil foi atribulada, com várias mudanças de liceu e reprovações. Aos 18 anos, em 1938, vai viajar sozinho a Berlim e Viena, ficando a conhecer a Alemanha de Hitler durante 2 meses.

Preparou-se para entrar no curso de Ciências Histórico-Filosóficas em Lisboa, tendo recebido explicações de Agostinho da Silva. Depois de ter sido reprovado na cadeira de Anatomia, desiste e muda-se para Coimbra.

Licenciou-se na Universidade de Coimbra em Ciências Histórico-Filosóficas em 1945, onde foi colega do pensador Eduardo Lourenço. Fez uma tese de licenciatura sobre os textos e correspondência inédita do rei D. Pedro V, temática que irá explorar ao longo da sua vida.

Torna-se professor de Francês num liceu. Em setembro de 1947, parte para Inglaterra para ser leitor no departamento de português no King's College de Londres, como bolseiro do Instituto para a Alta Cultura.

Foi professor no King's College, em Londres, de 1947 a 1952. Casou-se com Rosemary Bach, aluna do departamento no King's College, que será mãe dos seus 4 filhos: Alexandra, Catarina, Cristóvão e Nicolau.

Em setembro de 1950, investe o dinheiro da herança da venda da quinta do Campo Alegre, no Porto, na construção de uma casa de campo. Escolhe uma terra no Alto Minho, no lugar de Montedor, em Carreço, com o projeto de autoria do seu primo João Andresen.

A sua obra Páginas II escandaliza Salazar, resultando na demissão de Ruben Leitão no lugar de leitorado que ocupava em Londres e no seu regresso a Lisboa.

Foi funcionário da Embaixada do Brasil em Lisboa de 1954 a 1972. Nesta data, foi nomeado administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Foi igualmente diretor-geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura. A 9 de julho de 1973, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Nos anos 70, compra um monte perto de Estremoz, o Monte dos Pensamentos.

Divorcia-se de Rosemary e aceita o convite da Universidade de Oxford para ser docente no Saint Antony's College. Três dias depois de chegar a Londres, morre de ataque cardíaco. Foi enterrado em campa rasa no cemitério do Carreço; a sua campa tem um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Em 1976, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa alterou a designação da Travessa das Chagas, na freguesia das Mercês, onde tinha nascido Ruben A. e perto da qual, na Rua do Monte Olivete, tinha residência, para Rua Ruben A. Leitão, ficando assim consagrado na toponímia da cidade.

A 23 de Setembro de 2020 foi feito Grande-Oficial da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico a título póstumo.

 


O Amor é Inevitável 


(O Amor) É inevitável, faz parte da combustão da natureza, é força, mar, elemento, água, fogo, destruição, é atmosfera, respira-se, quando se morre abandona-se, o amor deixa, fica isolado, é um elemento, come-se, bebe-se, sustenta pão, pão diário para rico e pobre, pão que ilumina o forno do amassador, aparece nas condições mais estranhas, bicho que nasce, copula dentro de si mesmo, paira, espermatozóide e óvulo, as duas coisas ao mesmo tempo, amor é assim outro elemento fundamental da natureza, as pessoas vivem tanto com o amor, ou tão alheias do amor, que nem notam, raro percebem que o amor existe, raro percebem que respiram, que a água está, é indispensável, ninguém pode viver alheio aos elementos, ao amor.


in 'Silêncio para 4' - Ruben A.

Aurélia de Sousa morreu há cento e um anos...

Retrato fotográfico (1895) de Aurélia de Sousa diante do seu Auto-retrato do Laço Negro

       
Maria Aurélia Martins de Sousa (Valparaíso, 13 de junho de 1866 - Porto, 26 de maio de 1922) foi uma pintora portuguesa.
   

Auto-retrato de Aurélia de Sousa (circa 1900)
   
Vida
Filha de emigrantes portugueses no Brasil e no Chile, Aurélia de Sousa nasceu em Valparaíso, filha de António Martins de Sousa e de Olinda Peres. Era a quarta de sete filhos do casal. Mudou-se para Portugal, juntamente com os pais, com apenas três anos. Passou a habitar a Quinta da China, junto ao rio Douro, no Porto, comprada por seu pai, que veio a falecer em 1874, quando Aurélia tinha apenas oito anos.
Aos dezasseis anos começou a ter lições de desenho e pintura com António da Costa Lima e pintou o seu primeiro auto-retrato. Em 1893, entrou para a Academia de Belas-Artes do Porto, onde foi aluna de João Marques de Oliveira, o qual muito influenciou a sua obra. Em 1898, Aurélia mudou-se para Paris onde frequentou, na Academia Julian, os cursos de Jean-Paul Laurens e de Jean-Joseph Benjamin-Constant.
Realizou as primeiras exposições e, durante os três anos seguintes, viajou e visitou os museus de Bruxelas, Antuérpia, Berlim, Roma, Florença, Veneza, Madrid e Sevilha. Tendo regressado a Portugal em 1901, desenvolveu intensa atividade como ilustradora e participou regularmente na vida artística portuense, expondo na Sociedade de Belas-Artes do Porto, na Galeria da Misericórdia e, anualmente, na Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa.
Passou a última fase de sua vida residindo na Quinta da China, onde faleceu em 1922, com cinquenta e cinco anos.
     

"Santo António" (1902), pintura a óleo de Aurélia de Sousa, Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio, Porto
   
Obra
A sua obra denota influência dos estilos de pintura mais inovadores do seu tempo. Pintou num estilo naturalista muito pessoal, às vezes com influências realistas, impressionistas e pós-impressionistas.
Nas palavras da biógrafa Raquel Henriques da Silva, a obra de Aurélia de Sousa "regista a silenciosa narrativa da casa: a presença da velha mãe, os afazeres das mulheres e das crianças, os cantos escuros da cozinha e do atelier, as tardes em que a luz se confunde com os fatos de verão, os caminhos campestres ou as vistas do rio. Pratica uma pintura vigorosa, raramente volumétrica, detida na análise das sombras para nelas captar a luz".
Entre as suas principais obras, caracterizadas pela força da expressão técnica e artística, encontram-se "Santo António", "Cabeça de italiano", "Cena familiar", "Moinho-Granja", "Porcelanas antigas", "Cristo ressuscitando e a filha de Jairo", "Rio Douro-Areinho" e o seu "Auto-retrato" (c. 1900), uma das obras-primas da pintura portuguesa de todos os tempos.
Parte da sua obra encontra-se hoje no Museu Nacional de Soares dos Reis e na Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio, ambos no Porto.
     
Cena familiar (1911) - Aurélia de Sousa
       

O baterista Alan White morreu há um ano...


Alan White (Pelton,14 June 1949 – Newcastle, Washington, 26 May 2022) was an English drummer, best known for his almost 50-year tenure in the progressive rock band Yes. He joined Yes in 1972 as a replacement for original drummer Bill Bruford. He was the longest-serving member of the band and the only member besides original bassist Chris Squire never to leave. He appeared on 43 albums with Yes, 17 of which were original studio albums. 

 


in Wikipédia

 


Lenny Kravitz - 59 anos

        
Leonard Albert "Lenny" Kravitz (Nova Iorque, 26 de maio de 1964) é um cantor, multi-instrumentista, produtor e arranjador norte-americano, cujo estilo retro incorpora elementos de rock, soul, funk, reggae, hard rock, psicadélico, folk e balada. É o autor de êxitos como "Let Love Rule" (1989), "It Ain't Over Till It's Over"(1991), "Are You Gonna Go My Way" (1993), "Fly Away" (1998) e "Again" (2000). Participou em alguns filmes como "The Hunger Games" "The Hunger Games: Catching Fire" e "Precious".
Lenny Kravitz nasceu em Nova Iorque em 1964. A sua mãe, Roxie Roker, era uma actriz nascida nas Bahamas conhecida pela série The Jeffersons, o seu pai, Sy Kravitz, russo-judeu, é um executivo de televisão. Foi casado com a atriz de The Cosby Show, Lisa Bonet, de quem se divorciou em 1991. Desta relação nasceu, em 1988, a sua filha Zoë Kravitz.
Além de ser vocalista e também fazer coros, muitas vezes toca todas as guitarras, baixo, bateria, teclados e percussão quando grava. Kravitz ganhou o Grammy Awards para "Melhor Performance Rock Vocal Masculino" durante quatro anos consecutivos, de 1999 a 2002. Foi classificado na nonagésima terceira posição no VH1's 100 Greatest Artists de Hard Rock.
  

 


O álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band foi lançado há 56 anos

  
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band is the eighth studio album by English rock band the Beatles. Released on 26 May 1967 in the United Kingdom and 2 June 1967 in the United States, it was an immediate commercial and critical success, spending 27 weeks at the top of the UK albums chart and 15 weeks at number one in the US. On release, the album was lauded by the vast majority of critics for its innovations in music production, songwriting and graphic design, for bridging a cultural divide between popular music and legitimate art, and for providing a musical representation of its generation and the contemporary counterculture. It won four Grammy Awards in 1968, including Album of the Year, the first rock LP to receive this honour.
  
(...)
  
   
Sgt. Pepper is regarded by musicologists as an early concept album that advanced the use of extended form in popular music while continuing the artistic maturation seen on the Beatles' preceding releases. It has been described as one of the first art rock LPs, aiding the development of progressive rock, and credited with marking the beginning of the Album Era. An important work of British psychedelia, the album incorporates a range of stylistic influences, including vaudeville, circus, music hall, avant-garde, and Western and Indian classical music. In 2003, the Library of Congress placed Sgt. Pepper in the National Recording Registry, honouring the work as "culturally, historically, or aesthetically significant. That same year, Rolling Stone magazine ranked it number one in its list of the "500 Greatest Albums of All Time". As of 2011, it has sold more than 32 million copies worldwide, making it one of the best-selling albums in history. Professor Kevin J. Dettmar, writing in the Oxford Encyclopedia of British Literature, described it as "the most important and influential rock and roll album ever recorded". It is the best selling album worldwide of the 1960s. 

  

 


A batalha de Montijo foi há 379 anos


A Batalha de Montijo foi travada em 26 de maio de 1644, em Montijo, município na província de Badajoz, na Estremadura de Espanha, entre exércitos portugueses e espanhóis.
Matias de Albuquerque (que recebeu pelo feito o título de Conde de Alegrete) sabia que as tropas filipinas eram comandadas pelo Marquês de Torrecusa, e estava desejoso de afirmar a sua própria presença. Ainda que com grandes dificuldades, juntou seis mil homens de infantaria, mil e cem de cavalaria e sete canhões, a fim de provocar uma batalha «a sério», e atravessando a fronteira, foi atacar Montijo, apoderando-se da praça.
Não havendo encontrado um exército na sua frente, decidiu voltar ao ponto de onde partira, sem no entanto descuidar as precauções necessárias para o caso de, durante a marcha, surgir o inimigo que procurava. Bem avisado andou o Matias de Albuquerque em se acautelar, pois o Marquês de Torrecusa, informado da incursão portuguesa, destacou um exército composto por seis mil infantes e dois mil e quinhentos cavaleiros, cujo comando confiou ao barão de Mollingen com a missão de dar batalha aos incursores. Matias de Albuquerque havia disposto da melhor maneira possível a sua gente e, ao deparar-se-lhe o inimigo - no dia 26 de maio de 1644 - viu finalmente a oportunidade que tanto desejara.
O primeiro embate no entanto, foi desastroso para as tropas de Albuquerque, cujo flanco esquerdo era o menos solidamente guarnecido. Foi nesse ponto que a cavalaria filipina atacou, provocando a debandada dos soldados de Matias de Albuquerque, entre os quais se encontrava, cerca de cento e cinquenta holandeses sob o comando de Piper. Conduzida pelo próprio barão de Mollingen, a cavalaria filipina abriu brecha no centro do dispositivo brigantino, já desorganizado pela fuga dos que debandavam sem ter sequer disparado um tiro. Um valente oficial francês ao serviço de João IV, Lamorlé, foi encontrar o fronteiro-mor combatendo a pé junto do seu cavalo abatido, e deu-lhe sem hesitar a sua própria montada. A esse gesto de abnegação deveria Matias de Albuquerque a reabilitação do seu exército e o resgate da sua honra de militar. Redobrando ânimo, relançou o olhar pelas hostes inimigas e notou imediatamente a falta de reservas. Então iniciaram-se as hostilidades, mas logo as primeiras tentativas demonstraram ao inimigo que os portugueses não seriam presa fácil. D. João da Costa colocou em bateria todas as peças de artilharia, no ponto mais propício, e metralhou vigorosamente o inimigo, impedindo-o de se reunir. O barão de Mollingen, que na verdade não dispunha de reservas, foi obrigado a procurar a salvação na fuga e só parou na outra margem do rio Guadiana, seguido pelos sobreviventes da inesperada derrota.
Além da derrota infligida às tropas espanholas, o efeito moral consequente da heroica proeza de Matias de Albuquerque teve grandes repercussões, causando júbilo em Lisboa e espantando as cortes estrangeiras ante a humilhação sofrida por Filipe IV de Espanha.
   

Sydney Pollack morreu há quinze anos...

     
Pollack teve os seus dois grandes sucessos de bilheteira, aclamados pela crítica, com Tootsie, com Dustin Hoffman, e África Minha, com Meryl Streep e Robert Redford, um de seus atores preferidos, que ganhou o Óscar de melhor filme de 1985 e deu a Pollack o de melhor diretor.
Ele dirigiu, além de outros inúmeros filmes, os episódios das séries de TV "O Fugitivo" e "The Alfred Hitchcock Hour".
Morreu de cancro, aos 73 anos, em maio de 2008, na sua casa de Pacific Palisades, distrito de Los Angeles, Califórnia.
  

Stevie Nicks - 75 anos...!

    
Stephanie Lynn "Stevie" Nicks (Phoenix, 26 de maio de 1948) é uma cantora e compositora norte-americana que, na sua carreira como cantora da banda de rock Fleetwood Mac e como cantora a solo, já vendeu mais de 140 milhões de discos em todo o mundo. Conhecida como "Rainha Reinante do Rock and Roll" em 1981 pela revista Rolling Stone, é considerada um dos "100 Maiores Cantores(as) de todos os Tempos" pela mesma revista. Colocada no Rock and Roll Hall of Fame em conjunto com seus companheiros dos Fleetwood Mac em 1998, ela tem treze nomeações para os Grammy, divididos entre a banda e como cantora a solo.
Nicks juntou-se aos Fleetwood Mac em 1974, juntamente com o seu companheiro Lindsey Buckingham. O segundo álbum da banda com a dupla, Rumours, lançado em 1977, foi aclamado pela crítica e tornou-se o álbum mais vendido de todos os tempos até ao ano de seu lançamento e, ainda hoje, ocupa a oitava posição nesta lista, com mais de 40 milhões de cópias vendidas. Rumours manteve-se em nº1 nas paradas norte-americanas por 31 semanas não consecutivas, alcançou a mesma posição em vários países do mundo e conquistou o Prémio Grammy de Álbum do Ano. Ele produziu quatro canções que fizeram parte do Top 10 da Billboard, com a canção Dreams, escrita e cantada por ela, atingindo o nº 1 na parada de singles.
Em 1981, ela começou uma carreira solo com o álbum Bella Donna, que alcançou o disco de platina três meses após lançado e hoje já acumula o certificado de 4 Platinas. Nicks já gravou mais sete álbuns solo de estúdio até hoje, e seu mais recente trabalho chama-se In Your Dreams, lançado em 2011. Superando o vício em cocaína e dependência de tranquilizantes, ela continua sendo uma das mais populares cantoras em seu país. É conhecida por sua voz característica, estilo visual místico e letras simbólicas, assim como por sua famosa (e tensa) química com seu ex-companheiro de vida e de banda, Lindsey Buckingham.
Teve uma participação especial, em 2013, na série American Horror Story: Coven. Uma de suas canções a solo, "Edge of Seventeen", figurou na banda sonora do jogo eletrónico Grand Theft Auto IV, mais precisamente na rádio Liberty Rock Radio 97.8 com Edge of Seventeen e em Grand Theft Auto V, mais precisamente na rádio Los Santos Rock Radio com "I Can't Wait". Também teve a sua banda sonora da música "Edge of Seventeen" no filme Escola de Rock em 2003. 
  

 


Andy Fletcher morreu há um ano...


Andrew John Leonard Fletcher (Nottingham, 8 July 1961 – 26 May 2022), also known as Fletch, was an English keyboard player, DJ, and founding member of the electronic band Depeche Mode. In 2020, he and the band were inducted into the Rock and Roll Hall of Fame.

 

in Wikipédia

 


quinta-feira, maio 25, 2023

Saudades de Desmond Dekker...

O massacre de Houla foi há onze anos...


(imagem daqui)
    
O massacre de Houla foi um ataque que aconteceu em 25 de maio de 2012, em duas vilas na região de Houla, na Síria. De acordo com a Organização das Nações Unidas, 108 pessoas foram mortas, incluindo 34 mulheres e 49 crianças. Enquanto uma pequena proporção das mortes pareciam ser resultantes do uso tanques e artilharia do Exército Sírio, a ONU anunciou mais tarde que a maioria das vítimas do massacre haviam sido executadas em dois incidentes separados Milícias ligadas ao governo, conhecidas como Shabiha, também são consideradas como prováveis responsáveis pelas mortes. Os moradores afirmaram que haviam enviado a ONU um pedido de ajuda antes do massacre, alertando-os sobre um ataque iminente pelo governo, mas não obtiveram respostas dos representantes.
A agência de notícias oficial do governo sírio e alguns jornalistas afirmaram que grupos terroristas do Al-Qaeda ou ligados à oposição foram responsáveis ​​pelas mortes, enquanto os residentes de Houla e grupos de oposição alegaram que militares sírios e membros da milícia Shabiha, leais ao presidente Bashar al-Assad, foram os agressores.
Os quinze países do Conselho de Segurança das Nações Unidas condenaram por unanimidade o governo sírio pelo seu papel no massacre. Aliados da Síria, Rússia e China, concordaram pela primeira vez com a resolução dos demais países. Os Estados Unidos, o Reino Unido e outras nove nações expulsaram embaixadores e diplomatas sírios.
   

Ian McKellen faz hoje 84 anos

       
Sir Ian Murray McKellen (Burnley, Lancashire, 25 de maio de 1939) é um ator inglês de teatro e cinema. Com uma carreira de mais de seis décadas, ele é conhecido por suas atuações na tela e no palco em géneros que vão desde dramas shakespearianos e teatro moderno até filmes e trabalhos de fantasia e ficção científica. Considerado um ícone cultural britânico, ele recebeu incontáveis prémios e honrarias, incluindo um Tony Award, um Golden Globe Award e seis Laurence Olivier Awards, além de nomeações para dois Óscares, cinco BAFTA Awards e cinco Primetime Emmy Awards.

McKellen iniciou sua carreira profissional em 1961 no Belgrade Theatre como membro de sua conceituada companhia de repertório. Em 1965, McKellen fez sua primeira aparição nos famosos teatros de West End. Em 1969, foi convidado para se juntar ao Prospect Theatre Company para assumir o papel principal nas peças Richard II (de Shakespeare) e Edward II (de Marlowe), com ele a tornar-se um dos principais atores clássicos do país. Na década de 70 McKellen tornou-se um membro importante da Royal Shakespeare Company e da Royal National Theatre. Em 1981 ele recebeu a sua primeira nomeação para o Tony Award e venceu na secção de Melhor Ator pelo seu papel como Antonio Salieri na peça Amadeus. Ele alcançou fama mundial por seus papéis no cinema, incluindo o papel principal no filme Richard III (1995), James Whale em Gods and Monsters (1998), Magneto nos filmes da série X-Men e como Gandalf nas trilogias The Lord of the Rings e The Hobbit. A BBC afirmou como as suas performances "garantiram a ele um lugar no cânone dos atores ingleses de teatro e cinema".

McKellen foi elevado a cavaleiro em 1991 por serviços às artes cénicas e foi nomeado Companheiro de Honra por serviços prestados ao drama e à igualdade nas honras de Ano Novo de 2008. Ele declarou que era homossexual em 1988 e desde então tem defendido os Movimentos civis LGBT pelo mundo. Por sua contribuição social, ele recebeu o prémio Freedom of the City of London em outubro de 2014.
       

A Batalha de Dunquerque começou há 83 anos

 
A evacuação em Dunquerque
    
A Batalha de Dunquerque (em francês: Bataille de Dunkerque) foi uma batalha durante a Segunda Guerra Mundial que durou de 25 de maio a 4 de junho de 1940. Uma enorme força britânica e francesa ficou encurralada por uma divisão Panzer alemã a nordeste da França e entre o canal costeiro de Calais. Mais de 300.000 soldados aliados foram evacuados por via marítima.
   
História
Após a Guerra de Mentira, a Batalha de França começou a 11 de maio de 1940. As divisões alemãs blindadas avançaram rapidamente através da região das Ardenas movendo-se para norte. A leste as forças de infantaria alemãs invadiram e conquistaram os Países Baixos e avançaram rapidamente através da Bélgica, ficando as forças combinadas britânicas, francesas e belgas dividas em Armentières. As forças alemãs moveram-se então para norte para capturar Calais, cercando um grande número de soldados aliados contra a costa na fronteira franco-belga. Tornou-se de imediato claro para os britânicos que a batalha tinha sido perdida e que a pergunta agora era quantos soldados aliados podiam ser removidos num modo relativamente seguro para a Inglaterra antes da sua resistência a ser quebrada.
  
A 22 de maio começaram a preparação para a evacuação, com o nome de código Operação Dynamo, comandada a partir de Dover, pelo vice-almirante Bertram Ramsay. A intenção inicial era evacuar até cerca de 45.000 homens da Força Expedicionária Britânica em dois dias, mas em breve o objetivo foi alterado para resgatar 120.000 homens em cinco dias.
    

Cenas do resgate em Dunquerque
   
Evacuação de Dunquerque, Milagre de Dunquerque ou Operação Dínamo, foi uma notável operação militar da Segunda Guerra Mundial. Quase trezentos e quarenta mil soldados aliados foram evacuados sob intenso bombardeio, entre 26 de maio e 4 de junho, da cidade francesa de Dunquerque até a cidade inglesa de Dover. Um desastre decorrente da invasão da França pela forças nazis em 10 de maio de 1940, que avançou rapidamente devido a falta de efetiva resistência aliada.
Comandada pelo vice-almirante Bertram Ramsay, a intenção inicial era evacuar cerca de 45 mil homens da Força Expedicionária Britânica em dois dias, mas, em breve, o objetivo foi alterado para resgatar 120 mil homens em cinco dias.
Os exércitos britânicos, francês e belga, desdobrados ao longo de uma frente de 250 Km, curvados para dentro do Canal da Mancha, estavam cercados pelos alemães. E as tropas exaustas, empurradas constantemente para trás pelo Panzers inimigos, apertavam nervosamente as armas e esperavam em silencioso terror. A retirada era inevitável. De facto, na manhã de 26 de maio de 1940, Anthony Eden, Ministro da Guerra, havia autorizado um recuo geral para a costa, mas o General John Vereker, 6º Visconde de Gort, o franco e vigoroso Comandante-chefe da Força Expedicionária Britânica, na França, tinha as suas dúvidas.
A perspetiva da derrota viera com surpreendente e terrível rapidez. Durante oito meses, muitos dos 390.000 homens do exército de Lord Gort tinham desfrutado de uma boa vida. Iludidos de que a Linha Maginot, com seus 400 Km para o sul, era inexpugnável, haviam construído 400 casamatas de concreto armado, cavado trincheiras e fossos antitanques nos moldes semelhantes àqueles da Primeira Guerra Mundial, à espera dos alemães. Subitamente, em 10 de maio, dez divisões blindadas alemãs e 117 divisões de infantaria irromperam pela neutra Holanda, esmagando suas defesas, sucedendo-se o mesmo com a Bélgica e com o Luxemburgo, também neutros. Pouco depois sete divisões rompiam as linhas do exército francês em Sedan, atravessando facilmente as florestas e as colinas das Ardenas.
Os ingleses acorreram em socorro, atravessando a Bélgica com a expectativa de realização de grandes feitos, porém a campanha se revelou um pesadelo e a posição aliada se tornou insustentável.
A partir da ordem de Sir Eden, originou-se um deslocamento de tropas sem precedentes até então. Milhares de soldados, sob fogo cerrado das divisões alemães, deslocaram-se ao longo desta linha em direção ao mar. A retirada de um número tão grande de soldados e equipamentos era, por si só, uma tarefa monumental, sob ataque pesado do inimigo então era algo que se mostrava surreal. Acompanhando a esta movimentação estava a temível Luftwaffe em todo seu esplendor, que praticamente sem resistência no ar, bombardeava sem pudor nenhum as tropas em retirada.
    
O erro alemão
A retirada só foi efetivada devido a um erro estratégico, cuja motivação é desconhecida, sendo até hoje um mistério para os historiadores da Segunda Guerra Mundial.
A evacuação, mesmo de uma pequena parte da Força Expedicionária Britânica, constituiria um fato surpreendente, pois Dunquerque só se manteve graças a uma inexplicável reviravolta na estratégia alemã. Em 23 de maio, quando os seus tanques já se encontravam a 20 km de Dunquerque, o então General Gerd von Rundstedt, baixou um ordem : "Deter-se na linha do Canal A e instalar-se".
Ao contrário dos audazes comandantes das divisões Panzers, como Rommel, o prudente Rundstedt, de 65 anos, não aceitava o novo conceito no emprego de tanques. Mais de uma vez durante a Campanha das Ardenas, havia ordenado várias paragens, com receio de que as Divisões Blindadas se distanciassem muito das tropas de infantaria, que viriam logo atrás, para apoio e consolidação do terreno. Somado a isto, o seu entendimento era de que a planície pantanosa do Flandres não era propícia ao emprego de blindados, o que poderia atolar os Panzers e prejudicar o plano original, que era a ação sobre o coração da França.
Em 28 de maio, além das embarcações a ajudar na operação, foram chamados mais dez contratorpedeiros que tentaram naquela manhã uma nova operação de resgate. Vários milhares acabaram por ser resgatados, embora os contratorpedeiros não puderam se aproximar o necessário da praia. Outras operações de resgate no resto do dia 28 tiveram mais sucesso, tendo resgatado mais 16.000 homens, mas as operações aéreas alemãs aumentaram e várias embarcações foram afundadas ou bastante danificadas, incluindo nove contratorpedeiros. Durante a Operação Dínamo, a RAF perdeu 177 aviões e a Luftwaffe 132, sobre Dunquerque.
Em 29 de maio, a divisão Panzer alemã, que se aproximava, parou em Dunquerque, deixando assim o resto da batalha para a infantaria e força aérea. Na tarde do dia 30, um outro grande grupo de embarcações menores conseguiu resgatar 30 mil homens. No dia 31 de maio, as forças aliadas estavam comprimidas num espaço de 5 km desde De Panne, Bray-Dunes a Dunquerque; nesse dia mais de 68 mil soldados foram evacuados, e outros 10 mil, durante a noite. Em 1 de junho, outros 65.000 foram resgatados e as operações continuaram até 4 de junho.
Um total de cinco nações fizeram parte da evacuação de Dunquerque: Reino Unido, França, Bélgica, Países Baixos e Polónia.
   
Tropas evacuadas
Data   Nas praias   No porto de Dunquerque Total
27 maio - 7.669 7.669
28 maio 5.930 11.874 17.804
29 maio 13.752 33.558 47.310
30 maio 29.512 24.311 53.823
31 maio 22.942 45.072 68.014
1 junho 17.348 47.081 64.429
2 junho 6.695 19.561 26.256
3 junho 1.870 24.876 26.746
4 junho 622 25.553 26.175
Totais 98.780 239.446 338.226
   

Um Cantor nunca morre enquanto for recordado...

Os 45 minutos mais fantásticos da história do Atletismo foram há 88 anos

            
James Cleveland "Jesse" Owens (Oakville, Alabama, September 12, 1913 – Tucson, Arizona, March 31, 1980) was an American track and field athlete and four-time Olympic gold medalist.
Owens specialized in the sprints and the long jump and was recognized in his lifetime as "perhaps the greatest and most famous athlete in track and field history". His achievement of setting three world records and tying another in less than an hour at the 1935 Big Ten track meet has been called "the greatest 45 minutes ever in sport" and has never been equaled. At the 1936 Summer Olympics in Berlin, Germany, Owens won international fame with four gold medals: 100 meters, 200 meters, long jump, and 4x100 meter relay. He was the most successful athlete at the games and as such has been credited with "single-handedly crush[ing] Hitler's myth of Aryan supremacy."
The Jesse Owens Award, USA Track and Field's highest accolade for the year's best track and field athlete, is named after him, and he was ranked by ESPN as the sixth greatest North American athlete of the twentieth century and the highest-ranked in his sport.
    
(...)
    
Owens's greatest achievement came in a span of 45 minutes on May 25, 1935, during the Big Ten meet at Ferry Field in Ann Arbor, Michigan, where he set three world records and tied a fourth. He equaled the world record for the 100 yard dash (9.4 seconds); and set world records in the long jump (26 ft 8 14 in or 8.13 m, a world record that would last 25 years); 220-yard (201.2 m) sprint (20.3 seconds); and 220-yard (201.2 m) low hurdles (22.6 seconds, becoming the first to break 23 seconds). In 2005, University of Central Florida professor of sports history Richard C. Crepeau chose these wins on one day as the most impressive athletic achievement since 1850. 
  

Klaus Meine, o vocalista dos Scorpions, celebra hoje 75 anos

   
Klaus Meine (Hannover, 25 de maio de 1948) é um cantor e compositor, integrante da banda Scorpions.
Klaus Meine foi vocalista e guitarrista de duas bandas, a primeira se chamava The Mushrooms e a segunda Copernicus, isso no começo dos anos 60, antes de ingressar na banda Scorpions.
A carreira nos Scorpions começou quando Klaus conheceu Rudolf Schenker, fundador da banda, juntamente com o seu irmão Michael Schenker, em 1969, de modo que juntos formaram a banda com Lothar Heimberg (baixo) e Wolfgang Dziony (bateria).  
Quando era adolescente Klaus Meine ouvia muito rock dos anos 50 e 60, principalmente o dos Beatles (o que ele confirma no DVD Unbreakable "One Night in Vienna") que o influenciou a cantar, tocar e criar a sua primeira banda: The Mushrooms.
Ao lado de Rudolf Schenker, Klaus Meine jamais deixou os Scorpions e, juntamente com ele, é responsável pela maioria das composições da banda. Nascido em 1948, Klaus é natural de Hannover, cidade no sudeste da Alemanha, sempre esteve ligado à música, por influência do pai, Hugo Meine. Começou a tocar em pubs alemães e, em 1969, conheceu Rudolf, que lhe apresentou o seu irmão, o guitarrista Michael Schenker e o indicou para tocar na banda que Klaus tinha na época, os Copernicus. Um ano mais tarde os dois juntaram-se aos Scorpions.
Os Scorpions passaram os sete primeiros anos de carreira tentando conquistar o público em bares locais, vindo a gravar seu primeiro disco em 1972, com Klaus Meine nos vocais, logo após isso Lothar Heimberg e Wolfgang Dziony resolvem abandonar o grupo e Michael Schenker passa a ser o guitarrista da banda londrina UFO, sozinho com Rudolf, Klaus dá continuidade ao trabalho, entrando em contato com o guitarrista Uli Jon Roth, que convida o baixista Francis Buchholz, lançando o segundo disco Fly To The Rainbow em 1974, logo após convida Rudy Lenners para assumir a bateria e lançam o terceiro disco In Trance fazendo sucesso em toda a Europa
Klaus e Rudolf, reformulam o Scorpions. Com a entrada do guitarrista Ulrich Roth os Scorpions fazem grande sucesso na Europa, graças aos ótimos álbuns que lança, a voz marcante de Klaus e as suas composições ao lado de Rudolf.
Em 1981, Klaus perdeu a sua voz após a Animal Magnetism Tour, como consequência do aparecimento de nódulos nas suas cordas vocais. Ele chegou a pensar em abandonar a banda, com receio de não poder mais cantar. E foi aí que Meine recebeu a maior prova de amizade de seus companheiros, que aguardaram Klaus recuperasse da delicada cirurgia que sofreu às cordas vocais para prosseguirem. 
Após consultar um fonoaudiologista sobre o problema, Klaus Meine foi aconselhado a deixar de lado a carreira, recorrendo à ajuda de um famoso especialista em Viena, que tratava cantores de ópera, passou por duas cirurgias e um treino vocal intenso, tratamento tão eficiente que Klaus Meine voltou com amplitude vocal ainda maior do que tinha anteriormente.
Três anos após as cirurgias e o tratamento, Klaus Meine gravou em 1984 "Still Loving You", um dos hinos do rock mundial, o grande sucesso, até hoje, do álbum "Love at First Sting".
  
Klaus Meine canta desde os nove anos de idade, e além disso toca instrumentos como viola, viola de 12 cordas, guitarras elétricas e acústicas. Também foi responsável pela maioria das composições do grupo, como "Still loving you", Wind of Change, "Send me an Angel", "Rhythm of Love", "In Trance", "Rock you like a Hurricane", "When the smoke is going down", "Blackout", "Dynamite", "Big City Nights", "Can't live without you", "No one like you", entre outras.
   
Possui mais de 50 anos de carreira, pois começou a cantar aos nove anos. Considerado um alemão simpático, gosta de ler biografias; de praticar desportos como futebol, ténis e basquetebol; de viajar para lugares como Berlim, Los Angeles, Paris e Nova york e de dirigir carros como os da marca Mercedes. É motivado por novos desafios, pessoas e música. É casado com Gabi Meine, que conheceu depois de um show em 1972. Na época, Gabi tinha apenas 16 anos. São casados desde 1972. O casal tem um filho: Christian Julian, nascido em 1985. Faz ações sociais com a Nordoff Robbins e com a Unicef. Antes de ser músico era vendedor de cortinas.
     
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