sábado, outubro 23, 2021
A Hungria revoltou-se e derrubou os comunistas há 65 anos
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
Marcadores: Budapeste, comunismo, direitos humanos, Hungria, Imre Nagy, Pacto de Varsóvia, pena de morte, Revolução Húngara de 1956, URSS
Weird Al Yankovic - 62 anos
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
Marcadores: Another One Rides the Bus, humorista, música, Weird Al Yankovic
Larousse nasceu há 204 anos
Postado por Fernando Martins às 02:04 0 comentários
Marcadores: enciclopédia, França, Larousse, Pierre Larousse
Théophile Gautier morreu há 149 anos
Absence
Reviens, reviens, ma bien-aimée !
Comme une fleur loin du soleil,
La fleur de ma vie est fermée
Loin de ton sourire vermeil.
Entre nos cœurs tant de distance !
Tant d'espace entre nos baisers !
Ô sort amer ! Ô dure absence !
Ô grands désirs inapaisés !
D'ici là-bas, que de campagnes,
Que de villes et de hameaux,
Que de vallons et de montagnes,
À lasser le pied des chevaux !
Au pays qui me prend ma belle,
Hélas ! Si je pouvais aller ;
Et si mon corps avait une aile
Comme mon âme pour voler !
Par-dessus les vertes collines,
Les montagnes au front d'azur,
Les champs rayés et les ravines,
J'irais d'un vol rapide et sûr.
Le corps ne suit pas la pensée ;
Pour moi, mon âme, va tout droit,
Comme une colombe blessée,
S'abattre au rebord de son toit.
Descends dans sa gorge divine,
Blonde et fauve comme de l'or,
Douce comme un duvet d'hermine,
Sa gorge, mon royal trésor ;
Et dis, mon âme, à cette belle :
« Tu sais bien qu'il compte les jours,
Ô ma colombe ! À tire d'aile
Retourne au nid de nos amours. »
Théophile Gautier
Postado por Fernando Martins às 01:49 0 comentários
Marcadores: decadentismo, França, modernismo, Parnasianismo, poesia, Simbolismo, Théophile Gautier
O Padre Américo nasceu há 134 anos
Postado por Fernando Martins às 01:34 0 comentários
Marcadores: Casa do Gaiato, Igreja Católica, Padre Américo
Jean Absil nasceu há 128 anos
Jean Absil est un compositeur et pédagogue belge, né à Bon-Secours en Belgique le 23 octobre 1893 et décédé à Uccle (Bruxelles) le 2 février 1974.
Postado por Fernando Martins às 01:28 0 comentários
Marcadores: Bélgica, Jean Absil, música
Hermínia Silva nasceu há 114 anos
Chegou a ser aprendiz de alfaiate numa alfaiataria na Rua dos Fanqueiros, mas cedo começou a interessar-se por uma vida artística. Frequentadora da Sociedade de Recreio Leais Amigos, acaba por se inscrever no grupo como amadora na arte de representar, em 1925, tendo cantado os primeiros fados acompanhada ao piano. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado.
A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fora ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As "histórias" dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo.
Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos, em 1929, Hermínia Silva estreava-se numa revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o Fado vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional, chegando a afirmar-se, que a fadista tinha "uma multidão de admiradores fanáticos". A sua melismática criativa, a inclusão no Fado, de letras menos tristes, por vezes com um forte cunho de crítica social, e o seu empenho em trazer para o Fado e para a guitarra portuguesa, fados não tradicionais, compostos por maestros como Jaime Mendes, compositores como Raul Ferrão, criando assim o chamado "fado musicado", aquele fado cuja música corresponde unicamente a uma letra, se bem que composto segundo a base do Fado, e em especial, tendo em atenção as potencialidades da guitarra portuguesa.
Hermínia Silva torna-se assim, sem o haver planeado, num dos vértices do Fado, tal qual ele existe, enquanto estilo musical: Alfredo Marceneiro foi o primeiro vértice, o da exploração estilística do Fado Tradicional. Viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a "inaugurar" a futura Canção Nacional, com acompanhamentos de grandes orquestras, dirigidas por maestros, que também eram compositores. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano.
Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, Aldeia da Roupa Branca (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Nascera assim, a que viria a ser considerada, a segunda artista mais popular do século XX português, depois de Amália Rodrigues, o terceiro vértice do Fado, ainda por nascer.
Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas.
Em 1943 é chamada para mais um filme, o Costa do Castelo, em 1946 roda o Homem do Ribatejo, passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Efectivamente, consegue alcançar tal êxito no Teatro, que o SNI, atribui-lhe o "Prémio Nacional do Teatro", um galardão muito cobiçado na época. Até 1969, em "O Diabo era Outro", a popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso. No ano de 1949, casa com Manuel Guerreiro, mas como verificámos a sua carreira prossegue muito ligada ao teatro, actuando em diversas peças nos palcos do Teatro Maria Vitória, Variedades, Apolo, Politeama ou Avenida. Neste último Teatro Avenida é-lhe prestada uma homenagem em Dezembro de 1945.
Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua casa: o Solar da Hermínia, restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística.
Felizmente, o Estado Português, o Antigo e o Contemporâneo, reconheceu Hermínia Silva. São vários os Prémios e Condecorações, as distinções e as nomeações, justíssimas para uma artista, que fez escola, e que hoje, constitui um dos três maiores nomes da Canção Nacional, ao lado de Marceneiro e de Amália, que por razões diferentes, pelos "apports" de forma e conteúdo distintos que trouxeram à Canção de Lisboa, fizeram dela, o Fado, tal qual hoje é entendido, cantado, tocado e formatado.
A fadista cantou quase até falecer, a 13 de junho de 1993, aos 85 anos. Morria assim uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista português. Está sepultada no Cemitério dos Prazeres.
- 1920 - Canta para Alfredo Marceneiro e para os amigos, entre os quais Armandinho, que adoravam ouvir a "miúda".
- 1926 - Começa a cantar no Valente das Farturas, no Parque Mayer. Alfredo Marceneiro canta ao lado, no Júlio das Farturas.
- 1929 - Na Esplanada Egípcia, no Parque Mayer, interpreta Ouro Sobre Azul, De Trás da Orelha e Off-Side.
- 1932 - Ainda no Parque, muda-se para o Teatro Maria Vitória, onde actua na opereta A Fonte Santa.
- 1933 - Ingressa no Teatro Variedades, onde é segunda figura, logo a seguir a Beatriz Costa. Canta e representa em inúmeras revistas.
- 1958 - Inaugura o Solar da Hermínia, no Bairro Alto, ao qual se dedicará de tal forma que deixa o teatro de revista. Estará à frente desta casa durante 25 anos.
- 1970 - Faz uma digressão de 3 meses ao Brasil.
- 1982 - Fecha o Solar da Hermínia, o ponto de referência da sua carreira e onde inúmeros artistas despontaram.
- 1987 - Na discoteca Loucuras! dá um espectáculo memorável, na presença do então Presidente da República, Mário Soares.
Postado por Fernando Martins às 01:14 0 comentários
Marcadores: cinema, Fado, Hermínia Silva, música, Rosa Enjeitada, Teatro de Revista
O baixo Robert Trujillo faz hoje 57 anos
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
Marcadores: baixo, Broken Beat and Scarred, Funk metal, grunge, hard rock, hardcore punk, heavy metal, Metallica, música, Robert Trujillo, Thrash metal
Ryan Reynolds nasceu há 45 anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Ryan Reynolds
Um duplo atentado pôs em fuga a Força Multinacional do Líbano há 38 anos
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: Beirute, carro-bomba, Guerra Civil Libanesa, Líbano, tentados contra os quartéis de Beirute em 1983, terrorismo
Michael Crichton nasceu há 79 anos
John Michael Crichton (Chicago, 23 de outubro de 1942 - Los Angeles, 4 de novembro de 2008) foi um escritor, produtor de filmes e de televisão norte-americano. Os seus trabalhos mais conhecidos são romances de ficção científica, dentre os quais, a sua obra mais conhecida, Parque Jurássico, adaptado para o cinema por Steven Spielberg, com o título Jurassic Park, e a série de televisão ER.
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: cinema, ER, literatura, literatura fantástica, Michael Crichton, Parque Jurássico, techno-thriller, televisão
Música adequada à data...!
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
Marcadores: humorista, música, Perform This Way, Weird Al Yankovic
Porque, aparentemente, hoje a Terra faz hoje (poucos) anos...
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: Arcebispo de Armagh, criacionismo, geohumor, Jorge Sousa Braga, poesia, Usher
sexta-feira, outubro 22, 2021
E começou a Queima!
Postado por Fernando Martins às 22:30 0 comentários
Marcadores: AAC, Coimbra, Fado de Coimbra, Queima das Fitas, Serenata Monumental, Universidade de Coimbra
O Dia do Grande Desapontamento foi há 177 anos
Postado por Fernando Martins às 17:07 0 comentários
Marcadores: adventistas, Baha'i, Dia do Grande Desapontamento, Igreja Adventista do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, William Miller
A PIDE foi criada há 76 anos
Funções
No contexto das suas funções no setor da segurança do Estado, destaca-se a importância da atividade da PIDE na neutralização da oposição ao Estado Novo.
A PIDE utilizava a tortura para obter informações e foi responsável por alguns crimes sangrentos, como o assassinato do militante do Partido Comunista Português (PCP) José Dias Coelho e do General Humberto Delgado. Este último foi atraído para uma emboscada, só possível pela introdução de informadores nas organizações que o general liderava ou na sua teia mais íntima de relações pessoais, ultrapassando mesmo as fronteiras nacionais (não só o crime foi cometido em território espanhol como os informadores se encontravam instalados no Brasil, na França e na Itália).
Durante a Guerra do Ultramar, a PIDE, até aí virtualmente ausente dos territórios africanos, assumiu nos três teatros de operações a função de serviço de informações e - constituindo, enquadrando e dirigindo milícias próprias, os Flechas, compostas por africanos, por vezes desertores das guerrilhas - colaborou com as forças militares no terreno. Neste âmbito, poderá a sua ação ter também ultrapassado as fronteiras; com efeito, são-lhe atribuídas responsabilidades, quer no atentado que vitimou o dirigente da FRELIMO Eduardo Mondlane, quer na manipulação dos descontentes do PAIGC que, num "golpe de Estado" dentro do partido, assassinaram o dirigente independentista Amílcar Cabral.
Pelo Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de Novembro de 1969, o Governo presidido por Marcello Caetano substituiu a PIDE pela Direcção-Geral de Segurança (DGS), que, por sua vez, foi extinta na sequência da Revolução de 25 de abril de 1974, pelo Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de abril.
Postado por Fernando Martins às 07:06 0 comentários
Marcadores: direitos humanos, estado novo, II República, PIDE, Salazar
El-Rei D. Fernando I morreu há 638 anos
Postado por Fernando Martins às 06:38 0 comentários
Marcadores: D. Fernando I, dinastia de Borgonha, El-Rei
Jeff Goldblum - 69 anos
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Jeff Goldblum, judeus, Jurassic Park
Oswald de Andrade morreu há 67 anos
Canto de Regresso à Pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os pássaros daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Oswald de Andrade
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
Marcadores: Brasil, literatura, modernismo, Oswald de Andrade, poesia
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