O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Ian Curtis nasceu no Memorial Hospital, em Old Trafford, Manchester, em 1956, filho de Doreen Elizabeth Curtis e Kevin Curtis. Ele cresceu na área de Hurdsfield, em Macclesfield. Ainda muito jovem, Ian já demonstrava talento para a composição de músicas e poesia. Embora tenha se formado na King's School
de Macclesfield aos 11 anos de idade, Ian nunca demonstrou interesse
no sucesso académico, focando os seus interesses e ambições na área da
indústria musical.
A sua paixão pela música levou-o a trabalhar numa loja de discos num curto período de tempo. Ian também trabalhou como funcionário público em Manchester e, mais tarde, em Macclesfield.
Ian Curtis decidiu seu destino após assistir a uma apresentação dos Sex Pistols em 1976, onde ele se convenceu de que queria estar no palco, e não no meio do público. Ian então conheceu os jovens Bernard Sumner e Peter Hook.
Ian tinha visto o cartaz dos dois rapazes que estavam tentando formar
uma banda e ele propôs-se a ser o vocalista e escritor das letras - e
os três então firmaram o acordo.
Os três recrutaram (e rejeitaram) uma sucessão de bateristas até aceitarem Stephen Morris como o quarto membro da banda, que se chamou Warsaw por um curto período de tempo até mudar seu nome para Joy Division, em 1978, por causa de conflitos com o nome de uma outra banda: Warsaw Pact.
Diz-se que a persistência de Ian Curtis ajudou a assegurar à banda um contrato de gravação com a hoje lendária gravadora Factory Records, de Tony Wilson. Ian convenceu Tony Wilson a permitir sua banda tocar "Shadowplay" no Granada Reports - um programa regional de televisão apresentado por Tony. Após estabelecer a Factory Records com Alan Erasmus, Tony Wilson aceitou a banda no seu selo.
Durante as apresentações do Joy Division, Ian Curtis desenvolveu um estilo único de dançar, reminiscente dos ataques epiléticos
dos quais sofria, algumas vezes no palco. O efeito era tal que as
pessoas que estavam no público não sabiam se ele estava dançando ou
tendo um ataque. Ele algumas vezes desmaiou e teve de ter atendimento
médico ainda no palco, já que sua saúde sofria com a intensa rotina de
apresentações dos Joy Division. A primeira crise epilética de Ian
aconteceu no dia 27 de dezembro de 1978, quando a banda voltava de seu primeiro show realizado em Londres, no pub Hope and Anchor.
Muitas das canções que Ian Curtis escreveu são carregadas com imagens
de dor emocional, morte, violência, alienação e degeneração urbana.
Tais temas recorrentes levaram os fãs e a esposa de Ian, Deborah, a acreditar que Ian escrevia sobre sua própria vida. Ian certa vez comentou a respeito numa entrevista: "Escrevo
sobre as diferentes formas que diferentes pessoas lidam com certos
problemas, e como essas pessoas podem se adaptar e conviver com eles".
Ian cantava com um estranho timbre baixo-barítono,
o que fazia com que sua voz parecesse pertencer a alguém muito mais
velho que ele realmente era. Ele também era fascinado pela escaleta
Hohner, um instrumento que foi-lhe mostrado pela esposa de Tony
Wilson, Lindsey Reade, pouco tempo antes da morte de Ian. Ele utilizou o
instrumento ao vivo pela primeira vez durante uma passagem de som do Leigh Rock Festival em 1979,
após o que ele adquiriu uma coleção de oito desses instrumentos. A
fascinação de Ian Curtis pela escaleta levaria Bernard Sumner a utilizar
o instrumento tempos depois, nos New Order.
Os Joy Division, e em particular Ian Curtis, tiveram seu estilo de gravação desenvolvido pelo produtor Martin Hannett. Alguns de seus trabalhos mais inovadores foram criados no Cargo Recording Studios em 1979, um estúdio que fora desenvolvido por John Peel e seus investimentos financeiros. John Peel era um grande fã do Joy Division e de Ian Curtis.
A última apresentação ao vivo de Ian Curtis aconteceu no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês de sua morte. Essa apresentação incluiu a primeira e última performance da música "Ceremony" pelos Joy Division - música que foi depois usada pelos New Order. A última música que Ian Curtis executou frente ao público foi "Digital". A gravação da apresentação pode ser encontrada no álbum de compilações Still.
Os problemas pessoais de Ian Curtis, como o divórcio conturbado da sua esposa e um caso extra-conjugal com a jornalista belgaAnnik Honoré, poderão ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade. De acordo com o livro Touching From A Distance, Ian ingeriu uma overdose
de medicamentos para epilepsia e foi parar num hospital poucos meses
antes de sua morte. Acredita-se que tal overdose tenha sido um "pedido
de socorro", mas Ian disse a seus companheiros de banda que não havia
ingerido uma overdose. O livro conta que Bernard Sumner levou Ian a
um cemitério após sua saída do hospital, para lhe mostrar onde ele poderia ter ido parar caso a overdose tivesse sido fatal.
Na noite do dia 17 de maio, dias antes do início da primeira turnê dos Joy Division nos Estados Unidos, Ian assistiu a um de seus filmes favoritos, Stroszek, de Werner Herzog, enquanto ouvia Weeping, momentos antes de se enforcar falou por telefone com Genesis P-Orridge. E nas primeiras horas da manhã do dia 18 de maio, Ian enforcou-se na sua cozinha, utilizando uma corda que sustentava o varal de roupas, segundo se conta, ouvindo o disco The Idiot, primeiro lançamento do cantor norte-americanoIggy Pop.
Os pontos de vista e as preferências de Ian Curtis continuam a gerar
especulações sobre as reais razões pelas quais ele resolveu tirar a
própria vida. Alguns dizem que ele simplesmente desejou morrer jovem.
Mas o facto é que Ian já era conturbado em sua adolescência, com
pensamentos e ideologias de contracultura, uma mente provavelmente já farta do mundo ao seu redor.
Ian Curtis foi cremado e as suas cinzas foram enterradas em Macclesfield, com uma lápide com a inscrição "Love Will Tear Us Apart" ("O Amor Vai Nos Separar"). O epitáfio, escolhido por sua esposa Deborah, é uma referência à canção mais conhecida do Joy Division.
Ian Curtis decidiu o seu destino após assistir a uma apresentação dos Sex Pistols em 1976, onde se convenceu de que queria estar no palco, e não no meio do público. Ian então conheceu os jovens Bernard Sumner e Peter Hook.
Ian tinha visto o cartaz dos dois jovens que estavam tentando formar
uma banda e ele propôs-se a ser o vocalista e escritor das letras - e
os três então firmaram o acordo.
Os três recrutaram (e rejeitaram) uma sucessão de bateristas até a decisão de aceitar Stephen Morris como o quarto membro da banda, que se chamou Warsaw durante um curto período de tempo até mudar o seu nome para Joy Division, em 1978, por causa de conflitos com o nome de uma outra banda, os Warsaw Pact.
Diz-se que a persistência de Ian Curtis ajudou a assegurar à banda um contrato de gravação com a hoje lendária gravadora Factory Records, de Tony Wilson. Ian convenceu Tony Wilson a permitir sua banda tocar "Shadowplay" no Granada Reports — um programa regional de televisão apresentado por Tony. Após estabelecer a Factory Records com Alan Erasmus, Tony Wilson aceitou a banda no seu selo.
Durante as apresentações do Joy Division, Ian Curtis desenvolveu um estilo único de dançar, reminiscente dos ataques epiléticos
dos quais sofria, algumas vezes no palco. O efeito era tal que as
pessoas que estavam no público não sabiam se ele estava dançando ou
tendo um ataque. Ele algumas vezes desmaiou e teve de ter atendimento
médico ainda no palco, já que sua saúde sofria com a intensa rotina de
apresentações dos Joy Division. A primeira crise epilética de Ian
aconteceu no dia 27 de dezembro de 1978, quando a banda voltava de seu primeiro show realizado em Londres, no pub Hope and Anchor.
Muitas das canções que Ian Curtis escreveu são carregadas com imagens
de dor emocional, morte, violência, alienação e degeneração urbana.
Tais temas recorrentes levaram os fãs e a esposa de Ian, Deborah, a acreditar que Ian escrevia sobre sua própria vida. Ian certa vez comentou a respeito numa entrevista: "Escrevo
sobre as diferentes formas que diferentes pessoas lidam com certos
problemas, e como essas pessoas podem se adaptar e conviver com eles".
Ian cantava com um estranho timbre baixo-barítono,
o que fazia com que sua voz parecesse pertencer a alguém muito mais
velho que ele realmente era. Ele também era fascinado pela escaleta
Hohner, um instrumento que foi mostrado a ele pela esposa de Tony
Wilson, Lindsey Reade, pouco tempo antes da morte de Ian. Ele utilizou o
instrumento ao vivo pela primeira vez durante uma passagem de som do Leigh Rock Festival em 1979,
após o que ele adquiriu uma coleção de oito desses instrumentos. A
fascinação de Ian Curtis pela escaleta levaria Bernard Sumner a utilizar
o instrumento tempos depois, nos New Order.
Os Joy Division, e, em particular, Ian Curtis, tiveram o seu estilo de gravação desenvolvido pelo produtor Martin Hannett. Alguns de seus trabalhos mais inovadores foram criados no Cargo Recording Studios em 1979, um estúdio que fora desenvolvido por John Peel e seus investimentos financeiros. John Peel era um grande fã dos Joy Division e de Ian Curtis.
A última apresentação ao vivo de Ian Curtis aconteceu no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês de sua morte. Essa apresentação incluiu a primeira e última performance da música "Ceremony" pelos Joy Division - música que foi depois usada pelos New Order. A última música que Ian Curtis executou frente ao público foi "Digital". A gravação da apresentação pode ser encontrada no álbum de compilações Still.
Os problemas pessoais de Ian Curtis, como o divórcio conturbado da sua esposa e um caso extra-conjugal com a jornalista belgaAnnik Honoré, poderão ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade. De acordo com o livro Touching From A Distance, Ian ingeriu uma overdose
de medicamentos para epilepsia e foi parar num hospital poucos meses
antes de sua morte. Acredita-se que tal overdose tenha sido um "pedido
de socorro", mas Ian disse aos seus companheiros de banda que não
havia ingerido uma overdose. O livro conta que Bernard Sumner levou
Ian a um cemitério após sua saída do hospital, para lhe mostrar onde ele poderia ter ido parar caso a overdose tivesse sido fatal.
Na noite do dia 17 de maio, dias antes do início da primeira turnê dos Joy Division nos Estados Unidos, Ian assistiu a um de seus filmes favoritos, Stroszek, de Werner Herzog, enquanto ouvia Weeping, momentos antes de se enforcar falou por telefone com Genesis P-Orridge. E nas primeiras horas da manhã do dia 18 de maio, Ian enforcou-se na cozinha, utilizando uma corda que sustentava o varal de roupas, segundo se conta, ouvindo o disco The Idiot, primeiro lançamento do cantor norte-americanoIggy Pop.
Os pontos de vista e as preferências de Ian Curtis continuam a gerar
especulações sobre as reais razões pelas quais ele resolveu tirar a
própria vida. Alguns dizem que ele simplesmente desejou morrer jovem.
Mas o facto é que Ian já tinha uma mente conturbada desde a sua
adolescência, com pensamentos e ideologias de contracultura, uma mente provavelmente já farta do mundo ao seu redor.
Ian Curtis foi cremado e as suas cinzas foram enterradas em Macclesfield, com uma lápide com a inscrição "Love Will Tear Us Apart" ("O Amor Vai Nos Separar"). O epitáfio, escolhido pela sua esposa Deborah, é uma referência à canção mais conhecida do Joy Division. Em 2008, a polícia britânica anunciou que essa lápide foi roubada do cemitério de Macclesfield.
As autoridades locais buscam testemunhas e investigam, mas, como não
havia câmaras de segurança no local, não foi descoberto o autor.
Lápide do pequeno túmulo de Curtis
Legado
Os membros remanescentes dos Joy Division formaram a banda New Order
após a morte de Ian Curtis. A banda havia feito um acordo de que os
Joy Division não continuariam se um dos membros deixasse a banda ou
morresse. O primeiro álbum dos New Order, Movement, possui uma canção intitulada I.C.B., que significa "Ian Curtis Buried" ("Ian Curtis Enterrado").
Em maio de 2007, um filme britânico sobre a vida e a morte de Ian Curtis, intitulado Control, estreou no Festival de Cannes. No papel de Ian Curtis está o actor britânico Sam Riley (em seu primeiro filme como actor principal), que nasceu em 1980, cerca de quatro meses antes do suicídio de Ian Curtis. O filme é dirigido pelo neerlandêsAnton Corbijn. Recentemente a revista inglesa New Musical Express (NME), elegeu a música Love Will Tear Us Apart
como a melhor música já escrita nos últimos 60 anos, título dado por
uma das mais tradicionais revistas de música no ano de 2012.
Começa amanhã um arremedo de Ciência Viva no Verão, apenas com alguns Centros Ciência Viva e uns poucos resistentes, que ainda insistem em tentar... Há distritos sem atividades, muitos locais totalmente esquecidos e instituições que deixaram de participar - uma pobreza franciscana...
Faisal II (Baghdad, 2 May 1935 – Baghdad, 14 July 1958) was the last King of Iraq. He reigned from 4 April 1939 until July 1958, when he was murdered during the 14 July Revolution together with numerous members of his family. This regicide marked the end of the thirty-seven-year-old Hashemite monarchy in Iraq. Afterwards the country became a republic without any consent of the Iraqi people by democratic referendum.
(...)
In the summer of 1958, King Hussein of Jordan asked for Iraqi military assistance during the escalating Lebanon crisis. Units of the Iraqi Army under the command of Abd al-Karim Qasim, en route to Jordan, chose to march on Baghdad instead, where they mounted a coup d'état on 14 July 1958. During the 14 July Revolution, Faisal II ordered the royal guard to offer no resistance, and Faisal himself surrendered to the insurgents.
Around 8 am, Captain Abdul Sattar Sabaa Al-Ibousi, leading the
revolutionary assault group at the palace, ordered the King, Crown
Prince 'Abd al-Ilah,
Princess Hiyam ('Abd al-Ilah's wife), Princess Nafeesa ('Abd al-Ilah's
mother), Princess Abadiya (Faisal's aunt) and several servants to gather
in the palace courtyard. Here, they were told to turn towards the wall,
where all were immediately machine-gunned by their captors. Faisal, who
had not died during the initial fusillade, was transported to a
hospital, but died en route. Princess Hiyam survived her injuries,
caused during the massacre, and was able to escape the country.
Nuri as-Said, Faisal's Prime Minister, was killed by Qassim's
supporters the following day. The monarchy was abolished without consent
from the people, and control over the country passed to a tripartite
"Sovereignty Council," composed of representatives of Iraq's three major
ethnic groups. A lengthy period of political instability ensued,
culminating in the ultimate triumph in 1968 of the Ba'ath Party, which
in turn led to the eventual coming to power of Saddam Hussein.
A Tomada da Bastilha (em francês: Prise de la Bastille), também conhecida como Queda da Bastilha, foi um evento central da Revolução Francesa, ocorrido em 14 de julho de 1789. Embora a Bastilha, fortalezamedieval utilizada como prisão contivesse, à época,apenas sete prisioneiros, a sua queda é tida como um dos símbolos daquela revolução, e tornou-se um ícone da República Francesa. Na França, o quatorze juillet (14 de julho) é um feriado nacional, conhecido formalmente como Fête de la Fédération ("Festa da Federação"), conhecido também como Dia da Bastilha em outros idiomas. O evento provocou uma onda de reações em toda a França, assim como na Europa, que se estendeu até a distante Rússia Imperial.
A invasão da Bastilha e a consequente Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
formaram o terceiro evento desta fase inicial da revolução. A primeira
havia sido a revolta da nobreza, ao se recusar a ajudar o rei através
do pagamento de impostos. A segunda havia sido a formação da Assembleia Nacional e o Juramento da Sala do Jogo da Pela.
A classe média havia formado a Guarda Nacional, ostentado rosetas tricolores, em azul, branco e vermelho, que logo se tornariam o símbolo da revolução.
Paris estava à beira da insurreição e, nas palavras de François Mignet,
"intoxicada com liberdade e entusiasmo", mostrando amplo apoio à
Assembleia. A imprensa publicava os debates realizados na Assembleia, e
o debate político acabou se espalhando para as praças públicas e
salões da capital. O Palais-Royal e seus jardins tornaram-se palco de uma reunião interminável; e a multidão ali reunida, enfurecida, decidiu arrombar as prisões da Abbaye para soltar alguns granadeiros
que teriam sido presos por disparar contra o povo. A Assembleia
encaminhou os guardas presos à clemência do rei, e após retornarem à
prisão, acabaram por receber o perdão. As tropas, até então consideradas
confiáveis pelo rei, agora passaram a tender pela causa popular.
A grande prisão do estado terminou sendo invadida porque um jornalista, Camille Desmoulins,
até então desconhecido, discutiu em frente ao Palácio Real e pelas
ruas dizendo que as tropas reais estavam prestes a desencadear uma
repressão sangrenta sobre o povo de Paris. Todos deviam socorrer-se das
armas para defender-se. A multidão, num primeiro momento, dirigiu-se
aos Inválidos, o antigo hospital onde concentravam um razoável arsenal.
Ali, apropriou-se de vinte e oito mil mosquetes e de alguns canhões.
Correu o boato de que a pólvora porém se encontrava estocada num outro
lugar, na fortaleza da Bastilha. Marcharam então para lá. A massa
revoltosa era composta de soldados desmobilizados, guardas,
marceneiros, sapateiros, diaristas, escultores, operários, negociantes
de vinhos, chapeleiros, alfaiates e outros artesãos, o povo de Paris
enfim. A fortaleza, por sua vez, defendia-se com 32 guardas suíços e 82
"inválidos" de guerra, possuindo 15 canhões, dos quais apenas três em
funcionamento.
Durante o assédio, o marquês de Launay,
o governador da Bastilha, ainda tentou negociar. Os guardas, no
entanto, descontrolaram-se, disparando na multidão. Indignado, o povo
reunido na praça em frente partiu para o assalto e dali para o massacre.
O tiroteio durou aproximadamente quatro horas. O número de mortos foi
incerto. Calculam que somaram 98 populares e apenas um defensor da
Bastilha.
Launay teve um fim trágico. Foi decapitado e a sua cabeça espetada na ponta de uma lança desfilou pelas ruas numa celebração macabra.Os presos, soltos, arrastaram-se para fora sob o aplauso comovido da
multidão postada nos arredores da fortaleza devassada. Posteriormente a
multidão incendiou e destruiu a Bastilha, localizada no bairro de Santo
António, um dos mais populares de Paris. O episódio, verdadeiramente
espetacular, teve um efeito eletrizante. Não só na França mas onde a
notícia chegou provocou um efeito imediato. Todos perceberam que alguma
coisa espetacular havia ocorrido. Mesmo na longínqua Königsberg (hoje Kaliningrado, na Prússia Oriental), atingida pelo eco de que o povo de Paris assaltara um dos símbolos do rei, fez com que o filósofo Immanuel Kant, exultante com o acontecimento, pela primeira vez na sua vida se atrasasse no seu passeio diário das dezoito horas.
A queda da Bastilha, no 14 de julho de 1789, ainda hoje é comemorada como o principal feriado francês.
Gravure de 1789 dépeignant des miliciens portant les
têtes de Jacques de Flesselles et du marquis de Launay sur des piques
La garnison de la Bastille rend les armes, sur promesse des assiégeants
qu’aucune exécution n’aura lieu s’il y a reddition. Les émeutiers
envahissent la forteresse, s’emparent de la poudre et des balles, puis
libèrent les sept captifs qui y étaient emprisonnés: deux fous
(Tavernier et De Whyte qui seront transférés à l'Asile de Charenton), un débauché (le comte Hubert de Solages victime des lettres de cachet durant l'Affaire Barrau - Solages depuis 1765
et non le légendaire comte de Lorge) et quatre faussaires (Béchade,
Laroche, La Corrège et Pujade, qui avaient escroqué deux banquiers
parisiens et furent remis aussitôt en prison). La garnison de la
Bastille, prisonnière, est emmenée à l’Hôtel de Ville. Sur le chemin, M. de Launay
est massacré, sa tête sera dit-on, découpée au canif par un garçon
cuisinier nommé Desnot, avant d'être promenée au bout d'une pique dans
les rues de la capitale. Plusieurs des invalides trouvent aussi la mort
pendant le trajet.
Em 1876 estudou desenho ornamental na Escola de Artes Decorativas. Associado ao simbolismo, destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco e foi um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena, que recusava a tradição académica nas artes, e do seu jornal, Ver Sacrum. Klimt foi também membro honorário das universidades de Munique
e Viena. Os seus maiores trabalhos incluem pinturas, murais, esboços e
outros objetos de arte, muitos dos quais estão em exposição na Galeria
da Secessão de Viena.
Foi a última grande montanha dos Alpes a ser escalada, talvez devido
aos receios que provocava em muitos montanhistas. A sua primeira
ascensão marca o final da idade de ouro do alpinismo
de meados do século XIX. Apesar de se destacar com um desnível alto e
forma triangular bem definida, não possui um valor elevado de proeminência topográfica pois muitos montes mais altos são próximos e unidos por tergos de altitude elevada (casos do Monte Rosa, Dom, Liskamm e Weisshorn). O seu cume-pai é o Weisshorn.
A sua forma inspirou a cultura ocidental em numerosas ocasiões, desde o formato dos chocolates Toblerone, ao batismo de outros montes de forma semelhante (como o Machapuchare, o Matterhorn do Nepal), à utilização em capas de álbuns dos grupos Depeche Mode e Goldfrapp.
A tragédia do Monte Cervino, em 14 de julho de 1865 - gravura de Gustave Doré
Primeira subida e acidente
Foi apenas em 14 de julho de 1865, que depois de muitas tentativas falhadas, que Edward Whymper e o guia Peter Taugwalder
tentaram seguir a chamada rota Hörnli, e conseguir subir ao cume do
Matterhorn/Cervino, tendo sido surpreendidos pela facilidade do
percurso.
Na realidade a cordada que completa era formada pelo guia Michel Croz que acompanhava Charles Hudson, Lord Francis Douglas, Robert Hadow e pelo guia Peter Taugwalder pai, acompanhado pelo seu filho também chamado Peter, e por Edward Whymper, ganhou o cotovelo pela aresta de Hörnli. Mais acima dirigiram-se para a face norte. Edward Whymper foi o primeiro a atingir o cume
e para esse fim cortou a corda e poder assim, quase correndo, ser o
primeiro a lá chegar. Foi seguido pelo seu guia Michel Croz de Chamonix,
que achou por bem não o deixar partir em solitário. Mais lentamente
foram chegando os outros composto pelo reverendo Charles Hudson, Lord
Francis Douglas, Douglas R. Hadow, o grupo dos ingleses, assim que Peter
Taugwalder e o filho.
Na descida, os quatro primeiros da cordada (Croz, Hadow, Hudson e Douglas), fizeram uma queda mortal ao longo da face norte, acima do famoso "cotovelo".
Guthrie viajou com trabalhadores migrantes de Oklahoma para a Califórnia e aprendeu canções de folk e blues tradicionais. As suas canções contam as suas experiências na Dust Bowl durante a Grande Depressão, fazendo com que ele ganhasse o cognome de "O trovador do Dust Bowl." Guthrie foi associado a grupos comunistas nos Estados Unidos, mas nunca foi membro do partido comunista.
Foi casado três vezes e teve oito filhos, incluindo o músico de folkArlo Guthrie. É avô da cantora Sarah Lee Guthrie. Guthrie morreu de uma doença neurológicadegenerativa conhecida como Doença de Huntington. Apesar da sua doença, durante os seus últimos anos Guthrie serviu como uma figura a ser seguida na música folclórica, proporcionando inspiração para uma nova geração de músicos folk, incluindo as relações com o mentor Ramblin 'Jack Elliott e, em menor grau, Bob Dylan.
O elevado nível poético das letras das suas numerosas canções costuma reflectir um inconformismo radical, de cunho anarquista, e a qualidade da música e da interpretação situam-no nos maiores vultos da moderna canção francesa. Autor de duas grandes séries de canções sobre textos de Baudelaire e Louis Aragon, utilizou também poemas de Ronsard, Apollinaire, Arthur Rimbaud entre outros.
O principal objetivo desta missão era caracterizar globalmente a geologia e a morfologia de Plutão e as suas luas, além de mapear as suas superfícies. Também ia procurar estudar a atmosfera de Plutão e a sua taxa de fuga.
Outros objetivos secundários incluíam o estudo das variações da
superfície e da atmosfera de Plutão e de Caronte ao longo do tempo.
Foram obtidas imagens de alta-definição de determinadas áreas dos dois
corpos celestes, para caracterizar a sua atmosfera superior, a ionosfera, as partículas energéticas do meio ambiente e a sua interação com o vento solar. Além disso, a sonda vai procurou determinar a existência de alguma atmosfera
em torno de Caronte e caracterizar a ação das partículas energéticas
entre Plutão e Caronte. Também ia procurar por satélites ainda não
descobertos e por possíveis anéis que envolvam o planeta-anão e o seu
satélite, antes de ser direcionado para a Cintura de Kuiper e de lá
para o espaço interestelar.
Lançada a 19 de janeiro de 2006, diretamente numa trajetória de escape Terra-Sol com uma velocidade relativa de 16,26 km/s ou 58.536 km/h e usando uma combinação de foguete monopropulsor e assistência gravitacional, ela sobrevoou a órbita de Marte a 7 de abril de 2006, a de Júpiter a 28 de fevereiro de 2007, a de Saturno a 8 de junho de 2008 e a de Urano a 18 de março de 2011, a caminho da órbita de Neptuno, que cruzou a 25 de agosto de 2014, na sua jornada até Plutão.
Em dezembro de 2014, a nave encontrava-se a uma distância de 31,96 AU da Terra
(4.781.148 000 km ou 4,26 horas-luz, o tempo que os sinais de rádio
enviados da Terra demoram para chegar à sonda) e a 1,74 UA
(260.300.000 km) de Plutão, com a frente virada para a Constelação de Sagitário, após sair do seu estado final de "hibernação" eletrónica às 01:53 UTC de 7 de dezembro.
Desde o seu lançamento em 2006, a sonda passou 1.873 dias hibernando
no espaço, com a quase totalidade dos seus equipamentos desligados, 2/3
do tempo total da sua jornada, divididos por 18 períodos diferentes de
"hibernação" com duração variada entre 36 e 202 dias contínuos. Este
período de desligamento foi o último antes da chegada ao planeta-anão.
As primeiras observações de Plutão, mesmo que ainda à distância,
iniciaram-se a 15 de janeiro de 2015.
A sonda sobrevoou Plutão a 14 de julho de 2015, após nove anos e meio
de viagem interplanetária, alcançando o seu ponto mais próximo da
superfície do planeta, cerca de 12.500 km de distância, às 12.49 horas
UTC, a uma velocidade de 45.000 km/h.
Os cientistas esperam que ela se torne a quinta sonda interestelar já construída pelo Homem – após deixar o Sistema Solar em direção à heliosfera – e o segundo objeto artificial mais veloz da história de exploração espacial.
Foram confirmados 84 mortos e 18
feridos em estado muito grave (morrendo posteriormente mais duas
pessoas) entre as vítimas do camião, que foi conduzido contra a
multidão. Também houve relatos de testemunhas sobre tiros, mas estes são atribuídos à policia francesa, que matou o condutor do caminhão - supostamente um terrorista. No interior do veículo cravejado de balas teriam sido encontradas armas e granadas.
Segundo o jornal local Nice-Matin, o condutor foi identificado como Mohamed Bouhlel, um indivíduo com dupla nacionalidade francesa e tunisiana,
criminoso comum não associado a redes terroristas e de 31 anos
de idade. A sua identificação foi encontrada no camião.
Em 16 de julho de 2016, o Estado Islâmico
reivindicou a autoria do atentado, confirmando que o condutor do
camião "era um dos soldados" instruídos para cometer atentados
terroristas contra países que participem de ações bélicas contra o
grupo.
Cláudio Rodrigues de Mattos conheceu Claucirlei Jovêncio de Souza, o Buchecha, na infância, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. A dupla tornou-se conhecida em 1995, com o Rap do Salgueiro, que resultou em um contrato com a gravadora Universal Music. O álbum Claudinho & Buchecha, de 1996, vendeu mais de 1 milhão de cópias. Em 1997, os cantores passaram uma noite presos, em Itajaí, Santa Catarina, pois desistiram de fazer um show e foram acusados de estelionato. O próximo álbum A Forma, do mesmo ano, vendeu 1,2 milhão de cópias. Ainda em 1997, a dupla ganhou o prémio de Artista Revelação, no Video Music Brasil, da MTV.
Morte
Durante a turnê de lançamento do sexto disco da dupla, Vamos dançar, no 12 de julho de 2002, horas antes de viajar, Claudinho ligou para Buchecha
e avisou que iria em seu próprio carro, não com a carrinha da banda,
como de costume. Claudinho foi vítima dum acidente de carro, na Rodovia Presidente Dutra, no dia 13 de julho de 2002 e acabou por falecer.
Patrick Hewes Stewart (Mirfield, 13 de julho de 1940) é um ator britânico de cinema, televisão e teatro. Ele começou a atuar bem cedo, aos 15 anos, chegando na Royal Shakespeare Company
em 1966 e permanecendo lá durante mais de uma década. A sua grande ascensão
ao estrelato veio em 1987, quando assumiu o papel de Capitão Jean-Luc Picard na série de televisão Star Trek: The Next Generation, interpretando a personagem durante todas as suas sete temporadas e quatro filmes.
Após The Next Generation, Stewart teve dificuldades em encontrar outros papéis no cinema e na televisão, com a grande exceção sendo a série de filmes X-Men, em que interpretou o Professor Charles Xavier.
Desde então, ele tem concentrado o seu tempo no teatro, mesmo assim
fazendo várias aparições especiais na televisão e trabalhando na
dobragem de filmes, séries de televisão e jogos eletrónicos. Em 2010 tornou-se um Cavaleiro Celibatário do Império Britânico pelos seus serviços às artes cénicas.
Ainda em criança, D. Afonso casou com a princesa Isabel de Aragão, filha mais velha dos reis católicos. Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão tinham um herdeiro, Juan,
que era um jovem frágil, que não deveria chegar à idade adulta. A
princesa Isabel era, portanto, a herdeira mais provável das coroas de Castela e Aragão e, como estava casada com o Príncipe herdeiro de Portugal,
adivinhava-se uma união dos reinos ibéricos sob a alçada de Portugal.
Os réis católicos tentaram manobrar diplomaticamente para dissolver o
casamento, sem sucesso, dada a influência portuguesa junto do Papa. A sua causa estava aparentemente perdida, quando um acidente salvou Castela e Aragão de uma anexação.
Jean-Paul Marat (24 de maio de 1743 - 13 de julho de 1793) foi um médico, filósofo, teórico político e cientista, mais conhecido como jornalista radical e político da Revolução Francesa.
O seu trabalho era conhecido e respeitado pelo seu seu caráter
impetuoso e a sua postura descomprometida diante do novo governo,
inimigos do povo e reformas básicas para os mais pobres membros da
sociedade. A sua persistente perseguição, voz consistente, grande
inteligência e seu incomum poder de predição levaram-no à confiança do
povo e fizeram dele a principal ponte entre este e o grupo radical
jacobino, que ficou no poder em junho de 1793. Durante dois curtos
meses, liderando a queda da fação girondina em junho, ele era um dos
três homens mais importantes na França, juntamente com Georges Danton e Maximilien Robespierre. Ele foi apunhalado no coração, enquanto estava dentro da banheira, pela simpatizante girondinaCharlotte Corday.
Marat cunhou o uso moderno da frase "inimigo do povo" e publicou
extensas listas de tais inimigos em seu jornal, para depois serem
executados.
(...)
A queda dos Girondinos em 2 de junho, provocada pela ação de François Hanriot tornou-se uma das últimas conquistas de Marat. As suas cartas à Convenção não receberam atenção, agora que os Montagnards
não precisavam mais do seu apoio contra os Girondinos. Marat tinha
tudo, mas desapareceu da cena política após a sua vitória e Robespierre
e outros líderes políticos começaram a separar-se dele, agora que a
sua utilidade parecia ter durado mais do que deveria, e,
consequentemente, perdeu a sua influência. A sua doença de pele ia
piorando, e o seu último recurso para evitar o desconforto era tomar
banhos medicinais. Marat estava em sua banheira em 13 de julho de 1793, quando uma jovem mulher, Charlotte Corday,
dizendo ser uma mensageira de Caen (onde Girondinos fugidos estavam
tentando ganhar uma base na Normandia) pediu para ser admitida na sua
casa.
Quando ela entrou, ele pediu o nome dos deputados que a ofenderam, e
gravou os nomes e disse "Eles devem ser todos guilhotinados". Em
seguida, Corday usou uma faca e esfaqueou-o no peito. Ele gritou "À moi, ma chère amie!"("Ajude-me,
cara amiga") e morreu. Corday era uma Girondina. Ela veio de uma
família monárquica - os seus irmãos eram emigrantes que tinham ido para
lutar com os príncipes franceses exilados. A partir do seu próprio
relato, e os das testemunhas, é claro que ela havia sido inspirada
pelos adversários Girondinos e os discursos de ódio dos Montagnards
pelos seus excessos. O assassinato de Marat provocou represálias, em
que milhares dos adversários dos jacobinos - tanto monárquicos como
Girondinos - foram executados, por acusações de traição. Ela foi
guilhotinada em 17 de julho de 1793, por homicídio. Durante os seus
quatro dias de julgamento, testemunhou que havia realizado o
assassinato sozinha, dizendo "Eu matei um homem para salvar 100.000."
As primeiras lágrimas de El-Rei A M. Pinheiro Chagas
I
O príncipe morrera, e logo os cortesãos,
Em prantos derredor do mortuário leito,
Erguem a voz em grita aos céus levando as mãos.
II
El-Rei, João Segundo, a fronte sobre o peito,
Contempla dos brandões à luz ensanguentada
O filho, e a dor lhe avinca o grave e duro aspeito.
III
E eis que, a um gesto do rei, a turba consternada
A pouco e pouco sai, reina o silêncio, apenas
Cortado pelo uivar longínquo da nortada.
IV
Sobre o filho curvado, immerso em cruas penas,
Aquelle rei sinistro, enérgico e tigrino,
Tinha na frouxa voz modulações serenas.
V
E o filho inerte e mudo! Então num desatino
Deixou-se El-Rei cair, ao acaso, num escabelo
E quedou-se a pensar no seu atroz destino.
VI
Um enorme, um confuso e brônzeo pesadelo
Caíu-lhe sobre o enfermo espírito enlutado,
E o suor inundou-lhe as barbas e o cabelo.
VII
Talvez que o triste visse, em sonho alucinado.
Do Duque de Viseu o espectro vingativo
Apontando-lhe, a rir, o Infante inanimado.
VIII
E escutasse a feroz imprecação que altivo
No cadafalso, outrora, o Duque de Bragança
Às faces lhe cuspiu com gesto convulsivo.
IX
Súbito ergue-se o Rei, e para o leito avança,
E uma lágrima então, embalde reprimida.
Das barbas lhe caiu no rosto da criança.