sábado, abril 09, 2011
A Guerra Civil Americana terminou há 146 anos
Postado por Pedro Luna às 09:49 0 comentários
Marcadores: Appomattox, Confederados, General Grant, General Robert Edward Lee, Guerra Civil Americana
A Batalha de La Lys começou há 93 anos
Postado por Pedro Luna às 09:41 1 comentários
Marcadores: Batalha, I Grande Guerra, La Lys
Sismo no Faial - mais informações
Segundo o IM teve os seguintes dados:
| Data(TU) | Lat. | Lon. | Prof. | Mag. | Ref. | Grau | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2011.04.08 23:16 | 38,64 | -28,57 | 5 | 3,4 | NE Ribeirinha | IV |
E, já agora, um mapa do CVARG:
Postado por Fernando Martins às 09:25 0 comentários
Marcadores: Açores, Faial, sismo, sismologia
Sismo nos Açores
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: Açores, Faial, sismo, sismologia
Adriano Correia de Oliveira nasceu há 69 anos
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 - Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português.
(...)
Cresceu no seio de uma família tradicionalista católica. Concluído o ensino liceal no Porto foi para Coimbra em 1959, estudando Direito. Foi repúblico na Real Repúbica Ras-Teparta, solista no Orfeon Académico de Coimbra, fez parte do Grupo Universitário de Danças e Cantares e do Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra e tocou guitarra no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica de Coimbra.
Militante do Partido Comunista Português, a partir da década de 1960, envolveu-se nas greves académicas de 1962 e concorreu à Direcção da Associação Académica de Coimbra, numa lista apoiada pelo Movimento de Unidade Democrática (MUD).
Em 1963 editava o primeiro EP, acompanhado por António Portugal e Rui Pato, "Fados de Coimbra", que continha "Trova do vento que passa", balada fundamental da sua carreira, com poema de Manuel Alegre, transformado numa espécie de hino do movimento estudantil de contestação ao regime.
Em 1967 gravou o álbum "Adriano Correia de Oliveira", que entre outras canções tinha Canção com lágrimas.
Quando lhe faltava uma disciplina para terminar o curso de Direito, trocou Coimbra por Lisboa, trabalhando no Gabinete de Imprensa da Feira Industrial de Lisboa e como produtor da Editora Orfeu. Em 1969 editou "O Canto e as Armas" tendo todas as canções poesia de Manuel Alegre. Nesse mesmo ano ganhou o Prémio Pozal Domingues.
Após o fim do serviço militar lança, em 1970, o álbum "Cantaremos".
Em 1971 é editado o disco "Gente d'Aqui e de Agora", que marca o primeiro arranjo, como maestro, do ainda jovem José Calvário, que tinha vinte anos. José Niza foi o principal compositor neste disco que precedeu um silêncio de quatro anos, recusando-se Adriano a enviar os textos à Censura.
Em 1975 lançou "Que Nunca Mais", com direcção musical de Fausto e textos de Manuel da Fonseca. Este álbum levou a revista inglesa Music Week a elegê-lo como Artista do Ano.
Foi um dos fundadores da Cooperativa Cantabril. Publicou o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas", em 1980. No ano seguinte, numa altura em que a sua saúde já se encontrava degradada, rompeu com a direcção da CantAbril e ingressou na Cooperativa Era Nova.
Em 1982, com quarenta anos, num sábado, dia 16 de Outubro, morreu em Avintes, nos braços da mãe, vitimado por uma hemorragia esofágica.
in Wikipédia
Postado por Pedro Luna às 00:34 0 comentários
Marcadores: Adriano Correia de Oliveira, Capa Negra Rosa Negra, música
sexta-feira, abril 08, 2011
Sismograma do Geofone de Manteigas
Postado por Fernando Martins às 09:13 0 comentários
Marcadores: geofone, Japão, Manteigas, sismo, sismologia
Mais um sismo no Japão
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
Marcadores: central nuclear, energia nuclear, Japão, sismo, sismologia
8 de Abril – Dia Mundial da Astronomia
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: astronomia, Dia Mundial da Astronomia
Jacques Brel nasceu há 82 anos
Dans le port d'Amsterdam
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui chantent
Les rêves qui les hantent
Au large d'Amsterdam
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui dorment
Comme des oriflammes
Le long des berges mornes
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui meurent
Pleins de bière et de drames
Aux premières lueurs
Mais dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui naissent
Dans la chaleur épaisse
Des langueurs océanes
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui mangent
Sur des nappes trop blanches
Des poissons ruisselants
Ils vous montrent des dents
A croquer la fortune
A décroisser la lune
A bouffer des haubans
Et ça sent la morue
Jusque dans le coeur des frites
Que leurs grosses mains invitent
A revenir en plus
Puis se lèvent en riant
Dans un bruit de tempête
Referment leur braguette
Et sortent en rotant
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui dansent
En se frottant la panse
Sur la panse des femmes
Et ils tournent et ils dansent
Comme des soleils crachés
Dans le son déchiré
D'un accordéon rance
Ils se tordent le cou
Pour mieux s'entendre rire
Jusqu'à ce que tout à coup
L'accordéon expire
Alors le geste grave
Alors le regard fier
Ils ramènent leur batave
Jusqu'en pleine lumière
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui boivent
Et qui boivent et reboivent
Et qui reboivent encore
Ils boivent à la santé
Des putains d'Amsterdam
De Hambourg ou d'ailleurs
Enfin ils boivent aux dames
Qui leur donnent leur joli corps
Qui leur donnent leur vertu
Pour une pièce en or
Et quand ils ont bien bu
Se plantent le nez au ciel
Se mouchent dans les étoiles
Et ils pissent comme je pleure
Sur les femmes infidèles
Dans le port d'Amsterdam
Dans le port d'Amsterdam.
Postado por Pedro Luna às 01:22 0 comentários
Marcadores: Bélgica, Dans Le Port d'Amsterdam, Jacques Brel, música
Fado velho em voz nova
Por que voltas de que lei
Vem este sentir profundo
Por te saber como sei
Me sinto dona do mundo
Por que espada de que rei
Meu amor é fogo posto
És tanto de quanto amei
Que és tudo de quanto gosto
Por este amor que te tenho
Por ser assim como sou
És inferno donde venho
És o céu para onde vou
Por que voltas de que lei
És tudo de quanto gosto
Me perdi e me encontrei
Nas voltas que tem teu rosto
Por que voltas de que rei
Em meu peito teu desenho
És tanto de quanto amei
Que és todo o mundo que tenho
E de tão rica que estou
Nunca tão pobre fiquei
Por ser assim como sou
E te saber como sei
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
Marcadores: 2011, Amália Rodrigues, Cuca Roseta, Fado, Por que voltas de que lei
Picasso morreu há 38 anos
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: Espanha, Guernica, Pablo Picasso, pintor, pintura
El-Rei D. Pedro I nasceu há 691 anos
D. Inês de Castro
Choram ainda a tua morte escura
Aquelas que chorando a memoraram;
As lágrimas choradas não secaram
Nos saudosos campos da ternura.
Santa entre as Santas pela má ventura,
Rainha, mais que todas que reinaram,
Amada, os teus amores não passaram
E és sempre bela e viva e loira e pura.
Ô linda, sonha aí, posta em sossego
No teu muymento de alva pedra tina,
Como outrora na Fonte do Mondego.
Dorme, sombra de graças e de saudade,
Colo de Graças, amor, moço menina,
Bem-amada por toda a eternidade!
Afonso Lopes Vieira
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
Marcadores: El-Rei, Inês de Castro, Pedro I
Dulce Pontes - 42 anos!
Postado por Pedro Luna às 00:01 0 comentários
Marcadores: Dulce Pontes, Graffiti, Júlio Pereira, música, O que eu quiser
quinta-feira, abril 07, 2011
Música adequada à data
Postado por Geopedrados às 21:11 0 comentários
Marcadores: George Harrison, I am missing you, música, Ravi Shankar, sitar
O Mundo é um Moinho...
Postado por Fernando Martins às 19:25 0 comentários
Marcadores: Dia Nacional dos Moinhos, molinologia, música, Ney Matogrosso, O Mundo é um Moinho
Quem perde é a Escola Pública e os professores com a decisão à pilatos de Cavaco
Postado por Pedro Luna às 19:20 0 comentários
Marcadores: ADD, Avaliação dos Docentes, avaliação professores, Cavaco Silva, derrota, Maria de Lurdes Rodrigues, Pilatos
Hoje é dia de recordar Almada Negreiros
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
Marcadores: Almada Negreiros, pintor, pintura, poesia
Ravi Shankar - 91 anos!
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
Marcadores: Anoushka Shankar, George Harrison, Índia, música, Norah Jones, Ravi Shankar, sitar
Almada Negreiros nasceu há 118 anos
Também foi um dos principais colaboradores da Revista Orpheu.
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: Almada Negreiros, pintura, poesia
Gabriela Mistral nasceu há 122 anos
El nombre mío que he perdido,
¿dónde vive, dónde prospera?
Nombre de infancia, gota de leche,
rama de mirto tan ligera.
De no llevarme iba dichoso
o de llevar mi adolescencia
y con él ya no camino
por campos y por praderas.
Llanto mío no conoce
y no la quemó mi salmuera;
cabellos blancos no me ha visto,
ni mi boca con acidia,
y no me habla si me encuentra.
Pero me cuentan que camina
por las quiebras de mi montaña
tarde a la tarde silencioso
y sin mi cuerpo y vuelto mi alma.
Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
Marcadores: Chile, Gabriela Mistral, poesia, Prémio Nobel
Porque hoje é o Dia Nacional dos Moinhos
Postado por Adelaide Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: La molinera, molinologia, música, Né Ladeiras
quarta-feira, abril 06, 2011
A propósito de mentiras e de um desesperado pedido de ajuda de Sócrates
É assim que o gabinete do primeiro-ministro desmente, também em declarações ao DN, a informação avançada hoje pelo britânico Financial Times de que já há contactos com Bruxelas para desencadear um pedido de ajuda externa a Portugal.
Postado por Pedro Luna às 22:05 0 comentários
Marcadores: aldrabão, aldrabices, bancarrota, José Sócrates, mentiras, mentirosos
A que ponto o desespero de Sócrates desbaratou os nossos recursos
É o chamado “ir ao pote”
.
Sócrates a ir ao pote da Segurança Social por orgulho e táctica eleitoral. Sócrates derrete o dinheiro num instante e o Fundo de Estabilização da Segurança Social fica com lixo em carteira.
.
A ideia já tinha sido proposta pelo PCP. Mas os comunistas nunca entenderam muito bem as consequências de uma economia derreter capital. Foi assim que destruíram as empresas nacionalizadas a partir de 1975.
Postado por Pedro Luna às 21:58 0 comentários
Marcadores: bancarrota, José Sócrates
O Mestre de Avis foi coroado El-Rei de Portugal há 626 anos
Postado por Fernando Martins às 06:26 0 comentários
Marcadores: D. João I, Ínclita geração, Portugal
O mineralogista Andrada e Silva morreu há 173 anos
Memória
- Seu nome foi inserido no Livro dos Heróis da Pátria, em 21 de Abril de 2007, dentre as comemorações do quadragésimo sétimo aniversário de Brasília.
- O Senado Federal instituiu a Medalha José Bonifácio, em sua homenagem.
- A Universidade de Coimbra deu seu nome a uma das galerias do seu Museu Mineralógico e Geológico.
- O presidente Itamar Franco e o ministro da Ciência e Tecnologia, José Israel Vargas, instituiram a Medalha Nacional do Mérito Científico que tem a efígie de José Bonifácio de Andrada e Silva através do decreto nº 772 de 16 de Março de 1993, depois revogado e alterado pelo decreto nº 4.115 de 6 de Fevereiro de 2002.
- A Sociedade Brasileira de Geologia instituiu em 1958 a Medalha de Ouro "José Bonifácio de Andrada e Silva" com o objectivo de homenagear profissionais das Geociências, associados da Sociedade Brasileira de Geologia, que tenham contribuído para o desenvolvimento e avanço do conhecimento geológico.
- O município de Santos instituiu a Medalha e o Diploma do Mérito José Bonifácio.
- O município de José Bonifácio recebeu este nome em sua homenagem.
- A Rua José Bonifácio no bairro de São Domingos na cidade de Niterói recebeu este nome em sua homenagem. É justamente a rua onde residiu nos seus últimos anos de vida.
- O governo do Estado de São Paulo instituiu a "Semana do Patriarca da Independência" em sua homenagem.
- A um mineral do grupo da granadas foi dado o nome de "andradita", em sua homenagem.
Postado por Fernando Martins às 01:00 0 comentários
Marcadores: Brasil, D. Pedro IV, granadas, José Bonifácio de Andrada e Silva, Minerais, mineralogia, Museu Mineralógico e Geológico da Universidade de Coimbra
Isaac Asimov morreu há 19 anos
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: ficção científica, Isaac Asimov
terça-feira, abril 05, 2011
Erros meus, má fortuna, um primeiro-ministro endiabrado
1. A memória política do que nos aconteceu nos últimos anos é a chave para podermos decidir em consciência informada acerca do que está em jogo no próximo acto eleitoral. Não chegámos a esta situação deplorável por acaso. Nem por azar. Nem por sermos vítimas de uma qualquer perseguição dos mercados ou de outras forças tenebrosas e sinistras. Como já escrevi, alcançámos o presente estado de indigência política e financeira por culpa nossa. Porque fizemos as opções erradas. Porque tardámos em reconhecer o erro e, sobretudo, nele perseverámos. Porque esbanjámos a nossa confiança colectiva em gente sem sentido de Estado, para quem o interesse público se confunde com a conveniência imediata e quase sempre assume tonalidades indisfarçavelmente pessoais. Fomos irremediavelmente mal governados. Mas a escolha, sempre desastrada, foi nossa.
Ninguém nos impôs António Guterres por duas vezes. Ninguém nos disse para assistirmos, em estado de pacatez bovina, ao desbaratar do erário público em tresloucados obséquios estatais que não conseguiríamos pagar mesmo que a nossa economia crescesse a níveis europeus. Ninguém nos mandou acreditar na peta infame das Scut, "as auto-estradas que se pagam a si próprias", como então juraram. Ninguém nos ordenou o aplauso néscio quando surgiu a Expo 98 nem no momento em que se insuflou a Administração Pública até à actual dimensão paquidérmica. Ninguém nos amanhou Durão Barroso que venceu as eleições de 2002 com a promessa de um choque fiscal para logo subir os impostos quando se viu no Governo.
E ninguém senão nós escolheu José Sócrates. Com um currículo pessoal aterrador, sem a mais elementar preparação profissional, académica ou cívica, apto a instrumentalizar qualquer valor ou convicção e a quem apenas se pode reconhecer a obstinação daqueles que são capazes de tudo, mas mesmo de tudo, para manter acesas as luzes fátuas do seu ego.
José Sócrates incumpriu todas as suas promessas (lembram-se da regionalização?). Não assumiu um só erro próprio. Nunca teve a humildade dos que têm grandeza para pedir desculpa pelo estado miserável a que nos condenou. Para ele e para os que seguem o seu triste culto, os males em que nos afundámos devem-se a todos os outros: Oposição, mercados, agências de rating, presidente da República, terramoto no Japão ou derrame de petróleo na Florida. Mas nunca compreenderá que se Portugal é hoje caricaturado em toda a parte como um Estado quase falhado, a responsabilidade maior é dele, que tanto nos tem desgovernado - e nossa, que o elegemos.
2. Agora é claro que o fracasso do período de Sócrates vai muito para além da mera ineptidão governativa: este Governo mentiu aos portugueses acerca dos valores dos défices orçamentais e do estado calamitoso das finanças públicas! Fê-lo conscientemente, visando esconder os números que revelavam o seu próprio fiasco e o consequente estado de desgraça em que largaram o país.
Por pressão das instâncias financeiras europeias, o montante do défice de 2010 foi alterado para 8,6% em vez dos 6,8% ficcionados estridentemente pelo Governo. Por sua vez, o défice do ano anterior, 2009, elevou-se para 10%, galgando os 9,3% que tinham sido anunciados pelo Governo. Afinal, excedemos os limites do défice a que nos comprometemos na Europa e que serviram de álibi para os sacrifícios que depredam os portugueses - "está para nascer um primeiro-ministro que tenha feito melhor no défice", dizia Sócrates...
Hoje, a nossa média do crescimento económico é a pior dos últimos 90 anos. Temos a maior dívida pública dos últimos 160 anos e a dívida externa mais alta dos últimos 120. O desemprego é o mais elevado dos últimos 80 anos e conhecemos a segunda maior vaga de emigração desde meados do século XIX.
Mesmo aqueles que pretendam ser independentes não podem ficar isentos nas próximas eleições - é um imperativo político, moral e higiénico, livrarmos o país e as futuras gerações daqueles que dolosamente iludiram e falharam todos os seus compromissos. Qualquer solução viável para Portugal nunca poderá contar com quem nos conduziu até à actual desventura - logo, a saída da crise terá de passar pela derrota de José Sócrates e dos seus acólitos.
Postado por Pedro Luna às 19:14 0 comentários
Marcadores: bancarrota, deficit, desemprego, elefantes brancos, José Sócrates
Sócrates - pilhar até ao último milhão
Como é que eles que puderam fazer isto ao país?
Dívida directa do estado em Fev 2005: 92.767 milhões de Euros.
Dívida directa do estado em Fev 2010: 153.862 milhões de Euros.
Saldo: +61.095 milhões de euros (+66%)
Postado por Pedro Luna às 19:09 0 comentários
Marcadores: bancarrota, José Sócrates, Teixeira dos Santos
Sócrates? Nem mais um cêntimo, dizem os banqueiros portugueses
Bancos não emprestam mais dinheiro ao Estado
São precisos 15 mil milhões de euros para Portugal se conseguir aguentar até ao Verão, uma verba que os banqueiros entendem que deve ser pedida através de um empréstimo intercalar à Comissão Europeia, algo também ontem foi aconselhado pelo presidente do BCP, em entrevista à TVI. Só assim Portugal conseguirá fazer face a todos os compromissos de dívida no prazo em que vencem os empréstimos mais importantes, ou seja, em Junho.
A posição dos banqueiros faz manchete na edição do «Jornal de Negócios» desta terça-feira que levanta o véu de uma reunião secreta entre os presidentes dos grandes bancos portugueses - leia-se BCP, BES, BPI, CGD e Santander - com o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa.
Já não são só os mercados a deixar de dar tréguas a Portugal. O braço-de-ferro faz-se agora sentir também dentro de fronteiras: os bancos vão deixar assim de comprar dívida pública portuguesa. E os investidores dizem que a probabilidade de o Estado entrar em incumprimento é já de 40%.
O mesmo jornal lembra até à data os bancos nacionais acudiram recorrentemente o Estado, financiando-o directamente através dos leilões dívida ou como «intermediários» do Banco Central Europeu.
Mas o saco encheu e está prestes a rebentar. A banca deixou de ter margem para poder financiar o Estado. O líder do maior banco privado português, Carlos Santos Ferreira, não tem dúvidas de que a ajuda a Portugal é «urgente e deve ser pedida já».
Um ultimato a que se junta agora outro da Moody`s. A agência de notação financeira cortou hoje o rating de Portugal em um nível, pelo que a classificação da República está agora a três passos do «lixo». O novo Governo vai ter mesmo de pedir ajuda, avisa a Moody`s, uma vez que «o custo actual do financiamento está a aproximar-se de um nível insustentável, mesmo no curto prazo».
Os juros da dívida soberana nacional logo reagiram a mais este «ataque», com as Obrigações do Tesouro a cinco anos a ultrapassarem, pela primeira vez desde que Portugal entrou no euro, os 10%.
Questionados por esta decisão da banca nacional, alguns economistas contactados pela Agência Financeira são unânimes: Este é um sinal «alarmante».
Postado por Pedro Luna às 18:57 0 comentários
Marcadores: bancarrota, BCE, FMI, José Sócrates
PM = Primeiro Mentiroso
“Não conheço isso. (…) Não foi [discutido no Conselho de Estado]”, afirmou José Sócrates à RTP
Bagão Félix, ex-ministro das Finanças, salientou ao PÚBLICO que não podia contar o que se passou no Conselho de Estado, mas podia “falar sobre o que não se passou”.
“Perante as declarações do senhor primeiro-ministro só posso dizer que tem um problema de natureza física, como surdez, o que não parece, ou é distraído, o que também não me parece, ou faltou à verdade. Mentiu”, acrescenta o economista próximo do CDS-PP.
Salientando várias vezes que não vai ser ele a revelar o que se passa no Conselho de Estado, Bagão Félix salienta que não podia ficar calado “face às declarações do primeiro-ministro”.
“Não vale tudo. Há limites de ética e de decência na política. Como cidadão fiquei boquiaberto. Perturbado”, acrescentou.
Postado por Fernando Martins às 18:49 0 comentários
Marcadores: aldrabão, aldrabices, Bagão Félix, bancarrota, ética, ética republicana, José Sócrates, mentiras, mentirosos
Observação astronómica em Leiria
Local: ESCOLA BÁSICA DR. CORREIA MATEUS - LEIRIA;
Data: Noite de 08/04/2011 (6ª para sábado);
Horário: 20.30 – 23.30 horas.
- Narração da história “O MISTÉRIO DA ESTRELINHA CURIOSA” (2ª edição) pela autora, Leonor Lourenço;
- Observação astronómica, com telescópio, da LUA, SATURNO, NEBULOSA DE ÓRION e outros astros e constelações sob orientação de astrónomos amadores.
- Leonor Lourenço (escritora), Carlos Reis, João Clérigo, Fernando Martins, Rosário Duarte e João Cruz (astrónomos amadores);
- Núcleo de Astronomia Galileu Galilei - Agrupamento de Escolas Dr. Correia Mateus;
- Núcleo de Astronomia do Agrupamento de Escolas D. Dinis;
- Blog AstroLeiria: http://astroleiria.blogspot.com/
- Ad Astra (Associação para a Divulgação da Astronomia de Amadores): http://www.ad-astra.pt/
Não esquecer de trazer:
- Comida/bebidas para partilhar;
- Mapas celestes ou livros;
- Telescópio ou binóculos;
- Amigos ou familiares;
- Vontade de aprender e dúvidas.
Actividade aberta a todas as pessoas, sem pré-inscrição, que durará enquanto houver interessados.
Postado por Fernando Martins às 16:50 0 comentários
Marcadores: Ad Astra, astronomia, Escola Correia Mateus, Leiria, observação astronómica
Um livro interessante editado no Brasil
Postado por Fernando Martins às 15:44 0 comentários
Marcadores: livros, Sistema Terra-Vida
Someone Like You
I've heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I've heard that your dreams came true
Guess she gave you things I didn't give to you
Old friend, why are you so shy?
Ain't like you to hold back or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you too
Don't forget me, I beg, I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah
You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summer haze
Bound by the surprise of our glory days
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you too
Don't forget me, I beg, I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes, they're memories made
Who would have known how bitter-sweet
This would taste?
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah
Postado por Fernando Martins às 15:39 0 comentários
Marcadores: 2010, Adele, música, Someone Like You
Pequeno sismo no Algarve
O Instituto de Meteorologia (IM) informa que no dia 05-04-2011 pelas 07.54 (hora local - TU: 06.54) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, um sismo de magnitude 2.7 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 18 km a Sul-Sudeste da Lagoa.
Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima II (escala de Mercalli modificada) na região de Albufeira.
Se a situação o justificar serão emitidos novos comunicados.
Sugere-se o acompanhamento da evolução da situação através da página do IM na Internet (www.meteo.pt) e a obtenção de eventuais recomendações junto da Autoridade Nacional de Protecção Civil (www.prociv.pt).
Postado por Fernando Martins às 14:32 0 comentários
Marcadores: Albufeira, Algarve, sismo, sismologia
A cantora Agneta dos ABBA faz 61 anos
Kurt Cobain morreu há 17 anos
Postado por Fernando Martins às 00:17 0 comentários
Marcadores: Come As You Are, Kurt Cobain, música, Nirvana, suicídio















