(...)
Copérnico morreu em 24 de maio de 1543, em Frauenburgo, no mesmo dia da publicação da sua obra "Da revolução de esferas celestes".
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Lágrima de preta
Encontrei uma preta
que estava a chorar
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhai-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
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Foi fortemente influenciado pelo movimento realista entre 1830 e 1870, na vila de Barbizon (perto da Floresta de Fontainebleau, na França) - a "escola de Barbizon" - tornando a natureza o assunto principal de suas obras.
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Biografia
Ele entrou para os Marines (Fuzileiros Navais) em 1943, durante a II Guerra Mundial, tendo servido no Pacífico Sul, onde foi ferido.
Estreou como ator teatral off-Broadway no final da década de 40, na peça Roadside. No cinema, a sua estreia foi em 1951, com You're in the Navy, now.
Em Os Corruptos, de 1953, ele protagonizou uma sequência que marcou época quando o seu personagem joga café fervendo na personagem da atriz Gloria Grahame, desfigurando-lhe o rosto.
Ao interpretar personagens militares, e foram vários, Lee valia-se de sua experiência na Segunda Guerra Mundial, onde foi ferido na coluna e ficou hospitalizado por vários meses. Começou a ganhar papéis de maior destaque com o sucesso obtido pelos westerns que fez com John Wayne no início da década de 60, O Homem Que Matou O Facínora e Comancheros. O seu último papel inclusive foi o de um militar, o coronel norte-americano Nick Alexander no filme The Delta Force, em 1986, onde atuou ao lado de Chuck Norris.
Recebeu das mãos de Julie Andrews o Óscar de melhor ator em 1965, por Dívida de Sangue, que fez ao lado de Jane Fonda. Nesse filme ele faz duplo papel: o do pistoleiro bom, eternamente bêbado e que ajuda a personagem de Fonda, e o pistoleiro mau.
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Conquistou este prémio na categoria de Melhor Ator Secundário, pelo filme Traffic, em 2001, pelo qual também recebeu o Golden Globe Award para Melhor Ator Secundário em cinema e o SAG Award para Melhor Ator Principal em cinema daquele ano.
Ganhou o prémio de interpretação masculina, no Festival de Cannes, e o Goya 2009, para o melhor ator principal, pelo seu papel de Ernesto Guevara, no filme Che.
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Ronald Belford Scott (Kirriemuir, 9 de julho de 1946 - Londres, 19 de fevereiro de 1980), mais conhecido pelo nome artístico de Bon Scott, foi um cantor escocês que ficou mundialmente conhecido por ser vocalista e compositor da banda de rock australiana AC/DC de 1974 a 1980.
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Ali, no esconso recanto,
só o túmulo, e mais nada,
suspenso no roxo pranto
de uma fresta geminada.
Mas no silêncio da nave,
como um cinzel que batuca,
soa sempre um trucatruca
lento, pausado, suave,
truca, truca, truca, truca,
sob a abóbada romântica,
como um cinzel que batuca
numa insistência satânica:
truca, truca, truca, truca,
truca, truca, truca, truca.
Álvaro Gois,
Rui Mamede,
filhos de António Brandão,
naturais de Cantanhede,
ambos vivos ali estão,
truca, truca, truca, truca,
vestidos de sunobeco
e acocorados no chão,
truca, truca, truca, truca.
No friso, largo de um palmo,
que dá volta a toda a arca,
um cristo, de gesto calmo,
assiste ao chegar da barca.
Homens de vária feição,
barrigudos e contentes,
mostram, no riso dos dentes
o gozo da salvação.
Anjinhos de longas vestes,
e cabelo aos caracóis,
tocam pífaro celestes,
entre cometas e sóis.
Mulheres e homens, sem paz,
esgaseados de remorsos,
desistem de fazer esforços,
entregam-se a Satanás.
Fixando a pedra, mirando-a,
quanto mais o olhar se educa,
mais se estende o trucatruca
que enche a nave, transbordando-a,
truca, truca, truca, truca
truca, truca, truca, truca.
No desmedido caixão,
grande senhor ali jaz.
Pupilo de Satanás?
Alma pura, de eleição?
Dom Afonso ou Dom João?
Para o caso tanto faz.
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
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Kelly Groucutt (born Michael William Groucutt; Coseley, 8 September 1945 – Worcester, 19 February 2009) was an English musician, and bassist and occasional vocalist for the English rock band Electric Light Orchestra (ELO), between 1974 and 1983. He was born in Coseley, West Midlands.
Early career
Groucutt began his musical career at 15 as Rikki Storm of Rikki Storm and the Falcons. He sang with multiple outfits during the 1960s, picking up the guitar as he went along. Groucutt was also a member of a band called "Sight and Sound", and later with a band called "Barefoot".
Electric Light Orchestra
While playing with Barefoot in Birmingham, he was spotted by ELO's Jeff Lynne; and after Lynne, Bev Bevan and Richard Tandy had watched him play, he was invited to join ELO, to replace Mike de Albuquerque, who had recently left the band. Upon joining, he was asked to adopt a stage name because ELO had already had several members named Michael, Mike or Mik; he chose Kelly as being a school nickname. ELO then set off on their Eldorado tour. The first Electric Light Orchestra album to feature Kelly on bass guitar and as a backing vocalist was Face the Music (1975). He assumed lead vocal duties on one or two album tracks typically, and his vocals can be heard on later ELO songs, most prominently on songs such as "Nightrider" (1975), "Poker" (1975), "Above the Clouds" (1976), "Across the Border" (1977), "Night in the City" (1977), "Sweet is the Night" (1977) and "The Diary of Horace Wimp" (1979). Groucutt often displayed his operatic vocal talents during live performances of "Rockaria!" (1976), though these were not performed in the studio.
Groucutt continued contributing on the albums A New World Record (1976), Out of the Blue (1977), Discovery (1979), Xanadu (1980), Time (1981), and the early sessions for Secret Messages (1983). By Discovery, Groucutt's role in the band was reduced by Lynne from co-lead vocals to backing vocals exclusively, as well as his duties on bass.
In 1982, he released his self-titled, debut solo album, Kelly. This album featured fellow ELO members Bev Bevan, Richard Tandy, Mik Kaminski and their orchestral co-arranger and conductor Louis Clark.[8] In 2001, the album was remastered for CD.
Groucutt remained with ELO until the onset of the recording sessions for the album Secret Messages in 1982. It was at this juncture that he left the band, unhappy with royalty payments during his tenure, and made the decision to sue management and band leader Jeff Lynne. A settlement for the sum of £300,000 (equivalent to £1,019,700 in 2019) was reached out of court prior to proceedings. He is credited with playing bass on Secret Messages, although the 2018 album liner notes state that he only played on four songs ("Train of Gold" and "Rock n Roll is King" from the single disc release and "No Way Out" and "Beatles Forever") from the original double album.
During the mid-to-late 1980s, Groucutt worked further on his solo career, including the We Love Animals EP in 1985 to benefit the RSPCA.
OrKestra
In the late 1980s, he and former band mate Mik Kaminski formed the group OrKestra. The pair quickly became dissatisfied with the poor promotion and record label the band received, especially as their first album, Beyond The Dream was delayed. Though at least one song was ready for use in the 1989 film Summer Job, the album itself was not released until 1991. By that point, Kaminski and Groucutt, joined by fellow ELO member Hugh McDowell, had guest starred in a tour with ELO Part II. In 1992, Groucutt and Kaminski both joined ELO Part II.
In 1993, the group's second album, Roll Over Beethoven was released under the OrKestra name, though by that point the band was seemingly defunct. It included more material from Groucutt and Kaminski's tenure in the band. It is unknown if OrKestra continued on after the two left.
ELO Part II and The Orchestra
During his time in ELO Part II, Groucutt frequently shared lead vocal duties with Neil Lockwood, Phil Bates, Peter Haycock, and Eric Troyer. However, Haycock and Lockwood both left the band shortly after Groucutt's arrival. When the group released Moment of Truth, Groucutt contributed the song "The Fox", and co-wrote "Blue Violin" and "Twist of the Knife". Groucutt also appeared on the live albums Performing ELO's Greatest Hits Live and One Night - Live in Australia.
While Groucutt was primarily the group's bassist, during some songs he would play guitar instead.
When Bev Bevan sold his half of the rights to ELO back to Jeff Lynne in 1999, Groucutt chose to remain with the group. It was renamed The Orchestra, in an attempt to get past Lynne's refusal to allow this group to bank on the past reputation of Groucutt, Kaminski, and Clark. He again made writing contributions to the group's next album, No Rewind, by co-writing the closing track, "Before We Go".
Personal life
Kelly Groucutt was married twice. His first marriage produced three sons (Christopher, Steven, and Robin) and a daughter (Jenny). The birth of his fourth child was around the same time he began to depart from ELO. In 2006, Groucutt wed Anna-Maria Bialaga. They remained married until his death.
Death
On 18 February 2009, Groucutt returned from a sell-out show with The Orchestra in Berlin. He suffered a heart attack shortly after, and died on the 19th at the Royal Worcester Hospital in Worcester. His family held a small, exclusive concert with members from The Orchestra in his memory.
After a successful crowdfunding campaign was held by his family, a plaque commemorating Groucutt was placed at his childhood home, where his family lived from 1937 to 1992.
in Wikipédia
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História do Quadrilheiro Manuel Domingos Louzeiro - Adriano Correia de Oliveira
José Niza - António Aleixo
Já lá vai preso o ladrão
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Santarém era o fulcro da guerra civil, mas o domínio da fação miguelista não existia apenas nesta cidade. Com efeito, apesar de várias vitórias liberais, no Norte as províncias de Trás-os-Montes, Minho e Beira Alta estavam ainda em poder de D. Miguel, que contava além disso com um vasto número de milícias que lhe eram fiéis no sul do País.
Foi então que Saldanha, comandante das forças liberais, estabeleceu o plano de, sem deixar de manter o cerco a Santarém, atacar com uma parte das suas tropas as cidades de Leiria e Coimbra, o que teria por efeito isolar os miguelistas que resistiam na capital ribatejana. As tropas de Saldanha fizeram a sua junção, em Rio Maior, com as que ele mandara ir de Lisboa e, em 16 de Janeiro de 1834, foi lançado, por dois lados, o ataque a Leiria. Vendo-se na iminência de ficar com a retirada cortada, os miguelistas abandonaram sem demora o Castelo de Leiria e tentaram refugiar-se em Coimbra. Seguidamente, nos primeiros dias de fevereiro, o General Póvoas, comandante das tropas miguelistas, pôs em execução um plano para atacar os liberais que ocupavam Pernes e os que cercavam Santarém.
Prevendo a possibilidade de tal tentativa, Saldanha tomou as precauções necessárias, fazendo com que o plano segurasse. Póvoas estabeleceu então novo projeto, que se baseava num ataque a Ponte de Asseca - em poder dos liberais - a fim de abrir caminho para Lisboa, onde deveria eclodir uma revolução miguelista. Dividindo-se em dois, no dia 18 de fevereiro os miguelistas fizeram marchar as cerca de 4.000 soldados do general Póvoas sobre Ponte de Asseca, embora sem efetuarem um ataque em larga escala que lhes permitisse conquistar posições. O seu objetivo era fazer uma manobra de diversão, para que fosse o General Lemos, que enquanto isso avançava com entre 4.500 e 5.000 homens em direção a Almoster e Santa Maria, a romper as linhas dos liberais. Estes viam-se assim obrigados a estender a sua cortina defensiva, enfraquecendo-a. Contudo, os comandados de Saldanha tinham a seu favor o facto de o terreno por si ocupado ser extremamente difícil de conquistar, pois formava um desfiladeiro estreito, entre colinas cobertas de mato denso.
Embora Saldanha viesse mais tarde a ficar com a fama de ter compreendido desde logo os intuitos de Lemos, armando por isso uma cilada aos miguelistas ao alegadamente permitir de forma deliberada que estes subissem o desfiladeiro uma vez passada a ponte de Santa Maria, tal teoria carece de qualquer fundamento tendo em conta os relatos da batalha de Luz Soriano e de outras crónicas coevas, tais como a do Barão de Saint Pardoux (A Guerra Civil em Portugal 1833-1834). Segundo se depreende claramente da leitura de Luz Soriano (op. cit., tomo V, pp. 219–23), os liberais limitaram-se a seguir os movimentos dos miguelistas, respondendo-lhes apressadamente quando estes decidiram avançar, tendo Saldanha, mesmo nessa altura, dado mostras de grande indecisão.
Atacando então primeiro em campo aberto e, uma vez passada a ponte, pelo desfiladeiro acima (sempre debaixo de fogo inimigo), a infantaria miguelista foi conquistando terreno com grande bravura, mas à custa de pesadas baixas. Assim perderam a vida o General Santa Clara, quando carregava o inimigo à frente das suas tropas, e o Brigadeiro Brassaget, que prontamente o substituiu na vanguarda ao vê-lo cair. A sorte das armas manteve-se indecisa até ao momento em que, "por iniciativa própria", segundo Luz Soriano (op. cit., tomo V, p. 221), o coronel Queirós vislumbrou a hipótese de atacar os miguelistas de flanco e, à frente dos batalhões de caçadores nº 2 e nº 12, cortou-lhes a retirada para a ponte de Santa Maria, ao passo que, com os regimentos de infantaria nº 3 e nº 6, ficando o nº 1 de reserva, o brigadeiro Brito lançava uma impetuosa carga à baioneta. Quanto a Saldanha, comandava pessoalmente Infantaria nº 1 - o mesmo regimento com que detivera com notável mestria, mais de 20 anos antes, a célebre carga do Buçaco - e manteve-se sempre na retaguarda.
Só nessa altura os soldados de D. Miguel compreenderam a terrível situação em que se encontravam. Vendo a sua infantaria em riscos de ser dizimada, o General Lemos ainda fez avançar a cavalaria, mas o Brigadeiro Bacon, à cabeça dos experientes Lanceiros da Rainha (que, à semelhança do que acontecia em todo o exército liberal, contavam com um assinalável número de mercenários estrangeiros, veteranos de outras guerras), fez gorar mais esse intento dos miguelistas. A derrota destes foi pesada, e as suas perdas excederam um milhar de homens. No entanto, a forma como retiraram foi, do ponto de vista militar, irrepreensível, o que evitou um número de baixas ainda maior. Do lado liberal houve também baixas de vulto a lamentar, tendo sido particularmente sentida a morte do Coronel Miranda (Luz Soriano, op. cit., tomo V, p. 223).
Esta Batalha de Almoster significou, na opinião de muitos, o desmoronar das esperanças do irmão de D. Pedro IV de reconquistar Lisboa e, possivelmente, de vencer a guerra.
Postado por Fernando Martins às 19:10 0 comentários
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