sexta-feira, abril 17, 2026
Hoje é dia de recordar Chavela Vargas...
Postado por Pedro Luna às 10:07 0 comentários
Marcadores: Chavela Vargas, Costa Rica, homossexuais, México, música, Paloma negra, ranchera
Hoje é dia de recordar Nuno Guerreiro...
Postado por Pedro Luna às 10:00 0 comentários
Marcadores: Ala dos Namorados, Caçador de Sóis, homossexuais, música, Nuno Guerreiro
Leonardo Sullivan faz hoje 79 anos
(imagem daqui)
Postado por Fernando Martins às 07:09 0 comentários
Marcadores: Brasil, brega, Leonardo Sullivan, música, Quando chegar o amanhã
A Invasão da Baía dos Porcos foi há sessenta e cinco anos
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
Marcadores: CIA, Cuba, Fidel Castro, Invasão da Baía dos Porcos
Maynard James Keenan celebra hoje sessenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
Marcadores: Deftones, hard rock, Maynard James Keenan, Metal Alternativo, Metal industrial, Metal progressivo, música, Passenger, Rock Progressivo
Hoje é dia de ouvir Spice Girls...
Postado por Pedro Luna às 05:20 0 comentários
Marcadores: dance, música, pop, Posh Spice, Reino Unido, rythm and blues contemporâneo, Spice Girls, Victoria Beckham, Viva Forever
Se Ao Menos Soubesses Tudo O Que Não Disse...
Se ao menos soubesses tudo o que eu não disse
Se ao menos soubesses tudo o que eu não disse
ou se ao menos me desses as mãos como quem beija
e não partisses, assim, empurrando o vento
com o coração aflito, sufocado de segredos;
se ao menos percebesses que eram nossos
todos os bancos de todos os jardins;
se ao menos guardasses nos teus gestos essa bandeira de lirismo
que ambos empunhamos na cidade clandestina
Quando as manhas cheiravam a óleo e a flores
e o inverno espreitava ainda nas esquinas como uma criança tremendo;
se ao menos tivesses levado as minhas mãos para tocar os teus dedos
para guardar o teu corpo;
se ao menos tivesses quebrado o riso frio dos espelhos
onde o teu rosto se esconde no meu rosto
e a minha boca lembra a tua despedida,
talvez que, hoje, meu amor, eu pudesse esquecer
essa cor perdida nos teus olhos.
Joaquim Pessoa
Postado por Pedro Luna às 03:00 0 comentários
Marcadores: Joaquim Pessoa, música, poesia, Se Ao Menos Soubesses Tudo O Que Não Disse
Hoje é dia de recordar Linda McCartney...
Postado por Pedro Luna às 02:08 0 comentários
Marcadores: fotografia, Linda McCartney, Mull Of Kintyre, música, Paul McCartney, Wings
Chavela Vargas nasceu há 107 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:07 0 comentários
Marcadores: Chavela Vargas, Costa Rica, homossexuais, México, música, No volveré, ranchera
Saudades de Nuno Guerreiro...
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
Marcadores: Ala dos Namorados, homossexuais, música, Nuno Guerreiro, Sara Tavares, Solta-se O Beijo
Os estudantes de Coimbra começaram uma Crise Académica há 57 anos...
A crise académica de 1969 começou quando não foi permitido aos estudantes o uso da palavra durante uma inauguração. À greve e à falta aos exames assumidos pelos estudantes respondeu o governo com a prisão e a mobilização para a guerra do ultramar.
NOTA: A sala onde a crise começou não é desconhecida para os Geopedrados - eu, por exemplo, fiz o meu último exame, como estudante da licenciatura em Geologia, no edifício das Matemáticas da FCTUC, numa sala chamada, naturalmente, de 17 de abril...
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
A Apollo XIII conseguiu voltar à Terra há 56 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
Marcadores: acidente, Apollo, Apollo XIII, astronautas
Victoria Beckham comemora hoje 52 anos
Victoria Caroline Adams Beckham (nascida Victoria Caroline Adams; Hertfordshire, 17 de abril de 1974) é uma cantora, designer, atriz e modelo britânica que trabalhou originalmente na banda de sucesso Spice Girls.

Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: dance, música, pop, Posh Spice, Reino Unido, rythm and blues contemporâneo, Spice Girls, Spice Up Your Life, Victoria Beckham
Os Khmer Vermelhos tomaram o poder no Camboja há 51 anos - genocídios nunca mais...
De modo oposto, alguns historiadores citaram a intervenção dos EUA e a sua campanha de bombardeamentos (1965-1973) como um fator significativo que levou ao aumento do apoio dos Khmer Vermelhos entre os camponeses cambojanos. Os historiadores Ben Kiernan e Taylor Owen utilizaram uma combinação de sofisticado mapeamento por satélite, dados recentes não-catalogados sobre a extensão dos bombardeamentos e depoimentos de camponeses para afirmar que houve uma correlação entre os pequenos lugares atingidos pelos bombardeamentos dos EUA e o recrutamento de camponeses pelos Khmer Vermelhos.
No seu estudo, de 1996, sobre a ascensão de Pol Pot ao poder, Kiernan afirma que a intervenção estrangeira “foi provavelmente o fator mais significativo na ascensão de Pol Pot”.
Em 1975, com o governo de Lon Nol a ficar sem munições, estava claro que era apenas uma questão de tempo até que o governo entrasse em colapso. No dia 17 de abril de 1975, os Khmer Vermelhos capturaram a capital, Phnom Penh.
O governo do Khmer Vermelho prendeu, torturou e eventualmente executou qualquer pessoa suspeita de pertencer a várias categorias de supostos “inimigos”:
- Qualquer pessoa com conexões com o antigo governo ou governos estrangeiros;
- Profissionais e intelectuais - na prática isto incluía quase todas as pessoas com alguma educação ou até mesmo pessoas que usavam óculos (o que, de acordo com o regime significava que eram alfabetizados). Ironicamente e hipocritamente, o próprio Pol Pot era um homem com educação universitária (embora fosse um desistente), com gosto pela literatura francesa e também era fluente em francês. Muitos artistas, incluindo músicos, escritores e cineastas foram executados. Alguns como Ros Sereysothea, Pan Ron e Sinn Sisamouth ganharam fama póstuma por seus talentos e ainda hoje são populares com os khmers;
- Vietnamitas étnicos, chineses étnicos, tailandeses étnicos e outras minorias nas montanhas orientais, cristãos cambojanos (a maioria dos quais eram católicos e a Igreja Católica em geral), muçulmanos e os monges budistas;
- “Sabotadores económicos”: muitos dos antigos moradores da cidades (aqueles que não morreram de fome em primeiro lugar) foram julgados culpáveis por sua falta de capacitação agrícola.
Durante os anos 70, especialmente após meados de 1975, o Partido também foi abalado por conflitos entre fações, havendo até mesmo tentativas armadas de derrubar Pol Pot. As purgas resultantes alcançaram o seu auge em 1977 e 1978, quando milhares de pessoas, inclusive líderes importantes do PCK, foram executados.
Hoje, exemplos dos métodos de tortura utilizados pelo Khmer Vermelho podem ser vistos no Museu do Genocídio Tuol Sleng. O museu ocupa o espaço de uma antiga escola secundária transformada num campo prisional que foi operado por Kang Kek Iew, comummente conhecido como Camarada Duch. Cerca de 17.000 pessoas passaram por este centro antes de serem levadas para lugares (também conhecidos como campos de extermínio) nos arrabaldes de Phnom Penh, como Choeung Ek, onde foram, em sua maioria, executadas (em sua maior parte com picaretas, para economizar balas) e enterradas em valas comuns. Dos milhares de pessoas que entraram no Centro Tuol Sleng (também conhecido como S-21), apenas doze são conhecidos por ter sobrevivido.
Número de mortes
O número exato de pessoas que morreram como resultado das políticas do Khmer Vermelho é contestado, bem como a causa da morte daqueles que morreram. O acesso ao país durante o governo do Khmer Vermelho e durante o governo vietnamita foi muito limitado. No início dos anos de 80, o regime que foi instalado pelos vietnamitas e sucedeu ao Khmer Vermelho realizou uma pesquisa domiciliar nacional, que concluiu que mais de 4,8 milhões de pessoas morreram, mas a maioria dos historiadores modernos não considera esses números confiáveis.
Pesquisas atuais localizaram milhares de valas comuns da época do Khmer Vermelho espalhadas por todo Camboja, contendo um número estimado de 1,39 milhões de corpos. Vários estudos estimaram o número de mortes entre 740.000 e 3.000.000, mais habitualmente variando entre 1,4 milhões e 2,2 milhões, com cerca da metade dessas mortes tendo sido causadas por execuções e o restante por fome ou doenças.
O Projeto Genocídio Cambojano, financiado pelo Departamento de Estado dos EUA, apresenta as estimativas do total de mortes entre 1,2 milhões e 1,7 milhões. A Amnistia Internacional estima o total de mortes em 1,4 milhões. R. J. Rummel, um analista de matanças políticas históricas, fornece um número de 2 milhões. O antigo líder dos Khmer Vermelhos, Pol Pot, indicou o número de 800.000 e seu vice, Khieu Samphan alegou que 1 milhão de pessoas foram mortas.
Postado por Fernando Martins às 00:51 0 comentários
Marcadores: Camboja, comunismo, genocídio, genocídio cambojano, Kampuchea Democrático, Khmer Vermelhos, Pol Pot
O Massacre de Eldorado dos Carajás foi há trinta anos...
Postado por Fernando Martins às 00:30 0 comentários
Marcadores: Brasil, Massacre de Eldorado dos Carajás, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST
Hoje é dia de recordar o poeta Joaquim Pessoa...
Amélia dos olhos doces
Amélia dos olhos doces
quem é que te trouxe
grávida de esperança?
Um gosto de flor na boca.
Na pele e na roupa
perfumes de França.
Cabelos cor de viúva.
Cabelos de chuva.
Sapatos de tiras
e pões, quantas vezes
não queres e não amas
os homens que dormem
contigo na cama.
Amélia dos olhos doces
quem dera que fosses
apenas mulher.
Amélia dos Olhos Doces
se ao menos tivesses
direito a viver!
Amélia gaivota
amante ou poeta.
Rosa de café.
Amélia gaiata
do Bairro da Lata.
Do Cais do Sodré.
Tens um nome de navio.
Teu corpo é um rio
onde a sede corre.
Olhos Doces. Quem diria
que o amor nascia
onde Amélia morre?
Cabelos cor de viúva.
Cabelos de chuva.
Sapatos de tiras
e pões, quantas vezes
não queres e não amas
os homens que dormem
contigo na cama.
Joaquim Pessoa
Postado por Pedro Luna às 00:30 0 comentários
Marcadores: Amélia dos olhos doces, Carlos Mendes, Joaquim Pessoa, música, poesia
Linda McCartney morreu há vinte e oito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: fotografia, Linda McCartney, música, My Love, Paul McCartney, Wings
Sirimavo Dias Bandaranaike, a primeira mulher a ser a chefe de governo, nasceu há 110 anos
Sirima Ratwatte Dias Bandaranaike (Ceylon, 17 April 1916 – Colombo, 10 October 2000), commonly known as Sirimavo Bandaranaike (the suffix "vo" denotes respect), was a Sri Lankan politician and the modern world's first female head of government. She served as Prime Minister of Ceylon and Sri Lanka three times, 1960–65, 1970–77 and 1994–2000, and was a long-time leader of the Sri Lanka Freedom Party.
Postado por Fernando Martins às 00:11 0 comentários
Marcadores: primeiro-ministro, Sirimavo Bandaranaike, Sirimavo Dias Bandaranaike, Sri Lanka
Até ao fim do mundo, Nuno Guerreiro...
Postado por Pedro Luna às 00:10 0 comentários
Marcadores: Ala dos Namorados, fim do mundo, homossexuais, música, Nuno Guerreiro
Joaquim Pessoa morreu há três anos...
(imagem daqui)
Joaquim Maria Pessoa (Barreiro, 22 de fevereiro de 1948 – 17 de abril de 2023), conhecido por Joaquim Pessoa, foi um poeta, artista plástico, publicitário e estudioso de arte pré-histórica português.
Com formação na área do "marketing" e da publicidade, foi diretor criativo e diretor-geral de várias agências de publicidade e autor ou coautor de diversos programas de televisão ("1000 Imagens", "Rua Sésamo", "45 Anos de Publicidade em Portugal", etc.). Foi diretor pedagógico e professor da cadeira de Publicidade no Instituto de Marketing e Publicidade, em Lisboa, e professor no Instituto Dom Afonso III, em Loulé.
Desempenhou durante seis anos (1988-1994) o cargo de diretor da Sociedade Portuguesa de Autores. Em colaboração com Luís Machado, organizou em 1983 o I Encontro Peninsular de Poesia, que reuniu prestigiados nomes da poesia ibérica. Conta com mais de 600 recitais da sua poesia, realizados em Portugal e no estrangeiro. Foi diretor literário da Litexa Editora, diretor do jornal "Poetas & Trovadores", colaborador das revistas "Sílex" e "Vértice" e do jornal "A Bola".
Foi um dos fundadores da cooperativa artística Toma Lá Disco, com Ary dos Santos, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Luiz Villas-Boas, entre outros.
Viu o seu nome ser atribuído a arruamentos na Baixa da Banheira (concelho da Moita) e no Poceirão (concelho de Palmela).
e por dentro das casas onde nos amámos ou pelas ruas
[clandestinas da grande cidade livre
estarão para sempre vivos os sinais de um grande amor,
esses densos sinais do amor e da morte
com que se vive a vida.
Aí estarão de novo as nossas mãos.
E nenhuma dor será possível onde nos beijámos.
Eternamente apaixonados, meu amor. Eternamente livres.
Prolongaremos em todos os dedos os nossos gestos e,
profundamente, no peito dos amantes, a nossa alma líquida
[e atormentada
desvenderá em cada minuto o seu segredo
para que este amor se prolongue e noutras bocas
ardam violentos de paixão os nossos beijos
e os corpos se abracem mais e se confundam
mutuamente violando-se, violentando a noite
para que outro dia, afinal, seja possível.
in Os Olhos de Isa (1980) - Joaquim Pessoa
Postado por Fernando Martins às 00:03 0 comentários
Marcadores: Joaquim Pessoa, poesia, saudades
Nuno Guerreiro, o vocalista da Ala dos Namorados, morreu há um ano...

(imagem daqui)
Nuno Guerreiro (Loulé, 5 de setembro de 1972 – Lisboa, 17 de abril de 2025) foi um cantor e músico português, conhecido principalmente pelo seu trabalho como vocalista na banda Ala dos Namorados.
Vida
Nuno Guerreiro começou a cantar muito cedo, tendo como influência primordial Amália Rodrigues. Aos 16 anos foi para Lisboa, para frequentar a Escola de Dança do Conservatório.
O Teatro São Luiz foi o primeiro palco onde dançou e também foi o primeiro palco onde cantou quando colaborou com o grupo Diva, de Natália Casanova. Foi visto a cantar por Carlos Paredes, que o convidou a participar, em 1992, nos concertos do músico em Lisboa e Porto. Colaborou também com o ex-Madredeus Rodrigo Leão.
Foi convidado por João Gil e Manuel Paulo para a Ala dos Namorados, em 1993.
Em 1998 gravou a solo o álbum Carta de Amor, com produção e arranjos do maestro japonês Akira Senju. O disco inclui vários standards e algumas composições da Ala dos Namorados. O disco inclui os temas "Amazing Grace", "Manhã de Carnaval", "Amapola", "Ao Sul", "Love Letters", "Greensleeves", "My Funny Valentine", "Perdidamente", "Takeda no komoriuta" e "When the Saints Go Marchin' In".
Em 2002 gravou o álbum Tento Saber, com produção de Gonçalo Pereira. Rui Veloso toca guitarra em "3 Minute Song", uma canção sua e de Carlos Tê. Inclui também "Por Amor, Por Alguém" (uma canção de Sara Tavares), "Tu Podes Dar" (de Lúcia Moniz e Pedro Campos) e uma versão de "Careless Whisper", de George Michael. A versão internacional do segundo disco inclui "Ampola" na versão usada num anúncio nipónico da Nissan.
No ano de 2007, participou no álbum de estreia do cantor TT, nas faixas "Não Olhes Para Trás" e "Vem Cá", tendo esta última sido lançada como terceiro single do álbum. No mesmo ano lançou o que seria o último álbum da Ala dos Namorados. Em seguida juntou-se a Olavo Bilac (Santos & Pecadores), Tozé Santos (Per7ume) e ao produtor Vítor Silva, para o projeto Zeca Sempre, de tributo a José Afonso.
Lançou ainda a solo o álbum Gangster Mascarado, que não obteve grande adesão. Um dos temas conta com a participação de Berg.
Em fevereiro de 2013 é lançado um novo álbum da Ala dos Namorados, Razão de Ser, em que revisitam os grandes temas da sua carreira com a colaboração de nomes como António Zambujo, Carlos do Carmo, Cristina Branco, Carlos Nobre, Dany Silva, João Gil, Jorge Palma, Rão Kyao, Rui Pregal da Cunha, Shout e Susana Félix. No fim do ano de 2014, a Ala dos Namorados, lança o álbum Felicidade, dando início à Tour Felicidade 2015.
Em 2022, Nuno Guerreiro lança o seu último álbum a solo, Na Hora Certa.
O projeto mais recente onde estava envolvido intitulava-se "Nuno Guerreiro & Mau Feitio", composto por músicos do Algarve, com os quais participou em alguns concertos, como o festival Caixa Alfama, em Lisboa, em setembro de 2024. Participou nos Globos de Ouro de 2024, numa homenagem a Sara Tavares.
Nos últimos meses da sua vida, encontrava-se a trabalhar, em direção de cena e produção no Cine-Teatro Louletano. Numa entrevista para publicação «A Voz do Algarve», Nuno Guerreiro manifestou a intenção de lançar, uma versão da música “Os Verdes Anos”, em homenagem ao guitarrista Carlos Paredes, para uma futura edição em DVD.
Contratenor
Uma vez que era contratenor, a sua voz permitia-lhe explorar diversas sonoridades; possuía assim a capacidade de interpretar ópera, e também fado, pop ou música soul.
Estudou canto lírico no Conservatório Nacional português, onde também obteve o seu diploma como bailarino profissional.
Vida pessoal
Abertamente homossexual, Nuno Guerreiro referiu ter sido vítima de preconceito, embora tal não o tenha levado a esconder a sua orientação sexual. Assumiu também ter sido vítima de violência doméstica. O artista ter-se-ia mudado de Lisboa, alegadamente após uma relação abusiva, na qual foi vítima de violência doméstica, refugiando-se no sul do país, em Loulé, com a mãe.
Morte
Nuno Guerreiro morreu a 17 de abril de 2025, no Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, onde estava internado desde a véspera, devido a uma infeção grave e generalizada, que lhe causou a morte.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: Ala dos Namorados, homossexuais, Loucos de Lisboa, música, Nuno Guerreiro
quinta-feira, abril 16, 2026
Goya morreu há 198 anos...
Postado por Fernando Martins às 19:08 0 comentários
Marcadores: Espanha, Goya, neoclassicismo, pintura, romantismo
Para celebrar o Dia Mundial da Voz, um CD de fado e canção de Coimbra novo...!

Canções do Nosso Tempo é um álbum da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra (SF/AAC), lançado em março de 2026, que reúne temas marcantes das serenatas da última década. O CD celebra o Fado de Coimbra com criações originais e novas interpretações, estando disponível em plataformas de streaming e YouTube.
Para celebrar o Dia Mundial da Voz, aqui fica uma música deste que vale a pena, com um jovem (autor de letra e música e ainda cantor) que eu mandei para Coimbra para estudar Psicologia:
Postado por Fernando Martins às 18:40 0 comentários
Marcadores: António João Martins, Canções do Nosso Tempo, Dia Mundial da Voz, Fado de Coimbra, Fado para uma minhota, Honoris Causa, música
Anatole France nasceu há 172 anos
Vida
Era um poeta, jornalista e romancista francês com vários best-sellers. Foi membro da Académie Française e ganhou o Prémio Nobel de Literatura, em 1921, "em reconhecimento das suas brilhantes realizações literárias, caracterizadas como são por uma nobreza de estilo, uma profunda simpatia humana, graça e um verdadeiro temperamento gaulês".
Acredita-se que France seja o modelo, para o narrador Marcel Bergotte, na obra Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust.
Postado por Fernando Martins às 17:20 0 comentários
Marcadores: Anatole France, França, literatura, Nobel
Sugestão para Leiria - um recital diferente para celebrar o Dia Mundial da Voz...

Recital Dia Mundial da Voz
Teatro Miguel Franco (LEIRIA) - 16.04.26 - 19.30 horas
Canções Pagãs, álbum lançado em 2016 por Nuno Dias e Luís Figueiredo, chega agora em formato recital como homenagem ao cancioneiro de Luiz Goes, figura central da Canção de Coimbra. Reinterpretando 16 faixas gravadas entre 1967 e 1971, o projeto adota uma abordagem erudita e minimalista, retirando as composições do contexto tradicional da guitarra de Coimbra para as transformar em autênticas canções de câmara.
Programa:
Canções Pagãs, Nuno Dias
Biografias:
Nuno Afonso Dias é licenciado em canto pela Universidade de Aveiro, na classe da professora Isabel Alcobia. Foi Docente Assistente nesta Universidade no ano letivo 2013/14. Desenvolveu os seus estudos com Alan Watt, Tom Krause e Michael Rhodes. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para o projeto enoa (European Network of Opera Academies). Fez parte da Academia de Ópera do Festival de Verbier, onde trabalhou com Barbara Bonney, Claudio Desderi, Tomas Quastoff e Tim Caroll, tendo-se destacado com o Prémio Jovem Promessa Thierry Marmod.
Como solista, tem-se apresentado em concerto com diversas orquestras nacionais e internacionais, cantando obras de referência do repertório coral-sinfónico. No domínio da ópera interpretou, no Teatro Nacional de São Carlos, ao longo das últimas temporadas, diversos personagens do repertório lírico, abrangendo obras de compositores consagrados como Puccini, Donizetti, Rossini ou Bizet, entre outros. Do seu repertório, que interpretou em palcos nacionais e internacionais, fazem também parte compositores como Verdi, Mozart, Busoni, Stravinsky ou Britten.
Da discografia de Nuno Dias destaca-se o disco Canções Pagãs, inteiramente dedicado ao cancioneiro de Luiz Goes, trabalho esse que foi reconhecido como de Utilidade Cultural pelo Ministério da Cultura. Foi cantor residente no Stadttheater Bern, na Suíça, durante a temporada 2014/15.
Luis Figueiredo iniciou os estudos musicais com 8 anos. Depois de dois anos de aulas particulares de Piano, em 1989 ingressou no Conservatório de Música de Coimbra, onde completou o curso de Piano.
Em 2005 concluiu a Licenciatura em Piano na Universidade de Aveiro, estudando com Vitali Dotsenko, Fausto Neves, António Chagas Rosa, Vasco Negreiros, entre outros. No mesmo ano, estudou no Hot Clube de Portugal em Lisboa com Filipe Melo, Bernardo Moreira, Ricardo Pinheiro e Bruno Santos. Em 2016 concluiu o Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sob orientação de Susana Sardo e Mário Laginha. Durante este período, frequentou diversas classes de aperfeiçoamento e workshops com Álvaro Teixeira Lopes, Andrezej Pikul, Roy Howatt, Liv Glaser, Mário Laginha, Valery Starodubrovsky, Dave Liebman e Hervé N’Kaoua, entre inúmeros outros.
Participou também em diversos eventos científicos nas áreas da performance musical e musicologia, tais como Congresso SIBE – Sociedade Ibérica de Etnomusicologia (Salamanca e Lisboa), Rhythm Changes International Jazz Conference (Amesterdão), Leeds International Jazz Conference (Reino Unido), Jazz Talks – Aveiro International Jazz Conference, ENIM – Encontros Nacionais de Investigação em Música (Portugal, várias localidades), Post-ip Post in Progress (Aveiro, Portugal).
Foi convidado como orador em variadas ocasiões, incluindo o evento TED (Aveiro), Escola Superior de Educação de Coimbra (Fórum das Artes e Tecnologias), Congresso EPTA – European Piano Teachers Association (Portugal), Academia de Música de Castelo de Paiva, Academia de Música de Torre de Moncorvo, Conservatório de Música de Coimbra, entre vários outros.
Entre 2005 e 2015, lecionou em instituições como o Conservatório de Música de Coimbra, o Conservatório de Música da Jobra, o Conservatório de Música de S. José da Guarda e a Tone Music School, em Coimbra. Pontualmente orientou masterclasses e workshops nas áreas da música erudita, do jazz e da composição em inúmeras instituições em Portugal e também fora do país.
Entre 2011 e 2019 desempenhou funções nos Mestrados em Música e Ensino de Música na Universidade de Aveiro, sendo coordenador da variante de jazz e vice-diretor do Mestrado em Música, e leccionando as disciplinas de piano, música de câmara, combo, composição e jazz studies.
Luís Figueiredo está ativo profissionalmente desde 2004 nas áreas da performance de música escrita e improvisada, da composição e arranjo, e da produção e direção musical. Editou o seu primeiro álbum como líder em 2010 (Manhã, JACC Records). Desde então, assinou participações em cerca de 30 edições discográficas.
Trabalhou e/ou gravou com Cristina Branco, Bruno Pedroso, Carlos Bica, André Fernandes, Luísa Sobral, Alexandre Frazão, Reinier Baas, João Moreira, Ana Bacalhau, Mário Delgado, Bernardo Moreira, David Binney, João Hasselberg, Perico Sambeat, Mário Laginha, Marta Hugon, Ricardo Toscano, Eduardo Raon, Rita Maria, Diogo Duque, Márcia, Mário Franco, Diabo na Cruz, Carlos Barretto, Jorge Moniz, Gisela João e Jeffery Davis, entre vários outros.
Trabalhou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Metropolitana, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra XXI, Hr Frankfurt Rundfunk Big Band (DE), Het Gelders Orkester (NL), para além de vários ensembles de música de câmara, sob a direção de Cesário Costa, Dinis Sousa, Jamie Philips, Rui Pinheiro e António Lourenço.
Na sua agenda registam-se concertos, masterclasses e residências artísticas em inúmeros países, como Espanha, França, Alemanha, Áustria, Luxemburgo, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Sérvia, Grécia, Turquia, México, Marrocos e Brasil.
Desde 2008, tem colaborado em várias produções de teatro e cinema, como compositor, intérprete ou diretor musical. Neste âmbito, trabalhou com Tiago Cravidão, O Teatrão (Coimbra), Sandra Barata Belo, Patrícia André e Teatro Praga (Lisboa).
Luís Figueiredo foi o arranjador da canção vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2017, “Amar Pelos Dois” (autoria: Luísa Sobral), e foi também o compositor da banda sonora original da edição de 2018 do mesmo festival.
Postado por Fernando Martins às 17:01 0 comentários
Marcadores: baixo, Canções Pagãs, Cantiga de Vagabundo, Dia Mundial da Voz, Leiria, Luís Figueiredo, Luiz Goes, Nuno Dias, piano, Teatro Miguel Franco
O Papa Bento XVI nasceu há 99 anos...
Dominava pelo menos seis idiomas, entre os quais alemão, italiano, francês, latim, inglês, castelhano e possuía conhecimentos de português, ademais lia grego antigo e hebraico. Foi membro de várias academias científicas da Europa como a francesa Académie des sciences morales et politiques e recebeu oito doutoramentos honoríficos de diferentes universidades, entre elas da Universidade de Navarra, e foi também cidadão honorário das comunidades de Pentling (1987), Marktl (1997), Traunstein (2006) e Ratisbona (2006). Era pianista e tinha preferências por Mozart e Bach. Foi o sexto ou, talvez, o sétimo papa alemão desde Vítor II (segundo a procedência de Estêvão VIII, de quem não se sabe se nasceu em Roma ou na Alemanha). Em abril de 2005 foi incluído pela revista Time como sendo uma das cem pessoas mais influentes do mundo.
O último papa com este nome fora Bento XV, que esteve no cargo de 1914 a 1922 e pontificou durante a Primeira Guerra Mundial. Ratzinger foi o primeiro decano do Colégio Cardinalício eleito Papa desde Paulo IV, em 1555, o primeiro cardeal-bispo eleito Papa desde Pio VIII, em 1829, e o primeiro superior da Congregação para a Doutrina da Fé a alcançar o Pontificado, desde Paulo V, em 1605. Bento XVI foi o primeiro papa, desde João XXIII, a voltar a usar o camauro e comummente utilizou múleos. Também foi o primeiro pontífice a visitar um museu judaico. Renunciou a 28 de fevereiro de 2013, justificando-se, na sua declaração de renúncia, que as suas forças, devido à idade avançada, já não lhe permitiam exercer adequadamente o pontificado.
O Papa Emérito Bento XVI morreu a 31 de dezembro de 2022, às 09.34, hora local, após apresentar uma rápida deterioração da sua saúde, em consequência da idade avançada, nos dias seguintes ao Natal. A sua morte foi confirmada pelo Secretário de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni.
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: Bento XVI, Igreja Católica, Papa











