O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Canções do Nosso Tempo é um álbum da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra (SF/AAC), lançado em março de 2026, que reúne temas marcantes das serenatas da última década. O CD celebra o Fado de Coimbra com criações originais e novas interpretações, estando disponível em plataformas de streaming e YouTube.
Para celebrar o Dia Mundial da Voz, aqui fica uma música deste que vale a pena, com um jovem (autor de letra e música e ainda cantor) que eu mandei para Coimbra para estudar Psicologia:
Teatro Miguel Franco (LEIRIA) - 16.04.26 - 19.30 horas
Canções Pagãs, álbum lançado em 2016 por Nuno Dias e Luís Figueiredo,
chega agora em formato recital como homenagem ao cancioneiro de Luiz
Goes, figura central da Canção de Coimbra. Reinterpretando 16 faixas
gravadas entre 1967 e 1971, o projeto adota uma abordagem erudita e
minimalista, retirando as composições do contexto tradicional da
guitarra de Coimbra para as transformar em autênticas canções de câmara.
Programa:
Canções Pagãs, Nuno Dias
Biografias:
Nuno Afonso Dias é licenciado em canto pela
Universidade de Aveiro, na classe da professora Isabel Alcobia. Foi
Docente Assistente nesta Universidade no ano letivo 2013/14. Desenvolveu
os seus estudos com Alan Watt, Tom Krause e Michael Rhodes. Foi
bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para o projeto enoa (European
Network of Opera Academies). Fez parte da Academia de Ópera do Festival
de Verbier, onde trabalhou com Barbara Bonney, Claudio Desderi, Tomas
Quastoff e Tim Caroll, tendo-se destacado com o Prémio Jovem Promessa
Thierry Marmod.
Como solista, tem-se apresentado em concerto com diversas orquestras
nacionais e internacionais, cantando obras de referência do repertório
coral-sinfónico. No domínio da ópera interpretou, no Teatro Nacional de
São Carlos, ao longo das últimas temporadas, diversos personagens do
repertório lírico, abrangendo obras de compositores consagrados como
Puccini, Donizetti, Rossini ou Bizet, entre outros. Do seu repertório,
que interpretou em palcos nacionais e internacionais, fazem também parte
compositores como Verdi, Mozart, Busoni, Stravinsky ou Britten.
Da discografia de Nuno Dias destaca-se o disco Canções Pagãs,
inteiramente dedicado ao cancioneiro de Luiz Goes, trabalho esse que foi
reconhecido como de Utilidade Cultural pelo Ministério da Cultura. Foi
cantor residente no Stadttheater Bern, na Suíça, durante a temporada
2014/15.
Luis Figueiredo iniciou os estudos musicais com 8
anos. Depois de dois anos de aulas particulares de Piano, em 1989
ingressou no Conservatório de Música de Coimbra, onde completou o curso
de Piano.
Em 2005 concluiu a Licenciatura em Piano na Universidade de Aveiro,
estudando com Vitali Dotsenko, Fausto Neves, António Chagas Rosa, Vasco
Negreiros, entre outros. No mesmo ano, estudou no Hot Clube de Portugal
em Lisboa com Filipe Melo, Bernardo Moreira, Ricardo Pinheiro e Bruno
Santos. Em 2016 concluiu o Doutoramento em Música na Universidade de
Aveiro, sob orientação de Susana Sardo e Mário Laginha. Durante este
período, frequentou diversas classes de aperfeiçoamento e workshops com
Álvaro Teixeira Lopes, Andrezej Pikul, Roy Howatt, Liv Glaser, Mário
Laginha, Valery Starodubrovsky, Dave Liebman e Hervé N’Kaoua, entre
inúmeros outros.
Participou também em diversos eventos científicos nas áreas da
performance musical e musicologia, tais como Congresso SIBE – Sociedade
Ibérica de Etnomusicologia (Salamanca e Lisboa), Rhythm Changes
International Jazz Conference (Amesterdão), Leeds International Jazz
Conference (Reino Unido), Jazz Talks – Aveiro International Jazz
Conference, ENIM – Encontros Nacionais de Investigação em Música
(Portugal, várias localidades), Post-ip Post in Progress (Aveiro,
Portugal).
Foi convidado como orador em variadas ocasiões, incluindo o evento
TED (Aveiro), Escola Superior de Educação de Coimbra (Fórum das Artes e
Tecnologias), Congresso EPTA – European Piano Teachers Association
(Portugal), Academia de Música de Castelo de Paiva, Academia de Música
de Torre de Moncorvo, Conservatório de Música de Coimbra, entre vários
outros.
Entre 2005 e 2015, lecionou em instituições como o Conservatório de
Música de Coimbra, o Conservatório de Música da Jobra, o Conservatório
de Música de S. José da Guarda e a Tone Music School, em Coimbra.
Pontualmente orientou masterclasses e workshops nas áreas da música
erudita, do jazz e da composição em inúmeras instituições em Portugal e
também fora do país.
Entre 2011 e 2019 desempenhou funções nos Mestrados em Música e
Ensino de Música na Universidade de Aveiro, sendo coordenador da
variante de jazz e vice-diretor do Mestrado em Música, e leccionando as
disciplinas de piano, música de câmara, combo, composição e jazz
studies.
Luís Figueiredo está ativo profissionalmente desde 2004 nas áreas da
performance de música escrita e improvisada, da composição e arranjo, e
da produção e direção musical. Editou o seu primeiro álbum como líder em
2010 (Manhã, JACC Records). Desde então, assinou participações em cerca
de 30 edições discográficas.
Trabalhou e/ou gravou com Cristina Branco, Bruno Pedroso, Carlos
Bica, André Fernandes, Luísa Sobral, Alexandre Frazão, Reinier Baas,
João Moreira, Ana Bacalhau, Mário Delgado, Bernardo Moreira, David
Binney, João Hasselberg, Perico Sambeat, Mário Laginha, Marta Hugon,
Ricardo Toscano, Eduardo Raon, Rita Maria, Diogo Duque, Márcia, Mário
Franco, Diabo na Cruz, Carlos Barretto, Jorge Moniz, Gisela João e
Jeffery Davis, entre vários outros.
Trabalhou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra
Metropolitana, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra XXI, Hr Frankfurt
Rundfunk Big Band (DE), Het Gelders Orkester (NL), para além de vários
ensembles de música de câmara, sob a direção de Cesário Costa, Dinis
Sousa, Jamie Philips, Rui Pinheiro e António Lourenço.
Na sua agenda registam-se concertos, masterclasses e residências
artísticas em inúmeros países, como Espanha, França, Alemanha, Áustria,
Luxemburgo, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Sérvia,
Grécia, Turquia, México, Marrocos e Brasil.
Desde 2008, tem colaborado em várias produções de teatro e cinema,
como compositor, intérprete ou diretor musical. Neste âmbito, trabalhou
com Tiago Cravidão, O Teatrão (Coimbra), Sandra Barata Belo, Patrícia
André e Teatro Praga (Lisboa).
Luís Figueiredo foi o arranjador da canção vencedora do Festival
Eurovisão da Canção 2017, “Amar Pelos Dois” (autoria: Luísa Sobral), e
foi também o compositor da banda sonora original da edição de 2018 do
mesmo festival.
O Dia Mundial da Voz é comemorado no dia 16 de abril.
A celebração da data tem por objetivo alertar para a importância da voz e dos cuidados necessários para a preservar.
No
Dia Mundial da Voz, centros hospitalares e associações promovem
rastreios gratuitos e alertam a população para os cuidados a ter com a
voz, prevenindo eventuais problemas na voz, através do diagnóstico
precoce.
Esta data foi comemorada pela primeira vez em 2003.
O Dia Mundial da Voz é comemorado no dia 16 de abril.
A celebração da data tem por objetivo alertar para a importância da voz e dos cuidados necessários para a preservar.
No
Dia Mundial da Voz, centros hospitalares e associações promovem
rastreios gratuitos e alertam a população para os cuidados a ter com a
voz, prevenindo eventuais problemas na voz, através do diagnóstico
precoce.
Esta data foi comemorada pela primeira vez em 2003.
Assinala-se esta sexta-feira, dia 16 de abril, o Dia Mundial da Voz,
uma efeméride que tem como principal objetivo promover a saúde do
aparelho vocal e prevenir doenças da laringe.
O Dia Mundial da Voz foi comemorado pela primeira vez em 2003, por
sugestão de Mário Andrea, professor de Otorrinolaringologia da Faculdade
de Medicina de Lisboa, na primeira reunião da Sociedade Europeia de
Laringologia (European Society of Laringology), à qual presidiu.
Assinala-se esta quinta-feira, dia 16 de abril, o Dia Mundial da Voz, uma efeméride que tem como principal objetivo promover a saúde do aparelho vocal e prevenir doenças da laringe.
O Dia Mundial da Voz foi comemorado pela primeira vez em 2003, por sugestão de Mário Andrea, professor de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina de Lisboa, na primeira reunião da Sociedade Europeia de Laringologia (European Society of Laringology), à qual presidiu.
Cantarei até que a voz me doa Pra cantar, cantar sempre meu fado Como a ave que tão alto voa E é livre de cantar em qualquer lado Cantarei até que a voz me doa Ao meu país, à minha terra, à minha gente À saudade e à tristeza que magoa O amor de quem ama e morre ausente Cantarei até que a voz me doa Ao amor, à paz cheia de esperança Ao sorriso e à alegria da criança Cantarei até que a voz me doa
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