segunda-feira, maio 11, 2026
Apache Indian - 59 anos
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Bob Marley morreu há quarenta e cinco anos...
Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945 - Miami, 11 de maio de 1981), foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o género. Marley já vendeu mais de 75 milhões de discos. A maior parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Levou, através de sua música, o movimento rastafari e suas ideias de paz, irmandade, igualdade social, libertação, resistência, liberdade e amor universal ao mundo. A música de Marley foi fortemente influenciada pelas questões sociais e políticas de sua terra natal, fazendo com que considerassem-no a voz do povo negro, pobre e oprimido da Jamaica. A África e seus problemas como a miséria, guerras e domínio europeu também foram centro de assunto das suas músicas, por se tratar da terra sagrada do movimento rastafari.
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José Anastácio da Cunha nasceu há 282 anos
José Anastácio da Cunha (Lisboa, 11 de maio de 1744 - Lisboa, 1 de janeiro de 1787) foi um militar, cientista, matemático, poeta, tradutor e professor de matemática e geometria. Nomeado tenente do Regimento de Artilharia do Porto e aquartelado na Praça de Valença do Minho. As suas obras científicas e poéticas ficaram caracterizadas pela presença de ideais como a tolerância, o deísmo e o racionalismo, devido ao contacto com oficiais protestantes ingleses.
O matemático foi nomeado pelo Marquês de Pombal, lente de Faculdade de Mathematica na Universidade de Coimbra quando ocorreu a reforma pombalina nesta mesma Universidade.
Condenado pela Inquisição à pena de reclusão pelo crime de heresia, a importância deste cientista português do século XVIII só viria a ser reconhecida em fins do século XX, pela sua contribuição para a reforma do cálculo infinitesimal, assim como pelo seu valor literário.
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
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Douglas Adams morreu há vinte e cinco anos...
Douglas Noël Adams (Cambridge, 11 de março de 1952 - Santa Bárbara, 11 de maio de 2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito textos para a série televisiva Monty Python's Flying Circus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense, e pela série de rádio, jogos e livros The Hitchhiker's Guide to the Galaxy.
(...)
Adams morreu de um ataque cardíaco em 11 de maio de 2001, aos 49 anos, depois de descansar de seus exercícios regulares numa academia particular em Montecito, Califórnia. O seu funeral foi realizado a 16 de maio em Santa Bárbara. As suas cinzas foram colocadas no Cemitério de Highgate, no norte de Londres, em junho de 2002. Um serviço memorial foi realizado em 17 de setembro de 2001 na igreja de St. Martin-in-the-Fields, em Trafalgar Square, Londres.
Em maio de 2002, o livro O Salmão da Dúvida foi publicado, contendo muitos contos, ensaios e cartas, bem como elogios de Richard Dawkins, Stephen Fry (na edição do Reino Unido), Christopher Cerf (na edição dos EUA) e Terry Jones (na edição de bolso dos EUA). Ele também inclui onze capítulos de seu romance inacabado, O Salmão da Dúvida, que foi originalmente planeado para se tornar um novo romance de Dirk Gently, mas poderia ter-se tornado o sexto romance do Hitchhiker.
Outros eventos após a morte de Adams incluíram uma produção webcast de Shada, permitindo que a história completa fosse contada, dramatizações de rádio dos três últimos livros da série Hitchhiker e a conclusão da adaptação cinematográfica do livro À Boleia Pela Galáxia. O filme, lançado em 2005, postumamente creditou a Adams como produtor, e vários elementos de design - incluindo um planeta em forma de cabeça visto perto do final do filme - incorporaram os recursos de Adams.
Uma série de rádio de 12 partes baseada nos romances de Dirk Gently foi anunciada em 2007.
Em 25 de maio de 2001, duas semanas após a morte de Adams, os seus fãs organizaram uma homenagem conhecida como Dia da Toalha, que tem sido lembrada todos os anos desde então.
in Wikipédia
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O Sismo de Lorca, na Espanha, que matou 9 pessoas, foi há quinze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
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domingo, maio 10, 2026
Há coisas que não podemos esquecer nem perdoar...
A QUEIMA DOS LIVROS
Quando o Regime ordenou que queimassem em público
Os livros de saber nocivo, e por toda parte
Os bois foram forçados a puxar carroças
Carregadas de livros para a fogueira, um poeta
Expulso, um dos melhores, ao estudar a lista
Dos queimados, descobriu, horrorizado, que os seus
Livros tinham sido esquecidos. Correu para a secretária
Alado de cólera e escreveu uma carta aos do Poder
Queimai-me! escreveu com pena veloz, queimai-me!
Não me façais isso! Não me deixeis de lado! Não disse eu
Sempre a verdade nos meus livros? E agora
Tratais-me como um mentiroso! Ordeno-vos:
Queimai-me!
Bertolt Brecht
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Hoje é dia de recordar o baixo dos Sex Pistols...
Postado por Pedro Luna às 19:57 0 comentários
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John Wilkes Booth, o assassino de Lincoln, nasceu há 188 anos...
Postado por Fernando Martins às 18:08 0 comentários
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Saudades do piano de Bernardo Sassetti...
Postado por Pedro Luna às 14:00 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir o criador da moderna guitarra de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 12:07 0 comentários
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Porque hoje precisamos de recordar um dançarino que era cantor...
Postado por Pedro Luna às 12:07 0 comentários
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Hoje é dia de recordar João Villaret...
Postado por Pedro Luna às 11:30 0 comentários
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Os porcos nazis iniciaram a Queima de Livros há 93 anos...
Queimarás o monte, o filho, a lenha
A morte, as areias, a viagem
O deserto, a túnica, as estrelas
Nunca será bastante o incêndio
in Dos Líquidos (2000) - Daniel Faria
Postado por Fernando Martins às 09:30 0 comentários
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Raul Proença morreu há 85 anos...
Monumento em homenagem a Raul Proença, nas Caldas da Rainha
Raul Sangreman Proença (Caldas da Rainha, 10 de maio de 1884 - Porto, 20 de maio de 1941), mais conhecido por Raul Proença, foi um escritor, jornalista, bibliotecário e filósofo português, membro do grupo que fundou a revista Seara Nova. Tem uma escola secundária com o seu nome nas Caldas da Rainha.
Biografia
Formado em Ciências Económicas e Financeiras pelo Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, de pensamento multifacetado, definiu-se filosoficamente como idealista e realista, defensor do socialismo democrático no seio de um regime parlamentarista.
Afirmou-se como figura cimeira do pensamento político português no primeiro quartel do século XX, marcando decisivamente a intervenção cívica durante a primeira república portuguesa, cujos vícios generalizados e corrupção criticou duramente.
Integrou, para além da Renascença Portuguesa, o grupo fundador da Seara Nova (1921) e o chamado Grupo da Biblioteca (1919-1926). Trabalhou como bibliotecário, ascendendo a chefe dos serviços técnicos da Biblioteca Nacional de Lisboa, da qual era funcionário desde 1911, tendo ali colaborado diretamente com Jaime Cortesão quando este dirigiu a instituição.
Combateu o sidonismo (1918) e a ditadura militar (1926) que, em 1927, o condenou ao exílio em Paris.
É, ainda assim, "vítima" da mentalidade da sua época, aderindo a dogmas racistas, então populares em certos meios republicanos. Publica neste tópico, por exemplo, "A Ditadura Militar: História e Análise de Um Crime", na qual defende a democracia de homens como Mussolini que a destruíram no seu país. Mas defende também a eugenia, por uma "raça mais pura", apelando a uma "política da raça"
que corrija a decadência portuguesa, cuja causa principal dizia ser a
"degradação étnica" por culpa da "nossa sensualidade" "em contacto com
outros povos". Declara portanto uma "política fisiológica "a mais
importante das políticas", "defendendo o português de maiores abastardamentos",
procurando uma raça "indemne", a par de re-educação nacional.
Declararia também, contrariando aqui os dogmas da época, a
"superioridade intelectual da mulher portuguesa sobre o homem", ainda
que declarasse isto como um "extraordinário" sintoma de uma "catástrofe
étnica e educativa".
Regressou a Portugal em 1932, já acometido da grave doença mental, que o levaria ao internamento no Hospital Conde de Ferreira, no Porto, onde faleceu, vítima de febre tifóide.
Dedica um longo estudo filosófico à teoria do eterno retorno de Nietzsche, obra em dois volumes só postumamente publicada.
Criador do "Guia de Portugal", fruto das suas viagens pelo país. Raul Proença é avô de Raúl Proença Mesquita, também ele notório autor.
Encontra-se colaboração da sua autoria na revista Pela Grei (1918-1919) e Homens Livres (1923).
A 30 de junho de 1980, foi agraciado, a título póstumo, com o grau de Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
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Carl Douglas celebra hoje 84 anos
Carlton George Douglas (Kingston, 10 May 1942), also known by his stage name Carl Douglas, is a Jamaican recording artist who rose to prominence with his single "Kung Fu Fighting". During his career, Douglas released three studio albums, including Kung Fu Fighting and Other Great Love Songs (1974), which peaked at No. 37 on the US Billboard 200 and peaked at the top of the Top R&B/Hip-Hop Albums chart. He also recorded the single "Dance the Kung Fu", and was featured on a remix of "Kung Fu Fighting" by fellow British act Bus Stop. His songs have been covered by Jack Black and CeeLo Green, and have been sampled by Kanye West and Nas.

Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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Churchill ascendeu a primeiro-ministro há 86 anos
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
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Saudades de Dave Mason...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
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Donovan nasceu há 80 anos
Tendo assinado com a Pye Records em 1965, gravou singles e dois álbuns no estilo folk para a Hickory Records (empresa dos EUA), e após assinou com a Epic Records nos EUA - o primeiro contrato feito pelo novo vice-presidente da empresa, Clive Davis - e tornou-se mais bem sucedido internacionalmente. Começou uma longa e bem-sucedida colaboração com o principal produtor musical independente britânico Mickie Most, alcançando vários singles e álbuns de sucesso no Reino Unido, EUA e outros países.
Os seus singles de maior sucesso foram seus os primeiros hits no Reino Unido "Catch the Wind", "Colours" e "Universal Soldier" em 1965, sendo o último escrito por Buffy Sainte-Marie. Em setembro de 1966, "Sunshine Superman" liderou as paradas da Billboard Hot 100 dos Estados Unidos por uma semana e chegou ao Top 2 na Grã-Bretanha, seguido por "Mellow Yellow" que chegou ao Top 2 dos EUA em dezembro de 1966, e "Hurdy Gurdy Man" de 1968 no Top 5 em ambos os países, e então "Atlantis", que alcançou o Top 7 dos Estados Unidos em maio de 1969.
Ele se tornou amigo de músicos pop, incluindo Joan Baez, Brian Jones e os Beatles. Ele ensinou a John Lennon um estilo de Fingersyle em 1968 que Lennon empregou em "Dear Prudence", "Julia", "Happiness Is a Warm Gun" e outras canções. O sucesso comercial de Donovan diminuiu após se separar de Mickie Most em 1969, e ele deixou a indústria durante algum tempo.
Donovan continuou a se apresentar e gravar esporadicamente nas décadas de 70 e 80. O seu estilo musical e imagem hippie foram desprezados pela crítica, principalmente depois do punk rock. As suas apresentações e gravações se tornaram esporádicas até um renascimento na década de 90, com o surgimento da cena rave britânica. Gravou o álbum "Sutras" (de 1996) com o produtor Rick Rubin e em 2004 fez um novo álbum, "Beat Cafe". Donovan foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame, em 2012, e no Songwriters Hall of Fame, em 2014.
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in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
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Sid Vicious nasceu há 69 anos...
O encontro com Johnny Rotten
We had a death pact, and I have to keep my half of the bargain.
Please bury me next to my baby in my leather jacket, jeans and
motorcycle boots. Goodbye.
(Nós fizemos um pacto de morte, e eu tenho que manter a minha
parte do acordo. Por favor, enterrem-me ao pé do meu amor com a minha
jaqueta, jeans e botas de motard. Adeus.)
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- Sid Vicious
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Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
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Ángel Campos Pámpano nasceu há 69 anos...

(imagem daqui)
Ángel Campos Pámpano (San Vicente de Alcántara, 10 de maio de 1957 - Badajoz, 25 de novembro de 2008) foi um poeta e tradutor espanhol, grande defensor da cultura e literatura de Portugal.
Biografia
Nascido no município estremenho de San Vicente de Alcántara, na província de Badajoz, estudou filologia hispânica na Universidade de Salamanca, e foi professor do ensino secundário durante vinte anos nos institutos da Estremadura e durante seis anos no Instituto Espanhol Giner de los Ríos, em Lisboa, onde regressou em 2008, por forma a permitir-lhe prosseguir a sua função na Estremadura. Deu um ímpeto às relações culturais e poéticas entre as instituições e indivíduos da região fronteiriça da Estremadura e de Portugal. Morreu a 25 de novembro de 2008 em Badajoz, após sofrer uma operação por causa de um cancro do pâncreas, aos cinquenta e um anos. A sua poesia La vida de otro modo, ilustrada por Javier Fernández de Molina e prolongada pelo professor Miguel Ángel Lama, foi publicada pela editora Calambur.
Para além das suas traduções e trabalhos de agitação cultural, a sua criação poética mais importante é La ciudad blanca (1988), uma obra pioneira de poesia contemplativa, impressionista e de forte impacto do conhecimento e descoberta de Portugal, da sua língua, cultura, literatura, e especialmente a poesia. Entre as suas obras encontram-se: Siquiera este refugio (1993), La voz en espiral (1998) e La semilla en la nieve (2004), onde recebeu o Prémio Estremadura para a Criação.
Traduziu para o espanhol as obras de autores da literatura portuguesa do século XX, como Fernando Pessoa, Carlos de Oliveira, António Ramos Rosa, Eugénio de Andrade e Sophia de Mello Breyner Andresen, entre outros. A sua antologia de Pessoa Un corazón de nadie, publicada pela editora Galaxia Guttenberg/Círculo de Lectores, projetou-o nos círculos intelectuais nacionais e internacionais.
Fundou e dirigiu as revistas Espacio/Espaço escrito e Hablar/Falar de Poesía, que tinham como objetivo unir as culturas e literaturas espanhola, estremenha e portuguesa.
in Wikipédia
LA ROSA DEL MUNDO
(Manuel Herminio
Monteiro, in memoriam)
ha traído el domingo la ceguera
la mudez de unas manos que ensordecen
tus párpados cerrados a mis ojos
tan solo tres mujeres velan tu silencio
tres mujeres y el llanto desgarrado
del ángel del dolor que no consiguen ahuyentar
que permanece aún
prendido en tus entrañas
dan ganas de gritar
de no ausentarse
de quedarse aquí junto a los versos
últimos que leíste
porque a veces el grito y las palabras
escritas del poema dilatan la emoción
hasta las lágrimas
crean nuevos espacios compartidos
en los que respirar
profundamente
es imposible escapar a la pregunta
qué queda de tu luz esta mañana
la casa y sin embargo
alguien ha puesto entre tus manos frías
una rosa desnuda.
Ángel Campos Pámpano
A ROSA DO MUNDO
o domingo trouxe a cegueira
a mudez de umas mãos que ensurdecem
tuas pálpebras cerradas a meus olhos
apenas três mulheres velam teu silêncio
três mulheres e o pranto rasgado
do anjo da dor que não conseguem afugentar
que permanece ainda
preso nas tuas entranhas
dá vontade de gritar
de não ir embora
de ficar aqui ao pé dos versos
últimos que leste
porque o grito, às vezes, e as palavras
escritas do poema dilatam a emoção
até às lágrimas
criam novos espaços partilhados
para respirar
profundamente
é impossível fugir à pergunta
o que resta de tua luz esta manhã
há flores secas que perfumam
a casa e contudo
alguém pôs nas tuas mãos frias
uma rosa nua
Ángel Campos Pámpano (tradução Albino M.)
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
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