O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Peter John Cox (Kingston upon Thames, 17 November 1955) is an English singer-songwriter, best known as the lead vocalist of the English popduoGo West. As a solo artist, he scored three top 40 hits on the UK Singles Chart in the 1990s.
Early career and Go West
Peter John Cox sang in his school choir and later as a chorister at The Chapel Royal, Hampton Court Palace. In his early twenties, he worked in a cover band for the Mecca Organisation. In 1978, he joined Terra Nova, a band put together by former Manfred Mann's Earth Band members Chris Slade and Colin Pattenden; they released an album in 1980. While in residency in a Sheffield nightclub, Cox began writing with longtime collaborator Richard Drummie, with whom he eventually signed a publishing deal.
In 1982, Cox and Drummie formed the band Go West, with Cox as lead vocalist and Drummie on guitar and backing vocals. After Go West signed a deal with Chrysalis Records, "We Close Our Eyes" became a top 5hit on the UK Singles Chart in 1985. Other Go West singles released that year included "Call Me" (1985) and "Don't Look Down". The following year, Go West was named 'Best Newcomer' at the 1986 Brit Awards.
In 1987, the band reached the top 40 in the US with the single "Don't Look Down – The Sequel". In 1990, Go West had a No. 8 hit in the US with "King of Wishful Thinking" from the film Pretty Woman. In 1992, the duo released their third studio album Indian Summer, which included "Faithful"; the song reached the top 20 in Canada and the United States.
Solo career
Cox moved to Los Angeles in 1993 to pursue a solo career. His self-titled debut studio album, Peter Cox, was released in 1997 to critical acclaim. Subsequent albums include Flame Still Burns (2001), Nine Miles High (2002), Desert Blooms (2002), Game for Fools (2005) and Motor City Music (2006). Cox also teamed up with Tony Hadley of Spandau Ballet on the album Tony Hadley vs Peter Cox & Go West, released in 2004.
In 2003, Cox replaced Then Jerico's Mark Shaw on the British reality television show Reborn in the USA
after Shaw quit the series in the show's first few days. Even though
Cox had achieved previous success across the Atlantic as the lead
vocalist of Go West, he was able to appear on the show as he was unknown
in the US as a solo artist. He was a favourite to win but was voted off
in New York after he forgot the lyrics to the Norah Jones hit he was performing.
Other albums by Cox include The S1 Sessions (2010), Riding the Blinds (2012), and Damn the Brakes (2013).
Cox's voice has been described as "smooth as silk" with a "gritty underbelly".
Estátua da rainha D. Leonor em Beja, a sua cidade natal
Leonor de Avis,Leonor de Portugal, Leonor de Lencastre ou Infanta Leonor, e, mais recentemente, no estrangeiro, "Leonor de Viseu", do nome do título secundário do seu pai, o infante Fernando de Portugal, Duque de Viseu (Beja, 2 de maio de 1458 - Paço de Xabregas, Lisboa, 17 de novembro de 1525), foi uma princesa portuguesa da Casa de Avis e Rainha de Portugal, a partir de 1481, pelo casamento com o seu primo, El-Rei D. João II de Portugal, o Príncipe Perfeito. Pela sua vida exemplar, pela prática constante da misericórdia, e mais virtudes cristãs, alcançou de alguns historiadores o epíteto de "Princesa Perfeitíssima", inspirado no cognome do Rei seu marido, a cuja altura sempre se soube manter para o juízo da história.
A rainha D.ª Leonor de Avis é também a terceira e última rainha consorte de Portugal nascida em Portugal, tendo a primeira sido Leonor Teles e a segunda a sua tia, e sogra, Isabel de Avis, mulher de Afonso V. Com o seu casamento acaba o Século de Oiro Português, caracterizado por casamentos endogâmicos continuados entre os descendentes da Ínclita Geração,
entre a prole de João I e da sua rainha Filipa de Lancastre. Leonor foi
sem dúvida uma das mais notáveis soberanas portuguesas de todos os
tempos, pela sua vida, importância, influência, obra, e legado aos
vindouros.
Foi também a primeira dos ocupantes do trono português com sangue Bragança, pela sua avó materna, a infante Isabel de Barcelos, filha do 1º duque de Bragança - logo se lhe seguindo o seu irmão, El-Rei D. Manuel I, como primeiro rei reinante, e o seu sobrinho D. Jaime I, Duque de Bragança, como primeiro Bragança herdeiro jurado do trono, na permanente relação entre a Casa Real, de origem ilegítima, e o seu ramo Bragança, igualmente ilegítimo, sempre casando entre si.
(...)
Leonor reinou no apogeu da fortuna da expansão portuguesa, quando Lisboa
se transformara na capital europeia do comércio de riquezas exóticas: e
foi por isso mesmo no seu tempo a mais rica princesa da Europa,
conforme demonstra uma obra recente a respeito da administração da sua
grande casa.
Essa grande fortuna, que cresceu exponencialmente com a chegada à
Índia e com o comércio ultramarino, visto seu pai ter sido filho
adotivo e herdeiro universal do Infante D. Henrique,
o Navegador, e das grandes mercês que recebeu dos reis seu marido e seu
irmão, empregou-a depois de viúva na prática da caridade constante, da
devoção verdadeira, no patrocínio de obras religiosas, e sobretudo na
assistência social aos pobres: assim, encorajou, fomentou e financiou o
projeto de Frei Miguel Contreiras de estabelecimento de Misericórdias
gerida por irmandades em todo o reino, notável iniciativa precursora em
toda a Europa. A rede de Misericórdias portuguesa chegou até aos nossos
dias, sempre ativa no papel social e caritativo a que a Rainha a
destinou.
Armas da Rainha D. Leonor de Avis, enquanto casada
Brasão das Caldas da Rainha, cidade fundada pela "Princesa Perfeitíssima", baseado nas armas da soberana
Rock Hudson teve uma vida conturbada. Aos quatro anos foi abandonado
pelo pai, Roy Harold Scherer, passando a ser educado com muita
dificuldade pela mãe, Katherine Wood, uma empregada doméstica, na cama
de quem dormiu até os quinze anos, no alojamento dos criados.
Estudou na New Trier High School, de Illinois. Ganhava algum dinheiro entregando jornais. Aos dezoito anos, alistou-se na Marinha dos Estados Unidos,
servindo na lavandaria. Foi quando a sua sexualidade despertou. No
meio de tantos rapazes, sentia-se inteiramente à vontade. Tentou até
manter um comportamento viril, para se mostrar um deles. Entrou para a
universidade e, orientado por um professor, tirou várias fotos e
enviou-as para vários agentes de artistas de Hollywood.
Em 1946,
após sair da Marinha, Roy foi para Los Angeles, onde trabalhou como
camionista durante dois anos para se sustentar, até que um encontro
fortuito com o observador de talentos Henry Wilson, em 1948,
o tirou do anonimato. Wilson apresentou Roy a Ken Hodge, um produtor
musical. Os dois tornaram-se amantes. E foi numa festa, no apartamento
de Ken, que Roy Sherer se tornou Rock Hudson. Os convidados decidiram
que, se ele queria se tornar ator, deveria "renascer" com um outro nome.
Ken pronunciou aleatoriamente "Rock", por causa do som duro; "Hudson"
foi escolhido na lista telefónica.
Hudson estreou no cinema como ator secundário no filme Sangue, Suor e Lágrimas (Fighter Squadron, 1948), de Raoul Walsh e assinou um contrato com os Estúdios Universal
que lhe garantia a realização de vinte e dois filmes em quatro anos. O
seu primeiro grande papel a chamar atenção da crítica e do público foi
no drama Sublime Obsessão (Magnificent Obsession, 1954), de Douglas Sirk, com quem faria alguns de seus melhores filmes.
Bem apessoado e com 1,93 m de altura, a sua carreira começou como galã em vários westerns, dramas de guerra e comédias principalmente, mas não só, ao lado de Doris Day. Recebeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Ator pelo clássico O Gigante (Giant, 1956), mas perdeu o prémio para Yul Brynner. O clássico, dirigido por George Stevens, também tinha James Dean e Elizabeth Taylor, que se transformaria numa de suas melhores amigas fora das telas.
Liz Taylor admitiu que, durante as filmagens de O Gigante,
sentiu-se atraída por Hudson. Tudo inútil, pois havia para o ator
alguém bem mais atraente que ela - James Dean. Este era um bissexual
assumido e extrovertido. Porém, de acordo com a última biografia
autorizada por Rock Hudson (Rock Hudson - História de Sua Vida),
escrita pelo próprio Rock Hudson e Sara Davinson, este diz: "Eu não
simpatizava com ele (James Dean) pessoalmente", confessa Rock, "mas
isso não tem importância". Rock não se dava bem com James Dean porque,
na sua opinião, Dean não era "profissional". Durante as filmagens de "O
Gigante", Rock Hudson e Elizabeth Taylor tiveram que passar o dia
inteiro maquilhados e vestidos, esperando James Dean, que não chegava,
pois assistia a uma corrida de carros noutra cidade.
Nas décadas de 50 e 60, figurou entre os dez astros de maior sucesso de bilheteira do cinema norte-americano.
Quando os rumores começaram a circular em Hollywood que, ao contrário
dos amantes românticos que ele interpretava no cinema, a sua orientação
sexual era outra, o seu agente cinematográfico arranjou um pseudo-casamento de Hudson com Phyllis Gates, a sua secretária. Eles passaram a lua-de-mel na Jamaica e em Manhattan; o divórcio deu-se em 1958.
Na década de 70, a carreira de Hudson no cinema parecia estar no fim. Assinou então contrato para uma longa série
televisiva. Para um astro de sua grandeza, era uma queda enorme. E o
pior é que teria de participar de cenas na cama com a atriz Susan St. James.
Eles inclusive teriam um filho na série. Para ele, era demais. Começou
a beber e descuidou a sua aparência, sendo visto nos meios
homossexuais de Los Angeles, São Francisco e Nova Iorque.
A sua imagem ficou seriamente abalada quando se espalharam boatos de
que teria se "casado" com o apresentador de um show da televisão, o
ator Jim Nabors. Este acabou por perder o seu contrato quando o falatório chegou à CBS. Os dois não ousavam aparecer juntos e jamais se falaram novamente. Rock inclusive tinha medo de ir ao Havaí, pois sabia que Nabors tinha uma casa lá. Em 1982, uma revista anunciou o seu "divórcio".
A sua última aparição no cinema foi em O Embaixador (The Ambassador, 1984), de J. Lee Thompson, em que também aparecia Robert Mitchum. Desde o início da década de 80, já com os primeiros indícios de que havia contraído SIDA, o ator passou a fazer mais séries para a TV, como O Casal McMillan (McMillan & Wife, 1971-1977). Os seus últimos trabalhos foram a participação em vários capítulos da série Dinastia (Dinasty).
Rock Hudson só assumiu a doença três meses antes de morrer, ao anunciar
que doaria 250 mil dólares para uma fundação recém-aberta para cuidar
de pesquisas sobre o vírus da SIDA. Também estava escrevendo uma biografia, cujo título provisório era A Minha História, e cujos lucros seriam para essa fundação. Faleceu a 2 de outubro de 1985, em Los Angeles, nos Estados Unidos; o seu corpo foi cremado e as cinzas atiradas ao mar.
Paulo Alexandre nasceu em Vouzela, a 16 de fevereiro de 1931, mas cedo foi viver para Lisboa. Frequentou a Escola Comercial Veiga Beirão.
A sua carreira artística iniciou-se em 1954, na antiga Emissora Nacional, no programa "Ouvindo as Estrelas" ao lado de nomes como Luís Piçarra, Maria de Lourdes Resende, Isabel Wolmar e Rui de Mascarenhas. Na RCP faz uma espécie de magazine com Isabel Wolmar e Catarina Avelar.
Previamente à carreira artística, já trabalhava como bancário, tendo
começado por trabalhar aos 13 anos, em 1944, como paquete no banco
Burnay, onde desde 1949 trabalhava como datilógrafo. Manteve sempre a
música e a atividade bancária como ocupações paralelas.
Em 1958 junta-se a três solistas da Emissora nacional (Nuno d'Almeida, Américo Lima e Fernando La Rua) para formar o "Conjunto vocal 4 de Espadas".
Com os Telestars
lança um EP que incluía temas como "Dancemos O Twist" e "Horizonte de
Esperança". Na televisão foi o protagonista da opereta "Romance na
Serra" de José de Oliveira Cosme e Alves Coelho Filho.
Grava versões dos temas das bandas sonoras dos filmes "Love Story" e "Romeu e Julieta".
Entretanto, na atividade bancária, foi nomeado, em 1965,
subdiretor do Departamento de Operações com o Estrangeiro do banco
Burnay. Em 1970, foi promovido a chefe da Direção de Crédito do então já
designado Banco Fonsecas & Burnay, onde foi nomeado, em 1972,
diretor-coordenador das direções Internacional, Operações Gerais e
Operações com os Territórios Ultramarinos. Ainda em 1972, passou a
trabalhar no Crédito Predial Português. Em 1974, a convite de Jorge de Brito,
que havia conhecido na juventude, foi nomeado diretor do Departamento
de Relações Internacionais do Banco Intercontinental Português (BIP),
tendo sido destacado para o mercado do Médio Oriente. Em 1975, com a
nacionalização da banca no âmbito do Processo Revolucionário em Curso
(PREC), o seu salário de diretor foi reduzido para salário-base,
implicando uma redução de mais de metade do seu salário; nesse ano, foi
nomeado membro da administração do IAPMEI,
em representação do Ministério das Finanças, tendo apresentado a
demissão em janeiro de 1976 e regressado ao BIP. Em 1977, com a extinção
do BIP, foi nomeado diretor das Relações Internacionais do Banco Pinto
& Sotto Mayor. Aposentou-se da banca em 1981. Foi fundador do Forex
Português, membro da Association Cambiste Internationale.
O disco foi durante largo tempo best-seller no Brasil onde conquistou o disco de Ouro. O sucesso do disco leva mesmo à realização de um filme com o mesmo nome protagonizado pelo ator Dionisio Azevedo
e pelo próprio Paulo Alexandre. A banda sonora do filme inclui um dueto
com Maria de Lourdes ("Desgarrada", da autoria de Mário Rocha) e ainda
os temas "Verde Vinho", "Adeus Meu País", "Agora Ou Nunca" e "Voltei
Para Ficar".
Lança o single "Voltei Para Ficar". Novo single com os temas "Oferece as Tuas Mãos" da dupla Nóbrega e Sousa e Eduardo Olimpio e "Foi Tudo" da autoria de António Sala.
A editora brasileira Chantecler
lança em 1978 um álbum com os temas "Romance Romance", "Escravo",
"Concerto para Ti", "Rosas Vermelhas para o Meu Amor", "Vem Valsar com o
Papa", "Meu Refugio", "Oferece as Tuas Mãos", "Minha Noite está Vazia",
"Agora ou Nunca", "Fui Tudo", "Nocturno" e "Verde Vinho".
O single "Meninos da Cidade" é mais uma versão de um tema estrangeiro. No lado B aparece "Gaiato de Lisboa" da autoria do maestro Belo Marques.
Paulo Alexandre canta Camões com o tema "Aquela Cativa". 1979 é o ano de "Vem Comigo a Portugal".
Na CBS lança o single "Verde Milho" e uma nova versão de "Verde Vinho". Grava o álbum Eu e o Outro para a editora Transmédia.
Em 1987 grava o single "Guitarra Minha Amiga" para a Polygram. Nesse ano foi ainda o autor de uma peça musical em que deu forma à Parte II da Mensagem de Fernando Pessoa: o videograma "Mar Português/Possessio Maris". A narrativa sinfónica contou com música do maestro Joaquim Luis Gomes.
Para a Videofono e RTP realiza vários programas de televisão, como "Portugal e o Mar", da autoria do almirante Vítor Crespo. Com Nuno Fortes produz a série "O Que É Feito de Si" com cerca de 120 programas. Trabalha também com Paula Aresta num programa de televisão.
Em 2010 é editado o livro Duas Vidas numa Só, de subtítulo
"Entre Cifrões e Canções", que inclui relatos da sua carreira artística
e da sua também bem sucedida profissão como bancário. A Compact Records
lança um CD com algumas das canções de maior sucesso do artista.
Morreu a 17 de novembro de 2024, aos 93 anos.
O seu falecimento foi anunciado pelo seu filho Alexandre Sanos, numa publicação no Facebook.
Ira
decorrer, de 17 a 28 de novembro de 2025, de 2ª a 6ª a XXVII Feira de Minerais,
Rochas e Fósseis Dr. Correia Mateus no meu estabelecimento de ensino, em Leiria.
Integrada nas comemorações da Semana da Ciência e Tecnologia e sendo
preferencialmente para os alunos e comunidade escolar do Agrupamento Doutor Correia Mateus, está aberta, durante a semana, das 18.00 às 18.15 horas, a qualquer pessoa - estão convidados!
No coração, talvez, ou diga antes:
Uma ferida rasgada de navalha,
Por onde vai a vida, tão mal gasta.
Na total consciência nos retalha.
O desejar, o querer, o não bastar,
Enganada procura da razão
Que o acaso de sermos justifique,
Eis o que dói, talvez no coração.
Nascido numa família de camponeses, Totò perdeu o seu pai aos 13 anos, numa tentativa frustrada de remover pólvora de uma bomba da II Guerra Mundial que não explodira.
Mais tarde, logo após completar 18 anos - e ser preso pela primeira vez por homicídio - entra para a Cosa Nostra, sob a mão de Luciano Liggio, que mais tarde viria a ser o seu chefe.
Tornou-se o membro mais poderoso da organização criminosa no início de 1980, após a prisão de Liggio. Mafiosos companheiros o apelidaram de "A Besta" (La Belva), devido à sua natureza violenta, ou às vezes o chamavam de "O Curto" (U curtu), mas
nunca em sua presença, devido à sua baixa estatura, de 1,58 m. Durante a
sua carreira ao longo da vida no crime acredita-se que matou
pessoalmente cerca de quarenta a sessenta pessoas e ordenou a morte de centenas de outras. Dentre as principais e mais
notórias vítimas estão Michele Navarra (um dos mafiosos mais celebres de todos os tempos da Cosa Nostra e ex-chefe de Luciano Liggio e de todo o clã mais tarde chamado de "Corleonesi") e os juízes anti máfia Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, quando os italianos viam a possível primeira grande queda da máfia siciliana ir por água abaixo em 1992.
Em 1969, Riina foi condenado pela primeira vez, mas conseguiu viver na clandestinidade vinte e cinco anos.
Assumiu o comando da Cosa Nostra em 1974, substituindo Liggio. No mesmo
ano, casou-se com a professora Antonietta Bagarella, que pertencia a
uma grande família mafiosa. Tiveram quatro filhos, dois deles também
mafiosos: Giovanni, nascido em 1976, foi condenado a prisão perpétua por
assassinato, e Giuseppe Salvatore, nascido em 1977, condenado a oito anos e 10
meses de prisão, por associação mafiosa. Nos anos 80, Riina deu início a
uma sangrenta disputa interna na máfia. Vencendo o confronto entre as
"famílias palermitanas", em 1982 assumiu o controle de todas as
atividades mais rentáveis da máfia, como tráfico de drogas e sequestros,
tornando-se o chefe da "Cúpula" da Cosa Nostra.
À frente da Cosa Nostra, Totò iniciou uma caçada a funcionários do
Estado, mas acabou preso, em 15 de janeiro de 1993, num subúrbio de
Palermo, graças à colaboração de criminosos arrependidos e de seu
motorista pessoal.Totò
e todo o clã dos Corleonesi nunca falaram a respeito de qualquer
atividade mafiosa, negando a sua participação na Cosa Nostra. Em 2009,
porém, Riina afirmou que os Corleonesi nunca haviam mandado matar o
procurador anti máfia Paolo Borsellino,
e que isso teria sido um golpe do próprio Estado, assumindo assim o seu
papel dentro da máfia. A justiça confiscou-lhe uma fortuna de 125
milhões de euros.
Salvatore veio a morrer, por causa de um cancro, no dia 17 de
novembro de 2017, na casa prisional onde se encontrava a cumprir pena,
em Parma, na Itália. Apesar de estar preso, Totò não arrependia-se dos
crimes praticados. Numa mensagem intercetada pela polícia, meses antes
de sua morte, disse que "Nunca poderão lidar comigo, mesmo que me
condenem a 3 mil anos de prisão".
A sua carreira criminosa é relatada na televisão, com a série Il capo dei capi.
Último de quatro filhos e sete filhas de José de Azevedo Pacheco (Loulé, São Clemente, 18 de janeiro de 1864 - 1914), Comissário da Polícia de Loulé, e de sua mulher Maria do Carmo Pontes Bota (Loulé, São Clemente - 1905), doméstica, e sobrinho paterno de Marçal de Azevedo Pacheco.
Em 1928,
com apenas 29 anos, ocupa pela primeira vez um cargo político, ao ser
nomeado para Ministro da Instrução Pública, exercendo estas funções
apenas durante uns curtos meses. A 18 de abril toma posse e a 10 de
novembro demite-se. Era o primeiro governo de José Vicente de Freitas, estando Óscar Carmona na presidência da república.
Nesse tempo teve uma missão que se veio a revelar de uma
importância decisiva para o século XX português: vai a Coimbra convencer
Salazar a regressar à pasta das Finanças. Salazar encontrava-se
desiludido com a experiência anterior dos amargos cinco dias que
participou do Governo de Mendes Cabeçadas e pela desgraça política financeira do General João Sinel de Cordes,
com quem tinha tentado colaborar. É Duarte Pacheco que negoceia as
condições extraordinárias que Salazar pretende para voltar a ocupar o
cargo. A missão foi bem sucedida, tanto que Salazar toma posse a 28 de
abril desse mesmo ano.
É sob a orientação de Duarte Pacheco, que se dá início à construção dos edifícios do Instituto Superior Técnico em Lisboa, construindo-se aquele que viria a ser o primeiro campus universitário português.
Existe uma história curiosa quanto à origem dos vidros do edifício do
Instituto. Diz-se que foram enviados por diversas indústrias vidreiras
como amostras solicitadas pelo próprio Ministro, a fim de determinar o
de melhor qualidade, sendo utilizadas nas janelas do edifício sem se
terem informado as indústrias solicitadas e sem ter havido nenhum tipo
de remuneração dos vidros usados.
Mas é com 33 anos que Duarte Pacheco encontra o seu próprio
destino. Em 1932 volta a ser convidado por Salazar, que admirava o seu
carácter, para participar no seu Governo, na pasta de Ministro das Obras Públicas e Comunicações.
A 5 de julho assume pela primeira vez a pasta das Obras Públicas e
Comunicações no Governo de Salazar, até 18 de janeiro de 1936, altura em
que abandona as funções. Entretanto, a 1 de julho de 1933, é agraciado
com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em 1936,
com uma reforma da corporação política, Duarte Pacheco é afastado do
Governo, regressando ao Instituto Superior Técnico, mas ferido
politicamente e profetiza que "hão de vir em peregrinação pedir-me desculpas e suplicar-me que regresse". Profecia que sai certa. Porque no dia 1 de janeiro de 1938 Duarte Pacheco é nomeado presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e meses depois, a 25 de maio, em acumulação, novamente ministro do Governo, passando a ocupar a pasta das Obras Públicas e Comunicações,
pasta que desta vez só abandonará com a morte ao serviço da Nação
Portuguesa. A 18 de dezembro de 1940 é agraciado com a Grã-Cruz da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico.
Na manhã de 15 de novembro de 1943, Duarte Pacheco foi a Vila Viçosa, inteirar-se dos trabalhos em curso para a construção da estátua de D. João IV,
mas queria chegar a tempo ao Conselho de Ministros, marcado para a
tarde. Ao regressar a Lisboa, na Estrada Nacional n.º 4, no lugar da
Cova do Lagarto, entre Montemor-o-Novo e Vendas Novas,
o veículo oficial seguia a alta velocidade e despistou-se, embatendo
com o lado direito num sobreiro. Um acompanhante teve morte imediata. Os
outros sofreram ferimentos relativamente ligeiros. Os de Duarte Pacheco
foram graves. O ministro foi transportado para o Hospital da
Misericórdia em Setúbal.
Mal foi informado, Salazar seguiu para lá, fazendo-se acompanhar de um
grupo de médicos reputados. De nada puderam valer e, na madrugada de 16,
era confirmado o óbito de Duarte Pacheco, devido a hemorragia
interna.
Roberto Zenóbio Affonso de Carvalho (Rio de Janeiro, 16 de novembro de 1952), conhecido como Roberto de Carvalho é um multi-instrumentista e compositorbrasileiro. Compôs, com a sua esposa, a cantoraRita Lee, sucessos da música brasileira, tais como "Lança Perfume", "Saúde", "Banho de Espuma", "Mutante", "Pega Rapaz", "Cor de Rosa Choque", "Só de Você", "Barata Tonta", "Chega Mais", "Nem Luxo, Nem Lixo", "Flagra",
"Desculpe o Auê", "Mania de Você", "Caso Sério", "Vírus do Amor",
"Vítima", "Amor e Sexo", "Alô, Alô, Marciano", "Coisas de Casal", dentre
outros.
(...)
Roberto viveu junto de Rita Lee de 1976 até 2023. Os dois casaram-se civilmente
em dezembro de 1996. Em 2012, quando Rita decidiu se retirar dos
palcos, o casal passou a viver, isolado, num sítio em São Paulo, até à
morte dela, em 8 de maio de 2023. Tiveram três filhos juntos: Beto Lee, João Lee e Antônio Lee, nascidos em 1977, 1979 e 1981, respetivamente. Também é avô de duas crianças.
Ser doido-alegre, que maior ventura! Morrer vivendo p'ra além da verdade. É tão feliz quem goza tal loucura Que nem na morte crê, que felicidade! Encara, rindo, a vida que o tortura, Sem ver na esmola, a falsa caridade, Que bem no fundo é só vaidade pura, Se acaso houver pureza na vaidade. Já que não tenho, tal como preciso, A felicidade que esse doido tem De ver no purgatório um paraíso... Direi, ao contemplar o seu sorriso, Ai quem me dera ser doido também P'ra suportar melhor quem tem juízo.
in Este Livro que Vos Deixo... (1969) - António Aleixo
Foi escritor, filósofo e matemático, autor dos livros Discours préliminaire de l'Encyclopédie, Elogios académicos e Tratado de dinâmica.
As suas pesquisas na Física estavam relacionadas com a mecânica racional, o
princípio fundamental da dinâmica, o problema dos três corpos, cordas
vibrantes e hidrodinâmica.
Em Matemática estudou as equações com derivadas parciais; equações
diferenciais ordinárias; definiu a noção de limite; inventou um critério
de convergência das séries; demonstrou o teorema fundamental da
álgebra, que afirma que todas as equações algébricas têm pelo menos uma raiz real
ou imaginária (teorema de D'Alembert-Gauss).
D'Alembert foi o primeiro a chegar a uma solução para o
extraordinário problema da precessão dos equinócios. O seu trabalho
principal, puramente matemático, foi sobre equações parcialmente
diferenciais, particularmente em conexão com correntes vibratórias.
Disse a frase: "A Morte é um bem para todos os homens; é como a noite desse dia inquieto que se chama Vida".
No dizer de Otto Flake, Nantes fora "entregue ao furor de Carrier, sanguinário patológico, egresso diretamente dos romances de Sade".
Contexto
Vivia a Revolução uma fase de afirmação de qual das correntes predominaria sobre as demais. Em abril daquele ano o Clube dos Jacobinos, sob a direção de Maximilien de Robespierre,
principiou a tomada do poder, sob uma filosofia em que este seria
transferido ao povo (os próprios jacobinos), e com a derrota dos girondinos, a 3 de junho.
Várias das cidades comandadas por simpatizantes da Gironda se rebelaram, forçando a Convenção a enviar seus representantes para submetê-las. Para Lião seguiram Fouché e Collot d'Herbois; para Nantes seguiu Carrier.
Ali, na Vendeia,
havia os realistas tentado um golpe fracassado contra Nantes. Cerca de
oitenta mil homens tentaram romper o cerco em direção à fronteira, mas
foram impedidos em Le Mans e completamente batidos em Savenay.
Determinou então a Convenção que a Vendeia fosse assediada, enviando
para lá dezasseis acampamentos fortificados, tendo por pontos de apoio
as chamadas Colunas Infernais - uma dúzia de colunas volantes - que avançaram destruindo a ferro e fogo os seus adversários.
Nantes havia de pagar pela insubordinação, e Carrier foi o encarregado disto.
Afogamentos
A repressão fazia-se com execuções à guilhotina
mas, para Carrier, esta era muito demorada. Enquanto em Lião Fouché
criou o fuzilamento em massa, em Nantes Carrier decidiu embarcar de
uma vez noventa sacerdotes e, estando a embarcação a meio do rio, era a mesma posta a pique.
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.