sábado, novembro 05, 2011
Gram Parsons nasceu há 65 anos
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Bryan Adams faz hoje 52 anos
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: Bryan Adams, Canadá, Cascais, Heaven, música
O jesuíta, botânico, físico, matemático e um mineralogista Franz Xaver von Wulfen nasceu há 283 anos
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: Franz Xaver von Wulfen, mineralogia, Wulfenite
Bridge Over Troubled Water
When you're weary
Feeling small
When tears are in your eyes
I will dry them all
I'm on your side
When times get rough
And friends just can't be found
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
When you're down and out
When you're on the street
When evening falls so hard
I will comfort you
I'll take your part
When darkness comes
And pain is all around
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
Sail on Silver Girl,
Sail on by
Your time has come to shine
All your dreams are on their way
See how they shine
If you need a friend
I'm sailing right behind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
Postado por Pedro Luna às 00:20 0 comentários
Marcadores: 1 de Abril, 19 de setembro de 1981, anos 70, anos 80, Bridge Over Troubled Water, Central Park, música, Nova Iorque, Simon and Garfunkel
Art Garfunkel - 70 anos!
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
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sexta-feira, novembro 04, 2011
A Ponte Maria Pia foi inaugurada há 134 anos
A inauguração deu-se a 4 de Novembro de 1877 por D. Luís I e D. Maria Pia; a cerimónia teve a presença da Banda de Música da Cidade de Espinho.
Postado por Pedro Luna às 23:59 0 comentários
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Há 55 anos os tanques soviéticos atacavam Budapeste e terminavam com a Revolução Húngara de 1956
Postado por Pedro Luna às 23:56 0 comentários
Marcadores: comunismo, Hungria, pena de morte, repressão, Revolução Húngara de 1956, URSS
A crise de reféns do Irão começou há 32 anos
Postado por Pedro Luna às 23:53 0 comentários
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Um dos maiores sismos do século XX ocorreu há 59 anos
Three Kamchatka earthquakes, which occurred off the coast of Kamchatka Peninsula in far eastern Russia in 1737, 1923 and 1952, were megathrust earthquakes and caused tsunamis. They occurred where the Pacific Plate subducts under the Okhotsk Plate at the Kuril-Kamchatka Trench. The depth of the trench at the point of the earthquakes is 7,000–7,500 meters. Northern Kamchatka lies at the western end of the Bering fault, between the Pacific Plate and North American Plate, or the Bering plate There are many more earthquakes and tsunamis originating from Kamchatka, of which the most recent was the 1997 Kamchatka earthquake and tsunami originating near the Kronotsky Peninsula.
The main earthquake struck at 16:58 GMT (04:58 local time) on November 4, 1952. Initially assigned a magnitude of 8.2, the quake was revised to 9.0 Mw in later years. A large tsunami resulted, causing destruction and loss of life around the Kamchatka peninsula and the Kuril Islands. Hawaii was also struck, with estimated damages of up to US$1 million and livestock losses, but no human casualties were recorded. Japan also reported no casualties or damage. The tsunami reached as far as Alaska, Chile, and New Zealand.
Postado por Pedro Luna às 23:40 0 comentários
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Mais um álbum da banda Florence and the Machine
Postado por Pedro Luna às 22:31 0 comentários
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A primeira rainha de Portugal morreu há 854 anos
Postado por Fernando Martins às 08:54 0 comentários
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A Nature faz hoje 142 anos
| Frequência | semanal |
| Circulação | internacional |
| Primeira edição | 4 de novembro de 1869 |
| Categoria | revista científica |
| País | Reino Unido |
| Língua(s) | Inglês |
| Sítio oficial | Nature |
Postado por Fernando Martins às 01:42 0 comentários
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James Honeyman-Scott nasceu há 55 anos
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
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Yitzhak Rabin foi assassinado há 16 anos
Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
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quinta-feira, novembro 03, 2011
Sobre um espantoso texto antissemita publicado num jornal partidário
A máquina da morte e a utopia
Jorge Messias
«Enquanto o proletariado tiver necessidade do Estado, não será no interesse da liberdade mas sim para reprimir os seus adversários! E no dia em que for possível falar-se livremente de liberdade, o Estado deixará de existir...»(F. Engels, «Carta a Bebel»)
«A liberdade política é uma ideia e não uma realidade. Ideia que, no entanto, é preciso saber aplicar quando for necessário atrair as massas populares a um lado da questão. Eis onde surgirá o triunfo da nossa teoria. A questão será de fácil solução caso o adversário tenha recebido o poder de uma ideia de liberdade a que se chama liberalismo. As rédeas do poder serão tomadas facilmente porque a força cega de um povo não pode ficar um só dia que seja sem guia. Assim, a nova força nada mais tem a fazer do que assumir um comando enfraquecido pelo liberalismo»(Protocolos dos Sábios de Sião, 1.º Mandamento)
«Há uma necessidade urgente de uma autoridade verdadeira no mundo, para ordenar a economia mundial, reavivar economias atingidas pela crise e evitar qualquer deterioração e os desequilíbrios maiores que dela resultariam. Obviamente, essa autoridade teria de dispor do poder de garantir o cumprimento das suas decisões ...»(Bento XVI, «A Caridade com Verdade»)
Postado por Pedro Luna às 14:41 0 comentários
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Gonçalves Dias morreu há 147 anos
I
Enfim te vejo! - enfim posso,
Curvado a teus pés, dizer-te,
Que não cessei de querer-te,
Pesar de quanto sofri.
Muito penei! Cruas ânsias,
Dos teus olhos afastado,
Houveram-me acabrunhado
A não lembrar-me de ti!
II
Dum mundo a outro impelido,
Derramei os meus lamentos
Nas surdas asas dos ventos,
Do mar na crespa cerviz!
Baldão, ludíbrio da sorte
Em terra estranha, entre gente,
Que alheios males não sente,
Nem se condói do infeliz!
III
Louco, aflito, a saciar-me
D'agravar minha ferida,
Tomou-me tédio da vida,
Passos da morte senti;
Mas quase no passo extremo,
No último arcar da esperança,
Tu me vieste à lembrança:
Quis viver mais e vivi!
IV
Vivi; pois Deus me guardava
Para este lugar e hora!
Depois de tanto, senhora,
Ver-te e falar-te outra vez;
Rever-me em teu rosto amigo,
Pensar em quanto hei perdido,
E este pranto dolorido
Deixar correr a teus pés.
V
Mas que tens? Não me conheces?
De mim afastas teu rosto?
Pois tanto pôde o desgosto
Transformar o rosto meu?
Sei a aflição quanto pode,
Sei quanto ela desfigura,
E eu não vivi na ventura...
Olha-me bem, que sou eu!
VI
Nenhuma voz me diriges!...
Julgas-te acaso ofendida?
Deste-me amor, e a vida
Que me darias - bem sei;
Mas lembrem-te aqueles feros
Corações, que se meteram
Entre nós; e se venceram,
Mal sabes quanto lutei!
VII
Oh! se lutei!... mas devera
Expor-te em pública praça,
Como um alvo à populaça,
Um alvo aos dictérios seus!
Devera, podia acaso
Tal sacrifício aceitar-te
Para no cabo pagar-te,
Meus dias unindo aos teus?
VIII
Devera, sim; mas pensava,
Que de mim t'esquecerias,
Que, sem mim, alegres dias
T'esperavam; e em favor
De minhas preces, contava
Que o bom Deus me aceitaria
O meu quinhão de alegria
Pelo teu, quinhão de dor!
IX
Que me enganei, ora o vejo;
Nadam-te os olhos em pranto,
Arfa-te o peito, e no entanto
Nem me podes encarar;
Erro foi, mas não foi crime,
Não te esqueci, eu to juro:
Sacrifiquei meu futuro,
Vida e glória por te amar!
X
Tudo, tudo; e na miséria
Dum martírio prolongado,
Lento, cruel, disfarçado,
Que eu nem a ti confiei;
"Ela é feliz (me dizia)
"Seu descanso é obra minha."
Negou-me a sorte mesquinha...
Perdoa, que me enganei!
XI
Tantos encantos me tinham,
Tanta ilusão me afagava
De noite, quando acordava,
De dia em sonhos talvez!
Tudo isso agora onde pára?
Onde a ilusão dos meus sonhos?
Tantos projetos risonhos,
Tudo esse engano desfez!
XII
Enganei-me!... - Horrendo caos
Nessas palavras se encerra,
Quando do engano, quem erra.
Não pode voltar atrás!
Amarga irrisão! reflete:
Quando eu gozar-te pudera,
Mártir quis ser, cuidei qu'era...
E um louco fui, nada mais!
XIII
Louco, julguei adornar-me
Com palmas d'alta virtude!
Que tinha eu bronco e rude
C'o que se chama ideal?
O meu eras tu, não outro;
Stava em deixar minha vida
Correr por ti conduzida,
Pura, na ausência do mal.
XIV
Pensar eu que o teu destino
Ligado ao meu, outro fora,
Pensar que te vejo agora,
Por culpa minha, infeliz;
Pensar que a tua ventura
Deus ab eterno a fizera,
No meu caminho a pusera...
E eu! eu fui que a não quis!
XV
És doutro agora, e pr'a sempre!
Eu a mísero desterro
Volto, chorando o meu erro,
Quase descrendo dos céus!
Dói-te de mim, pois me encontras
Em tanta miséria posto,
Que a expressão deste desgosto
Será um crime ante Deus!
XVI
Dói-te de mim, que t'imploro
Perdão, a teus pés curvado;
Perdão!... de não ter ousado
Viver contente e feliz!
Perdão da minha miséria,
Da dor que me rala o peito,
E se do mal que te hei feito,
Também do mal que me fiz!
XVII
Adeus qu'eu parto, senhora;
Negou-me o fado inimigo
Passar a vida contigo,
Ter sepultura entre os meus;
Negou-me nesta hora extrema,
Por extrema despedida,
Ouvir-te a voz comovida
Soluçar um breve Adeus!
XVIII
Lerás porém algum dia
Meus versos d'alma arrancados,
D'amargo pranto banhados,
Com sangue escritos; - e então
Confio que te comovas,
Que a minha dor te apiade
Que chores, não de saudade,
Nem de amor, - de compaixão.
Postado por Fernando Martins às 01:47 0 comentários
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