segunda-feira, setembro 14, 2026

A bailarina Isadora Duncan morreu há 99 anos...

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Angela Isadora Duncan (São Francisco, 27 de maio de 1877Nice, 14 de setembro de 1927) foi uma bailarina, considerada a precursora da dança moderna.
 
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Vida pessoal
Isadora tinha personalidade forte, não se curvava a tradições e não era afeita ao casamento. No entanto, teve dois filhos (Deirdre e Patrick) dos seus relacionamentos com o designer teatral Gordon Graig e com o milionário parisiense Paris Eugene Singer, filho do empresário Isaac Singer. Os seus filhos morreram afogados no Rio Sena, juntamente com a sua governanta, em 1913. Em 1920 foi para Moscovo e em 1922 casou-se com o poeta soviético Serguei Iessnin, casamento que durou dois anos. Em 1925, foi para a França, morando em seus últimos anos na cidade de Nice.

Carreira 
Considerada a pioneira da dança moderna, causou polémica ao ignorar todas as técnicas do balé clássico. A sua dança foi inspirada pelas figuras das dançarinas nos vasos gregos encontrados, segundo algumas fontes, no Museu do Louvre; já outras fontes informam que tais vasos foram vistos pela bailarina no Museu Britânico.

Morte
Isadora morreu num acidente de carro descapotável, em 14 de setembro de 1927, quando a sua echarpe ficou presa a uma das rodas, estrangulando-a e tendo o seu corpo sido arremessado para fora do carro. O jornal The New York Times, na edição de 15 de setembro de 1927, descreveu assim sua morte:
"Isadora Duncan, a dançarina americana, morreu tragicamente esta noite em Nice, na Riviera. De acordo com as informações chegadas de Nice, Miss Duncan foi lançada de maneira extraordinária de um automóvel aberto que dirigia e teve morte imediata, devido ao impacto contra o pavimento de pedra."
New York Times
Durante anos uma amiga disse que as últimas palavras proferidas antes de entrar no carro conduzido por um jovem, foram: "Adeus, amigos! Vou para a glória.", tendo anos depois retificado que eram "Adeus amigos. Vou para o amor". A sua intenção era que Isadora fosse recordada com uma frase mais elegante que aquela que realmente proferiu. Foi sepultada no Cemitério do Père-Lachaise, Paris na França.
   
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Marcos Valle celebra hoje oitenta e três anos

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Marcos Kostenbader Valle (Rio de Janeiro, 14 de setembro de 1943é um compositor, cantor, instrumentistaarranjador brasileiro.

Escreveu muitos temas para telenovelas, dentre elas Pigmalião 70 e Os Ossos do Barão, além de ser co-autor da canção de Natal da Rede Globo "Um novo tempo" ("Hoje é um novo dia / de um novo tempo / que começou...").

 

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O Papa Leão XIV faz hoje setenta e um anos

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Leão XIV (em inglês: Leo XIV; em castelhano: León XIV; em latim: Leo XIV), nascido Robert Francis Prevost; O.S.A., (Chicago, 14 de setembro de 1955) é o atual Papa da Igreja Católica, Bispo de Roma e soberano da Cidade do Vaticano desde 8 de maio de 2025.  Antes de eleito era Frei, Bispo emérito de Chiclayo, no Peru, e Cardeal da Cúria Romana da Igreja Católica. Foi nomeado Prefeito do Dicastério para os Bispos, em janeiro de 2023, e substituiu o seu antecessor, o cardeal Marc Ouellet, em abril do mesmo ano.

Trabalhou no Peru, de 1985 a 1986 e de 1988 a 1998, como pároco, funcionário diocesano, professor de seminário e administrador. Passou de 1987 a 1988 e de 1998 a 2001 nos Estados Unidos, radicado em Chicago, a sua cidade natal, e trabalhou na ordem agostiniana. Foi nomeado cardeal por Papa Francisco em 30 de setembro de 2023 e eleito Papa em 8 de maio de 2025, adotando o nome Leão XIV.

O seu nome papal foi inspirado pelo Papa Leão XIII, que desenvolveu o ensino social católico moderno no meio da Segunda Revolução Industrial. Leão XIV acredita que a Quarta Revolução Industrial, em curso, particularmente os avanços em inteligência artificial e robótica, representa "novos desafios para a defesa da dignidade humana, da justiça e do trabalho". Leão XIV é o primeiro Papa a ter nascido na América do Norte, o primeiro a ter cidadania peruana (tendo-o a obtido em 2015), o segundo papa das Américas (depois de seu antecessor, Francisco) e o primeiro da Ordem de Santo Agostinho.

 

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in Wikipédia

Sam Neill fazia hoje 79 anos...

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Sam Neill, nascido Nigel John Dermot Neill (Omagh, Condado de Tyrone, 14 de setembro de 1947 – Sydney, 13 de julho de 2026), foi um ator neozelandês. Conhecido como um "ator protagonista" no cinema e televisão, ele recebeu três indicações aos prémios Primetime Emmy e duas ao Globo de Ouro. Foi nomeado Oficial da Ordem do Império Britânico em 1991, por serviços prestados à área da atuação.

Neill teve os seus primeiros papéis principais em filmes como Omen III: The Final Conflict e Dead Calm e na televisão com Reilly, Ace of Spies. Ele ganhou proeminência internacional em 1993, por seus papéis como Alisdair Stewart em The Piano e como o Dr. Alan Grant em Jurassic Park, um papel que repetiu em 2001 em Jurassic Park III. Neill também teve papéis notáveis em Merlin, A Caçada ao Outubro Vermelho, The Tudors e Peaky Blinders.

 

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Dante morreu há 705 anos...

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Dante Alighieri (Florença, 1 de junho de 1265 - Ravenna, 13 ou 14 de setembro de 1321) foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta").
O seu nome, segundo o testemunho do filho Jacopo Alighieri, era um hipocorístico de "Durante". Nos documentos, era seguido do patronímico "Alagherii" ou do gentílico "de Alagheriis", enquanto a variante "Alighieri" afirmou-se com o advento de Boccaccio.
Foi muito mais do que apenas um literato: numa época onde apenas os escritos em latim eram valorizados, redigiu um poema, de viés épico e teológico, La Divina Commedia (A Divina Comédia), que se tornou a base da língua italiana moderna e culmina a afirmação do modo medieval de entender o mundo. Nasceu em Florença, onde viveu a primeira parte da sua vida até ser injustamente exilado. O exílio foi ainda maior do que uma simples separação física de sua terra natal: foi abandonado por seus parentes. Apesar dessa condição, o seu amor incondicional e capacidade visionária transformaram-o no mais importante pensador de sua época.
  
 

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"Dante e Beatrice no jardim", 1903, obra de estilo pré-rafaelita do pintor italiano Cesare Saccaggi
  
 
TANTO GENTILE E TANTO ONESTA PARE
 
 
Tanto gentile e tanto onesta pare
la donna mia, quand'ella altrui saluta,
ch'ogne lingua deven tremando muta,
e gli occhi no l'ardiscon di guardare.
 
 
Ella si va, sentendosi laudare,
benignamente e d'umiltà vestuta;
e par che sia una cosa venuta
dal cielo in terra a miracol mostrare.


Mostrasi sì piacente a chi la mira,
che dà per li occhi una dolcezza al core,
che 'ntender nolla può chi nolla prova.
  
 
E par che de la sua labbia si mova
un spirito soave pien d'amore,
che va dicendo a l'anima: Sospira.
 
  
Dante Alighieri 
   


É TÃO GENTIL E TÃO HONESTO O AR


É tão gentil e tão honesto o ar
de minha Dama, quando alguém saúda,
que toda boca vai ficando muda
e os olhos não se afoitam de a fitar.


Ela assim vai sentindo-se louvar
na piedosa humildade em que se escuda,
qual fosse um anjo que dos céus se muda
para uma prova dos milagres dar.


Tão afável se mostra a quem a mira
que o olhar infunde ao coração dulçores
que só não sente quem jamais olhou-a.


E quando fala, dos seus lábios voa
Uma aura suave, trescalando amores,
que dentro d'alma vai dizer: "Suspira!"
  

Tradução: Augusto de Campos

Saudades de Zé Pedro...

Eduardo Moga nasceu há 64 anos

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Eduardo Moga Bayona (Barcelona, 14 de septiembre de 1962) es un poeta, traductor y crítico literario español, licenciado en Derecho y licenciado y doctor en Filología Hispánica por la Universidad de Barcelona.

Es autor de varios libros de poemas; el tercero, La luz oída, mereció el Premio Adonáis de Poesía en 1995, y con Insumisión recibió en Estados Unidos el International Latino Book Award en 2014.

Ha traducido a numerosos autores, entre ellos Frank O'Hara, Yoel Hoffmann, Évariste Parny, Carl Sandburg, Charles Bukowski, Richard Aldington, Billy Collins, Tess Gallagher, Ramon Llull, Arthur Rimbaud, William Faulkner, Walt Whitman, Penelope Fitzgerald, Evan S. Connell o Harold Norse.

Practica la crítica literaria en revistas como Letras Libres, Cuadernos Hispanoamericanos, Revista de Occidente, Quimera, Turia, El Cuaderno, Ínsula y Nayagua, entre otros medios.

Codirigió la colección de poesía de DVD ediciones desde 2003 hasta 2012.

En 2016 fue nombrado director de la Editora Regional de Extremadura y coordinador del Plan de Fomento de la Lectura en Extremadura. En abril de 2018 dimitió de su puesto.

En 2024 más de ochenta autores de España y América le dedicaron como homenaje el volumen misceláneo Mago Moga.

Mantiene el blog Corónicas de Españia

 

in Wikipédia

 

 

POESÍA PARA...
            (Letanía a modo de poética)

 

Poesía para desnudar la palabra.
Poesía para que se encienda la piel.
Poesía para conjurar el miedo.
Poesía para interpretar el caos.
Poesía para razonar los sueños.
Poesía para hacer exacta la alucinación.
Poesía para ver lo invisible.
Poesía inútil.
Poesía para la belleza.
Poesía contra la estupidez.
Poesía frente a la intemperie.
Poesía para llegar al día siguiente.
Poesía para tener tema de conversación.
Poesía para respirar.
Poesía para sustituir al grito.
Poesía para follarnos al lector.
Poesía para que el poema nos folle.
Poesía porque es lo único que sé hacer.
Poesía para que la oscuridad sea luz y la luz, oscuridad.
Poesía para vivir más.
Poesía para decir "te quiero".
Poesía para eyacular.
Poesía sin poéticas.
Poesía para la revolución.
Poesía para la nada.
Poesía para todas las palabras.
Poesía en silencio.
Poesía para que no nos engañen.
Poesía porque no se vende.
Poesía para el poema.
Poesía para ser libre.
Poesía para los amigos (y los enemigos).
Poesía de lo inverosímil y de lo cotidiano.
Poesía para crear otra realidad.
Poesía porque de algo hay que morir.
Poesía para no pensar en la muerte.
Poesía porque es divertido.
Poesía para llevar la contraria.
Poesía para tener razón.
Poesía porque no me da la gana escribir prosa.
Poesía porque no sé escribir prosa.
Poesía para rezar.
Poesía para que nos quieran más.
Poesía para preservar el espíritu.
Poesía por facilidad de palabra.
Poesía porque suena bien.
Poesía para que la palabra diga lo que dice.
Poesía para que la palabra diga lo que no dice.
Poesía para comprenderme.
Poesía para convivir con la contradicción.
Poesía para vencer al pudor.
Poesía para olvidar el tiempo.
Poesía para sentirnos diferentes.
Poesía para que nos pregunten: "¿Qué ha querido Ud. decir con...?"
Poesía porque no rima.
Poesía para recordar.
Poesía por imitación.
Poesía para tener algo que hacer los fines de semana.
Poesía como prótesis.
Poesía como consuelo.
Poesía para entretener la espera.
Poesía para seguir escribiendo "poesía para..."
Poesía por vanidad.
Poesía poro.
Poesía para que se nos ocurran versos al acostarnos
                   (y no los recordemos al despertarnos).
Poesía para que nos deseen las mujeres (o los hombres).
Poesía para que nuestro padre nos apruebe.
Poesía para que nuestro padre nos repruebe.
Poesía para cagarnos en alguien.
Poesía, siempre, para la emoción.
Poesía porque poesía.


Eduardo Moga

 

 

POESIA PARA...
            (Litania a modo de poética) 

 

Poesia para desnudar a palavra.
Poesia para incendiar a pele.
Poesia para conjurar o medo.
Poesia para interpretar o caos.
Poesia para explicar os sonhos.
Poesia para tornar exacta a alucinação.
Poesia para ver o invisível.
Poesia inútil.
Poesia para a beleza.
Poesia contra a estupidez.
Poesia frente à intempérie.
Poesia para chegar ao dia seguinte.
Poesia para ter tema de conversa.
Poesia para respirar.
Poesia para substituir o grito.
Poesia para foder o leitor.
Poesia para o poema nos foder.
Poesia porque não sei fazer outra coisa.
Poesia para que a escuridão seja luz e a luz escuridão.
Poesia para viver mais.
Poesia para dizer ‘amo-te’.
Poesia para ejacular.
Poesia sem poéticas.
Poesia para a revolução.
Poesia para o nada.
Poesia para todas as palavras.
Poesia em silêncio.
Poesia para não nos enganarem.
Poesia porque não se vende.
Poesia para o poema.
Poesia para ser livre.
Poesia para os amigos (e inimigos).
Poesia do inverosímil e do quotidiano.
Poesia para criar outra realidade.
Poesia porque de algo se tem de morrer.
Poesia para não pensar na morte.
Poesia porque é divertido.
Poesia para fazer o contrário.
Poesia para ter razão.
Poesia porque não me dá na gana a prosa.
Poesia porque prosa não sei escrever.
Poesia para rezar.
Poesia para que nos queiram mais.
Poesia para preservar o espírito.
Poesia por facilidade de palavra.
Poesia porque parece bem.
Poesia para a palavra dizer o que diz.
Poesia para a palavra dizer o que não diz.
Poesia para me compreender.
Poesia para conviver com a contradição.
Poesia para vencer o pudor.
Poesia para olvidar o tempo.
Poesia para nos sentirmos diferentes.
Poesia para nos perguntarem: ‘Que quis você dizer com…?’
Poesia porque não rima.
Poesia para recordar.
Poesia por imitação.
Poesia para ter algo que fazer no fim de semana.
Poesia como prótese.
Poesia como consolo.
Poesia para entreter a espera.
Poesia para continuar a escrever «poesia para…’
Poesia por vaidade.
Poesia poro.
Poesia para nos virem versos ao deitar
               (e não os recordar ao acordar).
Poesia para as mulheres nos desejarem (ou os homens).
Poesia para ter a aprovação do pai.
Poesia para ter do pai reprovação.
Poesia para cagar em alguém.
Poesia, sempre, para a emoção.
Poesia porque poesia.

 

Eduardo Moga - tradução Albino M.

Morten Harket, o vocalista dos a-ha, faz hoje 67 anos

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Morten Harket (Kongsberg, 14 de setembro de 1959) é o ex-vocalista da banda norueguesa A-Ha. É uma das maiores vozes dos últimos tempos e fez grande sucesso com os A-Ha. Foi eleito a melhor voz do ano de 1986
 
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Saudades de Guilherme Inês...

Saudades de Amy Winehouse...

Giovanni Domenico Cassini morreu há trezentos e catorze anos

      
Giovanni Domenico Cassini (Perinaldo, República de Génova, hoje Itália, 8 de junho de 1625 - Paris, 14 de setembro de 1712), também chamado Jean-Dominique Cassini ou Cassini I, foi um astrónomo e matemático francês de origem italiana.
Giovanni Cassini estudou no colégio dos Jesuítas em Génova e Bolonha, e em 1650 foi, sob a proteção do general e senador Cornelio Malvasia, o sucessor de Pater Bonaventura Cavalieri na Universidade de Bolonha, como professor na cátedra de astronomia. Nesta função, lecionou, sob o controle da doutrina da Igreja Católica, geometria euclidiana e a astronomia de Ptolomeu. O seu interesse foi atraído principalmente pela aparição de cometas, que ele observava com muita atenção. Além disso, produziu precisas tabelas solares e observou os períodos de rotação de Vénus, Marte e Júpiter. Em 1669, foi chamado pelo rei Luís XIV para ser membro da Academia de Ciências de Paris, fundada em 1667.
Um ano depois, foi nomeado diretor do Observatório Astronómico de Paris. Apesar do observatório de Paris não ter a melhor localização para a realização de observações astronómicas, Cassini continuou as suas observações, descobrindo, em 1671 e 1672, as luas de Saturno Jápeto e Reia, em 1675 uma parte escura dos anéis de Saturno, batizada com o seu nome (a divisão de Cassini, área escura que separa os anéis A e B de Saturno e que tem cerca de 5.000 km de largura) e, em 1684, dois outros satélites do planeta dos anéis: Tétis e Dione.
Em 1672 calculou com precisão a paralaxe solar, e em 1683 foi o primeiro a descrever a luz zodiacal. Cassini ficou cego em 1710 e, cerca de dois anos depois, no dia 14 de setembro de 1712, faleceu em Paris.
Sucessores na direção do Observatório Astronómico de Paris foram o seu filho Jacques, o seu neto César François e o seu bisneto Jean Dominique.
A sonda espacial da missão Cassini-Huygens, com o seu apelido, da NASA e da ESA chegou, em julho de 2004, a Saturno, e investigou o sistema de anéis do planeta.

A princesa Grace do Mónaco morreu há quarenta e quatro anos...

   
Grace Patricia Kelly (Filadélfia, 12 de novembro de 1929 - Monte Carlo, Mónaco, 14 de setembro de 1982) foi uma premiada atriz norte-americana, vencedora do Óscar na categoria de Melhor Atriz e, após o seu casamento com Rainier III, príncipe-soberano de Mónaco, tornou-se a princesa consorte do Mónaco, sendo conhecida também como a Princesa Grace do Mónaco.
 
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(...)
    
Em 14 de setembro de 1982, Grace Kelly morreu num acidente automobilístico em Monte Carlo, Mónaco. O carro que a princesa dirigia saiu da estrada e caiu num despenhadeiro, causando um derrame cerebral e, consequentemente, a sua morte, aos cinquenta e dois anos. Após a sua morte, especulou-se que a sua filha mais nova, Stéphanie, dirigia o automóvel no momento do acidente. Tal informação, no entanto, é negada pela própria Stéphanie, afirmando não se sentir culpada pela morte de sua mãe "porque não tinha nada a ver com o acidente".
    
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Amy Winehouse nasceu há quarenta e três anos...

    

Amy Jade Winehouse (Londres, 14 de setembro de 1983 - Londres, 23 de julho de 2011) foi uma cantora e compositora britânica conhecida por seu poderoso e profundo contralto vocal e sua mistura eclética de géneros musicais, incluindo soul, jazz e R&B. Ingressou na carreira musical ainda na adolescência, apresentando-se em pequenos clubes de jazz em Londres. No fim de 1999 assinou o seu primeiro contrato com uma editora discográfica, a EMI Music, mas, após ter sido descoberta por Darcus Breeze, em 2001, assinou contrato com a Island Records.
A sua primeira aparição no cenário musical britânico foi em 2003, com o seu álbum de estreia, Frank. O disco foi bem recebido pela crítica especialista, mas, inicialmente, não obteve sucesso comercial apesar de ter produzido quatro singles, todos sem êxito. Foi em 2006, com o lançamento do seu segundo álbum de estúdio, Back to Black, que Amy Winehouse ganhou proeminência como artista. Esse obteve sucesso crítico e comercial e alcançou as posições mais elevadas no ranking internacional, tendo atingido o número um em dezoito países, incluindo Reino Unido, Áustria, Alemanha, Dinamarca e Irlanda, enquanto nos Estados Unidos chegou à sua posição máxima como número dois.
Desse trabalho, foram retirados seis singles, sendo "Rehab" o mais bem-sucedido. Back to Black vendeu seis milhões de cópias e foi o disco mais vendido de 2007. No ano seguinte, o álbum foi nomeado para seis categorias nas 50.ª edição dos Grammy Awards, das quais venceu cinco, o que fez de Winehouse a artista feminina britânica mais premiada em apenas uma edição.
Considerada a desencadeadora da nova invasão britânica, Amy Winehouse é referida como a revolucionadora da música soul pela crítica especialista. Ela é citada como influência musical por várias cantoras, incluindo Adele, Duffy, Rumer e Lady Gaga, e foi a intérprete que mais vendeu em nível digital no Reino Unido, em 2007, sendo posicionada no número dez na Lista dos Ricos do jornal inglês Sunday Times, com lucros totais de dez milhões de libras. Foi, ainda, eleita a segunda maior heroína dos britânicos pelo canal de televisão Sky News, com base em uma pesquisa realizada entre pessoas com menos de 25 anos de idade, em 2008, atrás apenas da princesa Diana, e na lista elaborada pela revista Veja, em 2009, das cantoras internacionais que mais venderam em solo brasileiro, ficou na primeira posição com mais de 500 mil álbuns vendidos, o que fez dela uma das recordistas de vendas no país. Ao longo de sua carreira, Winehouse vendeu um número estimado de trinta milhões de CDs e DVDs em todo o mundo, tornando-se uma das artistas que mais venderam a nível global. As suas conquistas incluem três prémios Ivor Novello Awards e um total de seis Grammy Awards.
No entanto, apesar de bem-sucedida, a sua carreira foi muitas vezes ofuscada por seus problemas pessoais, principalmente pelo seu casamento conturbado com o ex-assistente de vídeo Blake Fielder-Civil, uma vez que as disputas do casal foram diariamente comentadas pela imprensa. Além disso, o seu envolvimento com álcool e drogas e a sua luta para superá-lo também prejudicou a sua imagem pública.
Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres, em 23 de julho de 2011. A causa da morte foi intoxicação por álcool. Após o falecimento da cantora, Back to Black tornou-se o disco mais vendido do século XXI no Reino Unido. Posteriormente, foi lançada a compilação póstuma Lioness: Hidden Treasures, que recebeu análises positivas dos media especializados e teve um desempenho comercial favorável. Nesse mesmo ano, o jornal sueco Metro International concedeu à cantora o título de Celebridade do Ano, enquanto o canal VH1 colocou-a na 26.ª posição em sua lista das 100 Grandes Mulheres na Música, em 2012, e o periódico i Online denominou-a como a melhor cantora do século, em 2013.
     
 

O Zé Pedro, o líder dos Xutos & Pontapés, nasceu há setenta anos...

(imagem daqui

  

José Pedro Amaro dos Santos Reis, conhecido como Zé Pedro (Lisboa, 14 de setembro de 1956 – Lisboa, 30 de novembro de 2017), foi um músico português, guitarrista e fundador da banda de rock portuguesa Xutos & Pontapés.

    
Biografia
Filho de um militar, José Pedro Amaro dos Santos Reis, o seu nome completo, nasceu na noite do dia 14 de setembro de 1956, na ala do exército do Hospital da Estrela, em Lisboa.
Zé Pedro fundou os Xutos ao colocar um anúncio no jornal: "Baterista e baixista precisam-se para grupo punk". Zé Pedro é conhecido pela sua enorme alegria em cima do palco e fora dele.
Apesar de ser o guitarrista ritmo da banda, ele é considerado um ícone para o rock português e é compositor de alguns clássicos dos Xutos como "Submissão" (onde participa como vocalista) e "Não Sou o Único".
Em meados dos anos 90, durante uma pausa dos Xutos, participou em conjunto com o colega de banda, Kalú, na banda de Jorge Palma, Palma’s Gang.
Zé Pedro chegou a ser consumidor de drogas. Assumiu abertamente esse facto e orgulhava-se de estar completamente recuperado. Teve hepatite C, desde 2001, doença que quase lhe custou a vida e o obrigou a um transplante de fígado (em 2011).
Em 2004, teve uma participação especial no filme Sorte Nula, de Fernando Fragata, tendo interpretado um recluso evadido. Foi a sua banda, Xutos & Pontapés, que fez a banda sonora desse mesmo filme.
Em 2007, uma das suas irmãs, Helena Reis lançou um livro com o nome "Não Sou o Único" que contava toda a vida do guitarrista.
Em 2011 forma o supergrupo Ladrões do Tempo, com Tó Trips (Dead Combo), Pedro Gonçalves (Dead Combo), Samuel Palitos (ex-Censurados) e Paulo Franco (Os Dias de Raiva e Dapunksportif). Esta banda iria surgir no álbum Convidado: Zé Pedro, editado, em 2011, por Zé Pedro, com o tema "Mora na Filosofia".
A 19 de janeiro de 2013 casou com Cristina Avides Moreira.
Faleceu no dia 30 de novembro de 2017, aos 61 anos de idade, em sua casa, vítima de doença prolongada de carácter hepático.
A TAP Air Portugal, companhia aérea de bandeira Portuguesa, nomeou de Zé Pedro um avião Airbus A321neo, em sua homenagem.
      
 

O músico Guilherme Inês morreu há cinco anos...

guilherme Inês

(imagem daqui)


Guilherme Manuel Scarpa Lopes Inés (Lisboa, abril de 1951 - Lisboa, 14 de setembro de 2021), conhecido como Guilherme Inês foi um compositor, baterista e percussionista português. Conhecido por ter feito parte de bandas como os Salada de Frutas e Quarteto 1111 e por ter produzido artistas como Dulce Pontes e Lena D'Água

 

Percurso

Tocou guitarra nos Sharks e nos Hooks. Mudam de nome para Zoo e passa a tocar bateria. Chegam a gravar um disco em 1969. Guilherme Inês e o Fernando Couceiro saem, ainda antes do fim da banda. Fez depois parte de grupos como Os Chinchilas (1970) e Objectivo (1971). Ainda esteve numa das últimas formações do Quarteto 1111.

Com José Moz Carrapa e Zé Nabo integrou o Cid, Scarpa, Carrapa e Nabo que acompanharam José Cid na gravação do tema "Mosca super-star" e do EP "Vida (Sons do Quotidiano)" (1977).

Tocou ao vivo e como músico de estúdio com nomes como José Afonso, Vitorino, Fausto ou Sérgio Godinho.

Entrou para os Salada de Frutas em 1981. Zé da Ponte e Guilherme Inês produziram muitos nomes e ainda arrancaram com os estúdios Namouche em 1982. Também produzem muitos jingles para publicidade. Formam o grupo Zoom, com a colaboração de Formiga, que chega a lançar um álbum. Produziu temas e álbuns de vários artistas, como Dora ou Dulce Pontes.

Zé da Ponte e Guilherme Inês juntam-se a Luis Oliveira. Os três lançaram um disco com o nome Bluff.

Produziram outros nomes como Dora ou Gustavo Sequeira.

Ainda com Zé da Ponte produziu, em 1989, o disco "Tu Aqui" de Lena d'Água. Foi depois o produtor dos primeiros discos de Dulce Pontes (1993).

Além de músico e produtor, Guilherme Inês foi também coautor de alguns temas, entre os quais “Se cá nevasse”, dos Salada de Frutas, e “Não sejas mau pra mim”, com o qual Dora representou Portugal no Festival da Eurovisão da Canção, em 1986.

Durante alguns anos trabalhou como executivo na editora BMG Portugal.

Faleceu, de morte natural, em Lisboa, em setembro de 2021, aos 70 anos.

   

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Irene Papas morreu há quatro anos...

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Irene Papas or Irene Pappas; born Eirini Lelekou; (Chiliomodi, Corinthia, 3 September 1929 – Chiliomodi, Corinthia, 14 September 2022) was a Greek actress and singer who starred in over 70 films in a career spanning more than 50 years. She gained international recognition through such popular award-winning films as The Guns of Navarone (1961), Zorba the Greek (1964) and Z (1969). She was a powerful protagonist in films including The Trojan Women (1971) and Iphigenia (1977). She played the title roles in Antigone (1961) and Electra (1962). She had a fine singing voice, on display in the 1968 recording Songs of Theodorakis.

Papas won Best Actress awards at the Berlin International Film Festival for Antigone and from the National Board of Review for The Trojan Women. Her career awards include the Golden Arrow Award in 1993 at Hamptons International Film Festival, and the Golden Lion Award in 2009 at the Venice Biennale

 

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(...)  

 

In 2003 she served on the board of directors of the Anna-Marie Foundation, a fund which provided assistance to people in rural areas of Greece. In 2013 she began to suffer from Alzheimer's disease. Papas spent her final years in Chiliomodi. She died there on 14 September 2022, at the age of 93.


 

domingo, setembro 13, 2026

Hoje é um dia especial para quem gosta de ficção científica e da série Espaço: 1999...

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Space: 1999 (no Brasil Espaço: 1999 ou Terror no Espaço; em Portugal e PALOP's Espaço: 1999) é uma série de televisão britânica de ficção científica dos anos 70, com duas temporadas. No episódio de estreia, passado no ano de 1999, dá-se uma explosão dos resíduos nucleares armazenados no lado oculto da Lua que provoca a saída da Lua da sua órbita, lançando-a para o espaço, com a Base Lunar Alfa e os seus 311 habitantes. Espaço: 1999, a última produção da dupla Gerry e Sylvia Anderson, foi, à época, a série mais cara produzida para a televisão britânica, com um orçamento total de 6,8 milhões de libras. A primeira temporada foi coproduzida pela ITC Entertainment e pela emissora italiana RAI, enquanto a segunda foi produzida exclusivamente pela ITC.

Com efeitos especiais considerados muito avançados, a série foi maioritariamente gravada nos estúdios cinematográficos de Pinewood, nos arredores de Londres. Embora Espaço: 1999 se tenha estreado em 1975, o primeiro episódio foi gravado em 1973. A série foi transmitida em 96 países, maioritariamente entre 1975 e 1979, alcançando grande popularidade mundial.

 

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A série Espaço: 1999 teve duas temporadas, com 24 episódios cada. A premissa da série centra-se na difícil situação dos habitantes da Base Lunar Alfa, um centro de investigação científica localizado dentro da cratera Platão, no hemisfério norte da Lua. Ao longo dos anos anteriores, a humanidade havia acumulado uma quantidade extraordinária de resíduos nucleares, armazenada em vastos depósitos no lado oculto da Lua. No dia 13 de setembro de 1999, de forma inesperada, é detetada uma forma desconhecida de radiação eletromagnética, levando os resíduos acumulados a atingirem massa crítica, provocando uma colossal explosão termonuclear.

A força desmesurada desta explosão, funcionando como um enorme foguete propulsor, impulsiona a Lua para fora da órbita terrestre e em direção ao espaço profundo, lançando os 311 tripulantes de Alfa à sua sorte. A Lua descontrolada, na prática, torna-se a nave espacial na qual os protagonistas viajam em busca de um novo lar. Pouco depois de deixar o Sistema Solar, a Lua errante passa por um buraco negro e, posteriormente, por algumas deformações espaciais que a afastam cada vez mais da Terra, em direção às profundezas do espaço sideral.

 

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Durante esta viagem interestelar, os membros da Base Lunar Alfa cruzam-se com uma série de civilizações alienígenas, sociedades distópicas e fenómenos alucinantes nunca antes vistos pela humanidade. Vários episódios da primeira temporada sugerem que a jornada da Lua teria sido influenciada (ou, até mesmo, iniciada) por uma força misteriosa e desconhecida que pretendia conduzir os habitantes de Alfa em direção a um determinado destino final. Na segunda temporada, no entanto, esta ideia deixou de ser enunciada, centrando-se os episódios em enredos mais voltados para a ação.

 

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Hoje é dia de recordar um grande Português...

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 (imagem daqui)

   
Hoje há que recordar Alexandre Herculano, um Homem ímpar: lutou, com o rei D. Pedro IV, pela liberdade, democracia e monarquia constitucional, foi precetor e amigo do seu neto, o rei D. Pedro V (e que grande Rei perdemos, por causa da doença que o vitimou...), foi um escritor, poeta e pensador único; foi ainda um historiador importantíssimo, que soube preservar muitos tesouros e publicá-los em livros. Não precisando de prebendas ou títulos, foi fiel às suas Ideias, à Pátria e ao seu Rei. Recordemo-lo com um belo poema:
 
 
(imagem daqui)
  
  
Herculano
  
Há um tamanho de homem que se mede
Na sepultura:
Cabe ou não cabe no caixão da morte?
Mas quando o porte
Da criatura
Excedo o próprio excesso consentido,
Leva tempo a tornar-se natural
Que uma grandeza tal
Tenha existido.
 


in
Poemas Ibéricos (1965) - Miguel Torga

Saudade da poesia de Natália Correia...

 

Queixa das almas jovens censuradas

Dão-nos um lírio e um canivete
E uma alma para ir à escola
E um letreiro que promete
Raízes, hastes e corola.

Dão-nos um mapa imaginário
Que tem a forma duma cidade
Mais um relógio e um calendário
Onde não vem a nossa idade.

Dão-nos a honra de manequim
Para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos o prémio de ser assim
Sem pecado e sem inocência.

Dão-nos um barco e um chapéu
Para tirarmos o retrato.
Dão-nos bilhetes para o céu
Levado à cena num teatro.

Penteiam-nos os crânios ermos
Com as cabeleiras dos avós
Para jamais nos parecermos
Connosco quando estamos sós.

Dão-nos um bolo que é a história
Da nossa história sem enredo
E não nos soa na memória
Outra palavra para o medo.

Temos fantasmas tão educados
Que adormecemos no seu ombro
Sonos vazios, despovoados
De personagens do assombro.

Dão-nos a capa do evangelho
E um pacote de tabaco.
Dão-nos um pente e um espelho
Para pentearmos um macaco.

Dão-nos um cravo preso à cabeça
E uma cabeça presa à cintura
Para que o corpo não pareça
A forma da alma que o procura.

Dão-nos um esquife feito de ferro
Com embutidos de diamante
Para organizar já o enterro
Do nosso corpo mais adiante.

Dão-nos um nome e um jornal,
Um avião e um violino.
Mas não nos dão o animal
Que espeta os cornos no destino.

Dão-nos marujos de papelão
Com carimbo no passaporte.
Por isso a nossa dimensão
Não é a vida. Nem é a morte.

  
   
Natália Correia

Peter Cetera, vocalista dos Chicago, nasceu há 82 anos

    
Peter Paul Cetera (Chicago, 13 de setembro de 1944) é um cantor, compositor e baixista norte-americano mais conhecido por ser um dos fundadores da banda Chicago, antes de iniciar uma bem sucedida carreira solo. Na sua carreira artística, gravou dezassete álbuns com os Chicago e oito a solo.
   
     
   
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