- (There's) always something there to remind (de Burt Bacharach)
- Long live love
- Puppet on a string
quinta-feira, fevereiro 26, 2026
Sandie Shaw comemora hoje oitenta anos...!
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O ator Gene Hackman foi encontrado morto há um ano...

Eugene Allen Hackman, conhecido como Gene Hackman (San Bernardino, 30 de janeiro de 1930 - – Santa Fé, circa 18 de fevereiro de 2025), foi um ator norte-americano, premiado com dois Óscares da Academia de Hollywood durante a sua carreira, de melhor ator principal e melhor ator coadjuvante/secundário.
Em 7 de julho de 2004, Hackman deu uma rara entrevista a Larry King, onde ele anunciou que não tinha futuros projetos filmados e acreditava que sua carreira de ator havia acabado. Em 2008, enquanto promovia seu terceiro romance, ele confirmou que havia se aposentado da atuação.
Biografia
Filho de um jornalista que abandonou a família quando Gene tinha 13 anos, ele teve que conviver com o alcoolismo da mãe, que morreu vítima de um incêndio que ela mesma provocou. Deixou a casa da mãe aos 16 anos para fazer parte do Corpo de Fuzileiros Navais e quando saiu de lá foi fazer jornalismo na Universidade de Illinois, mas abandonou a faculdade e foi fazer um curso técnico de rádio. Daí resolveu tentar a carreira de ator e se matriculou na Pasadena Playhouse na Califórnia.
Em 1964 estreou na Broadway na peça Any Wednesday e no mesmo ano fez o filme Lilith, ao lado de Warren Beatty. A primeira indicação para o Óscar veio em 1967, como ator coadjuvante em Bonnie e Clyde. Em 1970 foi candidato novamente ao prémio por Meu Pai, Um Estranho.
O Óscar chegou em 1971, pelo papel de Jimmy 'Popeye', polícia nova-iorquino que desbarata uma quadrilha de traficantes no premiado Operação França. Para ele, no entanto, A Conversação, filme de Francis Ford Coppola foi o seu melhor trabalho.
Na década de 90 Hackman teve alguns problemas cardíacos, mas nem com a saúde debilitada ele parou de trabalhar. E foi com o faroeste Os Imperdoáveis, dirigido por Clint Eastwood que ele ganhou mais um Óscar e um Globo de Ouro.
Ele casou duas vezes. Com a sua primeira esposa, uma caixa de banco, teve três filhos. Era casado com a pianista clássica Betsy Arakawa desde 1991.
Em 26 de fevereiro de 2025, ele e esposa foram encontrados mortos, em casa, no Novo México.
in Wikipédia
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quarta-feira, fevereiro 25, 2026
Renoir nasceu há cento e oitenta e cinco anos
Foi pai do ator Pierre Renoir (1885–1952), do cineasta Jean Renoir (1894–1979) e do ceramista Claude Renoir (1901–1969). Foi avô do cineasta Claude Renoir (1913–1993), filho de Pierre.
Juventude
Pierre-Auguste Renoir nasceu em Limoges, Haute-Vienne, França, em 1841. O seu pai, Léonard Renoir, era um alfaiate de meios modestos, então, em 1844, a família de Renoir mudou-se para Paris em busca de perspetivas mais favoráveis. A localização de sua casa, na rue d'Argenteuil, no centro de Paris, colocou Renoir próximo ao Louvre. Embora o jovem Renoir tivesse uma propensão natural para o desenho, ele exibia um talento maior para o canto. Seu talento foi incentivado por seu professor, Charles Gounod, que era o mestre do coro na Igreja de St. Roch na época. No entanto, devido às circunstâncias financeiras da família, Renoir teve que interromper suas aulas de música e deixar a escola aos treze anos para buscar um aprendizado em uma fábrica porcelana.
Embora Renoir mostrasse talento para seu trabalho, ele frequentemente se cansava do assunto e buscava refúgio nas galerias do Louvre. O dono da fábrica reconheceu o talento de seu aprendiz e o comunicou à família de Renoir. Depois disso, Renoir começou a ter aulas para se preparar para a entrada na Ecole des Beaux Arts. Quando a fábrica de porcelana adotou processos de reprodução mecânica em 1858, Renoir foi forçado a encontrar outros meios para sustentar seu aprendizado. Antes de se matricular na escola de arte, ele também pintou tapeçarias para missionários estrangeiros e decorações em leques.
Em 1862, ele começou a estudar arte com Charles Gleyre em Paris. Lá ele conheceu Alfred Sisley, Frédéric Bazille e Claude Monet. Às vezes, durante a década de 1860, ele não tinha dinheiro suficiente para comprar tinta. Renoir teve seu primeiro sucesso no Salão de 1868 com sua pintura Lise com um guarda-sol (1867), que retratava Lise Tréhot, sua amante na época. Embora Renoir tenha começado a expor pinturas no Salão de Paris em 1864, o reconhecimento demorou a chegar, em parte como resultado da turbulência da Guerra Franco-Prussiana.
Durante a Comuna de Paris em 1871, enquanto Renoir pintava nas margens do rio Sena, alguns comunas pensaram que ele era um espião e estavam prestes a jogá-lo no rio, quando um líder da Comuna, Raoul Rigault, reconheceu Renoir como o homem que o havia protegido em uma ocasião anterior. Em 1874, uma amizade de dez anos com Jules Le Cœur e sua família terminou, e Renoir perdeu não apenas o valioso apoio obtido pela associação, mas também uma generosa acolhida para ficar em sua propriedade perto de Fontainebleau e sua paisagem cénica. floresta. Essa perda de um local de pintura favorito resultou em uma mudança distinta de assuntos.
Idade adulta
Renoir foi inspirado pelo estilo e assunto dos pintores modernos anteriores Camille Pissarro e Édouard Manet. Após uma série de rejeições pelos júris do Salon, ele juntou forças com Monet, Sisley, Pissarro e vários outros artistas para montar a primeira exposição impressionista em abril de 1874, na qual Renoir exibiu seis pinturas. Embora a resposta crítica à exposição tenha sido amplamente desfavorável, o trabalho de Renoir foi relativamente bem recebido. Nesse mesmo ano, duas de suas obras foram exibidas com Durand-Ruel em Londres.
Esperando garantir a subsistência atraindo encomendas de retratos, Renoir exibiu principalmente retratos na segunda exposição impressionista em 1876. Ele contribuiu com uma gama mais diversificada de pinturas no ano seguinte, quando o grupo apresentou sua terceira exposição; eles incluíram Dance at Le Moulin de la Galette e The Swing. Renoir não expôs na quarta ou quinta exposições impressionistas e, em vez disso, voltou a apresentar suas obras ao Salão. No final da década de 1870, particularmente após o sucesso de sua pintura Mme Charpentier and her Children (1878) no Salon de 1879, Renoir era um pintor bem-sucedido e na moda.
Em 1881, viajou para a Argélia, país que associou com Eugène Delacroix, depois para Madrid, para ver o trabalho de Diego Velázquez. Depois disso, ele viajou para a Itália para ver as obras-primas de Ticiano em Florença e as pinturas de Rafael em Roma. Em 15 de janeiro de 1882, Renoir conheceu o compositor Richard Wagner na sua casa em Palermo, Sicília. Renoir pintou o retrato de Wagner em apenas trinta e cinco minutos. No mesmo ano, após contrair uma pneumonia que danificou permanentemente o seu sistema respiratório, Renoir convalesceu por seis semanas na Argélia.
Em 1883, Renoir passou o verão em Guernsey, uma das ilhas do Canal da Mancha com uma paisagem variada de praias, falésias e baías, onde criou quinze pinturas em pouco mais de um mês. A maioria deles apresenta Moulin Huet, uma baía em Saint Martin's, Guernsey. Estas pinturas foram objeto de um conjunto de selos postais comemorativos emitidos pelo Bailiado de Guernsey em 1983.
Enquanto vivia e trabalhava em Montmartre, Renoir empregou Suzanne Valadon como modelo, que posou para ele (The Large Bathers, 1884-87; Dance at Bougival, 1883) e muitos de seus colegas pintores; durante esse tempo, ela estudou suas técnicas e acabou se tornando uma das principais pintoras da época.
Em 1887, ano em que a rainha Vitória celebrou o seu Jubileu de Ouro, e a pedido do associado da rainha, Phillip Richbourg, Renoir doou várias pinturas ao catálogo "Pinturas Impressionistas Francesas" como prova da sua lealdade.
Em 1890, casou-se com Aline Victorine Charigot, uma costureira vinte anos mais nova que ele, que, junto com vários amigos do artista, já havia servido de modelo para Le Déjeuner des canotiers (Almoço do Boating Party; ela é a mulher da esquerda brincando com o cachorro) em 1881, e com quem já teve um filho, Pierre, em 1885. Depois de se casar, Renoir pintou muitas cenas de sua esposa e vida familiar diária, incluindo seus filhos e seus enfermeira, prima de Aline, Gabrielle Renard. Os Renoirs tiveram três filhos: Pierre Renoir (1885–1952), que se tornou ator de teatro e cinema; Jean Renoir (1894–1979), que se tornou um cineasta notável; e Claude Renoir (1901–1969), que se tornou um ceramista.
Anos posteriores
Por volta de 1892, Renoir desenvolveu artrite reumatoide. Em 1907, mudou-se para o clima mais quente de "Les Collettes", uma fazenda na vila de Cagnes-sur-Mer, Provence-Alpes-Côte d'Azur, perto da costa do Mediterrâneo. Renoir pintou durante os últimos vinte anos de sua vida, mesmo depois que sua artrite limitou severamente sua mobilidade. Desenvolveu deformidades progressivas nas mãos e anquilose do ombro direito, obrigando-o a alterar a sua técnica de pintura. Muitas vezes foi relatado que nos estágios avançados de sua artrite, ele pintava com um pincel amarrado aos dedos paralisados, mas isso é erróneo; Renoir permaneceu capaz de pegar um pincel, embora precisasse de um assistente para colocá-lo em sua mão. O enfaixamento de suas mãos com bandagens, aparente em fotografias tardias do artista, serviu para evitar irritações na pele.
Em 1919, Renoir visitou o Louvre para ver suas pinturas penduradas com as dos antigos mestres. Durante este período, criou esculturas em colaboração com um jovem artista, Richard Guino, que trabalhava o barro. Devido à sua mobilidade articular limitada, Renoir também usou uma tela móvel, ou rolo de imagem, para facilitar a pintura de grandes obras.
O retrato de Renoir da atriz austríaca Tilla Durieux (1914) contém manchas divertidas de cores vibrantes em seu xaile, que compensam a pose clássica da atriz e destacam a habilidade de Renoir apenas cinco anos antes de sua morte.
Renoir morreu em Cagnes-sur-Mer em 3 de dezembro de 1919.
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Cesário Verde nasceu há cento e setenta e um anos...
Eu hoje estou cruel, frenético, exigente;
Nem posso tolerar os livros mais bizarros.
Incrível! Já fumei três maços de cigarros
Consecutivamente.
Dói-me a cabeça. Abafo uns desesperos mudos:
Tanta depravação nos usos, nos costumes!
Amo, insensatamente, os ácidos, os gumes
E os ângulos agudos.
Sentei-me à secretária. Ali defronte mora
Uma infeliz, sem peito, os dois pulmões doentes;
Sofre de faltas de ar, morreram-lhe os parentes
E engoma para fora.
Pobre esqueleto branco entre as nevadas roupas!
Tão lívida! O doutor deixou-a. Mortifica.
Lidando sempre! E deve a conta na botica!
Mal ganha para sopas...
O obstáculo estimula, torna-nos perversos;
Agora sinto-me eu cheio de raivas frias,
Por causa dum jornal me rejeitar, há dias,
Um folhetim de versos.
Que mau humor! Rasguei uma epopeia morta
No fundo da gaveta. O que produz o estudo?
Mais duma redacção, das que elogiam tudo,
Me tem fechado a porta.
A crítica segundo o método de Taine
Ignoram-na. Juntei numa fogueira imensa
Muitíssimos papéis inéditos. A imprensa
Vale um desdém solene.
Com raras excepções merece-me o epigrama.
Deu meia-noite; e em paz pela calçada abaixo,
Soluça um sol-e-dó. Chuvisca. O populacho
Diverte-se na lama.
Eu nunca dediquei poemas às fortunas,
Mas sim, por deferência, a amigos ou a artistas.
Independente! Só por isso os jornalistas
Me negam as colunas.
Receiam que o assinante ingénuo os abandone,
Se forem publicar tais coisas, tais autores.
Arte? Não lhes convêm, visto que os seus leitores
Deliram por Zaccone.
Um prosador qualquer desfruta fama honrosa,
Obtém dinheiro, arranja a sua coterie;
E a mim, não há questão que mais me contrarie
Do que escrever em prosa.
A adulação repugna aos sentimentos finos;
Eu raramente falo aos nossos literatos,
E apuro-me em lançar originais e exactos,
Os meus alexandrinos...
E a tísica? Fechada, e com o ferro aceso!
Ignora que a asfixia a combustão das brasas,
Não foge do estendal que lhe humedece as casas,
E fina-se ao desprezo!
Mantém-se a chá e pão! Antes entrar na cova.
Esvai-se; e todavia, à tarde, fracamente,
Oiço-a cantarolar uma canção plangente
Duma opereta nova!
Perfeitamente. Vou findar sem azedume.
Quem sabe se depois, eu rico e noutros climas,
Conseguirei reler essas antigas rimas,
Impressas em volume?
Nas letras eu conheço um campo de manobras;
Emprega-se a réclame, a intriga, o anúncio, a blague,
E esta poesia pede um editor que pague
Todas as minhas obras
E estou melhor; passou-me a cólera. E a vizinha?
A pobre engomadeira ir-se-á deitar sem ceia?
Vejo-lhe luz no quarto. Inda trabalha. É feia...
Que mundo! Coitadinha!
Cesário Verde
Postado por Fernando Martins às 17:10 0 comentários
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Hoje é dia de recordar Caruso...
Postado por Pedro Luna às 15:30 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 13:50 0 comentários
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Saudades de Paco de Lucía (II)
Postado por Pedro Luna às 12:00 0 comentários
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George Harrison nasceu há oitenta e três anos...
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
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O geólogo Alexander du Toit morreu há 78 anos...
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
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Saudades de Mark Hollis...
Postado por Pedro Luna às 07:00 0 comentários
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O libertador José de San Martín nasceu há 248 anos
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Honoré Daumier nasceu há 218 anos
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Caruso nasceu há 153 anos...
Enrico Caruso (Nápoles, 25 de fevereiro de 1873 - Nápoles, 2 de agosto de 1921) foi um tenor italiano, considerado, inclusive por Luciano Pavarotti, o maior intérprete da música erudita de todos os tempos. Com vasto reportório, Caruso foi o primeiro cantor clássico a atrair grandes plateias em todo o mundo e ainda hoje figura entre os maiores intérpretes clássicos da história. A sua interpretação de Vesti la giubba, da ópera Pagliacci, foi a primeira gravação na história a vender 1 milhão de cópias.
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Saudades de Alfredo Marceneiro...
Postado por Pedro Luna às 01:35 0 comentários
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Saudades de Paco de Lucía...
Postado por Pedro Luna às 01:20 0 comentários
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Anthony Burgess nasceu há 109 anos
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Laranja Mecânica (A Clockwork Orange) é um filme norte-americano, de 1971, escrito, produzido e dirigido por Stanley Kubrick, adaptação do romance homónimo de Anthony Burgess, de 1962. Emprega imagens violentas e perturbadoras que estão relacionadas com a psiquiatria, delinquência juvenil, gangues de jovens e outros assuntos sociais, políticos e económicos em uma Grã-Bretanha futurista.
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Big Ali celebra hoje 48 anos
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Leonor de Áustria, rainha de Portugal e da França, morreu há 468 anos
Leonor quase foi casada, pelo irmão imperador, com Carlos III, o Duque de Bourbon e condestável de França, mas depois da vitória de Pavia, Carlos V decidiu que casaria com próprio rei Francisco I de Valois, viúvo de Cláudia de França, filha de Luís XII. Foi determinado por cláusula do Tratado de Madrid e de Cambrai. O contrato de Cambrai, ou Paz das Damas, estipulava o casamento de D. Leonor com Francisco I, que foi celebrado a 4 de julho de 1530 na abadia de Capsieux em Baiona. O casamento foi contratado em decorrência do ajuste de pazes entre Francisco I e Carlos V, quando o rei francês estava preso em Espanha , após a batalha de Pavia. A infanta viveu a partir de então numa corte voluptuosa, esforçando-se por esquecer na oração e nas obras pias as infidelidades do marido. A sua coroação realizou-se solenemente na Basílica de Saint-Denis, em 5 de março de 1531. Acabada a coroação, foram para Paris os cônjuges. Era um casamento unicamente político, para tentar sanar a inimizade tradicional entre os Valois e os Habsburgos.
Consta ter vivido desgostosa e quase em isolamento; Francisco I entregava-se às suas amantes, Leonor encerrava-se nos seus aposentos, dedicada às suas orações e à leitura da Bíblia. Finalmente, enviuvou em março de 1547 e sem posteridade alguma, pode retirar-se para Flandres, onde estava o seu irmão.
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Tennessee Williams morreu há 43 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
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LoveFoxxx, a vocalista das Cansei de Ser Sexy, celebra hoje quarenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
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O ditador Ferdinand Marcos fugiu das Filipinas há quarenta anos
Também é conhecida como Revolução Amarela devido à presença de fitas amarelas durante as manifestações após o assassínio do senador filipino Benigno Aquino. Foi amplamente vista como uma vitória do povo contra o regime autoritário repressivo de vinte anos do então presidente Ferdinand Marcos e fez manchetes como "a revolução que surpreendeu o mundo".
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O Massacre do Túmulo dos Patriarcas, em Hebrom, foi há 32 anos...
O ataque deflagrou vários tumultos e protestos em toda a Cisjordânia e mais 19 palestinianos foram mortos pelas Forças de Defesa de Israel nas 48 horas seguintes após o massacre.
O então primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, condenou o ataque, descrevendo Goldstein como um "assassino degenerado", "uma vergonha para o sionismo e um constrangimento para o judaísmo". Depois do massacre, Rabin impôs recolher obrigatório aos 120.000 residentes palestinianos da cidade, mas os 400 colonos judeus, em Hebron, continuaram livres para circular.
Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
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Armand-Louis Couperin nasceu há 299 anos...
Armand-Louis Couperin (Paris, 25 de fevereiro de 1727 - Paris, 2 de fevereiro 1789) foi um compositor e organista francês do final do barroco e início do período clássico. Ele era um membro da família dos músicos Couperin, dos quais o mais notório foi o seu tio-avô Louis e o seu primo François.
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
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Alfredo Marceneiro nasceu há 135 anos...
Vida
Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigo Duarte.
Era filho de uma família oriunda do Cadaval. Com a morte do pai teve que deixar os estudos. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos.
Desde pequeno, sentia grande atração para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções.
Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão.
Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro. Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com a qual teve três filhos.
Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a medalha de prata num concurso de fados.
Nos anos 30, Alfredo Marceneiro trabalhou nos estaleiros da CUF, onde fazia móveis para navios. Dividia o seu tempo entre as canções e o trabalho. A sua presença nas festas organizadas pelos operários era sempre motivo de alegria.
Em 3 de janeiro de 1948, foi consagrado o Rei do Fado no Café Luso.
Dos muitos temas que Alfredo Marceneiro cantou destaca-se A Casa da Mariquinhas, de autoria do jornalista e poeta Silva Tavares.
Faleceu no dia 26 de junho de 1982, com 91 anos, na mesma freguesia que o viu nascer.
No dia 30 de julho de 1984, foi condecorado, a título póstumo, com o grau de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo então Presidente da República Portuguesa, o General Ramalho Eanes.
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
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Paco de Lucía morreu há doze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
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Saudades de George Harrison...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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Mark Hollis, vocalista dos Talk Talk, morreu há sete anos...
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
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