Do rio que tudo arrasta
Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem
Bertolt Brecht
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Postado por Pedro Luna às 01:24 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
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David Kenneth Ritz Van Ronk (Brooklyn, New York City, June 30, 1936 – New York City,February 10, 2002) was an American folk singer. An important figure in the American folk music revival and New York City's Greenwich Village scene in the 1960s, he was nicknamed the "Mayor of MacDougal Street".
Van Ronk's work ranged from old English ballads to blues, gospel, rock, New Orleans jazz, and swing. He was also known for performing instrumental ragtime guitar music, especially his transcription of "St. Louis Tickle" and Scott Joplin's "Maple Leaf Rag". Van Ronk was a widely admired avuncular figure in "the Village", presiding over the coffeehouse folk culture and acting as a friend to many up-and-coming artists by inspiring, assisting, and promoting them. Folk performers he befriended include Bob Dylan, Tom Paxton, Patrick Sky, Phil Ochs, Ramblin' Jack Elliott, and Joni Mitchell. Dylan recorded Van Ronk's arrangement of the traditional song "House of the Rising Sun" on his first album, which the Animals turned into a chart-topping rock single in 1964, helping inaugurate the folk-rock movement.
Hang Me Oh Hang Me - Dave Van Rock
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
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Nunca te Amei Tanto
Nunca te amei tanto, ma soeur,
Como quando de ti parti naquele pôr-de-sol.
O bosque engoliu-me, o bosque azul, ma soeur,
Sobre que já pousavam as estrelas pálidas a oeste.
Não me ri nem um pouco, nada, ma soeur,
Eu que a brincar ia ao encontro dum destino escuro —
Enquanto os rostos já atrás de mim
Devagar empalideciam no anoitecer do bosque azul.
Tudo era belo naquele anoitecer único, ma soeur,
Nunca mais depois e nunca antes assim —
Verdade é: só me ficaram as grandes aves
Que ao anoitecer têm fome no céu escuro.
Bertold Brecht
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
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Em 1958, Temple retornou ao show business com uma série televisiva de adaptações de contos de fadas, a qual durou duas temporadas. No início dos anos 60, ela fez participações especiais em programas de televisão, e chegou a filmar o episódio piloto de uma sitcom, mas a mesma nunca foi lançada. Posteriormente, fez parte do conselho de grandes empresas e organizações, incluindo a The Walt Disney Company, a Del Monte Foods e a National Wildlife Federation.
Em 1969, ela começou a sua carreira diplomática, quando foi nomeada para representar os Estados Unidos em uma sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, onde trabalhou na missão norte-americana, sob comando do embaixador Charles W. Yost. Em 1988 publicou a sua autobiografia, Child Star.
Temple recebeu inúmeros prémios e honrarias, incluindo o Prémio Kennedy e o Prémio Screen Actors Guild Life Achievement, além de ter sido eleita a 18ª melhor atriz na lista das maiores lendas do cinema americano, feita pelo American Film Institute.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 11:30 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 07:09 0 comentários
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A atriz e Frank Sinatra casaram-se em 1966. Na época, Mia tinha 21 anos e Frank 50. Divorciaram-se dois anos depois, porque Farrow recusou participar num filme com Sinatra, para fazer o filme de terror Rosemary's Baby, o que a tornou conhecida. Em 2013, a atriz confessou que apesar do casamento com Sinatra ter durado apenas dois anos, o amor continuou. Revelou também que Ronan, fruto do seu relacionamento com Woody Allen, poderia não ser filho do realizador, mas sim do cantor.
Quando se separou de Frank Sinatra, foi viver em casa de Dory Prévin, a sua maior amiga, casada com o músico André Previn, do qual Mia engravidou, provocando o divórcio do casal e a institucionalização de Dory. Depois do divórcio, Mia Farrow casou com André Prévin.
Nunca foi casada com Woody Allen, apesar do namoro ter durado 12 anos, e ter atuado em vários de seus filmes. O ex-casal, que nunca viveu junto, teve uma das mais mediáticas separações, pois a atriz descobriu que Allen mantinha um relacionamento com a filha que havia adotado juntamente com o seu marido anterior, André Prévin, Soon-Yi Previn, com quem Allen posteriormente se casou.
Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
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(...)
In March 1994, Johnson's critically acclaimed autobiography A Bone in My Flute was published, in which he discusses his struggle with, and acceptance of, his homosexuality. The same year, he recorded a new single, "Legendary Children (All of Them Queer)", whose lyrics referred to famous LGBT people throughout history. During 1994, he performed live at London's Gay Pride show, where he performed "Relax", "Legendary Children" and "The Power of Love". The same month Johnson featured on and co-wrote the single "Love and Hate" by Ryuichi Sakamoto for his album Sweet Revenge.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 04:10 0 comentários
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A sua família era originária da Mongólia. O pai era o conde Fyodor Vasilyevich Rostopchin era comandante-geral e, em seguida, Ministro das Relações Exteriores da Rússia. Em 1812 era prefeito de Moscovo durante a invasão do exército francês sob o comando de Napoleão Bonaparte. Enquanto os historiadores discutem a autoria da ideia de atear fogo à cidade, ao seu pai é atribuída a ideia de deixar a cidade arrasada para evitar a sua conquista, apesar da oposição dos ricos proprietários. O incêndio e a "terra arrasada" - estratégias de defesa que minaram o exército invasor, forçaram Napoleão a uma retirada desastrosa.
Em 1814 a família Rostopchine foi forçada a partir para o exílio, primeiro dirigindo-se ao ducado de Varsóvia, depois para a Confederação Alemã e península italiana e, finalmente, em 1817, para a França, durante a Restauração dos Bourbon. Ali o seu pai estabeleceu um salão, e tanto a sua esposa como a filha se converteram ao Catolicismo Romano.
Foi no salão paterno que Sophie conheceu o Conde Eugène Ségur, com quem se casou a 14 de julho de 1819. Foi um matrimónio em grande parte infeliz: o seu marido estava muitas vezes longe de casa, era descuidado, além de pobre (até ter se tornado um dos Pares de França, em 1830), e as suas visitas ao castelo onde morava a esposa eram bastante inconstantes, em Nouettes (próximo a L'Aigle, no Orne). A despeito disso, renderam-lhe oito filhos - a ponto de o conde referir-se à esposa como "la mère Gigogne" (ou: "a mãe Matrioska"), numa referência às bonecas de madeira típicas da Rússia, onde uma figura esconde outra em seu interior, e assim sucessivamente. Um dos seu filhos foi o bispo Monsenhor de Ségur.
A Condessa de Ségur escreveu o seu primeiro conto com a idade de 58 anos.
Postado por Fernando Martins às 01:48 0 comentários
Marcadores: Condessa de Ségur, literatura, literatura juvenil
Após o fim da sua formação académica como engenheiro, Dostoiévski trabalhou integralmente como escritor, produzindo romances, novelas, contos, memórias, escritos jornalísticos e escritos críticos. Além disso, atuou como editor em revistas próprias, como preceptor e participou de atividades políticas. As suas obras mais importantes foram as literárias, onde abordou, entre outros temas, o significado do sofrimento e da culpa, o livre-arbítrio, o cristianismo, o racionalismo, o niilismo, a pobreza, a violência, o assassinato, o altruísmo, além de analisar transtornos mentais, muitas vezes ligados à humilhação, ao isolamento, ao sadismo, ao masoquismo e ao suicídio. Pela retratação filosófica e psicológica profunda e atemporal dessas questões, seus escritos são comummente chamados de romances filosóficos e romances psicológicos.
Dostoiévski logrou atingir certo sucesso já com seu primeiro romance, Gente Pobre, o qual foi imediatamente elogiado e protegido pelo mais importante crítico literário russo da primeira metade do século XIX, Vissarion Belinski. Já seu segundo romance, O Duplo - obra hoje muita famosa, tendo sido reinterpretada literária e cinematograficamente -, recebeu criticas muito negativas, inclusive do seu antigo protetor, críticas que acabaram por destruir o reconhecimento que Dostoiévski começava a adquirir como escritor. Apenas após o seu retorno da prisão na Sibéria - Dostoiévski foi preso por conspirar contra o Czar -, repetiria o escritor o seu sucesso inicial com a semi-biográfica obra Recordações da Casa dos Mortos, a qual trata dos anos que passou na prisão. Mais tarde a sua fama aumentaria drasticamente graças a obras como Crime e Castigo, O Idiota e Os Demónios. Foi entretanto já próximo da morte que Dostoiévski consolidou-se um dos maiores escritores de todos os tempos com sua obra-prima Os Irmãos Karamazov.
A influência de Dostoiévski é ímpar: ele influenciou diretamente a Literatura, a Filosofia, a Psicologia e a Teologia. Sob a sua influência direta foram produzidas várias obras literárias e cinematográficas. Foi também reconhecido como precursor dos seguintes movimentos: nietzscheanismo, psicanálise, expressionismo, surrealismo, teologia da crise e existencialismo. O reconhecimento popular também é imenso: é mundialmente conhecido, possui diversas estátuas, selos e moedas em sua homenagem e até hoje celebra-se em São Petersburgo o "Dia da Dostoiévski".
Postado por Fernando Martins às 01:41 0 comentários
Marcadores: Dostoiévski, literatura, Rússia
Postado por Fernando Martins às 01:37 0 comentários
Marcadores: Alban Berg, Áustria, dodecafonismo, música
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