segunda-feira, fevereiro 24, 2025

Marc-Antoine Charpentier morreu há 321 anos...


     
Marc-Antoine Charpentier, né à Paris en 1643 et mort à Paris le 24 février 1704, est un compositeur et chanteur baroque français.
     
 

Um ditador russo invadiu a Ucrânia, sem declarar guerra, há três anos...

(imagem daqui)

D. José I morreu há 248 anos...

    
D. José I de Portugal, de nome completo José Francisco António Inácio Norberto Agostinho de Bragança (Lisboa, 6 de junho de 1714 - Sintra, 24 de fevereiro de 1777), cognominado O Reformador devido às reformas que empreendeu durante o seu reinado, foi Rei de Portugal da dinastia de Bragança desde 1750 até à sua morte. Casou, em 1729, com Mariana Vitória de Bourbon, infanta de Espanha.
Sucedeu-lhe a filha, a futura Rainha D.ª Maria I de Portugal (Maria Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana de Bragança; Lisboa, 17 de dezembro de 1734 - Rio de Janeiro, 20 de março de 1816) que, antes de assumir o trono, foi Princesa do Brasil, Princesa da Beira e duquesa de Bragança. A continuidade dinástica da Casa de Bragança ficou assegurada com o seu casamento com o irmão do rei e tio da princesa, o futuro Rei D. Pedro III de Portugal. O casamento foi realizado no Palácio de Nossa Senhora da Ajuda, em Lisboa, a 6 de julho de 1760. Dado o casal já ter filhos quando Maria ascendeu ao trono, passou a ser o Rei D. Pedro III, sendo ainda o 19.º duque de Bragança, 16º duque de Guimarães e 14.º duque de Barcelos, 12.º marquês de Vila Viçosa, 20º conde de Barcelos, 16.º conde de Guimarães, de Ourém, de Faria, e de Neiva, 22.º conde de Arraiolos. Tiveram quatro filhos e três filhas.
El-Rei D. José I jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.
   
    

Chris Fehn, antigo percussionista dos Slipknot, faz hoje 52 anos

    
Christopher Michael "Chris" Fehn (Des Moines, Iowa, February 24, 1973), or known by his number #3, is an American musician. He was a percussionist and backing vocalist for the heavy metal band Slipknot from 1998 to 2019, in which he was designated #3. He was also the bassist for Will Haven from 2010 to 2012. 
 

  
 

D. João de Áustria, o vencedor da batalha de Lepanto, nasceu há 477 anos

    
D. João de Áustria (Ratisbona, 24 de fevereiro de 1547 - Bouge, 1 de outubro de 1578) foi um líder militar que esteve a serviço do seu meio-irmão, Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal). O seu maior feito foi a vitória na Batalha de Lepanto, em 1571, contra o Império Otomano. Era conhecido em castelhano como Juan de Áustria e em alemão como Johann von Österreich.

João era filho ilegítimo do imperador Carlos V. Foi governador e capitão-geral das forças espanholas na Flandres durante dois anos. Morto de peste ou tifo, o seu corpo foi levado para Espanha, e foi sepultado no Panteão de Infantes do Palácio do Escorial.
  
Brasão de D. João de Áustria
  

A fase final terrestre da I Guerra do Golfo começou há 34 anos

Tanques americanos M1A1 Abrams avançando durante a Operação Tempestade no Deserto, em fevereiro de 1991

 

Por meses, unidades americanas estavam sendo alocadas na Arábia Saudita e, logo no começo da operação, começaram a ser atacadas pela artilharia iraquiana, além de mísseis Scud esporádicos. Em 24 de fevereiro de 1991, a 1ª e 2ª divisões de fuzileiros americanos, acompanhados pelo 1º batalhão de blindados do exército, cruzaram a fronteira kuwaitiana e moveram-se em direção à capital do país. Eles encontraram trincheiras, arame farpado e campos minados, mas estas posições estavam pouco defendidas e foram superadas rapidamente em questão de horas. Houve confrontos com tanques iraquianos, contudo não houve uma grande batalha em larga escala e a resistência imposta por soldados de infantaria do Iraque foi pequena, bem abaixo do esperado. Pelo contrário, centenas de milhares de militares iraquianos preferiram se render antes de dispararem um único tiro. Mesmo assim, as defesas antiaéreas iraquianas conseguiram abater nove aeronaves americanas. Enquanto isso, uma segunda força de invasão (formada principalmente por soldados árabes) vieram do leste, também encontrando pouca resistência e sofrendo poucas baixas. 

 

Larry Norman morreu há dezassete anos...

  
Larry David Norman (Corpus Christi, 8 de abril de 1947 - Salem, 24 de fevereiro de 2008) músico, compositor e produtor norte-americano, começou a gravar em 1966, mas surgiu para a fama como homem de frente da banda de rock People!. O primeiro álbum da banda, "I Love You", lançado em 1968 teve a música de mesmo nome, escrita por Chris White, dos The Zombies, entre as 20 mais tocadas da Billboard. Norman, no entanto, com frequência é lembrado como o "Pai" do chamado rock cristão e por sua música caracterizada fortemente por uma inclinação em contextualizar o cristianismo dentro dos mais diversos assuntos da sociedade. 
   
 (...)  
   
 

Larry Norman partiu às 02.45 da manhã de domingo. No sábado à tarde anterior, 23 de fevereiro, sentindo que a sua partida estava próxima, ele ditou uma mensagem de despedida aos amigos e admiradores, e pediu ao seu amigo Allen Fleming que a digitasse no computador.


 

A infanta Maria Adelaide de Bragança morreu há treze anos...

 
Maria Adelaide de Bragança, de seu nome completo Maria Adelaide Manuela Amélia Micaela Rafaela de Bragança, (Saint-Jean-de-Luz, 31 de janeiro de 1912 - Caparica, Almada, 24 de fevereiro de 2012) foi uma infanta de Portugal, filha do pretendente miguelista ao trono Miguel Januário de Bragança e de Maria Teresa de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg.

Casou com Nicolaas Johannes Maria van Uden, no dia 13 de outubro de 1945, em Viena, Áustria. Do casamento, nasceram seis filhos.

Viveu em Viena, Áustria, trabalhando como enfermeira e assistente social. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando havia bombardeamentos, deslocava-se durante a noite para os locais atingidos, para prestar ajuda às vítimas. Integrou um movimento de Resistência alemã, tendo sido condenada à morte pela Gestapo. O então presidente do Conselho de Ministros, António de Oliveira Salazar, interveio junto dos alemães, afirmando que Maria Adelaide era cidadã nacional. Esta intervenção da diplomacia portuguesa resultou na sua libertação e deportação imediata, tendo-se estabelecido na Suíça, onde vivia o seu irmão, Duarte Nuno de Bragança. Após a guerra, a família finalmente voltou para a Áustria e casou-se com Nicolaas Johannes Maria van Uden, estudante de medicina holandês, que conhecera quando ambos socorriam as vítimas dos bombardeamentos em Viena.

Em 1949, Maria Adelaide voltou para Portugal. Enquanto isso, o marido formou-se em medicina na Universidade de Viena, especializando-se em doenças de pele. Todavia, quando Nicolaas van Uden chegou a Portugal, não lhe foi dada equivalência, pelo que não pôde exercer a profissão. Vai então trabalhar num pequeno laboratório de pesquisa na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, até que chega a oportunidade para trabalhar, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian. Assim nasceu o Instituto Gulbenkian de Ciência, que promove a investigação científica em diversas áreas desde os anos 50.

Originalmente, a família Van Uden instalou-se na Quinta do Carmo, em Almada. Maria Adelaide começou a trabalhar como assistente social em algumas iniciativas locais, dado que a Trafaria e o Monte da Caparica eram locais muito pobres.

Em 31 de janeiro de 2012, data do centenário do seu nascimento, foi agraciada, pelo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, com o grau de grande-oficial da Ordem do Mérito. Morreu na Quinta do Carmo, na Caparica, concelho de Almada, a 24 de fevereiro de 2012

   

 
Nota: A infanta rebelde era tia-avó do atual Duque de Bragança e foi a última neta viva de um Rei de Portugal. Lenda viva da resistência contra os nazis e da vontade de ajudar, é  ainda de salientar que os seus padrinhos de batismo, no âmbito da reconciliação dos dois ramos da Casa de Bragança, foi o Rei D. Manuel II e a sua mãe, a Rainha D.ª Amélia de Orleães e Bragança. É assim um símbolo de reconciliação nacional, tal como o seu sobrinho-neto, D. Duarte Pio de Bragança, o chefe da Casa Real Portuguesa, que é trineto do Rei D. Miguel I, por parte do pai, e tetaraneto do Rei D. Pedro IV, por parte da mãe (e, curiosamente, também afilhado de batismo da Rainha D.ª Amélia...).

David Mourão-Ferreira nasceu há 98 anos...

(imagem daqui)
    
David de Jesus Mourão-Ferreira (Lisboa, 24 de fevereiro de 1927 - Lisboa, 16 de junho de 1996) foi um escritor e poeta lisboeta.
    
Biografia
Licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1951, onde mais tarde, em 1957, foi professor, tendo-se destacado como um dos grandes poetas contemporâneos do século XX.
Na sua obra, são famosos alguns dos poemas que compôs para a voz de Amália Rodrigues, como Sombra, Maria Lisboa, Nome de Rua, Fado Peniche e sobretudo Barco Negro, entre outros.
Mourão-Ferreira trabalhou para vários jornais, dos quais se destacam a Seara Nova e o Diário Popular, para além de ter sido um dos fundadores da revista Távola Redonda. Entre 1963 e 1973 foi secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Autores. No pós-25 de Abril, foi diretor do jornal A Capital e diretor-adjunto do O Dia.
No governo, desempenhou o cargo de Secretário de Estado da Cultura (de 1976 a janeiro de 1978, e em 1979). Foi por ele assinado, em 1977, o despacho que criou a Companhia Nacional de Bailado.
Foi autor de alguns programas de televisão de que se destacam "Imagens da Poesia Europeia", para a RTP.
A 13 de julho de 1981 é condecorado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. Em 1996 recebe o Prémio de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores e, no mesmo ano, a 3 de junho, é elevado a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Do primeiro casamento, com Maria Eulália, sobrinha de Valentim de Carvalho, teve dois filhos, David João e Adelaide Constança, que lhe deram 11 netos e netas.
    
     
 
Elegia do Ciúme 

A tua morte, que me importa,
se o meu desejo não morreu?
Sonho contigo, virgem morta,
e assim consigo (mas que importa?)
possuir em sonho quem morreu.

Sonho contigo em sobressalto,
não vás fugir-me, como outrora.
E em cada encontro a que não falto
inda me turbo e sobressalto
à tua mínima demora.

Onde estiveste? Onde? Com quem?
— Acordo, lívido, em furor.
Súbito, sei: com mais ninguém,
ó meu amor!, com mais ninguém
repartirás o teu amor.

E se adormeço novamente
vou, tão feliz!, sem azedume
— agradecer-te, suavemente,
a tua morte que consente
tranquilidade ao meu ciúme.
  

 

in Tempestade de Verão (1954) - David Mourão-Ferreira

Saudades de Pablo Milanés...

domingo, fevereiro 23, 2025

Descoberta paleontológica interessante no concelho da Marinha Grande...!

Fóssil Marinha Grande

 

Fóssil de dinossauro com mais de 190 milhões de anos descoberto na Marinha Grande

Fóssil de um esqueleto de dinossauro, um dos mais antigos de Portugal, foi extraído dos calcários margosos do Jurássico Inferior, da praia de Água de Madeiros, na passada semana


O fóssil de um esqueleto de um dinossauro que terá mais de 190 milhões de anos foi retirado há uma semana da praia de Água de Madeiros, revelou hoje a Câmara Municipal da Marinha Grande.

“O fóssil de um esqueleto de dinossauro, um dos mais antigos de Portugal, foi extraído dos calcários margosos do Jurássico Inferior, da praia de Água de Madeiros, na passada semana, tendo sido acolhido no laboratório especializado do Museu da Lourinhã, onde decorrem os trabalhos da sua preparação e conservação”, indica o município, em comunicado.

Na nota, a autarquia, liderada por Aurélio Ferreira, adianta que a escavação do esqueleto fossilizado foi realizada pela equipa de paleontólogos do Museu da Lourinhã e pelos serviços do Município da Marinha Grande, de acordo com as orientações da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A tarefa, refere, “foi muito desafiante por ser condicionada pelas marés, estado do mar e acesso difícil a máquinas com capacidade para transportar o bloco de rocha com ossos fossilizados com cerca de 1.200 quilogramas e que os técnicos estimam ter mais de 190 milhões de anos”.

 

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O município da Marinha Grande, no distrito de Leiria, recolheu e transportou o achado fóssil com o apoio da Câmara e do Museu da Lourinhã, que acolheu o fóssil para conservação.

“A descoberta será, posteriormente, estudada por uma equipa internacional de cientistas liderada pelo Museu da Lourinhã e os resultados da investigação serão divulgados na Marinha Grande”, lê-se na nota.

Ainda de acordo com o município, os ossos de dinossauro foram descobertos em 2024, pela equipa do Museu da Lourinhã, e encontravam-se numa zona da praia sob influência diária das ondas, “fortemente afetada pelas tempestades de inverno, tendo obrigado a uma escavação de emergência”.

A descoberta resulta de diversos trabalhos de prospeção nesta área que estão a ser desenvolvidos desde 2021, através de uma parceria entre o município da Marinha Grande e o museu da Lourinhã, para investigação e salvaguarda do património paleontológico do concelho.

   

Fóssil Marinha Grande 2

  

Bezerra da Silva nasceu há 98 anos...

     
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 - Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor, guitarrista, percussionista e intérprete brasileiro dos géneros musical coco e samba, em especial de partido-alto.
     
 

Fernanda Seno nasceu há oitenta e três anos...

(imagem daqui)
   
Fernanda Seno Cardeira Alves Valente (Canha, 23 de fevereiro de 1942 - Lisboa, 19 de maio de 1996) foi uma poetisa, escritora, jornalista e professora portuguesa.
Fernanda Seno concluiu o ensino secundário em Évora e licenciou-se em Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Abraçou a carreira do ensino, com passagens em escolas de Almada, Reguengos de Monsaraz e Évora.
Como jornalista, Fernanda Seno foi colaboradora da imprensa regional e local, contribuindo para os jornais "Mouranense", "Palavra", e "A Defesa". Foi chefe de redação no "Jornal de S. Brás" e redatora principal do Boletim "Igreja Eborense". Colaborou ainda - entre outros - na revista "Ao Largo" (Lisboa).
Em 1998 a Câmara Municipal de Évora homenageou-a, atribuindo o nome da poetisa a uma rua do Bairro da Horta das Figueiras - a Rua Fernanda Seno.
   
  
  
Coroam-nos de rosas e de glórias
  
As rosas cedo secam.
E as glórias
são todas transitórias como nós.
Os louros que colhemos pelos caminhos
e essas alegrias que há nos dias,
são por causa da luz misteriosa
que faz vibrar de canto a nossa voz.
As glórias e os louvores não são para nós. 
  
Somos apenas frágeis emissários
da melodia esparsa no universo
que não cabe no mais excelso verso.
Somos só os lugares de acontecer.
De tentar exprimir o Amor total.
Somos sinos.
Reflexos de vitral.
Passam por nós os sons de sinfonias,
cantares de água ou de lumes crepitantes,
centelhas de poentes,
harmonias de ciareiras distantes.
Aves intemporais pelos espaços
bebendo a luz dos astros e a cor
queremos erguer as asas
e é de rastos, que tanta vez compomos o louvor. 

  
É sempre aquém do Sonho a nossa voz.
Tudo o que é Belo, Alto e Transcendente
está para além de nós.
Somos o chão onde se pousam estrelas.
E o brilho não é nosso. O brilho é delas.
Somos o espelho a reflectir os céus,
mas por detrás do espelho é que está Deus.
As glórias e os louvores não são para nós,
mas para quem deu acordes de infinito
à nossa breve voz!

   
   
Fernanda Seno

Wilson Simonal nasceu há 87 anos...


Wilson Simonal de Castro
(Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938 - São Paulo, 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 60 e 70, chegando a comandar um programa na TV Tupi, Spotlight, e dois programas na TV Record, Show em Si... Monal e Vamos S'imbora, e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa anglo-holandesa Shell.
Cantor detentor de esmerada técnica e qualidade vocal, Simonal viu a sua carreira entrar em declínio após o episódio no qual teve seu nome associado ao DOPS, envolvendo a tortura de seu contador Raphael Viviani. O cantor acabaria sendo processado e condenado, por extorsão mediante sequestro, sendo que, no curso deste processo, redigiu um documento dizendo-se delator, o que acabou levando-o ao ostracismo e a condição de pária da música popular brasileira.
Os seus principais sucessos são "Balanço Zona Sul", "Lobo Bobo", "Mamãe Passou Açúcar em Mim", "Nem vem que não tem", "Tributo a Martin Luther King", "Sá Marina" (que chegou a ser regravada por Sérgio Mendes e Stevie Wonder, como "Pretty World"), "País Tropical", de Jorge Ben, que seria seu maior êxito comercial, e "A Vida É Só pra Cantar". Simonal teve uma filha, Patrícia, e dois filhos, também músicos, Wilson Simoninha e Max de Castro.
Em 2012, Wilson Simonal foi eleito o quarto melhor cantor brasileiro de todos os tempos pela revista Rolling Stone Brasil.
  
 

Rusty Young, guitarrista e vocalista dos Poco, nasceu há 79 anos...

 

Rusty Young, nome artístico de Norman Russel Young (Long Beach, Califórnia, 23 de fevereiro de 1946 – Davisville, 14 de abril de 2021) foi um guitarrista, vocalista e compositor americano, conhecido como líder da banda de country rock Poco.

Criado no Colorado, Rusty começou tocando steel guitar aos 6 anos de idade, continuando a praticar e estudar as técnicas do instrumento durante seus anos escolares. No final da década de 1960, tornou-se agenciador de turnês do Buffalo Springfield, onde teve chance de mostrar seus conhecimentos na steel guitar, gravando com eles a canção "Kind Woman". Com o fim da banda, formou os Poco em 1968.

Young morreu em 14 de abril de 2021, em Davisville, aos 75 anos de idade, de ataque cardíaco.

  

 

Steve Priest, o baixo dos Sweet, nasceu há 77 anos...

  
Stephen Norman Priest (Hayes, Middlesex, Inglaterra, 23 de fevereiro de 1948 - 4 de junho de 2020) foi um músico britânico, membro fundador, baixista e backing vocal da banda Sweet. Morreu no dia 4 de junho de 2020, aos 72 anos.
  
 

David Sylvian, o vocalista dos Japan, celebra hoje 67 anos

    
David Sylvian, nome artístico de David Alan Batt (Beckenham, Kent, 23 de fevereiro de 1958), é um cantor e músico inglês que adquiriu proeminência no final dos anos 70 como vocalista e principal compositor do grupo de new romantic Japan. O crítico Jason Ankeny, no Allmusic, descreve a sua carreira: "uma carreira esotérica e de longo alcance que abrangeu não só discos a solo como também uma série fascinante de colaborações, incluindo fascinantes incursões no cinema, fotografia e arte moderna". De entre os músicos que tocaram ou gravaram com Sylvian, estiveram desde músicos de jazz e de vanguarda, como Mark Isham, John Taylor, Kenny Wheeler, David Torn e Derek Bailey, até músicos de rock progressivo e krautrock, como Robert Fripp, Bill Nelson e Rolger Czukay. Também se destaca na maioria dos seus discos a presença de seu irmão, Steve Jansen, na bateria, outro antigo membro dos Japan, e do teclista nipónico Ryuichi Sakamoto.
   
 

Música adequada à data...!

Saudades do Zeca...

Joshua Reynolds morreu há 233 anos

Auto-retrato, 1776

Joshua Reynolds (Plymouth, 16 de julho de 1723 – Londres23 de fevereiro de 1792) foi um pintor inglês retratista. Reynolds foi um dos principais retratistas do século XVIII. A sua técnica e habilidade influenciaram as gerações futuras de pintores retratistas. A suas pinturas invocavam os valores morais clássicos e o seu estilo retratava muito as cores em fortes pinceladas e costumava pintar retratos de mulheres e crianças. Deixou a sua marca em pinturas ricas que exibiam o luxo. Foi o primeiro presidente da Academia Real Inglesa, preocupando-se em divulgar a arte através dos seus trabalhos e textos aos estudantes e membros da academia britânica.

Morreu em 1792, em Londres, e foi sepultado na Catedral de São Paulo.
   
The Age of Innocence - circa  1788