Sócrates.
in 31 da Armada - post de Carlos Nunes Lopes
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Hobbit da Indonésia, o primeiro colonizador?
Estudos recentes apontam o 'Homo florensiensis', espécie descoberta em 2003 na Indonésia, como o primeiro a deixar África para colonizar outros pontos do globoPostado por Fernando Martins às 15:20 0 comentários
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O fóssil mais antigo de uma tartaruga marinha de África é de Angola
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Depois do sucesso da 1ª e 2ª edições, com muito som, plantas, vida, brinquedos, património, electricidade, geometria, arqueologia, robôs, evolução e algumas mentiras, apresentamos a programação para o 1º trimestre de 2010.
As sessões decorrem das 11.00 às 12.00 horas e são orientadas por cientistas de diversas áreas do conhecimento.
Veja aqui alguns filmes no YouTube: Filme 1 | Filme 2 | Filme 3
PRÓXIMA SESSÃO: 21 DE FEVEREIRO
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Mais especificamente, ser professor de Matemática do ensino básico (8º e 9º anos) é essencialmente:
1. Deparar com alunos com imensas dificuldades e com uma enorme falta de bases matemáticas. Só para se ter uma noção, poucos são aqueles que sabem calcular a área de um rectângulo, quanto é “quatro ao cubo”, somar duas fracções, dizer inequivocamente quanto é 5 – 12, resolver um problema simples que envolva apenas uma subtracção ou a tabuada (o resultado das pedagogias científicas que dizem que nada pode ser decorado e que tudo tem de ser aprendido de forma lúdica é perguntar quanto é 8×4 e dificilmente obter a resposta certa). No entanto, fruto das medidas educativas que evitam os chumbos a todo o custo e de um facilitismo avaliativo de muitos professores que autenticamente oferecem notas para não se chatear, estes alunos vão passando de ano, mesmo que dotados de uma ignorância profunda (só mais tarde, estes alunos irão perceber que são eles as principais vítimas deste sistema educativo facilitista e perverso). Isto está de tal forma que há exemplos na minha escola de alunos que chegam ao 5º ano sem praticamente saberem ler nem escrever (!!!).
2. Gerir uma multiplicidade de conflitos no seio da turma, com uma quantidade grande de alunos desmotivados, desinteressados e que não percepcionam na escola uma verdadeira utilidade prática.
3. Sempre que necessário, agir disciplinarmente, sabendo (professores e alunos) que a consequência prática e correctiva destas medidas é praticamente nula. Isto porque por mais faltas disciplinares que um aluno tenha, pouco mais pode acontecer do que efectuar trabalho comunitário durante uns dias (se os pais deixarem, senão o menino fica apenas suspenso, ou seja, férias antecipadas) dado que medidas como a expulsão estão completamente fora dos regulamentos (talvez aí os alunos pensassem duas vezes antes de pisarem o risco, mas não pode ser porque, como diria Eduardo Sá de forma mais eloquente, seria uma experiência verdadeiramente humilhante e traumática, que desrespeitaria o direito fundamental da criança). Tenho o maior respeito e consideração por alunos com casos familiares conturbados e provenientes de um meio social muito complicado (só uma pessoa fria e cruel não teria). Mas, mesmos alunos nessas condições, têm de perceber, a bem ou a mal, que a escola é uma oportunidade que não pode ser desaproveitada, que há regras a cumprir e que há (deveria haver) medidas verdadeiramente severas para quem prevarica. Sob pena de, como acontece, o conceito de “escola inclusiva” ser uma farsa. Que raio de “escola inclusiva” é esta que premeia e dá múltiplas oportunidades aos alunos mais indisciplinados, enquanto aqueles que cumprem, se esforçam e se empenham são dia após dia prejudicados pelo comportamento perturbador e recorrente dos primeiros? É o que dá quando certas leis são elaboradas por gente que não faz a mínima ideia do que é a realidade escolar no seu quotidiano, muito menos do que é o fenómeno da turma e das múltiplas variáveis que lhe estão associadas.
4. Preparar provas de recuperação para um aluno que falte permanentemente, sabendo que, mesmo que ele reprove uma ou duas vezes, a possibilidade de, nestas circunstâncias, chumbar por faltas está sujeita a um longo processo burocrático (que mesmo assim pode não conduzir a nada, pois há sempre pressões fortes para que este não se concretize, nomeadamente algumas usando “falhas” na lei). Ou seja, foi a forma genial encontrada pelo Ministério de ninguém chumbar por faltas, mesmo dando a ideia de que isso supostamente acontece, encarregando os professores de todo o procedimento legal em redor deste embuste.
5. Preparar e pôr em prática criteriosamente planos de acompanhamento e de recuperação, respectivamente para alunos repetentes e/ou em risco de chumbar pelo número elevado de negativas. Há casos onde se percebe essa necessidade, por serem casos com reais dificuldades, que precisam e merecem um acompanhamento mais directo, mas, em muitas situações, este insucesso deve-se muito a falta de estudo, de atenção nas aulas e de esforço (sim, porque aprender exige esforço e sacrifício – essa ideia de que tudo tem de ser aprendido de forma divertida e natural é mais uma das grandes falácias da “escola moderna”) e, nesses casos, estes planos de acompanhamento são mais um exemplo que demonstra a importância excessiva que se dá a quem não dá valor à escola e ao conhecimento, enquanto se despreza os bons alunos que, à custa de mérito próprio, vão tendo verdadeiro sucesso educativo (mas que ficam com a sua evolução limitada pelas prioridades da escola actual – Ken Robinson tem toda a razão: a escola anda mesmo a matar a criatividade e o desenvolvimento de muito boa gente)
6. Tentar encontrar mecanismos diferenciados de avaliar e/ou abordar os conteúdos programáticos a alunos com Necessidades Educativas Especiais ou em Currículos Alternativos.
7. Dar aulas de Área Projecto (a importância desta e de outras Actividades Curriculares Não Disciplinares daria uma análise interessante, mas demasiado longa para se enquadrar neste texto).
8. Participar em múltiplas reuniões, muitas vezes inócuas, mas obrigatórias perante a lei, onde se analisam mil e um aspectos de natureza burocrática referidos anteriormente.
É tudo isto (escapei a aulas de substituição, mas, ainda assim, devo-me ter esquecido de outras coisas) e não sou director de turma. Porque se fosse, teria ainda de, para além de ter uma proximidade maior com a turma e contactar e receber os pais (uma missão interessante, pois permite-nos ter um conhecimento maior do percurso individual dos alunos e o seu enquadramento familiar e socio-cultural, ajudando a perceber certas coisas e a tentar ser útil na orientação do seu futuro), coordenar administrativamente todo o procedimento atrás descrito, no que se refere à assiduidade, ao comportamento, à disciplina e ao aproveitamento, para além de orientar outros aspectos diversos (o dossier respectivo, o Projecto Curricular, as reuniões de conselho de turma, etc). Para todo esse trabalho de direcção de turma, o professor tem no seu horário, para desempenhar esta função, a módica quantia de… 90 minutos semanais (!!!).
Ah!!! Já me esquecia. Quando tenho tempo, quando as minhas missões de educador de infância, psicólogo ou funcionário administrativo me permitem, também consigo, em cerca de 10% do meu trabalho, preparar minimamente as aulas e ensinar matemática do 8º e do 9º anos (para além, naturalmente, de me preocupar com os instrumentos de avaliação). Mas tenho que dizer isto baixinho para que os peritos do eduquês não me ouçam. É que palavras como “ensinar”, “explicar” ou “expor” são para eles termos quase criminosos. Porque, qualquer dia, na forma como as coisas têm evoluído, escola e conhecimento serão conceitos que só tenuemente se interceptam. Porque a escola deixará definitivamente de ser um local onde se aprende e onde se ensina, para ser apenas um espaço de motivação e de vivência. Com estes pressupostos e com o anunciado e vergonhoso aumento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano, não é preciso ser grande visionário para que se preveja que, cada vez mais, cheguem às universidades verdadeiros analfabetos. Mesmo que não no sentido literal, pelo menos do ponto de vista cultural, formativo, comportamental ou cognitivo.
Assim sendo, atendendo aos factores que referi anteriormente e ao ordenado relativamente reduzido que se recebe (têm razão os críticos quando dizem que os professores têm um ordenado chorudo: 950€ limpos numa primeira fase é, de facto, uma verdadeira fortuna), parece-me que só pode ser professor do ensino básico quem tem uma vocação absolutamente única para a multiplicidade de tarefas em redor da profissão, capaz de contornar e de superar com facilidade todos estes obstáculos profundos, quem não tem habilitações ou capacidade de desempenhar outra função na sociedade ou quem é estúpido. Como, apesar de ter gosto em ensinar, não tenho essa capacidade de ignorar e me conformar alegremente com toda esta situação e, felizmente, tenho habilitações e capacidade para desempenhar outras tarefas profissionais, não me parece que faça muito sentido continuar a ser professor do ensino básico. A não ser que seja estúpido…
PS - Escrevo este texto numa altura em que acabo de corrigir 74 testes, tendo havido 8 positivas. Tenho perfeita noção que, à luz do sistema e independentemente da falta de bases e métodos de estudo dos alunos e da sua falta de atenção, esforço e empenho, a responsabilidade destes resultados é minha e só minha, por não os ter motivado convenientemente. Mas, claro, é fácil obter a redenção. Basta que assuma o meu pecado e premeie o fraco desempenho com óptimas notas, contribuindo para o “sucesso” educativo português. Nesse instante, tudo me será perdoado e passarei de imediato a ser… um “bom professor”.
in A Mesa do Café - post de João Torgal
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Postado por Fernando Martins às 14:44 0 comentários
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Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
- Lá sou amigo do rei -
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Postado por Fernando Martins às 21:44 0 comentários
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Às vezes o Amor - Sérgio Godinho
Postado por Fernando Martins às 02:14 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:10 0 comentários
Marcadores: Cupido, Dia dos Namorados, Fausto, música, Namoro, Trovante
Postado por Fernando Martins às 23:00 0 comentários
Marcadores: 2001–2005, Coldplay, Ladder To The Sun, música, Sol
«fcancio estou banza: será q vi um deputado do pcp a dizer sobre a providência cautelar q é "inquietante"?», disse a jornalista. Já o blogue blasfémias comentou questão privada/pública do tema.
«Blasfémias: Alguém me consegue explicar o que é privado numa conversa em que detentores de cargos em empresas estatais ou onde o Estado detém uma golden share resolvem explicar com pensam aplicar o nosso dinheiro- A não ser o receio de que se estrague o negócio - e esse problema já não se coloca - se um senhor da PT fala com um senhor da REN sobre investimentos nos media não com o dinheiro deles mas sim com o nosso, o que é privado nesse colóquio? Expurgue-se a coisa de tudo o que for privado - cumprimentos, o adeus, o até já - porque o resto é mesmo público.»
Deixando do lado o registo sério do tema, pelo menos no twitter, a maioria dos post aproveitaram o momento para deixar algumas piadas sobre o acontecimento que está a dominar a actualidade política e social, uma vez que cada vez mais o caso Face Oculta transcende estas esferas. O conhecido blogue do 31 armada não resista à «graçola de oportunidade: Sol e o brilhantismo táctico do PS - Vai ser a primeira vez que um jornal bate recordes de vendas sem notícias lá dentro.
Numa segunda graçola o blogue escreve: Consta que o Instituto Sá Carneiro estará disponível para publicar um PDF do Sol, numa alusão à crónica de Mário Crespo que, depois de ter visto a sua publicação negada no Jornal de Notícias, «apareceu» publicada no referido instituto.
Já Pedro Sales, assessor de imprensa do Bloco de Esquerda optou pela ironia. «A edição de amanhã do SOL vai fazer mais pelo combate à iliteracia do q qualquer plano nacional de leitura. O Governo devia estar agradecido.»
Entre os jornalistas, Henrique Monteiro, director do jornal Expresso, declarou «A providência cautelar é um escândalo, é abrir a porta à censura prévia». A afirmação foi subscrita por vários outros jornalistas, nomeadamente Luciano Alvarez, editor de política do jornal Público.
Ainda entre os jornalistas, coube a Carlos Lima, jornalista do Diário de Notícias, outro tipo de registo Hoje ficou provado que o senhor Rui Pedro Soares tem jeito para o Marketing. Num dia fez mais pelo SOL do que 500 campanhas publicitárias.
Houve ainda muitos outros twets, nomeadamente, de vários cidadãos. Ficam aqui alguns dos escolhidos.
boloposte As escutas sofrem do complexo de Ícaro: chegaram demasiado perto do Sol e caíram. (Desculpem se já alguém se tinha lembrado desta.)
Postado por Pedro Luna às 16:36 0 comentários
Marcadores: censura, Humor, providência cautelar, Sol
Postado por Fernando Martins às 16:00 0 comentários
Marcadores: Colbie Caillat, George Harrison, Here Comes The Sun, música, Nina Simone, Sol, The Beatles
Postado por Fernando Martins às 15:32 0 comentários
Marcadores: Figo, José Sócrates, pequeno almoço, Portugal Telecom, Rui Pedro Soares
Boys will be... bóis
Eu não sei quem é esse tal Rui Pedro Soares, o boy sem cv que aos 32 anos foi alçado a administrador-executivo da PT pelo Estado, a ganhar escandalosamente mais num ano do que o meu marido ganhou em toda a vida, ao longo de 40 anos como servidor do Estado nos mais altos escalões.
Socialista encartado, dizem. Será, nunca dei por ele, que eu saiba nunca sequer me cruzei com ele.
Fraquinho no descernimento é, de certeza. Porque se não quis encalacrar os socialistas, foi exactamente isso que logrou ao accionar uma providência cautelar para impedir a saída do jornal SOL com mais escutas das suas ruminações telefónicas, justamente numa semana em que os socialistas procuraram desmentir quem clamava contra a falta de liberdade da imprensa.
E se investiu para abafar o jornal, a criatura também não percebeu que, ao contrário, projectava ainda mais longe a radiação solar.
Com bóis destes, para que servem ao PS os boys?in Blog Causa Nossa
Postado por Fernando Martins às 11:36 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 10:34 0 comentários
Marcadores: cefalópodes, jobs for the boys, José Sócrates, polvo, Rui Pedro Soares, Sol
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: Edvard Munch, pintura, Sol
Postado por Fernando Martins às 00:10 0 comentários
Marcadores: anos 70, anos 90, Don't let the Sun go down on me, Elton John, música, Sol
Postado por Fernando Martins às 23:59 0 comentários
Marcadores: anos 80, I Won´t Let The Sun Go Down On Me, música, Nik Kershaw, Sol
Postado por Fernando Martins às 18:58 0 comentários
Marcadores: cefalópodes, censura, José Sócrates, Liberdade, mexilhão, polvo, Sol
Postado por Pedro Luna às 23:57 0 comentários
Marcadores: África do Sul, Liberdade, Nelson Mandela
O manifesto Todos pela Liberdade está a atingir os 9000 signatários.Henrique Neto, Rui Ramos, Maria Filomena Mónica, Francisco Sarsfield Cabral, Maria João Avillez, José Luís Saldanha Sanches, Eduardo Cintra Torres e Francisco José Viegas são alguns dos subscritores.
Assine também a Petição e marque presença na concentração em frente à Assembleia da República, hoje, às 13.30 horas.in 31 da Armada
Postado por Fernando Martins às 12:26 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 12:23 0 comentários
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