segunda-feira, agosto 31, 2026
Com um Brilhozinho nos Olhos...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: cantautor, Com um brilhozinho nos olhos, folk, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
Porque hoje é o primeiro dia de Sérgio Godinho, dizem os seus amigos...
Postado por Fernando Martins às 19:45 0 comentários
Marcadores: Homenagem Sérgio Godinho, música, O Primeiro Dia, Rádio Comercial, Sérgio Godinho
Porque hoje é o primeiro dia de Sérgio Godinho...
Postado por Pedro Luna às 19:45 0 comentários
Marcadores: cantautor, folk, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, O Primeiro Dia, Portugal, Sérgio Godinho
Sérgio Godinho - oitenta e um anos
Sérgio de Barros Godinho, mais conhecido como Sérgio Godinho (Porto, 31 de agosto de 1945), é um poeta, compositor e intérprete português.
Em 2013, gravou o disco Caríssimas Canções que resultou de uma série de crónicas para o jornal Expresso e que também foi editado em livro. 2014 foi o ano de "Liberdade ao Vivo" e do livro de contos "Vidadupla" (Quetzal, 2014).
Juntou-se a Jorge Palma para uma digressão em conjunto que também deu origem a um disco.
"Coração Mais que Perfeito" (Quetzal, 2017) foi o nome do seu primeiro romance.[4]
"Eu o que faço é tentar contar coisas, falar de coisas, fazer interrogações à minha maneira e saber que há pessoas que são tocadas por isso", sublinhou o cantautor, aos 66 anos. Essas interrogações são "contos de um instante", como canta numa das canções do novo disco, e tanto podem falar de amor ("Intermitentemente"), como da situação do país e das incertezas do presente ("Acesso Bloqueado").
Em 2018, com 72 anos, regressou com o disco de originais "Nação Valente". As letras são todas da sua autoria, mas em apenas duas é também autor da música: as restantes composições resultam de colaborações com José Mário Branco, Hélder Gonçalves, Nuno Rafael, Pedro da Silva Martins e Filipe Raposo.
Em 2023, a Rádio Comercial homenageou Sérgio Godinho, ao convidar mais de 40 artistas para cantarem "O Primeiro Dia". Os Artistas convidados foram: Pedro Abrunhosa, Capicua, Mafalda Veiga, Samuel Úria, Bispo, António Zambujo, Tomás Wallenstein, Fernando Daniel, Ana Bacalhau, Syro, Carolina de Deus, Luis Represas, António Manuel Ribeiro, Rui Reininho, Bárbara Tinoco, Héber Marques, Carolina Deslandes, Aurea, Ivandro, Rui Veloso, Buba Espinho, Rita Redshoes, Diogo Piçarra, Marisa Liz, João Só, Claudia Pascoal, Miguel Araújo, Gabriel Pensador, Tiago Bettencourt, Nuno Ribeiro, David Fonseca, Carlão, Sara Correia, Tim, Irma, João Pedro Pais, Nena, Os Quatro E Meia, A Garota Não, Camané e Jorge Palma.
É distinguido duas vezes com o Prémio José Afonso, primeiro em 1990 pelo álbum Aos Amores e em 1994 por Tinta Permanente.
A 9 de junho de 1994, foi feito Oficial da Ordem da Liberdade.
É autor de Grão da Mesma Mó, uma das 150 canções, que constam na antologia As Palavras das Canções, organizada por João Calixto, editada com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: cantautor, folk, Maré Alta, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
quinta-feira, maio 28, 2026
Lia Gama celebra hoje oitenta e dois anos
Lia Gama (Barroca, Fundão, 28 de maio de 1944), de seu verdadeiro nome Maria Isilda Gama Gil, é uma atriz portuguesa.
Biografia
Nascida na freguesia da Barroca, no concelho do Fundão, no dia 28 de maio de 1944, foi ainda criança para Lisboa onde inicia os estudos secundários. Depois vai aprender o ofício de cabeleireira, ao mesmo tempo que se inicia no mundo do espetáculo.
De facto, chegou ao teatro em 1960, como ajudante de promoção da peça A Margarida da Rua, em que Vasco Morgado lhe atribuiu a tarefa de vender margaridas no foyer do Teatro Monumental. Em 1963 dá-se a sua estreia como atriz, na peça Vamos Contar Mentiras, ao lado de Raul Solnado e Florbela Queiroz (durante a tourneé da peça). Participa depois em Badaró 9 1/2 no Teatro da Avenida.
Surge entretanto a oportunidade de ir para Paris estudar representação e em 1965 Lia Gama vai frequentar a Escola de Teatro René Simon. Ao fim de um ano, quando regressa a Portugal, foi integrar o elenco do Teatro Estúdio de Lisboa, onde foi dirigida por Luzia Maria Martins em várias peças, até 1968. Ao mesmo tempo tempo inicia-se no cinema, com António de Macedo, em Sete Balas para Selma (1967). Em 1968 muda-se para o Teatro Experimental de Cascais, de Carlos Avilez.
Em 1970 faz um interregno na sua carreira, ocupado por um casamento nesse ano com Frederico Maria Oom Moniz Galvão (Lisboa, 12 de setembro de 1946), pai do seu filho, João Carlos Gil Moniz Galvão, nascido em Lisboa, São Sebastião da Pedreira, a 12 de junho de 1972.
Quando regressa aos palcos percorre uma carreira em diferentes companhias teatrais: Casa da Comédia, Teatro da Cornucópia, Os Cómicos, Teatro da Graça, Grupo 4, Teatro da Comuna!Comuna - Teatro de Pesquisa ou Companhia Teatral do Chiado, dirigida por nomes tão importantes como João Lourenço, Jorge Silva Melo, Luís Miguel Cintra, Ricardo Pais, Jorge Listopad, Fernando Gusmão, João Mota e Juvenal Garcês.
Recebeu o Prémio da Casa da Imprensa pela sua interpretação no filme Kilas, o Mau da Fita.
A Associação Portuguesa dos Críticos de Teatro atribuiu-lhe a Medalha 25 de abril.
Foi homenageada com o Prémio Carreira dos Prémios Sophia de 2019, ao lado do ator Pedro Efe.
O Ministério da Cultura português, distinguiu-a com a Medalha de Mérito Cultural em 2006. A 25 de março de 2019, foi agraciada com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: actriz, Balada da Rita, cinema, Lia Gama, música, Sérgio Godinho, televisão
domingo, março 15, 2026
Uma manifestação, há cinquenta anos, impediu a construção da Central Nuclear de Ferrel...
![]()
Movimento dos habitantes do Ferrel contra a construção da central nuclear, em 1976
A Central Nuclear de Ferrel foi uma central elétrica planeada, mas nunca construída, que se iria localizar nas imediações da povoação de Ferrel, no concelho de Peniche, em Portugal.
Planeamento
Caso tivesse sido construída, a central nuclear estaria situada na zona do Moinho Velho, a cerca de quatro quilómetros da localidade do Ferrel.
Na década de 1960, ainda durante o período da ditadura, foram lançados os primeiros planos para a instalação de um conjunto de centrais nucleares em território nacional, que contaram com a forte presença da Companhia Portuguesa de Eletricidade. Este programa continuou logo após a Revolução de 25 de Abril de 1974, tendo sido planeada a instalação do primeiro grupo nuclear no Ferrel, por parte da CPE, que então já se encontrava numa fase de transição para a empresa EDP - Eletricidade de Portugal. Este empreendimento foi duramente criticado pelas populações, que receavam que a central nuclear tivesse efeitos negativos sobre a pesca, que então era uma das principais funções económicas da região, através da canalização da água de arrefecimento para o oceano. Com efeito, segundo especialistas em energia nuclear, previa-se que a operação de uma central elétrica deste tipo, com a potência de um gigawatt, iria utilizar uma quantidade de água cerca de dez vezes superior ao consumo registado em Lisboa, e que iria aumentar a temperatura das águas em cerca de dez a quinze graus, atingindo a fauna marítima, principalmente os mariscos. Além disso, durante o seu funcionamento a energia não aproveitada sob a forma elétrica iria provocar um grande aumento de temperatura na zona em redor, que também iria trazer problemas à fauna e flora locais. Durante estes movimentos populares, foram destruídos os instrumentos colocados pela empresa Eletricidade de Portugal, que tinham como finalidade estudar as condições ambientais do local, incluindo os níveis naturais de radioatividade. Além das populações, a instalação da central no Ferrel também foi criticada por especialistas em energia nuclear e por técnicos da própria empresa operadora da central, que formaram um conjunto chamado de Grupo dos Preocupados.
Os defensores da opção nuclear argumentaram que a geração de energia por centrais deste tipo seria menos dispendiosa, e que as alternativas eram menos eficientes, tanto do ponto de vista económico como da produção, ainda mais porque se previa que o consumo nacional iria duplicar nos sete anos seguintes. Seria necessário construir um grande número de barragens hidroelétricas para acompanhar a evolução do consumo, enquanto que no caso das centrais a carvão e petróleo teria de se importar uma quantidade maior de combustível, a preços elevados. Por seu turno, também a operação de centrais nucleares iria gerar dependência tecnológica em relação ao estrangeiro, sendo esta indústria então dominada pela União Soviética e pelos Estados Unidos da América, potências ideologicamente distintas, pelo que a opção por uma ou outra iria ter graves consequências a nível diplomático e de soberania nacional. Uma preocupação semelhante foi expressa num artigo publicado na revista Poder Popular de 23 de março de 1976, que também chamou a atenção para os riscos de segurança das próprias centrais nucleares, receios que tinham sido recentemente reacendidos por um incêndio na unidade americana de Brown's Ferry.
Contestação popular e fim do projeto
As populações de Ferrel fizeram vários protestos junto das autoridades, sempre sem sucesso, até à grande manifestação de 15 de março de 1976. Neste dia, os habitantes dirigiram-se ao local onde estavam a ser feitas as prospeções geológicas, sismológicas e eólicas, tendo convencido os trabalhadores a abandonar as operações.
Este movimento inseriu-se num quadro de protesto contra a energia nuclear, durante o qual várias organizações, como o Movimento Ecológico, tinham chamado a atenção para os problemas ambientais causados por este tipo de centrais elétricas. Em junho de 1977 foi publicado um manifesto contra a política energética nacional, e a construção de centrais nucleares, tendo a questão sido debatida por mais de cem cientistas e técnicos desta área. Em janeiro de 1978 foi organizado o festival Pela vida contra o nuclear, em Ferrel e nas Caldas da Rainha, que contou com a participação de grandes nomes da música nacional, como Zeca Afonso, Vitorino, Pedro Barroso, Fausto e Sérgio Godinho. O plano para a construção da central nuclear foi definitivamente abandonado em 1982.

À direita: Zeca, Fausto, Sérgio; à esquerda: Vitorino
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:50 0 comentários
Marcadores: Central Nuclear de Ferrel, Ecologia, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho, Vitorino, Zeca Afonso
domingo, agosto 31, 2025
Com um Brilhozinho nos Olhos...
Postado por Pedro Luna às 21:12 0 comentários
Marcadores: cantautor, Com um brilhozinho nos olhos, folk, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
Sérgio Godinho - oitenta anos!
Sérgio de Barros Godinho, mais conhecido como Sérgio Godinho (Porto, 31 de agosto de 1945), é um poeta, compositor e intérprete português.
Em 2013, gravou o disco Caríssimas Canções que resultou de uma série de crónicas para o jornal Expresso e que também foi editado em livro. 2014 foi o ano de "Liberdade ao Vivo" e do livro de contos "Vidadupla" (Quetzal, 2014).
Juntou-se a Jorge Palma para uma digressão em conjunto que também deu origem a um disco.
"Coração Mais que Perfeito" (Quetzal, 2017) foi o nome do seu primeiro romance.[4]
"Eu o que faço é tentar contar coisas, falar de coisas, fazer interrogações à minha maneira e saber que há pessoas que são tocadas por isso", sublinhou o cantautor, aos 66 anos. Essas interrogações são "contos de um instante", como canta numa das canções do novo disco, e tanto podem falar de amor ("Intermitentemente"), como da situação do país e das incertezas do presente ("Acesso Bloqueado").
Em 2018, com 72 anos, regressou com o disco de originais "Nação Valente". As letras são todas da sua autoria, mas em apenas duas é também autor da música: as restantes composições resultam de colaborações com José Mário Branco, Hélder Gonçalves, Nuno Rafael, Pedro da Silva Martins e Filipe Raposo.
Em 2023, a Rádio Comercial homenageou Sérgio Godinho, ao convidar mais de 40 artistas para cantarem "O Primeiro Dia". Os Artistas convidados foram: Pedro Abrunhosa, Capicua, Mafalda Veiga, Samuel Úria, Bispo, António Zambujo, Tomás Wallenstein, Fernando Daniel, Ana Bacalhau, Syro, Carolina de Deus, Luis Represas, António Manuel Ribeiro, Rui Reininho, Bárbara Tinoco, Héber Marques, Carolina Deslandes, Aurea, Ivandro, Rui Veloso, Buba Espinho, Rita Redshoes, Diogo Piçarra, Marisa Liz, João Só, Claudia Pascoal, Miguel Araújo, Gabriel Pensador, Tiago Bettencourt, Nuno Ribeiro, David Fonseca, Carlão, Sara Correia, Tim, Irma, João Pedro Pais, Nena, Os Quatro E Meia, A Garota Não, Camané e Jorge Palma.
- Os sobreviventes (1971)- Guilda da Música
- Pré-histórias (1972) - Guilda da Música
- À queima-roupa (1974) - Guilda da Música
- De pequenino se torce o destino (1976) - Guilda da Música
- Pano-cru (1978) - Orfeu
- Campolide (1979) - Orfeu
- Canto da boca (1981) - Polygram
- Coincidências (1983) - Polygram
- Salão de festas (1984) - Polygram
- Na vida real (1986) - Polygram
- Os amigos de Gaspar (1988) - Polygram
- Aos amores (1989) - EMI
- Tinta permanente (1993) - EMI
- Domingo no mundo (1997) - EMI
- Lupa (2000) - EMI
- Ligação Directa (2006) - EMI
- Mútuo Consentimento (2011) - Universal
- Nação Valente (2018) - Universal
Álbuns ao vivo
- Escritor de canções (1990) - EMI
- Noites passadas (1995) - EMI
- Rivolitz (1998) - EMI
- Afinidades (com os Clã) (2001) - EMI
- Nove e Meia no Maria Matos (2008) - Universal
- Liberdade Ao Vivo (2014) - Universal
Álbuns em colaboração
- O irmão do meio . Coletânea de duetos com diversos artistas (2003) - EMI
- Três Cantos ao Vivo . Com José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias - (Duplo CD e DVD 2009) - EMI/Universal
- Sérgio Godinho e As Caríssimas 40 Canções .- com Manuela Azevedo
- Jorge Palma & Sérgio Godinho – Juntos ao vivo no Theatro Circo (2015)
Coletâneas
- Era uma vez um rapaz (1985) - Polygram
- O elixir da eterna juventude (1996) - EMI
- Melhor dos Melhores () - Movieplay
- Clássicos da Renascença () - Movieplay
- Biografias do amor (2001) - Universal
- Setenta e Um - Oitenta e Seis - O melhor de Sérgio Godinho (2004) - Universal
- Antologia 71-86 (2004) - Universal
- Compilações
- A Cantar Con Xabarín - 1996
- Espanta Espíritos - 1995
- Novas Vos Trago - 1999
- Sons de Todas as Cores - 1997
- Variações As Canções de António - 1994
- Voz & Guitarra - 1997
- o Disco do Benfiquista, naturalmente - 2003
- UPA 08 - 2008
Bandas sonoras
- A Confederação (1978) - Diapasão/Sassetti
- Kilas, o mau da fita (1979) - Polygram
- UBUs (de Alfred Jarry, encenação de Ricardo Pais) - TNSJ
EP's
- Romance de um dia na estrada (1971) - Guilda da Música/Sassetti
Singles
- Na Boca do lobo(1975) - Guilda da Música/Sassetti
- Liberdade (1975) - Sassetti
- Nós por cá todos bem (1977) - Diapasão
- Kilas, o mau da fita (1981) - Philips
- Tantas vezes fui à guerra (1983) - Philips
- O Rapaz de Camisola Verde (2003) - Philips
Colaborações
- Fausto Bordalo Dias - Madrugada dos Trapeiros (1977)
- Espanta Espíritos . Tema: Apenas um Irmão . Álbum: Espanta Espíritos (1995)
- Despe e Siga . Tema: Tou Bom . Álbum: Os Primos (1995)
- Silence 4 . Tema: Sexto Sentido . Álbum: Silence become it (1998)
- Clã . Tema: O Sopro do Coração . Álbum: Lustro (2000)
- Gabriel, o Pensador . Tema: Tás a ver? . Álbum: Tás a ver? (2003)
- Manuel Paulo . Tema: Casa Inacabada com Baloiço na Janela . Álbum: O Assobio da Cobra (2004)
- José Mário Branco . Tema: Pão Pão . Álbum: Resistir é vencer (2004)
- Joana Melo . Tema: Com um brilho nos olhos . Álbum: Operação Triunfo (2004)
- Sons da Fala - Sons da Fala (2007)
- Camané . Tema: Sonhar Durante o Fado . Álbum: Sempre de Mim (2008)
- Galandum Galundaina - Álbum: Senhor Galandum (2009)
- Roda de Choro de Lisboa - Álbum: Lusofolias (2011)
DVD
- De Volta ao Coliseu (2006) - EMI
Livros
- Retrovisor - Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho (2006) - Biografia
- As Letras como Poesia (Objecto Cardíaco, 2006, e Afrontamento, 2009) - letras
- O Pequeno Livro Dos Medos(2007) - Literatura infantil
- Liberdade
- O Primeiro Gomo da Tangerina - Literatura infantil
- Sérgio Godinho e as 40 ilustrações
- Caríssimas Canções
- Vidadupla - contos - 2014
- Coração mais que perfeito - romance - 2017
- Estocolmo - romance - 2019
- Vida e Morte nas Cidades Geminadas - romance - 2024
Em 2006, Nuno Galopim escreveu Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho, publicado pela Assírio & Alvim.
É distinguido duas vezes com o Prémio José Afonso, primeiro em 1990 pelo álbum Aos Amores e em 1994 por Tinta Permanente.
A 9 de junho de 1994, foi feito Oficial da Ordem da Liberdade.
É autor de Grão da Mesma Mó, uma das 150 canções, que constam na antologia As Palavras das Canções, organizada por João Calixto, editada com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
Marcadores: cantautor, folk, Maré Alta, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
O Primeiro Dia...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: cantautor, folk, Maré Alta, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, O primeiro dia, Portugal, Sérgio Godinho
domingo, maio 28, 2023
Música cantada por aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
Marcadores: actriz, Balada da Rita, cinema, Lia Gama, música, Sérgio Godinho, televisão
quarta-feira, agosto 31, 2022
Aprende a nadar, companheiro - que a liberdade está a passar por aqui...
Aprende a nadar, companheiro
aprende a nadar, companheiro
Que a maré se vai levantar
que a maré se vai levantar
Que a liberdade está a passar por aqui
que a liberdade está a passar por aqui
que a liberdade está a passar por aqui
Maré alta
Maré alta
Maré alta
Postado por Pedro Luna às 07:07 0 comentários
Marcadores: cantautor, Fausto, Fausto Bordalo Dias, folk, José Mário Branco, Maré Alta, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
Sérgio Godinho - 77 anos...!
Sérgio de Barros Godinho, mais conhecido como Sérgio Godinho (Porto, 31 de agosto de 1945), é um poeta, compositor e intérprete português.
Em 2018, com 72 anos, regressou com o disco de originais "Nação Valente". As letras são todas da sua autoria, mas em apenas duas é também autor da música: as restantes composições resultam de colaborações com José Mário Branco, Hélder Gonçalves, Nuno Rafael, Pedro da Silva Martins e Filipe Raposo.
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: cantautor, Com um brilhozinho nos olhos, folk, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
.jpg)


