terça-feira, janeiro 14, 2025

Berthe Morisot nasceu há 184 anos...

Berthe Morisot - Edouard Manet, 1872
     
Berthe Morisot (Bourges, Cher, 14 de janeiro de 1841 - Paris, 2 de março de 1895) foi uma pintora impressionista francesa.
Expôs seus trabalhos, pela primeira vez, no prestigiado Salão de Paris, em 1864, patrocinado pela Academia de Belas-Artes de Paris. Os seus trabalhos foram selecionados para as exposições seguintes, juntamente com os de Paul Cézanne, Edgar Degas, Claude Monet, Camille Pissarro, Pierre-Auguste Renoir e Alfred Sisley.
Foi casada com Eugène Manet, irmão do seu amigo e colega pintor Édouard Manet. Depois de participar da primeira exposição dos impressionistas, em 1874, a pintora iniciou uma série de viagens de estudo pela Itália, Países Baixos e Bélgica. As suas obras foram apresentadas em 1886 em Nova Iorque, e um ano mais tarde na Exposição Internacional de Paris. A obra de Berthe Morisot representa uma reflexão afirmativa da obra de Manet, embora com pinceladas mais longas e suaves, com tendência para a verticalização, numa tentativa de organizar a composição.
    
(...)
   
Berthe Morisot faleceu em 2 de março de 1895, em Paris, devido à uma pneumonia adquirida quando cuidava de Julie, a filha, que também esteve doente. Foi sepultada no Cemitério de Passy, em Paris.
 

  
Jeune fille au bal, óleo sobre tela, 1875
      
    in Wikipédia

Poema adequado à data...

Detalhe do Memorial do Holocausto em Boston (1995)

 

E Não Sobrou Ninguém


Quando os nazis levaram os comunistas, 
eu calei-me, porque, afinal, 
eu não era comunista. 

Quando eles prenderam os sociais-democratas, 
eu calei-me, porque, afinal, 
eu não era social-democrata. 

Quando eles levaram os sindicalistas, 
eu não protestei, porque, afinal, 
eu não era sindicalista. 

Quando levaram os judeus, 
eu não protestei, porque, afinal, 
eu não era judeu. 

Quando eles me levaram, 
não havia mais quem protestasse.
  
  
Martin Niemöller

Faye Dunaway faz hoje oitenta e quatro anos

 

Dorothy Faye Dunaway (Bascom, 14 de janeiro de 1941) é uma atriz norte-americana. Ela recebeu vários prémios ao longo de sua carreira, incluindo um Óscar, um Prémio Emmy, três Globos de Ouro e um BAFTA. Em 2011, o governo da França a nomeou Oficial da Ordem das Artes e Letras.

A sua carreira começou no início dos anos 60 na Broadway. Ela fez sua estreia no cinema com o filme Acontece Cada Coisa de 1967, e alcançou a fama nesse mesmo ano com seu papel de Bonnie Parker, em Bonnie e Clyde, pelo qual recebeu a sua primeira indicação para o Óscar. Os seus filmes mais conhecidos ​​incluem Crown, o Magnífico (1968), o drama Movidos Pelo Ódio (1969), o western Pequeno Grande Homem (1970), uma adaptação do clássico Os Três Mosqueteiros (1973), Chinatown (1974), pelo qual ganhou sua segunda indicação ao Óscar, Inferno na torre (1974), o thriller político Três Dias do Condor (1975), a sátira Rede de Intrigas (1976), pelo qual ganhou o Óscar de melhor atriz, e o thriller Os Olhos de Laura Mars (1978).

A sua carreira evoluiu para personagens mais maduros nos anos subsequentes, geralmente em filmes independentes, começando com sua controvertida interpretação de Joan Crawford no filme Mãezinha Querida de 1981. Outros filmes notáveis ​​nos quais ela apareceu incluem Supergirl (1984), Barfly – Condenados pelo Vício (1987), A Decadência de uma Espécie (1990), Arizona Dream: Um Sonho Americano (1994), Don Juan DeMarco (1995), Questão de Sensibilidade (1997), Gia - Fama e Destruição (1998) e Regras da Atração (2002). Dunaway também atuou no teatro em várias peças, incluindo A Man for All Seasons (1961-63), Após a queda (1964), Hogan's Goat (1965–67), A Streetcar Named Desire (1973) e recebeu o prémio Sarah Siddons por sua interpretação da cantora de ópera Maria Callas em Master Class (1996).

Depois de relacionamentos românticos com Jerry Schatzberg e Marcello Mastroianni, Dunaway se casou duas vezes, primeiro com o cantor Peter Wolf e depois com o fotógrafo Terry O'Neill, com quem teve um filho, Liam.

   

  

A astronauta Shannon Lucid comemora hoje 82 anos

     
Shannon Matilda Wells Lucid (Xangai, 14 de janeiro de 1943) é uma ex-astronauta dos Estados Unidos, veterana de cinco missões espaciais e ex-recordista de permanência no espaço entre as mulheres. Foi a primeira mulher norte-americana a habitar a estação orbital russa Mir e condecorada com a Medalha de Honra Espacial do Congresso, décima pessoa e primeira mulher a receber essa honraria.
Shannon nasceu em Xangai, na China, durante a Segunda Guerra Mundial, filha de pastores missionários batistas que se encontravam no país e cresceu na cidade de Bethany, no estado de Oklahoma, Estados Unidos, onde estudou, na Universidade de Oklahoma, e se formou em Bioquímica em 1973.
     

A Conferência de Casablanca começou há oitenta e dois anos

     
A Conferência de Casablanca foi realizada no Hotel Anfa em Casablanca, Marrocos Francês, de 14 a 24 janeiro de 1943, para planear a estratégia dos Aliados europeus na fase seguinte da Segunda Guerra Mundial. Estiveram presentes o presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill e representando as forças francesas livres, os generais Charles de Gaulle e Henri Giraud. O líder da URSS, Estaline, recusou-se a participar, dizendo que o conflito em curso em Estalinegrado exigia a sua presença na União Soviética. A agenda da conferência abordava detalhes do procedimento tático, alocação de recursos e as questões mais amplas de política diplomática. O debate e as negociações produziram o que ficou conhecido como a "Declaração de Casablanca", e que foi, talvez, a sua declaração de propósito mais provocante historicamente, a "rendição incondicional". A doutrina da "rendição incondicional" veio a representar a voz unificada da vontade implacável dos Aliados - a determinação de que as potências do Eixo seriam combatidas até à sua derrota final e aniquilação.
   
Doutrina da "Rendição incondicional"
A declaração de Casablanca anunciou ao mundo que os aliados não aceitariam nada além da “rendição incondicional” das Potências do Eixo. O termo “rendição incondicional” foi utilizado pela primeira vez pelo General Ulysses S. Grant que comunicou essa posição ao comandante dos confederados no Forte Donelson durante a guerra civil americana.
A 12 de fevereiro de 1943, Roosevelt explicou na rádio o que ele queria dizer com rendição incondicional: “Nós não decidimos magoar as pessoas comuns dos países do eixo. Mas nós realmente falamos em punir os bárbaros líderes desses países”.
Inicialmente, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha não queriam que a guerra acabasse com a captura alemã. Algumas fontes contradizem as oficiais, reportando um acordo entre Churchill e Roosevelt, indicando que Churchill não era completamente a favor da rendição incondicional. O correspondente do New York Times, Drew Middleton, que estava na conferência, revelou no seu livro, Retreat From Victory, que Churchill tinha se "assustado com o anúncio público da rendição incondicional. Eu tentei esconder a minha surpresa. Mas eu era o conselheiro de Roosevelt".
De acordo com o embaixador dos Estados Unidos em Moscovo, Charles Bohlen, “A responsabilidade pela doutrina da rendição incondicional é quase exclusiva do presidente Roosevelt". Ele achou que Roosevelt tinha feito o anúncio "para manter as forças soviéticas ocupadas com as frentes alemã e russa, acabando com as munições e com os soldados alemães" e também para "evitar que Estaline negociasse um acordo de paz com o regime nazi".
       

Humphrey Bogart partiu há 68 anos...

 
Humphrey DeForest Bogart
(Nova Iorque, 25 de dezembro de 1899 - Hollywood, 14 de janeiro de 1957) foi um ator de cinema e teatro dos Estados Unidos, eleito pelo American Film Institute como a maior estrela masculina do cinema norte-americano de todos os tempos.
Conhecido pelo público como Bogie ou Bogey (preferia ser chamado de Bogie), é considerado um dos grandes mitos do cinema e ganhou o Óscar de melhor ator em 1951, pelo seu papel no filme A Rainha Africana. Morreu em 1957, vítima de cancro.
Dentre os seus filmes de maior sucesso podem citar-se Relíquia Macabra, O Tesouro de Sierra Madre e Casablanca.

Primeiros anos
Batizado como Humphrey DeForest Bogart, era o filho mais velho de Belmont DeForest Bogart e Maud Humphrey. O seu pai era um médico cirurgião e a mãe artista gráfica de sucesso. Viveu confortavelmente no bairro de Upper West Side, em Nova York, e estudou numa escola particular prestigiada, a Trinity School, e posteriormente na escola preparatória Phillips Academy, em Andover, Massachusetts. A principio pensou em estudar medicina na Universidade de Yale, mas seus planos não se concretizaram por ter sido expulso da escola secundária, por comportamento rebelde. Depois disso dirigiu camiões durante algum tempo.
Por ter nascido no Natal de 1899, Bogie foi batizado como "o homem do século passado". Bogart alistou-se na Marinha para combater na Primeira Guerra Mundial. Em 1918, o barco que estava foi atacado por submarinos e um fragmento de madeira rasgou sua boca, afetando a sua maneira de falar para o resto da vida.

Início de carreira
Humphrey Bogart começou a sua carreira nos palcos do Brooklyn em 1921, sem nunca ter aulas de teatro. Entre 1922 e 1925, ele apareceu em 21 produções da Broadway. Na época, Bogart conheceu Helen Menken. Eles casaram em 1926 e separaram-se um ano depois. Em 1928, ele se casou com a atriz Mary Philips.
Em 1934, Bogart atuou na peça "Invitation to a Murder". O produtor Arthur Hopkins viu-o na peça e escolheu-o para fazer parte do elenco de The Petrified Forest. A peça teve 197 apresentações em Nova York, Bogart representou o papel de Duke Mantee. Para esse personagem, um sinistro e perigoso fugitivo da cadeia, Bogart ousou na interpretação, fazendo com que o personagem andasse lentamente e encurvado, pois, segundo ele, era como ficaria se ficasse longos anos presos à correntes e bolas de aço que se usava nos presídios da época.
Quando a Warner Bros comprou os direitos da peça para filmá-la, assinou contrato com o protagonista Leslie Howard. A Warner iniciou então testes para o papel de Duke Mantee, Howard insistiu na contratação de Bogart. Sendo assim, em 1936 o filme A Floresta Petrificada foi lançado, contando ainda com a participação de Bette Davis. Bogart recebeu excelentes críticas.
Mary Philips recusou-se a seguir o marido até Hollywood e pouco depois eles acabaram se divorciando. Em 1938, Bogart casa-se pela terceira vez, agora com a atriz Mayo Methot. O casamento com Mayo foi desastroso, ela era paranóica quando bebia e convencia-se que o marido a traía, gerando várias discussões (o "ponto final" no casamento deles foi provavelmente Casablanca (1943), quando Mayo o acusou de ter um caso com Ingrid Bergman. Mas Bogie ia segurar o casamento até a sua "válvula de escape", Betty "Lauren" Bacall). No filme "Casablanca" surgiu uma das lendas do cinema, a frase que ficaria famosa (e que Bogart nunca a disse: Toque de novo, Sam! - no original: Play it again, Sam!)
Em 1938, Bogart apareceu num musical chamado Swing Your Lady no papel de um promotor e no ano seguinte apareceu no filme The Return of Doctor X, ambos filmes sem muita projeção. Entre 1936 e 1940, a Warner não lhe deu bons papéis, mas ele mesmo assim não recusava os papéis que lhe eram dados, para não ser dispensado. Ele fez filmes como Racket Busters, San Quentin e You Can't Get Away With Murder. O seu melhor papel da época foi em Dead End de 1937. Também trabalhou em vários filmes como ator (coadjuvante/secundário), entre eles o sucesso Anjos de Cara Suja / Anjos de Cara Negra. Uma característica de seus papéis dessa época era a de que "morria" em quase todos os filmes.
   
Sucesso
Em 1941, Bogart atuou como protagonista em Seu Último Refúgio, um filme que teve a participação de John Huston, o seu parceiro de divertimento. No mesmo ano, também atuou no clássico film noir Relíquia Macabra, com John Huston na direção do filme. Neste filme, ele fez o papel de Sam Spade, um investigador particular. O filme foi considerado pelo crítico de cinema Roger Joseph Ebert e pela revista Entertainment Weekly como um dos melhores filmes de todos os tempos e recebeu três indicações ao Óscar.
Depois de tantos filmes de gangsters, policiais, bandidos e aventureiros, Bogart pela primeira vez faz um filme romântico/dramático, Casablanca. Lançado em 1942, o filme é um dos maiores clássicos do cinema mundial. Interpreta Rick Blaine, o dono de um clube na cidade de Casablanca no Marrocos. Durante as filmagens, ele e Ingrid Bergman, a protagonista feminina, quase não se falaram. Ela diria tempos depois: "Eu o beijei mas nunca o conheci". Bogart foi indicado para o Óscar de melhor ator mas não venceu, embora Casablanca tenha vencido na categoria de melhor filme.

Bogart e Laren Bacall
Durante as filmagens de Uma Aventura na Martinica em 1944, Bogart conheceu aquela que seria sua quarta esposa e a que lhe traria o casamento mais feliz, a jovem atriz Lauren Bacall, ou Baby (como a chamava, por ser 25 anos mais nova). Eles casaram em 1945 e fizeram no ano seguinte o filme À Beira do Abismo, já como marido e mulher.
Em 6 de janeiro de 1949, Lauren deu a luz ao primeiro filho do casal, Stephen Humphrey Bogart (apelidado de Steve, em honra ao personagem de Bogie em Uma Aventura na Martinica) e depois, em 23 de agosto de 1952, eles tiveram uma menina, Leslie Howard Bogart. O nome foi em homenagem ao ator Leslie Howard, que ajudou Bogart no início da carreira.

Final de vida
De 1943 até 1955, Bogart fez vários filmes, interpretando diferentes personagens. Em 1949 fundou a sua própria produtora, a Santana Productions.
No ano de 1951 Bogart fez o filme Uma Aventura na África, contracenando com Katharine Hepburn, num duelo memorável de interpretações e dirigido por John Huston. Este foi o seu primeiro filme a  cores e o seu trabalho como o barqueiro Charlie Alnutt fez com que conquistasse finalmente o Óscar de melhor ator.
Em 1954, filmou A Nave da Revolta, baseado no livro homónimo de Herman Wouk, que ganhou o Prémio Pulitzer em 1951, no papel do esquizofrénico Capitão Queeg. No mesmo ano ainda participou de Sabrina com Audrey Hepburn e William Holden e de A Condessa Descalça, com Ava Gardner.
O seu último trabalho foi em A Trágica Farsa de 1956 no papel de Eddie Willis, um jornalista desportivo que vira promotor de boxe.

Bogart bebia e fumava muito e teve cancro no esófago. Em 1956, fez uma cirurgia para retirar o esófago e dois linfomas, mas acabou por morrer, em coma, no dia 14 de janeiro de 1957. Encontra-se sepultado no Forest Lawn Memorial Park (Glendale), Glendale, Los Angeles, nos Estados Unidos.
 
   
 
in Wikipédia

 

 


  

Humphrey Bogart
 

Era a cara que tinha e foi-se embora
mas nunca foi tão visto como agora
O seu olhar é água pura água
devassa-nos dá nome mesmo à mágoa
Ganhámo-lo ao perdê-lo. Não se perde um olhar
não é verdade meu irmão
humphrey bogart?



 

in Homem de Palavra(s) (1969) - Ruy Belo

Napoleão venceu a Batalha de Rivoli há 228 anos

Napoleão em Rivoli, por Felix Philipoteaux (1845)
    
A Batalha de Rivoli (14 e 15 de janeiro de 1797) foi uma vitória-chave na primeira campanha francesa na Itália contra a Áustria. Os 23.000 franceses de Napoleão Bonaparte derrotaram um ataque de 28.000 austríacos sob as ordens do general Alvinczy, finalizando a quarta e última tentativa da Áustria para socorrer a sua fortaleza sitiada de Mântua. Além do mais, Rivoli demonstrou o brilhantismo de Napoleão e levou à ocupação francesa da Itália setentrional.
  
Início
O plano de Alvinczy era subjugar o general Barthélemy Joubert nas montanhas a leste do Lago Garda com a concentração de cinco colunas separadas e assim obter acesso ao campo aberto ao Norte de Mântua onde poderia derrotar facilmente o pequeno exército de Napoleão na Itália. No entanto, com Joubert detido, Napoleão foi capaz de trazer elementos da divisão de André Masséna e de formar uma linha defensiva em terreno favorável a norte de Rivoli, em Trambasore. A batalha seria um disputa entre as tentativas de Alvinczi de reunir as suas colunas separadas e a chegada de reforços franceses.
   
A batalha 
A manhã do dia 14 viu combates ferozes em Trambasore. Uma outra coluna austríaca, sob o comando do príncipe Heinrich de Reuss-Plauen, tentou lançar o flanco direito francês contra o desfiladeiro de Rivoli. Às 11 horas, as coisas estavam bastante más para Napoleão: dragões austríacos haviam forçado o seu caminho através do desfiladeiro, outra coluna, sob o comando do Coronel Franz Lusignan, tinha cortado a sua retirada pelo sul e Alvinczi estava em Trambasore exortando os seus batalhões vitoriosos a seguirem, embora eles ainda não estivessem preparados para combater em terreno acidentado.
Com uma série de ações os franceses conseguiram aproveitar esse erro crucial. Bonaparte, Joubert, e Louis Alexandre Berthier comandaram um bem coordenado ataque. Uma bateria de 15 armas liquidou os Dragões, enquanto 2 colunas de infantaria apoiadas pela cavalaria comandada por Charles Leclerc e Antoine Lasalle dirigiram-se para o desfiladeiro e para Trambasore. Os austríacos do desfiladeiro fugiram depois que os seus próprios dragões foram lançados sobre eles, em pânico. Da mesma forma aconteceu com a infantaria em Trambasore. Por fim a coluna sul de Lusignan matou 3.000 soldados.
  
Resultados
No dia seguinte Joubert conduziu com sucesso uma perseguição a Alvinczi, destruindo todas as suas colunas, os sobreviventes fugiram em direção ao vale do Rio Adige, em total confusão. A vitória de Rivoli foi a maior vitória de Bonaparte naquela época. Os Franceses sofreram 2.200 mortes e 1.000 feridos ou capturados, enquanto os austríacos sofreram 4.000 mortes, mais de 8.000 feridos ou capturados, além de os franceses lhes terem capturado 8 canhões.
    

Matthew Fontaine Maury, o homem que lançou as bases da Oceanografia e da Meteorologia Naval, nasceu há 219 anos

   

Foi apelidado como o "Descobridor dos Mares" e o "Pai da Oceanografia Moderna e Meteorologia Naval" e depois, o "Cientista dos Mares", devido à publicação de suas extensas obras em seus livros, especialmente A Geografia Física do Mar (1855), o primeiro livro extenso e compreensivo na oceanografia a ser publicado. Maury fez muitas novas contribuições importantes, mapeando ventos e correntes oceânicas, incluindo faixas oceânicas para a passagem de navios no mar.

Em 1825, com 19 anos, Maury juntou-se à Marinha dos Estados Unidos como aspirante, a bordo da fragata USS Brandywine. Quase imediatamente ele começou a estudar os mares e relatar métodos de navegação. Quando uma lesão na perna o deixou inapto para o dever no mar, Maury dedicou o seu tempo ao estudo da navegação, da meteorologia, de ventos, e de correntes. Ele tornou-se o Superintendente do Observatório Naval dos Estados Unidos e o chefe do Depósito de Mapas e Instrumentos. Aqui, Maury estudou milhares de registos de navios e mapas. Ele publicou o Mapa do Vento e das Correntes do Atlântico Norte, o qual mostrava aos marinheiros como usar as correntes do oceano e os ventos ao seu favor, e, drasticamente, reduziu a duração das viagens no oceano. O sistema uniforme de relatório de dados oceanográficos de Maury foi adotado por navios e marinhas mercantes ao redor do mundo e foi usado para desenvolver mapas por todas as maiores rotas de comércio.

Com o surto da Guerra Civil, Maury, um natural da Virgínia, resignou à sua comissão como um comandante da Marinha dos EUA e juntou-se à Confederação. Ele passou a guerra no sul, bem como no exterior na Grã-Bretanha, na Irlanda, e na França. Ele ajudou a adquirir um navio, o CSS Geórgia, para a Confederação enquanto também defendia a suspensão da guerra na América entre diversas nações europeias. Depois da guerra, Maury aceitou o cargo de professor no Instituto Militar da Virgínia em Lexington, Virgínia. Ele morreu na sua casa do Instituto Militar da Virgínia em Lexington em 1873, após completar uma desgastante excursão por terra, de palestras interestaduais sobre a previsão meteorológica nacional e internacional. Ele também completou o seu livro da Pesquisa Geológica da Virgínia e uma nova série de geografia para jovens. 

   

Jean-Auguste Dominique Ingres morreu há 158 anos...

Auto-retrato com 24 anos, 1804

  

Jean-Auguste Dominique Ingres (Montauban, 29 de agosto de 1780Paris, 14 de janeiro de 1867), mais conhecido simplesmente por Ingres, foi um celebrado pintor francês, atuando na passagem do Neoclassicismo para o Romantismo. Foi um discípulo de David e na sua carreira encontrou grandes sucessos e grandes fracassos, mas é considerado hoje um dos mais importantes nomes da pintura do século XIX.
Filho de um escultor ornamentista, estudou inicialmente em Toulouse. Depois, formado na oficina de David, permaneceu fiel aos postulados neoclássicos do seu mestre ao longo de toda a vida. Passou muitos anos em Roma, onde assimilou aspetos formais de Rafael e do maneirismo. Ingres sobreviveu largamente à época de predomínio do seu estilo, dado que morreu em 1867. A partir de 1830 opôs-se com veemência, da sua posição de académico, ao triunfo do romantismo pictórico representado por Delacroix.
Ingres preferia os retratos e os nus às cenas mitológicas e históricas. Entre os seus melhores retratos contam-se Bonaparte Primeiro Cônsul, A Bela Célia, O Pintor Granet e A Condessa de Hassonville. Nos nus que pintou (A Grande Odalisca, Banho Turco e, sobretudo, A Banhista) é patente o domínio e a graça com que se serve do traço. A sua obra mais conhecida é Apoteose de Homero, de desenho nítido e equilibrada composição.
A sua obra representa a última grande floração da veneranda tradição de pintura histórica. Também deixou obra notável no retrato e no nu feminino. A sua pintura tinha um acabamento técnico impecável e a qualidade de sua linha foi sempre altamente elogiada. Respeitava profundamente os mestres do passado, assumindo depois da morte de David o papel de paladino da ortodoxia clássica contra a ascensão do Romantismo. Esclareceu sua posição afirmando que seguia "os grandes mestres que floresceram naquele século de gloriosa memória quando Rafael estabeleceu os eternos e incontestáveis padrões do sublime em arte… Sou, assim, um conservador de boa doutrina, e não um inovador".
Não obstante a crítica moderna tender a considerá-lo como uma encarnação do mesmo espírito romântico que ele procurava evitar - opinião que foi expressa também por vários de seus contemporâneos -, enquanto que suas distorções expressivas de forma e de espaço o tornam um precursor da arte moderna, exercendo influência sobre artistas como Degas, Picasso, Matisse e Willem de Kooning, entre outros.

   

 

A apoteose de Homero, 1827 
   
Napoleão entronizado, 1806

O pastor Martin Niemoller nasceu há cento e trinta e três anos...


  

Martin Niemöller (Lippstadt, 14 de janeiro de 1892 - Wiesbaden, 6 de março de 1984) foi um pastor luterano alemão. Em 1966 foi-lhe atribuído o Prémio Lenine da Paz. Desde a década de 80 que se tornou bastante conhecido pelo poema "Quando os nazis levaram os comunistas".

Biografia
Filho de um pastor luterano, foi educado para a fidelidade ao imperador e com sentimento patriótico alemão. Depois de concluir o curso colegial, ele ingressou na Marinha como soldado de carreira. Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu como comandante de submarino, vindo a ser condecorado com a Cruz de Ferro. Após a guerra, viveu durante algum tempo em Freikorps e estudou Teologia. Em 1931, foi ordenado pastor da Igreja de Santa Ana em Dahlen, subúrbio de Berlim.
Mesmo depois de formar-se em Teologia, ele permaneceu fiel à sua ideologia patriótica e conservadora. Porém, após a subida dos nazis ao poder, em 1933, Niemöller – então pároco em Berlim-Dahlem – entrou num conflito crescente com o novo governo. Inicialmente, ele concordava com o antagonismo dos Nazis ao Comunismo e à República de Weimar, mas ficou alarmado com a tentativa de Hitler em dominar a Igreja Evangélica (Luterana ou Reformada) impondo-lhe o movimento neopagão dos "Cristãos Germânicos" da Igreja do Reich e de seu bispo Ludwig Müller. Sendo ele nacionalista e não estando inteiramente livre de preconceitos anti-semitas, Niemöller protesta decididamente contra a aplicação do "parágrafo ariano" na Igreja e a falsificação da doutrina bíblica pelos cristãos alemães de ideologia nazi. Para impedir a segregação de cristãos de origem judaica, ele criou no outono de 1933, com Dietrich Bonhöffer, a Pfarrernotbund ("Liga Pastoral de Emergência") para apoiar os pastores não-arianos ou casados com não-arianas, que foi transformada na Bekennende Kirche (Igreja Engajada) em 1934. A Igreja Engajada recusou obediência à direção oficial da Igreja Evangélica, tornando-se um importante centro de resistência alemã protestante ao regime nazi.
Em 1934, Niemöller acreditava ainda que poderia discutir com os novos donos do poder. Numa receção na Chancelaria em Berlim, ele contestou Hitler, que queria eximir a Igreja de toda responsabilidade pelas questões "terrenas" do povo alemão:
"Ele me estendeu a mão e eu aproveitei a oportunidade. Segurei a sua mão fortemente e disse: 'Sr. Chanceler, o senhor disse que devemos deixar em suas mãos o povo alemão, mas a responsabilidade pelo nosso povo foi posta na nossa consciência por alguém inteiramente diferente'. Então, ele puxou a sua mão, dirigindo-se ao próximo e não disse mais nenhuma palavra."

Perseguição nazi
A partir deste incidente, Niemöller fica cada vez mais na mira do regime. É observado pela Gestapo e proibido de fazer pregações, o que ele não aceita. Em 1935, é preso pela primeira vez e logo libertado. Martin Niemöller já era tido nessa época como o mais importante porta-voz da resistência protestante. No verão de 1937, ele pregava:
"E quem como eu, que não viu nada a seu lado no ofício religioso vespertino de anteontem, a não ser três jovens polícias da Gestapo – três jovens que certamente foram batizados um dia em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e que certamente juraram fidelidade ao seu Salvador na cerimónia de crisma, e agora são enviados para armar ciladas à comunidade de Jesus Cristo –, não esquece facilmente o ultraje à Igreja e deseja clamar 'Senhor, tende piedade' de forma bem profunda."
Em julho de 1937, Niemöller foi preso novamente. Passados cerca de sete meses, no dia 7 de fevereiro de 1938, começou então o seu processo diante do Tribunal Especial II em Berlim-Moabit. Segundo a acusação, Martin Niemöller teria criticado as medidas do governo nas suas pregações "de maneira ameaçadora para a paz pública", teria feito "declarações hostis e provocadores" sobre alguns ministros do Reich e, com isto, transgredido o "parágrafo do Chanceler" e a "lei da perfídia". A sentença: sete meses de prisão, bem como dois mil marcos de multa.
Os juízes consideraram a pena como cumprida, em função do longo tempo de prisão preventiva. Niemöller deveria assim ter deixado a sala do tribunal como homem livre. Para Hitler, no entanto, a sentença pareceu muito suave. Ele enviou o pastor como seu "prisioneiro pessoal" para um campo de concentração. Até ao fim da guerra, durante mais de sete anos, Martin Niemöller permaneceu preso – inicialmente, no campo de concentração de Sachsenhausen, depois no de Dachau.
     

John Dos Passos nasceu há 129 anos...

     
John Roderigo Dos Passos (Chicago, 14 de janeiro de 1896 - Baltimore, 28 de setembro de 1970) foi um romancista e pintor dos Estados Unidos da América, descendente de imigrantes portugueses originários da Madeira.
  
Biografia

Escritor modernista norte-americano, John Roderigo Dos Passos nasceu em 1896, em Chicago. Oriundo de uma família de origem portuguesa, era fruto de uma relação ilegítima entre o seu pai, o advogado John Randolph Dos Passos, e Lucy Sprigg.

Estudou na Choate School (atualmente Choate Rosemary Hall) em Wallingford, Connecticut em 1907, tendo viajado posteriormente com um professor particular numa viagem de 6 meses pela França, Inglaterra, Itália, Grécia e Médio Oriente para estudar arte clássica, arquitetura e literatura.

Licenciou-se em Harvard em 1916, partindo depois para Espanha para estudar arte e arquitetura. Em 1917 voluntariou-se para se juntar às tropas americanas durante a Primeira Guerra Mundial, ao lado dos amigos E. E. Cummings e Robert Hillyer, como condutor de ambulâncias. Regressando aos Estados Unidos, publicou a sua primeira obra, One Man's Initiation, em 1919. Com Manhattan Transfer (1925), romance que retrata em episódios a vida na cidade de Nova Iorque, obteve o reconhecimento da crítica. Publicou ainda a trilogia U.S.A., incluindo The 42nd Parallel (1930), 1919 (1932) e The Big Money (1936).

John Dos Passos e Hemingway tornaram-se amigos em Paris em 1923 (tendo-se conhecido brevemente quando conduziram ambulâncias em Itália em junho de 1918). Tinham muitos amigos em comum, tendo Dos Passos casado com uma paixoneta de escola secundária de Hemingway, Katy Smith. Em maio de 1937, em Espanha, zangaram-se devido a desentendimentos políticos: Hemingway era um apoiante da causa anti-fascista espanhola, enquanto Dos Passos tinha-se tornado desconfiado do comunismo e com a esquerda em geral.

No domínio da poesia, publicou, entre outras obras, A Pushcard at The Curb (1922). Também cultivou a narrativa de viagens, como, por exemplo, em Orient Express (1927). Nota-se neste autor uma evolução temática e filosófica, que começa por ser de carácter social, cheia de esperança, e passa por um ceticismo político, terminando nos últimos anos num conservadorismo ultradireitista. Dos Passos trabalhou como correspondente durante a Segunda Guerra Mundial.

Escreveu na revista Life em 7 de janeiro de 1946 citando que "o estupro brutal e álcool é o salário de um soldado", sobre os estupros e atrocidades cometidos pelos aliados na Alemanha pós guerra - o exército de assassinos e estupradores."

Morreu em 1970, aos 74 anos, sendo enterrado no Yeocomico Episcopal Churchyard, Kinsale, Westmoreland County, Virgínia.

   

 

On Poetic Composition

 

There was a king in China.


He sat in a garden under a moon of gold
while a black slave scratched his back
with a backscratcher of emerald.
Before him beyond the tulipbed
where the tulips were stiff goblets of fiery wine
stood the poets in a row.

One sang of the intricate patterns of snowflakes.
One sang of the hennatipped breasts of girls dancing
and of yellow limbs rubbed with attar.
One sang of the red bows of Tartar horsemen
and the whine of arrows, and bloodclots on new spearshafts.

Others sang of wine and dragons coiled in purple bowls,
and one, in a droning voice
recited the maxims of Lao T'se.

(Far off at the walls of the city
a groaning of drums and a clank of massed spearmen.
Gongs in the temples.)

The king sat under a moon of gold
while a black slave scratched his back
with a backscratcher of emerald.
The long gold nails of his left hand
twined about a red tulip blotched with black,
a tulip shaped like a dragon's mouth
or the flames bellying about a pagoda of sandalwood.
The long gold nails of his right hand
were held together at the tips
in an attitude of discernment: --
to award the tulip to the poet
of the poets that stood in a row.

(Gongs in the temples,
Men with hairy arms
climbing on the walls of the city.
They have red bows slung on their backs,
their hands grip new spearshafts.)

The guard of the tomb of the king's great grandfather
stood with two swords under the moon of gold.
With one sword he very carefully
slit the base of his large belly
and inserted the other and fell upon it
and sprawled beside the king's footstool;
his blood sprinkled the tulips
and the poets in a row.

(The gongs are quiet in the temples.
Men with hairy arms

scatter with taut bows through the city.
There is blood on new spearshafts.)

The long gold nails of the king's right hand
were held together at the tips
in an attitude of discernment:
the geometric glitter of snowflakes,
the pointed breasts of yellow girls
crimson with henna,
the swirl of river-eddies about a barge
where men sit drinking,
the eternal dragon of magnificence . . .
Beyond the tulipbed
stood the poets in a row.

The garden full of spearshafts and shouting
and the whine of arrows and the red bows of Tartars
and trampling of the sharp hoofs of warhorses.
Under the golden moon
the men with hairy arms
struck off the heads of the tulips in the tulipbed
and of the poets in a row.
The king lifted the hand that held the flaming dragonflower:
To him of the snowflakes, he said.

On a new white spearshaft
the men with hairy arms
spitted the king and the black slave
who scratched his back with a backscratcher of emerald.

There was a king in China.

 

John Dos Passos

Lewis Carroll morreu há 127 anos...

   
Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido pelo seu pseudónimo de Lewis Carroll (Daresbury, 27 de janeiro de 1832 - Guildford, 14 de janeiro de 1898), foi um romancista, contista, fabulista, poeta, desenhador, fotógrafo, matemático e reverendo anglicano britânico. Lecionava Matemática no Christ College, em Oxford. É autor do clássico livro Alice no País das Maravilhas, além de outros poemas, escritos em estilo nonsense ao longo da sua carreira literária, que são considerados políticos, em função das fusões e da disposição espacial das palavras, como precursores da poesia de vanguarda.
    
     

Marko Hietala nasceu há 59 anos

     
Marko Tapani Hietala (Tervo, 14 de janeiro de 1966), mais conhecido apenas como Marko Hietala e anteriormente como Marco Hietala é um cantor, baixista, compositor e produtor musical finlandês, mais conhecido como o antigo vocalista e baixista da banda de metal sinfónico Nightwish. Ele também canta e toca baixo na sua própria banda, os Tarot, e lançou em 2019 o seu primeiro álbum solo, Mustan Sydämen Rovio

    

in Wikipédia

 

Sergei Koroliov morreu há 59 anos


Sergei Pavlovich Koroliov (Jitomir, 12 de janeiro de 1907 ou 30 de dezembro de 1906, no calendário juliano então em vigor no Império Russo - Moscovo, 14 de janeiro de 1966) foi um cidadão ucraniano e um dos principais engenheiros de foguetes e projetistas de foguetões da União Soviética, durante a Corrida Espacial, entre os EUA e a URSS, nos anos 50 e 60. Ele é considerado por muitos como o pai da cosmonáutica prática. Ele esteve envolvido no desenvolvimento do R7, Sputnik e no lançamento de Laika, Belka e Strelka e do primeiro ser humano, Iuri Gagarin, ao espaço.

Apesar de Koroliov ter sido formado como um projetista de aeronaves, os seus maiores esforços  concentraram-se na integração de projetos, organização e planeamento estratégico. Preso com a acusação de ser "membro de uma organização antirrevolucionária e anti soviética" (que posteriormente foi reduzido para "sabotador de tecnologia militar"), foi preso em 1938 por quase seis anos, incluindo alguns meses no campo de trabalho de Kolimá. Após a sua libertação tornou-se um projetista de foguetes reconhecido e uma figura chave no desenvolvimento do programa dos misseis balísticos intercontinentais. Posteriormente ele veio a dirigir o programa espacial soviético e foi feito Membro da Academia de Ciências da União Soviética, supervisionando os sucessos dos projetos Sputnik e Vostok, incluindo a primeira missão orbital tripulada no dia 12 de abril de 1961. A sua morte inesperada em 1966 interrompeu a implementação de seus planos de um pouso tripulado na Lua antes dos Estados Unidos.

Antes de falecer ele era oficialmente identificado somente como Glavny Konstruktor (Главный Конструктор), ou o Projetista Chefe, para protegê-lo de uma possível tentativa de assassinato vinda dos Estados Unidos. Até mesmo alguns dos cosmonautas que trabalharam com ele não conheciam seu nome e só o conheciam como "Projetista Chefe". Por mais que entendesse a necessidade do anonimato, a impossibilidade de reconhecimento desagradava-lhe. Somente após a sua morte, em 1966, é que a sua identidade foi revelada e ele recebeu o reconhecimento público apropriado como a força motora por detrás das realizações soviéticas na exploração espacial durante a após o Ano Internacional da Geofísica.
 

As verdadeiras circunstâncias da morte de Koroliov continuam um tanto incertas. Em dezembro de 1965 ele teria sido diagnosticado com um pólipo sangrento no intestino grosso. Ele entrou no hospital no dia 5 de janeiro de 1966, para uma cirurgia relativamente rotineira, mas faleceu nove dias depois. Foi declarado pelo governo que o que ele tinha se tornou um grande tumor no seu abdómem, mas Glushko relatou que ele faleceu por uma operação mal-feita contra hemorroidas. Outra versão diz que a operação ia bem e não se previam complicações. Repentinamente, durante a operação, Koroliov sofreu uma hemorragia. Os médicos tentaram entubá-lo para possibilitar que respirasse sem problemas, mas o seu maxilar, ferido devido ao seu tempo no Gulag, não se havia se curado corretamente e impedia a instalação do tubo. Koroliov faleceu sem retomar a consciência. De acordo com Harford, a família de Koroliov confirmou a história do cancro. O seu coração enfraquecido contribuiu para seu falecimento durante a cirurgia.

Koroliov costuma ser comparado com Wernher von Braun como o principal arquiteto da Corrida Espacial. 

Zakk Wylde - 58 anos

 
Zakk Wylde (nome artístico de Jeffrey Phillip Wiedlandt; Bayonne, 14 de janeiro de 1967) é um músico e ator americano, célebre por ter sido guitarrista da banda de Ozzy Osbourne, ícone do heavy metal que o ajudou a se projetar como um dos mais famosos músicos do género na atualidade. Zakk também encontrou o sucesso com a sua própria banda, o Black Label Society, onde exerce a função de frontman, compondo e cantando as suas próprias músicas, sendo presença frequente no Tour do Ozzfest e recentemente em festivais europeus.