quinta-feira, setembro 25, 2025
William Faulkner nasceu há 128 anos
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Marcadores: literatura, Nobel, USA, William Faulkner
Shostakovich nasceu há 119 anos
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Marcadores: Dmitri Shostakovich, música, Rússia
Will Smith - 57 anos
Will Smith está classificado como o astro mais rentável em todo o mundo pela revista Forbes. Até 2014, 17 dos 21 filmes em que ele teve papéis principais acumularam em todo o mundo receitas brutas de US$ 100 milhões cada um, cinco tendo mais de 500 milhões de dólares cada um das receitas das bilheteiras mundiais. Mais ainda, até 2014, os seus filmes arrecadaram 6,6 mil milhões de dólares em bilheteira mundial. Recebeu aclamação por parte da crítica em diversas ocasiões, mas foi em 2022 que o astro obteve a sua glória, ao vencer o Óscar, Critics Choice Awards, Bafta, Golden Globes e SAG Awards por sua performance no drama King Richard, onde interpreta Richard Williams, pai e treinador das tenistas Venus Williams e Serena Williams.
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Valter Hugo Mãe nasceu há 54 anos
Valter Hugo Mãe é o nome artístico do escritor português Valter Hugo Lemos (Vila Henrique de Carvalho, atual Saurimo, Angola, 25 de setembro de 1971). Além de escritor é editor, artista plástico, apresentador de televisão e cantor.
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Alejandra Pizarnik morreu há 53 anos...

Flora Alejandra Pizarnik (Avellaneda, 29 de abril de 1936 – Buenos Aires, 25 de setembro de 1972) foi uma poeta, ensaísta e tradutora argentina. Estudou Filosofia e Letras na Universidade de Buenos Aires e, mais tarde, pintura com Juan Batlle Planas. Entre os anos de 1960 e 1964, Pizarnik viveu em Paris, onde trabalhou para a revista Cuadernos e algumas editoras francesas; publicou poemas e críticas literárias em vários jornais e traduziu obras de Antonin Artaud, Henri Michaux, Aimé Césaire e Yves Bonnefoy. Estudou história das religiões e literatura francesa na Sorbonne Université. Depois do seu regresso a Buenos Aires, Pizarnik publicou três de seus principais volumes: Los trabajos y las noches, Extracción de la piedra de locura e El infierno musical, bem como o seu trabalho em prosa "La condesa sangrienta". Em 1969 recebeu uma bolsa de estudos Guggenheim, e em 1971, uma bolsa Fullbright. Em 25 de setembro de 1972, enquanto passava um fim de semana fora da clínica psiquiátrica onde estava internada, Pizarnik morreu por causa de uma sobredose medicamentosa, depois de ingerir cinquenta comprimidos de um barbitúrico conhecido comercialmente como Seconal. Os seus trabalhos e a sua poesia deixaram um valioso legado para a literatura latino-americana. Depois de a democracia voltar à Argentina, a figura de Pizarnik, bem como muitas outras escritoras do boom latino-americano, experimentou um auge, o que resultou na primeira compilação de seus textos, Textos de Sombra y últimos poemas (1982), seguido de sua primeira biografia, Alejandra (1991), de parte de Cristina Piña. Mais recentemente, publicaram-se também os seus Diarios (2013).
Atualmente, as obras A condessa sangrenta (2011); Os trabalhos e as noites (2018); Árvore de Diana (2018); Extração da pedra da loucura (2021) e O inferno musical (2021) estão traduzidas para o português.
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Árbol de diana
1
Dei o salto de mim para a alba.
Deixei o meu corpo junto à luz
e cantei a tristeza do que nasce
Alejandra Pizarnik
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A Paz de Augsburgo foi assinada há 470 anos
A Paz de Augsburgo foi um tratado assinado entre o Imperador Carlos V (também, simultaneamente, Rei Carlos I de Espanha, pai do Rei Filipe II de Espanha e I de Portugal) e as forças da Liga de Esmalcalda, em 25 de setembro de 1555, na cidade de Augsburgo, na atual Alemanha.
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Marcadores: Alemanha, Carlos V, contrarreforma, Paz de Augsburgo, Reforma Protestante, Sacro Império Romano
John Bonham, o baterista dos Led Zeppelin, morreu há 45 anos...
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Rosalía - 33 anos
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Rosalía Vila Tobella (Sant Esteve Sesrovires, 25 de setembro de 1992), conhecida mononimamente como Rosalía, é uma cantora, compositora e produtora musical espanhola. Depois de descobrir a música folclórica espanhola ainda jovem, Rosalía frequentou o Taller de Músics e formou-se na Catalonia College of Music com honras em virtude de seu álbum colaborativo com Raül Refree, Los Ángeles (2017) e o projeto de bacharelado El Mal Querer (2018), que é coproduzido por El Guincho e mistura interpretações modernas do flamenco com música pop e urbana. Gerando singles como "Malamente", o álbum chamou a atenção do público espanhol em geral, e foi lançado com aclamação da crítica universal. Vencedora do Grammy Latino de Álbum do Ano e listado nos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone, El Mal Querer iniciou a ascensão de Rosalía no cenário musical internacional.
O seu primeiro single de sucesso internacional foi sua colaboração em 2019 com J Balvin, "Con Altura", uma faixa de reggaeton que marcou a jornada de Rosalía para a música urbana. Vendendo mais de sete milhões de cópias, foi nomeada uma das melhores músicas do ano pela Billboard e Pitchfork, Melhor Canção Urbana pela Academia Latina da Gravação, e gerou a sua letra de assinatura e apelido "La Rosalía". Mais tarde, colaborou com outros músicos como Bad Bunny, Ozuna, Arca e Travis Scott, alcançando vários elogios e quebrando vários recordes. O seu terceiro álbum de estúdio, Motomami, com os singles "La Fama" e "Saoko", foi lançado em março de 2022 e tornou-se o álbum mais bem avaliado e discutido do ano no Metacritic.
Ao longo da sua carreira, Rosalía acumulou nove singles número um no seu país. Também ganhou dois Grammy Award, oito Latin Grammy Awards(incluindo duas vitórias de Álbum do Ano), quatro MTV Video Music Awards, um MTV Europe Music Award, três UK Music Video Awards e dois prémios Ruido, entre outros. Em 2019, a Billboard deu-lhe o Rising Star Award por "mudar o som da música mainstream de hoje com seu novo pop influenciado pelo flamenco", e tornou-se a primeira cantora espanhola da história a ser indicada como Melhor Artista Revelação nos Grammys.
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PoSAT-1, o primeiro satélite português, foi lançado há trinta e dois anos
- Órbita: 822 x 800 km, sol-síncrona;
- Inclinação: 98,6º, sol-síncrona;
- Período orbital: 101 minutos, fazendo uma média de 14 voltas por dia à Terra;
- Velocidade orbital: 7,3 km por segundo.
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Heberto Padilla morreu há 25 anos
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Heberto Padilla (Puerta de Golpe, 20 de enero de 1932 - Auburn, 25 de septiembre de 2000) fue un poeta y catedrático cubano.
Biografía
Estudió en la provincia de Pinar del Río y, después de terminar la secundaria, ingresó en la facultad de periodismo de la Universidad de La Habana.
Padilla se desempeñó como comentarista radial en Miami, ciudad en la que enseñó también inglés (1956-1959), idioma que había estudiado junto con el francés. Luego viajó a Nueva York para trabajar como profesor y traductor de las Escuelas Berlitz y ese mismo año de 1959 se convirtió en corresponsal de Prensa Latina. En Artemisa (Pinar del Río) terminó la enseñanza elemental y estudió el bachillerato. Dirigió dos revistas estudiantiles, Paladín Colegial (1945) y Repórter (1946). Cursó tres años de la carrera de Derecho en la Universidad de La Habana, también estudió periodismo, Humanidades y Lenguas en el extranjero. Además del castellano, sabía francés, inglés, alemán, ruso, italiano y griego.
Regresó a Cuba en 1959 para formar parte del periódico Revolución y fue corresponsal de Prensa Latina en la Unión Soviética (1962-1964). Colaboró en la revista Unión, fue director de Cubartimpex (1964), organismo encargado de seleccionar libros extranjeros, y representó al Ministerio de Comercio Exterior en los países socialistas y escandinavos.
En sus inicios, Padilla fue un entusiasta de la revolución cubana, pero ya a su regreso a la isla en 1966, después de haber trabajado en el bloque soviético, llegó con serias dudas y con una visión crítica, que pronto se tornaron en desencanto, que expresaba en privado, con el Gobierno de Fidel Castro.
Fuera del juego
El mismo año de su regreso, se convirtió en centro de una polémica cultural en las páginas de la revista Juventud Rebelde. Sus críticas afloraron en Fuera del juego, poemario que obtuvo en 1968 el Premio Julián del Casal, de la Unión de Escritores y Artistas de Cuba (UNEAC), con un jurado compuesto por los cubanos José Lezama Lima, Manuel Díaz Martínez, José Zacarías Tallet, el peruano César Calvo y el británico J. M. Cohen.
El comité director de esta institución, sin embargo, no estuvo de acuerdo con el galardón otorgado a Padilla en poesía y a Antón Arrufat en teatro, por lo que el 28 de octubre de ese año se reunió con los miembros del jurado para discutir las obras premiadas de los citados escritores. «Luego de un amplísimo debate, que duró varias horas», se acordó publicar ambas obras, pero acompañadas de una nota en la que el comité director de la UNEAC expresaba su desacuerdo por considerar que «son ideológicamente contrarios» a la Revolución cubana.
Encarcelamiento y emigración
Padilla, que desde 1967 trabajaba en la Universidad de La Habana, fue detenido el 20 de marzo de 1971 a raíz del recital dado en la Unión de Escritores, donde leyó Provocaciones. Arrestado junto con la poetisa Belkis Cuza Malé - su pareja desde fines de 1967; se casaron el 25 de enero de 1971 y la hija del primer matrimonio de esta, María Josefina, vivía con ellos -, fueron acusados de «actividades subversivas» contra el Gobierno. Su encarcelamiento provocó una reacción en todo el mundo, con las consiguientes protestas de conocidísimos intelectuales entre los que figuraban Julio Cortázar, Simone de Beauvoir, Marguerite Duras, Carlos Fuentes, Juan Goytisolo, Alberto Moravia, Octavio Paz, Juan Rulfo, Jean-Paul Sartre, Susan Sontag, Mario Vargas Llosa y muchos otros. Después de 38 días de reclusión en Villa Marista, Padilla expuso, sin leer, una larga y feroz autocrítica, reconociendo la superioridad de la lucha revolucionaria común sobre los intereses individuales, suyos o de otros.
Sin embargo, varios intelectuales han señalado que la «autocrítica» de Padilla era en realidad un discurso sin fundamento alguno, una especie de parodia de los célebres «procesos de Moscú», que en Cuba no tenían asidero ninguno en la realidad. Señalan incluso opiniones y expresiones posteriores del propio Padilla al respecto. Otros intelectuales señalaron como el «Caso Padilla» fue utilizado contra la Revolución cubana, incluso asociando este caso a las presuntas «torturas» que el poeta pudo haber sufrido.
Para algunos, especialmente los adversarios de la Revolución cubana, el incidente con Padilla «representó un antes y un después en la tirante relación entre la intelectualidad mundial y la Revolución cubana», que marcó «el fin del idilio» entre ambos.
Sin embargo, otros como Mario Benedetti, señalaron:
En este momento yo solo conozco la síntesis. Me imagino cuál será ahora la arremetida de toda la gran prensa del pudoroso Mundo Libre: que es una muestra más de estalinismo, que la carta es una confesión del tipo de los procesos de Praga, etc., etc., etc. No podrán decir que «fue salvajemente torturado», porque me imagino que el Bebo estará tan rubicundo y lozano como cuando se instalaba en el Hotel Nacional, a la caza de karoles y cortázares.
Es de destacar que firmantes de la primera carta en solidaridad con Heberto Padilla, luego se retractaron. Fue el caso de Julio Cortázar, en su texto «Policrítica en la hora de los chacales», fechado en mayo de 1971, donde escribió: «así yo sé que un día volveremos a vernos, / buenos días, Fidel, buenos días, Haydee, buenos días, mi Casa, / mi sitio en los amigos y en las calles, mi buchito, mi amor, / mi caimancito herido y más vivo que nunca».
Otros que supuestamente «rompían» con la Revolución Cubana, como el propio Juan Goytisolo, visitarían luego la isla y tomarían parte en eventos de instituciones culturales del estado cubano.
Padilla pasó de Nueva York a Washington D. C. y, después, a Madrid, para finalmente instalarse en Estados Unidos, primero en Princeton (en el estado de Nueva Jersey) - donde ayudó a su esposa a fundar la revista Linden Lane Magazine, especializada en la literatura y el arte de los cubanos en el exilio - y después en otras ciudades, en las que se dedicó principalmente a la docencia.
En Estados Unidos no tuvo una vida fácil: fue muy criticado por parte de la emigración cubana debido a su participación, junto con otros escritores exiliados y de la isla, en el Encuentro de Estocolmo (mayo de 1994). Algunos sectores, especialmente de los cubanos de Miami, consideraron que esa conferencia - convocada por el Centro Internacional Olof Palme -, era una manipulación del Gobierno castrista, por lo que la condenaron a priori y a ella no asistieron la prensa de esa ciudad ni la Radio y Televisión Martí. Los ataques arreciaron después de que los participantes se pronunciaran contra el embargo a Cuba. El encuentro, según la poetisa y ensayista Lourdes Gil, le costó su trabajo en el Dade College de Miami, ciudad donde residía (también su hermana Marta vivía allí) y que finalmente tuvo que abandonar.
Padilla tenía, además, serios problemas cardiacos y de diabetes. En febrero de 1997 sufrió dos infartos seguidos y tuvo que dejar su trabajo, pero, en la medida de sus posibilidades, continuó dando clases en universidades.
Padilla y Cuza Malé terminaron separándose en 1995, a iniciativa de ella, según la poetisa. Con su primera esposa, Bertha Hernández, había tenido tres hijos. Su última pareja fue Lourdes Gil, a la que conoció al día siguiente de llegar a Nueva York y con quien entabló una relación sentimental a partir del Encuentro de Estocolmo, en 1994. Entre 1999 y 2000 dio clases en las universidades de Columbus (Georgia), y también fue profesor en las universidades de Nueva York y de Miami.
A mediados de agosto de 2000 comenzó a enseñar en la Universidad de Auburn de Alabama. Murió cinco semanas después, el 25 de septiembre de 2000, a los 68 años, en su apartamento en Auburn, de un ataque al corazón.
Trayectoria literaria y publicaciones póstumas
Padilla había debutado en 1949 con su poemario Las rosas audaces, al que siguió, en 1962, El justo tiempo humano, que recibió una mención en el Premio Casa de las Américas. Al año siguiente (1963), publicaría su primera novela, El buscavidas. En 1964 volvería a la poesía con el cuadernillo La hora.
Fuera del juego, «un poemario muy crítico del curso político en la isla en manos de Fidel Castro», marcó el quiebre con el Gobierno, que se convierte en definitivo con Provocaciones, su última producción en Cuba. Ya fuera de la isla reeditó algunos poemarios y publicó otros, sacó una segunda novela -En mi jardín pastan los héroes, escrita en realidad a fines de los años 1960 y recuperada una década más tarde-, una policiaca y unas memorias. Algunas de sus obras han sido traducidas al inglés y a otros idiomas.
Un primer regreso de la obra de Padilla a Cuba se produjo en 2012, cuando la revista Cauce le dedicó 50 páginas de las 74 que tenía el número 2 de 2011 (que salió con gran atraso), «un conjunto revelador de disímiles impresiones y acercamientos a la vida y obra del poeta», que incluía una decena de poemas y dos fragmentos del libro La mala memoria.
En 2013 Padilla es reeditado en Cuba: con ocasión de la Feria Internacional del Libro de Cuba, celebrada en febrero, la editorial Luminarias junto con Letras Cubanas publican Una época para hablar, libro «no vendible» que reúne los poemarios escritos desde 1948 hasta 1981. El volumen, que además de los 6 poemarios contiene una sección titulada Otros poemas, más artículos sobre su obra y opiniones de algunos escritores de su generación, ha sido denunciado por su exesposa Belkis Cuza Malé como «un acto infame de piratería y de maquiavelismo». «Quieren usar su nombre y su obra para presentarlo en esa bochornosa feria del libro y aparentar que ya hay libertad de expresión en la isla», comentó la escritora, quien aseguró que nadie pidió permiso a los herederos para editar los poemas de Padilla. La misma Cuza Malé publicó a principios de febrero de 2013 una antología personal del poeta con el título de Puerta de Golpe.
in Wikipédia
Às vezes é necessário e obrigatório
Às vezes é necessário e obrigatório
que um homem morra por um povo,
mas jamais há-de morrer todo um povo
por um só homem.
Isto não o escreveu Herberto Padilla, cubano,
mas sim Salvador Espriu, catalão.
O que acontece é que Padilla sabe-o de cor,
gosta de repeti-lo,
juntou-lhe música
e agora cantam-no em coro os seus amigos.
E cantam-no a toda a hora,
tal como Malcolm Lowry toca ukelele.
Heberto Padilla
Postado por Fernando Martins às 00:25 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir a música do Johann Strauss Pai...
Postado por Pedro Luna às 00:17 0 comentários
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Andy Williams morreu há treze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
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Zucchero nasceu há setenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Steven Severin comemora hoje setenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
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Hoje é o Dia Nacional da Sustentabilidade...

A 25 de setembro, celebra-se o Dia Nacional da Sustentabilidade, uma data simbólica já que coincide com o dia que marca também a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pela ONU (25 de setembro de 2015).
Este dia de celebração nacional foi instituído pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 56/2023, de 9 de junho. A ação local é essencial, e o compromisso de Portugal com a causa da Sustentabilidade está no centro da criação deste Dia.
A sustentabilidade enfrenta desafios globais que exigem
um crescimento económico sustentável , capaz de garantir as
necessidades do presente sem comprometer o futuro, como já descrito em
1987 no Relatório Brundtland.
O Dia Nacional da Sustentabilidade visa divulgar informação, promover o conhecimento e capacitar todos os setores da sociedade para a adoção de comportamentos transformadores.
A Agenda 2030 da ONU, em vigor desde 1 de janeiro de 2016, define 17 ODS e 169 metas para guiar o desenvolvimento sustentável até 2030, com o apoio unânime de 193 países, incluindo Portugal.
A sustentabilidade ganhou relevância nas estratégias das empresas, com impacto na governança, nos compromissos assumidos pelas administrações e nos produtos, que viram os seus processos alterados.
Este ano, são várias as iniciativas para promover a sustentabilidade em Portugal, entre elas:
- Metropolitano de Lisboa: até 22 de outubro, nas estações da Baixa-Chiado e da Alameda, está patente uma exposição sobre os projetos de responsabilidade social e ambiental do Metropolitano de Lisboa;
- Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) e Comité Nacional para a Década do Oceano: jornada “Ciência para Alcançar o Desenvolvimento Sustentável”;
- INA: WebINAr “Sustentabilidade em Ação: Capacitação e Gestão Sustentável na Administração Pública”, com o objetivo de promover a compreensão da importância estratégica da sustentabilidade na gestão pública, discutir abordagens inovadoras e sustentáveis para enfrentar desafios contemporâneos e apresentar exemplos concretos e bem-sucedidos de integração da sustentabilidade em diversos setores da Administração Pública;
- PT Sustentável: promoveu diversas atividades descentralizadas, envolvendo diferentes setores e níveis de governação. O objetivo é divulgar informações e capacitar todos os atores sociais para mudanças conscientes de comportamento rumo a um futuro sustentável;
- Visões do Futuro: reuniu diversos parceiros, como Pisca Pisca, Cepsa, LIDL, Auchan, Sogrape, Sociedade Ponto Verde, entre outros. Houve mesas redondas, workshops focados na sustentabilidade, rastreios de saúde e um teatro infantil sobre o tema.
Estas iniciativas refletem o compromisso de Portugal com a sustentabilidade e a promoção de práticas que contribuem para um futuro mais verde e inclusivo.
in APA
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quarta-feira, setembro 24, 2025
El-Rei D. Pedro IV de Portugal, que no Brasil foi o Imperador D. Pedro I, morreu há 191 anos...
(...)
Apesar de ter reconquistado o trono português para a sua filha, D. Pedro voltou tuberculoso da campanha e morreu a 24 de setembro de 1834, pouco depois da Convenção de Évoramonte (que selara a vitória da causa liberal, de que se fizera paladino), no palácio de Queluz, no mesmo quarto e na mesma cama onde nascera, 35 anos antes. Ao seu lado, na hora da morte, estavam a esposa, a jovem Imperatriz Amélia, e a filha, a Rainha D. Maria II.
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Linda McCartney nasceu há oitenta e quatro anos...
Linda McCartney (Nova Iorque, 24 de setembro de 1941 - Tucson, 17 de abril de 1998), Lady McCartney, batizada com o nome de Linda Louise Eastman foi uma fotógrafa dos Estados Unidos, da editora Rolling Stone Magazine, música e ativista, dedicada a divulgar abusos contra os animais. Tornou-se famosa mundialmente ao casar com Paul McCartney, em 12 de março de 1969, na ocasião, o baixista do lendário grupo de rock inglês The Beatles.

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Gerry Marsden nasceu há 83 anos...
Gerard Marsden (Toxteth, Liverpool, 24 de setembro de 1942 – Arrowe Park, Merseyside, 3 de janeiro de 2021) foi um cantor e compositor inglês, músico e personalidade da televisão, mais conhecido por ser o líder da banda de merseybeat Gerry and the Pacemakers. Ele era o irmão mais novo do outro membro da banda, Freddie Marsden.
Gerry e os Pacemakers foram o segundo grupo de Liverpool mais bem-sucedido, depois dos Beatles, a ter sucessos nas paradas pop dos Estados Unidos. O seu filme musical de 1965 Ferry Cross the Mersey foi co-escrito por Tony Warren.
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Jim Henson nasceu há 89 anos...
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