O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Perry Archangelo Bamonte (London, 3 September 1960 - 24 December 2025) was an English musician and artist, best known as a guitarist and keyboardist for the Cure from 1990 to 2005, and again from 2022 to 2025. He was also the bassist for Love Amongst Ruin.
Biography
Bamonte was born in London, England. His older brother Daryl worked as a tour manager for The Cure and Depeche Mode,
and via this connection Perry joined the Cure's road crew in 1984. He
eventually became the guitar tech and personal assistant for group
leader Robert Smith.
Already a guitarist, during this period Bamonte was taught to play
piano and keyboards by Smith's sister Janet. When keyboardist Roger O'Donnell
left the Cure in 1990, Bamonte was promoted to a full member of the
band, playing both keyboards and guitar regularly, as well as six-string bass and percussion occasionally.
Bamonte's first album with the Cure was Wish in 1992, and he remained with the band for their next three albums. Due to the departure of guitarist Porl Thompson
and the return of Roger O'Donnell during this period, Bamonte's duties
for the band shifted to a stronger focus on guitar and less on
keyboards. In 2005, Bamonte and O'Donnell were dismissed by Smith, who reportedly wanted to reinvent the band as a three-piece.
Despite the abrupt dismissal and the lack of an official statement
describing the reason, Bamonte and Smith remained on amicable terms.
Bamonte kept a low profile for several years, devoting his time to fly fishing and a career as an illustrator. He regularly contributed content and illustrations for the magazine Fly Culture. He lived in Devon with his wife Donna, who rehabilitated and retrained racehorses. They also ran a retirement home for elderly horses.
In 2012 he joined the supergroup Love Amongst Ruin as bassist and appeared on their 2015 album Lose Your Way. In 2019, Bamonte was inducted into the Rock and Roll Hall of Fame as a member of the Cure. In a move that had not been previously announced, Bamonte rejoined the Cure in 2022 for their extensive Shows of a Lost World tour. He performed in around 400 shows during his stint with the Cure.
Bamonte died after a short illness at home in the southwest
of England, on 24 December 2025, at the age of 65. He is survived by
his wife Donna.
Davidson Elizabeth Fraser (Grangemouth, Escócia, 29 de agosto de 1963) é uma cantora escocesa, mais conhecida por seu trabalho como vocalista do grupo Cocteau Twins. O seu estilo vocal, melódico e abstrato, e as suas letras, indecifráveis têm gerado muita discussão ao longo dos anos.
Nico encontrou fama como modelo. Após abandonar a escola aos 13 anos de idade, ela começou a vender lingerie. Um ano mais tarde, sua mãe encontrou seu trabalho como modelo em Berlim.
Enquanto trabalhava como modelo, conheceu o fotógrafo Herbert Tobias, que lhe deu o nome Nico. Mais tarde, mudou para Paris e trabalhou para a revista Vogue, Tempo, Vie Nuove, Mascotte Spettacolo, Camera, Elle, e outras revistas de moda no começo dos anos 50.
Após aparecer em vários comerciais de televisão, Nico conseguiu um papel pequeno no filme "La Tempesta" (1958), do diretor
Alberto Lattuada. Mais tarde, porém naquele mesmo ano, apareceu no
filme "For the First Time", do diretor Rudolph Maté, ao lado de
conhecidos atores como Mario Lanza.
Em 1959 foi convidada para ir ao set de "La dolce vita", do diretor Federico Fellini,
atraindo a atenção do diretor, fazendo com que desse a Nico um
pequeno papel no filme. Naquela época, ela tinha se mudado para Nova York para ter aulas de teatro com Lee Strasberg.
Após dividir o seu tempo entre Nova York e Paris, conseguiu o papel principal no filme "Strip-Tease" (1963), do diretor Jacques Poitrenaud. Ela gravou também o title track para o filme, que foi produzido por Serge Gainsbourg, mas que não fora lançado até 2001, quando a música foi incluída no CD como parte da coletânea francesa "Le Cinéma de Serge Gainsbourg".
Durante esse período, ela deu à luz o seu filho, Ari (nascido em 1962), que teve como pai o ator francês Alain Delon. Entretanto, a criança foi criada a maior parte do tempo pelos pais de Delon, que sempre insistiu em negar sua paternidade.
Carreira musical
Em 1965, Nico conheceu o famoso guitarrista do Rolling StonesBrian Jones e gravou com ele o seu primeiro single, "I'm Not Sayin'". O ator Ben Carruthers apresentou-a a Bob Dylan em Paris naquele verão. Dizem que Dylan, mais tarde, escreveu a música "I'll Keep It With Mine" para Nico.
Após Andy Warhol se tornar o empresário do Velvet Underground, ele propôs que o grupo teria Nico como vocalista.
O grupo concordou, apesar de uma considerável relutância, devido a
razões pessoais e musicais - John Cale, do grupo, descreveu Nico como "tone deaf", algo como: "quem não tem ouvido".
Apesar disso, ele iria ter papel fundamental na carreira a solo de Nico. O
grupo, incluindo Nico, tornaram-se os acompanhantes pessoais para a "Exploding Plastic Inevitable", um show experimental e alternativo de Andy Warhol, que misturava música, filme, dança e pop art.
Nico fez a voz principal principal em três músicas ("Femme Fatale", "All
Tomorrow's Parties" e "I'll Be Your Mirror") e providenciou o backing
vocal em ("Sunday Morning") no álbum de estreia da banda: The Velvet Underground and Nico. Lançado no ano de 1967, o álbum foi fundamental para o aparecimentos de muitos géneros musicais, incluindo o punk rock e New Wave.
Pouco tempo após a turnê que se seguiu, a Exploding Plastic Inevitable, saiu de cena no começo de 1967 e
Nico e os Velvet Underground foram por caminhos diferentes. Tanto Lou
Reed como John Cale tocaram em partes significativas dos projetos a solo de
Nico. Nos próximos vinte anos que se seguiram, gravou uma série de
álbuns aclamados pela crítica, trabalhando em projetos parecidos com Brian Eno e Phil Manzanera.
John Cale esteve particularmente envolvido nas músicas de Nico,
produzindo quatro dos seus álbuns, como também fazendo arranjos e tocando
diversos instrumentos nas gravações.
Chelsea Girl é um álbum tradicional de folk que influenciou artistas do estilo como Leonard Cohen,
com arranjos de instrumentos de corda e flautas sobrepostos por seu
produtor. Nico, no entanto, não ficou satisfeita com o resultado do
álbum finalizado.
Para o seu outro LP, o The Marble Index, lançado em 1969,
Nico escreveu todas as músicas do álbum e fez as estruturas de todas as
músicas, que consistem principalmente num balanço de harmónio nos acordes. Os arranjos foram escritos por John Cale, que deu às músicas de Nico um estilo de folk e instrumentos clássicos. Frazier Mohawk
produziu o álbum. A harmonia de Nico tornou-se sua assinatura para o resto
de sua carreira. O álbum combina elementos clássicos com o som de folkeuropeu.
Nico lançou mais dois álbuns solo nos anos 70: o clássico Desertshore (1970), também produzido por John Cale. Já The End
(1974), foi co-produzido por Cale e Joe Boyd. Cale tocou a maior parte
dos instrumentos nesses dois álbuns. Nico escreveu as músicas, cantou e
tocou harmónio. The End, traz o músico Brian Eno tocando sintetizador.
No dia 13 de dezembro de 1974, Nico foi o suporte para o infame show da Tangerine Dream na Reims Cathedral em Reims, na França.
O promotor tinha vendido mais ingressos que o permitido, deixando o
local inapropriado para aquele gigantesco número de pessoas, que, pela
falta de espaço, mal conseguiam andar ou se mover. Isso resultou em
pessoas urinando dentro do hall da catedral. A igreja católica denunciou essas ações e, no fim de tudo, acabou por banir futuras apresentações nas propriedades da igreja.
Nico voltou para Nova York no fim de 1979, onde o seu show de volta no CBGB no começo do ano de 1980, foi bem comentado no New York Times. Ela começou a tocar regularmente no Mudd Club e em outros locais.
Nico gravou seu próximo álbum de estúdio, o Drama of Exile, em 1981. O álbum separou-a de John Cale (que vinha acompanhado-a desde o começo) e trouxe uma mistura de rock e arranjos do médio oriente . Ela gravou o seu último álbum a solo, Camera Obscura, no ano de 1985, novamente com John Cale, desta vez, como produtor, e com os The Faction (James Young e Graham Dids).
Entre 1970 e 1979, Nico fez sete filmes com o diretor francês Philippe Garrel. Ela conheceu Garrel em 1969 e contribui com a música "The Falconer" para seu filme, "Le Lit de la Vierge".
Mais tarde, ela estava vivendo com Garrel e tornou-se uma figura
central em seu círculo pessoal e cinematográfico. A primeira aparição de
Nico em um filme de Garrel aconteceu em, La Cicatrice Intérieure, de 1972. Nico contribui também com uma música para o filme. Ela apareceu em outros filmes de Garrel como Anathor (de 1972); o filme biográfico de Jean Seberg, Les Hautes Solitudes, lançado em 1974; Un ange passe (de 1975); Le Berceau de cristal (de 1976), estrelando Pierre Clementi, Nico e Anita Pallenberg; e também Voyage au jardin des morts (de 1978). Seu filme de 1991, J'entends Plus la Guitare, é dedicado à Nico.
“
Nico
parecia uma criança, era uma pessoa infantil, muito doce, mas as drogas
deixaram-na medonha. Nos anos cinquenta, tinha sido uma modelo famosa
por causa daquele visual loiro alemão. Mas com todo aquele veneno em seu
organismo, ela quis ficar feia, porque, se você quisesse ser aceito no
mundo da droga, devia ser repulsivo e fazer sons feios. Por isso ela se
esforçou bastante para parecer feia e fazer sons feios, mas era apenas
uma trilha auto-destrutiva na qual ela entrou quando se ligou em
heroína. Ela levou bastante tempo para morrer, mas na época já tinha
parado. Estava usando metadona, mas provavelmente o organismo dela
estava debilitado.
”
Morte
Nico foi viciada em heroína mais de quinze anos. O biógrafo Richard Witts
especulou que o vício de Nico se deu por suas experiências traumáticas
de guerra, ainda durante sua infância, e também por ser uma criança
ilegítima.
No dia 18 de julho de 1988, enquanto estava em férias com o seu filho em Ibiza, na Espanha, Nico teve um ataque cardíaco
enquanto andava de bicicleta e, na queda, bateu com a cabeça. O motorista
de um táxi que passava encontrou-a inconsciente e teve dificuldade para
conseguir encontrar um hospital que a atendesse em Ibiza, pois Nico não
tinha plano de saúde.
“
No
fim da manhã de 17 de julho de 1988, minha mãe me disse que precisava ir
ao centro para comprar marijuana. Sentou na frente do espelho e enrolou
um lenço preto em volta da cabeça. Minha mãe fixou o olhar no espelho e
tomou o maior cuidado para enrolar o lenço de maneira apropriada.
Desceu a colina na bicicleta dela: "Não vou demorar". Ela saiu no começo
da tarde, lá pela uma hora, no dia mais quente do ano, estava trinta e
cinco graus.
”
“
Nico
morreu porque não tinha plano de saúde em Ibiza. Ela usava aquelas
detestáveis roupas hippies de lã para disfarçar a sua aparência, que tinha
se deteriorado com o vício. E ela estava pedalando, usando aquelas
coisas de lã no meio do verão, no maior calor, e teve uma insolaçãozinha,
que provavelmente teria sido bem fácil de tratar. Mas o taxista que a
encontrou na estrada levou-a a dois ou três hospitais em Ibiza e nenhum
deles a aceitou. Finalmente a Cruz Vermelha aceitou-a e ela morreu lá.
”
Incorretamente, foi diagnosticada como tendo sofrido insolação, e morreu no dia seguinte. O exame de raio-X, mais tarde, acabou revelando uma severa hemorragia cerebral que lhe causou a morte.
Nico foi enterrada no "Grunewald Forest Cemetery" em Berlim. Alguns amigos puseram a tocar a música "Mütterlein", do seu álbum "Desertshore", no seu funeral.
Peter Mark Sinclair "Marc" Almond (Leeds, Merseyside, 9 de julho de 1957) é um compositor e músico britânico. Almond começou apresentando-se e gravando no duo de synthpop/new waveSoft Cell.
Também possui uma carreira a solo diversificada. As suas colaborações
incluem um dueto com Gene Pitney no single número um no Reino Unido em
1989 "Something's Gotten Hold of My Heart". Almond vendeu mais de 30 milhões de discos no mundo todo. Passou um mês em coma, após um acidente de moto, quase fatal, em 2004, e mais tarde tornou-se um patrono da causa dos problemas cerebrais.
Foi elevado a Oficial da Ordem do Império Britânico (OBE) no ano de 2018, pelos seus serviços para com arte e cultura.
Ian Astbury (Heswall, 14 de maio de 1962) é um cantor e compositor inglês, mais conhecido como membro fundador e vocalista da banda de rock The Cult.
Biografia
Filho
de um oficial da marinha mercante britânica, Robert Leighton Astbury,
de origem irlandesa, e de Judith Lindsay Astbury, professora de origem
escocesa, o seu primeiro instrumento foi o saxofone nas aulas da escola.
Começou a seguir a banda punk Crass como roadie, onde aprendeu a tocar
bateria e outros instrumentos musicais. O seu primeiro ensaio musical foi
cantando covers dos Sex Pistols para tentar ser vocalista da banda Send No Flowers, mas tornou-se vocalista da bandaThe Cult, que ele próprio formou. Entre 1983–1995 e 1999 até
o presente, também faz parte da banda de tributo aos The Doors, Riders On The Storm, que conta com a presença dos membros originais dos The Doors, Ray Manzarek e Robbie Krieger.
O vocalista iniciou sua carreira musical aos 20 anos nos anos 80 com a
banda The Southern Death Cult. Mais tarde a banda desapareceu e o
cantor recrutou Jamie Stewart e Billy Duffy e formaram os Death Cult. Mais tarde a banda passa chamar-se The Cult.
Ian e sua família mudaram-se para Hamilton, em Ontário, no Canadá, em 1973, quando ele tinha 11 anos de idade. Ele viveu lá por cinco anos antes de se mudar novamente para o Reino Unido. O seu pai trabalhou na International Harvester
e sua mãe era contadora. Neste curto período de tempo no país, ele
desenvolveu um amor pelo Canadá e afirmou em entrevistas que iria seguir
os playoffs da Stanley Cup, especialmente se a equipe canadiana
estivesse jogando.
Fase Pré Cult
Em 1979, enquanto ainda vivia em Glasgow, enquanto assistia o filme Apocalypse Now,
ficou profundamente impressionado com a canção "The End" do The Doors, e
que mais tarde ele descreveu como "uma experiência religiosa". Em 1980, ele estava em Liverpool,
onde era ativo na cena punk em torno do 'Eric's Club'. Mudou-se para
Bradford no final de 1980, onde se tornou membro fundador da banda punk
Southern Death Cult, em 1981. Os Southern Death Cult duraram até março de
1983. Juntamente com o guitarrista Billy Duffy, o baixista Jamie Stewart
e o baterista Raymond Taylor Smith, Astbury formou uma nova banda,
Death Cult, lançado The Death Cult (EP) e posteriormente abandona a palavra
Death do nome para se tornarem os The Cult.
The Cult
The Cult iniciaram as suas atividades em 1983. O seu primeiro álbum, Dreamtime foi lançado em 1984, e seguido por Love, em 1985. Love
contou com o single She Sells Sanctuary, que os apresentou para um
público internacional. No seu terceiro álbum, Electric, The Cult fizeram uma
transformação de som hard rock com a ajuda de Rick Rubin. Após o
lançamento do álbum Sonic Temple em 1989 e do single Fire Woman,
Astbury mudou-se para Los Angeles, Califórnia.
Anos 90
Em
1994, os The Cult voltaram com um álbum sem título e uma mudança de
ritmo
musical. Seu som hard rock desapareceu, substituído por um interesse
crescente de Astbury em música alternativa, moda e letras
introspetivas. O álbum auto-intitulado, não foi um sucesso comercial,
devido principalmente à falta de apoio de rádio para os álbuns de dois
singles ("Coming Down" e "Star"). Para apoiar o álbum eles partiram numa
turnê, no Brasil, no entanto, diferenças criativas de Astbury com o
guitarrista Duffy atingiram o seu pico.
Inspirado por sua súbita mudança de direção, Astbury logo depois
montou um outro grupo e começou a escrever novas músicas. Ele chamou o
grupo The Holy Barbarians, e em 1996 a banda lançou o álbum Cream. Embora não tenha sido um sucesso comercial, The Holy Barbarians
foi bem recebido por muitos que tinham recuperado o respeito por
Astbury como artista. Um aspecto notável da banda foi na pequena Forum
Tunbridge Wells, que os viu sendo acompanhado no palco por Vic Reeves
para uma versão de clássico "Wildflower" do Cult.
Dificuldades pessoais e uma unidade para mais introspeção levou
Astbury para longe de seu novo grupo, como ele começou a trabalhar num
álbum solo (eventualmente lançada como Spirit\Light\Speed|Spirit\Light\Speed).
Em 1999, Astbury e Duffy reformam os The Cult. Um novo contrato
com a Atlantic Records foi rubricado, e em 2001 veio o lançamento de Beyond Good and Evil.
O sucesso de rádio no início foi garantido pelo single "Rise", até que a
banda teve uma briga com a Atlantic e terminou todas as promoções
comerciais e de reprodução de rádio para o álbum. Astbury descreveu a
briga com a gravadora como "destruidora da alma"; então desiludido, ele
trouxe os The Cult para outro hiato em 2002.
Anos 2000
Astbury, que se assemelhava com o vocalista do The Doors, Jim Morrison,
tornou-se vocalista do The Doors do século XXI, em 2002. O grupo
apresentava os membros originais dos The Doors, Robby Krieger e Ray
Manzarek. Em 2003, Astbury também atuou com os membros sobreviventes
dos MC5 no 100 Club, em Londres, antes de finalmente reformar The Cult
com Duffy novamente em 2006, para uma série de datas ao vivo e rumores
de reedições e outro maior compilação de sucessos nos trabalhos.
Durante o início de 2007, The Cult entraram em estúdio para começar
a produção de Born Into This, o primeiro álbum do grupo em seis anos.
Também previsto para lançamento foi um DVD da banda de 13 novembro de
2006, concerto no Irving Plaza, em Nova York.
A formação actual dos The Cult consiste em Astbury e Duffy, junto
com o baixista Chris Wyse, o baterista John Tempesta e o guitarrista Mike Dimkitch.
Em 2009, os The Cult anunciaram uma série de shows em todo os EUA,
Canadá e Europa, anunciado como "'Love' Live", onde a banda tocou seu
clássico álbum, "Love", na sua totalidade.
Em 29 de maio de 2010 Boris realizado "The End", com Ian Astbury
no Festival Vivid em Sydney.
Ele mora em Los Angeles e apoia a equipa de futebol Hollywood
United com Billy Duffy e Steve Jones dos Sex Pistols e é um adepto do clube inglês Everton FC.
Em 26 de maio de 2012, Astbury casou-se com Aimee Nash, vocalista e guitarrista da banda The Black Ryder, em Las Vegas.
Outros empreendimentos musicais
Astbury
participa das faixas "Burn My Shadow", "When Things Explode" e
"Forever" do UNKLE. Ele também canta "Flame On" no álbum solo de Tony Iommi (guitarrista do Black Sabbath) Iommi, e gravou um dueto com Deborah Harry no seu álbum de 1989, Def, Dumb and Blonde na música "Lovelight".
Em 2010, ele forneceu os vocais para a música "Ghost" no álbum solo homónimo do guitarrista Slash. A faixa também contou com a participação do ex-guitarrista do Guns N 'Roses, Izzy Stradlin, na guitarra base. Astbury também é creditado por tocar bateria numa faixa chamada "Gasp" dos Japanese Cartoon.
Nico encontrou fama como modelo. Após abandonar a escola aos 13 anos de idade, ela começou a vender lingerie. Um ano mais tarde, sua mãe encontrou seu trabalho como modelo em Berlim.
Enquanto trabalhava como modelo, conheceu o fotógrafo Herbert Tobias, que lhe deu o nome Nico. Mais tarde, mudou-se para Paris e trabalhou para a revista Vogue, Tempo, Vie Nuove, Mascotte Spettacolo, Camera, Elle e outras revistas de moda no começo dos anos 50.
Após aparecer em vários comerciais de televisão, Nico conseguiu um papel pequeno no filme "La Tempesta" (1958), do diretor
Alberto Lattuada. Mais tarde, porém naquele mesmo ano, apareceu no
filme "For the First Time", do diretor Rudolph Maté, ao lado de
conhecidos atores como Mario Lanza.
Em 1959 foi convidada para ir ao set de "La dolce vita", do diretor Federico Fellini,
atraindo a atenção do diretor, fazendo com que desse a Nico um
pequeno papel no filme. Naquela época, ela tinha-se mudado para Nova York para ter aulas de teatro com Lee Strasberg.
Após dividir o seu tempo entre Nova York e Paris, conseguiu o papel principal no filme "Strip-Tease" (1963), do diretor Jacques Poitrenaud. Ela gravou também o title track para o filme, que foi produzido por Serge Gainsbourg, mas que não fora lançado até 2001, quando a música foi incluída no CD como parte da coletânea francesa "Le Cinéma de Serge Gainsbourg".
Durante esse período, ela deu à luz o seu filho, Ari (nascido em 1962), que teve como pai o ator francês Alain Delon. Entretanto, a criança foi criada a maior parte do tempo pelos pais de Delon, que sempre insistiu em negar sua paternidade.
Carreira musical
Em 1965, Nico conheceu o famoso guitarrista do Rolling StonesBrian Jones e gravou com ele o seu primeiro single, "I'm Not Sayin'". O ator Ben Carruthers apresentou-a a Bob Dylan em Paris naquele verão. Dizem que Dylan, mais tarde, escreveu a música "I'll Keep It With Mine" para Nico.
Após Andy Warhol se tornar o empresário do Velvet Underground, ele propôs que o grupo teria Nico como vocalista.
O grupo concordou, apesar de uma considerável relutância, devido a
razões pessoais e musicais - John Cale, do grupo, descreveu Nico como "tone deaf", algo como: "quem não tem ouvido".
Apesar disso, ele iria ter papel fundamental na carreira a solo de Nico. O
grupo, incluindo Nico, tornaram-se os acompanhantes pessoais para a "Exploding Plastic Inevitable", um show experimental e alternativo de Andy Warhol, que misturava música, filme, dança e pop art.
Nico fez a voz principal principal em três músicas ("Femme Fatale", "All
Tomorrow's Parties" e "I'll Be Your Mirror") e providenciou o backing
vocal em ("Sunday Morning") no álbum de estreia da banda: The Velvet Underground and Nico. Lançado no ano de 1967, o álbum foi fundamental para o aparecimentos de muitos géneros musicais, incluindo o punk rock e New Wave.
Nico foi viciada em heroína mais de quinze anos. O biógrafo Richard Witts
especulou que o vício de Nico se deu por suas experiências traumáticas
de guerra, ainda durante sua infância, e também por ser uma criança
ilegítima.
No dia 18 de julho de 1988, enquanto estava em férias com o seu filho em Ibiza, na Espanha, Nico teve um ataque cardíaco
enquanto andava de bicicleta e, na queda, bateu com a cabeça. O motorista
de um táxi que passava encontrou-a inconsciente e teve dificuldade para
conseguir encontrar um hospital que a atendesse em Ibiza, pois Nico não
tinha plano de saúde.
“
No
fim da manhã de 17 de julho de 1988, minha mãe me disse que precisava ir
ao centro para comprar marijuana. Sentou na frente do espelho e enrolou
um lenço preto em volta da cabeça. Minha mãe fixou o olhar no espelho e
tomou o maior cuidado para enrolar o lenço de maneira apropriada.
Desceu a colina na bicicleta dela: "Não vou demorar". Ela saiu no começo
da tarde, lá pela uma hora, no dia mais quente do ano, estava trinta e
cinco graus.
”
“
Nico
morreu porque não tinha plano de saúde em Ibiza. Ela usava aquelas
detestáveis roupas hippies de lã para disfarçar a sua aparência, que tinha
se deteriorado com o vício. E ela estava pedalando, usando aquelas
coisas de lã no meio do verão, no maior calor, e teve uma insolaçãozinha
que provavelmente teria sido bem fácil de tratar. Mas o taxista que a
encontrou na estrada levou-a a dois ou três hospitais em Ibiza e nenhum
deles a aceitou. Finalmente a Cruz Vermelha aceitou-a e ela morreu lá.
”
Incorretamente, ela foi diagnosticada por ter sofrido insolação, e morreu no dia seguinte. O exame de raio-X, mais tarde, acabou revelando uma severa hemorragia cerebral, que foi o que lhe causou a morte.
Nico foi enterrada no "Grunewald Forest Cemetery" em Berlim. Alguns amigos puseram a tocar a música "Mütterlein", do seu álbum "Desertshore", no seu funeral.
Steven Severin é o nome artístico do baixista e compositor Steven John Bailey, nascido a 25 de setembro de 1955, em Londres. Ele integrou o famoso grupo de fãs dos Sex Pistols, o "Bromley Contingent", e é um dos membros fundadores dos Siouxsie And The Banshees.
Antes de adotar como pseudónimo o nome "Steven Severin", que em muitos
locais aparece também como "Steve Severin", (onde "Severin" é uma
referência a canção "Venus In Furs", dos Velvet Underground), ele adotou outros como Steve Havoc e Steve Spunker.
Perry Archangelo Bamonte (London, 3 September 1960) is an English musician and illustrator, best known as a member of the rock band The Cure from 1990 to 2005, and again since 2022.
Biography
Bamonte was born in London, England. His older brother Daryl worked as a tour manager for The Cure and Depeche Mode,
and via this connection Perry joined the Cure's road crew in 1984. He
eventually became the guitar tech and personal assistant for group
leader Robert Smith.
Already a guitarist, during this period Bamonte was taught to play
piano and keyboards by Smith's sister Janet. When keyboardist Roger O'Donnell
left the Cure in 1990, Bamonte was promoted to a full member of the
band, playing both keyboards and guitar regularly, as well as six-string bass and percussion occasionally.
Bamonte's first album with the Cure was Wish in 1992, and he remained with the band for their next three albums. Due to the departure of guitarist Porl Thompson
and the return of Roger O'Donnell during this period, Bamonte's duties
for the band shifted to a stronger focus on guitar and less on
keyboards. In 2005, Bamonte and O'Donnell were dismissed by Smith, who reportedly wanted to reinvent the band as a three-piece.
Despite the abrupt dismissal and the lack of an official statement
describing the reason, Bamonte and Smith remained on amicable terms.
Bamonte kept a low profile for several years, devoting his time to fly fishing and a career as an illustrator. He continues to contribute content and illustrations for the magazine Fly Culture. In 2012 he joined the supergroup Love Amongst Ruin as bassist and appeared on their 2015 album Lose Your Way. In 2019, Bamonte joined fellow members of the Cure, past and present, for their induction into the Rock and Roll Hall of Fame.
In a move that had not been previously announced, Bamonte rejoined the
Cure in 2022 for the first performance of their extensive Lost World
Tour, and has remained with the band since.
Davidson Elizabeth Fraser (Grangemouth, Escócia, 29 de agosto de 1963) é uma cantora escocesa, mais conhecida por seu trabalho como vocalista do grupo Cocteau Twins. O seu estilo vocal, melódico e abstrato, e as suas letras, indecifráveis têm gerado muita discussão ao longo dos anos.
Nico encontrou fama como modelo. Após abandonar a escola aos 13 anos de idade, ela começou a vender lingerie. Um ano mais tarde, sua mãe encontrou seu trabalho como modelo em Berlim.
Enquanto trabalhava como modelo, conheceu o fotógrafo Herbert Tobias, que lhe deu o nome Nico. Mais tarde, mudou para Paris e trabalhou para a revista Vogue, Tempo, Vie Nuove, Mascotte Spettacolo, Camera, Elle, e outras revistas de moda no começo dos anos 50.
Após aparecer em vários comerciais de televisão, Nico conseguiu um papel pequeno no filme "La Tempesta" (1958), do diretor
Alberto Lattuada. Mais tarde, porém naquele mesmo ano, apareceu no
filme "For the First Time", do diretor Rudolph Maté, ao lado de
conhecidos atores como Mario Lanza.
Em 1959 foi convidada para ir ao set de "La dolce vita", do diretor Federico Fellini,
atraindo a atenção do diretor, fazendo com que desse a Nico um
pequeno papel no filme. Naquela época, ela tinha se mudado para Nova York para ter aulas de teatro com Lee Strasberg.
Após dividir o seu tempo entre Nova York e Paris, conseguiu o papel principal no filme "Strip-Tease" (1963), do diretor Jacques Poitrenaud. Ela gravou também o title track para o filme, que foi produzido por Serge Gainsbourg, mas que não fora lançado até 2001, quando a música foi incluída no CD como parte da coletânea francesa "Le Cinéma de Serge Gainsbourg".
Durante esse período, ela deu à luz o seu filho, Ari (nascido em 1962), que teve como pai o ator francês Alain Delon. Entretanto, a criança foi criada a maior parte do tempo pelos pais de Delon, que sempre insistiu em negar sua paternidade.
Carreira musical
Em 1965, Nico conheceu o famoso guitarrista do Rolling StonesBrian Jones e gravou com ele o seu primeiro single, "I'm Not Sayin'". O ator Ben Carruthers apresentou-a a Bob Dylan em Paris naquele verão. Dizem que Dylan, mais tarde, escreveu a música "I'll Keep It With Mine" para Nico.
Após Andy Warhol se tornar o empresário do Velvet Underground, ele propôs que o grupo teria Nico como vocalista.
O grupo concordou, apesar de uma considerável relutância, devido a
razões pessoais e musicais - John Cale, do grupo, descreveu Nico como "tone deaf", algo como: "quem não tem ouvido".
Apesar disso, ele iria ter papel fundamental na carreira a solo de Nico. O
grupo, incluindo Nico, tornaram-se os acompanhantes pessoais para a "Exploding Plastic Inevitable", um show experimental e alternativo de Andy Warhol, que misturava música, filme, dança e pop art.
Nico fez a voz principal principal em três músicas ("Femme Fatale", "All
Tomorrow's Parties" e "I'll Be Your Mirror") e providenciou o backing
vocal em ("Sunday Morning") no álbum de estreia da banda: The Velvet Underground and Nico. Lançado no ano de 1967, o álbum foi fundamental para o aparecimentos de muitos géneros musicais, incluindo o punk rock e New Wave.
Pouco tempo após a turnê que se seguiu, a Exploding Plastic Inevitable, saiu de cena no começo de 1967 e
Nico e os Velvet Underground foram por caminhos diferentes. Tanto Lou
Reed como John Cale tocaram em partes significativas dos projetos a solo de
Nico. Nos próximos vinte anos que se seguiram, gravou uma série de
álbuns aclamados pela crítica, trabalhando em projetos parecidos com Brian Eno e Phil Manzanera.
John Cale esteve particularmente envolvido nas músicas de Nico,
produzindo quatro dos seus álbuns, como também fazendo arranjos e tocando
diversos instrumentos nas gravações.
Chelsea Girl é um álbum tradicional de folk que influenciou artistas do estilo como Leonard Cohen,
com arranjos de instrumentos de corda e flautas sobrepostos por seu
produtor. Nico, no entanto, não ficou satisfeita com o resultado do
álbum finalizado.
Para o seu outro LP, o The Marble Index, lançado em 1969,
Nico escreveu todas as músicas do álbum e fez as estruturas de todas as
músicas, que consistem principalmente num balanço de harmónio nos acordes. Os arranjos foram escritos por John Cale, que deu às músicas de Nico um estilo de folk e instrumentos clássicos. Frazier Mohawk
produziu o álbum. A harmonia de Nico tornou-se sua assinatura para o resto
de sua carreira. O álbum combina elementos clássicos com o som de folkeuropeu.
Nico lançou mais dois álbuns solo nos anos 70: o clássico Desertshore (1970), também produzido por John Cale. Já The End
(1974), foi co-produzido por Cale e Joe Boyd. Cale tocou a maior parte
dos instrumentos nesses dois álbuns. Nico escreveu as músicas, cantou e
tocou harmónio. The End, traz o músico Brian Eno tocando sintetizador.
No dia 13 de dezembro de 1974, Nico foi o suporte para o infame show da Tangerine Dream na Reims Cathedral em Reims, na França.
O promotor tinha vendido mais ingressos que o permitido, deixando o
local inapropriado para aquele gigantesco número de pessoas, que, pela
falta de espaço, mal conseguiam andar ou se mover. Isso resultou em
pessoas urinando dentro do hall da catedral. A igreja católica denunciou essas ações e, no fim de tudo, acabou por banir futuras apresentações nas propriedades da igreja.
Nico voltou para Nova York no fim de 1979, onde o seu show de volta no CBGB no começo do ano de 1980, foi bem comentado no New York Times. Ela começou a tocar regularmente no Mudd Club e em outros locais.
Nico gravou seu próximo álbum de estúdio, o Drama of Exile, em 1981. O álbum separou-a de John Cale (que vinha acompanhado-a desde o começo) e trouxe uma mistura de rock e arranjos do médio oriente . Ela gravou o seu último álbum a solo, Camera Obscura, no ano de 1985, novamente com John Cale, desta vez, como produtor, e com os The Faction (James Young e Graham Dids).
Entre 1970 e 1979, Nico fez sete filmes com o diretor francês Philippe Garrel. Ela conheceu Garrel em 1969 e contribui com a música "The Falconer" para seu filme, "Le Lit de la Vierge".
Mais tarde, ela estava vivendo com Garrel e tornou-se uma figura
central em seu círculo pessoal e cinematográfico. A primeira aparição de
Nico em um filme de Garrel aconteceu em, La Cicatrice Intérieure, de 1972. Nico contribui também com uma música para o filme. Ela apareceu em outros filmes de Garrel como Anathor (de 1972); o filme biográfico de Jean Seberg, Les Hautes Solitudes, lançado em 1974; Un ange passe (de 1975); Le Berceau de cristal (de 1976), estrelando Pierre Clementi, Nico e Anita Pallenberg; e também Voyage au jardin des morts (de 1978). Seu filme de 1991, J'entends Plus la Guitare, é dedicado à Nico.
“
Nico
parecia uma criança, era uma pessoa infantil, muito doce, mas as drogas
deixaram-na medonha. Nos anos cinquenta, tinha sido uma modelo famosa
por causa daquele visual loiro alemão. Mas com todo aquele veneno em seu
organismo, ela quis ficar feia, porque, se você quisesse ser aceito no
mundo da droga, devia ser repulsivo e fazer sons feios. Por isso ela se
esforçou bastante para parecer feia e fazer sons feios, mas era apenas
uma trilha auto-destrutiva na qual ela entrou quando se ligou em
heroína. Ela levou bastante tempo para morrer, mas na época já tinha
parado. Estava usando metadona, mas provavelmente o organismo dela
estava debilitado.
”
Morte
Nico foi viciada em heroína mais de quinze anos. O biógrafo Richard Witts
especulou que o vício de Nico se deu por suas experiências traumáticas
de guerra, ainda durante sua infância, e também por ser uma criança
ilegítima.
No dia 18 de julho de 1988, enquanto estava em férias com o seu filho em Ibiza, na Espanha, Nico teve um ataque cardíaco
enquanto andava de bicicleta e, na queda, bateu com a cabeça. O motorista
de um táxi que passava encontrou-a inconsciente e teve dificuldade para
conseguir encontrar um hospital que a atendesse em Ibiza, pois Nico não
tinha plano de saúde.
“
No
fim da manhã de 17 de julho de 1988, minha mãe me disse que precisava ir
ao centro para comprar marijuana. Sentou na frente do espelho e enrolou
um lenço preto em volta da cabeça. Minha mãe fixou o olhar no espelho e
tomou o maior cuidado para enrolar o lenço de maneira apropriada.
Desceu a colina na bicicleta dela: "Não vou demorar". Ela saiu no começo
da tarde, lá pela uma hora, no dia mais quente do ano, estava trinta e
cinco graus.
”
“
Nico
morreu porque não tinha plano de saúde em Ibiza. Ela usava aquelas
detestáveis roupas hippies de lã para disfarçar a sua aparência, que tinha
se deteriorado com o vício. E ela estava pedalando, usando aquelas
coisas de lã no meio do verão, no maior calor, e teve uma insolaçãozinha,
que provavelmente teria sido bem fácil de tratar. Mas o taxista que a
encontrou na estrada levou-a a dois ou três hospitais em Ibiza e nenhum
deles a aceitou. Finalmente a Cruz Vermelha aceitou-a e ela morreu lá.
”
Incorretamente, foi diagnosticada como tendo sofrido insolação, e morreu no dia seguinte. O exame de raio-X, mais tarde, acabou revelando uma severa hemorragia cerebral que lhe causou a morte.
Nico foi enterrada no "Grunewald Forest Cemetery" em Berlim. Alguns amigos puseram a tocar a música "Mütterlein", do seu álbum "Desertshore", no seu funeral.
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