sexta-feira, fevereiro 09, 2024

Holly Johnson, vocalista dos Frankie Goes to Hollywood, nasceu há 64 anos


William "Holly" Johnson (born 9 February 1960) is an English artist, musician, and writer, best known as the lead vocalist of Frankie Goes to Hollywood, who achieved huge commercial success in the mid-1980s. Prior to that, in the late 1970s he was a bassist for the band Big in Japan. In 1989, Johnson's debut solo album, Blast, reached number one in the UK albums chart. Two singles from the album – "Love Train" and "Americanos" – reached the top 5 of the UK Singles Chart. In the 1990s, he also embarked on writing, painting, and printmaking careers.

   

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In March 1994, Johnson's critically acclaimed autobiography A Bone in My Flute was published, in which he discusses his struggle with, and acceptance of, his homosexuality. The same year, he recorded a new single, "Legendary Children (All of Them Queer)", whose lyrics referred to famous LGBT people throughout history. During 1994, he performed live at London's Gay Pride show, where he performed "Relax", "Legendary Children" and "The Power of Love". The same month Johnson featured on and co-wrote the single "Love and Hate" by Ryuichi Sakamoto for his album Sweet Revenge.

in Wikipédia

 


Brian Greene faz hoje sessenta e um anos

 

    
Brian Greene (Nova Iorque, 9 de fevereiro de 1963) é um físico norte-americano, professor da Universidade de Columbia e especialista da teoria das cordas.

Biografia
Nascido em Nova Iorque, Greene foi um menino prodígio em matemática. A partir dos doze anos passou a ter lições particulares com um professor da Universidade de Columbia, visto dominar já a matemática do ensino secundário.
Ingressou em Harvard em 1980 para estudar física. Tendo concluído o bacharelado, foi para Oxford como Rhodes Scholar para concluir o doutoramento. Entrou na Universidade de Columbia em 1996, onde é professor desde 2003. Atualmente é co-diretor do Columbia's Institute for Strings, Cosmology, and Astroparticle Physics (Instituto de Cordas, Cosmologia e Física de Partículas da Universidade de Columbia) (ISCAP) e lidera um programa de pesquisas da aplicação da teoria das supercordas em questões cosmológicas.
As suas atividades para o público em geral incluem palestras (técnicas e gerais) em mais de 25 países, três livros de divulgação científica (O Universo elegante: Supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria definitiva - 2001, O Tecido do Cosmos: O espaço, o tempo e a textura da realidade - 2005, A Realidade Oculta - Universos paralelos e as leis profundas do cosmos - 2012), uma novela de ficção científica (Icarus at the Edge of Time, de 2008) e aparições na televisão (CNN, Time, David Letterman, Big Bang Theory, etc).

A beatlemania na América começou há sessenta anos...!

  
The Ed Sullivan Show foi um programa de televisão dos Estados Unidos de variedades, que foi exibido de 20 de junho de 1948 até 6 de junho de 1971 e apresentado por Ed Sullivan. O programa era exibido pela rede de televisão CBS aos domingos às 20.00 horas.
O programa exibia todo tipo de atrações, de apresentações de grupos de rock a óperas, de comediantes a espetáculos de ballet. O programa tinha a mesma essência dos vaudeville, inclusive Sullivan regularmente apresentava ex-participantes desses espetáculos.
Na noite de 9 de fevereiro de 1964, o The Ed Sullivan Show chegou ao auge da popularidade, com a apresentação do grupo britânico The Beatles, com uma audiência estimada em 70 milhões de norte-americanos. Até à chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969, esta fora, até então, a maior audiência da televisão americana.
  

 


Alban Berg nasceu há 139 anos...

    
Alban Maria Johannes Berg
(Viena, 9 de fevereiro de 1885 - Viena, 24 de dezembro de 1935) foi um compositor austríaco.
Foi apelidado "o romântico do dodecafonismo", pois nas obras que escreveu esse estilo sobrevive na expressividade e dramatismo. Compôs as óperas Wozzeck e a incompleta Lulu.
Autodidacta musical até ser aluno de Arnold Schoenberg (entre 1904 e 1911), acaba por interessar-se por composição e pelo dodecafonismo. Junto com o seu mestre Schoenberg e o seu amigo e condiscípulo Anton Webern pertence à chamada Segunda Escola de Viena (sendo a primeira o trio formado por Haydn, Mozart e Beethoven).
A mais conhecida peça de Berg é o Concerto para Violino, na qual, tal como na maior parte do seu trabalho, emprega a técnica dos doze tons, que combina a atonalidade com as passagens harmónicas tradicionais da música europeia.
Berg fazia parte da elite cultural de Viena durante o início do século XX. No seu círculo de amigos encontram-se os músicos Alexander von Zemlinsky e Franz Schreker, o pintor Gustav Klimt, o escritor Karl Kraus, o arquitecto Adolf Loos, e o poeta Peter Altenberg. A estreia em 1924 de Wozzeck, ópera composta a partir da peça Woyzeck de Georg Büchner, é um enorme êxito em Viena.
Faleceu, provavelmente devido a uma picada de insecto e consequente septicemia, aos 50 anos.
    

 


Carmen Miranda nasceu há 115 anos...

      
Maria do Carmo Miranda da Cunha (Marco de Canaveses, 9 de fevereiro de 1909 - Los Angeles, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora e atriz luso-brasileira. A sua carreira artística decorreu no Brasil e Estados Unidos entre as décadas de 30 e 50. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão, chegando a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. 
     

 


As ilhas Svalbard são formalmente norueguesas há 104 anos

Museu sobre os pomor na colónia russa de Barentsburg (Баренцбург)

O Tratado de Svalbard, assinado em Paris a 9 de fevereiro de 1920, é um tratado multilateral que reconhece a soberania da Noruega sobre o arquipélago de Svalbard e suas águas territoriais, mas garante que os nacionais de todos os Estados contratantes beneficiam de igualdade de direitos no acesso aos recursos naturais da região (em especial à mineração do carvão). O Tratado permite à Noruega regular a exploração e tomar as medidas de proteção ambiental necessárias, mas impede qualquer discriminação positiva a favor dos seus nacionais ou de empresas norueguesas. O tratado também obriga à desmilitarização do território e proíbe a construção de qualquer tipo de fortificação.
    
Enquadramento político e partes contratantes iniciais
A soberania sobre Svalbard foi mantida indefinida durante quase 300 anos, com nacionais de vários Estados a exercerem atividade económica e de exploração científica no território, com especial destaque para os interesses ligados à Noruega e à Rússia.
A questão agudizou-se quando se descobriu que a ilha de Spitsbergen era rica em carvão e em 1906 a empresa de capitais americanos Arctic Coal Company (ACC) pretendeu iniciar a exploração industrial. O povoado então fundado recebeu o nome de Longyearbyen, hoje a capital do arquipélago, em honra do americano John Munroe Longyear, proprietário da ACC.
Em 1916, em plena Grande Guerra, a ACC vendeu a sua posição a interesses nórdicos e a companhia norueguesa (hoje estatal) Store Norske Spitsbergen Kulkompani A/S (SNSK), para além de outras duas empresas escandinavas e de uma neerlandesa, incrementou em muito a mineração, formando as primeiras colónias permanentes de dimensão apreciável no arquipélago.
Seguiram-se interesses russos, que também pretendiam acesso ao carvão da ilha, o que levou a uma crescente tensão em torno do domínio da ilha.
Terminada a guerra, as potências aliadas vencedoras resolveram apoiar as pretensões norueguesas, o que levou à assinatura em Paris (Sèvres), a 9 de fevereiro de 1920, do um tratado que clarificasse estas matérias.
O Tratado de Svalbard foi inicialmente assinado entre a Noruega, os Estados Unidos da América, o Reino Unido (e domínios integrados no então Império Britânico), a França, o Canadá, a Austrália, a Dinamarca, a Itália, os Países Baixos, a Suécia e o Japão. A União Soviética aderiu em 1924 e a Alemanha em 1925. Hoje o Tratado tem mais de 40 signatários, entre os quais Portugal (que o ratificou a 24 de outubro de 1927).
O Tratado de Svalbard, apesar de reconhecer a soberania norueguesa sobre a ilhas, impõe como condição a sua perpétua desmilitarização e o direito dos cidadão dos países signatários nelas se estabelecerem livremente para exploração dos seus recursos naturais, embora subordinados às leis promulgadas pela Noruega, que, contudo, não pode discriminar positivamente os seus cidadãos face aos dos restantes Estados signatários.
  
    
Os efeitos do Tratado
A internacionalização económica de Svalbard levou a que durante a maior parte do século XX a ilha de Spitsbergen tivesse entre os seus residentes mais cidadão soviéticos que noruegueses, já que a União Soviética investiu fortemente na exploração do carvão através da empresa estatal Trust Arktikugol (Арктикуголь), a única que, a par da norueguesa Store Norske Spitsbergen Kulkompani A/S, ainda mantém atividade mineira na ilha. Esta empresa adquiriu em 1932 as minas neerlandesas de Barentsburg, cuja exploração ainda mantém.
As atuais minas russas tinham pertencido à Nederlandsche Spitsbergen Compagnie (Nespico) N.V., empresa que a partir de 1921 tinha explorado carvão num local que chamou Barentsburg em homenagem ao explorador polar neerlandês Willem Barents. Nos seus tempos áureos, por meados da década de 20, a Nespico chegou a ter 500 trabalhadores na ilha.
Nos termos do Tratado, a partir de 1925 a Noruega assumiu a administração da ilha tendo, entre outras medidas, estabelecido normas de proteção ambiental que foram pioneiras na Europa. A administração está desde aquela data, com um interregno devido à ocupação alemã durante a II Guerra Mundial, entregue a um Governador nomeado pela Noruega.
Apesar de ser uma zona desmilitarizada, Spitsbergen está situada numa posição geoestratégica importante, pois controla o acesso aos portos russos de Murmansk e Arkhangelsk, os únicos de que na Rússia têm acesso irrestrito ao Atlântico.
Desencadeada a II Guerra Mundial, e ocupada a Noruega pela Alemanha, a atividade mineira foi suspensa e a ilha quase totalmente evacuada a 3 de setembro de 1941. Mesmo assim, forças alemãs bombardearam Longyearbyen e Barentsburg em setembro 1943 e Sveagruva no ano seguinte.
Terminada a guerra, a ilha passou a desempenhar um papel importante na Guerra Fria, com os seus mares a serem palco de frequentes incursões submarinas e aéreas.
Sendo a Noruega um membro da NATO, a convivência com a presença soviética em Svalbard foi complexa, até porque o número de cidadãos soviéticos era maior do que o de noruegueses e a autonomia de que gozam as diversas comunidade, e a sua auto-suficiência, faziam de Pyramiden (Пирамида) e Barentsburg (Баренцбург) verdadeiros enclaves soviéticos sobre os quais a Noruega não exercia qualquer real poder.
    

Edson Cordeiro - 57 anos

(imagem daqui)
   
   

 


The Rev nasceu há quarenta e três anos...

   
James Owen Sullivan
, mais conhecido como The Rev, diminutivo de The Reverend Tholomew Plague (Huntington Beach, 9 de fevereiro de 1981 - 28 de dezembro de 2009), foi um baterista, cantor e compositor norte-americano que fez sucesso com a banda Avenged Sevenfold.
    
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Jimmy foi encontrado morto na sua casa. A polícia foi notificada pelos bombeiros, que chegaram em sua casa às 13.00 horas. A polícia afirmara que The Rev teria morrido de causas naturais, e pouco depois a perícia foi considerada "inconclusiva". Em junho de 2010, descobriram a que morte foi causada por uma "overdose acidental", resultado de uma intoxicação devido ao efeito combinado de oxicodona, oximorfona, diazepam (todos eles calmantes). O baterista foi cremado , numa cerimónia privada, a 6 de janeiro. O guitarrista da banda Synyster Gates fez um elogio - no cemitério - aos pais de The Rev, juntamente com o ex-baterista do Pantera Vinnie Paul, o vocalista do Bullet For My Valentine, Matt Tuck, e os membros do Buckcherry e My Chemical Romance. Synyster Gates estava a escrever uma letra para uma música, para dedicar ao seu avô, que havia morrido, só que ainda não estava completa, então quando o seu melhor amigo, "The Rev", faleceu, resolveu terminar a letra e compor a canção "So Far Away".
    

 


Bill Haley, um dos fundadores do rock, morreu há quarenta e três anos...

  

Bill Haley ou Willian John Clifton (Highland Park, Michigan, 6 de julho de 1925 - Harlingen, Texas, 9 de fevereiro de 1981) foi um músico de rock and roll.

Ele é conhecido por muitos como o primeiro a popularizar este tipo de música, no início dos anos 50, com o seu grupo, os Bill Haley & His Comets, e a canção "Rock Around the Clock".
      

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 Haley faleceu na sua casa no Harlingen, Texas em 1981, vítima de um tumor cerebral. O seu corpo foi cremado.

    
 


Blecaute morreu há 41 anos...

  
Otávio Henrique de Oliveira
(Espírito Santo do Pinhal, 5 de dezembro de 1919 - Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1983) foi um cantor e compositor brasileiro conhecido como Blecaute.
Era também conhecido pela alcunha de "General da Banda", devido ao seu maior sucesso, a marchinha de Carnaval homónima.
   
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Doente desde 1978, Blecaute faleceu no dia 9 de fevereiro de 1983, aos 63 anos, no Hospital Municipal Cardoso Fontes, no Rio de Janeiro, vítima de uma paragem cardio-respiratória, após ficar uma semana internado. Foi sepultado no Cemitério de São João Batista, em Botafogo, zona sul carioca.
    

 


A Condessa de Ségur morreu há 150 anos...


Sophie Feodorovna Rostopchine, a Condessa de Ségur (São Petersburgo, 1 de agosto de 1799 - Paris, 9 de fevereiro de 1874) foi uma escritora russa, largamente conhecida no século XIX, como autora de obras-primas de literatura infanto-juvenil

A sua família era originária da Mongólia. O pai era o conde Fyodor Vasilyevich Rostopchin era comandante-geral e, em seguida, Ministro das Relações Exteriores da Rússia. Em 1812 era prefeito de Moscovo durante a invasão do exército francês sob o comando de Napoleão Bonaparte. Enquanto os historiadores discutem a autoria da ideia de atear fogo à cidade, ao seu pai é atribuída a ideia de deixar a cidade arrasada para evitar a sua conquista, apesar da oposição dos ricos proprietários. O incêndio e a "terra arrasada" - estratégias de defesa que minaram o exército invasor, forçaram Napoleão a uma retirada desastrosa.

Em 1814 a família Rostopchine foi forçada a partir para o exílio, primeiro dirigindo-se ao ducado de Varsóvia, depois à Confederação Alemã e península italiana e, finalmente, em 1817, para a França, durante a restauração dos Bourbon. Ali o seu pai estabeleceu um salão, e tanto a sua esposa como a filha se converteram ao catolicismo.

Foi no salão paterno que Sophie conheceu o conde Eugène Ségur, com quem se casou a 14 de julho de 1819. Foi um matrimónio em grande parte infeliz: o seu marido estava muitas vezes longe de casa, era descuidado, além de pobre (até ter se tornado um dos Pares de França, em 1830), e as suas visitas ao castelo onde morava a esposa, em Nouettes (próximo de L'Aigle, no Orne), eram bastante inconstantes. A despeito disso, renderam-lhe oito filhos - a ponto de o conde referir-se à esposa como "la mère Gigogne" (ou: "a mãe Matrioska"), numa referência às bonecas de madeira típicas da Rússia, onde uma figura esconde outra em seu interior, e assim sucessivamente. Um dos seu filhos foi o bispo Monsenhor de Ségur.

A Condessa de Ségur escreveu o seu primeiro conto com a idade de 58 anos.

  

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quinta-feira, fevereiro 08, 2024

Notícia sobre a nova coordenadora científica do Estrela Geopark


Helena Freitas é a nova coordenadora científica do Estrela Geopark

Nova coordenadora ressalva que tem acompanhado e participado em diversos eventos e que "estaria sempre com o Geopark em qualquer circunstância".

A professora da Universidade de Coimbra e coordenadora geral do Parque de Serralves, Helena Freitas, é a nova coordenadora científica do Estrela Geopark, com sede em Manteigas, distrito da Guarda, foi esta quinta-feira anunciado.

Em comunicado enviado à agência Lusa, o Estrela Geopark Mundial da UNESCO revela que Helena Freitas substitui Gonçalo Vieira, professor do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, da Universidade de Lisboa, coordenador científico entre 2016 e 2023, que cessou funções "por vontade própria".

O Estrela Geopark destaca que Gonçalo Vieira cessa funções "depois de um ciclo determinante para a classificação da serra da Estrela pela UNESCO e a revalidação desta distinção, em 2023, com a pontuação máxima de 1.000 pontos".

Em declarações à agência Lusa, Helena Freitas, realça que o Estrela Geopark é um projeto que acarinha e acompanha com muito interesse desde a sua génese. "Sempre entendi que era estruturante neste território com potencial para agregar um conjunto de municípios que têm uma matriz territorial muito forte".

A nova coordenadora científica ressalva que tem acompanhado e participado em diversos eventos e que "estaria sempre com o Geopark em qualquer circunstância".

"Farei a mesma coisa, mas agora com a responsabilidade também de participar de forma mais formal no sucesso e no processo de construção do Geopark na ligação à UNESCO", sublinhou.

Ao assumir as novas funções, Helena Freitas defende que é "uma oportunidade de estar mais presente" e de "ajuda a continuar a fazer o caminho positivo que tem sido feito e agora talvez valorizando mais a componente de educação e ciência para a sustentabilidade".

A professora da Universidade de Coimbra aponta que poderá ter uma atividade "mais expressiva" será nos projetos de educação ambiental, educação para a sustentabilidade e na questão climática.

A nova coordenadora científica é doutorada em Ecologia e professora catedrática na área da Biodiversidade e Ecologia na Universidade de Coimbra, coordenadora da Cátedra UNESCO em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento, coordenadora do Centro de Ecologia Funcional e coordenadora Científica do Laboratório de Fitossanidade do Instituto Pedro Nunes.

O Estrela Geopark destaca ainda que Helena Freitas pertence ao Mission Board for Climate Change Adaptation, da Comissão Europeia, e é Ponto Focal de Portugal para o Intergovernmental Platform for Biodiversity and Ecosystem Services, das Nações Unidas.

O Estrela Geopark, classificado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) desde julho de 2020, tem uma área de 2.216 quilómetros quadrados (km2), pertencentes a nove municípios dos distritos da Guarda, Castelo Branco e Coimbra (Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Manteigas, Seia e Oliveira do Hospital).

Os geoparks mundiais da UNESCO têm como missão a valorização e a preservação do património Geológico, através da Educação, da Ciência e do Turismo Sustentável, construindo estratégias de desenvolvimento territorial. Atualmente existem 195 geoparks em todo o mundo, cinco dos quais em Portugal.

 

in CM

Júlio Verne nasceu há 196 anos

    
Júlio Verne, em francês Jules Verne (Nantes, 8 de fevereiro de 1828 - Amiens, 24 de março de 1905), foi um escritor francês.
Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado, e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do género da ficção científica, tendo feito predições nos seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
Até hoje Júlio Verne é um dos escritores cuja obra foi mais traduzida, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.
Júlio Verne passou a infância, com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Júlio estudou em Nantes onde tirou o curso de direito. Mais tarde, o seu pai, com a esperança de que o filho seguisse a sua carreira de advogado, enviou o jovem Júlio para Paris, a fim de estudar Direito. Ali começou a se interessar mais pelo teatro do que pelas leis, tendo escrito alguns librettos de operetas e pequenas histórias de viagens. O seu pai, ao saber disso, cortou-lhe o apoio financeiro, o que o levou a trabalhar como corretor de ações, o que teve como propósito de lhe garantir alguma estabilidade financeira. Foi quando conheceu uma viúva, com duas filhas, chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e de quem teve, em 1861, um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante esse período conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
    
A carreira literária de Júlio Verne começou a destacar-se quando se associou a Pierre-Jules Hetzel, editor experiente que trabalhava com grandes nomes da época, como Alfred de Brehat, Victor Hugo, George Sand e Erckmann-Chatrian.
Hetzel publicou a primeira grande novela de sucesso de Júlio Verne em 1862, o relato de viagem à África em balão, intitulado Cinco semanas de balão. Essa história continha detalhes de coordenadas geográficas, culturas, animais, etc., que os leitores se perguntavam se era ficção ou um relato verídico. Na verdade, Júlio Verne nunca havia estado num balão ou viajado em África. Toda a informação sobre a história veio da sua imaginação e capacidade de pesquisa.
Hetzel apresentou Verne a Félix Nadar, cientista interessado na navegação aérea e balonismo, de quem se tornou grande amigo e que introduziu Verne no seu círculo de amigos cientistas, de cujas conversações o autor provavelmente tirou algumas de suas ideias.
O sucesso de Cinco semanas de balão rendeu-lhe fama e dinheiro. A sua produção literária seguia a ritmo acelerado. Quase todos os anos Hetzel publicava novos livros de Verne, quase todos grandes sucessos. Dentre eles se encontram: Viagem ao Centro da Terra (Voyage au centre de la Terre), de 1864, Vinte Mil Léguas Submarinas (Vingt mille lieues sous les mers) de 1870 e A Volta ao Mundo em Oitenta Dias (Le tour du monde en quatre-vingts jours), de 1873.
Um dos seus livros foi Paris no século XX. Escrito em 1863, somente publicado em 1989, quando o manuscrito foi encontrado pelo bisneto de Verne. Livro de conteúdo depressivo, foi rejeitado por Hetzel, que recomendou a Verne que não o publicasse na época, por fugir à fórmula de sucesso dos livros já escritos, que falavam de aventuras extraordinárias. Verne seguiu o seu conselho e guardou o manuscrito num cofre, só sendo encontrado mais de um século depois.
O seu último livro publicado foi O senhor do mundo, no ano de 1904.
Até hoje Júlio Verne é o escritor cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.
 
Michel, o seu filho, era considerado um rapaz rebelde e não seguia as orientações do pai. Júlio Verne mandou o seu filho, aos 16 anos, em uma viagem de instrução em um navio, por 18 meses, com esperança que a disciplina a bordo e a vida no mar corrigissem o seu carácter rebelde, mas de nada adiantou. Michel não se corrigiu e acabou por casar com uma atriz, contra a vontade do pai, tendo com ela dois filhos.
Em 9 de março de 1886, o seu sobrinho Gaston deu-lhe dois tiros, quando este chegava a casa, na cidade de Amiens. Um dos tiros atingiu-o no ombro e demorou a cicatrizar, o outro atingiu o tornozelo, deixando-o coxo nos seus últimos 19 anos de vida. Não se sabe bem por que motivo o seu sobrinho terá cometido o atentado, mas foi considerado louco e internado num manicómio até ao final da vida. Este episódio serviu para aproximar pai e filho, pois Michel, vendo-se em vias de perder o pai, passou a encarar a vida com mais seriedade.
Neste mesmo ano, morria o editor Pierre Hetzel, grande amigo de Júlio Verne, facto que o deixou muito abalado.
Nos últimos anos, Verne escreveu muitos livros sobre o uso incorreto da tecnologia e os seus impactos ambientais, a sua principal preocupação naquela época. Continuou a sua obra até à sua morte, a 24 de março de 1905. O seu filho Michel editou os seus trabalhos incompletos e escreveu ele mesmo alguns capítulos que faltavam aquando da morte do pai.
Encontra-se sepultado no cemitério de La Madeleine, em Amiens, na Picardia, em França.
 
         

Novidades sobre a mãe de todas as extinções em massa - a Permo-Triássica...

Identificado o momento da maior extinção em massa de sempre

  

 

  

Determinado com maior precisão: ocorreu há mais de duzentos milhões de anos, no final do período Pérmico.

Recentemente, os cientistas tinham encontrado a explicação para o clima misterioso da Terra durante o  maior evento de extinção em massa no planeta.

Agora, uma equipa de investigação liderada por cientistas chineses determinou com precisão o momento da extinção em massa que ocorreu há mais de 200 milhões de anos, no final do período Pérmico - a maior de sempre na Terra.

O estudo da equipa, cujas conclusões foram publicadas a semana passada na revista Science Advances, revelou que diferentes ecossistemas responderam a ritmos distintos à degradação ambiental, ajudando a reconstruir com maior precisão o processo de extinção em massa.

“A extinção no final do período Pérmico foi a maior da história geológica, eliminando mais de 80% das espécies marinhas e 90% das terrestres“, disse Nanjing Shen Shuzhong, investigador da Universidade e autor principal do estudo, ao jornal oficial chinês China Daily.

Os cientistas acreditam que a extinção em massa ocorreu há 252 milhões de anos, mas “faltava uma investigação detalhada sobre o seu processo em diferentes regiões e ecossistemas”, disse Shen.

Agora, após mais de dez anos de amostragem no terreno e de datação isotópica de alta precisão, investigadores da China e dos Estados Unidos determinaram pela primeira vez o momento específico da extinção em massa de organismos terrestres na região de baixa latitude no final do período Pérmico.

Com base em amostragens e datações, a extinção em massa da vida terrestre nas baixas latitudes no final do período Pérmico começou há 251,88 milhões de anos, pelo menos 60.000 anos mais tarde do que a extinção em massa da vida marinha e pelo menos 430.000 anos mais tarde do que o desaparecimento em grande escala da vida terrestre nas altas latitudes.

Com recurso à base de dados paleontológica global, os investigadores analisaram também as alterações da biodiversidade em diferentes latitudes antes e depois da extinção em massa, o que os levou a concluir que a extinção em massa nas baixas latitudes ocorreu não só mais tarde, mas também a uma escala mais pequena. Isto poderá indicar que o ecossistema terrestre nas baixas latitudes era, nessa altura, mais resistente à pressão ambiental.

“Com base nos últimos resultados, podemos reconstituir com maior exatidão o processo de extinção em massa que ocorreu há mais de 200 milhões de anos”, afirmou Shen.

A extinção foi parcialmente causada por erupções vulcânicas maciças que desencadearam uma mudança climática que eliminou a maioria das espécies da Terra, dando início à era dos dinossauros.

A primeira extinção em massa na Terra ocorreu há 550 milhões de anos, no final do período Ediacarano, e foi causada por uma queda na disponibilidade de oxigénio em todo o mundo.

 

in ZAP

Música adequada à data...

James Dean nasceu há noventa e três anos...

        
James Byron Dean (Marion, Indiana, 8 de fevereiro de 1931 - Cholame, Califórnia, 30 de setembro de 1955) foi um ator norte americano. É considerado um ícone cultural, como a melhor personificação da rebeldia e angústias próprias da juventude da década de 50.
James Byron Dean era filho único e o seu nome foi uma homenagem da mãe ao poeta inglês Lord Byron. Filho de Wilton Dean, um protético, e de Mildred Dean, filha de agricultores metodistas, aos 8 anos ele já tocava violino e tinha aulas de sapateado. Em 1940 perdeu a mãe, vítima de cancro. Com a morte da mãe, foi morar com os tios, Marcus e Ortence Winslow, em Fairmount. Considerado uma criança introspetiva, Jimmy, como era chamado, cresceu na fazenda de 300 acres dos tios, ali aprendeu a dirigir um trator e até a ordenhar vacas. Aos 14 anos, já participava no teatro escolar e, aos 17 anos, teve a sua primeira moto, uma Triumph, presente do seu tio Marcus.
Em 1949, Dean foi para Los Angeles, com a intenção de estudar arte dramática e morar com o pai e a madrasta. Ele deu-lhe um Chevrolet em segunda mão. Abandonou a faculdade e foi para Nova York estudar no lendário Actor's Studio, de Lee Strasberg. Para se manter em Nova York, trabalhou como empregado de bar e cobrador de autocarro. Nesta mesma época conheceu Jane Deacy, que se tornou a sua agente.
Em 1951 fez a sua estreia no cinema, num pequeno papel não creditado do filme Fixed Bayonets!. Em 1952, começou a fazer pequenas papéis na TV. Em 1953, encenou na Broadway a peça de Richard Wash "See the Jaguar". A peça foi um fracasso, mas James Dean chamou a atenção da critica. Encenou a Peça "O Imoralista", baseada na obra de André Gide, interpretando um homossexual. Com a peça ganhou o Tony Award de melhor ator do ano.
Em 1954, para fazer o filme de Elia Kazan, "A Leste do Paraíso", baseado na obra de John Steinbeck, em que interpretava um jovem solidário e amargurado, teve que assinar um contrato com uma cláusula em que se comprometia a não dirigir carros de corrida durante as filmagens.
Enquanto James Dean era uma promessa, Marlon Brando já era um astro. As comparações eram inevitáveis. James Dean conheceu Brando no set de filmagem de "Desirée", ficando dececionado com o seu ídolo, graças a um comentário feito por Brando sobre as roupas do jovem ator. Ele usava calças de jeans e camisa.
Em 1954, conheceu a jovem estrela de O Cálice Sagrado, Pier Angeli, para muitos o grande amor da sua vida, mas a mãe de Pier foi contra o relacionamento, pelo facto de ele não ser católico. Jimmy já era conhecido pelo seu temperamento difícil, pelo que o rompimento do namoro abalou o ator. Ao saber que a ex-namorada estava de casamento marcado com o cantor Vic Damone, apareceu na porta da Igreja Católica de São Timóteo e conseguiu chamar a atenção dos noivos, "arrancando" com a moto em alta velocidade. Só encontraria Pier quase um ano mais tarde, nas filmagens de O Gigante.
Durante as gravações de O gigante, Dean circulava com uma loura exuberante, Ursula Andress, que se tornaria a primeira Bond Girl. Ela disse que ele era "como um animal selvagem".
Fora dos sets de filmagem, era conhecido por uma agitada vida social, fumava e bebia, e possuía um enorme fascínio por carros velozes e pela velocidade em si - paixão essa que lhe custou a vida.
     
Morte
Quando se dirigia para uma corrida de carros, em 30 de setembro de 1955, envolveu-se num acidente fatal, partindo imediatamente a coluna vertebral e sofrendo de hemorragias internas. Quando foi colocado na ambulância, o passageiro que estava a seu lado, o mecânico Rolf Wütherich, ouviu "um grito suave emitido por Jimmy - a lamúria de um menino chamando a sua mãe ou de um homem encarando Deus."
No dia em que morreu, James Dean ainda esgotava os cinemas com o seu primeiro filme. A consagração final chegou poucos dias após a sua morte, quando Fúria de viver chegou aos cinemas. Recebeu duas indicações para o Óscar, postumamente; em 1956, por A leste do paraíso (a primeira indicação póstuma na história dos prémios), e em 1957, por O Gigante, ambas por melhor ator. Ganhou dois Globo de Ouro, em 1956, como melhor ator e, no ano seguinte, num prémio especial que o consagrou como ator favorito do público.
   

O compositor John Williams celebra hoje noventa e dois anos

  
John Towner Williams (Long Island, 8 de fevereiro de 1932) é um aclamado compositor norte-americano premiado várias vezes por suas bandas sonoras.
Amigo de Steven Spielberg, assina quase todas as bandas sonoras dos seus filmes, tais como os temas inesquecíveis de Jurassic Park, Jaws, Schindler's List e E.T. the Extra-Terrestrial. Também é parceiro do cineasta George Lucas, sendo o autor das famosas bandas sonoras das bem sucedidas séries cinematográficas Star Wars e Indiana Jones. Outras bandas sonoras famosas de autoria de Williams são a dos três primeiros episódios da série Harry Potter e a banda sonoras do primeiro filme do Superman feito por Christopher Reeve. Com a banda sonora de The Book Thief, John Williams consegue a incrível marca de 49 nomeações para o Óscar, atualmente 50 com o seu novo trabalho para Star Wars. Williams ganhou com a música para filmes como Jaws, E.T. the Extra-Terrestrial, Star Wars Episode IV: A New Hope, Schindler's List e Fiddler on the Roof.
É considerado um dos maiores compositores da história do cinema, tanto pelo volume de sua obra, como pela sua popularidade. Com 51 nomeações, John Williams é segunda pessoa mais proposta para os Óscares da história, perdendo para apenas Walt Disney. O seu trabalho para o cinema é marcado por um estilo grandioso, facilmente reconhecido pelo público. Na sua carreira soma cerca de 112 prémios para 220 nomeações, segundo o Internet Movie Database, sendo o compositor de bandas sonoras para filmes mais premiado da história.
Além dos seus trabalhos em bandas sonoras de filmes, é conhecido também pelas suas obras eruditas e concertos para fagote e orquestra, para violoncelo, para trompete, violino, flauta e um concerto para trompa.

 


El-Rei D. Afonso IV nasceu há 733 anos

    
D. Afonso IV de Portugal (Coimbra, 8 de fevereiro de 1291 - Lisboa, 28 de maio de 1357), cognominado o Bravo, sétimo Rei de Portugal, era filho do Rei D. Dinis I de Portugal e da sua esposa, a Rainha Santa Isabel, nascida infanta de Aragão. D. Afonso IV sucedeu ao seu pai a 7 de janeiro de 1325.
    
    

Vince Neil, o vocalista dos Mötley Crüe, comemora hoje sessenta e três anos

   

Vincent Neil Wharton (Hollywood, 8 de fevereiro de 1961), é o vocalista da banda hard rock norte-americana Mötley Crüe.

   




John von Neumann faleceu há 67 anos...

  
John von Neumann, nascido Margittai Neumann János Lajos (Budapeste, 28 de dezembro de 1903 - Washington, D.C., 8 de fevereiro de 1957) foi um matemático húngaro de origem judaica, naturalizado norte-americano.
Deu contributos excecionais para a ciência, nomeadamente para a teoria dos conjuntos, análise funcional, teoria ergódica, mecânica quântica, ciência da computação, economia, teoria dos jogos, análise numérica, hidrodinâmica das explosões, estatística e muitas outras as áreas da matemática. De facto é considerado um dos mais importantes matemáticos do século XX.
Foi membro do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, Nova Jérsei, do qual também faziam parte Albert Einstein e Erwin Panofsky, quando emigraram para os Estados Unidos, além de Kurt Gödel, Robert Oppenheimer, George F. Kennan e Hermann Weyl. Com Edward Teller e Stanisław Ulam, von Neumann trabalhou em desenvolvimentos chave de Física Nuclear, relacionados com reações termonucleares e com a bomba de hidrogénio. Participou também do Projeto Manhattan, responsável pelo desenvolvimento das primeiras bombas atómicas.
Foi professor na Universidade de Princeton e um dos construtores do ENIAC. Entre os anos de 1946 e 1953, von Neumann integrou o grupo reunido sob o nome de Macy Conferences, contribuindo para a consolidação da teoria cibernética junto com outros cientistas famosos, com Gregory Bateson, Heinz von Foerster, Kurt Lewin, Margaret Mead, Norbert Wiener, Paul Lazarsfeld, William Ross Ashby, Claude Shannon, Erik Erikson e Max Delbrück, entre outros. Von Neumann faleceu pouco depois, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.

 
  
Von Neumann probes

A von Neumann probe is a spacecraft capable of replicating itself. It is a concatenation of two concepts: a "Von Neumann universal constructor" (self-replicating machine) and a probe (an instrument to explore or examine something). The concept is named after Hungarian American mathematician and physicist John von Neumann, who rigorously studied the concept of self-replicating machines that he called "Universal Assemblers" and which are often referred to as "von Neumann machines". Such constructs could be theorised to comprise five basic components (variations of this template could create other machines such as Bracewell probes):

  • Probe: which would contain the actual probing instruments & goal-directed AI to guide the construct.
  • Life-support systems: mechanisms to repair and maintain the construct.
  • Factory: mechanisms to harvest resources & replicate itself.
  • Memory banks: store programs for all its components & information gained by the probe.
  • Engine: motor to move the probe.

Andreas Hein and science fiction author Stephen Baxter proposed different types of von Neumann probes, termed "Philosopher" and "Founder", where the purpose of the former is exploration and for the latter preparing future settlement.

A near-term concept of a self-replicating probe has been proposed by the Initiative for Interstellar Studies, achieving about 70% self-replication, based on current and near-term technologies.

If a self-replicating probe finds evidence of primitive life (or a primitive, low-level culture) it might be programmed to lie dormant, silently observe, attempt to make contact (this variant is known as a Bracewell probe), or even interfere with or guide the evolution of life in some way.

Physicist Paul Davies of Arizona State University has raised the possibility of a probe resting on our own Moon, having arrived at some point in Earth's ancient prehistory and remained to monitor Earth, which is reminiscent of Arthur C. Clarke's "The Sentinel" and the Stanley Kubrick film 2001: A Space Odyssey that was based on Clarke's story.

A variant idea on the interstellar von Neumann probe idea is that of the "Astrochicken", proposed by Freeman Dyson. While it has the common traits of self-replication, exploration, and communication with its "home base", Dyson conceived the Astrochicken to explore and operate within our own planetary system, and not explore interstellar space.

Anders Sandberg and Stuart Armstrong argued that launching the colonization of the entire reachable universe through self-replicating probes is well within the capabilities of a star-spanning civilization, and proposed a theoretical approach for achieving it in 32 years, by mining planet Mercury for resources and constructing a Dyson Swarm around the Sun.