domingo, setembro 20, 2026

Justo Gallego Martínez, o construtor de uma catedral, nasceu há cento e um anos...


Justo Gallego Martínez (Mejorada del Campo, Madrid, 20 de septiembre de 1925 - ibídem, 28 de noviembre de 2021) fue un agricultor y constructor autodidacta español, conocido por haber iniciado la construcción de su propia catedral dentro de su pueblo natal.

 

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Justo en el año 2003 con el artista alemán Ulrich Brinkhoff en el tejado de la catedral

 

Ingresó a la edad de 27 años en el monasterio soriano de Santa María de Huerta para abandonarlo sin llegar a hacer los votos, cuando contrajo tuberculosis en 1961. Comenzó a construir su catedral en unos terrenos que había heredado de sus padres, sin el respaldo de la Iglesia católica. Justificó su catedral en la fe que poseía en Cristo y se la dedicó a la «Nuestra Señora del Pilar, Madre de Dios». Su cúpula tiene 40 metros de alto.

La construcción la hizo en su gran mayoría solo pero con ayuda de sus 6 sobrinos y de voluntarios eventuales. En ocasiones contrató los servicios de especialistas con su propio dinero. Financió su trabajo alquilando o vendiendo terrenos heredados y con donaciones que recibió de cuando en cuando. A su fallecimiento, no existían planos ni proyecto de la obra, ya que Justo Gallego afirmaba tenerlo «todo en la cabeza». Tampoco tenía conocimientos especializados en albañilería ni arquitectura y tuvo incluso que abandonar sus estudios primarios debido a la guerra civil española. Según contaba el propio Justo a los visitantes que se acercan a contemplar su obra, obtuvo los conocimientos necesarios a través de libros sobre catedrales y castillos.

La mayor parte de los materiales de construcción que utilizó eran reciclados. Usó tanto objetos de la vida diaria como materiales desechados por las constructoras y por una fábrica de ladrillos cercana. Para hacer las columnas utilizó como moldes bidones de gasolina viejos, y una rueda de bicicleta hace las veces de polea. Su obra le llevó a protagonizar en 2005 un anuncio publicitario de televisión para la marca de bebida Aquarius. Cobró 30.000 euros por ceder la catedral durante 3 días de rodaje y por participar en él.

Hasta su fallecimiento, Gallego vivió con su hermana cerca de su catedral. Su lema era «servir primero a Dios, luego al prójimo y por último a mí mismo» y por eso comenzó una catedral sin más conocimientos que los leídos en libros antiguos, muchos de ellos en latín, según asegura él mismo. Aseguró que cerca de 2000 personas acudían cada verano a visitar la catedral, y son muchos los estudiantes, sobre todo extranjeros, que le ayudan en esta época. En abril de 2021, a la edad de 95 años, recibió la medalla de Hijo Predilecto de Mejorada del Campo.

El 9 de noviembre de 2021 cedió su catedral a la ONG Mensajeros de la Paz del Padre Ángel para que terminase y gestionase el proyecto al cual dedicó su vida. Finalmente, falleció 19 días más tarde en su pueblo natal, Mejorada del Campo, contando con 96 años de edad. Aunque su deseo era ser enterrado en la cripta de su catedral, las autoridades no lo permitieron por motivos sanitarios, por lo que su cuerpo fue enterrado en el cementerio del pueblo.

Un año después de su muerte fue nombrado por la Iglesia Católica Siervo de Dios.

 

Catedral de Justo Gallego Martínez, en Mejorada del Campo (2005)

 

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Jim Croce morreu há cinquenta e três anos...

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James Joseph Croce (Philadelphia, Pennsylvania, January 10, 1943 – Natchitoches, Louisiana, September 20, 1973) was an American folk and rock singer-songwriter. Between 1966 and 1973, he released five studio albums and numerous singles. During this period, Croce took a series of odd jobs to pay bills while he continued to write, record, and perform concerts. After Croce formed a partnership with songwriter and guitarist Maury Muehleisen in the early 1970s, his fortunes turned. Croce's breakthrough came in 1972, his third album, You Don't Mess Around with Jim, produced three charting singles, including "Time in a Bottle", which reached No. 1 after Croce died. The follow-up album, Life and Times, included the song "Bad, Bad Leroy Brown", which was the only No. 1 hit he had during his lifetime.

On September 20, 1973, at the height of his popularity and the day before the lead single to his fifth album I Got a Name was released, Croce and five others died in a plane crash. His music continued to chart throughout the 1970s following his death. Croce's wife and early songwriting partner, Ingrid, continued to write and record after his death, and their son, A. J. Croce, became a singer-songwriter in the 1990s. 

   

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H. G. Wells nasceu há cento e sessenta anos...

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Herbert George Wells, conhecido como H. G. Wells (Bromley, 21 de setembro de 1866 - Londres, 13 de agosto de 1946), foi um escritor britânico e membro da Sociedade Fabiana.
 
Biografia 

Nascido no distrito Borough da Grande Londres, na juventude foi aprendiz de negociante de panos, a sua experiência nesta ocupação, veio mais tarde a ser usada como material para o romance Kipps. Em 1883, tornou-se professor na Midhurst Grammar School, até ganhar uma bolsa na Escola Normal de Ciências em Londres, para estudar biologia com T. H. Huxley.

Nos seus primeiros romances, descritos ao mesmo tempo como "Romance científico", inventou uma série de temas que foram mais tarde aprofundados por outros escritores de ficção científica, e que entraram na cultura popular em trabalhos como A Máquina do Tempo, O Homem Invisível e A Guerra dos Mundos. Outros romances, de natureza não fantástica, foram bem recebidos, sendo exemplos a sátira à publicidade eduardiana Tono-Bungay e Kipps.

Visionário, chegou a discutir em obras do início do século XX questões ainda atuais, como a ameaça de guerra nuclear, o advento de Estado Mundial e a Ética na manipulação de animais.

Desde muito cedo na sua carreira, Wells sentiu que devia haver uma maneira melhor de organizar a sociedade, e escreveu alguns romances utópicos. Começavam, em geral, com o mundo a caminhar inexoravelmente em direção a uma catástrofe, até que as pessoas se apercebiam da existência de uma maneira melhor para viver, ou através dos gases misteriosos de um cometa, que fariam com que as pessoas começassem subitamente a comportar-se racionalmente (Os Dias do Cometa), ou pela tomada do poder por um conselho mundial de cientistas, como em The Shape of Things to Come (1933), livro que o próprio Wells adaptou mais tarde para o filme de Alexander Korda, Daqui a Cem Anos (1936). Aqui descrevia-se, com demasiada exatidão, a guerra que estava a chegar, com cidades a serem destruídas por bombardeamentos aéreos.

Ele analisa a dicotomia entre a natureza e a educação e questiona a humanidade em livros como A Ilha do Dr. Moreau. Nem todos os seus romances terminam em feliz Utopia, como mostra o distópico When the Sleeper Awakes. "A Ilha do Dr. Moreau" ainda é mais sombria. O narrador, após ficar encurralado numa ilha cheia de animais vivissectados (sem sucesso) até se transformarem em seres humanos, acaba por regressar à Inglaterra e, tal como Gulliver no regresso do país dos Houyhnhms, vê-se incapaz de afastar a percepção dos membros da sua própria espécie como bestas só ligeiramente civilizadas, regressando pouco a pouco à sua natureza animal.

Wells chamava às suas ideias políticas "socialistas", e com o seu gosto por utopias, olhou inicialmente com bastante simpatia para as tentativas de Lenine de reconstruir a destroçada economia russa, como mostra o seu relato de uma visita ao país (Russia in the Shadows, 1920), onde afirma que a transformação ocorrida na Rússia ao fim de 1917 foi a mais completa já vista em qualquer organização social moderna. No entanto, numa entrevista com Estaline em 1934, questionou o líder soviético sobre diversos aspetos de sua administração, discordando da forma com que Estaline conduzia a União Soviética, principalmente no que dizia respeito à violência do estado e à ausência da liberdade de expressão. Na mesma ocasião, chegou a dizer que, ao que parecia, ele (Wells) estava mais "à esquerda" que o próprio Estaline.

 

Futurista

Futurista e "visionário", Wells previu o advento de aeronaves, tanques, viagens espaciais, armas nucleares, televisão por satélite e algo parecido com a World Wide Web.  Afirmando que "as visões de Wells sobre o futuro permanecem insuperáveis", John Higgs, autor de Stranger Than We Can Imagine: Making Sense of the Twentieth Century, afirma que no final do século XIX Wells "viu o século vindouro mais claro do que qualquer outra pessoa. Ele antecipou guerras no ar, a revolução sexual, o transporte motorizado causando o crescimento dos subúrbios e uma proto-Wikipedia que ele chamou de "cérebro mundial". Em seu romance O mundo libertado, ele imaginou uma "bomba atómica" de poder aterrorizante que seria lançada de aviões. Esta foi uma visão extraordinária para um autor que escreveu em 1913 e causou uma profunda impressão na sociedade inglesa.

Muitos leitores têm saudado H. G. Wells e George Orwell como tipos especiais de escritores, dotados de notáveis poderes prescritivos e proféticos. Wells foi o protótipo do século XX dessa figura literária vática: ele inventou o papel, explorou suas possibilidades, especialmente por meio de novas formas de prosa e novas formas de publicar, e definiu seus limites. Seu impacto em sua cultura foi profundo; como George Orwell escreveu: "As mentes de todos nós e, portanto, o mundo físico, seriam percetivelmente diferentes se Wells nunca tivesse existido".

- O autor como herói cultural: HG Wells e George Orwell.

Em 2011, Wells estava entre um grupo de escritores de ficção científica apresentados na série Prophets of Science Fiction, um programa produzido e apresentado pelo diretor de cinema Sir Ridley Scott, que retrata como as previsões influenciaram o desenvolvimento de avanços científicos, inspirando muitos leitores a ajudar a transformar essas visões futuristas em realidade quotidiana. Numa resenha de 2013 de A Máquina do Tempo para a revista New Yorker, Brad Leithauser escreve: "Na base da grande façanha visionária de Wells está essa tentativa racional e, em última análise, científica de desvendar as possíveis consequências futuras das condições atuais - não como elas podem surgir em alguns anos, ou mesmo décadas, mas daqui a milénios, épocas daqui. Ele é o grande extrapolador da literatura mundial. Como nenhum outro escritor de ficção antes dele, ele abraçou o "tempo profundo".

 

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Ilustração de um tripod por Henrique Alvim Corrêa para a edição francesa de 1906 de A Guerra dos Mundos 

    

Hoje é dia de ouvir Eagles...

sábado, setembro 19, 2026

Saudades de Gram Parsons...

O ator Pedro Alpiarça morreu há dezanove anos...

   
Pedro Francisco Antunes Alpiarça (1958 - Lisboa, 20 de setembro de 2007) foi um ator português.

Iniciou-se como ator nas cooperativas de produção teatral independente, que marcaram a atividade cultural underground na década de 80. Ao mesmo tempo experimentava o teatro amador nas peças do Grupo de Teatro do Marítimo Atlético Clube, além do teatro universitário, enquanto estudante da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, no Curso de Pintura. Ao lado de Pedro Wilson e Rui Pisco passaria para o coletivo Máscara, dedicando-se ao teatro infanto-juvenil. Mais tarde, n' A Barraca, participou nas peças Liberdade em Bremen de Rainer Werner Fassbinder, O Avarento de Moliére, Floresta de Enganos de Gil Vicente ou A Cantora Careca de Ionesco. Nos últimos anos mantinha colaborações com O Nariz e com o Teatroesfera, além do Teatro Mínimo, de que foi um dos fundadores. A par disso desenvolveu diversas ações de animação teatral e formação de atores.
Foi ator regular na televisão, tendo participado num sem número de séries e sitcoms como Nico d' Obra (1997), Os Malucos do Riso (1998), Não és Homem Não és Nada (1999), Fábrica das Anedotas (2001), Maré Alta (2004) e O Prédio do Vasco (2006). No cinema teve participações nas longas-metragens Glória de Manuela Viegas (1999) e Dot.com de Luís Galvão Teles (2007).
Devido ao desemprego e tristeza, Pedro Alpiarça partiu uma janela do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, e suicidou-se, atirando-se do 5º andar, devido a uma depressão. Foi velado na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, em Lisboa, no dia 21 de setembro de 2007.

Coriolis morreu há 183 anos - que a força esteja com ele...

 
Gaspard-Gustave Coriolis ou Gaspard-Gustave de Coriolis ou ainda Gustave Coriolis (Nancy, 21 de maio de 1792 - Paris, 19 de setembro de 1843) foi um matemático e engenheiro mecânico francês.
Foi professor de Análise Geométrica e de Mecânica Geral na École Centrale des Arts et Manufactures. É conhecido principalmente pelo teorema da mecânica que leva seu nome e pela força inercial de Coriolis, que corresponde a uma lei da cinética: Toda partícula em movimento no hemisfério norte é desviada para a sua direita (e para a sua esquerda no hemisfério sul).
 
 
No referencial inercial (parte superior da imagem), a bola preta se move em linha reta. No entanto, o observador (ponto vermelho) que está no referencial rotativo/não inercial (parte inferior da imagem) vê o objeto seguindo um caminho curvo devido às forças de Coriolis e centrífugas presentes neste referencial
     
(...)
    
A sua sepultura encontra-se no Cemitério do Montparnasse. É um dos 72 nomes perpetuados na Torre Eiffel.
   

Miguel II, o avô do atual Duque de Bragança, nasceu há 173 anos

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D. Miguel II de Bragança (nome completo Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário de Bragança; Kleinheubach, 19 de setembro de 1853 - Seebenstein, 11 de outubro de 1927) foi o único filho varão de D. Miguel I e da sua consorte, Adelaide de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, e pretendente ao trono português.
   
Vida
Nascido em 19 de setembro de 1853, no Castelo de Kleinheubach, na Baviera, estado que na época, pertencia ao Império Alemão, atual Alemanha, Miguel de Bragança estudou no Colégio de São Clemente, em Metz, e frequentou a Universidade de Innsbruck, no Tirol, na época Império Austro-Húngaro, atual Áustria. Foi nomeado alferes do décimo quarto Regimento de Dragões, tomando parte na campanha de ocupação da Bósnia.
Após a morte do seu pai, em 1866, passou a ser o herdeiro da Coroa portuguesa para o Partido Legitimista, defensor da monarquia tradicional e opositor ao regime monárquico constitucional então em vigor. Foi pretendente ao trono durante os reinados de D. Luís I, D. Carlos I e D. Manuel II de Portugal.
D. Miguel de Bragança foi agraciado em 1890, pelo imperador Francisco José I, com o privilégio da extra-territorialidade. Terá visitado apenas uma vez Portugal, passando completamente despercebido. Desde a Convenção de Évora Monte (1834) e a vitória dos exércitos da Quádrupla Aliança apoiantes de D. Pedro IV, os descendentes de D. Miguel I encontravam-se excluídos da sucessão à Coroa e interditos de pisarem o território nacional pela Carta de Lei de 19 de dezembro de 1834. Esta Lei será retomada na implantação da República, tornando-a extensível a toda a família de Bragança, mas acabou sendo formalmente revogada pela Assembleia Nacional em 1950 (Lei n.º 2040 de 27 de maio). Para os monárquicos constitucionais, a lei de banimento fora revogada do sistema Constitucional desde 1842, quando se anulara a Constituição de 1838.
Em 1912, D. Miguel II subscreveu o Pacto de Dover, com El-Rei D. Manuel II, abrindo o caminho à resolução definitiva de uma questão dinástica que, desde 1834, vinha dilacerando a causa da monarquia em Portugal.
Durante a I Guerra Mundial, integrou o exército austríaco, do qual se retirou quando Portugal entrou no conflito, em 1916. Apesar de se ter retirado das fileiras do exército austríaco, renunciou em favor do seu filho mais novo, D. Duarte Nuno de Bragança, pai do atual Duque de Bragança, em Bronnbach, a 30 de julho de 1920, a pedido de uma comissão de monárquicos, representante do Partido Legitimista e da Junta Central do Integralismo Lusitano.
Veio a falecer em Seebenstein, na Áustria, em 11 de outubro de 1927.
    
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Jean Sibelius morreu há 69 anos...

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Johan Julius Christian Sibelius, conhecido como Jean Sibelius (Hämeenlinna, 8 de dezembro de 1865 - Järvenpää, 20 de setembro de 1957), foi um compositor finlandês (nascido numa família sueco-finlandesa, cuja língua materna era o sueco) de música erudita, e um dos mais populares compositores do fim do século XIX e início do XX. A sua música também teve importante papel na formação da identidade nacional finlandesa.

 

William Golding, um vencedor do Nobel da Literatura, nasceu há 115 anos...

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Sir William Gerald Golding, (Newquay, 19 de setembro de 1911Perranarworthal, 19 de junho de 1993) foi um escritor, novelista, dramaturgo e poeta inglês, autor do best-seller O Senhor das Moscas, de 1954, membro da Royal Society of Literature e vencedor do Prémio Nobel de Literatura de 1983. Em 2008, foi eleito pela revista The Times o terceiro entre os "cem maiores escritores britânicos desde 1945".

 

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Filho de um professor, estudou ciências naturais em Oxford e serviu na marinha britânica na II Guerra Mundial. Sobre essa experiência, diria: "Qualquer pessoa que tenha passado por esses acontecimentos terríveis, sem entender que o homem produz o mal como a abelha produz o mel, estava cega ou louca".
Recebeu o Nobel de Literatura de 1983.
Morreu no dia 19 de julho de 1993 em Perranarworthal, por insuficiência cardíaca.

William publicou o seu primeiro livro, e grande sucesso, "O Deus das Moscas", em 1954. Nessa obra o autor contesta a teoria do "bom selvagem" de Rousseau.
   
 
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Música da banda de aniversariante de hoje...

Tsiolkovsky, um dos fundadores da astronáutica, morreu há noventa e um anos...

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Konstantin Eduardovich Tsiolkovsky (Izhevskoye, 5 de setembro de 1857 - Kaluga, 19 de setembro de 1935) foi um cientista russo pioneiro no estudo dos foguetes e da cosmonáutica. O alemão Hermann Oberth e o norte-americano Robert H. Goddard foram seus seguidores. Foi um dos principais representantes do movimento filosófico russo conhecido como cosmismo, surgido no início do século XX. Tsiolkovsky residiu numa cabana de troncos, nos arredores da cidade russa de Kaluga, durante grande parte da sua vida.
    
Vida
Nasceu numa família de classe média polaca em Izhevskoye (atual distrito de Spassky, Óblast de Riazan) na Rússia. Durante a infância sofreu uma infeção de escarlatina que levou a uma diminuição das suas capacidades auditivas. Devido aos seus problemas de audição, não foi aceite pelas escolas primárias. Foi ensinado em casa até aos 16 anos.
Quase surdo, trabalhou, como professor de matemática do ensino secundário, até à sua reforma em 1920. Tsiolkovsky estabeleceu as fundações teóricas para muitos aspetos da propulsão de foguetes e viagens espaciais. Ele é considerado o pai do voo espacial humano e o primeiro homem a conceber o elevador espacial, inspirado pela recém construída Torre Eiffel, após fazer uma visita a Paris em 1895.
Adepto do filósofo Nikolai Fyodorov, acreditava que a colonização do espaço iria levar à perfeição da raça humana, com uma existência despreocupada e imortal.
Tsiolkovsky morreu a 19 de setembro de 1935 em Kaluga na Rússia e recebeu honras de estado no seu funeral. Um museu de astronáutica em Kaluga, bem como a cratera Tsiolkovskiy no lado escuro da Lua, têm o seu nome.
Além do mais, em 1895, escreveu o livro Sonhos de Terra e Céu e, em 1896, elaborou um artigo sobre comunicação com extraterrestres. Mais adiante, em 1920, lançou Além da Terra.
 
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Obra
A sua obra literária mais famosa, intitulada A exploração do espaço cósmico por meio de dispositivos de reação, publicada em 1903, é provavelmente o primeiro estudo académico sobre foguetes. Tsiolkovsky foi o primeiro a calcular a velocidade de escape da Terra para uma órbita era de 8 km/segundo e que para atingir esta era necessário um foguete de múltiplos estágios, utilizando oxigénio líquido e hidrogénio líquido como propelentes. Durante a sua vida ele publicou mais de 500 obras sobre viagens espaciais e outros assuntos relacionados, inclusive histórias de ficção científica. Entre as suas obras encontram-se esquemas para foguetes com múltiplos estágios, estações espaciais e sistemas biológicos de ciclo fechado para fornecer comida e oxigénio a colónias no espaço.
As suas ideias permaneceram desconhecidas fora da Rússia. A investigação neste campo estagnou até que cientistas alemães e de outras nacionalidades efetuaram os mesmos cálculos, de modo independente, décadas mais tarde.
A sua obra influenciou cientistas por toda a Europa, tendo sido também estudada pelos norte-americanos nos anos 50 e anos 60 quando estes procuravam compreender os sucessos iniciais da União Soviética na exploração espacial.
Tsiolkovsky dedicou-se também a estudos teóricos sobre máquinas voadoras mais pesadas que o ar, efetuando independentemente muitos dos cálculos que Santos Dumont efetuou na mesma época. Contudo, ele nunca construiu modelos práticos, os seus interesses mudaram para tópicos mais ambiciosos.
Entusiasmado pelo trabalho de Tsiolkovsky, Friedrich Zander esforçou-se para o promover e desenvolver. Em 1924 ele estabeleceu a primeira Sociedade de Cosmonáutica da União Soviética, que mais tarde desenvolveu e construiu foguetes de combustível líquido, de nomes OR-1 (1930) e OR-2 (1933). A 23 de agosto de 1924, Tsiolkovsky foi eleito primeiro professor na Academia Militar do Ar – N. E. Zhukovsky.
Em 1929 Tsiolkovsky propôs a construção de foguetes com múltiplos estágios no seu livro Comboios Cósmicos.
A equação básica para a propulsão de foguetes é denominada Equação do foguete de Tsiolkovsky, em sua honra.
   
 Moeda de um rublo da URSS com a imagem gravada de Tsiolkovsky (1987)
   

Mama Cass Elliot nasceu há oitenta e cinco anos...

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Cass Elliot, nome artístico de Ellen Naomi Cohen (Baltimore, 19 de setembro de 1941 - Londres, 29 de julho de 1974), também conhecida como Mama Cass, foi uma cantora dos Estados Unidos integrante do The Mamas & The Papas. Antes de pertencer a este famoso grupo fez parte das bandas The Big 3, de 1963 a 1964, e The Mugwumps, em 1964. Com o fim do grupo The Mamas & The Papas, deu início a uma bem-sucedida carreira a solo, lançando nove álbuns.
Cass morreu em 29 de julho de 1974, de degeneração gordurosa do miocárdio, no auge de sua carreira solo, apesar de ser mais divulgada a lenda urbana que atribui a sua morte a ter-se engasgado com um sanduíche. Foi casada duas vezes: com o então colega de banda The Big 3 James Hendricks, (de 1963 a 1968, sendo o casamento sido anulado, por nunca ter sido consumado, visto o colega ser homossexual) e com o Barão Donald von Wiedenman (1971 a 1974). Deixou uma filha, Owen Vanessa Elliot, nascida a 26 de abril de 1967. Foi sepultada no Mount Sinai Memorial Park, Los Angeles, Califórnia no Estados Unidos.
 
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Da esquerda para a direita: M. Phillips, Elliot, Doherty e J. Phillips no Ed Sullivan Show, 1967
       
O nome The Mamas & The Papas surgiu inspirado por um programa de televisão, em que seus integrantes assistiam a uma entrevista com alguns Hell's Angels e um deles disse que chamavam suas mulheres de 'mammas', o que bastou para que Cass e Michelle quisessem ser 'mammas também, sobrando então para John e Denny serem os 'papas'.
Em 1966, o grupo lançou seu primeiro álbum, If You Can Believe Your Eyes and Ears, que trazia dois dos seus maiores sucessos, "California Dreaming" e "Monday, Monday", e atingiu o primeiro lugar nas paradas americanas. Em 2003, a revista especializada em música Rolling Stone listou este álbum na 127ª posição entre os 500 melhores de todos os tempos.
John Phillips casou-se com Michelle Gillian em 1962. Depois do início do sucesso do grupo, Michelle e Denny Doherty, o principal vocalista, começaram um romance que mativeram em segredo dos outros membros do grupo, até ser descoberto pelo marido John. Posteriormente, Michelle acabou se envolvendo com Gene Clark do grupo The Byrds. Com isso, John Philips consultou advogados, e Michelle acabou sendo formalmente demitida do grupo em 1966. Para seu lugar foi contratada Jill Gibson, antes do lançamento do segundo álbum chamado The Mamas & The Papas.
O álbum trouxe os sucessos Dancing in the Street, Words Of Love e Dedicated To The One I Love e atingiu o quarto lugar nas paradas de sucesso americanas. Como os fãs não aceitaram muito Jill, o grupo aceitou Michelle de volta ainda em 1966. John e Michelle acabaram se reconciliando pouco tempo depois.
Em 1967, lançaram o álbum Deliver, que foi segundo lugar nas paradas dos mais vendidos e trouxe alguns sucessos como "My Girl" e "Creeque Alley". Neste mesmo ano, John Philips ajudou a organizar o Festival de Monterey Pop, no qual o grupo se apresentou, uma de suas últimas apresentações ao vivo.
           
O Fim 
Ainda em 1967, após uma discussão com John Phillips, Mama Cass abandonou o grupo e só voltou ao grupo um ano mais tarde, para a gravação do último álbum, por exigência contratual. O quarto álbum do grupo atingiu o décimo quinto lugar nas paradas e conseguiu algum sucesso com "Dream a Little Dream of Me", que foi creditado como sendo gravado por Mama Cass with The Mamas and The Papas e é cantada apenas por ela.
Em 1971, a gravadora do grupo exigiu a gravação de mais um disco, People Like Us, que pode ser considerado como um quase-retorno do grupo.
       
 

Nile Rodgers nasceu há 74 anos

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Nile Rodgers (Nova Iorque, 19 de setembro, 1952) é guitarrista e produtor musical. Ele começou sua carreira como um guitarrista de estúdio em Nova York, tocando com a banda do programa Sesame Street na adolescência, trabalhando então numa banda do Apollo Theater, no Harlem, acompanhando artistas como Aretha Franklin, Ben E. King, Nancy Wilson e Parliament-Funkadelic. No início dos anos 70 formou, junto com Bernard Edwards a banda Chic, com vários hits como "Le Freak" e "Good Times". Foi também produtor de vários artistas como Sister Sledge, David Bowie, Madonna e Diana Ross. No início da década acompanhou a dupla de DJ's franceses Daft Punk na gravação do álbum Random Access Memories, lançado em 2013 pela Columbia Records.

Em novembro de 2013 deu uma entrevista à BBC News a falar sobre os Daft Punk, Madonna, Diana Ross e sobre ter vencido o cancro.

Em 2015, gravou, com a cantora Anitta, a música Blecaute, do grupo brasileiro Jota Quest. A música venceu o prémio de melhor música do ano de 2016 no Prémio Multishow de Música Brasileira.

Após estrondoso sucesso no palco sunset do Rock in Rio de 2017, foi convidado a tocar no palco mundo na edição 2019, repetindo o sucesso.
 
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Jarvis Cocker - 63 anos

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Jarvis Branson Cocker (Sheffield,  19 September 1963) is an English singer and musician. As the founder, frontman, lyricist and only consistent member of the band Pulp, he became a reluctant figurehead of the Britpop genre of the mid-1990s. Cocker has also pursued a solo career, and for seven years he presented the BBC Radio 6 Music show Jarvis Cocker's Sunday Service

 

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Lita Ford, guitarrista das The Runaways, faz hoje 68 anos

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Lita Rossanna Ford (Londres, 19 de setembro de 1958) é uma música, compositora e atriz norte-americana, nascida na Inglaterra, que alcançou popularidade na década de 80.

Lita nasceu em Londres mas tem ascendência italiana. Ela mudou, ainda em criança e com a família, para os Estados Unidos. Esta juntou-se à banda feminina The Runaways aos 16 anos de idade e, após o término do grupo em 1979, iniciou a sua carreira a solo. Os seus dois primeiros álbuns tiveram um sucesso bastante discreto.

Em 1985 Lita foi indicada para o Grammy de "melhor performance feminina de rock" em Gotta Let Go, junto com Wendy O. Williams e Pia Zadora. Em 1988, com Sharon Osbourne como empresária, Lita alcançou seus maiores sucessos, Close My Eyes Forever (dueto com Ozzy Osbourne, marido de Sharon) e Kiss Me Deadly.

Lita foi casada com Chris Holmes (da banda W.A.S.P.) de 1986 a 1992 e esteve envolvida com Nikki Sixx (dos Mötley Crüe) e Tony Iommi. Atualmente, ela está separada de Jim Gillette (da banda Nitro). 

 

 

   

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Saudades de Gram Parsons...

Hoje é preciso escutar o silêncio no Central Park, em Nova Iorque...

Gram Parsons morreu há cinquenta e três anos...

 
Gram Parsons
(Winterhaven, Flórida, 5 de novembro de 1946 - Joshua Tree, Califórnia, 19 de setembro de 1973) foi um cantor, compositor e guitarrista dos Estados Unidos da América que trabalhou com bandas como The Byrds e Flying Burrito Brothers. É considerado um dos precursores do country rock (surgido em fins dos anos 60) e do alt-country (anos 90). É também co-autor de clássicos como Hickory Wind, Juanita, Sin City e In My Hour of Darkness. Ao invés de country progressivo, country continental ou country-rock, rótulos dados pela imprensa, preferia definir sua música como cosmic american music, ou seja, música cósmica americana.
   
Biografia
Nascido Cecil Ingram Connor III de uma família enriquecida pela exploração de citrinos, Parsons formou várias bandas a partir dos seus doze anos de idade. A primeira com intenções profissionais foi The Shilos (1963), que chegou a gravar várias faixas, mais tarde reunidas no LP póstumo The Early Years, 1963 - 1965, lançado em 1979.
Em 1965, estudou teologia durante um semestre na Universidade de Harvard, de onde saiu para entrar na International Submarine Band, cujo som era um rock com forte componente country. O grupo foi para Nova York no ano seguinte e, após gravar dois compactos que passaram despercebidos, mudou-se para Los Angeles, onde lançou o LP Safe at Home em 1968, uma coleção de conhecidas canções country acrescidas de quatro composições do próprio Parsons (uma delas, Luxury Liner, iria tornar-se conhecida na voz de Emmylou Harris, anos depois).
Com o fim da banda, Parsons foi contratado para tocar piano na banda The Byrds, que precisava de alguém para substituir o recém-saído David Crosby. Parsons ajudou o baixista Chris Hillman e o guitarrista Roger McGuinn a moldar o som de Sweetheart of the Rodeo, um álbum country desprezado pelos fãs quando foi lançado em 1968, mas hoje considerado um clássico. As únicas músicas originais do disco foram escritas por Parsons: One Hundred Years From Now e a inúmeras vezes gravada Hickory Wind, esta em parceria com Bob Buchanan. Os vocais principais deveriam ter sido feitos por ele, porém, questões contratuais, fizeram com que sua voz fosse quase completamente apagada das gravações.
Parsons deixou os Byrds poucos meses depois, por não concordar em apresentar-se na África do Sul, naquele tempo ainda dividida pelo apartheid. Como estava na Inglaterra, acabou por se tornar amigo de Mick Jagger e, principalmente, de Keith Richards, com quem passava horas tocando antigas e obscuras canções, o que renovou neste o interesse pela música country. Chegou a ser ventilado, inclusive, que Parsons seria o verdadeiro autor das clássicas Wild Horses e Honky Tonk Women, mas a ele pode-se imputar, apenas, o arranjo da versão country dessa última, gravada como Country Honk no álbum Lei It Bleed. De qualquer forma, é inegável a influência de Parsons na chamada Trindade de Ouro dos Rolling Stones, que compreende os discos Beggars Banquet, Let It Bleed e Sticky Fingers, de 1968, 1969 e 1971, respectivamente. Essa influência pode ser sentida também, ainda que com menor intensidade, em Exile on Main Street, de 1972. Coincidência ou não, esse período é unanimemente reconhecido como o mais profícuo e importante da história da banda, o período em que os Rolling Stones mereceram o epíteto de Maior Banda de Rock do Mundo.
De volta aos Estados Unidos e a Los Angeles, Parsons se juntou a Chris Hillman para formar a Flying Burrito Brothers. A banda lançou em 1969 o álbum de country-rock The Gilded Palace of Sin, um fracasso comercial, mas que exerceu enorme influência sobre inúmeros músicos (The Eagles entre eles), além de receber críticas entusiásticas. Aqui Parsons deu mostra de todo o seu talento em canções como Sin City, Wheels, Juanita, My Uncle etc. No ano seguinte, com Parsons já a mostrar desinteresse e com problemas com drogas, saiu Burrito DeLuxe, que não contém grandes faixas e cuja maior atração é Wild Horses (Jagger/Richards), a primeira gravação dessa que se tornaria um clássico perene dos Rolling Stones.
Tendo deixado os Burritos, Parsons passou os dois anos seguintes em improdutivas sessões de estúdio e acompanhando os Stones na sua excursão de 1971 e nas sessões do álbum Exile on Main Street. No entanto, as suas disputas com a esposa, Gretchen Burrell, e problemas com álcool, cocaína e heroína levaram-no a ser expulso por Anita Pallenberg, companheira de Keith Richards.
Em 1972, depois de ser repelido pela banda mais uma vez, o amigo Chris Hillman apresentou-lhe Emmylou Harris, que se tornaria membro da sua banda, The Fallen Angels, e objeto de mútuo amor platónico até à sua morte. GP, de 1973, o seu primeiro disco solo, vendeu pouco mas foi bem recebido pela crítica. Após a excursão que se seguiu, com Emmylou Harris deixando os vocais de apoio (coros) para se tornar a sua parceira em duetos, Parsons e a banda começaram as gravações do que se tornaria Grievous Angel (lançado em 1974), um álbum menos coeso que o anterior, mas que contém algumas das suas melhores canções, como Return of the Grievous Angel (Brown/Parsons), In My Hour of Darkness (Harris/Parsons), Hickory Wind (Hillman/Parsons) e Brass Buttons (Parsons), além de sua versão de Love Hurts (Bryant).
Com o final das sessões, Parsons saiu para férias, regadas a álcool e drogas na maior parte do tempo. Em 19 de setembro de 1973 foi encontrado morto, num quarto de motel, em Joshua Tree, na Califórnia. Causa da morte: overdose de morfina e tequila.
Nos anos que se seguiram, Emmylou Harris, já numa carreira a solo,  encarregar-se-ia de levar a sua obra às gerações seguintes, gravando e tocando suas músicas em shows ou onde quer que se apresentasse. Ela também escreveu uma canção dedicada a ele, Boulder to Birmingham (Harris/Danoff) e levou os músicos da Fallen Angels James Burton e Barry Tashian (guitarra) e Glen D. Hardin (piano, órgão) para a sua Hot Band.
Gram Parsons influenciou inúmeros músicos ao longo de todos estes anos. Uma lista parcial seguramente incluiria: Rodney Crowell, Dave Edmunds, Elvis Costello, Jayhawks, Marty Stuart, Black Crowes, Lemonheads, Nick Lowe, Uncle Tupelo, U2, Son Volt, Tom Petty e os já citados Eagles, Rolling Stones e Emmylou Harris.