O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Numa entrevista à Guitar World, Daron declarou que a gravação do álbum dos Scars on Broadway foi semelhante ao álbum duplo Mezmerize/Hypnotize, uma vez que neste álbum dos System of a Down ele já gravava o baixo e o teclado em algumas faixas, além de, como já era sabido, cantar com mais frequência. É interessante o facto que Daron nunca gravou a bateria, sendo este o seu instrumento favorito, no qual que ele diz não ser tão bom. Contudo, segundo o próprio, uma das primeiras coisas em que ele pensa ao compor uma música, é na bateria. Daron aparece na lista de melhores guitarristas de Hard Rock do siteDigital Dream Door.
Biografia
Malakian nasceu na Califórnia, filho único de um pai arménio Vartan Malakian (nascido no Iraque) e uma mãe também arménia, Azniv Malakian, nascida no Irão.
Muitos pensam que seu segundo nome é "Artie", devido a um falso boato, quando na verdade seu segundo nome é igual ao de seu pai "Vartan".
Desde muito cedo, Malakian mostrou interesse no heavy metal: aos 4 anos um primo afastado mostrou-lhe uma gravação dos Kiss e ele adorou. Malakian começou então a ouvir Van Halen, Iron Maiden, Judas Priest, Motörhead, Ozzy Osbourne e White Zombie.
Em sua infância, ele também tornou-se um torcedor dos Edmonton Oilers uma equipe de hóquei no gelo.
Daron sempre quis tocar bateria, mas seus pais alegavam que a bateria fazia muito barulho ("A bateria você não pode desligar, mas a guitarra sim!")
Quando era adolescente ouvia Slayer, Venom, Metallica, Pantera, Sepultura e Cannibal Corpse. Por volta dos 17 anos começou a interessar-se por The Beatles e Peter, Paul and Mary, que o influenciaram como compositor.
Assim como Serj Tankian e Shavo Odadjian, Malakian frequentou a Rose & Alex Pilibos Armenian school.
System of a Down
Daron e Serj Tankian conheceram-se em 1992 , na escola onde estudavam, em Hollywood. Tankian era teclista de uma banda e Malakian era vocalista de outra banda. Eles formaram uma banda chamada Soil, e mais tarde, conheceram Shavo Odadjian.
A estes três juntou-se Andy Khachaturian na bateria, mas depois de John Dolmayan ter substituído Khachaturian, devido a uma lesão na mão, Tankian, Malakian e Odadjian decidiram que Dolmayan se adequava melhor ao som da banda.
O nome System of a Down tem origem de um poema que Malakian escreveu chamado Victims of the Down.
Em 2003 Daron abriu a sua própria gravadora, a EatUrMusic, a banda Amen foi a primeira a assinar. O selo está inativo e sua situação atual é desconhecida.
Malakian e Dolmayan têm uma banda chamada Scars on Broadway o primeiro álbum foi lançado no dia 28 de julho de 2008. A banda entrou em hiato no ano de sua estreia aos palcos (2008) e se reuniu novamente para dois shows em 2010.
Em 2010 Daron colaborou com o mais recente álbum do grupo de rapCypress Hill, Rise Up tocando bateria e produzindo a música Trouble Seeker.
Recentemente Daron foi convidado por Jacob Armen para fazer uma participação especial no seu novo álbum, When Drums Conduct, na faixa Rome. Vocais, letra, guitarra, teclado e efeitos sonoros são de autoria do Daron.
Em 2012John Dolmayan havia declarado numa entrevista que não estava mais ligado ao Scars on Broadway sendo substituído por um baterista chamado Jules Pampena. Jules era baterista da banda Curious Case, um dos projetos paralelos de Dominic Cifarelli, baixista do Scars. Todas as baterias do novo álbum, que deve ser lançado muito em breve, foram gravadas por Daron Malakian, que por sua vez, também gravou boa parte dos outros instrumentos.
Ao longo dos anos, o caso foi marcado por acusações de
encobrimentos. Todos os suspeitos da "conexão local" (entre eles, muitos
membros da Polícia Provincial de Buenos Aires)
não foram considerados culpados em setembro de 2004. Em agosto de 2005, o juiz
federal Juan José Galeano, encarregado do caso, foi acusado e retirado
de seu cargo por uma acusação de irregularidades "graves" devido à
manipulação incorreta da investigação. Em 2005, o cardeal Jorge Mario Bergoglio, que mais tarde se tornou o Papa Francisco,
foi a primeira personalidade pública a assinar uma petição de justiça
no caso de atentado da AMIA. Ele foi um dos signatários em um
documento chamado "85 vítimas, 85 assinaturas" como parte do 11º
aniversário do atentado.
Em 25 de outubro de 2006, os procuradores argentinos Alberto Nisman e Marcelo Martínez Burgos acusaram formalmente o governo do Irão de planear o atentado e a milícia do Hezbollah de realizá-lo. De acordo com os pedidos da promotoria em 2006, a Argentina foi alvo do Irão após a decisão de Buenos Aires de suspender um contrato de transferência de tecnologia nuclear para Teerão.
Isso foi contestado porque o contrato nunca foi encerrado e o Irão e a
Argentina estavam negociando o restabelecimento da plena cooperação em
todos os acordos desde o início de 1992 até 1994, quando ocorreu o atentado.
O décimo terceiro aniversário do atentado foi recordado em 18
de julho de 2007. Além das exposições e cerimónias nacionais, estações
de rádio e televisão e carros de polícia em toda a Argentina fizeram soar as sirenes às 09.53 da manhã, hora do atentado.
Em 1951 casou com Carolyn Spellman, recebendo o mestrado (1954) e o doutoramento (1960) na Universidade de Princeton, com uma tese sobre crateras produzidas por meteoritos. No ano seguinte passou a estudar astrogeologia em Flagstaff, Arizona, e esteve ligado às missões Lunar Ranger e ao treino dos astronautas americanos. Tinha pretensões de se tornar no primeiro cientista a caminhar na Lua, mas foi detectado que sofria da doença de Addison e assim foi nomeado como cientista-chefe do Centro de Astrogeologia da USGS em 1965.
Regressu para a Caltech em 1969 como professor de geologia e serviu durante três anos como diretor da Division of Geological and Planetary Sciences. Em 1985 aposentou-se como professor e passou a dividir o seu tempo entre Pasadena e Flagstaff. Em 1992 recebeu a mais importante honra científica atribuída pelo presidente dos EUA, a National Medal of Science. Aposentou-se da USGS em 1993 e assumiu um cargo no Observatório Lowell. Nesse mesmo ano, juntamente com a sua mulher Carolyn e o amigo David Levy, descobriu o cometa Shoemaker-Levy 9, que chocou com Júpiter em 1994.
Eugene Shoemaker morreu em consequência de um acidente automobilístico em Alice Springs, na Austrália, em 1997. Algumas das suas cinzas foram levadas para a Lua pela sonda espacialLunar Prospector. É, à data, a única pessoa a ter sido enterrada em outro corpo celeste.
Erle Stanley criou, sob o pseudónimo de A. A. Fair, os detectives Donald Lam e Bertha Cool, que apareceram pela primeira vez na história Divórcio Sangrento.
El bando sublevado, que se llamó a sí mismo bando nacional, estuvo organizado en torno a parte del alto mando militar, institucionalizado inicialmente en la Junta de Defensa Nacional sustituida por el nombramiento del general Franco como Generalísimo y Jefe del Gobierno del Estado. Políticamente, estuvo integrado por la fascista Falange Española, los carlistas, los monárquicos alfonsinos de Renovación Española y gran parte de los votantes de la CEDA, la Liga Regionalista y otros grupos conservadores. Socialmente fue apoyado por aquellas clases a las que la victoria en las urnas del Frente Popular les hizo sentir que peligraba su posición; por la Iglesia Católica, acosada por la persecución religiosa desatada por parte de la izquierda nada más estallar el conflicto; por pequeños propietarios temerosos de una «revolución del proletariado» y también por muchas personas de clase baja de firmes convicciones religiosas.
Ambos bandos cometieron y se acusaron recíprocamente de la comisión de graves crímenes en el frente y en las retaguardias, como sacas de presos, desapariciones de personas o tribunales extrajudiciales. La dictadura de Franco investigó y condenó severamente los hechos delictivos en la zona republicana después de la guerra, en una Causa General con escasas garantías procesales. Por su parte, los delitos de los vencedores nunca fueron investigados ni enjuiciados, aunque algunos historiadores y juristas sostienen que hubo un genocidio en el que, además de subvertir el orden institucional, se habría intentado exterminar a la oposición política.
Las consecuencias de la Guerra civil han marcado en gran medida la historia posterior de España, por lo excepcionalmente dramáticas y duraderas: tanto las demográficas (aumento de la mortalidad y descenso de la natalidad que marcaron la pirámide de población durante generaciones) como las materiales (destrucción de las ciudades, la estructura económica, el patrimonio artístico), intelectuales (fin de la denominada Edad de Plata de las letras y ciencias españolas) y políticas (la represión en la retaguardia de ambas zonas - mantenida por los vencedores con mayor o menor intensidad durante todo el franquismo - y el exilio republicano), y que se perpetuaron mucho más allá de la prolongada posguerra, incluyendo la excepcionalidad geopolítica del mantenimiento del régimen de Franco hasta 1975.
A Conferência de Potsdam - ocorreu em Potsdam, Alemanha (perto de Berlim), entre 17 de julho e 2 de agosto de 1945. Os participantes foram os vitoriosos aliados da Segunda Guerra Mundial, que se juntaram para decidir como administrar a Alemanha, que tinha se rendido incondicionalmente nove semanas antes, no dia 8 de maio, Dia da Vitória na Europa.
Os objectivos da conferência incluíram igualmente o estabelecimento da
ordem pós-guerra, assuntos relacionados com tratados de paz e
contornar os efeitos da guerra.
Participantes
União Soviética: representada por Estaline.
Chegou à conferência com um dia de atraso, justificando-se com
"assuntos oficiais" que requereram a sua atenção, embora seja possível
que, na realidade, Estaline tenha tido problemas cardiovasculares.
Estados Unidos: representados por Harry Truman. Estaline sugeriu que Truman fosse o único chefe de estado presente na conferência, sugestão que foi aceite por Churchill.
Acordo sobre as indemnizações de guerra. Os aliados estimaram as suas perdas em 200 mil milhões de dólares. Após insistências das forças ocidentais (excluíndo assim a URSS), a Alemanha foi obrigada apenas ao pagamento de20 mil milhões, em propriedades, produtos industriais e força de trabalho. No entanto, a Guerra Fria impediu que o pagamento se processasse na totalidade. Estaline
propôs que a Polónia não tivesse direito a uma indemnização directa,
mas sim que tivesse direito a 15% da compensação da União Soviética
(esta situação nunca aconteceu).
Todos os outros assuntos seriam tratados na conferência de paz final, que seria convocada assim que possível.
Enquanto que a fronteira entre a Alemanha e a Polónia foi praticamente
determinada e tornada irreversível através da transferência forçada de
populações, facto acordado em Potsdam, o ocidente queria que na conferência final de paz se confirmasse a linha Oder-Neisse como marco permanente.
Dado que a Segunda Guerra Mundial
nunca foi terminada com uma Conferência de Paz formal, a fronteira
Germano-Polaca foi sendo confirmada com base em acordos mútuos: em 1950
pela República Democrática Alemã, em 1970 pela República Federal Alemã
e, em 1990, pela Alemanha já reunificada. Este estado de incerteza
levou a uma grande influência da União Soviética sobre a Polónia e
Alemanha.
Os aliados ocidentais, especialmente Churchill, mostraram-se
desconfiados das jogadas de Estaline, o qual já tinha instalado governos
comunistas em países da Europa Central sob sua influência; a conferência de Potsdam acabou por ser a última conferência entre os Aliados.
Durante a conferência, Truman mencionou a Estaline uma "nova arma
potente" não especificando detalhes. Estaline, que ironicamente já sabia
da existência desta arma muito antes que Truman soubesse da mesma,
encorajou o uso de uma qualquer arma que proporcionasse o final da
guerra. Perto do final da conferência foi apresentado um ultimato ao império do Japão, ameaçando uma "rápida e total destruição", sem mencionar a nova bomba.
Truman tomou a decisão de usar armamento atómico para acabar com a
guerra enquanto esteve na conferência. Ainda que, hodiernamente, a
historiografia recente admita que as bombas foram utilizadas com o
intuito de apenas abreviar a guerra para que a URSS não avançasse mais
na frente oriental.
Nascida Eleanora Fagan Gough, em 7 de abril de 1915, em Filadélfia, Pensilvânia, foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, o seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e sua mãe, Sarah Fagan, apenas treze. O seu pai, tocador de guitarra e banjo, abandonou a família enquanto Billie ainda era bebé, seguindo viagem com uma banda de jazz. A sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares e ela teve uma infância difícil.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
A sua vida como cantora começou em 1930. Estando a mãe e a filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai para a rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Billie nunca teve educação formal de música e a sua aprendizagem deu-se ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou o seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos Estados Unidos (anos 1930). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong. Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz da sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, a sua dicção, seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe chamou "Lady Day".
A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia na sua voz.
Pouco antes de sua morte, em parte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal.
No início de 1959, Billie soube que tinha cirrose hepática. O médico disse-lhe para parar de beber, o que fez por pouco tempo, mas logo voltou a beber bastante. Em maio, havia perdido quase dez quilos. Os seus amigos Leonard Feather, Joe Glaser e Allan Morrison tentaram levá-la para um hospital, mas ela recusou.
Em 31 de maio de 1959, Billie foi levada para o Hospital Metropolitano, em Nova York, com problemas hepáticos e cardíacos. Recebeu voz de prisão, por posse de drogas, enquanto estava no hospital, até morrer, sendo então o seu quarto invadido pelas autoridades, com polícias a ficaram de guarda na porta do seu quarto. Billie Holiday permaneceu sob guarda da polícia no hospital até que morreu de edema pulmonar e insuficiência cardíaca causada por cirrose hepática, em 17 de julho de 1959.
Nos últimos anos de vida, havia sido progressivamente enganada nos seus ganhos e morreu com 70 centavos de dólar no banco e 750 dólares (pagos por um tablóide) por um artigo sobre a sua pessoa. A cerimónia fúnebre foi realizado na Igreja de São Paulo Apóstolo, em Nova York.
Gilbert Millstein, do jornal The New York Times, que tinha sido o narrador dos shows de Billie Holiday no Carnegie Hall, em 1956, e escrito parte da contracapa do álbum O Essencial de Billie Holiday, descreveu a morte dela na contracapa do mesmo álbum, relançado em 1961:
"Billie Holiday morreu no Hospital Metropolitano, em Nova York, na sexta-feira, dia 17 de julho de 1959, na cama em que estava presa há pouco mais de um mês antes, já mortalmente doente, por posse ilegal de narcóticos; no quarto de onde um polícia se tinha retirado - por ordem judicial - apenas algumas horas antes de sua morte, que, como sua vida, foi desordenada e lamentável. Havia sido belíssima, mas desgastou-se fisicamente, reduzindo-se a uma reduzida e grotesca caricatura de si mesma. Os vermes de todos os tipos de excesso - drogas eram apenas um - tinham-na devorado... A probabilidade existe de que - entre os últimos pensamentos desta mulher cínica, sentimental, profana, generosa e muito talentosa de 44 anos - estava a crença de que seria acusada na manhã seguinte. Ela teria sido, eventualmente, embora talvez não tão rapidamente. Em qualquer caso, ela retirou-se, finalmente, da jurisdição de qualquer tribunal terreno."
Atuou principalmente durante as décadas de 50 e 60. Embora tocasse antes de 1955, os seus principais anos foram entre 1955 e 1967, durante os quais reformulou o jazz e influenciou gerações de outros músicos. As gravações de Coltrane foram prolíficas: ele lançou cerca de 50 gravações como líder nesses doze anos e apareceu em outras tantas lideradas por outro músicos. Através da sua carreira, a música de Coltrane foi tomando progressivamente uma dimensão espiritual que iria consagrar o seu legado musical.
A Igreja Ortodoxa Africana Saint John Coltrane, uma Igreja Ortodoxa Africana de São Francisco, considerou, em 1971, Coltrane um santo, incorporando a música de Coltrane, com as suas letras, no seu culto.
Ícone de Coltrane na Saint John Coltrane African Orthodox Church
Sam The Kid (também conhecido por STK), nome artístico de Samuel Martins Torres Santiago (Chelas, 17 de julho de 1979) é um rapper português.
Carreira
Samuel Mira apaixonou-se pelo rap em torno de 1993. O lançamento do seu primeiro álbum, Entre(tanto), em 1999, foi influenciado pelos lançamentos de mixtapes por parte de DJ Bomberjack. Nesses anos muitos rappers queriam ser independentes de editoras, porém o segundo álbum de Sam The Kid, Sobre(tudo), acabou por ser editado pela Edel. Nessa altura o rapper já dava bastantes concertos, por exemplo no Hard Club, muitas vezes convidado pelo Mundo Segundo, nas sessões "Nova Gaia Sessions" que este último fazia.
No ano de lançamento de Sobre(tudo), 2002, Sam The Kid lança também um álbum de instrumentais, Beats Vol 1: Amor, a pedido do jornalista Rui Miguel Abreu, que foi o primeiro a passar-lhe uma MPC. O álbum é conceitual e baseia-se na história de amor dos pais do artista. Foi gravado em casa usando samples que abrangem filmes pornográficos, telefonemas, novelas e registos de soul e jazz.
Em 2005 participou em algumas faixas da banda sonora do filme português O Crime do Padre Amaro.
Em 2006 foi lançado o seu tão esperado quarto álbum, chamado Pratica(mente). Samuel Mira, mesmo sabendo que já havia editoras maiores interessadas em editar o álbum, deu outra vez o voto de confiança à Edel. O álbum chegou a ser disco de ouro, vendendo até 10.000 cópias.
Em 2009 surgiu o projeto bastante inovador chamado Orelha Negra, com o DJ Cruzfader, Fred Ferreira (Ferrano), João Gomes e Francisco Rebelo. O projeto consiste na produção de canções instrumentais, nas quais se fundem vários estilos. A banda conta já com vários álbuns e mixtapes.
Mais recentemente e ao mesmo tempo, Sam The Kid criou um projeto novo ligado ao hip hop chamado TV Chelas, que tem como plataforma de distribuição principal um canal de Youtube dedicado. O canal publica músicas inéditas de Sam The Kid e outros artistas, videoclipes, podcasts, entrevistas, instrumentais, alguns arquivos relacionados com hip hop nunca vistos, e potencialmente mais coisas.
Vitral representativo na Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmelo, Quidenham, Norfolk, Reino Unido
As Carmelitas de Compiègne ou Mártires Carmelitas de Compiègne ou Mártires de Compiègne são dezasseis religiosas do Carmelo de Compiègne assassinadas por revolucionários franceses do Comité de Salvação Pública, que as levaram à guilhotina por ódio à religião, no segundo período do Terror da Revolução Francesa, no dia 17 de julho de 1794, no local hoje denominado "Place de la Nation", na época "Place du Trône Renversé".
Antes de serem executadas ajoelharam-se e cantaram o hino Veni Creator, após o que todas renovaram em voz alta os seus compromissos do batismo e os votos religiosos. A execução teve início com a noviça e por último foi executada a Madre Superiora 'Madeleine-Claudine Ledoine (Madre Teresa de Santo Agostinho - Paris, 22 de setembro de 1752), professa em 16 ou 17 de maio de 1775. Durante as execuções reinou absoluto silêncio. Os seus corpos foram sepultados num profundo poço de areia em um cemitério em Picpus. Como neste areal foram enterrados 1298 vítimas da Revolução, é pouco provável a recuperação de suas relíquias. Foram solenemente beatificadas em 27 de maio de 1906 pelo Papa São Pio X.
O Papa João Paulo I sobre elas disse: Durante o processo ouviu-se a condenação: "À morte por fanatismo". E uma, na sua simplicidade, perguntou: — "Senhor Juiz, se faz favor, que quer dizer fanatismo?". Responde o juiz: — É pertencerdes tolamente à religião". — "Oh, irmãs!" — disse então a religiosa — "ouvistes, condenam-nos pelo nosso apego à fé. Que felicidade morrer por Jesus Cristo!". Fizeram-nas sair da prisão da Conciergerie, meteram-nas na carreta da morte e elas, pelo caminho, foram cantando hinos religiosos; chegando ao cadafalso da guilhotina, uma atrás doutra ajoelharam-se diante da Prioresa e renovaram o voto de obediência. Depois entoaram o "Veni Creator"; o canto foi-se tornando, porém, cada vez mais débil, à medida que iam caindo, uma a uma, na guilhotina, as cabeças das pobres irmãs. Ficou para o fim a Prioresa, Irmã Teresa de Santo Agostinho; e as suas últimas palavras foram estas: "O amor sempre vencerá, o amor tudo pode". Eis a palavra exacta: não é a violência que tudo pode, é o amor que tudo pode.
O grupo de religiosas carmelitas lideradas por Madre Teresa de Santo Agostinho era composto por 16 mulheres: 10 freiras, 1 noviça, 3 irmãs leigas e 2 irmãs rodeiras.
Lemaître propôs o que ficou conhecido como teoria da origem do Universo do Big Bang, que ele chamava de "hipótese do átomo primordial", que posteriormente foi desenvolvida por George Gamow.
Em 1927, independentemente dos trabalhos de Alexander Friedmann, Georges Lemaître afirma que o universo está em expansão, baseando-se nos trabalhos de Vesto Slipher, o que foi mais tarde confirmado por Edwin Hubble.
Foi o primeiro a formular a lei de proporcionalidade entre distância e
velocidade de afastamento das galáxias. Esta lei, figurando no seu
artigo de 1927, redigido em francês, não será traduzida na sua versão inglesa realizada por Arthur Eddington,
e será descoberta empiricamente por Hubble alguns anos mais tarde.
Nela, Lemaître propõe uma evolução a partir de um «átomo primitivo».
A hipótese de Lemaître estipula que todo o universo (não somente a matéria, mas também o próprio espaço) estava comprimido num único átomo
chamado de "átomo primordial" ou "ovo cósmico". O estudioso afirmava
que a matéria comprimida naquele átomo se fragmentou numa quantidade
descomunal de pedaços e cada um acabou se fragmentando em outros menores
sucessivamente até chegar aos átomos atuais numa gigantesca fissão nuclear.
Foi Lemaître portanto quem propôs a Teoria do Big Bang, mais tarde desenvolvida por George Gamow.
Em 1965, um ano antes de sua morte e já doente no hospital, recebe
com alegria a notícia de que a sua Teoria do Big Bang fora confirmada
pelos experiências de Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson e era tida como a teoria padrão pela comunidade científica.
Inicialmente Tom fez uma audição para a banda Busted, mas acabou por não ser escolhido. Porém, a Island Records convidou-o para compor as canções da banda ao lado de James Bourne. Enquanto o segundo álbum dos Busted, A Present for Everyone, estava sendo escrito, Tom foi perguntado pela gravadora se estava disponível para filmar as audições de uma nova banda, chamada V, e esta aceitou. Ele encontrou Danny Jones, que fez a audição para a banda por engano, durante as filmagens e, então, convidou Danny para escrever canções com ele e Bourne. Quando o projeto com os Busted estava terminado, os dois começaram a escrever canções para a sua nova banda, que, até o momento, não tinha um nome. Eventualmente se mudaram para o Hotel InterContinental durante dois meses, para trabalhar na composição. Mais tarde, os dois colocaram um anúncio na revista NME e fizeram audições para escolher os outros membros da banda, optando por Harry Judd e Dougie Poynter para baterista e baixista, respectivamente. O nome da banda foi uma homenagem a Marty McFly, protagonista de seu filme favorito, Back to the Future. Os McFly ganharam maior divulgação após ter participado de uma turnê dos Busted.
Em 5 de outubro de 2008 e em 31 de maio de 2009, participaram do Domingão do Faustão, um programa de auditório brasileiro, tiveram uma entrevista com Sabrina Sato de Pânico na TV, um programa humorístico e gravaram no programa Casseta & Planeta, urgente!
Em 2010 lançaram o Above The Noise, um álbum mais pop devido as tendências globais. Porém o álbum não fez o tamanho sucesso quando o esperado. Devido a isso, Tom pode passar mais tempo se dedicando aos fãs pela Internet, já que sua agenda com o McFLY não estava tão ocupada quanto as posteriores.
Tom convidou seus amigos de início de carreira James Bourne e Matt Willis para a formarem um supergrupo, McBusted, durante as comemorações de dez anos do McFly. McBusted fez duas turnês pela Europa e um álbum de estúdio, deixando totalmente de lado sua anda de origem, McFly.
Como escritor, possui uma parceria com Dougie Poynter (companheiro de banda) onde escrevem a série de livros infantis "The Dinossaur That Pooped...". Em 6 de outubro de 2016, Tom lançou seu primeiro livro infantil solo nomeado de The Christmasaurus e tornou-se um best-seller infantil. Já em 29 de junho de 2017, lançou outro livro de mesmo gênero com o nome de There's a Monster in Your book, sendo um dos mais vendidos pela Amazon e vários outros sites.
Ainda um membro do McFly, Fletcher hoje dedica-se a sua vida de vlogger, pai de família e escritor.
Composição
Além de ter ajudado na composição de canções para os Busted, Tom compõe a maioria das músicas do McFly, colaborando com todas as canções do primeiro álbum da banda, Room on the 3rd Floor, exceto uma - "Not Alone", composta por Danny Jones.
Além de compor as músicas da própria banda, Tom e os outros integrantes dos McFly contribuíram para a composição de canções do segundo álbum da boysband britânica One Direction (1D), chamado Take Me Home, lançada em novembro de 2012. A música I Want presente no primeiro álbum dos 1D, Up All Night, foi composta por Tom, destacando-se das demais canções pela presença do piano.
Vida pessoal
Em abril de 2011, Tom ficou noivo da atriz e escritora Giovanna Falcone, que conheceu aos 13 anos de idade e com quem namorava há sete anos. O casamento aconteceu em 12 de maio de 2012. Em 2013, Tom anunciou através de um vídeo na sua conta no youtube, que ele e sua esposa, Giovanna, estavam esperando o seu primeiro filho. O bebé nasceu dia 13 de março de 2014 e se chama Buzz Michelangelo Fletcher. No dia 3 de setembro de 2015, novamente Tom anunciou por um vídeo na sua conta no youtube que estavam esperando seu segundo filho. Em 16 de fevereiro de 2016 nasceu o seu segundo filho, Buddy Bob Fletcher. No dia 3 de março de 2018, Tom anunciou, através de seu perfil no Instagram, a chegada do terceiro bebé. No dia 24 de agosto de 2018 nasceu o seu terceiro filho, Max Mario Fletcher.
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